Este cabo de alimentação revela-se demasiadamente curto para a maioria das soluções dentro de um Defender, tendo sido pensado para outros modelos de veículos, sendo necessário prolongá-lo, pelo que será de adquirir alguns metros de cabo para o seu prolongamento, e, caso a opção seja por uma união, ao invez de soldar, esta também deve estar disponível na altura da instalação.
Para além da preferência de cada proprietário, também a existência de cablagem e interruptores disponíveis pode ser relevante na tomada de uma decisão, sendo que ambas as opções mencionadas têm vantagens e desvantagens inerentes à facilidade de utilização de um sistema automático ou da selectividade presente numa solução manual, as quais são personificadas pela ligação ao farol de marcha atrás ou via interruptor.
Naturalmente, existem diversas formas de construir um suporte para este tipo de câmara que, para ser utilizada em marcha atrás, deve ser devidamente centrada, sob pena de induzir em erro o condutor quando recorra às imagens para efectuar este tipo de manobra, pelo que a opção de a colocar junto da luz de marcha atrás, junto dos faróis, na lateral, não será minimamente aconselhável.
A nossa opção foi por materias leves, uma instalação simples, que não implique modificações definitivas, e o accionamento da câmara através de um interruptor, o mesmo que anteriormente activava o farol de trabalho, removido por questões legais, sendo uma das muitas possibilidades existentes, mas que esperamos sirva de inspiração a quem efectuar um trabalho semelhante caso pretenda instalar uma solução de navegação com câmara de marcha atrás num Defender.
terça-feira, março 06, 2018
segunda-feira, março 05, 2018
Falta de telefone impede pedido de socorro - 3ª parte
Entendemos que repor a situação anterior será dispensiosa e penalizadora face aos custos envolvidos e ao escasso número de utilizadores, mas é inegável que tem que ser disponibilizada uma solução adequada, que inspire confiança, seja de utilização simples e tenha a fiabilidade necessária para gerar confiança.
O recurso a telefones fixos, tal como pedido, poderá ser pouco adequado aos dias de hoje, com as cablagens a ficarem vulneráveis em caso de incêndio, mas uma ligação física até a um sistema de transmissão por ondas rádio, como uma antena de telecomunicações, pode resultar num equilíbrio entre o pretendido pelos residentes e as opções ao alcance dos operadores, oferecendo o serviço pretendido sem custos excessivos.
Independentemente da solução técnica, o reestabelecimento das comunicações e, através destas, o aumento da segurança das populações, é imperativo e urgente, não sendo aceitável o prolongar de uma situação que coloca em risco quem vive em locais isolados e cujos contornos viola obrigações básicas por parte do Estado, obrigado a proteger os seus cidadãos, mesmo que para tal haja intermediação de serviços prestados por terceiros.
Quase meio ano após os incêndios de Outubro, a subsistência de áreas do território nacional sem um conjunto de infraestruturas básicas é inaceitável, representa a mesma falência do Estado que demonstrou ser incapaz de proteger as populações dos fogos que consumiram o País e que, uma vez reduzida a pressão mediática, rapidamente esqueceu o sucedido, esperando que no próximo Verão, após a devastação de 2017, a área ardida seja escassa e os números ilusoriamente confundidos com o sucesso de quem nada fez.
O recurso a telefones fixos, tal como pedido, poderá ser pouco adequado aos dias de hoje, com as cablagens a ficarem vulneráveis em caso de incêndio, mas uma ligação física até a um sistema de transmissão por ondas rádio, como uma antena de telecomunicações, pode resultar num equilíbrio entre o pretendido pelos residentes e as opções ao alcance dos operadores, oferecendo o serviço pretendido sem custos excessivos.
Independentemente da solução técnica, o reestabelecimento das comunicações e, através destas, o aumento da segurança das populações, é imperativo e urgente, não sendo aceitável o prolongar de uma situação que coloca em risco quem vive em locais isolados e cujos contornos viola obrigações básicas por parte do Estado, obrigado a proteger os seus cidadãos, mesmo que para tal haja intermediação de serviços prestados por terceiros.
