É de notar que entre as comunicações afectadas se encontram as da rede SIRESP que, mais uma vez, demonstrou as suas fragilidades, dependendo de um operador comercial para que o seu funcionamento se mantenha durante situações mais críticas, sendo que, tal como aconteceu durante o apagão e foi largamente comentado, as baterias do operador não permitem manter em funcionamento as torres de comunicações durante um período aceitável.
Seria de limitar a circulação em áreas de maior risco, por exemplo, promovendo o tele-trabalho, quando possível, suspendendo as aulas presenciais e encerrando estabelecimentos comerciais, como forma de reduzir os riscos inerentes à necessidade de deslocações que, no limite, não são críticas e podem ser evitadas, seguindo o exemplo do que se praticou durante a pandemia.
Tendo em conta que a previsão existia, seria possível estabelecer as medidas necessárias com a antecedência necessária, informando os residentes das áreas mais expostas sobre as limitações a impor e sobre como evitar deslocações, efectuando as compras com antecedência e preparando-se para o trabalho remoto, de modo a obedecer às instruções das autoridades,
Várias das vítimas, incluindo-se vítimas mortais, dirigiam-se para o trabalho ou tinham ido fazer compras, numa altura em que o alerta já vigorava e um conjunto de actividades deviam estar suspensas, pelo menos presencialmente, tornando óbvio que este tipo de deslocação não devia ter sido permitida, o que só podia suceder face a uma intervenção política mais musculada.
terça-feira, fevereiro 03, 2026
segunda-feira, fevereiro 02, 2026
Tutores em vez de instrutores no ensino da condução - 1ª parte
Não podemos deixar de exprimir o nosso espanto e indignação perante a intenção do Governo de permitir a substituição do actual modelo de ensino de condução por um método alternativo, onde tutores podem substituir os instrutores profissionais nas aulas práticas, aplicável às cartas de condução da categoria B, que permite conduzir veículos ligeiros.
Na actual proposta, constante do Regime Jurídico do Ensino da Condução, a formação teórica é mantida, cabendo às escolas de condução, mas a vertente prática, absolutamente essencial, pode passar a ser ministrada por tutores, um modelo previamente usado de forma complementar, não substitutiva, e presente nalguns países, caso dos Estados Unidos, onde a sinistralidade rodoviária é elevada.
Para ser tutor não é necessário nenhuma formação específica, bastando ter carta de condução da categoria B há mais de 10 anos, não ter sido condenado por nenhum crime rodoviário, nem ter cometido uma infração grave ou muito grave nos últimos 5 anos, o que, em abstacto, permite que alguém que tirou a carta há uma década e nunca mais conduziu possa ser tutor.
Naturalmente, temos que nos interrogar qual o tipo de responsabilidade do tutor durante o processo de aprendizagem, mas, no limite, nas consequências após o término desta, sendo certo que, com esta alteração, o processo de avaliação do candidato a condutor vai ser substancialmente reduzido, tornando mais fácil aprovar em exame que não esteja preparado, sobretudo na vertente comportamental.
Na actual proposta, constante do Regime Jurídico do Ensino da Condução, a formação teórica é mantida, cabendo às escolas de condução, mas a vertente prática, absolutamente essencial, pode passar a ser ministrada por tutores, um modelo previamente usado de forma complementar, não substitutiva, e presente nalguns países, caso dos Estados Unidos, onde a sinistralidade rodoviária é elevada.
Para ser tutor não é necessário nenhuma formação específica, bastando ter carta de condução da categoria B há mais de 10 anos, não ter sido condenado por nenhum crime rodoviário, nem ter cometido uma infração grave ou muito grave nos últimos 5 anos, o que, em abstacto, permite que alguém que tirou a carta há uma década e nunca mais conduziu possa ser tutor.
Naturalmente, temos que nos interrogar qual o tipo de responsabilidade do tutor durante o processo de aprendizagem, mas, no limite, nas consequências após o término desta, sendo certo que, com esta alteração, o processo de avaliação do candidato a condutor vai ser substancialmente reduzido, tornando mais fácil aprovar em exame que não esteja preparado, sobretudo na vertente comportamental.
domingo, fevereiro 01, 2026
Restrições em vez de meros alertas - 1ª parte
O mau tempo ocorrido recentemente, sobretudo no respeitante aos ventos fortes, com rajadas acima dos 100 km/h, por vezes ultrapassando os 150 km/h, veio expor as fragilidades do País e a falta de uma cultura onde a segurança seja previlegiada, permitindo-se que fossem corridos riscos que podiam ter sido evitáveis, sobretudo na deslocação para os locais de trabalho.
