Após te sido revelada uma séria falha de segurança, que expôs dados de centenas de milhares de utilizadores, o Google decidiu suspender por um ano a actividade do Plus, a sua rede social que, efectivamente, nunca teve grande aceitação, pelo que duvidamos que seja reactivada no termo do período de suspensão.
Perante um caso semelhante ao que sucedeu com o Facebook, no qual aplicações podiam aceder indevidamente a dados dos utilizadores, incluindo informação pessoal, listas de amigos e comentários ou reacções, e, sem dúvida, perante a falta de sucesso desta plataforma, o Google optou por suspender o Plus, sendo aconselhável aos utilizadores que descarreguem os dados aí alojados.
Através do Google Takeout é possível descarregar os dados alojados nas várias plataformas do Google, podendo estes serem alojados localmente ou num espaço na "cloud", como no Google Drive, sendo de ter em atenção que, no caso do Plus, os dados tendem a ser escassos, por os ficheiros estarem alojados noutros locais, como o Photos ou o Youtube.
Assim, e para quem utiliza o Plus, mesmo que desiludidos ou prestes a desistir, sugerimos que descarreguem os dados, que poderão ser úteis caso o serviço, após interrompido seja reactivado ou se este for substituído, dado que desconhecemos qual o tipo de serviço que o virá a substituir, e que poderá revelar-se mais interessante do que o actual, para o que ter dados que incluem os contactos, serão de alguma valia.
Mostrar mensagens com a etiqueta google. Mostrar todas as mensagens
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sexta-feira, outubro 12, 2018
domingo, julho 29, 2018
Google Snapshot para Android chega em breve
O Google Snapshot, recentemente anunciado, é uma aplicação que integra diversas outras, funcionando como um assistente pessoal, dotado de inteligência, capaz de ajudar na organização e planeamento do dia a dia, acompanhando o utilizador de forma activa, de forma muito mais elaborada do que uma vulgar agenda.
Indo muito para além de uma simples agenda, que se limita a lembrar compromissos, o Snapshot vai complementá-los com os passos necessários, fornecendo informação para que o planeamento seja correcto, podendo ainda sugerir alterações ou métodos e processos que facilitem ao utilizador atingir os seus objectivos.
Assim, a aplicação vai alertar o utilizador para um compromisso com a antecedência necessária para que efectue a deslocação, tendo em conta a densidade do tráfego, podendo sugerir o percurso mais adequado ou propondo um transporte alternativo a utilizar, uma funcionalidade prevista para o Google Maps, enquanto alerta, caso necessário, para outros compromissos subsquentes cujos horários seja necessário respeitar.
A versão para Android estará brevemente disponível para todos os dispositivos, enquanto a que se destina a equipamentos iOS ainda demorará algum tempo a ser disponibilizada, sendo óbvio que o Snapshot será uma das ferramentas mais interessantes em termos de organização da vida pessoal que vão surgir este ano.
Indo muito para além de uma simples agenda, que se limita a lembrar compromissos, o Snapshot vai complementá-los com os passos necessários, fornecendo informação para que o planeamento seja correcto, podendo ainda sugerir alterações ou métodos e processos que facilitem ao utilizador atingir os seus objectivos.
Assim, a aplicação vai alertar o utilizador para um compromisso com a antecedência necessária para que efectue a deslocação, tendo em conta a densidade do tráfego, podendo sugerir o percurso mais adequado ou propondo um transporte alternativo a utilizar, uma funcionalidade prevista para o Google Maps, enquanto alerta, caso necessário, para outros compromissos subsquentes cujos horários seja necessário respeitar.
A versão para Android estará brevemente disponível para todos os dispositivos, enquanto a que se destina a equipamentos iOS ainda demorará algum tempo a ser disponibilizada, sendo óbvio que o Snapshot será uma das ferramentas mais interessantes em termos de organização da vida pessoal que vão surgir este ano.
terça-feira, julho 10, 2018
Google Maps implementa funcionalidades do Waze - 2ª parte
A existência de obstáculos ou constrangimentos numa via implica um recálculo de trajectos ou o aviso de demora, pelo que a implementação desta funcionalidade terá um impacto nalguns casos superior à habitual informação da densidade do trânsito, já presente no Google Maps, e que não traduz toda a realidade deste, conferindo um nível de actualização em tempo real muito superior.
Aqueles que são "beta testers" podem, desde já, descarregar a "Maps - Navigation & Transport (Beta)", a aplicação ainda em fase de teste, destinada a plataformas móveis Android", onde as novidades surgem em primeiro lugar, sendo patente a evolução a nível do próprio nome, agora modificado.
Naturalmente, o recurso a versões de teste implica alguns riscos, mas o facto é que, no respeitante aquelas que são disponibilizadas pelo Google, este tem sido insignificante, com as novas características e correcção de erros a justificar a inclusão no programa que permite avaliar cada versão antes de esta ser disponibilizada para o público em geral.
Admitimos que o facto de o Waze se basear num conceito diferente, que funciona mais como comunidade interactiva, lhe tem permitido manter a autonomia, mas, face à actual evolução, estamos crentes que haverá uma integração, mesmo que o Google mude algo nos seus Maps, incluindo o próprio nome, como forma de satisfazer os utilizadores do Waze e estimular a sua permanência e interactividade na nova plataforma que se avizinha.
Aqueles que são "beta testers" podem, desde já, descarregar a "Maps - Navigation & Transport (Beta)", a aplicação ainda em fase de teste, destinada a plataformas móveis Android", onde as novidades surgem em primeiro lugar, sendo patente a evolução a nível do próprio nome, agora modificado.
Naturalmente, o recurso a versões de teste implica alguns riscos, mas o facto é que, no respeitante aquelas que são disponibilizadas pelo Google, este tem sido insignificante, com as novas características e correcção de erros a justificar a inclusão no programa que permite avaliar cada versão antes de esta ser disponibilizada para o público em geral.
