Mostrar mensagens com a etiqueta orientação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta orientação. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, junho 21, 2018

Mapas "off line" com o Maps.me

Apesar de o Google Maps permitir uma navegação "off line", sem o recurso a uma ligação à Internet, o processo de descarga de mapas pode ser pouco transparente para utilizadores menos experientes, pelo que será de considerar alternativas onde o processo seja automatizado, evitando assim erros que, posteriormente, podem ser difíceis de ultrapassar.

O Maps.me ou Maps with Me deriva do projecto OpenStreeMaps, iniciado em 2004 e que, sendo totalmente aberto e gratuito, suporta todo um conjunto de aplicações que recorre a esta plataforma, as quais são pagas pela publicidade nelas contida e que, normalmente, é bastante moderada, não se revelando demasiadamente intrusiva.

A aplicação detecta a localização do utilizador e, logo de início, permite efectuar a descarga dos mapas da área, sendo possível optar por outros, de uma área distinta, mas a que se pretenda efectuar uma deslocação, ficando os mapas alojados localmente no dispositivo, pelo que este pode recorrer à aplicação mesmo sem o uso de dados.

O detalhe dos mapas é bom, existe a possibilidade de estabelecer e seguir trajectos, facilitada caso se crie uma conta de utilizador, estando presentes informações relevantes, como pontos de interesse ou dados de tráfego, localização de postos de abastecimento ou de multibancos, numa multiplicidade de informações que, aliada à fluidez e fiabilidade da aplicação, justifica, pelo menos, o seu teste.

quarta-feira, junho 13, 2018

Aplicação "Cartas Militares" - 2ª parte

Entre as funcionalidades incluídas, estão a gravação e navegação por percursos e rotas, a definição, visualização e partilha de pontos de passagem, ou "waypoints", a pesquisa por toponímias ou coordenadas, o centramento automático da posição no mapa, a rotação automática de acordo com sentido de movimento e a leitura dos ficheiros em forma KML, utilizados pelo Google Earth.

Existe a possibilidade de exportação em formato KML para o Google Earth, o que permite uma edição e reimportação posterior, caso assim se pretenda, sendo que este formato permite interagir com outras aplicações ou plataformas, algumas das quais são muito populares entre os praticantes de actividades em locais remotos, onde o suporte de sistemas cartográficos mais comuns se revela inadequado.

Diversas outras aplicações recorrerm a cartas militares, devidamente calibradas para o efeito, tal como o Oziexplorer ou o CompeGPS, tendo cada uma um conjunto de funcionalidades própria, e preços diferenciados, sendo que acresce sempre o preço dos mapas a utilizar e que pode onerar muito substancialmente o custo total da solução, sendo sempre de avaliar se os mapas a utilizar terão que ser pagos.

Naturalmente, no caso desta aplicação, o objectivo é a venda de licenças, sendo que o custo surge como bastante favorável face a outras opções da concorrência, a que acresce a excelente qualidade da cartografia do CIGeoE, com o custo de 9.99 Euros a comparar-se muito favoravelmente aos 7.00 Euros de uma única carta na escala 1/25.000 em papel.

segunda-feira, junho 11, 2018

Aplicação "Cartas Militares" - 1ª parte

Por ser relevante quando se aproxima o Verão, lembramos que está disponível uma aplicação que usa como suporte as conhecidas cartas militares Centro de Informação Geoespacial do Exército (CIGeoE) e que são particularmente populares entre todos quantos circulam fora de estrada, em locais mais remotos, onde a informação topográfica nelas contida se revela de grande utilidade.

A aplicação, designada por "Cartas Militares", está diponível para Android e iOS, sendo gratuita, mas o acesso às cartas militares com maior resolução, como as conhecidas cartas da série 888 na escala 1/25.000, são pagas, sendo necessário adquirir uma licença que custa 9.99 Euros.

