É óbvio que estes preços são superiores aos de um simples serviço de correio ou de transportadora, com a diferença a pagar despesas administrativas e de funcionamento, como o armazenamento e envio, não oferecendo combinação de envios, o que poderia baixar o preço, pelo que, obviamente, estamos diante de um recurso para situações excepcionais.
Naturalmente, todo o processo de pagamento ao fornecedor do bem será o habitual, apenas com a excepção de os portes serem nacionais e não internacionais, e o tempo de entrega, por ser em duas etapas distintas, tenderá a ser superior, com uma primeira etapa doméstica, entre o fornecedor e a empresa de reencaminhamento, e a segunda internacional, desta para a morada final do cliente, com o acréscimo a corresponder à etapa inicial e tempo de reexpedição.
A selecção do serviço passa, naturalmente, pela análise das referências, sendo de pesquisar comentários e críticas em diversos "sites" antes de fazer uma escolha, optando sempre por quem ofereça segurança, a qual deve ser o factor prioritário, dado que num universo competitivo e face ao escasso número de vezes que, previsivelmente, usaremos este serviço, os preços tendem a equivaler-se.
Para situações em que o vendedor apenas envia para o Reino Unido, e na falta de alguém que possa auxiliar no processo de compra, o recurso a empresas que prestam serviços de reencaminhamento pode ser vantajoso, sobretudo no caso de pequenos objectos algo dispendiosos, cujo preço praticado entre nós ultrapasse de forma substancial os custos acrescidos no total dos portes.
sábado, março 10, 2018
sexta-feira, março 09, 2018
Auto-rádio modelo 1010BT - 1ª parte
O preço da tecnologia tem vindo a diminuir, com especial ênfase para equipamentos electrónicos onde os componentes mecânicos sejam reduzidos, o que facilita em muito a produção em série e dispensa materiais caros, sendo disto exemplo os auto-rádios que já não possuem leitores de CD nem paineis amovíveis, resultando num único bloco, quase sem peças móveis para além dos comandos.
O auto-rádio 1010BT, de 1 DIN, é exemplo deste tipo de equipamentos, possuindo as funcionalidades básicas, como a leitura de cartões de memória e "pens" USB, ligação via "bluetooth", conector AUX para ligação por cabo a dispositivos e ligações ISO na rectaguarda, o que facilita a instalação.
De cor negra, mais discreto do que a maioria dos rádios feitos na Ásia, com um écran iluminado de boas dimensões que oferece boa visibilidade, o aspecto revela alguma qualidade, e os comandos respondem bem, sejam os do próprio rádio, sejam os do controle remoto.
O rádio opera nas frequências FM típicas, entre os 87.5 e os 108 MHz, tem uma sensibilidade de 12dB, frequência I.F. de 10.7 MHz, uma potência máxima de saída de 4 x 45 W, permite guardar em memória as estações favoritas, com a frequência mais baixa a permitir o emparelhamento com outros equipamentos, como dispositivos de navegação que não possuam sistema de som autónomo.
O auto-rádio 1010BT, de 1 DIN, é exemplo deste tipo de equipamentos, possuindo as funcionalidades básicas, como a leitura de cartões de memória e "pens" USB, ligação via "bluetooth", conector AUX para ligação por cabo a dispositivos e ligações ISO na rectaguarda, o que facilita a instalação.
De cor negra, mais discreto do que a maioria dos rádios feitos na Ásia, com um écran iluminado de boas dimensões que oferece boa visibilidade, o aspecto revela alguma qualidade, e os comandos respondem bem, sejam os do próprio rádio, sejam os do controle remoto.
O rádio opera nas frequências FM típicas, entre os 87.5 e os 108 MHz, tem uma sensibilidade de 12dB, frequência I.F. de 10.7 MHz, uma potência máxima de saída de 4 x 45 W, permite guardar em memória as estações favoritas, com a frequência mais baixa a permitir o emparelhamento com outros equipamentos, como dispositivos de navegação que não possuam sistema de som autónomo.
quinta-feira, março 08, 2018
O outro lado dos fogos - 1ª parte
Uma das consequências expectáveis, ou, mais correctamente, inevitáveis, resultantes dos incêndios destes últimos meses era o aluimento de terras, com os desprendimentos a ocorrerem com maior frequência após a queda de chuva mais prolongada que se verificou nos últimos dias.
