Com recursos de Inteligência Artificial cada vez mais presentes, o Google Photos foi melhorado, com novas funcionalidades, de modo a que cada utilizador possa trabalhar cada foto, ou conjunto de fotos, de forma muito simples e, quase sempre automatizada, melhorando-as e individualizando-as, adequando-as melhor aos fins a que se destinam.
Recorrendo ao Gemini Spark, é fácil e intuitivo, com uma simples instrução, efectuar diversos melhoramentos num conjunto de fotos, com uma edição automática a vários níveis e a possibilidade de partilhar as fotos de forma simples com um grupo de utilizadores, para o que as ferramentas de partilha existentes servem como base.
É agora possível reconhecer e catalogar diversos tips de vestuário que se pode encontrar nas fotos, podendo-se agora mudar o estilo e adoptar novas aparências, no que pode ser considerado como um vasto guarda-roupas digital, com recursos virtualmente inesgotáveis.
O Moods converte fotos recentes em imagens inspiradas nos anos vinte, incluindo um conjunto de estilos e filtros que transformam a própria imagem como se tivesse sido obtida recorrendo a um dispositivo antigo, incluindo-se aqui, ente outras, câmaras analógicas de 35mm ou as conhecidas digicam, usadas nos primeiros anos do século XXI.
sábado, outubro 03, 2026
sexta-feira, outubro 02, 2026
Correcção de erros para o Opera 136
Poucos dias após disponibilizar a versão 136, o Opera introduziu a primeira actualização para a nova versão, algo que já esperavamos face a uma manifesta degradação do desempenho e a uma falta de resposta imediata de vários botões e mesmo no clicar de diversos menús, tornando a navegação em algo de pesaroso e propenso a erros.
Em "sites" mais complexos, com múltiplas opções, este problema estava mais presente, mas mesmo nalguns dos mais simples, como a versão "web" do Google Mail, era necessário clicar diversas vezes num mesmo botão até obter uma reacção, algo que nunca sucedera em versões anteriores, sendo patente, por estar presente em diversos equipamentos actualizados com a versão 136, que o problema era do Opera.
Naturalmente, não existem novidades funcionais, tendo em conta a urgência de ultrapassar os problemas que se encontravam continuamente na versão 136, e que, ao contrário do que muitas vezes acontecia, surgia nas operações mais comuns, naquelas que são inevitáveis numa utilização do dia a dia, pelo que não havia forma de ocultar ou minizar o problema.
Face aos óbvios problemas, fomos, diariamente, verificando se havia uma nova actualização, que, concretamente traz o Opera para a versão 136.0.6008.80 ou superior, tendo esta surgido com alguma rapidez, e esperando-se que elimine as falhas da versão 136 original, classificada como estável quando, realmente, ainda necessitava de diversos ajustes e melhoramentos, alguns tão evidentes que se torna difícil de perceber porque foi lançada no estado em que se encontrava.
Em "sites" mais complexos, com múltiplas opções, este problema estava mais presente, mas mesmo nalguns dos mais simples, como a versão "web" do Google Mail, era necessário clicar diversas vezes num mesmo botão até obter uma reacção, algo que nunca sucedera em versões anteriores, sendo patente, por estar presente em diversos equipamentos actualizados com a versão 136, que o problema era do Opera.
Naturalmente, não existem novidades funcionais, tendo em conta a urgência de ultrapassar os problemas que se encontravam continuamente na versão 136, e que, ao contrário do que muitas vezes acontecia, surgia nas operações mais comuns, naquelas que são inevitáveis numa utilização do dia a dia, pelo que não havia forma de ocultar ou minizar o problema.
Face aos óbvios problemas, fomos, diariamente, verificando se havia uma nova actualização, que, concretamente traz o Opera para a versão 136.0.6008.80 ou superior, tendo esta surgido com alguma rapidez, e esperando-se que elimine as falhas da versão 136 original, classificada como estável quando, realmente, ainda necessitava de diversos ajustes e melhoramentos, alguns tão evidentes que se torna difícil de perceber porque foi lançada no estado em que se encontrava.
quinta-feira, outubro 01, 2026
Capa polivalente para telemóvel - 1ª parte
Adquirida pouco depois do telemóvel que actualmente utilizamos, mas disponível em diversas versões, de modo a cobrir os telemóveis mais comuns, a capa de protecção de alta resistência e polivalente tem-se revelado tão útil quanto eficaz, cumprindo bem as suas diversas funções.
