A versão 127 final do Opera, o navegador que temos utilizado durante os últimos anos, já pode ser descarregada, reportando a compilação 127.0.5778.14, baseada no Chromium 143.0.7499.194 ou posterior, vindo consolidar as várias mudanças intermédias, resultantes da actualização para a versão R3.
É de notar que ainda dentro da versão 126 foi efectuada uma actualização muito substancial, passando o Opera para a R3, com a inclusão de numerosas novas funcionalidades e de uma muito maior implementação de recursos de inteligência artificial, baseados no Aria, pelo que a passagem para uma nova numeração, típica quando as alterações são de monta, era expectável.
A versão 127 vem, essencialmente, solidificar as funcionalidades presentes no R3, e que foram descritas em detalhes em textos anteriores, com ênfase para o "écran dividido" agora melhorado, para a inteligência artificial, para uma maior integração dos serviços do Google e para novos écrans, estando presentes diversas correcções e melhoramentos funcionais.
Do "changelog" consta a lista das correcções e melhoramentos introduzidos, que tendem a ser mais relevantes quando as modificações introduzidas são de maior monta, e que permite aos utilizadores verificar se algum problema com que, eventualmente, se tenham deparado, terá sido corrigido, sendo, naturalmente, de proceder a esta actualização assim que possível.
domingo, fevereiro 08, 2026
sábado, fevereiro 07, 2026
Velhas soluções para um novo normal climático - 1ª parte
Ao longo destes dias, o País deparou-se com uma situação inédita, surpreendido por uma sequência de eventos naturais de grande intensidade, começando pelos ventos fortes, com rajadas a ultrapassar os 200 km/h, destruindo muito à sua passsagem, e passando às chuvas persistentes das quais resultaram cheias em boa parte do território nacional.
Apesar os avisos meteorológicos, e quase todos recebemos um alerta, via SMS, por parte da Protecção Civil, parece que a gravidade da situação que se anunciava foi minimizada, seja pelo conteúdo da mensagem, muito idêntica à de previsões de menor gravidade, seja porque, à posteriori, a devastação causada era quase inacreditável, com as próprias autoridades a demorar a perceber a extensão dos danos.
Se a resposta local foi rápida, através das corporações de bombeiros, entidades policiais e de um vasto conjunto de voluntários, o Estado agiu com maior lentidão, inicialmente incapaz de assimilar a gravidade do sucedido, e, seguidamente, aparentando não existirem planos de resposta para uma devastação desta dimensão, dando a entender que, de início, reinou o improviso, sem uma coordenação centralizada efectiva.
Infelizmente, este tipo de fenómeno natural não é evitável, é impossível lutar contra este tipo situação extrema, mas pode-se preparar o cenário, de modo a minimizar os impactos e desenvolver planos adequados, a nível de prevenção e das acções mitigadoras, corrigindo muitos dos erros que potenciam as consequências e colocam em perigo as populações e os seus bens.
Apesar os avisos meteorológicos, e quase todos recebemos um alerta, via SMS, por parte da Protecção Civil, parece que a gravidade da situação que se anunciava foi minimizada, seja pelo conteúdo da mensagem, muito idêntica à de previsões de menor gravidade, seja porque, à posteriori, a devastação causada era quase inacreditável, com as próprias autoridades a demorar a perceber a extensão dos danos.
Se a resposta local foi rápida, através das corporações de bombeiros, entidades policiais e de um vasto conjunto de voluntários, o Estado agiu com maior lentidão, inicialmente incapaz de assimilar a gravidade do sucedido, e, seguidamente, aparentando não existirem planos de resposta para uma devastação desta dimensão, dando a entender que, de início, reinou o improviso, sem uma coordenação centralizada efectiva.
Infelizmente, este tipo de fenómeno natural não é evitável, é impossível lutar contra este tipo situação extrema, mas pode-se preparar o cenário, de modo a minimizar os impactos e desenvolver planos adequados, a nível de prevenção e das acções mitigadoras, corrigindo muitos dos erros que potenciam as consequências e colocam em perigo as populações e os seus bens.
sexta-feira, fevereiro 06, 2026
Restrições em vez de meros alertas - 3ª parte
Quando se pede para evitar "deslocações desnecessárias", continua-se a pemitir, e, no fundo, a exigir, que a grande maioria das deslocações, efectuadas para os locais das actividades habituais, como as laborais ou escolares, sejam obrigatoriamente efectuadas, já que não existe um justificativo que permita uma falta da qual não possa decorrer uma sanção.
