Acresce o facto de, em caso de acidente, as estreitas ruas ficarem bloqueadas durante todo o processo subsequente, bastando que tal aconteça num cruzamento, o que será o mais frequente, para que, dada a ausência de alternativas, toda a circulação no bairro fique impossível.
Naturalmente que esta situação é mais comum na altura em que os pais levam e recolhem os filhos dos diversos estabelecimentos de ensino sitos no bairro, deparando-se com dificuldades em estacionar, mesmo que por breves momentos, e deslocarem-se no sentido pretendido, pelo que, para evitar atrasos, a opção pela contramão parece ser comum, com sequências de vários carros a cometer a mesma infração.
À data em que escrevemos este texto, quando alguém que entra pela Praça de Londres não consegue circular até junto da residência, tendo de entrar no bairro junto do hotel Holliday Inn, e tal sucede com base diária, consumindo tempo, combustível e gerando poluição, naturalmente que a tentação para infringir é grande e muitos não resistem, gerando situações que podem ser prejudiciais e perigosas para todos, a começar pelo próprio.
Para que melhor os nossos leitores se possam aperceber do absurdo, sobre o mapa da zona descrevemos o trajecto tal como podia ser realizado antes das obras, a vermelho, e aquele que agora tem que ser percorrido, de modo a que possa aferir do absurdo da diferença em termos de extensão, podendo imaginar, a horas de maior tráfego, o tempo perdido no final de cada dia de trabalho.
sábado, outubro 08, 2016
sexta-feira, outubro 07, 2016
Expandir uma pequena rede - 3ª parte
Diz a experiência que as necessidades de diversos equipamentos varia ao longo do tempo, sendo distinta entre sí, pelo que o mais provável é que um possa necessitar de uma maior percentagem durante algum tempo, podendo ceder parte caso outro entre em concorrência, e sucessivamente, equilibrando-se entre sí, pelo que só em situações limite será de notar algum decréscimo na velocidade.
Caso numa porta esteja ligado um repetidor "wifi", a situação será semelhante, com os utilizadores deste ponto de acesso a dividirem entre sí o débito correspondente ao fluxo de dados que este recebe via cabo, e que concorre directamente com os restantes equipamentos ligados directamente ao "hub", pelo que ficarão em desvantagem, dado partilharem entre sí a mesma largura de banda que outros têm em exclusivo.
Esta forma de distribuição, em cascata, sendo funcionalmente adequada, vai penalizando sucessivamente mais quanto mais afastado do ponto inicial em termos de pontos intermédios, consoante as várias divisões da banda disponível, podendo, no limite, penalizar bastante os equipamentos ligados em pontos da estrutura onde a as divisões sucessivas mais se fazem sentir, algo que pode ser calculado, mas que necessita sempre de ser aferido.
Salvo no respeitante ao repetidor, não há necessidade de nenhum tipo de configuração lógica, bastando proceder às ligações físicas, em termos de cablagem e alimentação eléctrica para montar toda a solução, pelo que esta instalação não oferecerá nenhum tipo de dúvidas, salvo quanto à disposição dos equipamentos e à forma de passagem de cabos.
Caso numa porta esteja ligado um repetidor "wifi", a situação será semelhante, com os utilizadores deste ponto de acesso a dividirem entre sí o débito correspondente ao fluxo de dados que este recebe via cabo, e que concorre directamente com os restantes equipamentos ligados directamente ao "hub", pelo que ficarão em desvantagem, dado partilharem entre sí a mesma largura de banda que outros têm em exclusivo.
Esta forma de distribuição, em cascata, sendo funcionalmente adequada, vai penalizando sucessivamente mais quanto mais afastado do ponto inicial em termos de pontos intermédios, consoante as várias divisões da banda disponível, podendo, no limite, penalizar bastante os equipamentos ligados em pontos da estrutura onde a as divisões sucessivas mais se fazem sentir, algo que pode ser calculado, mas que necessita sempre de ser aferido.