Sendo absolutamente essencial, a queda de chuva tem efeitos secundários que se podem revelar perigosos, não apenas pela possibilidade de provocar deslizamentos de terras quando atinge áreas devastadas pelos fogos, mas também por potenciar o crescimento rápido e desordenado de vegetação que irá cobrir os solos no próximo Verão, facilitando a propagação das chamas.
E esta última consequência apenas poderá ter impacto dentro de alguns meses, os efeitos da primeira já começam a ser visíveis, não tendo sido necessário um Inverno chuvoso, bastando a escassa chuva sentida até hoje, para que se verifiquem deslizamentos de terras nas zonas mais afectadas pelas chamas neste último Verão.
Sem as árvores e a vegetação mais rasteira que a sustenta, com o peso acrescido da águas das chuvas, são diversas as situações em que as terras se soltaram, deslizando ao longo de taludes, acabando por obstruir vias, sendo a situação mais divulgada a que ocorreu na Linha do Norte e atingiu uma composição, felizmente sem causar vítimas, mas bloqueando a circulação ferroviária.
Sendo absolutamente essencial, a queda de chuva tem efeitos secundários que se podem revelar perigosos, não apenas pela possibilidade de provocar deslizamentos de terras quando atinge áreas devastadas pelos fogos, mas também por potenciar o crescimento rápido e desordenado de vegetação que irá cobrir os solos no próximo Verão, facilitando a propagação das chamas.
E esta última consequência apenas poderá ter impacto dentro de alguns meses, os efeitos da primeira já começam a ser visíveis, não tendo sido necessário um Inverno chuvoso, bastando a escassa chuva sentida até hoje, para que se verifiquem deslizamentos de terras nas zonas mais afectadas pelas chamas neste último Verão.
Sem as árvores e a vegetação mais rasteira que a sustenta, com o peso acrescido da águas das chuvas, são diversas as situações em que as terras se soltaram, deslizando ao longo de taludes, acabando por obstruir vias, sendo a situação mais divulgada a que ocorreu na Linha do Norte e atingiu uma composição, felizmente sem causar vítimas, mas bloqueando a circulação ferroviária.
quarta-feira, março 07, 2018
"ECall" chega em Abril
Desde 2005 que a Comissão Europeia pretendia que todos os novos automóveis dispusessem do "ECall" ou "Emergency Call", um sistema que permite enviar alertas em caso de acidente, estando agora previsto que tal suceda a partir de Abril deste ano, altura em que o sistema deve, finalmente, estar operacional.
Questões ligadas aos custos, seja para os construtores de viaturas, seja a nível de implementação das infraestruturas, relativas à própria privacidade, suporte de redes de comunicações, entre outras, levaram a adiamentos sucessivos que agora terminam, com um conjunto cada vez maior de países a aderir.
O "ECall" inclui um receptor de GPS, destinado a enviar a localização, um módulo de comunicações, que pode ser activado automaticamente, manualmente, ou por iniciativa do centro de gestão de emergência, permitindo conversação em modo de alta voz, tendo funcionalidades muito semelhantes às dos localizadores que tantas vezes descrevemos, acrescendo o sistema automatizado activado em caso de acidente.
A União Europeia espera reduzir o número de vítimas de acidentes rodoviários em 2.000, como consequência de um socorro mais rápido, mas é óbvio que o "ECall", só por sí, apenas permite uma activação de meios mais rápida, não soluciona problemas inerentes ao próprio socorro, seja em termos de meios, seja a nível de organização e das próprias infraestruturas de acesso, pelo que é apenas parte de uma solução que, pare se efectiva, implica melhoramentos em muitas outras vertentes.
Questões ligadas aos custos, seja para os construtores de viaturas, seja a nível de implementação das infraestruturas, relativas à própria privacidade, suporte de redes de comunicações, entre outras, levaram a adiamentos sucessivos que agora terminam, com um conjunto cada vez maior de países a aderir.