Independentemente da escala, que varia entre os 1/500.000 e os 1/25.000, está presente uma representação contínua do terreno, com a selecção do tipo de cartografia a ser escolhida de acordo com o dispositivo em uso, e do licenciamento exitente, podendo funcionar em modo "off line", o que implica uma gravação dos ficheiros no dispositivo, podendo ocupar perto de 2 Gb, mas, tal como sucede com outros programas com este tipo de opção, pode variar substancialmente.

Estão presentes dados de navegação, incluindo os diversos elementos presentes no terreno, que incluem a informação topográfica, como relevo do terreno, vegetação e hidrografia, bem como edificações, redes viárias e diversas informação geográfica, como coordenadas, altitude ou velocidade.

terça-feira, maio 15, 2018

O receptor de GPS Ublox para sistemas Windows - 2ª parte

Este receptor destina-se a computadores com sistema operativo da família Windows, suportando as versões a partir do Windows XP, incluindo o Windows CE, e até ao Windows 10, sendo necessário instalar o controlador, que pode ser descarregado, em formato comprimido, a partir desta ligação.

Seguidamente, o ficheiro deve ser descomprimido e o controlador instalado, podendo-se nessa altura conectar o receptor a uma porta USB e verificar o seu funcionamento, devendo os testes serem efectuados no exterior, como forma de obter a melhor recepção do sinal dos satélites.

Os dados são fornecidos segundo o sistema de coordenadas WGS-84, aceite pela generalidade dos programas, como o OziExplorer ou o CompeGPS, que necessitam de ser configurados para aceitar dados neste formato específico e na porta usada pelo dispositivo, podendo-se recorrer ao programa incluído, apenas disponível em inglês, para efectuar testes.

Por pouco mais de 6 Euros, incluindo portes a partir da Ásia, este receptor da Ublox é uma solução a ter em conta para aqueles que utilizam cartografia digital num computador portátil e necessitam da informação posicional proveniente do sistema GPS e Glonass para tirar pleno partido dos mapas, podendo ser complementado por uma ligação móvel à Internet, que permita utilizar outro tipo de soluções.

sexta-feira, maio 11, 2018

O receptor de GPS Ublox para sistemas Windows - 1ª parte

Embora a maioria dos sistemas de navegação seja utilizado em dispositivos móveis baseados em Android ou iOS, continuam a ser utilizados computadores portáteis que, com a disponibilização de discos SSD a baixo preço, se revelam soluções adequadas a utilizações exigentes, onde é necessário recorrer a programas concebidos para a plataforma Windows.

Dado que, tipicamente, os portáteis não incluem um receptor de sinal GPS, é necessário adicionar um, conectando-o a uma porta USB, sendo de escolher um modelo que recorra a mais do que um sistema de satélites, que no caso em análise será o GPS e o Glonass russo, e com um número de canais que aumente a precisão, e que neste exemplo, serão 56.

Com dimensões de apenas 6.00 x 2.80 x 1.00 centímetros e peso de 50 gramas, o equivalente a uma "pen" USB, este receptor baseia-se no "chip" UBLOX G7020, suportando sinal GPS L1 1575.42MHz C/A, tendo uma sensibilidade de 162 dbm e um tempo de posicionamento de 0.1 segundos, com precisão temporal de 30 nanosegundos e direcional de menos de 0.5 graus.

A operação deve efectuar-se entre os -40 e os 85 graus célsios, a uma altitude até aos 50.000 metros, com uma velocidade inferior aos 500 metros por segundo e acelerações abaixo dos 4 g, necessitando de uma voltagem entre os 3.3 e os 5 V, proveniente de uma porta USB, para funcionar.

domingo, novembro 19, 2017

Orientação por elementos naturais pela Land Rover

A navegação recorrendo a elementos naturais ou fornecidos pela natureza, interpretando-os de forma a determinar, mesmo que de forma aproximada, a direcção dos pontos cardeais implica um conjunto de conhecimentos e técnicas que as modernas tecnologias têm vindo a fazer esquecer.

Em textos anteriores descrevemos algumas destas técnicas, incluindo o uso da bússola ou a orientação pelo Sol, recorrendo a um relógio, que agora complementamos disponibilizando uma antiga publicação da Land Rover, escrita em italiano, mas cujo conteúdo, sendo essencialmente gráfico, é de fácil interpretação.

