Embora surgindo em diversos artigos que o Google apaga as cópias de segurança de dispositivos Android sem aviso prévio, o facto é que tal não corresponde à verdade, por esta possibilidade estar nas condições de utilização do serviço do Google Drive, numa das muitas alíneas que os utilizadores não lêm.
Quando um utilizador, por qualquer razão, deixa de utilizar um dispositivo Android, autenticado com uma conta específica do Google, é emitido um aviso, quinze dias depois do último acesso, sendo os dados constantes da cópia de segurança apagados, sem possibilidade de recuperação, dois meses após a última utilização registada.
Assim, caso alguém não utilize um dispositivo Android associado a uma conta durante mais do que dois meses, a cópia no Google Drive é apagada, sendo reposta a partir de um equipamento quando é efectuado um novo acesso, caso este os tenha armazenado, mas, caso este seja um dispositivo novo e o utilizador espere recuperar os dados a partir de um "backup", o facto é que tal não irá acontecer.
Este problema pode afectar utilizadores cujo equipamento se avaria e, transitoriamente, mas por mais do que dois meses, usem outro que não tenha Android, como um telemóvel convencional ou um "smartphone" iOS, e que ao voltar a utilizar um dispositivo Android não verão os seus dados repostos, facto para o qual deixamos aqui um alerta para que façam pelo menos um acesso recorrendo a esta plataforma antes de expirar o prazo, como forma de repor o contador a zero.
terça-feira, setembro 19, 2017
segunda-feira, setembro 18, 2017
O 3DF Zephir da 3D Flow - 2ª parte
A versão gratuita tem diversas limitações, como o permitir apenas um total de 50 fotografias ou "frames" de um filme, ou excluir diversas possibilidades de suporte de dispositivos mais complexos ou sofisticados, mas permite conhecer o produto e obter bons resultados, adequados para uma utilização doméstica.
A versão gratuita, bem como versões de demonstração das que são pagas, podem ser descarregadas do servidor da empresa que desenvolveu o "software", onde estão explicitadas as diferenças e capacidades, bem como informações que facilitam a sua aprendizagem e utilização, incluindo exemplos práticos para quem não possuam as imagens que permitam criar um objecto tridimensional.
Todas as instruções, exemplos, ajudas ou mesmo fóruns incluídos no "site" permitem uma aprendizagem rápida, seguindo cada um dos passos ilustrados com imagens exemplificativas, podendo os exemplos fornecidos serem substituídos por fotos do próprio utilizador, dando assim origem a uma renderização que pode ser visualizada em diversos formatos ou exportada e impressa como objecto tridimensional.
Este é um programa muito específico, destinado a um conjunto de utilizadores com interesse numa área que evolui muito rapidamente e será da maior importância no desenvolvimento rápido de objectos para os mais diversos fins, complementando de forma decisiva os progressos notáveis na impressão tridimensional, já muito popular entre nós.
A versão gratuita, bem como versões de demonstração das que são pagas, podem ser descarregadas do servidor da empresa que desenvolveu o "software", onde estão explicitadas as diferenças e capacidades, bem como informações que facilitam a sua aprendizagem e utilização, incluindo exemplos práticos para quem não possuam as imagens que permitam criar um objecto tridimensional.
Todas as instruções, exemplos, ajudas ou mesmo fóruns incluídos no "site" permitem uma aprendizagem rápida, seguindo cada um dos passos ilustrados com imagens exemplificativas, podendo os exemplos fornecidos serem substituídos por fotos do próprio utilizador, dando assim origem a uma renderização que pode ser visualizada em diversos formatos ou exportada e impressa como objecto tridimensional.
Este é um programa muito específico, destinado a um conjunto de utilizadores com interesse numa área que evolui muito rapidamente e será da maior importância no desenvolvimento rápido de objectos para os mais diversos fins, complementando de forma decisiva os progressos notáveis na impressão tridimensional, já muito popular entre nós.
domingo, setembro 17, 2017
Guias podem adicionar vídeos ao Google Maps
Os Guias Locais podem agora adicionar vídeos de curta duração ao Google Maps, recebendo 7 pontos por cada nova adição, num processo muito simples e que visa ilustrar melhor a realidade local, permitindo a potenciais visitantes um contacto mais directo e ilucidativo antes de optar por uma visita pessoal.