O "ECall" inclui um receptor de GPS, destinado a enviar a localização, um módulo de comunicações, que pode ser activado automaticamente, manualmente, ou por iniciativa do centro de gestão de emergência, permitindo conversação em modo de alta voz, tendo funcionalidades muito semelhantes às dos localizadores que tantas vezes descrevemos, acrescendo o sistema automatizado activado em caso de acidente.
A União Europeia espera reduzir o número de vítimas de acidentes rodoviários em 2.000, como consequência de um socorro mais rápido, mas é óbvio que o "ECall", só por sí, apenas permite uma activação de meios mais rápida, não soluciona problemas inerentes ao próprio socorro, seja em termos de meios, seja a nível de organização e das próprias infraestruturas de acesso, pelo que é apenas parte de uma solução que, pare se efectiva, implica melhoramentos em muitas outras vertentes.
terça-feira, março 06, 2018
A câmara de marcha atrás do equipamento de navegação - 3ª parte
Este cabo de alimentação revela-se demasiadamente curto para a maioria das soluções dentro de um Defender, tendo sido pensado para outros modelos de veículos, sendo necessário prolongá-lo, pelo que será de adquirir alguns metros de cabo para o seu prolongamento, e, caso a opção seja por uma união, ao invez de soldar, esta também deve estar disponível na altura da instalação.
Para além da preferência de cada proprietário, também a existência de cablagem e interruptores disponíveis pode ser relevante na tomada de uma decisão, sendo que ambas as opções mencionadas têm vantagens e desvantagens inerentes à facilidade de utilização de um sistema automático ou da selectividade presente numa solução manual, as quais são personificadas pela ligação ao farol de marcha atrás ou via interruptor.
Naturalmente, existem diversas formas de construir um suporte para este tipo de câmara que, para ser utilizada em marcha atrás, deve ser devidamente centrada, sob pena de induzir em erro o condutor quando recorra às imagens para efectuar este tipo de manobra, pelo que a opção de a colocar junto da luz de marcha atrás, junto dos faróis, na lateral, não será minimamente aconselhável.
A nossa opção foi por materias leves, uma instalação simples, que não implique modificações definitivas, e o accionamento da câmara através de um interruptor, o mesmo que anteriormente activava o farol de trabalho, removido por questões legais, sendo uma das muitas possibilidades existentes, mas que esperamos sirva de inspiração a quem efectuar um trabalho semelhante caso pretenda instalar uma solução de navegação com câmara de marcha atrás num Defender.
Para além da preferência de cada proprietário, também a existência de cablagem e interruptores disponíveis pode ser relevante na tomada de uma decisão, sendo que ambas as opções mencionadas têm vantagens e desvantagens inerentes à facilidade de utilização de um sistema automático ou da selectividade presente numa solução manual, as quais são personificadas pela ligação ao farol de marcha atrás ou via interruptor.
Naturalmente, existem diversas formas de construir um suporte para este tipo de câmara que, para ser utilizada em marcha atrás, deve ser devidamente centrada, sob pena de induzir em erro o condutor quando recorra às imagens para efectuar este tipo de manobra, pelo que a opção de a colocar junto da luz de marcha atrás, junto dos faróis, na lateral, não será minimamente aconselhável.
A nossa opção foi por materias leves, uma instalação simples, que não implique modificações definitivas, e o accionamento da câmara através de um interruptor, o mesmo que anteriormente activava o farol de trabalho, removido por questões legais, sendo uma das muitas possibilidades existentes, mas que esperamos sirva de inspiração a quem efectuar um trabalho semelhante caso pretenda instalar uma solução de navegação com câmara de marcha atrás num Defender.
segunda-feira, março 05, 2018
Falta de telefone impede pedido de socorro - 3ª parte
Entendemos que repor a situação anterior será dispensiosa e penalizadora face aos custos envolvidos e ao escasso número de utilizadores, mas é inegável que tem que ser disponibilizada uma solução adequada, que inspire confiança, seja de utilização simples e tenha a fiabilidade necessária para gerar confiança.
