Já se encontra nos locais de venda habituais o nº 40 da revista "Land Portugal", com o destaque a ir para o controverso problema das homologações, que tem sido discutido, sem nunca se obter um esclarecimento cabal, algo que também não se encontra neste artigo que, para além de um apelo ao bom senso, que sendo absolutamente essencial para pacificar este tema, pouco esclarece.
Relativamente à questão das homologações, queremos salientar que em caso algum estas são possíveis, caso não estejam de acordo com a lei geral, o que significa, por exemplo, que não é possível homologar uma peça em ferro, como um para choques, por mais certificados que tenha, num veículo que, à data da respectiva homologação, era impedido pela legislação e regulamentação em vigor de possuir tal acessório, sendo o mesmo aplicável a outro tipo de equipamentos ou opcionais.
Também merece destaque a reportagem sobre o recente Encontro Ibérico, que decorreu no início deste mês de Setembro, em Gouveia, bem como a adição de uma nova secção, designada por "Roadbooks", dedicada a trajectos, detalhando os itinerários a seguir e incluindo informação capaz de os tornar mais interessantes para todos.
É sobretudo nas reportagens de eventos a nível nacional, onde se encontram presentes muitos dos que integram a comunidade Land Rover portuguesa, que se centra a principal fonte de interesse desta publicação, área onde se diferencia das publicações estrangeiras, centradas essencialmente nos seus próprios países, sendo este o motivo que pode justificar a aquisição da "Land Portugal".
sábado, outubro 01, 2016
sexta-feira, setembro 30, 2016
Troca de pneus - 1ª parte
Recentemente, trocamos dois pneus Insa Turbo Ranger, com a medida 205/80R16, no Discovery, em grande parte devido ao péssimo estado em que se encontrava um dos pneus substituidos, que já não oferecia condições de segurança dado que as lonas laterais se encontravam danificadas.
Naturalmente, a opção foi a de colocar dois pneus não apenas idênticos, mas no mesmo estado, como forma de evitar desequilíbrios resultantes de diferentes níveis de desgaste, algo que se pode verificar no estado do piso mas que, de forma invisível, afecta toda a estrutura e a consistência da borracha.
Assim, recorrer ao pneu sobressalente, de origem, um Michelin com a mesma medida, era impossível, mas tal não se deve apenas a questões de desgaste, mas também ao diâmetro, pois embora nominalmente ambos tenham a mesma medida, do que resultaria um diâmetro de 734 milímetros, o facto é que este tem perto de 72 centímetros contra os 74 do Insa, resultando não apenas numa situação ilegal, e que implicaria reprovar na Inspecção Periódica Obrigatória, mas complicações em termos de direcção e diferencial.
É de notar que um pneu reconstruído, tal como os Insa, tende a ter um diâmetro superior a um pneu construído de forma convencional, facto que pode ser agravado ou atenuado pelas diferenças que decorrem do modelo exacto de pneu e do próprio desgaste, pelo que uma diferença de um par de centímetros, que pode ser visualmente quase imperceptível, acaba por ter uma influência importante no comportamento e desgaste do veículo.
Naturalmente, a opção foi a de colocar dois pneus não apenas idênticos, mas no mesmo estado, como forma de evitar desequilíbrios resultantes de diferentes níveis de desgaste, algo que se pode verificar no estado do piso mas que, de forma invisível, afecta toda a estrutura e a consistência da borracha.
Assim, recorrer ao pneu sobressalente, de origem, um Michelin com a mesma medida, era impossível, mas tal não se deve apenas a questões de desgaste, mas também ao diâmetro, pois embora nominalmente ambos tenham a mesma medida, do que resultaria um diâmetro de 734 milímetros, o facto é que este tem perto de 72 centímetros contra os 74 do Insa, resultando não apenas numa situação ilegal, e que implicaria reprovar na Inspecção Periódica Obrigatória, mas complicações em termos de direcção e diferencial.
