Ainda com muito pouca, virtualmente nenhuma informação, começam a surgir as fotos, ainda disfarçadas, do que poderá vir a ser o novo Defender, tendo a Land Rover optado por uma configuração completamente diferente do seu antecessor, muito em linha com a actual produção da marca.
É de notar que, por razões técnicas, o anterior modelo de Defender dificilmente poderia continuar em produção, enfermando de diversos problemas a nível de segurança e de um método de fabrico incompatível com as exigências actuais, mas a opção da Land Rover por algo que se parece aproximar mais dos modelos em produção, como os recentes Discovery, do que do seu rústico antecessor, mesmo que modernizado, será polémica e desagradará a muitos.
Embora ainda falte algum tempo para o lançamento, e portanto muito ainda pode ser mudado, desde que tal não comprometa a estrutura básica e os principais componentes, tudo aponta para um veículo que perde a modularidade do anterior Defender, e cuja configuração não permite o mesmo tipo de adaptações, sobretudo aquelas que eram efectuadas por preparadores independentes, que transformavam o modelo base num veículo adequado às mais diversas funções.
Tendo em conta as cópias feitas na China de alguns modelos recentes da Land Rover, é certo que as formas finais do novo Defender serão ocultadas até ao limite do possível, esperando-se que algumas das característica do modelo anterior que eram mais queridas aos seus proprietários e admiradores possam ser mantidas, e que o lançamento do novo modelo resulte numa agradável surpresa, ultrapassando as críticas feitas a algumas propostas anteriores, como o DC100, cuja receptividade foi fraca.
terça-feira, outubro 09, 2018
segunda-feira, outubro 08, 2018
Acusar o mexilhão - 3ª parte
Todos conhecemos casos onde subalternos, directamente responsáveis por uma tarefa, mas sem recursos, disponibilidade, formação ou competência não desempenharam adequadamente, ou de todo, as respectivas funções, tendo sido acusados por uma falta e, posteriormente, ilibados pela impossibilidade prática de realizar as tarefas que lhes incumbiram, no termo de um processo complexo e cujo desfecho leva à revolta da opinião pública.
Acusar apenas quem está no terreno ou em estruturas locais e intermédias, sem ter em conta que estes dependem organica e funcionalmente de um conjunto de decisores a nível superior, é uma das formas mais conhecidas, e eficazes, de ilibar os verdadeiros culpados, inclusivé a nível da responsabilidade civil imputável a organizações ou empresas, que assim são dispensadas do pagamento de indemnizações, facto tanto mais grave quanto da não observância de algumas regras obrigatórias pode resultar um substancial aumento de lucros.
Naturalmente, a dependência hierárquica ou questões organizacionais ou conjunturais não ilibam ninguém relativamente às suas acções individuais, podendo apenas atenuá-las, restringindo a responsabilidade à sua esfera de autonomia, capacidade decisional e à visão que tem da realidade, que pode ser francamente parcial ou limitada em função das informações disponíveis e da interpretação destas numa situação de tensão, onde o tempo para uma avaliação mais profunda é inexistente.
Ao contrário do que alguns manifestam, não podemos deixar de aceitar que responsáveis operacionais sejam acusados, sempre que das suas acções, decisões ou omissões, tomadas no âmbito das funções que aceitaram desempenhar, tenham errado, de forma culposa, mas que tal não seja uma forma de ilibar a estrutura hierárquica, sendo que o facto de alguém, com responsabilidade ou culpa, não ser acusado, não pode justificar que outros, nas mesmas condições, não o sejam.
Acusar apenas quem está no terreno ou em estruturas locais e intermédias, sem ter em conta que estes dependem organica e funcionalmente de um conjunto de decisores a nível superior, é uma das formas mais conhecidas, e eficazes, de ilibar os verdadeiros culpados, inclusivé a nível da responsabilidade civil imputável a organizações ou empresas, que assim são dispensadas do pagamento de indemnizações, facto tanto mais grave quanto da não observância de algumas regras obrigatórias pode resultar um substancial aumento de lucros.
Naturalmente, a dependência hierárquica ou questões organizacionais ou conjunturais não ilibam ninguém relativamente às suas acções individuais, podendo apenas atenuá-las, restringindo a responsabilidade à sua esfera de autonomia, capacidade decisional e à visão que tem da realidade, que pode ser francamente parcial ou limitada em função das informações disponíveis e da interpretação destas numa situação de tensão, onde o tempo para uma avaliação mais profunda é inexistente.
