As canetas multi-funcionais, que, para além da sua função normal de escrita, oferecem várias funções, mantendo dimensões e peso próximos dos de uma caneta normal, sendo discretas e fáceis de transportar, mas respondendo a diversas necessidades, estando disponíveis inúmeros modelos, com características e preços bastante variáveis.
Esta caneta que ilusta estes textos é feita em alumínio de qualidade aeronáutica, extremamente leve e resistente, tendo um comprimento de 160 milímetros e um diâmetro de 14 milímetros, com o peso a ficar perto dos 44 gramas, acrescendo o peso da bateria interna, que pode variar de acordo com o tipo.
Apesar de ligeiramente maior do que a maioria das canetas, este modelo não é exageradamente volumoso, cabendo bem na mão. tendo uma superfície agradável, que permite ser segurada com facilidade, e que cabe na maioria dos bolsos, pelo que pode ser transportada diariamente.
Sendo uma caneta, a funcionalidade de escrita está presente, sendo incluídas três cargas, que são padronizadas, pelo que podem ser adquiridas com facilidade, sendo cómoda de usar nesta função, com a ponta fina a deslizar bem e a tinta a ser sólida, com o negro bastante nítido.
quinta-feira, junho 11, 2026
quarta-feira, junho 10, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 3ª parte
O socorro também deve ser devidamente analizado, como forma de apurar se os tempos de resposta após a comunicação de um acidente aumentaram, analizando também quais os meios enviados para o local e a sua adequação ao estado das vítimas, bem como o impacto das alterações no mapa hospitalar, concretamente a nível de serviços de urgência possa ter no aumento da mortalidade.
Obviamente, o número de quilómetros percorridos pode ter impacto, não sendo impossível que, havendo uma diminuição do trânsito, como resultante do aumento do preço dos combustíveis, com vias mais desimpedidas, o que permite velocidades mais elevadas, resulte num maior número de mortes, sendo de esperar, ao invés, que se registem menos acidentes com poucas consequências.
Está, igualmente, em revisão o Código da Estrada, duvidando-se que surjam alterações substanciais, sendo quase certo que é a nivel das penalizações que iremos encontrar novidades, sendo de lembrar que algumas alterações recentes, como o ensino da condução por tutores nos parece especialmente perigoso, quando o passo a seguir seria melhorar o ensino, o que requer profissionais preparados.
O aumento do valor das coimas, e mesmo de sanções acessórias, dificilmente pode contribuir para reduzir o número de acidentes, seguindo o exemplo de aumentos anteriores, mas parece ser este o único argumento do Governo para reduzir a sinistralidade, algo que, manifestamente, não resulta, mas onde se insiste, esperando obter resultados diferentes com uma mesma receita.
Obviamente, o número de quilómetros percorridos pode ter impacto, não sendo impossível que, havendo uma diminuição do trânsito, como resultante do aumento do preço dos combustíveis, com vias mais desimpedidas, o que permite velocidades mais elevadas, resulte num maior número de mortes, sendo de esperar, ao invés, que se registem menos acidentes com poucas consequências.
Está, igualmente, em revisão o Código da Estrada, duvidando-se que surjam alterações substanciais, sendo quase certo que é a nivel das penalizações que iremos encontrar novidades, sendo de lembrar que algumas alterações recentes, como o ensino da condução por tutores nos parece especialmente perigoso, quando o passo a seguir seria melhorar o ensino, o que requer profissionais preparados.
O aumento do valor das coimas, e mesmo de sanções acessórias, dificilmente pode contribuir para reduzir o número de acidentes, seguindo o exemplo de aumentos anteriores, mas parece ser este o único argumento do Governo para reduzir a sinistralidade, algo que, manifestamente, não resulta, mas onde se insiste, esperando obter resultados diferentes com uma mesma receita.
terça-feira, junho 09, 2026
T- shirt para actividades ao ar livre em uso - 3ª parte
Temos verificado que este tipo de vestuário se presta a modificações por parte de quem o usa, com a remoção ou reposicionamento de presilhas, colocação de novos paineis de velcro, adicionar de insígnias e todo um conjunto de pequenas transformações e adaptações que as tornem mais compatíveis com o fim a que se destinam e com o gosto de cada um.