Quase meio ano após os incêndios de Outubro, a subsistência de áreas do território nacional sem um conjunto de infraestruturas básicas é inaceitável, representa a mesma falência do Estado que demonstrou ser incapaz de proteger as populações dos fogos que consumiram o País e que, uma vez reduzida a pressão mediática, rapidamente esqueceu o sucedido, esperando que no próximo Verão, após a devastação de 2017, a área ardida seja escassa e os números ilusoriamente confundidos com o sucesso de quem nada fez.
domingo, março 04, 2018
Reencaminhamentos via Forward2me - 1ª parte
Nem todos os vendedores baseados no Reino Unido enviam para o exterior, e essa situação poderá agravar-se com o "Brexit", altura em que a obrigatoriedade de inspecção aduaneira, e eventual tributação, aumentará desconfianças e, quase certamente, elevará o número dos que optam apenas pelo mercado interno.
Já abordamos algumas possibilidades, tendo decidido experimentar uma empresa, concretamente a Forward2me, efectuando a muito simples inscrição, que passa pelo preenchimento de um formulário simples, após o que é recebido no correio electrónico uma morada de envio sedeada no Reino Unido, para onde poderão ser efectuados envios.
Todo este processo é inteiramente gratuito e extremamente rápido, bastando as habituais confirmações da validade do endereço de correio electrónico, com o "site" a fornecer as informações mais relevantes para o processo, dispondo de um serviço de suporte para dúvidas que possam surgir quando se utiliza pela primeira vez uma empresa deste tipo.
Simulamos um envio de um objecto com 30 x 20 x 10 centímetros e um quilo de peso, obtendo valores para o serviço de reenvio para Portugal que começam perto da quinzena de Euros, para correio normal, não registado, ficando perto dos 25 caso se pretenda um serviço mais rápido e com registo, numa multiplicidade de opções que incluem diversos operadores de correio expresso.
Já abordamos algumas possibilidades, tendo decidido experimentar uma empresa, concretamente a Forward2me, efectuando a muito simples inscrição, que passa pelo preenchimento de um formulário simples, após o que é recebido no correio electrónico uma morada de envio sedeada no Reino Unido, para onde poderão ser efectuados envios.
Todo este processo é inteiramente gratuito e extremamente rápido, bastando as habituais confirmações da validade do endereço de correio electrónico, com o "site" a fornecer as informações mais relevantes para o processo, dispondo de um serviço de suporte para dúvidas que possam surgir quando se utiliza pela primeira vez uma empresa deste tipo.
Simulamos um envio de um objecto com 30 x 20 x 10 centímetros e um quilo de peso, obtendo valores para o serviço de reenvio para Portugal que começam perto da quinzena de Euros, para correio normal, não registado, ficando perto dos 25 caso se pretenda um serviço mais rápido e com registo, numa multiplicidade de opções que incluem diversos operadores de correio expresso.
sábado, março 03, 2018
A câmara de marcha atrás do equipamento de navegação - 2ª parte
Convém colocar as fitas de duas faces nos respectivos lugares antes da pintura, sendo de aparafusar o suporte original, com dois parafusos, anilhas e porcas, em vez de proceder à colagem com a fita que possuem, sendo esta visível na foto por não suportar a tinta que utilizamos, ficando, portanto, em branco.
Será também de verificar os vários alinhamentos e o ângulo da câmara, o que é feito torcendo o suporte desta, feito em metal, antes de colar o suporte no seu local definitivo, sendo de ter o cuidado de limpar cuidadosamente, evitando que poeira ou gorduras resultem numa menor eficácia da cola incluída na fita.
Após pressionar fortemente o suporte contra a porta e o vidro, pode-se proceder ao encaminhamento dos cabos de sinal e de alimentação, recorrendo a pequenos suportes apropriados, com base autocolante, na porta e, seguidamente, recorrendo à caleira existente na união entre os paineis laterais e superior da capota, seguindo depois sob o forro do habitáculo e descendo junto do pilar "A", sendo que nesta última fase fica junto com o cabo do receptor de GPS.