Apesar de haver previsões bastante precisas, e terem sido emitidos alertas, inclusivé acompanhados de um conjunto de recomendações, a intervenção das autoridades foi insuficiente, sendo de estabelecer medidas que evitem riscos, com carácter obrigatório, evitando, sobretudo, deslocações que, como se demonstra, são particularmente arriscadas nas circunstâncias que se verificaram.
Em zonas de especial risco, durante um alerta vermelho, existem riscos elevados, sobretudo durante as deslocações, pelo que seria de adoptar verdadeiras medidas preventivas, que vão para além do simples alerta, estabelecendo um conjunto de medidas que evitem perigos extremos, dos quais, tipicamente, resultam vítimas mortais.
Nas zonas mais afectadas, a distribuição de energia eléctrica foi interrompida, chegando a afectar um milhão de residentes, do que resultou a falta de água e falhas nas comunicações, o que dificulta qualquer pedido de socorro, deixando as populações particularmente vulneráveis e todos quantos circulam em zonas de perigo, numa situação de risco extremo, impossibilitados de pedir socorro em caso de acidente.
Apesar de haver previsões bastante precisas, e terem sido emitidos alertas, inclusivé acompanhados de um conjunto de recomendações, a intervenção das autoridades foi insuficiente, sendo de estabelecer medidas que evitem riscos, com carácter obrigatório, evitando, sobretudo, deslocações que, como se demonstra, são particularmente arriscadas nas circunstâncias que se verificaram.
Em zonas de especial risco, durante um alerta vermelho, existem riscos elevados, sobretudo durante as deslocações, pelo que seria de adoptar verdadeiras medidas preventivas, que vão para além do simples alerta, estabelecendo um conjunto de medidas que evitem perigos extremos, dos quais, tipicamente, resultam vítimas mortais.
Nas zonas mais afectadas, a distribuição de energia eléctrica foi interrompida, chegando a afectar um milhão de residentes, do que resultou a falta de água e falhas nas comunicações, o que dificulta qualquer pedido de socorro, deixando as populações particularmente vulneráveis e todos quantos circulam em zonas de perigo, numa situação de risco extremo, impossibilitados de pedir socorro em caso de acidente.
sábado, janeiro 31, 2026
Blusão térmico em uso - 3ª parte
A capacidade de carga dos bolsos é inferior ao que consideramos adequado, com dois bons bolsos exteriores, com fecho éclair, mas faltando um bolso interior, para transportar bens mais sensíveis, como um telemóvel, e não possuindo bolsos nas mangas, sendo este uma das características mais limitativas deste blusão, ficando, neste aspecto, muito abaixo dos TAD V4.0, que possuem uma boa meia dúzia de bolsos.
Estão presentes quatro superfícies em velcro, duas de cada lado do peito, o que permite adicionar distintivos, incluindo dois para os modelos mais estreitos para nome, grupo sanguíneo ou outro descritivo, enquanto os dois superiores, mais curtos, mas mais altos, podem ser utilizados para insígnias, estando ausentes superfícies nos braço, muito comuns na maior parte dos blusões e que, muitas vezes, são complementados por bolsos, igualmente ausentes aqui.
Naturalmente, para situações de chuva ou mais ventosas, este blusão perde para os TAD V4.0, ficando abaixo do modelo com forro de grafeno que recentemente apresentamos em termos de controle térmico, e não ombreando com nenhum destes na capacidade dos bolsos, mas excede-os no conforto, sendo o mais agradável ao toque, pelo que tem um espaço próprio, respondendo a um conjunto de necessidades específicas.
Com um preço que fica muito perto dos TAD V4.0, este blusão destina-se a uma utilização distinta, mais de interiores, menos radicais, onde as condições atmosféricas sejam mais moderadas, previlegiando o conforto, sem que disso resulte uma menor solidez, o que permite que seja usado em muitas actividades de exterior que não sejam condicionadas por chuva ou humidade em excesso.
Estão presentes quatro superfícies em velcro, duas de cada lado do peito, o que permite adicionar distintivos, incluindo dois para os modelos mais estreitos para nome, grupo sanguíneo ou outro descritivo, enquanto os dois superiores, mais curtos, mas mais altos, podem ser utilizados para insígnias, estando ausentes superfícies nos braço, muito comuns na maior parte dos blusões e que, muitas vezes, são complementados por bolsos, igualmente ausentes aqui.