O velcro tem dimensões relativamente pequenas, mas permite adicionar a maioria das insígnias mais comuns, merecendo mais críticas os bolsos, sobretudo no modelo mais antigo, e que tem dimensões quase insignificantes, condicionando a sua utilização, que, no modelo de 2025, é francamente ampliada, o que justificaria, só por sí, a opção por este modelo, mesmo suportando a diferença de preço, que andará pelos 2 Euros.
Não verificamos novas variantes dentro dos mesmos modelos, pelo que a gama de tamanhos, bastante abrangente, e de cores, que são sempre discretas e mais adequadas a um uso militar, se mantêm, podendo a opção mais discreta ser o cinzento, que tem um tom um pouco azulado e passa mais facilmente por um modelo civil.
Não encontramos, em pesquisas recentes, nenhuma nova versão, do ano de 2026, pelo que o modelo apresentado o ano passado continua a ser o mais recente e aquele que preferimos, pelas funcionalidades e mesmo pela estética, sendo possível, passado um ano, adquirir este tipo de camisola por preços similares aos praticados em 2025, considerando-se que esta camisola continua a ser uma opção a ter em conta para actividades ao ar livre.
O velcro tem dimensões relativamente pequenas, mas permite adicionar a maioria das insígnias mais comuns, merecendo mais críticas os bolsos, sobretudo no modelo mais antigo, e que tem dimensões quase insignificantes, condicionando a sua utilização, que, no modelo de 2025, é francamente ampliada, o que justificaria, só por sí, a opção por este modelo, mesmo suportando a diferença de preço, que andará pelos 2 Euros.
Não verificamos novas variantes dentro dos mesmos modelos, pelo que a gama de tamanhos, bastante abrangente, e de cores, que são sempre discretas e mais adequadas a um uso militar, se mantêm, podendo a opção mais discreta ser o cinzento, que tem um tom um pouco azulado e passa mais facilmente por um modelo civil.
Não encontramos, em pesquisas recentes, nenhuma nova versão, do ano de 2026, pelo que o modelo apresentado o ano passado continua a ser o mais recente e aquele que preferimos, pelas funcionalidades e mesmo pela estética, sendo possível, passado um ano, adquirir este tipo de camisola por preços similares aos praticados em 2025, considerando-se que esta camisola continua a ser uma opção a ter em conta para actividades ao ar livre.
segunda-feira, junho 08, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 2ª parte
Aliás, a questão financeira, que, sem dúvida afecta a manutenção dos veículos, também está patente no numero de viaturas sem inspecção obrigatória, sendo óbvio que tal não se deve ao preço da inspecção, baixo face ao da coima pela sua ausência, mas como resultado da impossibilidade de proceder às reparações necessárias para a sua aprovação, continuando a circular com falta de segurança, o que, num País com uma má rede de transportes públicos pode ser quase inevitável, não obstante os riscos envolvidos.
Sabemos que este ano ocorreram tempestades com efeitos devastadores, que impactaram a rede viária, mas nas estatísticas não consta, tanto quanto podemos ver, se existe uma correlação directa com a sinistralidade, o que implicaria sobrepor mapas das vias afectadas com os pontos que assinalam os acidentes, sendo típico não ver atribuido ao estado da rede viária responsabilidade, mesmo que parcial, nos acidentes.
Também nos temos que interrogar quanto ao desempenho e comportamento de muitos condutores de veículos de aluguer, com cartas de condução provenientes de outros países, onde a realidade viária é completamente diferente, bem como a adaptação destes ao trânsito em território nacional, com todas as suas particularidades, nem sempre positivas, mas às quais quem conduz em Portugal há mais tempo se teve que adaptar.
Quem conduz, não tem dúvidas quanto às alterações no comportamento na estrada que se verificaram nos últimos anos, pelo que temos que nos interrogar se não devia haver a obrigatoriedade de um exame de condução para todos quantos querem conduzir profissionalmente, independentemente do País onde tiverem obtido a carta de condução, não sendo de excluir que tal abrangesse quem tivesse carta portuguesa.
Sabemos que este ano ocorreram tempestades com efeitos devastadores, que impactaram a rede viária, mas nas estatísticas não consta, tanto quanto podemos ver, se existe uma correlação directa com a sinistralidade, o que implicaria sobrepor mapas das vias afectadas com os pontos que assinalam os acidentes, sendo típico não ver atribuido ao estado da rede viária responsabilidade, mesmo que parcial, nos acidentes.
