No respeitante a pequenas intervenções a nível de mecânica, a Auto Pleno, situada na Rua Ponta Delgada nº 33, igualmente na zona central de Lisboa, será uma alternativa a ter em conta, podendo ser contactada através do telefone e fax 213 544 302, do telemóvel 937 530 586 ou do correio electrónico geral@auto-pleno.pt ou pecas@auto-pleno.pt, dependendo do assunto específico.
Solicitamos, via mail, um orçamento para a troca da junta secundária de um Defender 90 Td5, primeiramente para o endereço geral, tendo obtido uma resposta apenas na terceira tentativa e com contas obviamente erradas, para além da inclusão de um sem número de adicionais para além do pretendido, que corresponde a uma simples operação de substituição de uma peça, elevando o total para cima das três centenas de Euros, com um décimo a caber à peça a substituir.
A demora na resposta, com a necessidade de insistir é francamente negativa, sendo agravado pelo envio de um orçamento que, podendo seguir padrões da marca, não correspondem ao serviço solicitado, indo muito para além do esperado e correspondendo a uma troca completa do óleo, filtros associados, no que se pode considerar como uma revisão do veículos, algo que não corresponde ao pedido feito, tendo falhado em prestar os esclarecimentos que então pedimos.
Assim, a "bola preta" para a Auto-Pleno é inevitável, o que não implica que não possam prestar um bom serviço aos seus clientes, mas tão somente que a experiência com esta empresa, que nem sequer responde a uma solicitação, é negativa, facto que nos sentimos no dever de partilhar com os nossos leitores.
sábado, novembro 05, 2016
sexta-feira, novembro 04, 2016
Acessórios para o Inverno - 5ª parte
Sendo temporário, a eficácia do "spray" vai diminuindo progressivamente, pelo que pode ser necessário repetir a operação passados alguns quilómetros, sobretudo se for aplicada bastante tracção nos pneus, situação que provoca um desgaste muito mais rápido da camada aplicada.
Naturalmente que a habitual manutenção periódica, incluindo as revisões prescritas pelo fabricante e a verificação dos níveis de fluídos, que pode ser feita pelo próprio com uma muito maior periodicidade, tem igualmente um impacto na segurança, devendo haver uma maior atenção quando as condições de circulação são mais exigentes, tal como, tendo em conta o maior número de horas do período noturno, se devem verificar todas as luzes.
Outros equipamentos e acessórios, seja os obrigatórios, caso do colete e triângulo de sinalização, seja os opcionais, que podem incluir desde uma lanterna a um estojo de primeiros socorros, passando por um extintor ou o macaco do carro, devem igualmente ser verificados, sobretudo aqueles que têm período de validade e, portanto, necessitam de ser substituídos ou submetidos a alguma forma de manutenção.
Estes são apenas alguns de entre muitos aspectos a ter em conta na altura em que o Inverno se aproxima, e que devem ser objecto de especial atenção por parte de quem circula em zonas onde se verifique uma maior acumulação de água e lama, sobretudo em vias não alcatroadas, ou quando as condições climáticas sejam mais rigorosas, com chuva forte e queda de neve.
Naturalmente que a habitual manutenção periódica, incluindo as revisões prescritas pelo fabricante e a verificação dos níveis de fluídos, que pode ser feita pelo próprio com uma muito maior periodicidade, tem igualmente um impacto na segurança, devendo haver uma maior atenção quando as condições de circulação são mais exigentes, tal como, tendo em conta o maior número de horas do período noturno, se devem verificar todas as luzes.
Outros equipamentos e acessórios, seja os obrigatórios, caso do colete e triângulo de sinalização, seja os opcionais, que podem incluir desde uma lanterna a um estojo de primeiros socorros, passando por um extintor ou o macaco do carro, devem igualmente ser verificados, sobretudo aqueles que têm período de validade e, portanto, necessitam de ser substituídos ou submetidos a alguma forma de manutenção.