Naturalmente, este tipo de limitações tem um impacto económico, sendo certo que vai have prejuízos para a economia, mas a qualidade da informação actualmente disponível permite estabelecer, antecipadamente, onde as restrições devem ser aplicadas e em que extensão, evitando que abarquem, de forma uniforme e indiferenciada, todo o território nacional, onde se vivem distintas realidades.
No entanto, tendo em conta o impacto do mau tempo e o período necessário a recuperar todos os serviços interrompidos, em muitos casos a arriscada deslocação para os locais de trabalho terá sido inútil, por não existirem condições para desenvolver qualquer actividade, do que decorre que foram corridos riscos, nalguns casos particularmente graves, sem que disso pudesse resultar qualquer efeito positivo.
Centramo-nos, sobretudo, nos efeitos do vento forte, mas existem danos resultantes de inundações ou da agitação marítima, sendo de prever que, sobretudo no respeitante às inundações, o problema possa agravar-se, face à previsão de chuva para os próximos dias, o que devia implicar, desde já, a adopção de medidas preventivas e uma gestão muito rigorosa de barragens e albufeiras.
Naturalmente, este tipo de limitações tem um impacto económico, sendo certo que vai have prejuízos para a economia, mas a qualidade da informação actualmente disponível permite estabelecer, antecipadamente, onde as restrições devem ser aplicadas e em que extensão, evitando que abarquem, de forma uniforme e indiferenciada, todo o território nacional, onde se vivem distintas realidades.
No entanto, tendo em conta o impacto do mau tempo e o período necessário a recuperar todos os serviços interrompidos, em muitos casos a arriscada deslocação para os locais de trabalho terá sido inútil, por não existirem condições para desenvolver qualquer actividade, do que decorre que foram corridos riscos, nalguns casos particularmente graves, sem que disso pudesse resultar qualquer efeito positivo.
Centramo-nos, sobretudo, nos efeitos do vento forte, mas existem danos resultantes de inundações ou da agitação marítima, sendo de prever que, sobretudo no respeitante às inundações, o problema possa agravar-se, face à previsão de chuva para os próximos dias, o que devia implicar, desde já, a adopção de medidas preventivas e uma gestão muito rigorosa de barragens e albufeiras.
quinta-feira, fevereiro 05, 2026
A normalização da morte por frio - 3ª parte
Mesmo durante uma campanha eleitoral, com todas as tragédias que ocorrem no Mundo, este número de mortes não pode escapar, entre o minimizar e a quase omissão de uma nota de rodapé, entre as notícias de um qualquer telejornal, como se esta fosse uma inevitabilidade que, como qualquer triste destino, não pode ser combatido, restando, tão somente, chorar brevemente os mortos.
Aliás, até agora, não escutamos da parte de nenhum candidato presidencial, ou de quem mais directamente os apoia, uma palavra quanto à especificidade deste problema, muitas vezes abordado de forma algo dispersa, entre questões gerais de saúde ou de habitação, mas sem ir directamente a um problema conhecido, mas que todos tentam evitar, eventualmente por ter pouco a propor, sabendo que este problema não se resolve com as habituais generalidades, sempre inconsequentes, e que as boas ideias, com aplicação prática, escasseiam.
Em textos anteriores, apontamos para várias possíveis soluções, no sentido de mitigar o problema da pobreza energética, recorrendo a métodos simples, com custos muito acessíveis e que, não proporcionando todo o conforto a que todos têm direito, pode evitar algumas das situações mais graves e reduzir o número de vítimas mortais.
Mesmo durante uma campanha eleitoral, com todas as tragédias que ocorrem no Mundo, este número de mortes não pode escapar, entre o minimizar e a quase omissão de uma nota de rodapé, entre as notícias de um qualquer telejornal, como se esta fosse uma inevitabilidade que, como qualquer triste destino, não pode ser combatido, restando, tão somente, chorar brevemente os mortos.
Aliás, até agora, não escutamos da parte de nenhum candidato presidencial, ou de quem mais directamente os apoia, uma palavra quanto à especificidade deste problema, muitas vezes abordado de forma algo dispersa, entre questões gerais de saúde ou de habitação, mas sem ir directamente a um problema conhecido, mas que todos tentam evitar, eventualmente por ter pouco a propor, sabendo que este problema não se resolve com as habituais generalidades, sempre inconsequentes, e que as boas ideias, com aplicação prática, escasseiam.