Incluem-se nesta pequena brochura técnicas de orientação pelo Sol, pelas estrelas, recorrendo a indícios naturais, como a disposição das ramagens das árvores ou simples marcas de humidade, ficando de fora outras técnicas que implicam a análise de elementos artificiais, como edificações, onde também é possível recolher alguns elementos que ajudem a determinar uma dada orientação.

Sendo apenas uma breve e simples introdução, esta publicação, para além do seu interesse histórico, visa contribuir para despertar nos nossos leitores o interesse por outras técnicas de orientação, que não recorram à actual tecnologia a qual, por muito eficaz que seja, pode não estar disponível ou apresentar erros que, sem forma de aferição, não serão detectados.

sexta-feira, setembro 29, 2017

Cartas topográficas militares em aplicação - 2ª parte

O tipo de cartografia e escala são adaptados ao dispositivo e ao zoom utilizado no momento, recorrendo a diversos tipos de carta de acordo com a selecção das opções do utilizador, com os detalhes apresentados a dependerem das capacidades do écran e necessidades para a navegação.

Entre as várias funcionalidades está a pesquisa por toponímia e coordenadas, a navegação por azimute e distância, a leitura de ficheiros em formato KML, utilizados no Google Earth, a gravação, navegação e partilha de percursos e rotas, a definicão, visualização e partilha de "waypoints", o posicionar centralmente o utilizador no écran e rodar a cartografia de acordo com sentido de movimento.

Apesar de a aplicação ser gratuita, a utilização depende da existência de mapas, com as aquisições a terem preços que variam entre os 0.99 e os 9.99 Euros, tendo a possibilidade de, com os mapas guardados, se proceder a uma navegação "off line", essencial em zonas remotas onde a transmissão de dados pode ser impossível.

A aplicação "Cartas Militares" não inclui todas as opções de alguns dos seus rivais, caso do CompeGPS, mas tem uma facilidade de utilização muito superior, sendo de aprendizagem fácil e contando com a actualização dos mapas, feita a partir do repositório do CIGeoE, resultando numa navegação segura e rápida, sem complexidades para o utilizador.

quarta-feira, setembro 27, 2017

Cartas topográficas militares em aplicação - 1ª parte

A aplicação "Cartas Militares" da InfoPortugal SA permite a dispositivos móveis Android ou iOS recorrer às cartas topográficas militares de todo o território nacional, nas escalas mais populares do Centro de Informação Geoespacial do Exército (CIGeoE) para efeitos de navegação.

Esta será uma opção face a outros programas, como o OziExplorer ou similares, que utilizam o mesmo tipo de cartografia, uma vez calibrada, mas cujo processo de adição de mapas é manual e obriga a conhecimentos técnicos por parte do utilizador, pelo que, mesmo com maiores potencialidades, existem dificuldades cuja resolução não estão ao alcance de todos.

Ao automatizar os procedimentos e compatibilizar os formatos com plataformas populares, como o Google Maps, esta aplicação vem resolver um conjunto de problemas inerentes a um menor "know how" ou à necessidade de utilização imediata de recursos sem que exista a necessidade de adquirir conhecimentos e experiência, única forma de obter resultados positivos em situações de maior complexidade.

Utilizando as cartas de várias escalas, incluindo a 1/500.000, 1/250.000, 1/50.000 e 1/25.000, a mais utilizada pelos praticantes do todo o terreno, a aplicação permite acompanhar em permanência o território nacional, estando presentes os diversos elementos do terreno, que incluem o relevo, hidrografia, vegetação, redes viárias, edificações e marcos de referência.

terça-feira, agosto 01, 2017

Disponível o CompeGPS 8.22

Está disponível para descarga o CompeGPS 8.22, um programa particularmente popular na área da orientação, que permite recorrer aos mapas militares existentes, o que lhe confere uma grande flexibilidade e a possibilidade de operar mesmo quando não está disponível uma ligação à Internet.