Existe uma bifurcação na cablagem da câmara, sendo que um dos cabos se destina apenas a fornecer 12 volts e que pode ser ligado, por exemplo, ao farol de marcha atrás, o que significa que a câmara fica ligada quando este acende, ou a outro ponto de alimentação, com interruptor, de modo a que, se possa activar independentemente da mudança engrenada, o que pode facilitar algumas manobras.
Será também de verificar os vários alinhamentos e o ângulo da câmara, o que é feito torcendo o suporte desta, feito em metal, antes de colar o suporte no seu local definitivo, sendo de ter o cuidado de limpar cuidadosamente, evitando que poeira ou gorduras resultem numa menor eficácia da cola incluída na fita.
Após pressionar fortemente o suporte contra a porta e o vidro, pode-se proceder ao encaminhamento dos cabos de sinal e de alimentação, recorrendo a pequenos suportes apropriados, com base autocolante, na porta e, seguidamente, recorrendo à caleira existente na união entre os paineis laterais e superior da capota, seguindo depois sob o forro do habitáculo e descendo junto do pilar "A", sendo que nesta última fase fica junto com o cabo do receptor de GPS.
Existe uma bifurcação na cablagem da câmara, sendo que um dos cabos se destina apenas a fornecer 12 volts e que pode ser ligado, por exemplo, ao farol de marcha atrás, o que significa que a câmara fica ligada quando este acende, ou a outro ponto de alimentação, com interruptor, de modo a que, se possa activar independentemente da mudança engrenada, o que pode facilitar algumas manobras.
sexta-feira, março 02, 2018
Land Rover Owners de Abril de 2018 já nas bancas
Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Abril de 2018 da Land Rover Owners International, com o protagonismo da capa a ir para os Defender TDCi, os últimos desta longa linhagem, com o motor 2.2 e a caixas de 6 velocidades, e que, por serem os mais recentes, têm uma grande procura, agora que a produção terminou.
O artigo acerca das sete décadas da marca, com a estrela, ou o modelo mais em destaque para cada década, que depende muito de gostos pessoais e da concorrência de então, é interessante, tal como aquele que descreve o restauro de um raro Serie 1 de apenas duas rodas motrizes, um modelo muito pouco conhecido, quase esquecido numa marca onde a tracção integral é predominante.
Na área técnica merece destaque a reparação de fugas nos injectores dos motores Td5, a protecção de um chassis contra a ferrugem e a instalação de um "snorkel", bem como a construção de um Defender 90 particularmente resistente, destinado a provas de todo o terreno, serão o destaque principal, mas a estas acrescem numerosas dicas para problemas comuns e cuja solução pode ser resumida em poucas linhas.
Expedições no Ártico russo, uma das zonas mais inóspitas do Mundo, mas também no Sussex, onde áreas inundadas alternam com troços secos mas escorregadios, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
O artigo acerca das sete décadas da marca, com a estrela, ou o modelo mais em destaque para cada década, que depende muito de gostos pessoais e da concorrência de então, é interessante, tal como aquele que descreve o restauro de um raro Serie 1 de apenas duas rodas motrizes, um modelo muito pouco conhecido, quase esquecido numa marca onde a tracção integral é predominante.
Na área técnica merece destaque a reparação de fugas nos injectores dos motores Td5, a protecção de um chassis contra a ferrugem e a instalação de um "snorkel", bem como a construção de um Defender 90 particularmente resistente, destinado a provas de todo o terreno, serão o destaque principal, mas a estas acrescem numerosas dicas para problemas comuns e cuja solução pode ser resumida em poucas linhas.
Expedições no Ártico russo, uma das zonas mais inóspitas do Mundo, mas também no Sussex, onde áreas inundadas alternam com troços secos mas escorregadios, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
quinta-feira, março 01, 2018
A câmara de marcha atrás do equipamento de navegação - 1ª parte
A montagem da câmara de marcha atrás na porta traseira do Defender, como forma de a colocar em posição central e no interior, obriga a construir um suporte adequado, que pode ter diversas configurações, mas que, forçosamente, tem que afastar o suporte incluído na câmara do vidro, sem o que a fixação é impossível.