Ao contrário do que alguns manifestam, não podemos deixar de aceitar que responsáveis operacionais sejam acusados, sempre que das suas acções, decisões ou omissões, tomadas no âmbito das funções que aceitaram desempenhar, tenham errado, de forma culposa, mas que tal não seja uma forma de ilibar a estrutura hierárquica, sendo que o facto de alguém, com responsabilidade ou culpa, não ser acusado, não pode justificar que outros, nas mesmas condições, não o sejam.
domingo, outubro 07, 2018
Mais de 500 incêndios desde o início de Outubro - 1ª parte
Com mais de 580 incêndios desde o dia 01 de Outubro até ao Sábado, dia 06, o número mais elevado dos últimos 10 anos, muitos, inclusivé a Protecção Civil, consideram estamos diante de uma situação anormal ou excepcional, mantendo-se o período crítico de incêndios, no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta contra Incêndio, até ao próximo dia 15 de Outubro.
O tempo quente e seco, que se pode considerar como um Verão prolongado, que se verifica em Outubro surge, cada vez mais, como algo de natural, resultante das alterações climáticas, com o exemplo do ano anterior a demonstrar que, mesmo até finais do mês, as condições podem continuar a propiciar a existência de incêndios, sendo de esperar que as restrições agora em vigor sejam novamente prolongadas.
Não obstante o elevado número de ocorrências, a gravidade destas, patente na extensão devastada, surge como menos preocupante, algo que seria previsível face à área ardida no ano anterior, com extensas áreas queimadas a, muitas vezes, confinar os fogos, impedindo ou condicionando a sua propagação.
Naturalmente, existem algumas excepções, seja pela extensão, seja pela complexidade ou localização, como acontece com o incêndio que lavra na zona do palácio da Peninha, em Sintra, na altura em que este texto será publicado, mas este tipo de ocorrência representa a excepção, podendo, no entanto, e só por sí, ter um maior impacto do que um largo número de ocorrências de menores dimensões ou em locais mais remotos, o que diminui a sua exposição mediática.
O tempo quente e seco, que se pode considerar como um Verão prolongado, que se verifica em Outubro surge, cada vez mais, como algo de natural, resultante das alterações climáticas, com o exemplo do ano anterior a demonstrar que, mesmo até finais do mês, as condições podem continuar a propiciar a existência de incêndios, sendo de esperar que as restrições agora em vigor sejam novamente prolongadas.
Não obstante o elevado número de ocorrências, a gravidade destas, patente na extensão devastada, surge como menos preocupante, algo que seria previsível face à área ardida no ano anterior, com extensas áreas queimadas a, muitas vezes, confinar os fogos, impedindo ou condicionando a sua propagação.
Naturalmente, existem algumas excepções, seja pela extensão, seja pela complexidade ou localização, como acontece com o incêndio que lavra na zona do palácio da Peninha, em Sintra, na altura em que este texto será publicado, mas este tipo de ocorrência representa a excepção, podendo, no entanto, e só por sí, ter um maior impacto do que um largo número de ocorrências de menores dimensões ou em locais mais remotos, o que diminui a sua exposição mediática.
sábado, outubro 06, 2018
Craveira digital
Muito úteis, por vezes essenciais, em diversos trabalhos onde a precisão das medições seja determinante, as craveiras digitais encontram-se actualmente a valores bastante acessíveis, podendo-se adquirir um exemplar por menos de 3 Euros, incluindo portes a partir da Ásia, um preço que mais que justifica a sua aquisição.
O modelo proposto tem um écran LCD, operando graças a uma bateria LR44, incluída, e mede com precisão entre os 0 e os 150 milímetros, com uma resolução de 0.1 mm, repetição de medidas com a mesma margem e erro máximo de 0.2 mm, com uma velocidade de medição máxima de 1 metro por segundo.
O zero pode ser colocado em qualquer posição da escala, as unidades podem ser configuradas para milímetros ou polegadas, e o visor permite leituras claras e fáceis, podendo ser usada dentro ou fora do objecto a medir, o que flexibiliza o seu uso, compatibilizando-a com os mais variados objectos.
Com 250 x 80 x 15 milímetros, capacidade para operar até 1 ano, em modo contínuo, ou 3 em operação ocasional, este tipo de craveira digital, que os ingleses designam por "digital calliper", é um modelo de entrada, de baixa gama, com um preço muito acessível, destinado essencialmente a amadores, existindo modelos, francamente mais dispendiosos, com precisão muito superior, pensadas par o uso profissional.
