Uma das pequenas ferramentas multifuncionais que temos utilizado ao longo de anos tem o formato de um cartão de crédito, pelo que pode ser facilmente acomodada numa carteira comum, e tem um bom conjunto de ferramentas, naturalmente condicionadas pelas pequenas dimensões, permitindo efectuar facilmente algumas pequenas tarefas do dia a dia e enfrentar algums situações menos comuns.
Este cartão é uma ferramenta multifuncional 11 em 1, construída em aço inoxidável 420, na cor natural ou em negro, medindo 67 x 45 x 0.16 milímetros, sendo muito resistente e de utilização muito fácil e intuitiva, pelo que, após anos de uso, continua a ser um dos nosso utensílios favoritos.
As funcionalidades disponiveis incluem a de abridor de latas e de garrafas, lâmina lisa e de serra, chave de fendas, de borboleta e para seis dimensões de parafusos sextavados, régua e indicador de ângulos, acrescendo um orifício destinado a uma correia ou fita que facilite o uso e acondicionamento quando não transportada numa carteira.
Existe a possibilidade, com alguns vendedores específicos, de solicitar a gravação de caracteres, obviamente, mediante um pagamento adicional, mas, na sua versão base, incluindo a capa, este pequeno utensílio pode ter um preço que fica perto do 1.20 Euros, incluindo IVA e portes, desde que a encomenda inclua um mínimo de 5 unidades, o que pode ser facilmente justificável.
terça-feira, abril 14, 2026
segunda-feira, abril 13, 2026
Uma Páscoa trágica nas estradas - 3ª parte
Sabemos, desde já, que o valor das coimas para algumas infrações graves que estão, tipicamente, na origem de acidentes graves, já foram aumentadas, como esperavamos, sendo óbvio que o resultado, no respeitante à finalidade anunciada, será, virtualmente nulo, tal como aconteceu sempre que tal sucedeu no passado, pelo que, sem novidades de monta, o panorama não se afigura minimamente animador, sendo de esperar que a situação não melhore.
Infelizmente, como corolário, assistimos a uma estranha mensagem, eventualmente bem intencionada, por parte do actual primeiro-ministro, que se dirigiu à audiência a partir de um automóvel em movimento, sendo patente que não usava o cinto de segurança, no que é um péssimo exemplo, sendo certo que os actos pesam mais do que quaisquer palavras.
De certa forma, esta atitude ilustra bem uma das causas da sinistralidade rodoviária, sendo patente um certo desleixo, a indiferença perante a legislação, uma cultura de segurança quase inexistente e aquela crença que o mal apenas acontece aos outros, numa mistura explosiva que inclui os componentes suficientes para que esta autêntica bomba-relógio com temporizador incerto um dia resulte numa tragédia.
Enquanto esperamos que as autoridades competentes procedam à notificação deste governante, face a uma infração considerada grave, punível com coimas de 120€ a 600€ e com possível perda de pontos na carta de condução do infrator, temos esperança que, pelo menos, o primeiro-ministro peça desculpa pelo péssimo exemplo dado e anuncie medidas que possam mitigar o problema da sinistralidade rodoviária.
Infelizmente, como corolário, assistimos a uma estranha mensagem, eventualmente bem intencionada, por parte do actual primeiro-ministro, que se dirigiu à audiência a partir de um automóvel em movimento, sendo patente que não usava o cinto de segurança, no que é um péssimo exemplo, sendo certo que os actos pesam mais do que quaisquer palavras.
De certa forma, esta atitude ilustra bem uma das causas da sinistralidade rodoviária, sendo patente um certo desleixo, a indiferença perante a legislação, uma cultura de segurança quase inexistente e aquela crença que o mal apenas acontece aos outros, numa mistura explosiva que inclui os componentes suficientes para que esta autêntica bomba-relógio com temporizador incerto um dia resulte numa tragédia.
Enquanto esperamos que as autoridades competentes procedam à notificação deste governante, face a uma infração considerada grave, punível com coimas de 120€ a 600€ e com possível perda de pontos na carta de condução do infrator, temos esperança que, pelo menos, o primeiro-ministro peça desculpa pelo péssimo exemplo dado e anuncie medidas que possam mitigar o problema da sinistralidade rodoviária.
domingo, abril 12, 2026
Google vai permitir mudar nome de conta
O Google vai permitir mudar o nome do utilizador a nível de conta, concretamente, alterando o identificador que fica antes de "@gmail.com", associando um novo endereço de correio electrónico, que passará a ser aquele que vai surgir nas várias contas, sem que disto decorra a extinção do endereço antigo, que fica como salvaguarda.