Pode-se optar por furar a porta, colocando um simples espaçador, usar uma régua fixa no topo da porta ou tentar construir uma peça que permita ser fixa com fita de duas faces, como a fornecida pela 3M, sem que haja alterações definitivas, como furos, permitindo a remoção da câmara, algo que tende a ser comum caso o equipamento de navegação seja substituído.
Optamos por construir o suporte em plástico, com as peças cortadas de placas utilizadas habitualmente para modelismo, as quais são coladas entre sí com resina sintética de dois componentes, podendo-se finalizar com uma pintura preta ou da cor do veículo, o que torna o conjunto mais discreto.
O suporte que fabricamos tem uma altura de 80 milímetros, uma largura de 45, de modo a coincidir com o suporte original da câmara, e dois centímetros de profundidade, levando fita de duas faces no topo, que fica fixo na porta, na parte inferior, que assenta no vidro, e, como espaçador, sob o suporte original da câmara, que funciona igualmente como isolamento.
Pode-se optar por furar a porta, colocando um simples espaçador, usar uma régua fixa no topo da porta ou tentar construir uma peça que permita ser fixa com fita de duas faces, como a fornecida pela 3M, sem que haja alterações definitivas, como furos, permitindo a remoção da câmara, algo que tende a ser comum caso o equipamento de navegação seja substituído.
Optamos por construir o suporte em plástico, com as peças cortadas de placas utilizadas habitualmente para modelismo, as quais são coladas entre sí com resina sintética de dois componentes, podendo-se finalizar com uma pintura preta ou da cor do veículo, o que torna o conjunto mais discreto.
O suporte que fabricamos tem uma altura de 80 milímetros, uma largura de 45, de modo a coincidir com o suporte original da câmara, e dois centímetros de profundidade, levando fita de duas faces no topo, que fica fixo na porta, na parte inferior, que assenta no vidro, e, como espaçador, sob o suporte original da câmara, que funciona igualmente como isolamento.
quarta-feira, fevereiro 28, 2018
Falta de telefone impede pedido de socorro - 2ª parte
As propostas feitas por diversos operadores, que implicam mais serviços e custos acrescidos, não são, naturalmente, bem acolhidas por quem vive com dificuldade e dificilmente irá usufruir do pacote proposto, o que pode incluir numerosos canais de TV, eventualmente incompatíveis com os antigos aparelhos que possuem, ou um acesso à Internet, inútil para quem não dispõe de um dispositivo adequado ou os conhecimentos necessários.
Surge, portanto, a percepção de que os operadores tentam tirar partido de uma tragédia para substituir serviços pouco concorrenciais, que poderão implicar prejuízos de exploração, por um conjunto de novos serviços que, mesmo com desconto, não se adequam a uma população idosa e que resiste a mudanças, pretendendo, essencialmente, retornar ao cenário existente antes dos incêndios que lhes alteraram a vida.
Sendo um bem de primeira necessidade, equiparado a outros, como água ou electricidade, existe um fornecedor do serviço universal de comunicações, tendo a NOS vencido o contrato de concessão, o que levanta questões quanto à responsabilidade da Altice, apontada como a principal responsável pela indisponibilidade do serviço, mesmo tratando-se de clientes desta empresa.
Independentemente dos contornos jurídicos, que serão discutídos nas instâncias próprias, e onde o processo se poderá arrastar, é imperativo encontrar uma solução para a reposição do sistema de comunicações em toda a extensão do território nacional, não apenas pela falta de segurança que decorre da sua inexistência em diversas áreas, mas pelo bem estar que é devido às populações que, apesar das dificuldades, nelas residem.
Surge, portanto, a percepção de que os operadores tentam tirar partido de uma tragédia para substituir serviços pouco concorrenciais, que poderão implicar prejuízos de exploração, por um conjunto de novos serviços que, mesmo com desconto, não se adequam a uma população idosa e que resiste a mudanças, pretendendo, essencialmente, retornar ao cenário existente antes dos incêndios que lhes alteraram a vida.
Sendo um bem de primeira necessidade, equiparado a outros, como água ou electricidade, existe um fornecedor do serviço universal de comunicações, tendo a NOS vencido o contrato de concessão, o que levanta questões quanto à responsabilidade da Altice, apontada como a principal responsável pela indisponibilidade do serviço, mesmo tratando-se de clientes desta empresa.