Em textos anteriores, apontamos para várias possíveis soluções, no sentido de mitigar o problema da pobreza energética, recorrendo a métodos simples, com custos muito acessíveis e que, não proporcionando todo o conforto a que todos têm direito, pode evitar algumas das situações mais graves e reduzir o número de vítimas mortais.
Mesmo durante uma campanha eleitoral, com todas as tragédias que ocorrem no Mundo, este número de mortes não pode escapar, entre o minimizar e a quase omissão de uma nota de rodapé, entre as notícias de um qualquer telejornal, como se esta fosse uma inevitabilidade que, como qualquer triste destino, não pode ser combatido, restando, tão somente, chorar brevemente os mortos.
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
Tutores em vez de instrutores no ensino da condução - 2ª parte
A Associação Nacional de Escolas de Condução também já se pronunciou de forma muito negativa face a esta possível alteração, considerando-o um "retrocesso civilizacional", tal como o fez o Automóvel Clube de Portugal, que também tem a sua própria escola de condução e considerou perigosa esta opção, mesmo faltando ainda a devida regulamentação que, para manter a segurança no ensino, ou altera o essencial da proposta, ou a condiciona de tal forma que, basicamente, a torna inoperacional.
Também as seguradoras deverão ter uma palavra a dizer, sendo complexo descriminar os segurados de acordo com o tipo de ensino de cada um, mas evitando onerar quem terve uma formação convencional, que consideramos a mais adequada, e não deve ser penalizado nesta vertente, sendo certo que irá enfrentar maiores riscos durante a condução.
Obviamente, caso a sinistralidade rodoviária aumente, todos seremos penalizados, não apenas no preço dos seguros, mas também, e sobretudo, na enorme perda humana, no sofrimento dos envolvidos e de todos os que lhe são queridos, podendo surgir uma conflitualidade juridíca complexa na atribuição de responsabilidades e, no limite, no envolvimento do Governo na criação de um cenário potencialmente muito perigoso.
Num País onde a sinistralidade é elevada, em grande parte como resultante do comportamento dos condutores, seja em termos técnicos, seja por uma manifesta falta de cultura de segurança, com um parque automóvel envelhecido e estrada com escassa manutenção, esta decisão do Governo parece-nos incompreensível, completamente desligada da realidade e potencialmente perigosa.
Também as seguradoras deverão ter uma palavra a dizer, sendo complexo descriminar os segurados de acordo com o tipo de ensino de cada um, mas evitando onerar quem terve uma formação convencional, que consideramos a mais adequada, e não deve ser penalizado nesta vertente, sendo certo que irá enfrentar maiores riscos durante a condução.
Obviamente, caso a sinistralidade rodoviária aumente, todos seremos penalizados, não apenas no preço dos seguros, mas também, e sobretudo, na enorme perda humana, no sofrimento dos envolvidos e de todos os que lhe são queridos, podendo surgir uma conflitualidade juridíca complexa na atribuição de responsabilidades e, no limite, no envolvimento do Governo na criação de um cenário potencialmente muito perigoso.
Num País onde a sinistralidade é elevada, em grande parte como resultante do comportamento dos condutores, seja em termos técnicos, seja por uma manifesta falta de cultura de segurança, com um parque automóvel envelhecido e estrada com escassa manutenção, esta decisão do Governo parece-nos incompreensível, completamente desligada da realidade e potencialmente perigosa.
terça-feira, fevereiro 03, 2026
Restrições em vez de meros alertas - 2ª parte
É de notar que entre as comunicações afectadas se encontram as da rede SIRESP que, mais uma vez, demonstrou as suas fragilidades, dependendo de um operador comercial para que o seu funcionamento se mantenha durante situações mais críticas, sendo que, tal como aconteceu durante o apagão e foi largamente comentado, as baterias do operador não permitem manter em funcionamento as torres de comunicações durante um período aceitável.
Seria de limitar a circulação em áreas de maior risco, por exemplo, promovendo o tele-trabalho, quando possível, suspendendo as aulas presenciais e encerrando estabelecimentos comerciais, como forma de reduzir os riscos inerentes à necessidade de deslocações que, no limite, não são críticas e podem ser evitadas, seguindo o exemplo do que se praticou durante a pandemia.