Obviamente, a função principal de uma capa é proteger o telemóvel sem que disso decorra perda de funcionalidades, o que implica ser construída num material resistente, com alguma espessura, com a flexibilidade necessária para que se ajuste ao equipamento e para que absorva parte da energia dos impactos, o que não sucederia caso fosse completamente rígida, passando a transmitir essa energia ao equipamento transportado no interior.
Para além de ficar adequadamente ajustada, este tipo de capa protege as lentes frontais da câmara, com uma porta deslizante que também evita que poeiras se vão depositando na zona das lentes e do "flash", com a abertura e fecho a ser simples, por pressão, e não havendo o risco de abrir ou fechar de forma inesperada.
Como complemento, está presente um suporte rotativo, orientável em 360º e com ângulo de incidência variável, que permite ter o telemóvel pousado sobre uma superfície plana num ângulo que facilite a visualização do écran, particularmente útil para visualzar vídeos ou efectuar video-chamadas, deixando as mãos do utilizador livres.
Obviamente, a função principal de uma capa é proteger o telemóvel sem que disso decorra perda de funcionalidades, o que implica ser construída num material resistente, com alguma espessura, com a flexibilidade necessária para que se ajuste ao equipamento e para que absorva parte da energia dos impactos, o que não sucederia caso fosse completamente rígida, passando a transmitir essa energia ao equipamento transportado no interior.
Para além de ficar adequadamente ajustada, este tipo de capa protege as lentes frontais da câmara, com uma porta deslizante que também evita que poeiras se vão depositando na zona das lentes e do "flash", com a abertura e fecho a ser simples, por pressão, e não havendo o risco de abrir ou fechar de forma inesperada.
Como complemento, está presente um suporte rotativo, orientável em 360º e com ângulo de incidência variável, que permite ter o telemóvel pousado sobre uma superfície plana num ângulo que facilite a visualização do écran, particularmente útil para visualzar vídeos ou efectuar video-chamadas, deixando as mãos do utilizador livres.
quarta-feira, setembro 30, 2026
Opera 136 final já disponível
A versão 136 final do Opera, o navegador que temos utilizado durante os últimos anos, já pode ser descarregada, reportando a compilação 136.0.6008.52, baseada no Chromium 152.0.7977.120 ou posterior, apresentando poucas novidades, pelo que o destaque volta a recair na divisão do écran em diversos espaços.
Esta funcionalidade, a que o Opera confere um particular destaque, permite colocar em paralelo, na vertical, diversos conteúdos, provenientes de páginas diferentes, numa arrumação prática, que facilita a visualização, e que é fácil de entender e dominar, consolidando num único espaço informações destinadas a serem trabalhadas em conjunto.
Também a interacção como o Google, neste caso concreto com a possibilidade de usar o Google Lens a partir de cada "tab", extraindo informação directamente da Internet para complementa a que a página disponibiliza, vem confirmar uma maior integração deste navegador com diversas plataformas, algumas das quais podem ser acedidas através da barra lateral, com uma cada vez mais incidência nos recursos proporcionados pela Inteligência Artificial.
No "changelog" do Opera 136 podemos ver, sobretudo, correcções, a maioria das quais serão imperceptíveis à maioria dos utilizadores, dado que se referem a falhas que apenas surgem quando um conjunto de factores confluem, mas o recurso a uma nova versão do Chromium e melhoramentos no desempenho e na segurança justificam uma actualização que, funcionalmente, pouco acrescenta de novo.
Esta funcionalidade, a que o Opera confere um particular destaque, permite colocar em paralelo, na vertical, diversos conteúdos, provenientes de páginas diferentes, numa arrumação prática, que facilita a visualização, e que é fácil de entender e dominar, consolidando num único espaço informações destinadas a serem trabalhadas em conjunto.
Também a interacção como o Google, neste caso concreto com a possibilidade de usar o Google Lens a partir de cada "tab", extraindo informação directamente da Internet para complementa a que a página disponibiliza, vem confirmar uma maior integração deste navegador com diversas plataformas, algumas das quais podem ser acedidas através da barra lateral, com uma cada vez mais incidência nos recursos proporcionados pela Inteligência Artificial.
No "changelog" do Opera 136 podemos ver, sobretudo, correcções, a maioria das quais serão imperceptíveis à maioria dos utilizadores, dado que se referem a falhas que apenas surgem quando um conjunto de factores confluem, mas o recurso a uma nova versão do Chromium e melhoramentos no desempenho e na segurança justificam uma actualização que, funcionalmente, pouco acrescenta de novo.
terça-feira, setembro 29, 2026
Tapar o fogo com a peneira - 5ª parte
Tipicamente, entre nós, existe uma tendência para optar por grandes alterações organizacionais, a níveis superiores, intercalando novas camadas decisionais, criando mais passos entre as bases e o topo do poder, sem que disso resultem alterações palpáveis, que se sintam no dia a dia das populações, cada vez mais distantes do poder e com maiores dificuldades para interagir com quem realmente decide.