Nas defenições da conta Google, nas informações pessoais, encontra-se o endereço de email registado, que serve como identificador, passando a surgir a opção de mudança de email da conta, podendo então o utilizador adicionar um novo endereço que surgirá nas várias plataformas associadas à conta.
Este é um processo muito simples, em termos técnicos, mas que deve ser sempre avaliado com prudência, pesando bem os prós e contras de uma alteração que tem um impacto profundo na identidade digital do utilizador, que, exteriormente, implica alterações substanciais a nível de privacidade e segurança.
Esta funcionalidade está, actualmente, apenas disponível nos Estados Unidos, permitindo uma mudança por ano, esperando-se que se vá estender, num futuro próximo, a outros países, sendo sempre de ter em conta que mudar um endereço de email que seja usado noutras plataformas ou "sites" pode ter consequências a nível de autenticações ou navegação.
Nas defenições da conta Google, nas informações pessoais, encontra-se o endereço de email registado, que serve como identificador, passando a surgir a opção de mudança de email da conta, podendo então o utilizador adicionar um novo endereço que surgirá nas várias plataformas associadas à conta.
Este é um processo muito simples, em termos técnicos, mas que deve ser sempre avaliado com prudência, pesando bem os prós e contras de uma alteração que tem um impacto profundo na identidade digital do utilizador, que, exteriormente, implica alterações substanciais a nível de privacidade e segurança.
Esta funcionalidade está, actualmente, apenas disponível nos Estados Unidos, permitindo uma mudança por ano, esperando-se que se vá estender, num futuro próximo, a outros países, sendo sempre de ter em conta que mudar um endereço de email que seja usado noutras plataformas ou "sites" pode ter consequências a nível de autenticações ou navegação.
sábado, abril 11, 2026
Penso para feridas perfurantes - 2ª parte
A embalagem é durável e resistente a perfurações, capaz de manter a integridade do dispositivo durante o armazenamento e transporte, sem comprometer o conteúdo, devendo ser aberta apenas quando é necessário utilizar o penso, devendo-se, ainda, verificar periodicamente se existe algum tipo de dano que possa comprometer o interior contaminando-o com agentes externos.
Obviamente, usar este tipo de dispositivo requer um mínimo de conhecimentos e de treino, tal como o sangue frio necessário para proceder ao uso em condições reais, pelo que será sempre de frequentar acções de formação ou, no mínimo, estudar atentamente a forma de utilizar este dispositivo, sabendo que o maior obstáculo será, quase certamente, psicológico.
No entanto, em termos meramente práticos, a aplicação é extremamente simples, sendo manifesto que houve atenção aos detalhes, desde a embalagem, em termos de resistência e de facilidade de abertura, como na aplicação, muito facilitada devido ao tamanho das abas e à transparência do material utilizado, destinando-se a poder ser utilizado mesmo por quem tenha menos prática ou tenha que o fazer numa situação de maior pressão.
O preço ronda os 3.37 Euros, com portes grátis a partir de 10 Euros, o que pode incluir outros artigos, mas também significa que com 10 Euros se podem obter 3 unidades, com IVA e portes incluidos, estando disponíveis modelos com distintas configurações e tamanhos, abertos e fechados, o que permite uma ampla gama de escolha.
Obviamente, usar este tipo de dispositivo requer um mínimo de conhecimentos e de treino, tal como o sangue frio necessário para proceder ao uso em condições reais, pelo que será sempre de frequentar acções de formação ou, no mínimo, estudar atentamente a forma de utilizar este dispositivo, sabendo que o maior obstáculo será, quase certamente, psicológico.
No entanto, em termos meramente práticos, a aplicação é extremamente simples, sendo manifesto que houve atenção aos detalhes, desde a embalagem, em termos de resistência e de facilidade de abertura, como na aplicação, muito facilitada devido ao tamanho das abas e à transparência do material utilizado, destinando-se a poder ser utilizado mesmo por quem tenha menos prática ou tenha que o fazer numa situação de maior pressão.
O preço ronda os 3.37 Euros, com portes grátis a partir de 10 Euros, o que pode incluir outros artigos, mas também significa que com 10 Euros se podem obter 3 unidades, com IVA e portes incluidos, estando disponíveis modelos com distintas configurações e tamanhos, abertos e fechados, o que permite uma ampla gama de escolha.
sexta-feira, abril 10, 2026
Uma Páscoa trágica nas estradas - 2ª parte
Também podemos intuir que das dificuldades financeiras de muitas famílias resulte uma menor manutenção das viaturas e que existam vias mais degradadas, sobretudo nas zonas mais atingidas pelo mau tempo, mas apenas a investigação de cada acidente com consequências graves e a comparação destes com os ocorridos em anos anteriores pode oferecer pistas mais concretas.