O modelo proposto tem um écran LCD, operando graças a uma bateria LR44, incluída, e mede com precisão entre os 0 e os 150 milímetros, com uma resolução de 0.1 mm, repetição de medidas com a mesma margem e erro máximo de 0.2 mm, com uma velocidade de medição máxima de 1 metro por segundo.
O zero pode ser colocado em qualquer posição da escala, as unidades podem ser configuradas para milímetros ou polegadas, e o visor permite leituras claras e fáceis, podendo ser usada dentro ou fora do objecto a medir, o que flexibiliza o seu uso, compatibilizando-a com os mais variados objectos.
Com 250 x 80 x 15 milímetros, capacidade para operar até 1 ano, em modo contínuo, ou 3 em operação ocasional, este tipo de craveira digital, que os ingleses designam por "digital calliper", é um modelo de entrada, de baixa gama, com um preço muito acessível, destinado essencialmente a amadores, existindo modelos, francamente mais dispendiosos, com precisão muito superior, pensadas par o uso profissional.
sexta-feira, outubro 05, 2018
Destruição de dados na actualização do Windows 10 para a versão 1809
Tem-se verificado que a última actualização do Windows 10, para a versão 1809, apaga ficheiros dos utilizadores, sem que tal se deva a falta de espaço, incompatibilidade com o equipamento, erro de procedimentos ou outros imputáveis a causas externas, sucedendo com versões genuínas, devidamente licenciadas e activadas do sistema operativo, e com todas as actualizações anteriores instaladas.
Tal ocorrer durante o processo de instalação e antes de o equipamento se reiniciar, pelo que suspender a actualização nesta fase, para efectuar cópias de segurança, é inútil, sendo afectados, pelas experiências que efectuamos, as pastas de documentos e de imagens, mantendo-se as de vídeos e de música intactas.
Depois de terminado o processo, a possibilidade de estas duas pastas estarem vazias é elevada, pelo que aconselhamos a efectuar cópias de segurança e configurar a conexão como "metered" ou com dados pagos, de modo a que apenas as actualizações de segurança sejam efectuadas automaticamente, suspendendo assim a transição para a versão 1809, que poderá passar a ser automatizada em breve, com as consequências que agora descrevemos
Este tipo de erro por parte da Microsoft é absolutamente inaceitável, e o facto de os utilizadores serem aconselhados a efectuar cópias de segurança em nada diminui a responsabilidade da empresa, pelo que esperamos uma reacção oficial, o assumir do erro e o ressarcir os utilizadores prejudicados por uma falha que reputamos de vergonhosa.
Tal ocorrer durante o processo de instalação e antes de o equipamento se reiniciar, pelo que suspender a actualização nesta fase, para efectuar cópias de segurança, é inútil, sendo afectados, pelas experiências que efectuamos, as pastas de documentos e de imagens, mantendo-se as de vídeos e de música intactas.
Depois de terminado o processo, a possibilidade de estas duas pastas estarem vazias é elevada, pelo que aconselhamos a efectuar cópias de segurança e configurar a conexão como "metered" ou com dados pagos, de modo a que apenas as actualizações de segurança sejam efectuadas automaticamente, suspendendo assim a transição para a versão 1809, que poderá passar a ser automatizada em breve, com as consequências que agora descrevemos
Este tipo de erro por parte da Microsoft é absolutamente inaceitável, e o facto de os utilizadores serem aconselhados a efectuar cópias de segurança em nada diminui a responsabilidade da empresa, pelo que esperamos uma reacção oficial, o assumir do erro e o ressarcir os utilizadores prejudicados por uma falha que reputamos de vergonhosa.
quinta-feira, outubro 04, 2018
"Update" para a versão 1809 do Windows 10 já disponível
A partir de agora, quem, a partir de um equipamento elegível para o efeito, recorrer ao sistema de actualização do Windows 10, irá receber o "update" 1809, a grande actualização que implementa novas funcionalidades e que está previsto para chegar, de forma automática, a partir da próxima terça-feira, dia 10 de Outubro.
Naturalmente, por enquanto, esta actualização não aparecerá durante as actualizações de rotina, pelo que, caso se pretenda a sua instalação, que demora bastante mais do que um "update" mensal, será necessário forçar a operação, estando sempre consciente de que, dependendo da versão exacta do sistema operativo e do desempenho do equipamento, a operação poderá demorar largos minutos, podendo passar de uma hora nalguns casos.