Estes são apenas alguns de entre muitos aspectos a ter em conta na altura em que o Inverno se aproxima, e que devem ser objecto de especial atenção por parte de quem circula em zonas onde se verifique uma maior acumulação de água e lama, sobretudo em vias não alcatroadas, ou quando as condições climáticas sejam mais rigorosas, com chuva forte e queda de neve.
quinta-feira, novembro 03, 2016
10 milhões para renovar viatura do INEM - 3ª parte
Os quase 10 milhões de Euros que o Governo agora anuncia são, naturalmente bem vindos e essenciais, dependo a sua valia, como em tudo, da forma como forem investidos, seja na escolha dos meios a substituir, seja na selecção das novas viaturas e do seu equipamento, dado que este tipo de processo no Estado nem sempre prima pela transparência, nem pelo rigor da selecção.
No entanto, o mais grave, e que dificilmente será analizado e contabilizado, serão os atrasos nas missões de socorro e as consequências destes para os socorridos, que terão recebido os necessários cuidados médicos tardiamente, com tudo o que isso pode implicar na sua recuperação ou sobrevivência, para além do sofrimento inerente a estas situações.
Sabendo que muitos serviços de saúde foram encerrados no pressuposto de que a emergência médica podia, de alguma forma, reequilibrar a situação, a falta de meios do INEM surge com uma muito maior gravidade, comprometendo seriamente a segurança dos residentes nos meios rurais, mais afastados dos grandes centros urbanos, e que dependem cada vez mais de um sistema de socorro eficaz como única forma de alcançar um local onde possam receber os cuidados médicos necessários.
Ao tentar poupar em ambas as vertentes, no socorro e nos meios hospitalares, sobretudo nos centros de atendimento permanentes, dos quais muitos encerraram, é a segurança das populações que fica em risco, com o Estado a quebrar compromissos que resultam da sua própria natureza e incumbências, traindo a confiança dos seus cidadãos.
No entanto, o mais grave, e que dificilmente será analizado e contabilizado, serão os atrasos nas missões de socorro e as consequências destes para os socorridos, que terão recebido os necessários cuidados médicos tardiamente, com tudo o que isso pode implicar na sua recuperação ou sobrevivência, para além do sofrimento inerente a estas situações.
Sabendo que muitos serviços de saúde foram encerrados no pressuposto de que a emergência médica podia, de alguma forma, reequilibrar a situação, a falta de meios do INEM surge com uma muito maior gravidade, comprometendo seriamente a segurança dos residentes nos meios rurais, mais afastados dos grandes centros urbanos, e que dependem cada vez mais de um sistema de socorro eficaz como única forma de alcançar um local onde possam receber os cuidados médicos necessários.
Ao tentar poupar em ambas as vertentes, no socorro e nos meios hospitalares, sobretudo nos centros de atendimento permanentes, dos quais muitos encerraram, é a segurança das populações que fica em risco, com o Estado a quebrar compromissos que resultam da sua própria natureza e incumbências, traindo a confiança dos seus cidadãos.
quarta-feira, novembro 02, 2016
Acessórios para o Inverno - 4ª parte
Colocar correntes é obrigatório em determinadas condições, sendo um opcional muito popular em diversos países do Norte da Europa, mas entre nós, e sobretudo nos veículos com tracção integral, raramente são utilizadas, salvo quando as autoridades policiais assim o determinam, como forma de facultar o acesso a zonas nevadas, tal como sucede, periodicamente, no maçiço central da Serra da Estrela.
Estas correntes existem sob diversos formatos, que pode ser a corrente contínua, tal como normalmente é conhecida, mas também sob a forma de múltiplas abraçadeiras, que costumam ser cinco por pneu, devendo ser utilizados nas rodas motrizes, ou com o aspecto de um revestimento, como se de uma meia se tratasse.
Em tecido sintético e impermeável, estas meias envolvem completamente o pneu e aumentam substancialmente o atrito, facilitando a aderência em neve e gelo, algo que pode, igualmente, ser obtido de forma temporária através de um dos "spray" que permitem cobrir o piso de resina, sendo uma solução a ter em conta em caso de emergência, mas que não se destina a substituir outros meios mais permanentes.
A utilização destes "spray" é muito simples, bastando desenhar com ele um padrão semelhante ao de uma corrente, ou um simples zigzag no piso de cada pneu, podendo-se reforçar, adicionando um segundo padrão, que pode ser um zigzag inverso, caso não se obtenha a aderência pretendida.