Este programa, para além de permitir uma visualização tridimensional e navegação sobre o mapa, numa perspectiva aérea, tem um conjunto de funcionalidades, como elaboração e seguimento de trajectos, análise de distâncias percorridas e a percorrer, variações de elevação, estando disponíveis numerosas parametrizações que dão origem a outras tantas possibilidades de análise.

A possibilidade de partilhar dados com outras plataformas e de sincronizar os vários dispositivos, a compatibilidade com numerosos formatos de mapas, a edição com recursos a múltiplas ferramentas, facilita em muito o planeamento e mesmo a antevisão do trajecto a percorrer, permitindo ainda elaborar "road books" ou geo-referenciar fotos.

É possível testar este programa gratuitamente durante 30 dias, após o que deverá ser licenciado, procedendo à compra de uma licença, ou actualização de uma existente, que é válida para até 3 dispositivos diferentes, sendo compatível com plataformas Windows e MacOS, podendo ainda descarregar os dados para diversos modelos de GPS, autonomizando-os.

quarta-feira, junho 07, 2017

Grelha de leitura de mapas

Já disponibilizamos no passado grelhas de leitura de mapas, destinadas a serem impressas em papel branco e, seguidamente, fotocopiadas em acetato transparente, mas com a evolução tecnológica, a possibilidade de impressão directa, uma vez determinada a dimensão adequada, torna-se a opção mais adequada.

Assim, é absolutamente essencial que o ficheiro para impressão tenha um fundo transparente, o que implica um formato gif ou png, tendo esta última sido a nossa opção para a grelha que hoje disponibilizamos e que, tal como em casos anteriores, necessita de ser redimensionada de modo a que a escala 1/10.000 fique com exactamente 10 centímetros após impressa.

Em teoria, uma impressão a 100% resultaria na dimensão correcta, sendo de configurar a impressora no sentido de não haver redimensionamentos ou compressões e efectuando um teste em papel comum antes de imprimir sobre acetato, sendo necessário utilizar uma folha A3, tal a dimensão desta grelha.

Caso se destine a uma utilização mais intensiva, sugerimos que, após cortada pelas linhas delimitadoras exteriores, se plastifique a grelha ou, caso tal seja considerado dispensável, se recorra a plástico autocolante transparente aplicado sobre a superfície impressa, como forma de proteger a impressão, evitando que esta se danifique com o uso.

segunda-feira, junho 05, 2017

Medidor de distâncias para mapas

Os medidores de distância para mapas revelam-se particularmente úteis para todos quantos ainda recorram a este método de orientação tradicional, permitindo avaliar a extensão de um percurso, independentemente das curvas, de forma imediata, sem que seja necessário proceder a cálculos ou estimativas, do que tendem a resultar erros.

A maioria dos medidores opera de forma muito simples, bastando seguir o itinerário a percorrer fazendo rodar a pequena roda que possuem na sua extremidade inferior, o que aciona um ponteiro rotativo que vai assinalando a distância percorrida, traduzida nas escalas mais comuns utilizadas em cartas militares.

Existem diversos modelos, mas um dos mais comuns tem apenas 9.5 x 4.5x 1 centímetros, é construído em liga metálica e plástico e possui um simples botão que coloca o contador a zero e pode ser adquirido por um valor que começa nos 3 Euros, incluindo portes.

Para quem preferir um sistema digital e não mecânico, que oferece uma maior precisão e facilidades de configuração, mas também um preço mais elevado, que começa acima da dezena de Euros, estão igualmente disponíveis várias opções, com os diversos modelos a complementar de forma adequada as cartas militares, grelhas de leitura e bússola.

quinta-feira, junho 01, 2017

Declinação magnética

A orientação correcta de um mapa implica orientá-lo correctamente, para o que é necessário ter noção do que é a declinação magnética e do seu valor para um dado local, sabendo que esta se considera positiva quando o Norte magnético se encontra do lado direito do Norte geográfico e negativa no caso contrário.

