segunda-feira, fevereiro 23, 2026

Buy Me a Coffee


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O blusão de nível 7 em uso - 2ª parte

A leveza do blusão não deixou de nos surpreender, sendo raro encontrar uma peça de vestuário que ofereça o mesmo nível de protecção contra baixas temperaturas ou ventos tão leve, o que contribui para o conforto, também proporcionado pelos tecidos suaves, agradáveis ao toque, mas que, sobretudo na sua camada exterior, deveriam ser mais espessos, do que resultaria uma maior resistência, um aspecto que necessita de uma utilização mais extensa para que possam surgir conclusões mais defenitivas.

Os ajustes são os adequados, com o sistema de tecido e velcro nos pulsos a ser francamente melhor do que o plástico dos TAD V4.0, com o capuz, que fica completamente recolhido dentro da gola, fechado por um fecho éclair, a ser bastante eficaz, embora um pouco moroso e complexo na altura de o recolher, obrigando a algum cuidado de modo a que fique uniformemente enrolado.

Apreciamos também a capacidade dos bolsos, bem como a sua acessibilidade, sendo possível transportar todos os objectos de uso habitual, mas também alguns extra, ficando perto dos TAD V4.0 neste aspecto, faltando, essencialmente o grande bolso nas costas, o que, para muitos, será raramente utilizado, sobretudo por não facilitar alguns movimentos.

Aliás, a qualidade geral parece-nos bastante satisfatória, sobretudo tendo em conta o preço, com detalhes bem conseguidos, aliando conforto e praticabilidade, com as várias camadas de tecido a proporcionarem uma boa base para correias de suporte, permitindo transportar mochilas, sacos ou outros volumes com o conforto possível, sem que seja exercida uma excessiva pressão localizada.

domingo, fevereiro 22, 2026

Reparação de tejadilho em Discovery 1 - 3ª parte

Sabendo, de antemão, que uma finalização perfeita é impossível de obter seguindo este método, encomendamos um autocolante destinado ao para-brisas, mas que será colocado sobre este, o que implica cortá-lo de forma a seguir os contornos da parte superior do para-brisas, o que pode ser feito recorrendo a um molde em papel, evitando danificar o autocolante.

Depois de cortar o autocolante, de acordo com o molde, este deve ser colado de modo a cobrir a união entre o tejadilho e a borracha do para-brisas, podendo-se dar um ligeiro aquecimento, muito suave, e pressionar o autocolante com uma esponja, de modo a que adira da melhor forma possível, contribuindo para proteger a zona reparada e fazer deslizar a água da chuva directamente para o para-brisas.

Dependendo das características do autocolante, pode ser possível usar um secador de cabelo para que este siga melhor os contornos da zona da ligação entre o tejadilho e a borracha, podendo-se aplicar mais um pouco de resina epoxi nas extremidades, junto da borracha, de modo a prevenir possíveis infiltrações.

Caso as dimensões do autocolante sejam insuficientes para abranger toda a zona reparada, será de considerar adicionar um pouco mais de autocolante, do mesmo tipo, mesmo que inteiramente transparente, aplicado da mesma forma, entre o autocolante central e as calhas de água laterais, o que contribui para um maior isolamento, após o que se pode dar início a alguns testes, deitanto água sobre a zona reparada, de modo a verificar se ainda surgem infiltrações que seja necessário corrigir.

sábado, fevereiro 21, 2026

O blusão de nível 7 em uso - 1ª parte

Em uso desde Novembro de 2024, o blusão de nível 7 é uma peça de vestuário que apenas foi utilizado nos períodos mais frios, dado que foi concebido para temperatura pouco comuns entre nós, podendo suportar até entre 10 e 15 graus negativos, pelo que apenas nalguns dias de Inverno mais frios foi possível usar esta peça de vestuário que se torna confortável quando a temperatura se aproxima dos 5º a 10º.

Sendo parte do US Extended Cold Weather Clothing System (ECWCS), o que significa que faz parte de um conjunto de peças de vestuário que podem ser utilizadas conjuntamente ou de forma isolada, este é um blusão particularmente eficaz em climas frios, oferecendo uma boa protecção contra baixas temperaturas, chuva, vento, neve ou gelo, algo pouco presente entre nós.

O blusão de que dispomos foi vestido sem qualquer outro elemento do ECWCS presente, normalmente sobre uma camisola de gola alta que tinha por baixo uma camisola térmica, e a primeira impressão foi a de que era compatível com uma boa amplitude de temperaturas, isolando bem, sem se revelar excessivamente quente, pelo que pode ser utilizado no Inverno português, com temperaturas de 10º ou inferiores, mantendo todo o conforto.