Estas correntes existem sob diversos formatos, que pode ser a corrente contínua, tal como normalmente é conhecida, mas também sob a forma de múltiplas abraçadeiras, que costumam ser cinco por pneu, devendo ser utilizados nas rodas motrizes, ou com o aspecto de um revestimento, como se de uma meia se tratasse.
Em tecido sintético e impermeável, estas meias envolvem completamente o pneu e aumentam substancialmente o atrito, facilitando a aderência em neve e gelo, algo que pode, igualmente, ser obtido de forma temporária através de um dos "spray" que permitem cobrir o piso de resina, sendo uma solução a ter em conta em caso de emergência, mas que não se destina a substituir outros meios mais permanentes.
A utilização destes "spray" é muito simples, bastando desenhar com ele um padrão semelhante ao de uma corrente, ou um simples zigzag no piso de cada pneu, podendo-se reforçar, adicionando um segundo padrão, que pode ser um zigzag inverso, caso não se obtenha a aderência pretendida.
terça-feira, novembro 01, 2016
10 milhões para renovar viatura do INEM - 2ª parte
A escolha pela poupança no imediato, procedendo a sucessivas reparações, sempre que necessário, tem como efeito apenas um maior equilíbrio momentâneo das contas, que rapidamente, pelo acumular de manutenções, ultrapassa o custo de uma aquisição, tendo esta opção sido a adoptada apenas porque tem um efeito positivo nas contas do ano em curso, dando a ideia de uma gestão mais equilibrada.
Se a opção tivesse sido pela rotação do material circulante, mesmo que flexibilizando o prazo, substituindo os veículos com periodicidades diferenciadas, de acordo com o esforço e a importância das mesmas no socorro, dando, por exemplo, prioridade às VMER, seguindo-se as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida, e com longevidade operacional mais longa para viaturas mais genéricas, evitando uma acumulação excessiva de investimentos num mesmo período.
Não tendo sido esta a opção, surgiria, inevitavelmente o momento em que grande parte do parque está degradado e a necessitar de uma renovação urgente, o que implica um muito maior investimento no mesmo período e, obviamente, tem um impacto mais negativo no equilíbrio financeiro da instituição e da tutela.
Dado que para resolver este problema seria necessário, no imediato, de perto de 10.000.000 de Euros, e perto do triplo para ter uma solução cabal, substituindo os veículos cuja vida útil há muito devia ter terminado, mesmo o anunciado investimento para as necessidades imediatas não resolvem o problema do INEM, vindo apenas aliviar a pressão sobre um parque de viaturas mais do que degradado.
Se a opção tivesse sido pela rotação do material circulante, mesmo que flexibilizando o prazo, substituindo os veículos com periodicidades diferenciadas, de acordo com o esforço e a importância das mesmas no socorro, dando, por exemplo, prioridade às VMER, seguindo-se as ambulâncias de Suporte Imediato de Vida, e com longevidade operacional mais longa para viaturas mais genéricas, evitando uma acumulação excessiva de investimentos num mesmo período.
Não tendo sido esta a opção, surgiria, inevitavelmente o momento em que grande parte do parque está degradado e a necessitar de uma renovação urgente, o que implica um muito maior investimento no mesmo período e, obviamente, tem um impacto mais negativo no equilíbrio financeiro da instituição e da tutela.
Dado que para resolver este problema seria necessário, no imediato, de perto de 10.000.000 de Euros, e perto do triplo para ter uma solução cabal, substituindo os veículos cuja vida útil há muito devia ter terminado, mesmo o anunciado investimento para as necessidades imediatas não resolvem o problema do INEM, vindo apenas aliviar a pressão sobre um parque de viaturas mais do que degradado.
segunda-feira, outubro 31, 2016
Acessórios para o Inverno - 3ª parte
Pouco utilizado em Portugal, mas muito popular em zonas de neve, a cobertura para a tomada de ar para o sistema de recirculação do interior do habitáculo dos Defender, evita que a chuva, neve ou mesmo poeiras e outros detritos que venham de cima entrem no sistema ou de alguma forma diminuam a sua eficiência.