O recurso a telefones fixos, tal como pedido, poderá ser pouco adequado aos dias de hoje, com as cablagens a ficarem vulneráveis em caso de incêndio, mas uma ligação física até a um sistema de transmissão por ondas rádio, como uma antena de telecomunicações, pode resultar num equilíbrio entre o pretendido pelos residentes e as opções ao alcance dos operadores, oferecendo o serviço pretendido sem custos excessivos.
Independentemente da solução técnica, o reestabelecimento das comunicações e, através destas, o aumento da segurança das populações, é imperativo e urgente, não sendo aceitável o prolongar de uma situação que coloca em risco quem vive em locais isolados e cujos contornos viola obrigações básicas por parte do Estado, obrigado a proteger os seus cidadãos, mesmo que para tal haja intermediação de serviços prestados por terceiros.
Quase meio ano após os incêndios de Outubro, a subsistência de áreas do território nacional sem um conjunto de infraestruturas básicas é inaceitável, representa a mesma falência do Estado que demonstrou ser incapaz de proteger as populações dos fogos que consumiram o País e que, uma vez reduzida a pressão mediática, rapidamente esqueceu o sucedido, esperando que no próximo Verão, após a devastação de 2017, a área ardida seja escassa e os números ilusoriamente confundidos com o sucesso de quem nada fez.
O recurso a telefones fixos, tal como pedido, poderá ser pouco adequado aos dias de hoje, com as cablagens a ficarem vulneráveis em caso de incêndio, mas uma ligação física até a um sistema de transmissão por ondas rádio, como uma antena de telecomunicações, pode resultar num equilíbrio entre o pretendido pelos residentes e as opções ao alcance dos operadores, oferecendo o serviço pretendido sem custos excessivos.
Independentemente da solução técnica, o reestabelecimento das comunicações e, através destas, o aumento da segurança das populações, é imperativo e urgente, não sendo aceitável o prolongar de uma situação que coloca em risco quem vive em locais isolados e cujos contornos viola obrigações básicas por parte do Estado, obrigado a proteger os seus cidadãos, mesmo que para tal haja intermediação de serviços prestados por terceiros.
Quase meio ano após os incêndios de Outubro, a subsistência de áreas do território nacional sem um conjunto de infraestruturas básicas é inaceitável, representa a mesma falência do Estado que demonstrou ser incapaz de proteger as populações dos fogos que consumiram o País e que, uma vez reduzida a pressão mediática, rapidamente esqueceu o sucedido, esperando que no próximo Verão, após a devastação de 2017, a área ardida seja escassa e os números ilusoriamente confundidos com o sucesso de quem nada fez.
domingo, março 04, 2018
Reencaminhamentos via Forward2me - 1ª parte
Nem todos os vendedores baseados no Reino Unido enviam para o exterior, e essa situação poderá agravar-se com o "Brexit", altura em que a obrigatoriedade de inspecção aduaneira, e eventual tributação, aumentará desconfianças e, quase certamente, elevará o número dos que optam apenas pelo mercado interno.
Já abordamos algumas possibilidades, tendo decidido experimentar uma empresa, concretamente a Forward2me, efectuando a muito simples inscrição, que passa pelo preenchimento de um formulário simples, após o que é recebido no correio electrónico uma morada de envio sedeada no Reino Unido, para onde poderão ser efectuados envios.
Todo este processo é inteiramente gratuito e extremamente rápido, bastando as habituais confirmações da validade do endereço de correio electrónico, com o "site" a fornecer as informações mais relevantes para o processo, dispondo de um serviço de suporte para dúvidas que possam surgir quando se utiliza pela primeira vez uma empresa deste tipo.
Simulamos um envio de um objecto com 30 x 20 x 10 centímetros e um quilo de peso, obtendo valores para o serviço de reenvio para Portugal que começam perto da quinzena de Euros, para correio normal, não registado, ficando perto dos 25 caso se pretenda um serviço mais rápido e com registo, numa multiplicidade de opções que incluem diversos operadores de correio expresso.