Caso se esteja no local da filmagem, o processo para adicionar um vídeo é, após selecionar o ponto de origem no mapa, escolher a opção de adicionar uma foto, na parte inferior od écran, tocar na "Câmara" e manter o butão premido durante até 10 segundos para proceder à gravação.
Vídeos previamente gravados, com duração até 30 segundos, podem igualmente ser adicionados ao Google Maps, sendo essencial que, antes de se proceder ao envio, se proceda ao posicionamento correcto do ponto de origem no mapa para que este fique correctamente referênciado.
Apesar do enorme trabalho do Google, a solução dos seus mapas depende em muito das actualizações e adições dos utilizadores, que complementam uma estrutura sofisticada com os conteúdos específicos que lhe conferem vida e autenticidade, sendo oferecidas pequenas recompensas, sob a forma de pontos que permitem algumas vantagens, a quem contribua com avaliações, fotos ou, agora, vídeos.
Caso se esteja no local da filmagem, o processo para adicionar um vídeo é, após selecionar o ponto de origem no mapa, escolher a opção de adicionar uma foto, na parte inferior od écran, tocar na "Câmara" e manter o butão premido durante até 10 segundos para proceder à gravação.
Vídeos previamente gravados, com duração até 30 segundos, podem igualmente ser adicionados ao Google Maps, sendo essencial que, antes de se proceder ao envio, se proceda ao posicionamento correcto do ponto de origem no mapa para que este fique correctamente referênciado.
Apesar do enorme trabalho do Google, a solução dos seus mapas depende em muito das actualizações e adições dos utilizadores, que complementam uma estrutura sofisticada com os conteúdos específicos que lhe conferem vida e autenticidade, sendo oferecidas pequenas recompensas, sob a forma de pontos que permitem algumas vantagens, a quem contribua com avaliações, fotos ou, agora, vídeos.
sábado, setembro 16, 2017
Lisboa, cidade fechada - 34ª parte
Em período eleitoral, para além da pressa em finalizar obras em curso, uma maior presença de candidatos em zonas intervencionadas, algumas delas submetidas a alterações profundas, pode sugerir a possibilidade do início de um novo ciclo, com a eventual substituição de executivos nos vários níveis do poder autárquico.
De acordo com as competências atribuídas ou delegadas, assim um maior peso dos vários orgãos na vida dos residentes, afectados não apenas pelas decisões a nível local que os afectam directamente, mas também, e sobretudo, por opções com impacto estruturante, que condicionam e limitam a apertada teia em que os decisores mais próximos dos cidadãos se movimentam.
A evolução da cidade nos anos mais recentes, num aparente conluio entre poder central e autárquico, não obstante melhoramentos em áreas específicas, evolui no sentido errado, tal como o País, baseada num modelo de desenvolvimento errado e comprometedor do futuro, onde o imediatismo esmaga a sustentabilidade e destrói a esperança de gerações futuras se instalarem em Lisboa, cada vez mais um mero expositor para gáudio dos turistas que a visitam.
Quase desprovida de habitantes nas zonas mais centrais e típicas, expulsos para dar lugar a instalações ou estabelecimentos que destroem a essência da cidade em troca de um lucro rápido, o destino de Lisboa, caso o fluxo turístico diminua, será um rápido declínio, com o colapso das finanças autárquicas e a incapacidade de revitalizar atempadamente uma cidade cada vez mais desprovida de residentes e de um tecido produtivo que confira um mínimo de sustentabilidade.
De acordo com as competências atribuídas ou delegadas, assim um maior peso dos vários orgãos na vida dos residentes, afectados não apenas pelas decisões a nível local que os afectam directamente, mas também, e sobretudo, por opções com impacto estruturante, que condicionam e limitam a apertada teia em que os decisores mais próximos dos cidadãos se movimentam.