Esta actualização, que efectivamente substitui o sistema operativo, implementa um conjunto de novas funcionalidades, que mencionamos previamente, algumas das quais serão facilmente visíveis, como alterações nos menus ou o tema escuro do explorador de ficheiros, enquanto outras serão a nível de melhoramentos, como no caso do "Edge" e algumas em termos de novas funções em programas existentes, muitas das quais irão passar desapercebidas à maioria dos utilizadores.
Inevitavelmente, a actualização para a versão 1809 chegará a todos os computadores elegíveis, sendo de prever um prazo que pode ir até às 6 semanas para que a operação esteja globalmente concluída, pelo que haverá algum grau de imprevisibilidade quanto à altura de cada actualização de cada computador, aconselhando-se a, para evitar que tal suceda numa má altura, que esta seja forçada quando for mais conveniente.
Naturalmente, por enquanto, esta actualização não aparecerá durante as actualizações de rotina, pelo que, caso se pretenda a sua instalação, que demora bastante mais do que um "update" mensal, será necessário forçar a operação, estando sempre consciente de que, dependendo da versão exacta do sistema operativo e do desempenho do equipamento, a operação poderá demorar largos minutos, podendo passar de uma hora nalguns casos.
Esta actualização, que efectivamente substitui o sistema operativo, implementa um conjunto de novas funcionalidades, que mencionamos previamente, algumas das quais serão facilmente visíveis, como alterações nos menus ou o tema escuro do explorador de ficheiros, enquanto outras serão a nível de melhoramentos, como no caso do "Edge" e algumas em termos de novas funções em programas existentes, muitas das quais irão passar desapercebidas à maioria dos utilizadores.
Inevitavelmente, a actualização para a versão 1809 chegará a todos os computadores elegíveis, sendo de prever um prazo que pode ir até às 6 semanas para que a operação esteja globalmente concluída, pelo que haverá algum grau de imprevisibilidade quanto à altura de cada actualização de cada computador, aconselhando-se a, para evitar que tal suceda numa má altura, que esta seja forçada quando for mais conveniente.
quarta-feira, outubro 03, 2018
Acusar o mexilhão - 2ª parte
Todos os responsáveis identificados pelo cenário desta tragédia, incluindo a falta de limpeza dos terrenos circundantes, foram acusados, mas temos que nos interrogar quanto à responsabilidade objectiva e subjectiva dos visados, sobretudo quando integrados numa estrutura complexa, com diversos níveis hierárquicos, onde relações funcionais e de dependência determinam ou influenciam as acções individuais.
Interrogamo-nos, por exemplo, se o funcionário que não limpou as bermas da estrada teve instruções e meios para o fazer, ou se estamos diante de uma forma de obter um responsável, ilibando níveis hierárquicos superiores, directos e indirectos, incluindo-se aqui, nos casos aplicáveis, a tutela política e quem deveria inspeccionar a adequação dos procedimentos ou a sua simples existência.
Este tipo de situação é completamente diferente daquela em que existe uma responsabilidade directa e única, como a do proprietário de um veículo que, descurando a manutenção, provoca um acidente como resultado de uma falha técnica, a qual seria previsível e, em muitos casos, antecipada por pequenos incidentes ou anomalias que, mesmo para um não especialista, apontaria para um desfecho cuja extensão está ao alcance do senso comum.
Neste caso, a responsabilidade será facilmente imputável, faltando determinar o nível de culpa, mas no caso dos agora acusados em consequência do sucedido em Pedrogão Grande, prevemos uma sucessiva diluição desta, à medida que novos dados sejam adicionados pela defesa e a complexidade da estrutura em que se integram os acusados e os diferentes níveis decisionais lancem a dúvida quanto à real influência de cada acusado nos acontecimentos que todos conhecemos.
Interrogamo-nos, por exemplo, se o funcionário que não limpou as bermas da estrada teve instruções e meios para o fazer, ou se estamos diante de uma forma de obter um responsável, ilibando níveis hierárquicos superiores, directos e indirectos, incluindo-se aqui, nos casos aplicáveis, a tutela política e quem deveria inspeccionar a adequação dos procedimentos ou a sua simples existência.
Este tipo de situação é completamente diferente daquela em que existe uma responsabilidade directa e única, como a do proprietário de um veículo que, descurando a manutenção, provoca um acidente como resultado de uma falha técnica, a qual seria previsível e, em muitos casos, antecipada por pequenos incidentes ou anomalias que, mesmo para um não especialista, apontaria para um desfecho cuja extensão está ao alcance do senso comum.