Naturalmente, é mais simples, e obviamente menos dispendioso, projectar uma regionalização do que proceder a um sem número de alterações no território nacional, criando todos os mecanismos que revertam a desertificação do Interior e permitam que as populações que optarem por aí residir tenham as condições necessárias para uma vida digna, equiparada à das que residem no Litoral que, pela redução da pressão, sairia, igualmente beneficiado.
Enquanto a desertificação do Interior não for efectivamente combatida, e finalmente revertida, os incêndios florestais, como o que ocorreu recentemente no concelho de Arganil, continuarão a devastar o País, agravando as assimetrias regionais e tornando cada vez mais difícil a resolução deste problema, já que a cada fogo de grandes proporções se podem esperar novas saídas de habitantes em direcção ao Litoral.
Para muitos, resta o lamento, a sensação de abandono ou pouca sorte por ter crescido numa área abandonada, mas para a maioria dos decisores políticos, entre ignorância, preguiça e incompetência, apenas novas ideias, tão inúteis quantos as anteriores, e algumas frases ocas de solidariedade perante as vítimas de mais um incêndio que podia ter sido prevenido, mas dificilmente seria combatido com sucesso.
Naturalmente, é mais simples, e obviamente menos dispendioso, projectar uma regionalização do que proceder a um sem número de alterações no território nacional, criando todos os mecanismos que revertam a desertificação do Interior e permitam que as populações que optarem por aí residir tenham as condições necessárias para uma vida digna, equiparada à das que residem no Litoral que, pela redução da pressão, sairia, igualmente beneficiado.
Enquanto a desertificação do Interior não for efectivamente combatida, e finalmente revertida, os incêndios florestais, como o que ocorreu recentemente no concelho de Arganil, continuarão a devastar o País, agravando as assimetrias regionais e tornando cada vez mais difícil a resolução deste problema, já que a cada fogo de grandes proporções se podem esperar novas saídas de habitantes em direcção ao Litoral.
Para muitos, resta o lamento, a sensação de abandono ou pouca sorte por ter crescido numa área abandonada, mas para a maioria dos decisores políticos, entre ignorância, preguiça e incompetência, apenas novas ideias, tão inúteis quantos as anteriores, e algumas frases ocas de solidariedade perante as vítimas de mais um incêndio que podia ter sido prevenido, mas dificilmente seria combatido com sucesso.
segunda-feira, setembro 28, 2026
10 anos de colaboração com o Google Maps - 1ª parte
Recentemente recebemos uma mensagem do Google Maps assinalando dez anos de colaboração, entendendo-se tal como uma alteração das informações existente e não apena a sua utilização, baseada, na recolha do próprio Google e na contribuição de outros utilizadores, mas assumindo a iniciativa de melhorar ou completar a plataforma.
Segundo o Google, teremos feito um total de 780 contribuições, de todos os tipos, desde a introdução de dados, análise ou critíca de locais, adicionamento de informações ou fotos ou diversos tipos de correcções, que foram visualizadas 317937 vezes e mereceram um total de 136 reacções a fotos, resultando na atribuição de 6295 pontos e no alcançar o nível 7 como guia local.
Colaborar com o Google Maps, intoduzindo novas informações, modificando dados existentes ou corrigindo erros de outros utilizadores, melhorando a plataforma, permite dispor de uma ferramenta mais precisa e actualizada, que está disponível para todos quantos queiram tirar partido dos seus inúmeros recursos, é simples e pode, inclusivé, ser recompensado.
Existem diversas formas de colaboração, todas efectuadas de forma interctiva, seguindo passos muito simples, e que podem ser, simplesmente, classificando um estabelecimento ou serviço, numa escala de 1 a 5 estrelas, podendo-se adicionar um pequeno texto e fotos, a alterações em dados errados, algo que surge com alguma frequência fora dos grandes centros urbanos, o que pode passar por deslocar a localização de um ponto para outro ou revelar a inexistência dessa referência.
Segundo o Google, teremos feito um total de 780 contribuições, de todos os tipos, desde a introdução de dados, análise ou critíca de locais, adicionamento de informações ou fotos ou diversos tipos de correcções, que foram visualizadas 317937 vezes e mereceram um total de 136 reacções a fotos, resultando na atribuição de 6295 pontos e no alcançar o nível 7 como guia local.