Salvo no respeitante ao repetidor, não há necessidade de nenhum tipo de configuração lógica, bastando proceder às ligações físicas, em termos de cablagem e alimentação eléctrica para montar toda a solução, pelo que esta instalação não oferecerá nenhum tipo de dúvidas, salvo quanto à disposição dos equipamentos e à forma de passagem de cabos.
quinta-feira, outubro 06, 2016
Troca de pneus - 2ª parte
Infelizmente, temos visto quem coloque pneus idênticos em cada eixo apenas para a IPO, muitas vezes pedindo-os emprestados, e seguidamente reponha outro conjunto, com o qual circula e, caso interrogado pelas autoridades, alegue que se trata de uma situação temporária, como resultado de um furo recente.
Nestas condições, é evitada uma coima, mas o risco continua presente, sobretudo em condições de menos aderência, quando o comportamento dos diversos pneus, e o desgaste que provocam no veículo, vão aumentando assimetrias, que quase certamente irão causando danos mecânicos cada vez mais sérios.
Menos perigoso, dado que os veículos mais recentes têm sistemas de repartição de travagem mais sofisticados, muitos deles ligados a sensores, será ter pneus diferentes, ou com grande diferença de desgaste, nos eixos dianteiro e traseiro, mas confiar na electrónica para solucionar problemas físicos, mesmo que aparentemente resulte, apenas esconde uma situação perigosa e que se pode revelar imprevisível.
A opção que tomamos sai mais dispendiosa, neste caso 76.40 Euros, valor unitário de cada pneu no "Mundo dos Pneus", incluindo a montagem, equilíbrio e ecovalor, para além de impostos aplicáveis, mas é a que aconselhamos, independentemente de questões legais, face a todos os inconvenientes e perigos que outras opções inevitavelmente acarretam.
Nestas condições, é evitada uma coima, mas o risco continua presente, sobretudo em condições de menos aderência, quando o comportamento dos diversos pneus, e o desgaste que provocam no veículo, vão aumentando assimetrias, que quase certamente irão causando danos mecânicos cada vez mais sérios.
Menos perigoso, dado que os veículos mais recentes têm sistemas de repartição de travagem mais sofisticados, muitos deles ligados a sensores, será ter pneus diferentes, ou com grande diferença de desgaste, nos eixos dianteiro e traseiro, mas confiar na electrónica para solucionar problemas físicos, mesmo que aparentemente resulte, apenas esconde uma situação perigosa e que se pode revelar imprevisível.
A opção que tomamos sai mais dispendiosa, neste caso 76.40 Euros, valor unitário de cada pneu no "Mundo dos Pneus", incluindo a montagem, equilíbrio e ecovalor, para além de impostos aplicáveis, mas é a que aconselhamos, independentemente de questões legais, face a todos os inconvenientes e perigos que outras opções inevitavelmente acarretam.
quarta-feira, outubro 05, 2016
Da NOS para a Vodafone - 1ª parte
Após uma dezena de anos de contrato, a falta de qualidade do serviço e do equipamento fornecido tornou inevitável terminar com o serviço prestado pela NOS, substituindo-o pelo proposto pela Vodafone, que recentemente apresentou um novo modelo de "router", bastante mais sofisticado do que o da concorrência, e a possibilidade de 1 Gb de "download".
Desde Janeiro que o serviço de Internet prestado pela NOS apresentava problemas de qualidade, que se traduzia por interrupções do serviço e baixas velocidades, muito abaixo do contratualizado, situação agravada pelo mau desempenho do "router" a nível de "wifi", seja em termos de alcance, seja pela distribuição irregular da banda disponível, penalizando muito fortemente equipamentos ligados sem fios.
É de notar que quando existem constrangimentos de serviço e a velocidade é lenta, estando ligado por cabo um computador ao "router" da NOS, outro ligado por "wifi" basicamente fica sem acesso à Internet, o que evidencia a incapacidade deste equipamento em balancear de forma adequada a largura de banda disponível pelos vários clientes.
Em termos de alcance, mesmo a pequenas distâncias existe uma enorme degradação de sinal, como resultado da única antena interna do "router" e da utilização de uma única banda, sendo manifesto que, estando diversos computadores ligados por "wifi", o que tiver melhor sinal absorve a quase totalidade da largura de banda, pelo que os restantes ficam quase sem tráfego.