Neste caso, a responsabilidade será facilmente imputável, faltando determinar o nível de culpa, mas no caso dos agora acusados em consequência do sucedido em Pedrogão Grande, prevemos uma sucessiva diluição desta, à medida que novos dados sejam adicionados pela defesa e a complexidade da estrutura em que se integram os acusados e os diferentes níveis decisionais lancem a dúvida quanto à real influência de cada acusado nos acontecimentos que todos conhecemos.
terça-feira, outubro 02, 2018
O Midland "Dual Mike" - 2ª parte
De certa forma, a aplicação representa um "CB virtual", que efectua o encaminhamento via servidor, de forma muito semelhante à de programas de comunicação sobre IP, como o Skype, mas sem o "hardware", naturalmente que o telemóvel não emite na frequência dos CB, pelo que não irá contactar quem utilize este tipo de equipamento.
O "Dual Mike" funciona igualmente como "kit" de mãos livres, implementando tecnologia DST, operando em modo analógico e digital, de alta qualidade, permitindo, inclusivé, ouvir música ou estar sintonizado, via aplicação, com alertas ou informações sobre o trânsito, para o que a geolocalização proporcionada pelo sistema de GPS do telemóvel é utilizada.
A aplicação permite efectuar ajustes da distância de comunicação, entre os 0 e os 30 quilómetros, selecionar canais, apresentar informações provenientes de outros utilizadores, configurar linguagem de mensagens, sempre recorrendo a um conjunto de menus e écrans interactivos e de muito fácil acesso, com ícones e indicadores grandes, facilmente visualizáveis e adequados a quem está numa viatura e precisa de se concentrar na condução.
O "Dual Mike" tem um preço de 129 Euros, a que acrescem portes, pelo que não é um equipamento barato, mas vem trazer um conjunto de novas funcionalidades a rádios CB convencionais, transferindo-os para uma nova era digital, enquanto é mantida a compatibilidade com equipamentos mais antigos e o uso das mesmas frequências, algo essencial para assegurar as comunicações com o extenso número de rádios CB em utilização.
O "Dual Mike" funciona igualmente como "kit" de mãos livres, implementando tecnologia DST, operando em modo analógico e digital, de alta qualidade, permitindo, inclusivé, ouvir música ou estar sintonizado, via aplicação, com alertas ou informações sobre o trânsito, para o que a geolocalização proporcionada pelo sistema de GPS do telemóvel é utilizada.
A aplicação permite efectuar ajustes da distância de comunicação, entre os 0 e os 30 quilómetros, selecionar canais, apresentar informações provenientes de outros utilizadores, configurar linguagem de mensagens, sempre recorrendo a um conjunto de menus e écrans interactivos e de muito fácil acesso, com ícones e indicadores grandes, facilmente visualizáveis e adequados a quem está numa viatura e precisa de se concentrar na condução.
O "Dual Mike" tem um preço de 129 Euros, a que acrescem portes, pelo que não é um equipamento barato, mas vem trazer um conjunto de novas funcionalidades a rádios CB convencionais, transferindo-os para uma nova era digital, enquanto é mantida a compatibilidade com equipamentos mais antigos e o uso das mesmas frequências, algo essencial para assegurar as comunicações com o extenso número de rádios CB em utilização.
segunda-feira, outubro 01, 2018
Acusar o mexilhão - 1ª parte
O Ministério Público considerou que a Protecção Civil tinha as informações necessárias para evitar a tragédia que ocorreu na "estrada da morte", a 246-1, aquando dos incêndios de Pedrogão Grande, encerrando atempadamente esta via, e que não agiu de acordo com a situação vigente e no tempo útil, do que resultou a perda numerosas de vidas humanas.
Depois de um período de tempo quente, com previsões de alto risco, com o começo de incêndios que confluiram para Vila Facaia, onde a sua junção resultou num conjunto de fenómenos naturais que resultaram devastadores, a acção de combate revelou-se ineficaz, com falhas evidentes de coordenação, às quais são imputadas grande parte das responsabilidades pela perda de vidas humanas e destruição de património que então ocorreu.
Entre os acusados estão comandantes de bombeiros, que não actualizaram o plano de acção, seguindo apenas, reactivamente, o curso dos acontecimentos, enquanto medidas casuísticas se revelavam quase inúteis e não eram efectuados planeamentos estratégicos que pudessem deter as chamas.