Admitimos que o facto de o Waze se basear num conceito diferente, que funciona mais como comunidade interactiva, lhe tem permitido manter a autonomia, mas, face à actual evolução, estamos crentes que haverá uma integração, mesmo que o Google mude algo nos seus Maps, incluindo o próprio nome, como forma de satisfazer os utilizadores do Waze e estimular a sua permanência e interactividade na nova plataforma que se avizinha.
quinta-feira, julho 05, 2018
Google Maps implementa funcionalidades do Waze - 1ª parte
Quando o Google adquiriu a empresa proprietária do Waze, conhecido pela interactividade dos seus utilizadores, que, através desta plataforma enviam alertas ou avisos relativos a constrangimentos rodoviários, esperava-se que esta viesse a integrar ou fundir-se com o Google Maps.
No entanto, o Waze tem mantido a sua autonomia, baseando-se agora nos excelentes mapas do Google, sem que este último tenha tido benefícios aparentes, para além do acesso a tecnologia e base de utilizadores, algo que parece estar a mudar, com a integração de funcionalidades do Waze no Google Maps.
Embora apenas ao alcance de alguns, o facto é que já existem utilizadores que podem assinalar incidentes de trânsito recorrendo ao Google Maps e partilhando estes dados com outros utilizadores da plataforma, reproduzindo o que sucede desde há muito com o Waze, o que pode indiciar uma fusão das duas plataformas, que partilharão a mesma tecnologia.
Para além da possibilidade de informar quanto a alterações a nível de trânsito, a aplicação passa a perguntar se esta se confirma, ou se mantém, ou se já não se verifica, o que irá resultar na sua remoção e no novo cálculo de itinerários, deixando de considerar a via como tendo um constrangimento ou um impedimento.
No entanto, o Waze tem mantido a sua autonomia, baseando-se agora nos excelentes mapas do Google, sem que este último tenha tido benefícios aparentes, para além do acesso a tecnologia e base de utilizadores, algo que parece estar a mudar, com a integração de funcionalidades do Waze no Google Maps.
Embora apenas ao alcance de alguns, o facto é que já existem utilizadores que podem assinalar incidentes de trânsito recorrendo ao Google Maps e partilhando estes dados com outros utilizadores da plataforma, reproduzindo o que sucede desde há muito com o Waze, o que pode indiciar uma fusão das duas plataformas, que partilharão a mesma tecnologia.
Para além da possibilidade de informar quanto a alterações a nível de trânsito, a aplicação passa a perguntar se esta se confirma, ou se mantém, ou se já não se verifica, o que irá resultar na sua remoção e no novo cálculo de itinerários, deixando de considerar a via como tendo um constrangimento ou um impedimento.
terça-feira, julho 03, 2018
SMS de sistemas Android no computador
A versão mais recente do sistema de mensagens existente nos equipamentos Android, usada, por exemplo, para receber os vulgares SMS ou MMS, permite que estas sejam igualmente utilizadas num computador pessoal, sincronizando os vários dispositivos,
Para aceder a esta funcionalidade deve-se actualizar as mensagens Android para a última versão, o que pode ser efectuado via Play Store, após o que, lançando o programa, surge uma nova opção nos menus, a que se acede tocando nos três pontos do canto superior direito e que diz "Mensagens para a Web".
Seguidamente, acede-se no computador ao endereço https://messages.android.com e lê-se o código QR que surge no écran, surgindo imediatamente na página do computador as mensagens enviadas através do dispositivo móvel, devidamente sincronizadas com o mesmo, e com o mesmo tipo de funcionalidades simples que todos conhecemos.
Para muitos utilizadores, em diversas circunstâncias, esta é uma funcionalidade interessante, que permite usar o computador em vez do dispositivo móvel, centrando a atenção num único equipamento, ficando, no entanto, em aberta uma possível centralização dos vários tipos de mensagem num único local, o que pode facilitar a gestão das comunicações.
Para aceder a esta funcionalidade deve-se actualizar as mensagens Android para a última versão, o que pode ser efectuado via Play Store, após o que, lançando o programa, surge uma nova opção nos menus, a que se acede tocando nos três pontos do canto superior direito e que diz "Mensagens para a Web".
Seguidamente, acede-se no computador ao endereço https://messages.android.com e lê-se o código QR que surge no écran, surgindo imediatamente na página do computador as mensagens enviadas através do dispositivo móvel, devidamente sincronizadas com o mesmo, e com o mesmo tipo de funcionalidades simples que todos conhecemos.
Para muitos utilizadores, em diversas circunstâncias, esta é uma funcionalidade interessante, que permite usar o computador em vez do dispositivo móvel, centrando a atenção num único equipamento, ficando, no entanto, em aberta uma possível centralização dos vários tipos de mensagem num único local, o que pode facilitar a gestão das comunicações.
terça-feira, maio 01, 2018
Nova versão do Gmail disponível
A nova versão do Gmail já começou a ser disponibilizada aos utilizadores desta popular plataforma de correio electrónico, sendo necessário, caso esteja disponível para cada endereço, activá-la, efectuando a mudança clicando no ícone de ferramentas e selecionando a opção de experimentar a nova versão que, uma vez activada, irá permitir, temporariamente, a reversão para a versão anterior.
Com um aspecto mais colorido, é uma maior integração com os produtos do Google que merece o principal destaque, surgindo agora novas opções, com os ícones do "Calendário", "Keep", e "Tarefas" a surgir do lado direito, podendo ser adicionados novos atalhos para "add ons", que complementam as possibilidades do Gmail, facilitando a gestão do dia a dia.
As acções directas a partir das mensagens, a possibilidade de colocar em espera mensagens menos importantes, as respostas automáticas, os alertas mais úteis a terem prioridade, o periodo de validade das mensagens, são funcionalidades a ter em conta, mas o próprio "interface" contribui para uma maior facilidade de utilização do Gmail.
Muitas destas novas funcionalidades correspondem à antevisão constante de um texto anterior, mas experimentar cada uma delas confere uma noção diferente das respectivas potencialidades, sendo que esta evolução do Gmail é uma das mais interessantes, com o enfase na privacidade e na segurança a ser particularmente benvindo numa altura em que estas questões se colocam com maior premência.
Com um aspecto mais colorido, é uma maior integração com os produtos do Google que merece o principal destaque, surgindo agora novas opções, com os ícones do "Calendário", "Keep", e "Tarefas" a surgir do lado direito, podendo ser adicionados novos atalhos para "add ons", que complementam as possibilidades do Gmail, facilitando a gestão do dia a dia.