Tendo em conta que a previsão existia, seria possível estabelecer as medidas necessárias com a antecedência necessária, informando os residentes das áreas mais expostas sobre as limitações a impor e sobre como evitar deslocações, efectuando as compras com antecedência e preparando-se para o trabalho remoto, de modo a obedecer às instruções das autoridades,
Várias das vítimas, incluindo-se vítimas mortais, dirigiam-se para o trabalho ou tinham ido fazer compras, numa altura em que o alerta já vigorava e um conjunto de actividades deviam estar suspensas, pelo menos presencialmente, tornando óbvio que este tipo de deslocação não devia ter sido permitida, o que só podia suceder face a uma intervenção política mais musculada.
Seria de limitar a circulação em áreas de maior risco, por exemplo, promovendo o tele-trabalho, quando possível, suspendendo as aulas presenciais e encerrando estabelecimentos comerciais, como forma de reduzir os riscos inerentes à necessidade de deslocações que, no limite, não são críticas e podem ser evitadas, seguindo o exemplo do que se praticou durante a pandemia.
Tendo em conta que a previsão existia, seria possível estabelecer as medidas necessárias com a antecedência necessária, informando os residentes das áreas mais expostas sobre as limitações a impor e sobre como evitar deslocações, efectuando as compras com antecedência e preparando-se para o trabalho remoto, de modo a obedecer às instruções das autoridades,
Várias das vítimas, incluindo-se vítimas mortais, dirigiam-se para o trabalho ou tinham ido fazer compras, numa altura em que o alerta já vigorava e um conjunto de actividades deviam estar suspensas, pelo menos presencialmente, tornando óbvio que este tipo de deslocação não devia ter sido permitida, o que só podia suceder face a uma intervenção política mais musculada.
segunda-feira, fevereiro 02, 2026
Tutores em vez de instrutores no ensino da condução - 1ª parte
Não podemos deixar de exprimir o nosso espanto e indignação perante a intenção do Governo de permitir a substituição do actual modelo de ensino de condução por um método alternativo, onde tutores podem substituir os instrutores profissionais nas aulas práticas, aplicável às cartas de condução da categoria B, que permite conduzir veículos ligeiros.
Na actual proposta, constante do Regime Jurídico do Ensino da Condução, a formação teórica é mantida, cabendo às escolas de condução, mas a vertente prática, absolutamente essencial, pode passar a ser ministrada por tutores, um modelo previamente usado de forma complementar, não substitutiva, e presente nalguns países, caso dos Estados Unidos, onde a sinistralidade rodoviária é elevada.
Para ser tutor não é necessário nenhuma formação específica, bastando ter carta de condução da categoria B há mais de 10 anos, não ter sido condenado por nenhum crime rodoviário, nem ter cometido uma infração grave ou muito grave nos últimos 5 anos, o que, em abstacto, permite que alguém que tirou a carta há uma década e nunca mais conduziu possa ser tutor.
Naturalmente, temos que nos interrogar qual o tipo de responsabilidade do tutor durante o processo de aprendizagem, mas, no limite, nas consequências após o término desta, sendo certo que, com esta alteração, o processo de avaliação do candidato a condutor vai ser substancialmente reduzido, tornando mais fácil aprovar em exame que não esteja preparado, sobretudo na vertente comportamental.
Na actual proposta, constante do Regime Jurídico do Ensino da Condução, a formação teórica é mantida, cabendo às escolas de condução, mas a vertente prática, absolutamente essencial, pode passar a ser ministrada por tutores, um modelo previamente usado de forma complementar, não substitutiva, e presente nalguns países, caso dos Estados Unidos, onde a sinistralidade rodoviária é elevada.
Para ser tutor não é necessário nenhuma formação específica, bastando ter carta de condução da categoria B há mais de 10 anos, não ter sido condenado por nenhum crime rodoviário, nem ter cometido uma infração grave ou muito grave nos últimos 5 anos, o que, em abstacto, permite que alguém que tirou a carta há uma década e nunca mais conduziu possa ser tutor.