Naturalmente, para situações de chuva ou mais ventosas, este blusão perde para os TAD V4.0, ficando abaixo do modelo com forro de grafeno que recentemente apresentamos em termos de controle térmico, e não ombreando com nenhum destes na capacidade dos bolsos, mas excede-os no conforto, sendo o mais agradável ao toque, pelo que tem um espaço próprio, respondendo a um conjunto de necessidades específicas.
Com um preço que fica muito perto dos TAD V4.0, este blusão destina-se a uma utilização distinta, mais de interiores, menos radicais, onde as condições atmosféricas sejam mais moderadas, previlegiando o conforto, sem que disso resulte uma menor solidez, o que permite que seja usado em muitas actividades de exterior que não sejam condicionadas por chuva ou humidade em excesso.
sexta-feira, janeiro 30, 2026
A normalização da morte por frio - 2ª parte
Os Invernos no chamado país de clima moderado e ameno, não sendo tão frio como em boa parte da Europa, não deixa de ser devastador face à qualidade da habitação e à probreza energética, que impede os mais vulneráveis de aquecer as suas residência não apenas a uma temperatura confortável, mas de modo a garantir a sua própria segurança e saúde.
Face ao agravar da situação epidemológica e durante os períodos de temperaturas mais baixas, as necessidades de acorrer às vítimas, seja os meios de socorro, sejam as unidades de saúde enfrentam sérias dificuldades, levando a atrasos e a um tratamento adiado, muitas vezes simplificado, sendo nossa convicção que muitos dos que necessitam de assistência não a pedem na altura certa, adiando o pedido, e, quando este é realizado, não recebem o necessário apoio atempadamente.
Estes óbitos apontam para uma fragilidade extrema a nível de condições de vida de muitos residentes, mas também para uma resignação dos próprios, que dificilmente têm capacidade para se revoltar e exigir condições de dignidade, bem como da sociedade no seu todo, que, face a um número de óbitos que consideramos alarmante e indiciador de que algo está muito errado, ignora este alerta.
Existe uma óbvia falta de solidariedade perante uma situação que ocorre, com maior ou menor gravidade, em cada Inverno, com o impacto a depender da altura da chegada do vírus da gripe, bem como da sua estirpe, e das temperaturas, sendo manifesto que quando estas baixam mais e durante um período mais prolongado, as consequências são mais devastadoras, com a combinação de factores a resultarem nos elevados números que conhecemos.
Face ao agravar da situação epidemológica e durante os períodos de temperaturas mais baixas, as necessidades de acorrer às vítimas, seja os meios de socorro, sejam as unidades de saúde enfrentam sérias dificuldades, levando a atrasos e a um tratamento adiado, muitas vezes simplificado, sendo nossa convicção que muitos dos que necessitam de assistência não a pedem na altura certa, adiando o pedido, e, quando este é realizado, não recebem o necessário apoio atempadamente.
Estes óbitos apontam para uma fragilidade extrema a nível de condições de vida de muitos residentes, mas também para uma resignação dos próprios, que dificilmente têm capacidade para se revoltar e exigir condições de dignidade, bem como da sociedade no seu todo, que, face a um número de óbitos que consideramos alarmante e indiciador de que algo está muito errado, ignora este alerta.
Existe uma óbvia falta de solidariedade perante uma situação que ocorre, com maior ou menor gravidade, em cada Inverno, com o impacto a depender da altura da chegada do vírus da gripe, bem como da sua estirpe, e das temperaturas, sendo manifesto que quando estas baixam mais e durante um período mais prolongado, as consequências são mais devastadoras, com a combinação de factores a resultarem nos elevados números que conhecemos.
quinta-feira, janeiro 29, 2026
Actualização R3 do Opera One disponível - 3ª parte
A utilização é simples, bastando selecionar as "tabs" a incluir no écran dividido, clicando com o botão direito o rato, e escolhendo a opção, podendo-se usar o rato para dimensionar os vários écrans dentro da área de trabalho disponibilizada pelo écran do dispositivo em uso.
A construção modular é visível na gestão de ficheiros, que ganha nova autonomia, bem como novas funcionalidades, assumindo caracteristicas que o aproximam mais de uma ferramenta para carregar e descarregar ficheiros, tal como no "Music Player", que pode ser destacado e ganha uma maior autonomia e comandos melhorados, ou como o tradutor, feito conjuntamento com a Lingvanex, e que é um esforço sério nesta área, com um maior número de linguas a ser adicionado.
Existem várias apresentações ou introduções a funcionalidades ainda em teste, destinadas, sobretudo a quem pretende antecipar novidades e conhecer o que o futuro trará, bem como novos temas, específicos para a versão R3, e que podem ser activadas através da opção "Early Bird".