As acções directas a partir das mensagens, a possibilidade de colocar em espera mensagens menos importantes, as respostas automáticas, os alertas mais úteis a terem prioridade, o periodo de validade das mensagens, são funcionalidades a ter em conta, mas o próprio "interface" contribui para uma maior facilidade de utilização do Gmail.
Muitas destas novas funcionalidades correspondem à antevisão constante de um texto anterior, mas experimentar cada uma delas confere uma noção diferente das respectivas potencialidades, sendo que esta evolução do Gmail é uma das mais interessantes, com o enfase na privacidade e na segurança a ser particularmente benvindo numa altura em que estas questões se colocam com maior premência.
sábado, abril 21, 2018
Gmail tem novidades para breve
O Gmail, o popular serviço de correio electrónico do Google, que adoptamos por considerarmos, de entre os serviços gratuitos, aquele que oferece melhores características, vai ser melhorado através da adição de um conjunto de novas funcionalidades e de um novo desenho, mais simples e prático.
Entre as novas funcionalidades encontram-se mensagens com limitação no tempo, que não podem ser reencaminhadas, respostas inteligentes ou o "snooze", que mantém mensagens especificadas fora da caixa de entrada até que o utilizador possa responder, transpondo assim algumas das recentes implementações na plataforma Android.
Uma barra lateral, onde se podem encontrar listas de tarefas ou compromissos, bem como um novo desenho, que permite aos utilizadores uma maior flexibilidade de escolha e configuração, adaptando melhor o Gmail às preferências de cada um, permite aumentar a produtividade, integrando-o com outros produtos do Google.
Outras modificações, a nível de codificação, as quais não serão visíveis por parte dos utilizadores, também serão implementadas, no sentido de aumentar a flexibilidade, desempenho e segurança do sistema, mas será a funcionalidade de confidencialidade de mensagens, que para a sua leitura poderão exigir um código de acesso, que consideramos a maior novidade em termos práticos.
Entre as novas funcionalidades encontram-se mensagens com limitação no tempo, que não podem ser reencaminhadas, respostas inteligentes ou o "snooze", que mantém mensagens especificadas fora da caixa de entrada até que o utilizador possa responder, transpondo assim algumas das recentes implementações na plataforma Android.
Uma barra lateral, onde se podem encontrar listas de tarefas ou compromissos, bem como um novo desenho, que permite aos utilizadores uma maior flexibilidade de escolha e configuração, adaptando melhor o Gmail às preferências de cada um, permite aumentar a produtividade, integrando-o com outros produtos do Google.
Outras modificações, a nível de codificação, as quais não serão visíveis por parte dos utilizadores, também serão implementadas, no sentido de aumentar a flexibilidade, desempenho e segurança do sistema, mas será a funcionalidade de confidencialidade de mensagens, que para a sua leitura poderão exigir um código de acesso, que consideramos a maior novidade em termos práticos.
sábado, março 24, 2018
Versão 5.2 do Google Camera já disponível
Já está disponível a versão 5.2 do Google Camera, incluindo diversas novidades, incluindo a nível de rearranjo, e mais funcionalidades, podendo ser instalada num vasto conjunto de dispositivos "Android" e não apenas nos modelos do próprio Google para os quais esta aplicações foi originalmente desenvolvida.
Destaca-se a reorganização das definições, que passam a ter ícones associados e se encontram agrupadas de forma mais lógica e intuitiva, o toque duplo, anteriormente de acesso exclusivo à focagem, passa a ser mais abrangente e contextualizado, facilitando o acesso rápido a funções primordiais, como a alternância entre camâra dianteira e traseira.
Desaparece a anterior grelha no écran, com as configurações a passarem para os ménus, está disponível uma nova opção de lentes sujas, que alertam para a necessidade da respectiva limpeza, com a aplicação a ficar mais fluída, a que acresce um melhor desempenho e estabilidade, resultante da sua reprogramação.
O Google Camera é, indiscutivelmente, uma das melhores aplicações para fotografia, tendo evoluido constantemente, e sendo a opção de muitos utilizadores, como substituto da aplicação nativa, pré-carregada nos equipamentos "Android", e que, manifestamente, é inferior em termos de qualidade e funcionalidades.
Destaca-se a reorganização das definições, que passam a ter ícones associados e se encontram agrupadas de forma mais lógica e intuitiva, o toque duplo, anteriormente de acesso exclusivo à focagem, passa a ser mais abrangente e contextualizado, facilitando o acesso rápido a funções primordiais, como a alternância entre camâra dianteira e traseira.
Desaparece a anterior grelha no écran, com as configurações a passarem para os ménus, está disponível uma nova opção de lentes sujas, que alertam para a necessidade da respectiva limpeza, com a aplicação a ficar mais fluída, a que acresce um melhor desempenho e estabilidade, resultante da sua reprogramação.
O Google Camera é, indiscutivelmente, uma das melhores aplicações para fotografia, tendo evoluido constantemente, e sendo a opção de muitos utilizadores, como substituto da aplicação nativa, pré-carregada nos equipamentos "Android", e que, manifestamente, é inferior em termos de qualidade e funcionalidades.
sábado, dezembro 30, 2017
Internet móvel para equipamento de navegação - 2ª parte
Caso a opção seja pelo serviço que oferece melhor desempenho a nível nacional, a DECO aponta para a Vodafone, a larga distância da concorrência, sendo esta a solução que, tecnicamente, se apresenta como a mais adequada, com a escolha final a depender de questões contratuais, nomeadamente na inclusão num contrato com maior número de serviços.
Todos os operadores oferecem melhores condições quando o mesmo cliente usa diversos serviços, pelo que será de inquirir junto do operador com o qual já exista um contrato quais os valores para as várias possibilidades a nível de acesso via rede móvel, o que passa, tipicamente, por um "plafond" de dados que convém calcular para determinar qual a modalidade que melhor serve cada caso específico.
Nalguns casos, após o desconto aplicado, o preço é idêntico, caso da Vodafone para quem já possui serviços residenciais, pelo que, naturalmente, a opção será pelo maior "plafond", mas, sendo cada caso diferente, cada situação deverá ser avaliada individualmente, comparando preços e serviços, bem como a adequação concreta destes às necessidades.