É de notar que um pneu reconstruído, tal como os Insa, tende a ter um diâmetro superior a um pneu construído de forma convencional, facto que pode ser agravado ou atenuado pelas diferenças que decorrem do modelo exacto de pneu e do próprio desgaste, pelo que uma diferença de um par de centímetros, que pode ser visualmente quase imperceptível, acaba por ter uma influência importante no comportamento e desgaste do veículo.
quinta-feira, setembro 29, 2016
Uma família para o Jaguar
O Jaguar é um pequeno amiguito que desde há uns anos vive num pequeno bairro, no centro de Lisboa, alimentado por alguns moradores, que com ele interagem, mas que, por diversas razões, nunca o poderam adoptar, pelo que continua a viver na rua e nos quintais e recantos onde consegue encontrar algum abrigo.
Sabemos que não é fácil encontrar uma família para o Jaguar, porque tem todas as características que tendem a dificultar uma adopção: é adulto, macho, de cor negra, não foi castrado, tem algumas zonas com menos pelo, é um gato de rua, tem uma força impressionante para o seu tamanho e nem sei sabemos se é capaz de viver numa casa.
Por outo lado, é muito simpático, afectuoso, interactivo, adora brincar, embora possa ser um pouco bruto, ronrona muito alto e adora companhia, pelo que é óbvio que não nasceu para estar sózinho e menos ainda viver na rua, enfrentando todos os perigos e mais um Inverno que se aproxima.
Não temos dúvidas de que, para quem tiver espaço e pretender um gato de guarda e de companhia, por ser um excelente caçador e territorial, o Jaguar é o candidato ideal, complementando estas características com a vontade de brincar e socializar com quem o estime e alimente, sendo manifesto que se pode integrar numa família humana, pelo que, quem o quiser integrar no seu núcleo familiar, é benvindo e esperamos que nos contacte.
Sabemos que não é fácil encontrar uma família para o Jaguar, porque tem todas as características que tendem a dificultar uma adopção: é adulto, macho, de cor negra, não foi castrado, tem algumas zonas com menos pelo, é um gato de rua, tem uma força impressionante para o seu tamanho e nem sei sabemos se é capaz de viver numa casa.
Por outo lado, é muito simpático, afectuoso, interactivo, adora brincar, embora possa ser um pouco bruto, ronrona muito alto e adora companhia, pelo que é óbvio que não nasceu para estar sózinho e menos ainda viver na rua, enfrentando todos os perigos e mais um Inverno que se aproxima.
Não temos dúvidas de que, para quem tiver espaço e pretender um gato de guarda e de companhia, por ser um excelente caçador e territorial, o Jaguar é o candidato ideal, complementando estas características com a vontade de brincar e socializar com quem o estime e alimente, sendo manifesto que se pode integrar numa família humana, pelo que, quem o quiser integrar no seu núcleo familiar, é benvindo e esperamos que nos contacte.
quarta-feira, setembro 28, 2016
Expandir uma pequena rede - 1ª parte
Não obstante as comunicações em fios serem cada vez mais rápidas e eficientes, nem sempre se revelam as mais adequadas, seja por razões de segurança, seja por questões ambientais, nomeadamente quando interferências ou obstáculos diminuam o débito de transmissão de dados, situação em que é necessário estudar uma opção.
Não sendo possível recorrer a uma comunicação sem fios, ou "wifi", a opção habitual é a de recorrer a cablagem, fazendo passar um cabo apropriado, tipicamente de categoria 6 e terminado com fichas RJ-45, que será ligado, directamente, a um equipamento de rede, na maior parte dos caso o "router" fornecido pelo operador ou prestador de serviço.
Na outra extremidade pode ser colocado apenas um repetidor, que dará origem a um novo ponto de acesso de rede sem fios, ou um "hotspot", que permite a conexão de um conjunto de equipamentos compatíveis, ou um pequeno "hub" ou "switch", capaz de suportar ligações por cabo a um núcleo de dispositivos.
Por uma questão de facilidade, usaremos o termo "hub", embora a maioria dos equipamentos recentes possua as funcionalidades de um "switch", que, muito resumidamente, corresponde a, internamente, gerir a comunicação estabelecendo conexões directas entre equipamentos, de acordo com as necessidades, estabelecendo prioridades, de modo a tornar mais eficiente a comunicação.