Esta é, sem dúvida, uma das actualizações mais importantes do Opera, marcando o início de 2026, pelo que este "upgrade" deve ser efectuado com a rapidez possível, sendo muito mais do que uma simples manutenção ou melhoramento, com o acesso a novas funcionalidades e uma revisão muito substancial de várias das que já se conhecia de versões anteriores.
A construção modular é visível na gestão de ficheiros, que ganha nova autonomia, bem como novas funcionalidades, assumindo caracteristicas que o aproximam mais de uma ferramenta para carregar e descarregar ficheiros, tal como no "Music Player", que pode ser destacado e ganha uma maior autonomia e comandos melhorados, ou como o tradutor, feito conjuntamento com a Lingvanex, e que é um esforço sério nesta área, com um maior número de linguas a ser adicionado.
Existem várias apresentações ou introduções a funcionalidades ainda em teste, destinadas, sobretudo a quem pretende antecipar novidades e conhecer o que o futuro trará, bem como novos temas, específicos para a versão R3, e que podem ser activadas através da opção "Early Bird".
Esta é, sem dúvida, uma das actualizações mais importantes do Opera, marcando o início de 2026, pelo que este "upgrade" deve ser efectuado com a rapidez possível, sendo muito mais do que uma simples manutenção ou melhoramento, com o acesso a novas funcionalidades e uma revisão muito substancial de várias das que já se conhecia de versões anteriores.
quarta-feira, janeiro 28, 2026
A normalização da morte por frio - 1ª parte
Entre 06 de Dezembro de 2025 e 21 de Janeiro de 2026 ocorreram quase mais 4.000 óbitos do que a média, correspondente a um aumento de perto de 30%, tendo o Ministério da Saúde atribuído este excesso de mortalidade a uma conjugação entre a actividade gripal e o tempo frio, com as consequências a afectar, sobretudo, os mais idosos.
Naturalmente, este número corresponde, em grande parte, a uma antecipação de óbitos, abrangendo quem já está muito fragilizado, o que significa que nos próximos meses o número de óbitos irá ser menor, pelo que só dentro de alguns meses, eventualmente perto da chegada do Verão, teremos uma perspectiva mais ampla em termos estatísticos, pelo que será de nos concentrarmos na questão humana.
Independentemente do estado de fragilidade de boa parte dos falecidos, existe uma vertente moral no que podemos considerar como a existência de condições que antecipem a morte, como se fosse uma espécie de eutanásia não declarada, o que, num país que se pretende com uma cultura humanista e no século XXI nos parece completamente inaceitável, mas que, para muitos, parece assumir contornos de normalidade.
A naturalidade com que este número de óbitos é noticiado, bem como a atitude dos responsáveis políticos, que parece conferirem alguma normalidade ao facto de alguns milhares de residentes em território nacional terem morrido antes do que seria de esperar, apenas porque, na sua maioria estariam vulneráveis, como consequência de uma gripe ou resultado do tempo frio é inquietante e sinal dos tempos que vivemos.
Naturalmente, este número corresponde, em grande parte, a uma antecipação de óbitos, abrangendo quem já está muito fragilizado, o que significa que nos próximos meses o número de óbitos irá ser menor, pelo que só dentro de alguns meses, eventualmente perto da chegada do Verão, teremos uma perspectiva mais ampla em termos estatísticos, pelo que será de nos concentrarmos na questão humana.
Independentemente do estado de fragilidade de boa parte dos falecidos, existe uma vertente moral no que podemos considerar como a existência de condições que antecipem a morte, como se fosse uma espécie de eutanásia não declarada, o que, num país que se pretende com uma cultura humanista e no século XXI nos parece completamente inaceitável, mas que, para muitos, parece assumir contornos de normalidade.
A naturalidade com que este número de óbitos é noticiado, bem como a atitude dos responsáveis políticos, que parece conferirem alguma normalidade ao facto de alguns milhares de residentes em território nacional terem morrido antes do que seria de esperar, apenas porque, na sua maioria estariam vulneráveis, como consequência de uma gripe ou resultado do tempo frio é inquietante e sinal dos tempos que vivemos.
terça-feira, janeiro 27, 2026
Actualização R3 do Opera One disponível - 2ª parte
A inteligência artificial do navegador também pode analizar e contextualizar vídeos do Youtube, permitindo gerar sumários de vídeos mais longos, ou mesmo encontrar segmentos específicos, com base no pedido do utilizador e resultando de uma descrição escrita dessa parte do vídeo.