Em termos exemplificativos, um cartão SIM da Vodafone, que se pode encontrar na área das redes móveis, como sendo destinado a um "tablet", terá um custo de 5 Euros por mês para quem já possua serviços residenciais deste operador, podendo ainda constituir uma alternativa caso o acesso via rede fixa não funcione adequadamente ou esteja temporariamente indisponível.
Todos os operadores oferecem melhores condições quando o mesmo cliente usa diversos serviços, pelo que será de inquirir junto do operador com o qual já exista um contrato quais os valores para as várias possibilidades a nível de acesso via rede móvel, o que passa, tipicamente, por um "plafond" de dados que convém calcular para determinar qual a modalidade que melhor serve cada caso específico.
Nalguns casos, após o desconto aplicado, o preço é idêntico, caso da Vodafone para quem já possui serviços residenciais, pelo que, naturalmente, a opção será pelo maior "plafond", mas, sendo cada caso diferente, cada situação deverá ser avaliada individualmente, comparando preços e serviços, bem como a adequação concreta destes às necessidades.
Em termos exemplificativos, um cartão SIM da Vodafone, que se pode encontrar na área das redes móveis, como sendo destinado a um "tablet", terá um custo de 5 Euros por mês para quem já possua serviços residenciais deste operador, podendo ainda constituir uma alternativa caso o acesso via rede fixa não funcione adequadamente ou esteja temporariamente indisponível.
sexta-feira, dezembro 29, 2017
A "box" Vorke Z5 - 3ª parte
Não sendo um topo de gama, e esses modelos serão francamente mais dispendiosos, a Vorke Z5 possui o desempenho e as características adequadas a quem disponha de um aparelho de TV de alta resolução, apresentando fluidez e versatilidade, com um comando fácil de utilizar, mas que se revela, pelo seu conceito, algo moroso no uso.
Suportando dispositivos USB, como um teclado ou rato, a interacção com a "box" melhora substancialmente recorrendo a estes extras que, naturalmente, necessitam de ser adquiridos à parte, mas que se podem encontrar por pouco mais de uma dúzia pelo conjunto, bastanto ligá-los nas ports USB para ficarem imediatamente utilizáveis.
Incluindo um cartão micro SD e adicionando direitos alfandegários, uma solução com base nesta "box" rondará os 60 Euros, um valor que consideramos perfeitamente aceitáveis face ao seu desempenho e características muito actuais, sendo certo de que, tendo um sistema operativo recente, poderá ser actualizada e utilizada durante vários anos.
Para aqueles que apreciam vídeo num écran de grandes dimensões, seja ele proveniente de uma unidade de memória, seja via Internet, como os disponíveis no Youtube, esta é uma solução que, apesar de precisar de alguma habituação face ao tipo de controle, recomendamos aos nossos leitores, sobretudo aqueles que optaram por não alugar uma "box" do prestador de serviço de TV ou que não possuam alguns canais temáticos que lhes sejam particularmente interessantes.
Suportando dispositivos USB, como um teclado ou rato, a interacção com a "box" melhora substancialmente recorrendo a estes extras que, naturalmente, necessitam de ser adquiridos à parte, mas que se podem encontrar por pouco mais de uma dúzia pelo conjunto, bastanto ligá-los nas ports USB para ficarem imediatamente utilizáveis.
Incluindo um cartão micro SD e adicionando direitos alfandegários, uma solução com base nesta "box" rondará os 60 Euros, um valor que consideramos perfeitamente aceitáveis face ao seu desempenho e características muito actuais, sendo certo de que, tendo um sistema operativo recente, poderá ser actualizada e utilizada durante vários anos.
Para aqueles que apreciam vídeo num écran de grandes dimensões, seja ele proveniente de uma unidade de memória, seja via Internet, como os disponíveis no Youtube, esta é uma solução que, apesar de precisar de alguma habituação face ao tipo de controle, recomendamos aos nossos leitores, sobretudo aqueles que optaram por não alugar uma "box" do prestador de serviço de TV ou que não possuam alguns canais temáticos que lhes sejam particularmente interessantes.
terça-feira, dezembro 26, 2017
A "box" Vorke Z5 - 2ª parte
A conectividade via WiFi opera nos 2.4 GHz e 5 GHz, suportando as normas IEEE 802.11 b/g/n/ac, possui ligação Ethernet a 10/100 Mbits RGMII e "bluetooth" na versão 4.1, tendo ainda conectores HDMI 2.0 4K*2K a 30 Hz, saída SPDIF e, naturalmente, uma ligação a um transformador de 5V/2A.
Esta "box" pesa apenas 521 gramas e dimensões externas de 10 x 10 x2.5 centímetros e o conjunto inclui, para além da "box", o controle remoto, sem baterias AAA, um cabo HDMI, o transformador, que é enviado na versão adequada ao país de destino, e um pequeno manual de instalação.
Esta "box" descodifica formatos 4K, H.265, MPEG1/2/4, H.264, HD AVC/VC-1, RM/RMVB, Xvid/DivX3/4/5/6 e RealVideo8/9/10, formatos de vídeo 4K@30fps, H.265, AVI, H.264, VC-1, MPEG-2, MPEG-4, DIVD/DIVX, Real8/9/10, RM, RMVB, PMP, FLV, MP4, M4V, VOB, WMV, 3GP e MKV, formatos musicais MP1, MP2, MP3, WMA, OGG, AAC, M4A, FLAC, APE, AMR, RA e WAV e formato de fotos JPEG, BMP, GIF, PNG e TIFF.
Entre o "software" instalado, para além do habitual nos dispositivos "Android", tal como o Chrome, Gmail ou Maps, vem o KODI numa versão recente, bem como programas destinados à sua função primordial, ou seja, ser a base de um sistema multimédia interactivo e com ligação à Internet.
Esta "box" pesa apenas 521 gramas e dimensões externas de 10 x 10 x2.5 centímetros e o conjunto inclui, para além da "box", o controle remoto, sem baterias AAA, um cabo HDMI, o transformador, que é enviado na versão adequada ao país de destino, e um pequeno manual de instalação.