Já abordamos algumas possibilidades, tendo decidido experimentar uma empresa, concretamente a Forward2me, efectuando a muito simples inscrição, que passa pelo preenchimento de um formulário simples, após o que é recebido no correio electrónico uma morada de envio sedeada no Reino Unido, para onde poderão ser efectuados envios.
Todo este processo é inteiramente gratuito e extremamente rápido, bastando as habituais confirmações da validade do endereço de correio electrónico, com o "site" a fornecer as informações mais relevantes para o processo, dispondo de um serviço de suporte para dúvidas que possam surgir quando se utiliza pela primeira vez uma empresa deste tipo.
Simulamos um envio de um objecto com 30 x 20 x 10 centímetros e um quilo de peso, obtendo valores para o serviço de reenvio para Portugal que começam perto da quinzena de Euros, para correio normal, não registado, ficando perto dos 25 caso se pretenda um serviço mais rápido e com registo, numa multiplicidade de opções que incluem diversos operadores de correio expresso.
sábado, março 03, 2018
A câmara de marcha atrás do equipamento de navegação - 2ª parte
Convém colocar as fitas de duas faces nos respectivos lugares antes da pintura, sendo de aparafusar o suporte original, com dois parafusos, anilhas e porcas, em vez de proceder à colagem com a fita que possuem, sendo esta visível na foto por não suportar a tinta que utilizamos, ficando, portanto, em branco.
Será também de verificar os vários alinhamentos e o ângulo da câmara, o que é feito torcendo o suporte desta, feito em metal, antes de colar o suporte no seu local definitivo, sendo de ter o cuidado de limpar cuidadosamente, evitando que poeira ou gorduras resultem numa menor eficácia da cola incluída na fita.
Após pressionar fortemente o suporte contra a porta e o vidro, pode-se proceder ao encaminhamento dos cabos de sinal e de alimentação, recorrendo a pequenos suportes apropriados, com base autocolante, na porta e, seguidamente, recorrendo à caleira existente na união entre os paineis laterais e superior da capota, seguindo depois sob o forro do habitáculo e descendo junto do pilar "A", sendo que nesta última fase fica junto com o cabo do receptor de GPS.
Existe uma bifurcação na cablagem da câmara, sendo que um dos cabos se destina apenas a fornecer 12 volts e que pode ser ligado, por exemplo, ao farol de marcha atrás, o que significa que a câmara fica ligada quando este acende, ou a outro ponto de alimentação, com interruptor, de modo a que, se possa activar independentemente da mudança engrenada, o que pode facilitar algumas manobras.
Será também de verificar os vários alinhamentos e o ângulo da câmara, o que é feito torcendo o suporte desta, feito em metal, antes de colar o suporte no seu local definitivo, sendo de ter o cuidado de limpar cuidadosamente, evitando que poeira ou gorduras resultem numa menor eficácia da cola incluída na fita.
Após pressionar fortemente o suporte contra a porta e o vidro, pode-se proceder ao encaminhamento dos cabos de sinal e de alimentação, recorrendo a pequenos suportes apropriados, com base autocolante, na porta e, seguidamente, recorrendo à caleira existente na união entre os paineis laterais e superior da capota, seguindo depois sob o forro do habitáculo e descendo junto do pilar "A", sendo que nesta última fase fica junto com o cabo do receptor de GPS.
Existe uma bifurcação na cablagem da câmara, sendo que um dos cabos se destina apenas a fornecer 12 volts e que pode ser ligado, por exemplo, ao farol de marcha atrás, o que significa que a câmara fica ligada quando este acende, ou a outro ponto de alimentação, com interruptor, de modo a que, se possa activar independentemente da mudança engrenada, o que pode facilitar algumas manobras.
sexta-feira, março 02, 2018
Land Rover Owners de Abril de 2018 já nas bancas
Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Abril de 2018 da Land Rover Owners International, com o protagonismo da capa a ir para os Defender TDCi, os últimos desta longa linhagem, com o motor 2.2 e a caixas de 6 velocidades, e que, por serem os mais recentes, têm uma grande procura, agora que a produção terminou.