Não sendo possível recorrer a uma comunicação sem fios, ou "wifi", a opção habitual é a de recorrer a cablagem, fazendo passar um cabo apropriado, tipicamente de categoria 6 e terminado com fichas RJ-45, que será ligado, directamente, a um equipamento de rede, na maior parte dos caso o "router" fornecido pelo operador ou prestador de serviço.
Na outra extremidade pode ser colocado apenas um repetidor, que dará origem a um novo ponto de acesso de rede sem fios, ou um "hotspot", que permite a conexão de um conjunto de equipamentos compatíveis, ou um pequeno "hub" ou "switch", capaz de suportar ligações por cabo a um núcleo de dispositivos.
Por uma questão de facilidade, usaremos o termo "hub", embora a maioria dos equipamentos recentes possua as funcionalidades de um "switch", que, muito resumidamente, corresponde a, internamente, gerir a comunicação estabelecendo conexões directas entre equipamentos, de acordo com as necessidades, estabelecendo prioridades, de modo a tornar mais eficiente a comunicação.
terça-feira, setembro 27, 2016
Canon apresenta Wi-Fi Adapter W-E1
A Canon apresentou o seu Wi-Fi Adapter W-E1, um adaptador em formato de cartão SD destinado às suas câmaras DSLR Canon EOS 7D Mark II, EOS 5DS1 e EOS 5DS R1, oferecendo um conjunto de funcionalidades novas que permitem ser utilizadas a partir de plataformas "Android" e iOS.
Para além de permitir transferir fotos via "wireless" para dispositivos móveis ou computadores, este adaptador, que tem um alcance de operação de 10 metros, permite efectuar disparo remoto, visualizar o conteúdo do "Live View" remotamente, ou usar o "software" instalado no dispositivo móvel para aceder a funções internas da câmara.
O novo adaptador é compatível com a "Canon Camera Connect", instalada em dispositivos móveis, e com o "EOS Utility", usado em computadores Windows ou Mac, pelo que quem usa este programas tem noção das numerosas possibilidades de controle remoto da câmara, que incluem praticamente todas aquelas que dispensam um contacto físico, como a reorientação do equipamento.
A partir do final do mês de Outubro, o Wi-Fi Adapter W-E1 estará incluído na caixa da Canon EOS 7D Mark II, sendo a memória fornecida por um cartão CF a ser instalado no "slot" que a câmara inclui, o que implica que cartões SD deixam de ter espaço no interior da máquina quando esta opção seja instalada.
Para além de permitir transferir fotos via "wireless" para dispositivos móveis ou computadores, este adaptador, que tem um alcance de operação de 10 metros, permite efectuar disparo remoto, visualizar o conteúdo do "Live View" remotamente, ou usar o "software" instalado no dispositivo móvel para aceder a funções internas da câmara.
O novo adaptador é compatível com a "Canon Camera Connect", instalada em dispositivos móveis, e com o "EOS Utility", usado em computadores Windows ou Mac, pelo que quem usa este programas tem noção das numerosas possibilidades de controle remoto da câmara, que incluem praticamente todas aquelas que dispensam um contacto físico, como a reorientação do equipamento.
A partir do final do mês de Outubro, o Wi-Fi Adapter W-E1 estará incluído na caixa da Canon EOS 7D Mark II, sendo a memória fornecida por um cartão CF a ser instalado no "slot" que a câmara inclui, o que implica que cartões SD deixam de ter espaço no interior da máquina quando esta opção seja instalada.
segunda-feira, setembro 26, 2016
Algumas alternativas para veículos no centro de Lisboa - 1ª parte
Todos temos um conjunto de fornecedores ou prestadores de serviços favoritos, que ganharam esse estatuto ao longo de anos de experiências positivas, mas factores como a proximidade ou disponibilidade momentânea podem levar a complementá-los com novas alternativas, sendo nosso objectivo ir apreciando os resultados.
Sabendo que para pequenas intervenções a distância e o tempo dispendido podem revelar-se particularmente relevantes, constituindo-se como uma percentagem importante do custo total, recorrer a quem se encontra perto poderá fazer todo o sentido uma vez ponderados todos os factores entre os quais, naturalmente, o da confiança será sempre decisivo.