Também nos temos que interrogar quanto ao desempenho e comportamento de muitos condutores de veículos de aluguer, com cartas de condução provenientes de outros países, onde a realidade viária é completamente diferente, bem como a adaptação destes ao trânsito em território nacional, com todas as suas particularidades, nem sempre positivas, mas às quais quem conduz em Portugal há mais tempo se teve que adaptar.
Quem conduz, não tem dúvidas quanto às alterações no comportamento na estrada que se verificaram nos últimos anos, pelo que temos que nos interrogar se não devia haver a obrigatoriedade de um exame de condução para todos quantos querem conduzir profissionalmente, independentemente do País onde tiverem obtido a carta de condução, não sendo de excluir que tal abrangesse quem tivesse carta portuguesa.
domingo, junho 07, 2026
Nova legislação combate "spoofing" e fraude via SMS - 2ª parte
De acordo com a nova legislação, os operadores terão que bloquear as mensagens ou, pelo menos remover qualquer menção a entidades que estejam a ser utilizadas de forma ilegítima, sendo que, neste caso, deverá surgir o verdadeiro número de origem ou um número anónimo, o que retira boa parte do perigo deste tipo de mensagem.
Obrigar a identificar quem adquire cartões pré-pagos também reduz a possibilidade de fraude e de diversos tipos de crime, como assédio, tornando-se mais fácil responsabilizar que fez a aquisição que, passando o cartão a um terceiro, assume responsabilidade pelo acto, esperando-se que a lei contemple penas adequadas para quem o fizer.
Na mesma ocasião, o Governo aprovou o uso de inibidores de sinal em estabelecimentos prisionais, como forma de controlar comunicações dos presos, muitos dos quais continuam as mesmas actividades criminosas que os levaram à prisão durante o cumprimento da pena, esperando-se que se opte por inibidores que obstruam, igualmente, as frequências mais comuns no controle de drones e mesmo em protocolos de rede, evitando que um "router" nas proximidades possa manter as comunicações por parte dos detidos.
Naturalmente, da forma como estas medidas forem implementadas e da sua abrangência depende o sucesso destas, sendo sempre de ter em conta que a melhor defesa é a formação dos utilizadores, de modo a que cumpram normas e procedimentos de segurança que, independentemente da astúcia dos burlões, os mantenha seguros quando recebam mensagens fraudulentas.
Obrigar a identificar quem adquire cartões pré-pagos também reduz a possibilidade de fraude e de diversos tipos de crime, como assédio, tornando-se mais fácil responsabilizar que fez a aquisição que, passando o cartão a um terceiro, assume responsabilidade pelo acto, esperando-se que a lei contemple penas adequadas para quem o fizer.
Na mesma ocasião, o Governo aprovou o uso de inibidores de sinal em estabelecimentos prisionais, como forma de controlar comunicações dos presos, muitos dos quais continuam as mesmas actividades criminosas que os levaram à prisão durante o cumprimento da pena, esperando-se que se opte por inibidores que obstruam, igualmente, as frequências mais comuns no controle de drones e mesmo em protocolos de rede, evitando que um "router" nas proximidades possa manter as comunicações por parte dos detidos.
Naturalmente, da forma como estas medidas forem implementadas e da sua abrangência depende o sucesso destas, sendo sempre de ter em conta que a melhor defesa é a formação dos utilizadores, de modo a que cumpram normas e procedimentos de segurança que, independentemente da astúcia dos burlões, os mantenha seguros quando recebam mensagens fraudulentas.
sábado, junho 06, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 1ª parte
Nos primeiros cinco meses de 2026 contabilizaram-se 210 mortes nas estradas, mais 54 do que no ano anterior, o que corresponde a um aumento superior a 30%, uma evolução trágica para a qual poucas explicações existem, sobretudo porque a tipificação dos acidentes e sua análise carece de uma atenção mais detalhada, individualizando cada ocorrência antes de elaborar estatísticas.