Em Lisboa, a declinação magnética é, actualmente, 2.43º negativos, devendo ser verificada periodicamente por mudar perto de um grau a cada três anos, num movimento pendular, que oscila para um e para outro lado do Norte geográfico, de modo a evitar erros que, podendo ser pequenos em termos angulares, quanto projectados a uma distância razoável, podem resultar problemáticos.

Em muitas bússolas basta rodar a coroa exterior, no caso de Lisboa para a esquerda, obtendo assim o desfazamento entre os dois Nortes, posicionando a agulha no sentido do Norte magnético e recorrendo ao Norte cartográfico para orientar correctamente o mapa.

Existem diversos processos para determinar o Norte magnético, sendo comum que nas cartas militares este venha registado, podendo-se proceder ao cálculo com base no desvio anual, nos anos passado desde a elaboração do mapa e da declinação máxima, após o que o sentido é revertido, ou recorrendo a um "site", como o "Magnetic declination", onde a informação se encontra disponível para muitas localidades.

segunda-feira, abril 24, 2017

Partilha de posição e hora de chegada no Google Maps

O Google Maps permite partilhar o posicionamento em tempo real com um grupo selecionado de contactos, bem como, durante trajectos planeados recorrendo a esta plataforma, estimar a hora de chegada ao destino, facilitando assim a coordenação entre diversos utilizadores.

É necessário adicionar os contactos da lista de endereços do dispositivo ao Google, após o que se seleciona a opção de partilhar a localização, existente no Google Maps, e selecionam os contactos com os quais esta será partilhada, terminando confirmando em "Partilhar" ou "Share", de acordo com a lingua utilizada.

Partilhar a hora de chegada também implica alguns passos, começando por escolher o local de chegada, após o que se seleciona "Mais" ou "More" e a opção de partilhar a viagem em curso com um ou um conjunto de contactos, confirmando tocando em "Partilhar" ou "Share".

Naturalmente, estas opções podem ser desactivadas, recorrendo aos mesmos passos e removendo as selecções efectuadas, aconselhando-se a fazê-lo com a brevidade possível, sob pena de ficar esquecida e se manter indefenidamente uma partilha que tem sempre implicações a nível de privacidade.

quarta-feira, agosto 03, 2016

Were WeGo sucede ao Here Maps da Nokia

O Here Maps foi, ao longo dos anos, um excelente sistema de mapas digitais, mas a venda da Nokia implicou, igualmente, a sua venda, ressurgindo agora sob o nome de Were WeGo e com aplicações para "Android" e iOS, podendo ainda ser acedido através de um simples navegador a partir de wego.here.com.

Para além da mudança do nome, a nova plataforma é mais intuitiva e fácil de usar e o objectivo é, primariamente, a de ajudar o utilizador a deslocar-se entre diversos pontos, sem o sobrecarregar com informações inúteis, de modo a que a aplicação seja rápida e eficaz no seu objectivo primário.

Estão disponíveis informações sobre o tráfego, tempo médio de viagem, locais de estacionamento, o recurso a táxis ou a altimetria, essencial para os ciclistas planearem o trajecto mais plano, que surgem de forma fluída, com ícones claros e identificadores do fim a que se destinam.

Não estando completamente concluída, sendo previstas novas funcionalidades para breve, o Were WeGo é, desde já, uma plataforma interessante e que vale a pena explorar, com indicações de trânsito e tráfego, incluindo transportes públicos, e diversas formas de visualização, que pode ser selecionada de acordo com o fim a que se destina.

sexta-feira, maio 13, 2016

"Maptrek" sucede a "Androzic" - 3ª parte

Destinando-se a ter capacidades "offline" e a complementar ou substituir outros programas, é possivel importar os formatos GPX e KML, bem como gravar percursos operando em "background", ou seja, sem interferir com outras aplicações que façam uso do écran do dispositivo.

Portanto, nesta fase, o "MapTrek" não é para qualquer um, exigindo um conjunto de conhecimentos de base para o por em funcionamento, para além de um ainda raro dispositivo com o "Android" 6.0, mas este é o início de um projecto que, pelos antecedentes do seu autor, cremos ser promissor e vir a resultar num dos melhores programas de navegação no âmbito dos dispositivos móveis.