Naturalmente, a amplitude da temperatura em que o blusão pode ser vestido com conforto depende muito do vestuário complementar, bem como da intensidade das actividades praticadas, mas é manifesto que mais do que aquecer, este blusão isola, mantendo a temperatura corporal, protegendo de temperaturas baixas, mas sem aquecer em demasia o corpo, pelo que a sua utilização tende a manter o conforto de quem o enverga.

sexta-feira, fevereiro 20, 2026

Um País paralisado - 4ª parte

À luz do sucedido, quando se recorda que o ministro titular da pasta das Obras Públicas anunciou uma auditoria abrangente, tendo em conta que a A1 fora cortada ao trânsito antes de parte do tabuleiro de uma ponte ruir, não podemos deixar de considerar que a fragilidade de várias estruturas era conhecida ou, pelo menos, existia desconfiança quanto à sua segurança.

Aliás, existe todo um vasto conjunto de estruturas que necessitam ser vigiadas, periodicamente analisadas e, eventualmente, mantidas ou reparadas, ficando a sensação que tal não é efectuado com o rigor necessário, seja nos métodos, seja na calendarização, sendo possível, no limite, que muitas não sejam vistoriadas desde há muitos anos, podendo, entretanto, ter-se degradado e constituindo um perigo para as populações.

Daqui decorre que vivemos sobre uma autêntica bomba-relógio, num permanente perigo, à mercê dos caprichos de uma Natureza que tem vindo a transformar-se, tornando-se mais agressiva e expondo de forma cada vez mais evidente as fragilidades de um País que tende a não antever ou prevenir, optando, sistematicamente, pela muito mais dispendiosa e menos eficaz reparação dos danos.

Temos consciência que estamos diante de investimentos muito substanciais, que demoram a implementar, sendo necessário um estudo complexo, e necessariamente moroso, antes de estabelecer o caminho a seguir, o que significa que não há tempo a perder, devendo-se insistir na urgência de arrancar com este processo de modo a que os primeiro resultados possam antecipar novas tragédias.

quinta-feira, fevereiro 19, 2026

Land Rover Serie 3 radio-controlado na escala 1/10 - 2ª parte

Também estão presentes as luzes que constam do veículo real, incluindo os vários faróis e indicadores de direcção, podendo ser adicionada uma barra de luzes no tejadilho, que necessita de ser adquirida separadamente, o que permite uma boa iluminação, adequada para condução noturna.

Com tracção às quatro rodas, uma caixa de velocidades com peças metálicas e amortecedores independentes, este modelo consegue superar vários obstáculos, sendo divertido de controlar, em boa parte graças a um comando completo, onde as várias funcionalidades estão presentes e de fácil acesso.

O modelo tem dimensões de 395 x 185 x 215, a distância entre eixos é de 225 mm e o eixo traseiro tem 152 mm e pesa perto de 2 quilos, sendo fornecido numa caixa com 476 x 198 x 240 mm e com o conjunto, incluindo comando e embalagem a ficar perto das 2.600 gramas.

Não sendo do melhor que se faz na actualidade, este modelo representa um bom valor pelo preço pago, com um conjunto de funções interessantes e, sobretudo, com linhas bastante correctas, que todos identificamos imediatamente com um Serie 3, estando presentes todos os elementos fundamentais presentes neste tipo de veículo, pelo que os adeptos da Land Rover podem encontrar aqui um brinquedo a ter em conta.

quarta-feira, fevereiro 18, 2026

Um País paralisado - 3ª parte

Num País que depende da rede rodoviário muito para além do razoável, onde o sistema ferroviário, para além de conhecidas fragilidades e deficiências, enferma de problemas de ligação à rede Europeia, enquanto se insiste na obsoleta e problemática bitola ibérica, a interrupção da principal via do País num ponto central tem consequências particularmente complexas.

Mesmo argumentando que existem alternativas, é indiscutível que a A1 é uma via estruturante para o País, por onde, para além do trânsito de passageiros, passam mercadorias da maior importância, por onde são transportandos doentes, onde veículos de socorro circulam constantemente, e que o seu corte tem um impacto severo a vários níveis que vão desde a vertente económica à segurança das populações.

Grande parte dos bens alimentares, objectos postais, combustíveis e outras mercadorias essenciais transitam pela A1, num fluxo ininterrupto que se mantém dia e noite, pelo que irá rapidamente ocorrer uma saturação das vias alternativas, incluindo passagem pelo interior de povoações, tornando-se óbvio que existe não apenas um impacto enconómico, mas também na segurança rodoviária, com um largo número de veículos pesados a circular em vias menos adequadas.