Esta "box" descodifica formatos 4K, H.265, MPEG1/2/4, H.264, HD AVC/VC-1, RM/RMVB, Xvid/DivX3/4/5/6 e RealVideo8/9/10, formatos de vídeo 4K@30fps, H.265, AVI, H.264, VC-1, MPEG-2, MPEG-4, DIVD/DIVX, Real8/9/10, RM, RMVB, PMP, FLV, MP4, M4V, VOB, WMV, 3GP e MKV, formatos musicais MP1, MP2, MP3, WMA, OGG, AAC, M4A, FLAC, APE, AMR, RA e WAV e formato de fotos JPEG, BMP, GIF, PNG e TIFF.
Entre o "software" instalado, para além do habitual nos dispositivos "Android", tal como o Chrome, Gmail ou Maps, vem o KODI numa versão recente, bem como programas destinados à sua função primordial, ou seja, ser a base de um sistema multimédia interactivo e com ligação à Internet.
domingo, dezembro 24, 2017
A "box" Vorke Z5 - 1ª parte
As "box" para TV baseadas em "Android", basicamente uns micro-computadores, revelam-se cada vez mais populares à medida que se tornam mais potentes e versáteis e o preço baixa, tornando-se cada vez mais um complemento ou alternativa às que são fornecidas pelos operadores e que, naturalmente, possuem várias limitações.
Estas "box" são muito semelhantes, em termos de funcionamento, a outro dispositivo "Android", recorrendo ao mesmo tipo de processadores, memória, entrada e saída de dados, mas não possuem écran, contando com o de um aparelho de TV, ao qual são ligados via HDMI para efeito de apresentação de imagens.
Recentemente apresentada, a Vorke Z5 representa a última geração deste tipo de "box" na sua vertente de entrada, incluindo um conjunto de características típicas de equipamentos recentes, incluindo o "Android" na versão 7.1, mas mantendo um preço baixo, que começa perto da trintena de Euros, caso se opte por não incluir qualquer cartão de memória que, para tirar partido de todas as potencialidades, terá que ser adquirido pelo proprietário, acescendo os direitos alfandegários.
Baseado num processador de quatro núcleos Amlogic S9050W ARM Cortex-A53 1.5 Ghz e com processador gráfico ARM Mali-T820MP3 GPU, tem 2 Gb de memória RAM, 16 Gb eMMC5.0 de ROM e uma memória externa de até 32 Gb, num cartão micro SD, suportando ainda, via ligação USB, disco externo ou U Disk, o que permite um extenso armazenamento de dados, essencial caso se gravem filmes.
Estas "box" são muito semelhantes, em termos de funcionamento, a outro dispositivo "Android", recorrendo ao mesmo tipo de processadores, memória, entrada e saída de dados, mas não possuem écran, contando com o de um aparelho de TV, ao qual são ligados via HDMI para efeito de apresentação de imagens.
Recentemente apresentada, a Vorke Z5 representa a última geração deste tipo de "box" na sua vertente de entrada, incluindo um conjunto de características típicas de equipamentos recentes, incluindo o "Android" na versão 7.1, mas mantendo um preço baixo, que começa perto da trintena de Euros, caso se opte por não incluir qualquer cartão de memória que, para tirar partido de todas as potencialidades, terá que ser adquirido pelo proprietário, acescendo os direitos alfandegários.
Baseado num processador de quatro núcleos Amlogic S9050W ARM Cortex-A53 1.5 Ghz e com processador gráfico ARM Mali-T820MP3 GPU, tem 2 Gb de memória RAM, 16 Gb eMMC5.0 de ROM e uma memória externa de até 32 Gb, num cartão micro SD, suportando ainda, via ligação USB, disco externo ou U Disk, o que permite um extenso armazenamento de dados, essencial caso se gravem filmes.
sexta-feira, dezembro 22, 2017
Banda desenhada via "Storyboard"
O "Storyboard" é uma das mais interessantes aplicações para Android desenvolvidas pelo Google, sobretudo pelo seu conceito e mecânica interna, destinando-se a transformar um pequeno filme numa banda desenhada, com as características básicas desta forma de contar histórias.
Com um funcionamento simples, basicamente automático, incluindo diversos estilos, cabe ao utilizador, uma vez carregado o vídeo que serve de base à narrativa, ir escolhendo o formato de história que mais lhe agrada, e o que traduz melhor a realidade, dando origem a um conjunto de imagens que podem ser utilizadas de diversas formas.
O formato final, uma vez escolhido, pode ser gravado ou partilhado, ficando imediatamente disponível, com as imagens a serem uma base muito interessante para posterior modificação através de outro programa, o que permite adicionar novos elementos, como legendas, obtendo-se assim um resultado final muito interessante.
Esta aplicação gratuita, disponível na "Play Store", é compatível com as versões 5.0 e superiores de Android, e, não obstante ser uma experiência, conforme é admitido pelo Google, vale bem a pena experimentar, pelo conceito inovador e pelos resultados que proporciona mesmo aos menos experientes.
Com um funcionamento simples, basicamente automático, incluindo diversos estilos, cabe ao utilizador, uma vez carregado o vídeo que serve de base à narrativa, ir escolhendo o formato de história que mais lhe agrada, e o que traduz melhor a realidade, dando origem a um conjunto de imagens que podem ser utilizadas de diversas formas.
O formato final, uma vez escolhido, pode ser gravado ou partilhado, ficando imediatamente disponível, com as imagens a serem uma base muito interessante para posterior modificação através de outro programa, o que permite adicionar novos elementos, como legendas, obtendo-se assim um resultado final muito interessante.
Esta aplicação gratuita, disponível na "Play Store", é compatível com as versões 5.0 e superiores de Android, e, não obstante ser uma experiência, conforme é admitido pelo Google, vale bem a pena experimentar, pelo conceito inovador e pelos resultados que proporciona mesmo aos menos experientes.
sexta-feira, dezembro 08, 2017
"Files Go" do Google já disponível
O Google lançou recentemente um novo gestor de ficheiros e de espaço de armazenamento para dispositivos Android que, apesar de ainda em fase de teste, já pode ser instalado e testado sem quaisquer custos para o utilizador, tal como sucede com as aplicações desenvolvidas pelo Google.