Desde Janeiro que o serviço de Internet prestado pela NOS apresentava problemas de qualidade, que se traduzia por interrupções do serviço e baixas velocidades, muito abaixo do contratualizado, situação agravada pelo mau desempenho do "router" a nível de "wifi", seja em termos de alcance, seja pela distribuição irregular da banda disponível, penalizando muito fortemente equipamentos ligados sem fios.
É de notar que quando existem constrangimentos de serviço e a velocidade é lenta, estando ligado por cabo um computador ao "router" da NOS, outro ligado por "wifi" basicamente fica sem acesso à Internet, o que evidencia a incapacidade deste equipamento em balancear de forma adequada a largura de banda disponível pelos vários clientes.
Em termos de alcance, mesmo a pequenas distâncias existe uma enorme degradação de sinal, como resultado da única antena interna do "router" e da utilização de uma única banda, sendo manifesto que, estando diversos computadores ligados por "wifi", o que tiver melhor sinal absorve a quase totalidade da largura de banda, pelo que os restantes ficam quase sem tráfego.
terça-feira, outubro 04, 2016
Expandir uma pequena rede - 2ª parte
Para que esta solução funcione, o "hub" necessita de ser ligado ao "router" por cabo cruzado, também designado por "crossover", ou implementar uma funcionalidade que inverta internamente as ligações, algo feito quase sempre de forma automática, e que permite recorrer aos habituais cabos Ethernet de forma simples e transparente.
Se num "hub" de 5 portas, que entre os modelos de pequenas dimensões e baixo preço serão os mais populares, for ligado o cabo proveniente do "router", e um repetidor com capacidade "wifi", de modo a implementar esta funcionalidade, caso não seja nativa, restam 3 portas Ethernet, que permitem ligar, via cabo, outros tantos equipamentos.
Naturalmente, este conjunto de equipamentos deve estar suficientemente próximo entre sí de modo a evitar novas passagens de cabos complexas, funcionando como se estivessem ligados directamente a uma porta do "router", mas com a limitação de a largura de banda ser dividida pelos vários equipamentos que por ela concorrem, devendo-se, portanto, avaliar quais as reais necessidade de cada.
Em termos abstractos, se a ligação do "hub" for a uma porta de 100 mbits e a ele estiverem ligados 4 dispositivos, estes dividirão entre sí os 100 mbits disponíveis, pelo que a cada um poderá corresponder, em teoria, a um quarto desse débito, embora tal acabe por ser balanceado de acordo com as necessidades de cada um.
Se num "hub" de 5 portas, que entre os modelos de pequenas dimensões e baixo preço serão os mais populares, for ligado o cabo proveniente do "router", e um repetidor com capacidade "wifi", de modo a implementar esta funcionalidade, caso não seja nativa, restam 3 portas Ethernet, que permitem ligar, via cabo, outros tantos equipamentos.
Naturalmente, este conjunto de equipamentos deve estar suficientemente próximo entre sí de modo a evitar novas passagens de cabos complexas, funcionando como se estivessem ligados directamente a uma porta do "router", mas com a limitação de a largura de banda ser dividida pelos vários equipamentos que por ela concorrem, devendo-se, portanto, avaliar quais as reais necessidade de cada.
Em termos abstractos, se a ligação do "hub" for a uma porta de 100 mbits e a ele estiverem ligados 4 dispositivos, estes dividirão entre sí os 100 mbits disponíveis, pelo que a cada um poderá corresponder, em teoria, a um quarto desse débito, embora tal acabe por ser balanceado de acordo com as necessidades de cada um.
segunda-feira, outubro 03, 2016
Restrições em zonas florestais até 15 de Outubro
A Portaria n.º 257/2016 - Diário da República n.º 188/2016, Série I de 2016-09-29 do Ministério da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural determina prorrogar até 15 de Outubro o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndios, para o ano de 2016, estabelecido pela Portaria n.º 167/2016, de 15 de Junho, por força das circunstâncias meteorológicas excecionais
Para além da manutenção de um maior conjunto de meios, algo que, aparentemente não terá sido coordenado adequadamente com o Ministério da Administração Interna, mantêm-se aplicáveis um conjunto de disposições legais, entre estas diversas restrições, algumas delas com implicações na prática do todo o terreno e em actividades ao ar livre.