Estão igualmente acusados os funcionários da Ascendi e da EDP que deveriam velar pela limpeza de terrenos, seja junto das vias de circulação, seja ao longo das linhas eléctricas, autarcas ou funcionários camarários, dos quais dependia o planeamento ou ordenamento do território, num conjunto de 12 acusados, de um total inicial de 18 arguidos, pelo que estamos diante de 6 situações em que o Ministério Público não encontrou matéria probatória para proceder à acusação.
Depois de um período de tempo quente, com previsões de alto risco, com o começo de incêndios que confluiram para Vila Facaia, onde a sua junção resultou num conjunto de fenómenos naturais que resultaram devastadores, a acção de combate revelou-se ineficaz, com falhas evidentes de coordenação, às quais são imputadas grande parte das responsabilidades pela perda de vidas humanas e destruição de património que então ocorreu.
Entre os acusados estão comandantes de bombeiros, que não actualizaram o plano de acção, seguindo apenas, reactivamente, o curso dos acontecimentos, enquanto medidas casuísticas se revelavam quase inúteis e não eram efectuados planeamentos estratégicos que pudessem deter as chamas.
Estão igualmente acusados os funcionários da Ascendi e da EDP que deveriam velar pela limpeza de terrenos, seja junto das vias de circulação, seja ao longo das linhas eléctricas, autarcas ou funcionários camarários, dos quais dependia o planeamento ou ordenamento do território, num conjunto de 12 acusados, de um total inicial de 18 arguidos, pelo que estamos diante de 6 situações em que o Ministério Público não encontrou matéria probatória para proceder à acusação.
domingo, setembro 30, 2018
Moldes para pequenas peças - 2ª parte
Pelo contrário, caso o material solidifique por arrefecimento, um molde em duas peças, onde é vertido, em estado líquido o material, normalmente metal, a utilizar, será o mais adequado, resultando numa única peça que se solta separando as duas partes do molde e dobrando ligeiramente o silicone.
O tipo de molde que escolhemos é uma liga composta por duas substâncias que, uma vez misturadas, pouco tempo depois ficam sólidas, mantendo a forma pretendida, e que é considerado seguro, mesmo para crianças, e que tolera bem as temperaturas dos vários tipos de material que iremos testar, de modo da aferir qual o que melhor se adequa às peças que pretendemos produzir.
Fazer um molde de duas peças tem algumas complexidades acrescidas, nomeadamente a nível de alinhamento, sendo possível, com as duas peças devidamente posicionadas, usar quatro guias metálicas, que podem ser simples pregos, desde que se tenham os necessários cuidados, de modo a que se possam unir as peças de forma correcta, evitando que a peça moldada tenha as metades resultantes de cada parte do molde desalinhadas, algo que, em escalas pequenas, pode implicar a sua inutilidade e perda do material utilizado.
Em termos de preços, cada um destes items, dependendo do fornecedor, preço e peso, ronda o par de Euros, com perto do dobro para a liga metálica, sempre incluindo portes, isto para pesos de 25 gramas, com excepção para o plástico moldável, que, sendo o mais barato, levou a que se optasse por um pacote de 50 gramas, sendo, naturalmente, de adicionar o preço do modelo que irá servir de base ao molde.
O tipo de molde que escolhemos é uma liga composta por duas substâncias que, uma vez misturadas, pouco tempo depois ficam sólidas, mantendo a forma pretendida, e que é considerado seguro, mesmo para crianças, e que tolera bem as temperaturas dos vários tipos de material que iremos testar, de modo da aferir qual o que melhor se adequa às peças que pretendemos produzir.
Fazer um molde de duas peças tem algumas complexidades acrescidas, nomeadamente a nível de alinhamento, sendo possível, com as duas peças devidamente posicionadas, usar quatro guias metálicas, que podem ser simples pregos, desde que se tenham os necessários cuidados, de modo a que se possam unir as peças de forma correcta, evitando que a peça moldada tenha as metades resultantes de cada parte do molde desalinhadas, algo que, em escalas pequenas, pode implicar a sua inutilidade e perda do material utilizado.
Em termos de preços, cada um destes items, dependendo do fornecedor, preço e peso, ronda o par de Euros, com perto do dobro para a liga metálica, sempre incluindo portes, isto para pesos de 25 gramas, com excepção para o plástico moldável, que, sendo o mais barato, levou a que se optasse por um pacote de 50 gramas, sendo, naturalmente, de adicionar o preço do modelo que irá servir de base ao molde.
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