O "Files Go" permite gerir o espaço, aconselhando o utilizador a tomar opções como apagar aplicações raramente utilizadas, gerir o espaço ocupado pela cache, apagar ficheiros duplicados, pesquisar ficheiros com maior rapidez e facilidade, centralizando um conjunto de operações que nem sempre são fáceis de efectuar num equipamento Android.
Também é implementada uma funcionalidade que facilita, de forma rápida e segura, a partilha de ficheiros entre dispositivos que utilizem esta aplicação, mesmo em modo "off line", mesmo em modo "off line", recorrendo a uma comunicação "bluetooth".
Na sua versão actual, o "Files Go" ocupa apenas 6 Mb, podendo ainda ter alguns erros, como qualquer versão de teste, mas encontra-se perto da sua versão final, sendo suficientemente estável e fiável para ser utilizado por todos quantos tiverem instalada uma versão de Android 5.0 ou superior, pelo que aconselhamos a que seja testada.
O "Files Go" permite gerir o espaço, aconselhando o utilizador a tomar opções como apagar aplicações raramente utilizadas, gerir o espaço ocupado pela cache, apagar ficheiros duplicados, pesquisar ficheiros com maior rapidez e facilidade, centralizando um conjunto de operações que nem sempre são fáceis de efectuar num equipamento Android.
Também é implementada uma funcionalidade que facilita, de forma rápida e segura, a partilha de ficheiros entre dispositivos que utilizem esta aplicação, mesmo em modo "off line", mesmo em modo "off line", recorrendo a uma comunicação "bluetooth".
Na sua versão actual, o "Files Go" ocupa apenas 6 Mb, podendo ainda ter alguns erros, como qualquer versão de teste, mas encontra-se perto da sua versão final, sendo suficientemente estável e fiável para ser utilizado por todos quantos tiverem instalada uma versão de Android 5.0 ou superior, pelo que aconselhamos a que seja testada.
segunda-feira, outubro 02, 2017
Pesquisar a privacidade no Google - 5ª parte
Já que para a maioria não existe a possibilidade prática de prescindir de todo um conjunto de equipamentos e das práticas a eles associadas sem perder um conjunto de vantagens ou funcionalidades essencias, a opção será a de diminuir a exposição, desactivando todas as conexões que, não estando em uso, continuam a sinalizar a presença e selecionando as opções que registem um mínimo de dados.
Assim, opções como o GPS, Wifi, "bluetooth" ou NFC, sempre que não em uso, deverão ser desactivadas, podendo inclusivé fazer o mesmo com o tráfego de dados, deixando apenas as funções básicas de chamadas de voz e mensagens activas, diminuindo quanto possível a precisão da localização do equipamento e que terá um maior efeito em zonas onde uma maior dispersão das antenas das redes móveis diminuam a precisão da triangulação.
Recorrer a um modelo de telemóvel mais antigo, sem o moderno conjunto de funcionalidades e sem um "login" de rede associado, naturalmente será sempre benéfico em termos de privacidade, ficando apenas a ser rastrado pelo operador de telecomunicações, mas não por um prestador de serviços, como o Google, junto do qual estes modelos deixam de estar autenticados salvo se acedendo a um serviço que implique autenticação, com a navegação na Internet para aceder ao correio electrónico.
Essencial será, sobretudo, selecionar medidas de privacidade que controlem a exposição de dados, já que quanto à sua recolha e armazenamento, mesmo que sem a autorização do utilizador, poucas certezas existem, sendo dúbio que opções como o suspender o registo de localização faça mais do que impedir a sua exposição durante um dado período, ficando os dados armazenados, embora ocultos.
Assim, opções como o GPS, Wifi, "bluetooth" ou NFC, sempre que não em uso, deverão ser desactivadas, podendo inclusivé fazer o mesmo com o tráfego de dados, deixando apenas as funções básicas de chamadas de voz e mensagens activas, diminuindo quanto possível a precisão da localização do equipamento e que terá um maior efeito em zonas onde uma maior dispersão das antenas das redes móveis diminuam a precisão da triangulação.
Recorrer a um modelo de telemóvel mais antigo, sem o moderno conjunto de funcionalidades e sem um "login" de rede associado, naturalmente será sempre benéfico em termos de privacidade, ficando apenas a ser rastrado pelo operador de telecomunicações, mas não por um prestador de serviços, como o Google, junto do qual estes modelos deixam de estar autenticados salvo se acedendo a um serviço que implique autenticação, com a navegação na Internet para aceder ao correio electrónico.
Essencial será, sobretudo, selecionar medidas de privacidade que controlem a exposição de dados, já que quanto à sua recolha e armazenamento, mesmo que sem a autorização do utilizador, poucas certezas existem, sendo dúbio que opções como o suspender o registo de localização faça mais do que impedir a sua exposição durante um dado período, ficando os dados armazenados, embora ocultos.
quinta-feira, setembro 28, 2017
Pesquisar a privacidade no Google - 4ª parte
Também entidades comerciais acedem cada vez mais a estes dados, por vezes ilegitimamente, seja por recolha indevida, seja por aquisição a outrém, normalmente sem autorização ou com o desconhecimento de quem consta das enormes bases de dados transacionadas, por vezes por valores extremamente elevados, e quase sempre sem respeito pela privacidade de cada um, podendo consolidar toda a informação de modo a estabelecer perfís que incluam os vários cliente-tipo.
O próprio Google, entre outros, recorre a publicidade direccionada e muitos poderão interrogar-se quanto à sua adequação, por vezes estranhamente adequada ao utilizador, seja a nível de perfil, seja por um comportamento específico que nos leva a interrogar qual o nível de intrusão necessário para atingir uma precisão que será, no mínimo, suspeita, sobretudo quando directamente relacionada com o conteúdo de uma mensagem que devia, em princípio, ser inteiramente privada.
Quando coligidas, a precisão do perfil individual de cada utilizador assume contornos assustadores, podendo constar deste todas as rotinas habituais ou hábitos de consumo, mas também as deslocações menos comuns, efectuadas uma única vez, tal como os diversos tipos de interacção ou transacção, mesmo as não comerciais, e, caso sejam adicionados dados provenientes de redes sociais, será um retrato com contornos pessoais onde inclusivé algumas confidências poderão ser expostas.
