segunda-feira, junho 15, 2026

Dependências das redes sociais - 1ª parte

Quando o Facebook e o Instagram ficaram fora de serviço, na passada sexta-feira, a dependência de um conjunto de plataformas electrónicas baseadas noutro país, mas que servem de base a diversos tipos de comunicação, desde as mais informais às mais institucionais, deve servir de alerta.

Durante um período relativamente curto, perto de uma hora, o conjunto de redes sociais mais utilizadas do Mundo ficaram indisponíveis, seja totalmente, seja parcialmente, com funcionalidades indisponíveis, um facto que foi imediatamente noticiado como se fosse o que de mais importante aconteceu durante o dia.

A recuperação nunca é imediata e, quase sempre, existem funcionalidades que demoram mais a recuperar, levando a alguma inconsistência, impedindo de recorrer a algumas funcionalidades ou a repetir operações até que estas se concretizem, e, durante estes minutos, que para alguns parecem uma eternidade, facilmente nos apercebemos da dependência que muitos têm deste tipo de rede social.

Imediatamente nos apercebemos de uma dependência psicológica da qual resultam atitudes ou comentários que revelam o pânico de quem concentra a vida numa rede social, nalguns casos existe quem pense que a conta pessoal foi afectada, suspensa ou cancelada, sem tentar efectuar uma averiguação básica, seja consultando as notícias, seja acedendo a "sites" especializados em informar se existem problemas com "sites" específicos.

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