Relativamente ao agora extinto "Androzic", queremos apenas alertar para a necessidade de salvaguardar dados pessoais ou de navegação, caso existentes, antes de desinstalar o programa, situação em que são perdidos, estando, actualmente, assegurado que não surgirão novas versões ou actualizações para o que foi um dos programas de orientação mais populares para dispositivos móveis.

Enquanto se espera por uma versão "beta", mais próxima da final, e pelo alargamento do número de funcionalidades suportada e correcção de alguns erros, sugerimos, a quem possua um equipamento adequado, que comece a testar o novo "MapTrek", na perspectiva de que este pode vir, no futuro, a ser uma das escolhas favoritas por parte de quem recorre a este tipo de programa de orientação.

quarta-feira, maio 11, 2016

"Maptrek" sucede a "Androzic" - 2ª parte

Nesta fase inicial, os testes destinam-se à Austrália, Chipre, Alemanha, Polónia e Rússia, e o "Maptrack" suporta apenas o novo "Android" 6.0, mas interessados noutros países podem descarregar a aplicação, que, ao abrigo de uma licença GNU 3.0, pode ser alterada, modificando o código base, o que, naturalmente, implica conhecimentos de programação.

Para a implementação corresponder ao projecto do autor, são necessários novos mapas, um trabalho particularmente moroso e dispendioso, pelo que o "MapTrek" recorre, actualmente, aos mapas vectoriais do "MapsForge", que podem ser descarregados do respectivo "site", tendo como alternativa os mapas mais detalhados do "OpenAndroMap".

Até ser implementada a funcionalidade de descarregar mapas através da aplicação, os mapas a utilizar têm que ser descarregados manualmente pelo utilizador, eventualmente via computador pessoal, e, recorrendo a um programa adequado, colocá-los no armazenamento interno do dispositivo, na pasta Internal Storage/Android/data/mobi.maptrek/files/maps.

Também são suportados mapas tipo "raster", criados através do "SAS.Planet", o que permite usar como fonte virtualmente qualquer mapa, tal como o formato RMaps, para exportação, enquanto o MBTiles será suportado num futuro próximo.

segunda-feira, maio 09, 2016

"Maptrek" sucede a "Androzic" - 1ª parte

Anos atrás, a navegação em "Android", exceptuando o recurso ao sistema de mapas do Google, tinha uma oferta limitada, com o OziExplorer a ter a primazia, mas a rápida expansão desta plataforma aberta favoreceu o aparecimento de cada vez mais soluções no âmbito da orientação e da cartografia digital.

O "Androzic", concebido por Andrey Novikov, foi uma das primeiras alternativas ao OziExplorer para plataformas móveis, tendo recentemente sido descontinuado, enquanto o seu criador apresenta uma nova solução, denominada "Maptrek", ainda em fase de desenvolvimento, com versões "alpha", o que corresponde a um estágio ainda inicial, disponíveis para descarga.

O projecto, que corresponde ao que o autor considera serem as suas necessidades, deu-se início em 26 de Agosto de 2015 e o novo produto tem como objectivos ser rápido, leve, possuir um "interface" intuitivo, implementar soluções de interacção modernas e suportar mapas vectoriais do tipo OSM e estará disponível numa versão gratuita e noutra paga, que possui um conjunto de funcionalidades alargada.

Após oito meses de desenvolvimento, embora o protótipo necessite de aperfeiçoamentos, está pronto para ser partilhado e testado pelo público, com as funções essenciais, como a gestão de itinerários, o sistema de orientação, a descarga de mapas e a importação de dados externos ou o suporte para "tablets" já funcionais, o que permite o seu uso, mesmo que com algumas limitações.

sexta-feira, abril 22, 2016

Relembrar a orientação pelo relógio - 2ª parte

É de notar que o meio dia indicado pelo relógio não corresponde exactamente ao que é designado por "hora solar", o momento do dia em que o Sol atinge o seu apogeu e durante a qual a sombra é mais curta, com este desfasamento a variar conforme o local exacto e a época do ano, podendo ultrapassar uma hora de diferença, e que as indicações dadas são para o Hemisfério Norte, com a direcção a ser invertida no Hemisfério Sul, dado que o Sol se posiciona sobre a linha do Equador.