Conforme a resposta, de forma muito similar ao que em tempos idos fez a Deco-Proteste, iremos colocar uma bola branca, caso a experiência seja positiva, e uma negra, caso seja negativa, junto de cada empresa que aqui referirmos, sendo, naturalmente, uma opinião pessoal que resulta do contacto que efectuamos e da resposta da empresa em causa.
Aliás, sugerimos aos nossos leitores que adicionem as suas próprias experiências, por considerarmos que a partilha é absolutamente essencial como forma de expor as práticas das várias empresas, sejam elas positivas ou negativas, dando uma maior transparência a um mercado onde, aos olhos de muitos, reina a suspeição.
Sabendo que para pequenas intervenções a distância e o tempo dispendido podem revelar-se particularmente relevantes, constituindo-se como uma percentagem importante do custo total, recorrer a quem se encontra perto poderá fazer todo o sentido uma vez ponderados todos os factores entre os quais, naturalmente, o da confiança será sempre decisivo.
Conforme a resposta, de forma muito similar ao que em tempos idos fez a Deco-Proteste, iremos colocar uma bola branca, caso a experiência seja positiva, e uma negra, caso seja negativa, junto de cada empresa que aqui referirmos, sendo, naturalmente, uma opinião pessoal que resulta do contacto que efectuamos e da resposta da empresa em causa.
Aliás, sugerimos aos nossos leitores que adicionem as suas próprias experiências, por considerarmos que a partilha é absolutamente essencial como forma de expor as práticas das várias empresas, sejam elas positivas ou negativas, dando uma maior transparência a um mercado onde, aos olhos de muitos, reina a suspeição.
domingo, setembro 25, 2016
Funíl para abastecimento de combustível
Um funil com o formato adequado pode revelar-se essencial para colocar combustível, sobretudo gasolina, num veículo motorizado, sempre que esta operação se realize a partir de um reservatório sem um adaptador adequado.
Por pouco mais de um Euro, incluindo portes, é possível adquirir um funíl desmontável, com uma pequena rede, destinada a filtrar impurezas, com uma pega, construído em plástico e compatível com combustíveis e mesmo com água, com um formato que evita salpicos, tendo perto de 36 centímetros de comprimento.
Quem tem "jerry cans" dentro do veículo, quase certamente terá o respectivo adaptador, tal como quem adquire um reservatório num posto de abastecimento de combustíveis, mas vasilhames mais improvisados, que sabemos serem utilizados, mesmo contrariando a legislação em vigor, não incluem este tipo de acessório.
Para que tem no carro um reservatório sem o adaptador apropriado, esta é uma solução simples e de muito baixo custo, que se justifica ter, sabendo que ocupa muito pouco espaço e que, em caso de necessidade, pode revelar-se decisivo num abastecimento em circunstâncias mais difíceis.
Por pouco mais de um Euro, incluindo portes, é possível adquirir um funíl desmontável, com uma pequena rede, destinada a filtrar impurezas, com uma pega, construído em plástico e compatível com combustíveis e mesmo com água, com um formato que evita salpicos, tendo perto de 36 centímetros de comprimento.
Quem tem "jerry cans" dentro do veículo, quase certamente terá o respectivo adaptador, tal como quem adquire um reservatório num posto de abastecimento de combustíveis, mas vasilhames mais improvisados, que sabemos serem utilizados, mesmo contrariando a legislação em vigor, não incluem este tipo de acessório.
Para que tem no carro um reservatório sem o adaptador apropriado, esta é uma solução simples e de muito baixo custo, que se justifica ter, sabendo que ocupa muito pouco espaço e que, em caso de necessidade, pode revelar-se decisivo num abastecimento em circunstâncias mais difíceis.
sábado, setembro 24, 2016
Lisboa, cidade fechada - 11ª parte
Como fase final de um conjunto de obras mal executadas, que não só não respeitam as boas práticas, como violam normas de segurança, surgem sinais e marcações de trânsito mal implementados, que aqui exemplificamos recorrendo a uma foto obtida na avenida Magalhães Lima no início de Setembro, com uma seta a indicar virar à esquerda, dando entrada numa via com dois sentidos e separador central a tracejado.