É absolutamente necessário estudar os acidentes mais graves, com especial incidência naqueles dos quais resultaram vítimas mortais, estabelecendo o perfil das vias, dos condutores, dos veículos e dos vários factores dos quais dependem a segurança rodoviária, conhecendo cada ocorrência de forma individual, entendendo a sua dinâmica e ir estabelecendo a mecânica do sucedido em vez de incluir apenas um conjunto de dados que vão alimentar as estatísticas.
Sem uma maior entendimento das circunstâncias de cada acidente, eventualmente com uma equipa a deslocar-se aos vários locais, estudando o sucedido e recolhendo os dados mais relevantes, o que implica uma interacção com testemunhas, autoridades e serviços envolvidos no socorro, falta substância nas estatísticas, que, por muito precisas que sejam, podem não revelar o essencial.
Naturalmente, podemos intuir algumas das razões para o aumento da sinistralidade, sendo óbvio que em períodos de maiores dificuldades financeiras, a manutenção dos veículos passa para segundo plano e que a renovação do parque tende a efectuar-se de forma mais lenta e, sobretudo, deixando para trás muitos dos veículos mais antigos, e potencialmente mais perigosos, com a substituição a poder incidir sobre modelos detidos por quem tem maios possibilidades económicas, mesmo que não careçam de substituição por razões que não o gosto do proprietário.
É absolutamente necessário estudar os acidentes mais graves, com especial incidência naqueles dos quais resultaram vítimas mortais, estabelecendo o perfil das vias, dos condutores, dos veículos e dos vários factores dos quais dependem a segurança rodoviária, conhecendo cada ocorrência de forma individual, entendendo a sua dinâmica e ir estabelecendo a mecânica do sucedido em vez de incluir apenas um conjunto de dados que vão alimentar as estatísticas.
Sem uma maior entendimento das circunstâncias de cada acidente, eventualmente com uma equipa a deslocar-se aos vários locais, estudando o sucedido e recolhendo os dados mais relevantes, o que implica uma interacção com testemunhas, autoridades e serviços envolvidos no socorro, falta substância nas estatísticas, que, por muito precisas que sejam, podem não revelar o essencial.
Naturalmente, podemos intuir algumas das razões para o aumento da sinistralidade, sendo óbvio que em períodos de maiores dificuldades financeiras, a manutenção dos veículos passa para segundo plano e que a renovação do parque tende a efectuar-se de forma mais lenta e, sobretudo, deixando para trás muitos dos veículos mais antigos, e potencialmente mais perigosos, com a substituição a poder incidir sobre modelos detidos por quem tem maios possibilidades económicas, mesmo que não careçam de substituição por razões que não o gosto do proprietário.
sexta-feira, junho 05, 2026
Colete de salvamento com enchimento automático - 2ª parte
Este modelo é reutilizável, lavável, fácil de secar ao ar e tem refletores 3M, aprovados pela SOLAS, que são de elevada visibilidade no escuro e não se detrioram com o tempo, e inclui uma janela transparente, que permite verificar de forma imediata o estado do dispositivo de insuflamento.
O sistema de enchimento automático baseia-se num cilindro de CO2 de 33 gramas e numa bobina, o que permite reutilizar o colete salva-vidas, que proporciona uma boa flutuabilidade para utilizadores com peso entre os 35 e os 150 quilos.
Em termos de funcionamento, este é extremamente simples e intuitivo, bastando puxar uma pega, visível sob o colete, para que este fique completamente cheio, demorando perto de 3 segundos até que fique devidamente insuflado e proporcione a flutuabilidade adequada, mantendo o utilizador à superfície.
O modelo que ilustra o texto é exemplificativo, existinto uma enorme variedade de coletes, com caraterísticas distintas, mas adequadas ao fim a que se destinam, tendo, neste caso, um preço que ronda os 30 Euros, incluindo IVA e portes, sendo um pouco mais barata a versão sem enchimento automático, que desaconselhamos por razões óbvias.
O sistema de enchimento automático baseia-se num cilindro de CO2 de 33 gramas e numa bobina, o que permite reutilizar o colete salva-vidas, que proporciona uma boa flutuabilidade para utilizadores com peso entre os 35 e os 150 quilos.
Em termos de funcionamento, este é extremamente simples e intuitivo, bastando puxar uma pega, visível sob o colete, para que este fique completamente cheio, demorando perto de 3 segundos até que fique devidamente insuflado e proporcione a flutuabilidade adequada, mantendo o utilizador à superfície.