A evolução da cidade nos anos mais recentes, num aparente conluio entre poder central e autárquico, não obstante melhoramentos em áreas específicas, evolui no sentido errado, tal como o País, baseada num modelo de desenvolvimento errado e comprometedor do futuro, onde o imediatismo esmaga a sustentabilidade e destrói a esperança de gerações futuras se instalarem em Lisboa, cada vez mais um mero expositor para gáudio dos turistas que a visitam.
Quase desprovida de habitantes nas zonas mais centrais e típicas, expulsos para dar lugar a instalações ou estabelecimentos que destroem a essência da cidade em troca de um lucro rápido, o destino de Lisboa, caso o fluxo turístico diminua, será um rápido declínio, com o colapso das finanças autárquicas e a incapacidade de revitalizar atempadamente uma cidade cada vez mais desprovida de residentes e de um tecido produtivo que confira um mínimo de sustentabilidade.
sexta-feira, setembro 15, 2017
O 3DF Zephir da 3D Flow - 1ª parte
No seguimento dos textos sobre o Scann3d, destinado a dispositivos móveis Android, apresentamos resumidamente uma alternativa para computadores pessoais com Windows, disponível em versão gratuita e em três versões pagas, cada uma com funcionalidades e capacidades distintas.
O 3DF Zephir, da 3D Flow, é um programa de fotogrametria, capaz de modelar objectos tridimensionais a partir de um conjunto de fotografias, que podem ser obtidas por simples câmaras ou recolhidas por "drones", podendo recorrer a sistemas laser 3D, num processo automatizado, mas que permite ao utilizador um grande controle e numerosas opções.
Destinado a computadores, este programa é muito mais potente do que os que são destinados a Android, e os resultados espelham bem essa diferença que resulta também da possibilidade de utilizar fotos com muito maior resolução, como as que são obtidas por câmaras digitais profissionais, recorrendo a uma maior capacidade de memória e processamento para dar origem a objectos de elevada qualidade.
Entre as versões pagas, destaca-se a que é designada por "Aerial", por possuir um conjunto de funcionalidades importantes a nível de extração de informação e georeferenciação que permite ser utilizada em actividades industriais, agrícolas ou mesmo na protecção civil, monitorando diversos dados que permitem a detecção de perigos e a emissão de alertas.
O 3DF Zephir, da 3D Flow, é um programa de fotogrametria, capaz de modelar objectos tridimensionais a partir de um conjunto de fotografias, que podem ser obtidas por simples câmaras ou recolhidas por "drones", podendo recorrer a sistemas laser 3D, num processo automatizado, mas que permite ao utilizador um grande controle e numerosas opções.
Destinado a computadores, este programa é muito mais potente do que os que são destinados a Android, e os resultados espelham bem essa diferença que resulta também da possibilidade de utilizar fotos com muito maior resolução, como as que são obtidas por câmaras digitais profissionais, recorrendo a uma maior capacidade de memória e processamento para dar origem a objectos de elevada qualidade.
Entre as versões pagas, destaca-se a que é designada por "Aerial", por possuir um conjunto de funcionalidades importantes a nível de extração de informação e georeferenciação que permite ser utilizada em actividades industriais, agrícolas ou mesmo na protecção civil, monitorando diversos dados que permitem a detecção de perigos e a emissão de alertas.
quinta-feira, setembro 14, 2017
O Scann3d da Smartmobilevision - 2ª parte
O conjunto de fotos obtido pode ser utilizado por programas de melhor qualidade, pagos e que correm em computadores pessoais com plataforma Windows, resultando numa renderização e em modelos tridimensionais muito mais perfeitos, onde mesmo pequenos detalhes são bem visíveis e as formas ficam bem mais definidas.
Exportando o resultado final em formato STL, após selecionar a escala pretendida, pode-se proceder à impressão tridimensional, numa impressora com a definição suficiente para o modelo em causa, num processo simples, embora um pouco moroso, e que ilustra o que já hoje se pode fazer com equipamentos simples.
Não sendo uma solução dedicada, como um "scanner" 3D, onde câmara e objecto estão fixos, com este último a rodar e ser fotografado de forma automatizada, de acordo com os requisitos do "software", não podemos esperar o mesmo tipo de resultado de um equipamento não especializado e que enfrenta diversos condicionalismos, mas esta é uma abordagem interessante e a experimentar por todos quantos se interessem por este tipo de tecnologia.