Obviamente, a interpretação natural pode ser a de que se está a entrar numa via de sentido único e, portanto, será escolhida a faixa mais próxima, a da esquerda, onde o trânsito vem em sentido contrário, como indica a seta no pavimento, sendo previsível que ocorram colisões frontais que, mesmo sendo uma zona de velocidade reduzida, tendem a ter alguma gravidade.
É manifesto que, perto de um ano após o início das obras e quando se aproxima o início de um novo ano lectivo, volta a haver algumas movimentações, que contrastam com o arrastar dos últimos meses, onde o abandono de algumas frentes, manifestamente incompletas, tem sido comum, admitindo-se que tal resulte da prioridade dada a obras mais visíveis, como no eixo central ou na 2ª Circular.
Entretanto, como forma simples e rápida, mesmo que ineficiente, desconfortável e esteticamente inadequada neste tipo de envolvimento urbano, surgem autênticas florestas de pilaretes que alternam com inúmeros postes destinados aos sinais de trânsito e aos omnipresentes avisos de parqueamento pago, do que resulta a perda de funcionalidade dos largos passeios, que, para além de inúteis, reduzem drasticamente os lugares de estacionamento, condenando os moradores a estacionar em cima dos passeios onde, efectivamente, ninguém passa.
Obviamente, a interpretação natural pode ser a de que se está a entrar numa via de sentido único e, portanto, será escolhida a faixa mais próxima, a da esquerda, onde o trânsito vem em sentido contrário, como indica a seta no pavimento, sendo previsível que ocorram colisões frontais que, mesmo sendo uma zona de velocidade reduzida, tendem a ter alguma gravidade.
É manifesto que, perto de um ano após o início das obras e quando se aproxima o início de um novo ano lectivo, volta a haver algumas movimentações, que contrastam com o arrastar dos últimos meses, onde o abandono de algumas frentes, manifestamente incompletas, tem sido comum, admitindo-se que tal resulte da prioridade dada a obras mais visíveis, como no eixo central ou na 2ª Circular.
Entretanto, como forma simples e rápida, mesmo que ineficiente, desconfortável e esteticamente inadequada neste tipo de envolvimento urbano, surgem autênticas florestas de pilaretes que alternam com inúmeros postes destinados aos sinais de trânsito e aos omnipresentes avisos de parqueamento pago, do que resulta a perda de funcionalidade dos largos passeios, que, para além de inúteis, reduzem drasticamente os lugares de estacionamento, condenando os moradores a estacionar em cima dos passeios onde, efectivamente, ninguém passa.
sexta-feira, setembro 23, 2016
Catálogo da Military 1st disponível "on line"
A Military 1st é uma empresa baseada em Inglaterra que se dedica à comercialização de artigos e equipamentos militares, que tanto podem ser utilizados para o seu objectivo original, como para aventuras, campismo e outras actividades ao ar livre, entre estas diversos desportos.
Ao longo de 92 páginas ilustradas, onde constam as imagens, referências, descrições e preços dos diversos artigos que podem ser adquiridos na loja virtual desta empresa, pode-se descobrir um numeroso conjunto de items que serão do maior interesse para muitos adeptos de actividades ou desportos mais radicais, mas também de que aprecie a Natureza e necessite de um equipamento adequado.
O vestuário é de excelente qualidade, podendo atingir preços elevados, mas começando por valores acessíveis, o mesmo acontecendo com o calçado e a maioria dos acessórios, como óculos, mochilas ou gorros, com uma secção interessante de artigos para campismo, que incluem tendas, sacos de dormir ou isolamentos, disponibilizando ainda diversos equipamentos ópticos e de iluminação, numa linha bastante completa.
O catálogo pode ser consultado "on line" ou descarregado em formato PDF, sendo lido recorrendo a um dos inúmeros programas, a maioria gratuitos, disponíveis para o efeito, sendo esta opção a que aconselhamos dado que, após uma única transferência, fica disponível localmente, o que permite um acesso e consulta mais rápidos e fáceis, embora se perca alguma interactividade, dado que se perde acesso aos vídeos com ligações à versão "on line".