Esta peça, que pode ser fabricada em plástico, na versão mais barata, ou em metal, tal como existia nas versões militares, tem preços a partir da trintena de Euros e deve ser considerada a sua instalação caso a vitura circule com frequência em zona onde neve, sendo muito fácil de instalar e, caso necessário, remover, bastando para tal remover e recolocar alguns parafusos.
Na maior parte dos casos, os mesmos pneus são utilizados durante todo o ano, mas quando o veículo se desloque em vias não alcatroadas, onde, por exemplo, se acumule lama, ou o conjunto utilizado durante o Verão tenha características que os tornem menos aptos a circular sobre zonas inundadas, deve ser equacionada a sua troca temporária.
No caso dos veículos todo o terreno, o piso varia de acordo com o fim a que se destinam numa extensão muito superior ao de outras viaturas, cujos pneus denotam uma maior universalidade de utilização, razão que deve levar a uma verificação cuidadosa da sua adequação e não apenas ter os cuidados normais com o estado ou a pressão.
Esta peça, que pode ser fabricada em plástico, na versão mais barata, ou em metal, tal como existia nas versões militares, tem preços a partir da trintena de Euros e deve ser considerada a sua instalação caso a vitura circule com frequência em zona onde neve, sendo muito fácil de instalar e, caso necessário, remover, bastando para tal remover e recolocar alguns parafusos.
Na maior parte dos casos, os mesmos pneus são utilizados durante todo o ano, mas quando o veículo se desloque em vias não alcatroadas, onde, por exemplo, se acumule lama, ou o conjunto utilizado durante o Verão tenha características que os tornem menos aptos a circular sobre zonas inundadas, deve ser equacionada a sua troca temporária.
No caso dos veículos todo o terreno, o piso varia de acordo com o fim a que se destinam numa extensão muito superior ao de outras viaturas, cujos pneus denotam uma maior universalidade de utilização, razão que deve levar a uma verificação cuidadosa da sua adequação e não apenas ter os cuidados normais com o estado ou a pressão.
domingo, outubro 30, 2016
Bombas de embraiagem para Td5
Alguns componentes mecânicos tendem a ter uma vida bastante mais curta do que o do veículo onde estão instalados, sendo as bombas de embraiagem um dos exemplos mais comuns, podendo ser recondicionadas, para o que existem "kits" específicos, ou substituídas, o que, tendo em conta o preço do material face ao da mão de obra, mais que se justifica, resultando numa solução mais duradoura.
A bomba principal, que em inglês, essencial para pesquisas na Internet, é designada por "Clutch Master Cylinder", tem a referência STC500100, enquanto a secundária, que normalmente surge como "Clutch Slave Cylinder" tem a referência da marca FTC5202, sendo compatível com os diversos Td5.
Dependendo do fabricante, os preços começam na quinzena de Euros para a primeira e na dúzia para a segunda, subindo para as versões de melhor qualidade, como as fornecidas pela própria marca, aconselhando-se sempre a que sejam substituídas conjuntamente, uma medida preventiva que evita problemas no futuro, evitando que a unidade não substituída comece a ter perdas de fluído.
Não sendo complexa, a substituição destas bombas é trabalhosa e implica alguns conhecimentos, tal como um local adequado, onde possa ser efectuado o trabalho em condições de segurança física e ambiental, dado que todo o sistema terá que ser sangrado e reposto o fluído hidráulico, um líquido particularmente agressivo e poluente, que deve ser manuseado com cuidado.
A bomba principal, que em inglês, essencial para pesquisas na Internet, é designada por "Clutch Master Cylinder", tem a referência STC500100, enquanto a secundária, que normalmente surge como "Clutch Slave Cylinder" tem a referência da marca FTC5202, sendo compatível com os diversos Td5.
Dependendo do fabricante, os preços começam na quinzena de Euros para a primeira e na dúzia para a segunda, subindo para as versões de melhor qualidade, como as fornecidas pela própria marca, aconselhando-se sempre a que sejam substituídas conjuntamente, uma medida preventiva que evita problemas no futuro, evitando que a unidade não substituída comece a ter perdas de fluído.