Infelizmente, mas inevitavelmente, a água proveniente do Mondego continuou a deslocar-se do concelho de Coimbra para o de Montemor o Velho, alagando novas zonas, provocando novos danos e prejuízos, e condicionando a circulação rodoviária, pelo que os problemas em termos de trânsito na zona Centro do País se têm vindo a alargar, condicionado a acessibilidade a um extensa área de território.

terça-feira, fevereiro 17, 2026

Corgi Vanguard reproduz o primeiro Range Rover

A Corgi Vanguard apresentou um novo modelo, recorrendo a moldes inteiramente novos, do Range Rover original, com a matrículo YVB 153H e que tinha o número de chassis 35500003A, correspondendo, efectivamente ao chassis número 3 e que foi o primeiro destes veículos a sair da linha de produção, sendo um dos 27 que foram construídos para pré-produção, a que acresce um chassis extra.

O veículo original foi finalizado à mão, concluido a 17 de Dezembro de 1969, antes dos dois número de chassis anteriores, porque o fotógrafo Alan Luckett queria um Range Rover azul para efeitos do lançamento, tendo o mesmo veículo sido protagonista no filme de lançamento, com o título "A Car for All Reasons".

Nos finais de 1991, foi possível ao British Motor Industry Heritage Trust’s adquirir este veículo, na altura propriedade do fotógrafo norueguês Per Lochen, e que se encontra, desde 1993 no British Motor Museum em Gaydon, tendo sido restaurado de acordo com as especificações originais, surgindo, desde então, em programas da TV e artigos em revistas.

O novo modelo, de excelente qualidade e realizado na popular escala 1/43, terá um preço que se aproxima dos 44 Euros, com disponibilidade prevista a partir da Primavera de 2026, sendo uma miniatura a ter em conta por parte dos interessados nos veículos da Land Rover, que, apesar de um preço algo elevado, não deixará de ser tentador.

segunda-feira, fevereiro 16, 2026

Um País paralisado - 2ª parte

Mesmo face à excepcionalidade desta sequência de eventos meteorológicos, face à evidência das alterações climáticas, a forma como um conjunto de estruturas críticas é mantida, sem uma substituição revisão face à possibilidade de terem que resistir a circunstâncias mais extremas, revela falta de prudência face à evidência científica, que aponta para um agravamento e maior frequeência de fenómenos extremos.

Os alertas, tal como a observação de fenómenos ocorridos noutras partes do Mundo, deviam ter, como consequência óbvia, uma antecipação da possibilidade de situações semelhantes, adaptadas à nossa realidade geográfica, virem a ocorrer, o que implicaria reforçar estruturas e dispor de alternativas capazes de diminuirem a pressão que este tipo de evento iria ter no território nacional.

A revisão das redes de fornecimento de energia eléctrica de de comunicações já ficara patente na altura em que os ventos fortes destruiram parte das estruturas, tornando-se agora óbvio que também toda a gestão da água necessita de ser reanalizada, antecipando novas cheias que, inevitavelmente, irão ocorrer e, previsivelmente, com maior gravidade e numa frequência mais rápida.

Com as chuvas, surgem outros impactos, concretamente a nível das estruturas viárias, seja pela sua submersão, seja pelas consequências resultantes das correntes resultantes das cheias, que provocam o colapsos e aluimentos, com danos sérios nas vias, que podem necessitar de reconstruções, nalguns casos complexas e custosas, que podem requere meses para que fiquem concluidas.

domingo, fevereiro 15, 2026

Land Rover Serie 3 radio-controlado na escala 1/10 - 1ª parte

Para quem gosta de modelos de Land Rover, a proposta da Pinecone Forest pode ser interessante, com reproduções dos Serie 3, em diversas configurações e decorações, que podem ser adquiridos por um preço que fica um pouco abaixo dos 80 Euros, inluindo IVA e portes.

Do ponto de vista estético, consideramos o modelo bem conseguido, reproduzindo bem o Serie 3, com portas que podem abrir, incluindo a porta traseira, jantes que não se afastam em demasia das originais e um motor e interior que, tendo óbvias falhas, se inspiram no modelo real.

Estes modelos, com referências SG1009/1010, são produzidos na escala 1/10, tem uma velocidade entre os 8 e os 15 km/h, com um motor eléctrico e comando com e 3 servos, tendo no seu interior uma bateria de 7.4V 1300mAH, que necessita de entre 3 a 5 horas para ficar completamente carregada, permitindo perto de 25 minutos de autonomia.

O transmissor necessita de duas baterias AA e funciona na frequência dos 2.4 GHz, permitindo controlar o modelo, dependendo do terreno, até perto de 100 metros, com as funções básicas de acelerar, desacelerar, virar para a esquerda e para a direita, avançar ou recuar.