O artigo acerca das sete décadas da marca, com a estrela, ou o modelo mais em destaque para cada década, que depende muito de gostos pessoais e da concorrência de então, é interessante, tal como aquele que descreve o restauro de um raro Serie 1 de apenas duas rodas motrizes, um modelo muito pouco conhecido, quase esquecido numa marca onde a tracção integral é predominante.
Na área técnica merece destaque a reparação de fugas nos injectores dos motores Td5, a protecção de um chassis contra a ferrugem e a instalação de um "snorkel", bem como a construção de um Defender 90 particularmente resistente, destinado a provas de todo o terreno, serão o destaque principal, mas a estas acrescem numerosas dicas para problemas comuns e cuja solução pode ser resumida em poucas linhas.
Expedições no Ártico russo, uma das zonas mais inóspitas do Mundo, mas também no Sussex, onde áreas inundadas alternam com troços secos mas escorregadios, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
O artigo acerca das sete décadas da marca, com a estrela, ou o modelo mais em destaque para cada década, que depende muito de gostos pessoais e da concorrência de então, é interessante, tal como aquele que descreve o restauro de um raro Serie 1 de apenas duas rodas motrizes, um modelo muito pouco conhecido, quase esquecido numa marca onde a tracção integral é predominante.
Na área técnica merece destaque a reparação de fugas nos injectores dos motores Td5, a protecção de um chassis contra a ferrugem e a instalação de um "snorkel", bem como a construção de um Defender 90 particularmente resistente, destinado a provas de todo o terreno, serão o destaque principal, mas a estas acrescem numerosas dicas para problemas comuns e cuja solução pode ser resumida em poucas linhas.
Expedições no Ártico russo, uma das zonas mais inóspitas do Mundo, mas também no Sussex, onde áreas inundadas alternam com troços secos mas escorregadios, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
quinta-feira, março 01, 2018
A câmara de marcha atrás do equipamento de navegação - 1ª parte
A montagem da câmara de marcha atrás na porta traseira do Defender, como forma de a colocar em posição central e no interior, obriga a construir um suporte adequado, que pode ter diversas configurações, mas que, forçosamente, tem que afastar o suporte incluído na câmara do vidro, sem o que a fixação é impossível.
Pode-se optar por furar a porta, colocando um simples espaçador, usar uma régua fixa no topo da porta ou tentar construir uma peça que permita ser fixa com fita de duas faces, como a fornecida pela 3M, sem que haja alterações definitivas, como furos, permitindo a remoção da câmara, algo que tende a ser comum caso o equipamento de navegação seja substituído.
Optamos por construir o suporte em plástico, com as peças cortadas de placas utilizadas habitualmente para modelismo, as quais são coladas entre sí com resina sintética de dois componentes, podendo-se finalizar com uma pintura preta ou da cor do veículo, o que torna o conjunto mais discreto.
O suporte que fabricamos tem uma altura de 80 milímetros, uma largura de 45, de modo a coincidir com o suporte original da câmara, e dois centímetros de profundidade, levando fita de duas faces no topo, que fica fixo na porta, na parte inferior, que assenta no vidro, e, como espaçador, sob o suporte original da câmara, que funciona igualmente como isolamento.
Pode-se optar por furar a porta, colocando um simples espaçador, usar uma régua fixa no topo da porta ou tentar construir uma peça que permita ser fixa com fita de duas faces, como a fornecida pela 3M, sem que haja alterações definitivas, como furos, permitindo a remoção da câmara, algo que tende a ser comum caso o equipamento de navegação seja substituído.
Optamos por construir o suporte em plástico, com as peças cortadas de placas utilizadas habitualmente para modelismo, as quais são coladas entre sí com resina sintética de dois componentes, podendo-se finalizar com uma pintura preta ou da cor do veículo, o que torna o conjunto mais discreto.
O suporte que fabricamos tem uma altura de 80 milímetros, uma largura de 45, de modo a coincidir com o suporte original da câmara, e dois centímetros de profundidade, levando fita de duas faces no topo, que fica fixo na porta, na parte inferior, que assenta no vidro, e, como espaçador, sob o suporte original da câmara, que funciona igualmente como isolamento.
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