O modelo que ilustra o texto é exemplificativo, existinto uma enorme variedade de coletes, com caraterísticas distintas, mas adequadas ao fim a que se destinam, tendo, neste caso, um preço que ronda os 30 Euros, incluindo IVA e portes, sendo um pouco mais barata a versão sem enchimento automático, que desaconselhamos por razões óbvias.
quinta-feira, junho 04, 2026
Nova legislação combate "spoofing" e fraude via SMS - 1ª parte
O Governo aprovou um diploma que visa proteger os utilizadores de comunicações móveis de ataques de "phishing", estabelecendo a obrigatoriedade, por parte das operadoras, de identificar quem usa cartões pré-pagos, que, tipicamente, são adquiridos de forma anónima, e a bloquear mensagens enganadoras.
Bloquear mensagens que se identificam de forma fraudulenta, aparentando ser de entidades oficiais, bancárias ou empresariais, ou tornando-as anónimas, o que implica remover do campo do remetente uma identidade falsa, que induz o receptor em erro, é essencial para evitar fraudes, sendo Portugal o último país da Comunidade Europeia a avançar com este tipo de medida.
As técnicas de falsificação de identidade, nas quais criminosos usam o nome ou referências entidades, organizações ou mesmo indivíduos que são confiáveis para o destinatário, numa tentativa obter pagamentos indevidos ou aceder dados pessoais, o que permite praticad diversos tipos de fraude são hoje comuns e fazem númeroas vítimas, o que implica um combate sério.
É comum receber mensagens de quem se identifica, por exemplo, como a Autoridade Tributária ou um banco conhecido, ou que inclui um número de telefone reconhecido como pertencente a uma entidade ou organismo oficial, fazendo crer que se trata de uma comunicação legítima e que as instruções contidas na mensagem devem ser seguidas, sob pena de consequências graves.
Bloquear mensagens que se identificam de forma fraudulenta, aparentando ser de entidades oficiais, bancárias ou empresariais, ou tornando-as anónimas, o que implica remover do campo do remetente uma identidade falsa, que induz o receptor em erro, é essencial para evitar fraudes, sendo Portugal o último país da Comunidade Europeia a avançar com este tipo de medida.
As técnicas de falsificação de identidade, nas quais criminosos usam o nome ou referências entidades, organizações ou mesmo indivíduos que são confiáveis para o destinatário, numa tentativa obter pagamentos indevidos ou aceder dados pessoais, o que permite praticad diversos tipos de fraude são hoje comuns e fazem númeroas vítimas, o que implica um combate sério.
É comum receber mensagens de quem se identifica, por exemplo, como a Autoridade Tributária ou um banco conhecido, ou que inclui um número de telefone reconhecido como pertencente a uma entidade ou organismo oficial, fazendo crer que se trata de uma comunicação legítima e que as instruções contidas na mensagem devem ser seguidas, sob pena de consequências graves.
quarta-feira, junho 03, 2026
Opera 132 final já disponível
A versão 132 final do Opera, o navegador que temos utilizado durante os últimos anos, já pode ser descarregada, reportando a compilação 132.0.5905.11, baseada no Chromium 148.0.7778.40 ou posterior, e representando, sobretudo, a consolidação das várias actualizações da versão anterior, concretamente a nível dos controles de vídeo e do bloqueio de publicidade.
Do "changelog" do Opera 132 constam sobretudo correcções, incluindo-se aqui várias correcções muito substanciais no manejo e gestão de vídeos e no écran dividido, duas alterações que foram evoluindo nas versões mais recentes e que ainda necessitam de ser apuradas e consolidadas, mas também na interacção com aplicações e na estabilidade e segurança do navegador, cada vez mais essenciais nos dias de hoje.
Do "changelog" do Opera 132 constam sobretudo correcções, incluindo-se aqui várias correcções muito substanciais no manejo e gestão de vídeos e no écran dividido, duas alterações que foram evoluindo nas versões mais recentes e que ainda necessitam de ser apuradas e consolidadas, mas também na interacção com aplicações e na estabilidade e segurança do navegador, cada vez mais essenciais nos dias de hoje.
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