Independentemente dos contornos jurídicos, que serão discutídos nas instâncias próprias, e onde o processo se poderá arrastar, é imperativo encontrar uma solução para a reposição do sistema de comunicações em toda a extensão do território nacional, não apenas pela falta de segurança que decorre da sua inexistência em diversas áreas, mas pelo bem estar que é devido às populações que, apesar das dificuldades, nelas residem.
terça-feira, fevereiro 27, 2018
Ainda a instalação da Comfast CF-926AC - 2ª parte
Aconselhamos a desactivar o modo de poupança de energia, não apenas na placa, mas também na configuração USB do próprio computador, por se verificado que, após ter passado por esse modo e durante um período variável, o desempenho é francamente inferior ao normal, podendo ser necessário desactivar e reactivar a conexão de modo a que estabeleça a ligação recorrendo aos protolos e frequências mais adequados.
Se o "router" permitir ligações via 802.11ac, naturalmente que deve ser selecionado este protocolo como prioritário, recorrendo ao 802.11n apenas quando a distância prejudique a conexão, situação em que a prioridade deve recair no protocolo mais antigo, com menor desempenho nominal, mas que se revela melhor quando a distância aumenta e as interferências são poucas.
Ambas as opções previamente mencionadas estão assinaladas nas imagens, sendo necessário aceder às configurações de "hardware" da placa de rede através do menus de configuração e de rede, sendo de manter nas restantes opções os valores estabelecidos pelo programa de configuração salvo se a persistência de algum problema obrigar a uma mudança que, sendo menos intuitiva do que as que descrevemos, pode implicar conhecimentos de informática um pouco mais aprofundados.
Quando comparado com as placas que substitui, as CF-926AC revelaram-se francamente mais rápidas, mesmo em condições difíceis, sendo muito menos vulneráveis a interferências, justificando bem um valor unitário que ronda a quinzena de Euros, caso adquiridas "online" na Ásia, onde o preço é francamente mais baixo do que o praticado entre nós, onde as placas que atingem os 1200 Mbps podem facilmente ultrapassar os 50 Euros.
Se o "router" permitir ligações via 802.11ac, naturalmente que deve ser selecionado este protocolo como prioritário, recorrendo ao 802.11n apenas quando a distância prejudique a conexão, situação em que a prioridade deve recair no protocolo mais antigo, com menor desempenho nominal, mas que se revela melhor quando a distância aumenta e as interferências são poucas.
Ambas as opções previamente mencionadas estão assinaladas nas imagens, sendo necessário aceder às configurações de "hardware" da placa de rede através do menus de configuração e de rede, sendo de manter nas restantes opções os valores estabelecidos pelo programa de configuração salvo se a persistência de algum problema obrigar a uma mudança que, sendo menos intuitiva do que as que descrevemos, pode implicar conhecimentos de informática um pouco mais aprofundados.
Quando comparado com as placas que substitui, as CF-926AC revelaram-se francamente mais rápidas, mesmo em condições difíceis, sendo muito menos vulneráveis a interferências, justificando bem um valor unitário que ronda a quinzena de Euros, caso adquiridas "online" na Ásia, onde o preço é francamente mais baixo do que o praticado entre nós, onde as placas que atingem os 1200 Mbps podem facilmente ultrapassar os 50 Euros.
segunda-feira, fevereiro 26, 2018
Falta de telefone impede pedido de socorro - 1ª parte
Passou quase meio ano após os incêndios que, em Outubro passado, devastaram grande parte do território nacional e, em vastas áreas, infraestruturas absolutamente essenciais, nomeadamente a nível de comunicações, não foram repostas, deixando as populações, sobretudo as mais idosas, particularmente vulneráveis.
Esta triste realidade permaneceu quase ignorada, inclusivé pelo poder político e pelas estruturas ligadas ao socorro até que surgiu a notícia de um falecimento resultante da impossibilidade de pedir socorro atempadamente, com o marido da vítima, já idoso, a deslocar-se dois quilómetros a pé para poder efectuar uma chamada telefónica.