Não sendo complexa, a substituição destas bombas é trabalhosa e implica alguns conhecimentos, tal como um local adequado, onde possa ser efectuado o trabalho em condições de segurança física e ambiental, dado que todo o sistema terá que ser sangrado e reposto o fluído hidráulico, um líquido particularmente agressivo e poluente, que deve ser manuseado com cuidado.
sábado, outubro 29, 2016
Lisboa, cidade fechada - 16ª parte
Sem grande espanto para os moradores, a colocação de pilaretes, bem como a continuação dos trabalhos, foi mais uma vez interrompida, sem qualquer justificação aparente, sem que se deva ao mau tempo, dado que esta suspensão foi bastante anterior à ocorrência de condições menos favoráveis à continuação dos trabalhos, repetindo uma situação que decorre desde o início das obras.
Naturalmente, parte do trabalho realizado perde-se com cada interrupção, sendo exemplo as vias por asfaltar ou os pilaretes cuja colocação não foi finalizada, resultando não apenas num aumento de custos, que alguém terá que suportar, mas em incómodo para todos quantos continuam a ter, por vezes durante meses, um autêntico mar de lama junto da porta.
Obviamente, estas interrupções aparentemente inexplicáveis podem, efectivamente, ter uma explicação simples, a de terminar estas obras, tal como muitas outras que decorrem em Lisboa, um pouco antes das eleições autárquicas previstas para 2017, numa manobra eleitoralista que, segundo muitos, terão evitado as anunciadas obras na 2ª Circular, cuja conclusão iria para muito após o acto eleitoral e cujos inconvenientes teriam um impacto sério nas opções dos eleitores.
Dado que os recursos que as empresas vencedoras do concurso teriam meios alocados para as obras suspensas da 2ª Circular, parece pouco plausível que algumas obras estejam virtualmente paradas dando prioridade a outras através de uma realocação de meios, pelo que a explicação mais plausível é, infelizmente, a que decorre do calendário eleitoral, independentemente dos inconvenientes causados nos residentes das zonas abrangidas.
Naturalmente, parte do trabalho realizado perde-se com cada interrupção, sendo exemplo as vias por asfaltar ou os pilaretes cuja colocação não foi finalizada, resultando não apenas num aumento de custos, que alguém terá que suportar, mas em incómodo para todos quantos continuam a ter, por vezes durante meses, um autêntico mar de lama junto da porta.
Obviamente, estas interrupções aparentemente inexplicáveis podem, efectivamente, ter uma explicação simples, a de terminar estas obras, tal como muitas outras que decorrem em Lisboa, um pouco antes das eleições autárquicas previstas para 2017, numa manobra eleitoralista que, segundo muitos, terão evitado as anunciadas obras na 2ª Circular, cuja conclusão iria para muito após o acto eleitoral e cujos inconvenientes teriam um impacto sério nas opções dos eleitores.
Dado que os recursos que as empresas vencedoras do concurso teriam meios alocados para as obras suspensas da 2ª Circular, parece pouco plausível que algumas obras estejam virtualmente paradas dando prioridade a outras através de uma realocação de meios, pelo que a explicação mais plausível é, infelizmente, a que decorre do calendário eleitoral, independentemente dos inconvenientes causados nos residentes das zonas abrangidas.
sexta-feira, outubro 28, 2016
10 milhões para renovar viatura do INEM - 1ª parte
O parque automóvel do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem vindo a envelhecer e degradar-se, com A média de idade da frota a ultrapassar a dezena de anos, o dobro do recomendado, enquanto no caso das Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação (VMER), 42, perto de metade da frota, tem mais de uma dúzia de anos.
Entre Janeiro e Agosto foram efectuadas 5.000 reparações a viaturas do INEM, importando em 3.000.000 de Euros, o que, para além do custo, implica uma imobilização das mesmas e a sua indisponibilidade temporária para missões de socorro, sendo sempre de equacionar a possibilidade de esta ser uma solução temporária, sucessivamente repetida.