Como forma de praticar, e de aferir os resultados obtidos, devem-se confrontar os pontos cardeais obtidos recorrendo ao relógio com a leitura de uma bússola, magnética ou electrónica, como a que se pode obter instalando "software" adequado num vulgar "smartphone", fazendo a experiência em horas diferentes do dia.

Naturalmente, irá surgir um desfasamento, assinalado na foto, que decorre essencialmente da não coincidência da hora oficial com a hora solar e da declinação magnética, o que permitirá, caso este método de orientação pelo Sol seja utilizado, introduzir um factor de correcção, essencial quando a direcção obtida servir de base a uma deslocação mais longa, situação na qual um pequeno erro tem um efeito substancial.

É quase certo que a maioria dos nossos leitores nunca terão de confiar unicamente neste método para se orientar, mas, em conjunto com outras técnicas de orientação, algumas das quais relatamos anteriormente, estes são conhecimentos que podem revelar-se extremamente úteis como recurso em situações ou locais onde meios mais sofisticados não se encontrem disponíveis.

terça-feira, abril 19, 2016

Relembrar a orientação pelo relógio - 1ª parte

Não obstante as enorme popularização de novas tecnologias, que permitem encontrar formas simples de orientação, relembrar alguns métodos antigos, entre eles o uso de um relógio com mostrador analógico, como os que podem ser adquiridos através da revista Visão e que mencionamos num texto muito recente, para determinar os pontos cardeais, pode revelar-se útil e de aprendizagem simples.

Para determinar a posição do Norte, basta apontar o ponteiro das horas para o Sol, e dividir o angulo com as 12 horas ao meio, obtendo assim a respectiva bissetriz, que corresponde à linha Norte-Sul, lembrando sempre que a luz solar provém do lado do Sul.

Com base nesta linha, tendo determinado o Norte e o Sul, é simples determinar a posição do Leste, do lado direito de quem está virado para o Norte, e do Oeste, do lado esquerdo, podendo-se usar, como forma de facilitar a localização dos pontos cardeais, as 12, 03, 06 e 09 horas.

Como exemplo, vamos assumir que o ponteiro das horas está nas 4 horas, sendo que, neste caso, a meio do angulo definido por este e o meio dia, ficam as 2 horas, onde se encontrará o Norte, enquanto o Sul estará do lado oposto, pelas 8 horas, enquanto o Este está nas 5 horas e o Oeste nas 11.

quinta-feira, setembro 10, 2015

Navegação "off line" com o Google Earth Pro

Quando o Google disponibilizou a versão profissional do Google Earth, permitiu a inúmeros utilizadores aceder a diversas funcionalidades relevantes, entre as quais se destaca o suporte para GPS, do que resulta a possibilidade de dispor de um programa de navegação gratuito.

O Google Earth permite navegação passo a passo, pelo que a adição do GPS, que fornece informação posicional precisa, posicionando no mapa o equipamento, facilita grandemente a sua utilização, estando ainda disponível a possibilidade de usar mapas em modo "off line", sem que a ligação com a Internet esteja activa.

O Google Earth sempre permitiu ter mapas gravados localmente, armazenados em "cache" local, bastando visitar a zona pretendida, na resolução e ampliação pretendida, e esperar que o indicador de transferência pare, mas na versão Pro o anterior limite de 2 Gb deixa de existir, permitindo armazenar áreas importantes, as quais devem ser gravadas quando a conexão com a Internet está activa, altura em que é igualmente possível guardar o itinerário a percorrer.

Para situações mais extremas, pode mesmo ser efectuado um teste, desconectando o equipamento da Internet e verificando a presença e consistência dos dados gravados localmente, após o que o sistema pode ser utilizado na prática, constituindo um auxiliar de navegação prático e gratuito, embora com algumas pequenas limitações normalmente associadas a este tipo de solução e disponíveis sobretudo para plataformas móveis.