Estando sempre presente, e podendo ser utilizada para os mais diversos fins, como gerar novos fundos de écran, as funcionalidades da inteligência artificial podem ser desactivadas total ou parcialmente, podendo ser, por exemplo, suspensas numa dada situações ou para uma "tab" específica, e mantidas noutras áreas da navegação.
Existe agora uma maior integração com serviços do Google, com o Gmail e o Calendar a poderem ser adicionados à barra lateral, tal como acontece com outros produtos e plataformas de mensagens, sendo activáveis da mesma forma, recorrendo aos três pontos, e podendo o utilizador determinar a área a ser utilizada por esta janela.
O écran dividido até permite agora 4 áreas, dimensionáveis, o acesso a ficheiros simplificado foi melhorado, tornando-se mais simples e prático, tendo-se verificado, igualmente, melhoramentos no "Music Player" e a nível das traduções, que realmente necessitam de vários melhoramentos.
Estando sempre presente, e podendo ser utilizada para os mais diversos fins, como gerar novos fundos de écran, as funcionalidades da inteligência artificial podem ser desactivadas total ou parcialmente, podendo ser, por exemplo, suspensas numa dada situações ou para uma "tab" específica, e mantidas noutras áreas da navegação.
Existe agora uma maior integração com serviços do Google, com o Gmail e o Calendar a poderem ser adicionados à barra lateral, tal como acontece com outros produtos e plataformas de mensagens, sendo activáveis da mesma forma, recorrendo aos três pontos, e podendo o utilizador determinar a área a ser utilizada por esta janela.
O écran dividido até permite agora 4 áreas, dimensionáveis, o acesso a ficheiros simplificado foi melhorado, tornando-se mais simples e prático, tendo-se verificado, igualmente, melhoramentos no "Music Player" e a nível das traduções, que realmente necessitam de vários melhoramentos.
segunda-feira, janeiro 26, 2026
Blusão térmico em uso - 2ª parte
Nitidamente, o conforto será uma das mais valias deste modelo, bastante aconchegante e, sobretudo, com um forro muito agradável ao tacto e que proporciona um isolamento térmico adequado às temperaturas que são mais comuns em Portugal, desde que complementado com peças de vestuário adequadas, mas é óbvio que é incompatível com temperaturas negativas, humidade persistente ou chuva.
Por outro lado, a ausência de um capuz revela-se algo limitativa, podendo ser complementado por um gorro, para temperaturas mais baixas, mas tal faz sentido, em termos conceptuais, dado que este blusão não foi, obviamente, concebido para a chuva, tendo sido previligiada a gola em detrimento de um capuz enrolado, tal como nos TAD V4.0, ou solto.
A gola protege bem o pescoço, sendo bastante alta, mas larga, o que pode justificar ser complementada por um cachecol, e o ajuste dos pulsos, recorrendo a velcro com tecido a revelar-se muito mais eficaz e duradoura do que a opção em plástico ou borracha dos TAD V4.0, que tendem a ficar ressequidos e, passados uns anos, acabam por fragmentar-se, obrigando a uma reparação.
O tecido, uma lã de dupla face, sendo quente e confortável, não parece ser particularmente respirável, pelo que existem dois fechos éclair nos sovacos, sendo esta a forma de tentar equilibrar a temperatura quando esta seja mais elevada e o conforto diminua, mas esta solução fica muito aquém dos tecidos mais recentes, onde estão presentes inovações técnicas, e que equilibram muito melhor a temperatura interior e exterior.
Por outro lado, a ausência de um capuz revela-se algo limitativa, podendo ser complementado por um gorro, para temperaturas mais baixas, mas tal faz sentido, em termos conceptuais, dado que este blusão não foi, obviamente, concebido para a chuva, tendo sido previligiada a gola em detrimento de um capuz enrolado, tal como nos TAD V4.0, ou solto.
A gola protege bem o pescoço, sendo bastante alta, mas larga, o que pode justificar ser complementada por um cachecol, e o ajuste dos pulsos, recorrendo a velcro com tecido a revelar-se muito mais eficaz e duradoura do que a opção em plástico ou borracha dos TAD V4.0, que tendem a ficar ressequidos e, passados uns anos, acabam por fragmentar-se, obrigando a uma reparação.
O tecido, uma lã de dupla face, sendo quente e confortável, não parece ser particularmente respirável, pelo que existem dois fechos éclair nos sovacos, sendo esta a forma de tentar equilibrar a temperatura quando esta seja mais elevada e o conforto diminua, mas esta solução fica muito aquém dos tecidos mais recentes, onde estão presentes inovações técnicas, e que equilibram muito melhor a temperatura interior e exterior.
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