No entanto, mesmo com reparações e manutenção, o desgaste resultando do tipo de missões desempenhadas implica riscos acrescidos para as tripulações e para quem é transportado, sobretudo durante as urgências, onde o esforço mecânico é maior e a possibilidades de falha aumenta, podendo resultar em acidente ou na impossibilidade de cumprir a missão, do que decorre um aumento do tempo para efectivar o socorro.
Esta situação resulta de anos de desinvestimento, durante os quais se optou pela solução de curto prazo, procedendo a reparações, que se revelam temporárias, ao invés de investir na substituição, que seria a solução de médio e longo prazo e que se viria, no futuro, a revelar a mais adequada do ponto de vista financeiro, poupando quantias substanciais aos contribuintes.
Entre Janeiro e Agosto foram efectuadas 5.000 reparações a viaturas do INEM, importando em 3.000.000 de Euros, o que, para além do custo, implica uma imobilização das mesmas e a sua indisponibilidade temporária para missões de socorro, sendo sempre de equacionar a possibilidade de esta ser uma solução temporária, sucessivamente repetida.
No entanto, mesmo com reparações e manutenção, o desgaste resultando do tipo de missões desempenhadas implica riscos acrescidos para as tripulações e para quem é transportado, sobretudo durante as urgências, onde o esforço mecânico é maior e a possibilidades de falha aumenta, podendo resultar em acidente ou na impossibilidade de cumprir a missão, do que decorre um aumento do tempo para efectivar o socorro.
Esta situação resulta de anos de desinvestimento, durante os quais se optou pela solução de curto prazo, procedendo a reparações, que se revelam temporárias, ao invés de investir na substituição, que seria a solução de médio e longo prazo e que se viria, no futuro, a revelar a mais adequada do ponto de vista financeiro, poupando quantias substanciais aos contribuintes.
quinta-feira, outubro 27, 2016
Acessórios para o Inverno - 2ª parte
As palas nos pneus traseiros, sobretudo em veículos mais altos, também deve ser equacionada, independentemente de questões legais, sobretudo no caso de circulação em zonas onde a água se acumule ou se depositem lamas ou outros detritos que dêm origem a projecções que possam dificultar a condução de quem siga atrás.
Neste caso, o preço varia bastante, sendo a opção mais em conta, caso os suportes estejam presentes, a de comprar borracha com a dimensão e resistência adequadas e cortar à medida, ou a de optar por modelos universais, muitos deles também com marcações para corte, o que representa uma poupança muito substancial face aos originais propostos pelas marcas, que tendem a ser francamente dispendiosos.
Muito populares nalguns países, os chuventos, ou protectores contra chuva e vento que se colocam nas janelas, dando origem a uma pequena pala que permite abrir os vidros sem que tal implique a entrada de água ou uma corrente de ar excessiva, devem igualmente ser considerados, sobretudo em viaturas onde circular com vidros abertos seja prática comum.
Adquiridos aos pares, podendo ser colocados nas janelas laterais dianteiras e traseiras, a protecção contra os elementos oferecidos por este opcional, que pode ser adqurido por uma trintena de Euros para as janelas dianteiras e perto de metade para as traseiras, e tornam a condução mais confortável e segura, melhorando a visibilidade através dos vidros laterais.
Neste caso, o preço varia bastante, sendo a opção mais em conta, caso os suportes estejam presentes, a de comprar borracha com a dimensão e resistência adequadas e cortar à medida, ou a de optar por modelos universais, muitos deles também com marcações para corte, o que representa uma poupança muito substancial face aos originais propostos pelas marcas, que tendem a ser francamente dispendiosos.
Muito populares nalguns países, os chuventos, ou protectores contra chuva e vento que se colocam nas janelas, dando origem a uma pequena pala que permite abrir os vidros sem que tal implique a entrada de água ou uma corrente de ar excessiva, devem igualmente ser considerados, sobretudo em viaturas onde circular com vidros abertos seja prática comum.
Adquiridos aos pares, podendo ser colocados nas janelas laterais dianteiras e traseiras, a protecção contra os elementos oferecidos por este opcional, que pode ser adqurido por uma trintena de Euros para as janelas dianteiras e perto de metade para as traseiras, e tornam a condução mais confortável e segura, melhorando a visibilidade através dos vidros laterais.
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