Naturalmente, temos que nos interrogar qual o tipo de responsabilidade do tutor durante o processo de aprendizagem, mas, no limite, nas consequências após o término desta, sendo certo que, com esta alteração, o processo de avaliação do candidato a condutor vai ser substancialmente reduzido, tornando mais fácil aprovar em exame que não esteja preparado, sobretudo na vertente comportamental.
domingo, fevereiro 01, 2026
Restrições em vez de meros alertas - 1ª parte
O mau tempo ocorrido recentemente, sobretudo no respeitante aos ventos fortes, com rajadas acima dos 100 km/h, por vezes ultrapassando os 150 km/h, veio expor as fragilidades do País e a falta de uma cultura onde a segurança seja previlegiada, permitindo-se que fossem corridos riscos que podiam ter sido evitáveis, sobretudo na deslocação para os locais de trabalho.
Apesar de haver previsões bastante precisas, e terem sido emitidos alertas, inclusivé acompanhados de um conjunto de recomendações, a intervenção das autoridades foi insuficiente, sendo de estabelecer medidas que evitem riscos, com carácter obrigatório, evitando, sobretudo, deslocações que, como se demonstra, são particularmente arriscadas nas circunstâncias que se verificaram.
Em zonas de especial risco, durante um alerta vermelho, existem riscos elevados, sobretudo durante as deslocações, pelo que seria de adoptar verdadeiras medidas preventivas, que vão para além do simples alerta, estabelecendo um conjunto de medidas que evitem perigos extremos, dos quais, tipicamente, resultam vítimas mortais.
Nas zonas mais afectadas, a distribuição de energia eléctrica foi interrompida, chegando a afectar um milhão de residentes, do que resultou a falta de água e falhas nas comunicações, o que dificulta qualquer pedido de socorro, deixando as populações particularmente vulneráveis e todos quantos circulam em zonas de perigo, numa situação de risco extremo, impossibilitados de pedir socorro em caso de acidente.
Apesar de haver previsões bastante precisas, e terem sido emitidos alertas, inclusivé acompanhados de um conjunto de recomendações, a intervenção das autoridades foi insuficiente, sendo de estabelecer medidas que evitem riscos, com carácter obrigatório, evitando, sobretudo, deslocações que, como se demonstra, são particularmente arriscadas nas circunstâncias que se verificaram.
Em zonas de especial risco, durante um alerta vermelho, existem riscos elevados, sobretudo durante as deslocações, pelo que seria de adoptar verdadeiras medidas preventivas, que vão para além do simples alerta, estabelecendo um conjunto de medidas que evitem perigos extremos, dos quais, tipicamente, resultam vítimas mortais.
Nas zonas mais afectadas, a distribuição de energia eléctrica foi interrompida, chegando a afectar um milhão de residentes, do que resultou a falta de água e falhas nas comunicações, o que dificulta qualquer pedido de socorro, deixando as populações particularmente vulneráveis e todos quantos circulam em zonas de perigo, numa situação de risco extremo, impossibilitados de pedir socorro em caso de acidente.
sábado, janeiro 31, 2026
Blusão térmico em uso - 3ª parte
A capacidade de carga dos bolsos é inferior ao que consideramos adequado, com dois bons bolsos exteriores, com fecho éclair, mas faltando um bolso interior, para transportar bens mais sensíveis, como um telemóvel, e não possuindo bolsos nas mangas, sendo este uma das características mais limitativas deste blusão, ficando, neste aspecto, muito abaixo dos TAD V4.0, que possuem uma boa meia dúzia de bolsos.
Estão presentes quatro superfícies em velcro, duas de cada lado do peito, o que permite adicionar distintivos, incluindo dois para os modelos mais estreitos para nome, grupo sanguíneo ou outro descritivo, enquanto os dois superiores, mais curtos, mas mais altos, podem ser utilizados para insígnias, estando ausentes superfícies nos braço, muito comuns na maior parte dos blusões e que, muitas vezes, são complementados por bolsos, igualmente ausentes aqui.
Naturalmente, para situações de chuva ou mais ventosas, este blusão perde para os TAD V4.0, ficando abaixo do modelo com forro de grafeno que recentemente apresentamos em termos de controle térmico, e não ombreando com nenhum destes na capacidade dos bolsos, mas excede-os no conforto, sendo o mais agradável ao toque, pelo que tem um espaço próprio, respondendo a um conjunto de necessidades específicas.