Este programa gratuito pode ser instalado em dispositivos Android, em versões 4.4 ou superior, com os resultados a depender, para além da qualidade do equipamento, do próprio objecto fotografado e digitalizado, bem como do seu enquadramento, condições de luminosidade e da paciência do operador.
Exportando o resultado final em formato STL, após selecionar a escala pretendida, pode-se proceder à impressão tridimensional, numa impressora com a definição suficiente para o modelo em causa, num processo simples, embora um pouco moroso, e que ilustra o que já hoje se pode fazer com equipamentos simples.
Não sendo uma solução dedicada, como um "scanner" 3D, onde câmara e objecto estão fixos, com este último a rodar e ser fotografado de forma automatizada, de acordo com os requisitos do "software", não podemos esperar o mesmo tipo de resultado de um equipamento não especializado e que enfrenta diversos condicionalismos, mas esta é uma abordagem interessante e a experimentar por todos quantos se interessem por este tipo de tecnologia.
Este programa gratuito pode ser instalado em dispositivos Android, em versões 4.4 ou superior, com os resultados a depender, para além da qualidade do equipamento, do próprio objecto fotografado e digitalizado, bem como do seu enquadramento, condições de luminosidade e da paciência do operador.
quarta-feira, setembro 13, 2017
Taxa de Protecção Civil de Gaia é inconstitucional - 2ª parte
Já tinhamos abordado a questão desta taxa, no caso concreto de Lisboa, considerando-a como ilegal, não apenas pela forma como foi aplicada, mas pelo facto de querer que os munícipes paguem a sua protecção, algo inerente aos deveres do Estado e que deverá ser suportado através dos impostos.
A ideia de cobrar por serviços básicos, como a segurança ou a defesa, tal como se estes fossem opcionais e não se encontrassem entre as funções de soberania que definem um Estado, sempre nos surgiu com absurda e uma simples forma de financiamento suplementar, sendo certo de que a parte da taxa recolhida que efectivamente veio engrossar o orçamento da Protecção Civil Municipal não corresponde à totalidade das receitas assim obtidas.
Se este conceito pegasse, facilmente se podia ir alargando, com os impostos as sustentar apenas a máquina do Estado e as taxas a suportar todo e qualquer serviço, resultando numa destruição da estrutura contributiva, tal como a conhecemos, e resultando numa flagrante injustiça, não apenas pelo aumento da carga fiscal, mas também pelo consequente desequilibrio da sua distribuição, destruindo mecanismos básicos de solidariedade e subsidariedade.
Esperamos que o Tribunal Constitucional decida rapidamente quanto ao caso de Lisboa, acabando assim com esta taxa que consideramos tão absurda quanto injusta e obrigue a autarquia a devolver as quantias cobradas, repondo-se assim um conjunto de princípios que consideramos essenciais para o equilíbrio entre os impostos e taxas pagas e o retorno obtido.
A ideia de cobrar por serviços básicos, como a segurança ou a defesa, tal como se estes fossem opcionais e não se encontrassem entre as funções de soberania que definem um Estado, sempre nos surgiu com absurda e uma simples forma de financiamento suplementar, sendo certo de que a parte da taxa recolhida que efectivamente veio engrossar o orçamento da Protecção Civil Municipal não corresponde à totalidade das receitas assim obtidas.
Se este conceito pegasse, facilmente se podia ir alargando, com os impostos as sustentar apenas a máquina do Estado e as taxas a suportar todo e qualquer serviço, resultando numa destruição da estrutura contributiva, tal como a conhecemos, e resultando numa flagrante injustiça, não apenas pelo aumento da carga fiscal, mas também pelo consequente desequilibrio da sua distribuição, destruindo mecanismos básicos de solidariedade e subsidariedade.