Assim, as restrições, nomeadamente em termos de circulação em zonas rurais, mas também em termos de acampamentos onde se façam fogueiras, para citar dois exemplos comuns, mantêm-se, o que pode ter implicação nas actividades planeadas por muitos clubes e associações, que as calendarizam para depois do termo deste conjunto de limitações, tentando muitas vezes aproveitar o bom tempo que ainda se faz sentir no final de Setembro e início de Outubro.
Naturalmente, que para quem tinha actividades planeadas desde há muito, estas restrições podem ter um impacto importante, sobretudo aquelas que assumem maior dimensão, possuem um alcance internacional ou requerem uma logística mais complexa, mas tal é sempre um pequeno preço a pagar face aos prejuízos causados pelos fogos, que neste ano atingiram níveis muito superiores aos de anos mais recentes.
Para além da manutenção de um maior conjunto de meios, algo que, aparentemente não terá sido coordenado adequadamente com o Ministério da Administração Interna, mantêm-se aplicáveis um conjunto de disposições legais, entre estas diversas restrições, algumas delas com implicações na prática do todo o terreno e em actividades ao ar livre.
Assim, as restrições, nomeadamente em termos de circulação em zonas rurais, mas também em termos de acampamentos onde se façam fogueiras, para citar dois exemplos comuns, mantêm-se, o que pode ter implicação nas actividades planeadas por muitos clubes e associações, que as calendarizam para depois do termo deste conjunto de limitações, tentando muitas vezes aproveitar o bom tempo que ainda se faz sentir no final de Setembro e início de Outubro.
Naturalmente, que para quem tinha actividades planeadas desde há muito, estas restrições podem ter um impacto importante, sobretudo aquelas que assumem maior dimensão, possuem um alcance internacional ou requerem uma logística mais complexa, mas tal é sempre um pequeno preço a pagar face aos prejuízos causados pelos fogos, que neste ano atingiram níveis muito superiores aos de anos mais recentes.
domingo, outubro 02, 2016
Lisboa, cidade fechada - 12ª parte
Infelizmente, tal como seria previsível, do novo ordenamento do tráfego, manifestamente absurdo e que levanta dificuldades aos moradores, que para alcancarem as respectivas residências, têm que optar entre uma larga volta ao bairro ou circular em sentido contrário, os acidentes também aumentaram.
O deslocar a faixa de rodagem do centro da rua, onde era ladeada, de forma simétrica, por estacionamento e passeio, para um dos lados, onde resta o estreito passeio orginal, entre esta e as edificações, reduziu em muito o ângulo de visão e a distância a que os veículos se vêm, resultando em choques.
Com vias extremamente estreitas, sem possibilidade de desvio excepto na direcção dos passeios mais largos, caso não estejam, como habitualmente, a servir de estacionamento, os embates são inevitáveis, pelo que o risco para veículos e peões aumentou de forma substancial, numa demonstração óbvia da falta de bom senso de quem planeou de forma tão absurda a circulação.
Por outro lado, face à impossibilidade de circular de acordo com as necessidades, o número de veículos em contramão aumentou, muitas vezes acelerando para terminar mais rapidamente a ilegalidade que praticam, sendo de prever que acidentes de maior gravidade irão surgir em breve, sendo tal imputável directamente a quem ordenou desta forma o tráfego no interior do bairro.
O deslocar a faixa de rodagem do centro da rua, onde era ladeada, de forma simétrica, por estacionamento e passeio, para um dos lados, onde resta o estreito passeio orginal, entre esta e as edificações, reduziu em muito o ângulo de visão e a distância a que os veículos se vêm, resultando em choques.
Com vias extremamente estreitas, sem possibilidade de desvio excepto na direcção dos passeios mais largos, caso não estejam, como habitualmente, a servir de estacionamento, os embates são inevitáveis, pelo que o risco para veículos e peões aumentou de forma substancial, numa demonstração óbvia da falta de bom senso de quem planeou de forma tão absurda a circulação.