Com um preço que fica muito perto dos TAD V4.0, este blusão destina-se a uma utilização distinta, mais de interiores, menos radicais, onde as condições atmosféricas sejam mais moderadas, previlegiando o conforto, sem que disso resulte uma menor solidez, o que permite que seja usado em muitas actividades de exterior que não sejam condicionadas por chuva ou humidade em excesso.
Estão presentes quatro superfícies em velcro, duas de cada lado do peito, o que permite adicionar distintivos, incluindo dois para os modelos mais estreitos para nome, grupo sanguíneo ou outro descritivo, enquanto os dois superiores, mais curtos, mas mais altos, podem ser utilizados para insígnias, estando ausentes superfícies nos braço, muito comuns na maior parte dos blusões e que, muitas vezes, são complementados por bolsos, igualmente ausentes aqui.
Naturalmente, para situações de chuva ou mais ventosas, este blusão perde para os TAD V4.0, ficando abaixo do modelo com forro de grafeno que recentemente apresentamos em termos de controle térmico, e não ombreando com nenhum destes na capacidade dos bolsos, mas excede-os no conforto, sendo o mais agradável ao toque, pelo que tem um espaço próprio, respondendo a um conjunto de necessidades específicas.
Com um preço que fica muito perto dos TAD V4.0, este blusão destina-se a uma utilização distinta, mais de interiores, menos radicais, onde as condições atmosféricas sejam mais moderadas, previlegiando o conforto, sem que disso resulte uma menor solidez, o que permite que seja usado em muitas actividades de exterior que não sejam condicionadas por chuva ou humidade em excesso.
sexta-feira, janeiro 30, 2026
A normalização da morte por frio - 2ª parte
Os Invernos no chamado país de clima moderado e ameno, não sendo tão frio como em boa parte da Europa, não deixa de ser devastador face à qualidade da habitação e à probreza energética, que impede os mais vulneráveis de aquecer as suas residência não apenas a uma temperatura confortável, mas de modo a garantir a sua própria segurança e saúde.
Face ao agravar da situação epidemológica e durante os períodos de temperaturas mais baixas, as necessidades de acorrer às vítimas, seja os meios de socorro, sejam as unidades de saúde enfrentam sérias dificuldades, levando a atrasos e a um tratamento adiado, muitas vezes simplificado, sendo nossa convicção que muitos dos que necessitam de assistência não a pedem na altura certa, adiando o pedido, e, quando este é realizado, não recebem o necessário apoio atempadamente.
Estes óbitos apontam para uma fragilidade extrema a nível de condições de vida de muitos residentes, mas também para uma resignação dos próprios, que dificilmente têm capacidade para se revoltar e exigir condições de dignidade, bem como da sociedade no seu todo, que, face a um número de óbitos que consideramos alarmante e indiciador de que algo está muito errado, ignora este alerta.
Existe uma óbvia falta de solidariedade perante uma situação que ocorre, com maior ou menor gravidade, em cada Inverno, com o impacto a depender da altura da chegada do vírus da gripe, bem como da sua estirpe, e das temperaturas, sendo manifesto que quando estas baixam mais e durante um período mais prolongado, as consequências são mais devastadoras, com a combinação de factores a resultarem nos elevados números que conhecemos.
Face ao agravar da situação epidemológica e durante os períodos de temperaturas mais baixas, as necessidades de acorrer às vítimas, seja os meios de socorro, sejam as unidades de saúde enfrentam sérias dificuldades, levando a atrasos e a um tratamento adiado, muitas vezes simplificado, sendo nossa convicção que muitos dos que necessitam de assistência não a pedem na altura certa, adiando o pedido, e, quando este é realizado, não recebem o necessário apoio atempadamente.
Estes óbitos apontam para uma fragilidade extrema a nível de condições de vida de muitos residentes, mas também para uma resignação dos próprios, que dificilmente têm capacidade para se revoltar e exigir condições de dignidade, bem como da sociedade no seu todo, que, face a um número de óbitos que consideramos alarmante e indiciador de que algo está muito errado, ignora este alerta.
Existe uma óbvia falta de solidariedade perante uma situação que ocorre, com maior ou menor gravidade, em cada Inverno, com o impacto a depender da altura da chegada do vírus da gripe, bem como da sua estirpe, e das temperaturas, sendo manifesto que quando estas baixam mais e durante um período mais prolongado, as consequências são mais devastadoras, com a combinação de factores a resultarem nos elevados números que conhecemos.
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