Esperamos que o Tribunal Constitucional decida rapidamente quanto ao caso de Lisboa, acabando assim com esta taxa que consideramos tão absurda quanto injusta e obrigue a autarquia a devolver as quantias cobradas, repondo-se assim um conjunto de princípios que consideramos essenciais para o equilíbrio entre os impostos e taxas pagas e o retorno obtido.
terça-feira, setembro 12, 2017
O Scann3d da Smartmobilevision - 1ª parte
Com a disseminação de impressoras 3D, a digitalização de objectos tridimensionais torna-se, naturalmente, muito mais apetecível, pelo que os primeiros equipamentos dedicados já se encontram no mercado, com preços condizentes com as suas capacidades e qualidades, tal como surgem alternativas que recorrem a dispositivos existentes.
Uma das opções mais comuns é tirar partido de um dispositivo móvel, equipado com uma câmara fotográfica com boa resolução, capacidade de processamento adequada e um programa que, com base nas imagens recolhidas, e que necessariamente se terão que sobrepor, irão, após processadas, dar origem a um modelo tridimensional que pode ser guardado ou exportado num formato reconhecido pelas impressoras 3D, como o STL.
O Scann3d da Smartmobilevision é uma destas tentativas para tirar partido dos recursos dos actuais dispositivos móveis, cada vez com mais capacidades, e que, num processo um pouco moroso, dada a necessidade de fotografar um objecto entre 20 e 40 vezes, numa sequência que sobreponha as imagens, mas muito simples e quase sem intervenção técnica do utilizador, cria, depois de alguns minutos de processamento, uma renderização tridimensional.
É sempre conveniente, caso possível, isolar o fundo, como fotografando o objecto contra uma superfície lisa e contrastante, sob condições de boa luminosidade, sendo uma solução, caso haja condições, manter o telemóvel tão fixo quanto possível e rodar o objecto, podendo-se recorrer a um transferidor para tirar uma foto a cada 10 graus, obtendo assim um total de 36 fotografias, perto do máximo utilizável.
Uma das opções mais comuns é tirar partido de um dispositivo móvel, equipado com uma câmara fotográfica com boa resolução, capacidade de processamento adequada e um programa que, com base nas imagens recolhidas, e que necessariamente se terão que sobrepor, irão, após processadas, dar origem a um modelo tridimensional que pode ser guardado ou exportado num formato reconhecido pelas impressoras 3D, como o STL.
O Scann3d da Smartmobilevision é uma destas tentativas para tirar partido dos recursos dos actuais dispositivos móveis, cada vez com mais capacidades, e que, num processo um pouco moroso, dada a necessidade de fotografar um objecto entre 20 e 40 vezes, numa sequência que sobreponha as imagens, mas muito simples e quase sem intervenção técnica do utilizador, cria, depois de alguns minutos de processamento, uma renderização tridimensional.
É sempre conveniente, caso possível, isolar o fundo, como fotografando o objecto contra uma superfície lisa e contrastante, sob condições de boa luminosidade, sendo uma solução, caso haja condições, manter o telemóvel tão fixo quanto possível e rodar o objecto, podendo-se recorrer a um transferidor para tirar uma foto a cada 10 graus, obtendo assim um total de 36 fotografias, perto do máximo utilizável.
segunda-feira, setembro 11, 2017
Unidades Android para veículos - 4ª parte
Também é de notar que este tipo de unidade muito polivalente tem muitos mais ligações a nível de cablagem, pois para além da alimentação e ligação a colunas de som pode ter conexões com antenas de GPS, câmaras, écrans, dispositivos de armazenamento, "pen" de comunicações, entre outras, resultando numa instalação mais complexa e na necessidade de verificar se existe forma de passar todos os cabos de forma discreta e mantendo-os devidamente protegidos.
Tal como acontece com inúmeros equipamentos electrónicos, também neste caso os preços têm vindo a baixar substancialmente, podendo-se encontrar modelos com o conjunto de funcionalidades mencionado a serem vendidos na sua configuração base entre os 150 e os 200 Euros, incluindo portes e taxas alfandegárias, caso adquiridos fora do espaço comunitário, com o preço a subir caso se venha a comprar opcionais como uma "pen" de ligação à Internet ou um sistema de recepção de TV.
Comparado com o valor associado ao conjunto de equipamentos que este tipo de dispositivo substitui, como o auto-rádio, o sistema de navegação e o "kit" de mãos livres, para mencionar aqueles que serão mais habituais num veículo, e sem ter em conta o substancial acréscimo de funcionalidades, a opção por esta nova geração de unidades baseadas em Android parece natural e um investimento a ter em conta nos dia de hoje.