Não existem formas de evitar completamente o que, no limite, pode ser uma devassa da vida privada, sendo certo de que muita informação será recolhida, independentemente da vontade de cada um, mas existem medidas e atitudes que possam minimizar o risco da sua exposição, e será nesta vertente que todos nos devemos concentrar os maiores esforços por ser onde podem ser alcançados resultados mais concretos.
O próprio Google, entre outros, recorre a publicidade direccionada e muitos poderão interrogar-se quanto à sua adequação, por vezes estranhamente adequada ao utilizador, seja a nível de perfil, seja por um comportamento específico que nos leva a interrogar qual o nível de intrusão necessário para atingir uma precisão que será, no mínimo, suspeita, sobretudo quando directamente relacionada com o conteúdo de uma mensagem que devia, em princípio, ser inteiramente privada.
Quando coligidas, a precisão do perfil individual de cada utilizador assume contornos assustadores, podendo constar deste todas as rotinas habituais ou hábitos de consumo, mas também as deslocações menos comuns, efectuadas uma única vez, tal como os diversos tipos de interacção ou transacção, mesmo as não comerciais, e, caso sejam adicionados dados provenientes de redes sociais, será um retrato com contornos pessoais onde inclusivé algumas confidências poderão ser expostas.
Não existem formas de evitar completamente o que, no limite, pode ser uma devassa da vida privada, sendo certo de que muita informação será recolhida, independentemente da vontade de cada um, mas existem medidas e atitudes que possam minimizar o risco da sua exposição, e será nesta vertente que todos nos devemos concentrar os maiores esforços por ser onde podem ser alcançados resultados mais concretos.
terça-feira, setembro 26, 2017
Pesquisar a privacidade no Google - 3ª parte
É de notar que a opção de partilha de localização, ou "Location sharing", tem objectivos diferentes, concretamente a partilha com familiares e amigos, o que permite a indivíduos ou grupos restritos marcar um encontro num determinado local, com determinação em tempo real de trajectos e hora estimada de chegada, ou o auxílio em caso de necessidade, podendo ser activado e suspenso com facilidade e em função de situações específicas.
É difícil saber qual o conjunto de dados que o Google foi recolhendo acerca de um dado indivíduo, sem que tal seja explicito para muitos, que desconhecem os termos de utilização e a interpretação dos mesmos, e as opções de privacidade, incluindo a nível de destruição de dados, podem levantar dúvidas quanto à sua real eficácia, sendo certo que existem questões legais, decorrentes da legislação aplicável nas várias jurisdições, que dificultem ainda mais conhecer quais os dados armazenados.
Naturalmente que não é apenas o Google que regista dados dos utilizadores, sendo obrigatória a sua manutenção pelo prazo estipulado na lei por parte dos operadores de telecomunicações, os quais poderão ser facultados às autoridades judiciais nos casos e situações contemplados na legislação em vigor, e que pode ser complementada por dados recolhidos por outros meios, sobretudo electrónicos.
Se a estes vastos conjuntos de informações se adicionarem outras que são automaticamente recolhidas, como as provenientes de transações electrónicas, seja bancárias, seja a nível de sistemas de transportes ou portagens, ou da videovigilância existente em muitos locais, para usar exemplos comuns, é manifesto que a privacidade, mesmo para quem a queira manter, dificilmente é defendida pelas entidades oficiais, para as quais a sua perda representa, efectivamente, uma mais valia.
É difícil saber qual o conjunto de dados que o Google foi recolhendo acerca de um dado indivíduo, sem que tal seja explicito para muitos, que desconhecem os termos de utilização e a interpretação dos mesmos, e as opções de privacidade, incluindo a nível de destruição de dados, podem levantar dúvidas quanto à sua real eficácia, sendo certo que existem questões legais, decorrentes da legislação aplicável nas várias jurisdições, que dificultem ainda mais conhecer quais os dados armazenados.
Naturalmente que não é apenas o Google que regista dados dos utilizadores, sendo obrigatória a sua manutenção pelo prazo estipulado na lei por parte dos operadores de telecomunicações, os quais poderão ser facultados às autoridades judiciais nos casos e situações contemplados na legislação em vigor, e que pode ser complementada por dados recolhidos por outros meios, sobretudo electrónicos.
Se a estes vastos conjuntos de informações se adicionarem outras que são automaticamente recolhidas, como as provenientes de transações electrónicas, seja bancárias, seja a nível de sistemas de transportes ou portagens, ou da videovigilância existente em muitos locais, para usar exemplos comuns, é manifesto que a privacidade, mesmo para quem a queira manter, dificilmente é defendida pelas entidades oficiais, para as quais a sua perda representa, efectivamente, uma mais valia.
sexta-feira, setembro 22, 2017
Pesquisar a privacidade no Google - 2ª parte
É de notar que não é necessário ligar o GPS para que a localização seja determinada com grande precisão, sobretudo em áreas urbanas, onde o número e posicionamento das antenas das redes móveis permitem uma triangulação quase perfeita, com margem de erro insignificante, a qual é reforçada por outras conexões usando os vários protocolos que possam estar activos.
No caso de outros protocolos como o "bluetooth", NFC ou os que são utilizador pelas redes locais estarem activos, a possibilidade de autenticação em locais de passagem que disponibilizem este tipo de comunicação, é elevada, sendo exemplo disso o aparecimento de uma mensagem do tipo "como foi a sua visita ao local xxx?", o que é confirmado recorrendo ao Google Maps e verificando que tal está presente nos locais visitados, eventualmente com um pedido de uma avaliação do mesmo.
Aliás, vários outros programas, seja o conjunto do universo Google, mas também outros que funcionam de forma complementar ou mesmo concorrente, podem utilizar este tipo de informação posicional, com alguns, sobretudo ligados a redes sociais, a implementar funcionalidades que, sendo aparentemente vantajosas para o utilizador, são efectivamente muito mais intrusivas e reveladoras do que as do próprio Google.
Acendendo ao "Timeline", estão presentes diversos conjunto de informações e dados que ilustram trajectos ao longo do tempo, com possibilidade de efectuar várias filtragens, bem como a possibilidade de pausar o histórico da localização, o que fará com que a sua recolha pare, deixando, presume-se, de ser enviada para os servidores do Google.