Colaborar com o Google Maps, intoduzindo novas informações, modificando dados existentes ou corrigindo erros de outros utilizadores, melhorando a plataforma, permite dispor de uma ferramenta mais precisa e actualizada, que está disponível para todos quantos queiram tirar partido dos seus inúmeros recursos, é simples e pode, inclusivé, ser recompensado.
Existem diversas formas de colaboração, todas efectuadas de forma interctiva, seguindo passos muito simples, e que podem ser, simplesmente, classificando um estabelecimento ou serviço, numa escala de 1 a 5 estrelas, podendo-se adicionar um pequeno texto e fotos, a alterações em dados errados, algo que surge com alguma frequência fora dos grandes centros urbanos, o que pode passar por deslocar a localização de um ponto para outro ou revelar a inexistência dessa referência.
domingo, setembro 27, 2026
Tapar o fogo com a peneira - 4ª parte
Para trás ficam os espaços rurais, cada vez mais desertos e improdutivos, entre grandes empresas que exploram largas áreas e pequenos proprietários que, pela idade e condições financeiras, se limitam a deter a posse, sem qualquer proveito, mas suportando os múltiplos encargos resultantes de uma terra que já não conseguem rentabilizar, deixando-a ao abandono.
Este abandono, ou a adoptção de culturas que visam uma rentabilização rápida e sem grande esforço, promove a destruição de muitas culturas, algumas tradicionais, substituindo-as pelas que são rentáveis no espaço de tempo que, habitualmente, medeia entre incêndios, única forma de, com alguma sorte, tirar algum proveito de uma propriedade de cuja posse resultam inevitáveis encargos.
Estas áreas são, naturalmente, onde os incêndios mais facilmente se propagam, seja pelo tipo de vegetação, seja pela enorme quantidade de combustíveis finos que se acumulam, como consequência da falta de limpeza dos terrenos, cuja maioria dos proprietários, cada vez em menor número e mais idosos, não tem capacidade física e, menos ainda financeira, para, sem ajuda, efectuar.
No entanto, e mesmo havendo disponibilidade financeira, não haveria recursos humanos para o fazer, tal a escassez de mão de obra nas zonas mais atingidas, uma situação impossível de contrariar a menos que exista uma completa inversão das políticas de ordenamento do território, algo de que, efectivamente, ninguém fala de forma concreta, com alguns intervenientes a refugiar-se numa eventual regionalização, como se tal resolvesse, por milagre, os problemas actuais.
Este abandono, ou a adoptção de culturas que visam uma rentabilização rápida e sem grande esforço, promove a destruição de muitas culturas, algumas tradicionais, substituindo-as pelas que são rentáveis no espaço de tempo que, habitualmente, medeia entre incêndios, única forma de, com alguma sorte, tirar algum proveito de uma propriedade de cuja posse resultam inevitáveis encargos.
Estas áreas são, naturalmente, onde os incêndios mais facilmente se propagam, seja pelo tipo de vegetação, seja pela enorme quantidade de combustíveis finos que se acumulam, como consequência da falta de limpeza dos terrenos, cuja maioria dos proprietários, cada vez em menor número e mais idosos, não tem capacidade física e, menos ainda financeira, para, sem ajuda, efectuar.
No entanto, e mesmo havendo disponibilidade financeira, não haveria recursos humanos para o fazer, tal a escassez de mão de obra nas zonas mais atingidas, uma situação impossível de contrariar a menos que exista uma completa inversão das políticas de ordenamento do território, algo de que, efectivamente, ninguém fala de forma concreta, com alguns intervenientes a refugiar-se numa eventual regionalização, como se tal resolvesse, por milagre, os problemas actuais.
sábado, setembro 26, 2026
A maca dobrável Thino Rescue
A maca dobrável Thino Rescue é um equipamento de emergência, fácil de acondicionar numa pequena mochila ou saco, ou mesmo no bolso de grandes dimensões de algumas peças de vestuário, e que permite proceder ao transporte seguro de um paciente, mesmo sobre terreno acidentado, sendo que, neste caso, se aconselha a usar dispositivos de retenção que previnam quedas.
Esta maca, construída em Nylon 230T, mede 186 x 68 centímetros, aberta, e 21 x 32 quando dobrada para transporte, pesa apenas 369 gramas e tem capacidade para transportar até 300 quilos de peso, com dez pegas resistentes, ligadas a elementos estruturais, e de boas dimensões, o que permite uma boa distribuição do peso, mesmo em terrenos acidentados.