Naturalmente, pela maior complexidade destas unidades, avaliar qual o modelo mais adequado, dentro do orçamento estabelecido, será mais moroso e obriga a avaliar um maior número de parâmetros, desde as funcionalidades básicas até à conectividade, passando pela própria versão do sistema operativo, como forma de assegurar a sua adequação às funções e compatibilidade com outros equipamentos a utilizar conjuntamente.
Tal como acontece com inúmeros equipamentos electrónicos, também neste caso os preços têm vindo a baixar substancialmente, podendo-se encontrar modelos com o conjunto de funcionalidades mencionado a serem vendidos na sua configuração base entre os 150 e os 200 Euros, incluindo portes e taxas alfandegárias, caso adquiridos fora do espaço comunitário, com o preço a subir caso se venha a comprar opcionais como uma "pen" de ligação à Internet ou um sistema de recepção de TV.
Comparado com o valor associado ao conjunto de equipamentos que este tipo de dispositivo substitui, como o auto-rádio, o sistema de navegação e o "kit" de mãos livres, para mencionar aqueles que serão mais habituais num veículo, e sem ter em conta o substancial acréscimo de funcionalidades, a opção por esta nova geração de unidades baseadas em Android parece natural e um investimento a ter em conta nos dia de hoje.
Naturalmente, pela maior complexidade destas unidades, avaliar qual o modelo mais adequado, dentro do orçamento estabelecido, será mais moroso e obriga a avaliar um maior número de parâmetros, desde as funcionalidades básicas até à conectividade, passando pela própria versão do sistema operativo, como forma de assegurar a sua adequação às funções e compatibilidade com outros equipamentos a utilizar conjuntamente.
domingo, setembro 10, 2017
Catálogo de 2017 da Sahara 4x4
A Sahara 4x4 é uma empresa espanhola especializada, um pouco como o seu nome indica, em equipamentos e acessórios para a prática de todo o terreno, sobretudo expedições mais exigentes, onde a preparação dos veículos implica um melhor planeamento e a colocação de material de qualidade.
No catálogo de 2017, que pode ser consultado "on line" ou descarregado em formato PDF para consulta local, o que consideramos bem mais prático, encontra-se um pouco de tudo o que é necessário para preparar um veículo todo o terreno, sendo bastante inspirador para quem ainda esteja em fase de planeamento e pretenda consultar o que existe no mercado.
O catálogo é extenso, incluindo equipamentos ou acessórios genéricos, que podem ser utilizados em diversos modelos de veículos, como pneus, compressores ou pranchas de desatascamento, ou específicos, como suspensões, protecções ou "snorkel", com uma boa variedade, mas onde faltam os preços de venda.
Não obstante a falta de preços, compreensível dado que estes tendem a flutuar ao longo da validade do catálogo, a sua omissão tende a penalizar o vendedor, sendo certo que muitos potenciais compradores preferem consultar empresas onde os preços estão imediatamente visíveis, facto que, só por sí, não tira valia a um catálogo onde a gama de produtos pode justificar uma consulta.
No catálogo de 2017, que pode ser consultado "on line" ou descarregado em formato PDF para consulta local, o que consideramos bem mais prático, encontra-se um pouco de tudo o que é necessário para preparar um veículo todo o terreno, sendo bastante inspirador para quem ainda esteja em fase de planeamento e pretenda consultar o que existe no mercado.
O catálogo é extenso, incluindo equipamentos ou acessórios genéricos, que podem ser utilizados em diversos modelos de veículos, como pneus, compressores ou pranchas de desatascamento, ou específicos, como suspensões, protecções ou "snorkel", com uma boa variedade, mas onde faltam os preços de venda.
Não obstante a falta de preços, compreensível dado que estes tendem a flutuar ao longo da validade do catálogo, a sua omissão tende a penalizar o vendedor, sendo certo que muitos potenciais compradores preferem consultar empresas onde os preços estão imediatamente visíveis, facto que, só por sí, não tira valia a um catálogo onde a gama de produtos pode justificar uma consulta.
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