Ao longo de 92 páginas ilustradas, onde constam as imagens, referências, descrições e preços dos diversos artigos que podem ser adquiridos na loja virtual desta empresa, pode-se descobrir um numeroso conjunto de items que serão do maior interesse para muitos adeptos de actividades ou desportos mais radicais, mas também de que aprecie a Natureza e necessite de um equipamento adequado.
O vestuário é de excelente qualidade, podendo atingir preços elevados, mas começando por valores acessíveis, o mesmo acontecendo com o calçado e a maioria dos acessórios, como óculos, mochilas ou gorros, com uma secção interessante de artigos para campismo, que incluem tendas, sacos de dormir ou isolamentos, disponibilizando ainda diversos equipamentos ópticos e de iluminação, numa linha bastante completa.
O catálogo pode ser consultado "on line" ou descarregado em formato PDF, sendo lido recorrendo a um dos inúmeros programas, a maioria gratuitos, disponíveis para o efeito, sendo esta opção a que aconselhamos dado que, após uma única transferência, fica disponível localmente, o que permite um acesso e consulta mais rápidos e fáceis, embora se perca alguma interactividade, dado que se perde acesso aos vídeos com ligações à versão "on line".
quinta-feira, setembro 22, 2016
Setembro quente na ANPC - 5ª parte
Estranhamente, não assistimos a uma reacção forte por parte daqueles que são mais directamente afectados, desde as corporações de bombeiros aos próprios responsáveis pelo dispositivo de socorro, nem por parte de quem representa quem será mais directamente atingido, concretamente os responsáveis autárquicos, como interlocutores das populações que ficarão em maior risco caso esta medida se efective.
Infelizmente, recordamos algumas expressões menos favoráveis face ao voluntariado, sem dúvida por parte de quem não o entende em toda a sua extensão e nobreza, admitindo que possa ter como base a ideia de, ao reduzir o número de horas de voluntariado, se criarão postos de trabalho, sendo certo que a condição financeira do País não o permite, com a agravante de distanciar populações locais de quem presta socorro.
Seria normal que, conjugado com a extensa área ardida, todo um conjunto de decisões manifestamente erradas, reforçadas com atitudes no mínimo discutíveis por parte da titular da Administração Interna, que ignorava que o período crítico de fogos não é o adequado para férias, por muito merecidas que sejam, resultassem numa maior contestação política, pondo em causa o desempenho da tutela.
Ao invés, uma manifesta tolerância face a sucessivos erros, talvez como resultado do deplorável estado da economia ou da anestesiante vitória no campeonato Europeu de futebol, leva a crer que pouco ou nada se fará, para além de um anunciado Conselho de Ministros temático, que decorrerá, provavelmente, em Outubro, e que, seguindo a tradição, nomeará uma comissão para corrigir alguns dos problemas existentes e submiterá um relatório que, na altura da sua conclusão, já pouco adiantará para o ano de 2017.
Infelizmente, recordamos algumas expressões menos favoráveis face ao voluntariado, sem dúvida por parte de quem não o entende em toda a sua extensão e nobreza, admitindo que possa ter como base a ideia de, ao reduzir o número de horas de voluntariado, se criarão postos de trabalho, sendo certo que a condição financeira do País não o permite, com a agravante de distanciar populações locais de quem presta socorro.
Seria normal que, conjugado com a extensa área ardida, todo um conjunto de decisões manifestamente erradas, reforçadas com atitudes no mínimo discutíveis por parte da titular da Administração Interna, que ignorava que o período crítico de fogos não é o adequado para férias, por muito merecidas que sejam, resultassem numa maior contestação política, pondo em causa o desempenho da tutela.
Ao invés, uma manifesta tolerância face a sucessivos erros, talvez como resultado do deplorável estado da economia ou da anestesiante vitória no campeonato Europeu de futebol, leva a crer que pouco ou nada se fará, para além de um anunciado Conselho de Ministros temático, que decorrerá, provavelmente, em Outubro, e que, seguindo a tradição, nomeará uma comissão para corrigir alguns dos problemas existentes e submiterá um relatório que, na altura da sua conclusão, já pouco adiantará para o ano de 2017.
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