No caso de outros protocolos como o "bluetooth", NFC ou os que são utilizador pelas redes locais estarem activos, a possibilidade de autenticação em locais de passagem que disponibilizem este tipo de comunicação, é elevada, sendo exemplo disso o aparecimento de uma mensagem do tipo "como foi a sua visita ao local xxx?", o que é confirmado recorrendo ao Google Maps e verificando que tal está presente nos locais visitados, eventualmente com um pedido de uma avaliação do mesmo.
Aliás, vários outros programas, seja o conjunto do universo Google, mas também outros que funcionam de forma complementar ou mesmo concorrente, podem utilizar este tipo de informação posicional, com alguns, sobretudo ligados a redes sociais, a implementar funcionalidades que, sendo aparentemente vantajosas para o utilizador, são efectivamente muito mais intrusivas e reveladoras do que as do próprio Google.
Acendendo ao "Timeline", estão presentes diversos conjunto de informações e dados que ilustram trajectos ao longo do tempo, com possibilidade de efectuar várias filtragens, bem como a possibilidade de pausar o histórico da localização, o que fará com que a sua recolha pare, deixando, presume-se, de ser enviada para os servidores do Google.
quarta-feira, setembro 20, 2017
Pesquisar a privacidade no Google - 1ª parte
Serão inúmeros os utilizadores do Google Maps, recorrendo a esta plataforma para tarefas tão simples como localizar uma rua ou mais sofisticadas, como a navegação de um ponto para outro, selecionando um de entre vários trajectos alternativos e obtendo informações de tráfego em tempo real.
A maioria destes utilizadores recorre a um dispositivo Android, que na maior parte dos casos pode ser um telemóvel, mas que poderá também ser um equipamento de navegação ou outro igualmente baseado nesta plataforma, sendo comum, e quase inevitável, ter procedido a algum tipo de autenticação ou "login" através de um endereço de correio electrónico do próprio Google.
Através destes dispositivos, seja pela própria identificação única dos mesmos, seja pela autenticação do utilizador, que permite consolidar a informação proveniente dos vários equipamentos que este usa, do que resulta um conjunto de dados relevante e, dependendo do seu uso, preocupante em termos de privacidade, podendo, no limite, revelar-se intrusivo e perigoso.
Com um dispositivo Android, que na sua esmagadora maioria possuem o sistema de mapas do Google activo, caso não seja desactivado pelo utilizador, irá ser efectuado um registo de percursos, fácil de consultar em opções como o "Your places", na opção "Visited", no caso da lingua inglesa, onde estão presentes locais que foram referenciados pela geolocalização do equipamento.
A maioria destes utilizadores recorre a um dispositivo Android, que na maior parte dos casos pode ser um telemóvel, mas que poderá também ser um equipamento de navegação ou outro igualmente baseado nesta plataforma, sendo comum, e quase inevitável, ter procedido a algum tipo de autenticação ou "login" através de um endereço de correio electrónico do próprio Google.
Através destes dispositivos, seja pela própria identificação única dos mesmos, seja pela autenticação do utilizador, que permite consolidar a informação proveniente dos vários equipamentos que este usa, do que resulta um conjunto de dados relevante e, dependendo do seu uso, preocupante em termos de privacidade, podendo, no limite, revelar-se intrusivo e perigoso.
Com um dispositivo Android, que na sua esmagadora maioria possuem o sistema de mapas do Google activo, caso não seja desactivado pelo utilizador, irá ser efectuado um registo de percursos, fácil de consultar em opções como o "Your places", na opção "Visited", no caso da lingua inglesa, onde estão presentes locais que foram referenciados pela geolocalização do equipamento.
terça-feira, setembro 19, 2017
Google só guarda cópias de segurança de Android dois meses após último acesso
Embora surgindo em diversos artigos que o Google apaga as cópias de segurança de dispositivos Android sem aviso prévio, o facto é que tal não corresponde à verdade, por esta possibilidade estar nas condições de utilização do serviço do Google Drive, numa das muitas alíneas que os utilizadores não lêm.
Quando um utilizador, por qualquer razão, deixa de utilizar um dispositivo Android, autenticado com uma conta específica do Google, é emitido um aviso, quinze dias depois do último acesso, sendo os dados constantes da cópia de segurança apagados, sem possibilidade de recuperação, dois meses após a última utilização registada.
Assim, caso alguém não utilize um dispositivo Android associado a uma conta durante mais do que dois meses, a cópia no Google Drive é apagada, sendo reposta a partir de um equipamento quando é efectuado um novo acesso, caso este os tenha armazenado, mas, caso este seja um dispositivo novo e o utilizador espere recuperar os dados a partir de um "backup", o facto é que tal não irá acontecer.
Este problema pode afectar utilizadores cujo equipamento se avaria e, transitoriamente, mas por mais do que dois meses, usem outro que não tenha Android, como um telemóvel convencional ou um "smartphone" iOS, e que ao voltar a utilizar um dispositivo Android não verão os seus dados repostos, facto para o qual deixamos aqui um alerta para que façam pelo menos um acesso recorrendo a esta plataforma antes de expirar o prazo, como forma de repor o contador a zero.
Quando um utilizador, por qualquer razão, deixa de utilizar um dispositivo Android, autenticado com uma conta específica do Google, é emitido um aviso, quinze dias depois do último acesso, sendo os dados constantes da cópia de segurança apagados, sem possibilidade de recuperação, dois meses após a última utilização registada.
Assim, caso alguém não utilize um dispositivo Android associado a uma conta durante mais do que dois meses, a cópia no Google Drive é apagada, sendo reposta a partir de um equipamento quando é efectuado um novo acesso, caso este os tenha armazenado, mas, caso este seja um dispositivo novo e o utilizador espere recuperar os dados a partir de um "backup", o facto é que tal não irá acontecer.
Este problema pode afectar utilizadores cujo equipamento se avaria e, transitoriamente, mas por mais do que dois meses, usem outro que não tenha Android, como um telemóvel convencional ou um "smartphone" iOS, e que ao voltar a utilizar um dispositivo Android não verão os seus dados repostos, facto para o qual deixamos aqui um alerta para que façam pelo menos um acesso recorrendo a esta plataforma antes de expirar o prazo, como forma de repor o contador a zero.
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