Por outro lado, face à impossibilidade de circular de acordo com as necessidades, o número de veículos em contramão aumentou, muitas vezes acelerando para terminar mais rapidamente a ilegalidade que praticam, sendo de prever que acidentes de maior gravidade irão surgir em breve, sendo tal imputável directamente a quem ordenou desta forma o tráfego no interior do bairro.
sábado, outubro 01, 2016
Número 40 da revista Land Portugal chegou às bancas
Já se encontra nos locais de venda habituais o nº 40 da revista "Land Portugal", com o destaque a ir para o controverso problema das homologações, que tem sido discutido, sem nunca se obter um esclarecimento cabal, algo que também não se encontra neste artigo que, para além de um apelo ao bom senso, que sendo absolutamente essencial para pacificar este tema, pouco esclarece.
Relativamente à questão das homologações, queremos salientar que em caso algum estas são possíveis, caso não estejam de acordo com a lei geral, o que significa, por exemplo, que não é possível homologar uma peça em ferro, como um para choques, por mais certificados que tenha, num veículo que, à data da respectiva homologação, era impedido pela legislação e regulamentação em vigor de possuir tal acessório, sendo o mesmo aplicável a outro tipo de equipamentos ou opcionais.
Também merece destaque a reportagem sobre o recente Encontro Ibérico, que decorreu no início deste mês de Setembro, em Gouveia, bem como a adição de uma nova secção, designada por "Roadbooks", dedicada a trajectos, detalhando os itinerários a seguir e incluindo informação capaz de os tornar mais interessantes para todos.
É sobretudo nas reportagens de eventos a nível nacional, onde se encontram presentes muitos dos que integram a comunidade Land Rover portuguesa, que se centra a principal fonte de interesse desta publicação, área onde se diferencia das publicações estrangeiras, centradas essencialmente nos seus próprios países, sendo este o motivo que pode justificar a aquisição da "Land Portugal".
Relativamente à questão das homologações, queremos salientar que em caso algum estas são possíveis, caso não estejam de acordo com a lei geral, o que significa, por exemplo, que não é possível homologar uma peça em ferro, como um para choques, por mais certificados que tenha, num veículo que, à data da respectiva homologação, era impedido pela legislação e regulamentação em vigor de possuir tal acessório, sendo o mesmo aplicável a outro tipo de equipamentos ou opcionais.
Também merece destaque a reportagem sobre o recente Encontro Ibérico, que decorreu no início deste mês de Setembro, em Gouveia, bem como a adição de uma nova secção, designada por "Roadbooks", dedicada a trajectos, detalhando os itinerários a seguir e incluindo informação capaz de os tornar mais interessantes para todos.
É sobretudo nas reportagens de eventos a nível nacional, onde se encontram presentes muitos dos que integram a comunidade Land Rover portuguesa, que se centra a principal fonte de interesse desta publicação, área onde se diferencia das publicações estrangeiras, centradas essencialmente nos seus próprios países, sendo este o motivo que pode justificar a aquisição da "Land Portugal".
sexta-feira, setembro 30, 2016
Troca de pneus - 1ª parte
Recentemente, trocamos dois pneus Insa Turbo Ranger, com a medida 205/80R16, no Discovery, em grande parte devido ao péssimo estado em que se encontrava um dos pneus substituidos, que já não oferecia condições de segurança dado que as lonas laterais se encontravam danificadas.
Naturalmente, a opção foi a de colocar dois pneus não apenas idênticos, mas no mesmo estado, como forma de evitar desequilíbrios resultantes de diferentes níveis de desgaste, algo que se pode verificar no estado do piso mas que, de forma invisível, afecta toda a estrutura e a consistência da borracha.
Assim, recorrer ao pneu sobressalente, de origem, um Michelin com a mesma medida, era impossível, mas tal não se deve apenas a questões de desgaste, mas também ao diâmetro, pois embora nominalmente ambos tenham a mesma medida, do que resultaria um diâmetro de 734 milímetros, o facto é que este tem perto de 72 centímetros contra os 74 do Insa, resultando não apenas numa situação ilegal, e que implicaria reprovar na Inspecção Periódica Obrigatória, mas complicações em termos de direcção e diferencial.