Esta situação veio despertar o País para o que se passa em muitas zonas atingidas pelos fogos, onde as infraestruturas não foram repostas, com os diversos operadores a optar por soluções alternativas, nomeadamente à distribuição de telemóveis, em vez de proceder à dispendiosa reparação que permitiria repor a situação existente antes dos incêndios.
Não obstante a oferta por parte do operador de telemóveis, é inegável que os mais idosos sentem uma maior confiança nos telefones fixos, com que sempre lidaram e a cujo funcionamento se habituaram, sendo manifesto que desconfiam das novas tecnlogias, não apenas em termos de funcionalidade, mas também pelo receio de serem surpreendidos pelos preços das comunicações.
Esta triste realidade permaneceu quase ignorada, inclusivé pelo poder político e pelas estruturas ligadas ao socorro até que surgiu a notícia de um falecimento resultante da impossibilidade de pedir socorro atempadamente, com o marido da vítima, já idoso, a deslocar-se dois quilómetros a pé para poder efectuar uma chamada telefónica.
Esta situação veio despertar o País para o que se passa em muitas zonas atingidas pelos fogos, onde as infraestruturas não foram repostas, com os diversos operadores a optar por soluções alternativas, nomeadamente à distribuição de telemóveis, em vez de proceder à dispendiosa reparação que permitiria repor a situação existente antes dos incêndios.
Não obstante a oferta por parte do operador de telemóveis, é inegável que os mais idosos sentem uma maior confiança nos telefones fixos, com que sempre lidaram e a cujo funcionamento se habituaram, sendo manifesto que desconfiam das novas tecnlogias, não apenas em termos de funcionalidade, mas também pelo receio de serem surpreendidos pelos preços das comunicações.
domingo, fevereiro 25, 2018
Ainda a instalação da Comfast CF-926AC - 1ª parte
Após termos instalado algumas placas Comfast CF-926AC, com transmissão até aos 1.200 Mbps, consideramos que será de partilhar alguns detalhes que, ou não constam do manual, ou são menos intuitivos, começando por distinguir as duas versões desta mesma placa existentes no mercado.
A forma mais simples de determinar a versão das CF-926AC, se a primeira, se a segunda, é verificando se possuem uma dobradiça junto do conector USB, o que permite uma melhor orientação da placa, mas representa um factor de menor resistência e a torna propensa a uma mudança de posição caso haja um contacto físico.
Nas duas imagens que ilustram este texto este detalhe está devidamente assinalado, aconselhando-se a optar pela mais recente, denominada por "V2", que, sendo funcionalmente idêntica, nos parece efectivamente mais sólida, sendo que da existência desta dobradiça e da possibilidade de orientar a placa recorrendo a ela, nunca obtivemos nenhuma vantagem sensível.
Caso a instalação não se inicie automaticamente, deve-se recorrer ao explorador de ficheiros e verificar se a placa surge como um dispositivo de armazenamento USB, onde se pode encontrar um ficheiro de "Setup" que fará a instalação de todo o "software" necessário para a utilização como placa de rede, que ficará imediatamente utilizável, bastando conectá-la ao "router", eventualmente premindo o botão WPS deste.
A forma mais simples de determinar a versão das CF-926AC, se a primeira, se a segunda, é verificando se possuem uma dobradiça junto do conector USB, o que permite uma melhor orientação da placa, mas representa um factor de menor resistência e a torna propensa a uma mudança de posição caso haja um contacto físico.
Nas duas imagens que ilustram este texto este detalhe está devidamente assinalado, aconselhando-se a optar pela mais recente, denominada por "V2", que, sendo funcionalmente idêntica, nos parece efectivamente mais sólida, sendo que da existência desta dobradiça e da possibilidade de orientar a placa recorrendo a ela, nunca obtivemos nenhuma vantagem sensível.
Caso a instalação não se inicie automaticamente, deve-se recorrer ao explorador de ficheiros e verificar se a placa surge como um dispositivo de armazenamento USB, onde se pode encontrar um ficheiro de "Setup" que fará a instalação de todo o "software" necessário para a utilização como placa de rede, que ficará imediatamente utilizável, bastando conectá-la ao "router", eventualmente premindo o botão WPS deste.
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