Uma das vantagens desta maca é a resistência, o suportar água e desgaste dos elementos da Natureza, sendo muito fácil de acondicionar, havendo versões que incluem um pequeno saco e outras que dobram e fecham recorrendo a velcro, revelando-se ambas muito fáceis de acondicionar e de usar, ficando prontas para transportar um paciente em poucos segundos.
O preço desta maca ronda os quarenta Euros, incluindo IVA e portes, estando disponíveis vários equipamentos semelhantes, com preços que se prodem distanciar, sendo de equacionar por parte de equipas que se aventurem em locais mais remotos, dado que permitem transportar um paciente em condições razoáveis, mesmo num percurso longo, dado que o peso fica adequadamente distribuido.
Esta maca, construída em Nylon 230T, mede 186 x 68 centímetros, aberta, e 21 x 32 quando dobrada para transporte, pesa apenas 369 gramas e tem capacidade para transportar até 300 quilos de peso, com dez pegas resistentes, ligadas a elementos estruturais, e de boas dimensões, o que permite uma boa distribuição do peso, mesmo em terrenos acidentados.
Uma das vantagens desta maca é a resistência, o suportar água e desgaste dos elementos da Natureza, sendo muito fácil de acondicionar, havendo versões que incluem um pequeno saco e outras que dobram e fecham recorrendo a velcro, revelando-se ambas muito fáceis de acondicionar e de usar, ficando prontas para transportar um paciente em poucos segundos.
O preço desta maca ronda os quarenta Euros, incluindo IVA e portes, estando disponíveis vários equipamentos semelhantes, com preços que se prodem distanciar, sendo de equacionar por parte de equipas que se aventurem em locais mais remotos, dado que permitem transportar um paciente em condições razoáveis, mesmo num percurso longo, dado que o peso fica adequadamente distribuido.
sexta-feira, setembro 25, 2026
Tapar o fogo com a peneira - 3ª parte
Quando o Estado encerra serviços, como tribunais, escolas, hospitais ou outras unidades de saúde, ou as priva de valências essenciais, entre outros, envia uma mensagem clara às populações, sobretudo às camadas mais jovens, que serão as que mais necessitam de todos os serviços encerrados e ainda têm capacidade de mobilidade, mas com especial incidência nas jovens famílias com filhos em idade escolar.
Para muitas famílias, residir num local onde uma urgência hospitalar se encontra a dezenas de quilómetros, que por vezes devem ser percorridos em estradas perigosas, quase intransitáveis no Inverno, representa colocar em risco os filhos, igualmente privados de escolas nas proximidades e que, em consequência podem ver-se obrigados a longas viagens em cada dia de aulas, com todos os riscos que tal implica.
Também a vida social fica gravemente prejudicada para as famílias mais jovens, em número muito reduzido, e para as crianças, que enfrentam dificuldades em encontrar com quem conviver e brincar, situações que impactam muito negativamente no desenvolvimento pessoal e promovem situações de tensão que resultam de uma forma pouco natural de isolamento funcional.
Ao potenciar um problema que sabemos existir há muito, o Estado contribui de forma decisiva para desertificar o Interior, forçando as populações a deslocar-se para o Litoral onde, se por um lado encontram aquilo que perderam nas suas terras de origem, por outro defrontam-se com outros problemas, como o custo da habitação, contribuindo para o aumento do custo que esta tem nas grandes cidades e que afecta, de forma similar, todos os residentes que não tenham casa própria.
Para muitas famílias, residir num local onde uma urgência hospitalar se encontra a dezenas de quilómetros, que por vezes devem ser percorridos em estradas perigosas, quase intransitáveis no Inverno, representa colocar em risco os filhos, igualmente privados de escolas nas proximidades e que, em consequência podem ver-se obrigados a longas viagens em cada dia de aulas, com todos os riscos que tal implica.
Também a vida social fica gravemente prejudicada para as famílias mais jovens, em número muito reduzido, e para as crianças, que enfrentam dificuldades em encontrar com quem conviver e brincar, situações que impactam muito negativamente no desenvolvimento pessoal e promovem situações de tensão que resultam de uma forma pouco natural de isolamento funcional.
Ao potenciar um problema que sabemos existir há muito, o Estado contribui de forma decisiva para desertificar o Interior, forçando as populações a deslocar-se para o Litoral onde, se por um lado encontram aquilo que perderam nas suas terras de origem, por outro defrontam-se com outros problemas, como o custo da habitação, contribuindo para o aumento do custo que esta tem nas grandes cidades e que afecta, de forma similar, todos os residentes que não tenham casa própria.
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