É de notar que um pneu reconstruído, tal como os Insa, tende a ter um diâmetro superior a um pneu construído de forma convencional, facto que pode ser agravado ou atenuado pelas diferenças que decorrem do modelo exacto de pneu e do próprio desgaste, pelo que uma diferença de um par de centímetros, que pode ser visualmente quase imperceptível, acaba por ter uma influência importante no comportamento e desgaste do veículo.
Naturalmente, a opção foi a de colocar dois pneus não apenas idênticos, mas no mesmo estado, como forma de evitar desequilíbrios resultantes de diferentes níveis de desgaste, algo que se pode verificar no estado do piso mas que, de forma invisível, afecta toda a estrutura e a consistência da borracha.
Assim, recorrer ao pneu sobressalente, de origem, um Michelin com a mesma medida, era impossível, mas tal não se deve apenas a questões de desgaste, mas também ao diâmetro, pois embora nominalmente ambos tenham a mesma medida, do que resultaria um diâmetro de 734 milímetros, o facto é que este tem perto de 72 centímetros contra os 74 do Insa, resultando não apenas numa situação ilegal, e que implicaria reprovar na Inspecção Periódica Obrigatória, mas complicações em termos de direcção e diferencial.
É de notar que um pneu reconstruído, tal como os Insa, tende a ter um diâmetro superior a um pneu construído de forma convencional, facto que pode ser agravado ou atenuado pelas diferenças que decorrem do modelo exacto de pneu e do próprio desgaste, pelo que uma diferença de um par de centímetros, que pode ser visualmente quase imperceptível, acaba por ter uma influência importante no comportamento e desgaste do veículo.
quinta-feira, setembro 29, 2016
Uma família para o Jaguar
O Jaguar é um pequeno amiguito que desde há uns anos vive num pequeno bairro, no centro de Lisboa, alimentado por alguns moradores, que com ele interagem, mas que, por diversas razões, nunca o poderam adoptar, pelo que continua a viver na rua e nos quintais e recantos onde consegue encontrar algum abrigo.
Sabemos que não é fácil encontrar uma família para o Jaguar, porque tem todas as características que tendem a dificultar uma adopção: é adulto, macho, de cor negra, não foi castrado, tem algumas zonas com menos pelo, é um gato de rua, tem uma força impressionante para o seu tamanho e nem sei sabemos se é capaz de viver numa casa.
Por outo lado, é muito simpático, afectuoso, interactivo, adora brincar, embora possa ser um pouco bruto, ronrona muito alto e adora companhia, pelo que é óbvio que não nasceu para estar sózinho e menos ainda viver na rua, enfrentando todos os perigos e mais um Inverno que se aproxima.
Não temos dúvidas de que, para quem tiver espaço e pretender um gato de guarda e de companhia, por ser um excelente caçador e territorial, o Jaguar é o candidato ideal, complementando estas características com a vontade de brincar e socializar com quem o estime e alimente, sendo manifesto que se pode integrar numa família humana, pelo que, quem o quiser integrar no seu núcleo familiar, é benvindo e esperamos que nos contacte.
Sabemos que não é fácil encontrar uma família para o Jaguar, porque tem todas as características que tendem a dificultar uma adopção: é adulto, macho, de cor negra, não foi castrado, tem algumas zonas com menos pelo, é um gato de rua, tem uma força impressionante para o seu tamanho e nem sei sabemos se é capaz de viver numa casa.
Por outo lado, é muito simpático, afectuoso, interactivo, adora brincar, embora possa ser um pouco bruto, ronrona muito alto e adora companhia, pelo que é óbvio que não nasceu para estar sózinho e menos ainda viver na rua, enfrentando todos os perigos e mais um Inverno que se aproxima.
Não temos dúvidas de que, para quem tiver espaço e pretender um gato de guarda e de companhia, por ser um excelente caçador e territorial, o Jaguar é o candidato ideal, complementando estas características com a vontade de brincar e socializar com quem o estime e alimente, sendo manifesto que se pode integrar numa família humana, pelo que, quem o quiser integrar no seu núcleo familiar, é benvindo e esperamos que nos contacte.
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