Este é, obviamente, um procedimento complexo e moroso, que implica alguns investimentos, mas que será essencial para entender porque neste período ocorreram tantos acidentes e com consequências tão graves, e que não pode ser substituído pelos habituais bitaites que, por muito lógicos que sejam, sem se basearem em dados concretos, não passam de pura especulação, podendo não traduzir a realidade, acrescendo o perigo de serem plausíveis e orientarem os esforços das autoridades no sentido errado.
Tendo em conta que esta Páscoa foi a que fez mais vítimas mortais nos últimos dez anos, e que os números referentes ao primeiro trimestre do ano são bastante desfavoráveis, a ideia de que este foi apenas um período mau ou conjuntural não faz qualquer sentido, tendo o Governo anunciado algumas medidas, como a instalação de mais radares e câmaras de velocidade média e um maior recurso a inteligência artificial, e que serão complementadas no futuro com mais iniciativas a anunciar num futuro próximo.
Não esperavamos que um plano completo, com um conjunto extenso de medidas, abrangendo os vários factores que contribuem para a sinistralidade rodoviária, fosse apresentado de imediato, mas quando se aponta para um futuro indeterminado, sem prazos defenidos, o risco de, mais uma vez, se cair no esquecimento ou adoptar uma política simplista, com medidas tão fáceis de implementar quanto impraticáveis, que, efectivamente, por não serem realistas, nunca serão cumpridas podendo, no limite, alimentar os cofres do Estado através da imposição de coimas.
Este é, obviamente, um procedimento complexo e moroso, que implica alguns investimentos, mas que será essencial para entender porque neste período ocorreram tantos acidentes e com consequências tão graves, e que não pode ser substituído pelos habituais bitaites que, por muito lógicos que sejam, sem se basearem em dados concretos, não passam de pura especulação, podendo não traduzir a realidade, acrescendo o perigo de serem plausíveis e orientarem os esforços das autoridades no sentido errado.
Tendo em conta que esta Páscoa foi a que fez mais vítimas mortais nos últimos dez anos, e que os números referentes ao primeiro trimestre do ano são bastante desfavoráveis, a ideia de que este foi apenas um período mau ou conjuntural não faz qualquer sentido, tendo o Governo anunciado algumas medidas, como a instalação de mais radares e câmaras de velocidade média e um maior recurso a inteligência artificial, e que serão complementadas no futuro com mais iniciativas a anunciar num futuro próximo.
Não esperavamos que um plano completo, com um conjunto extenso de medidas, abrangendo os vários factores que contribuem para a sinistralidade rodoviária, fosse apresentado de imediato, mas quando se aponta para um futuro indeterminado, sem prazos defenidos, o risco de, mais uma vez, se cair no esquecimento ou adoptar uma política simplista, com medidas tão fáceis de implementar quanto impraticáveis, que, efectivamente, por não serem realistas, nunca serão cumpridas podendo, no limite, alimentar os cofres do Estado através da imposição de coimas.
quinta-feira, abril 09, 2026
Blusão táctico de 4ª geração - 3ª parte
Um dos detalhes que menos nos agradam é o ajuste dos punhos, similar ao dos TAD V4.0, com um sistema de velcro que inclui peças numa borracha que, com os anos, tem tendência a enrigecer, ficando quebradiça e, finalmente, acabando por se desintegrar, obrigando a uma substituição por uma fita de tecido com velcro que aí possa ser cosida.
Não obstante esta questão, e temos experiência que estes ajustes podem ser reparados com alguma facilidade, este blusão acaba por deixar uma impressão bastante positiva, sendo confortável, sem se revelar nem demasiadamente volumoso, nem pesado, permitindo uma boa liberdade de movimentos, e protegendo bem contra o frio, o vento e a chuva enquanto permite transportar nos vários bolsos um bom número de objectos, incluindo os mais essenciais.
Estão disponíveis os tamanhos mais habituais, desde o "S" ao "XXL", em cores sólidas, que incluem o verde, o cinzento, o azul escuro e o amarelo escuro, bem como em padrões de camuflagem, que, neste caso concreto, são dois padrões "CP", um deles recente, e outro designado como "Jungle", estando ausentes cores mais vivas, incluindo-se aqui aquelas que seriam mais adequadas a missões de socorro.
O preço, que tem variações substanciais de um vendedor para outro e mesmo conforme o tamanho e cor, pode começar perto dos 25 Euros, incluindo IVA e portes a partir da Àsia, um valor muito competitivo e que se aproxima bastante de modelos populares como o TAD V4.0, pelo que estamos diante de uma proposta bastante interessante.
Não obstante esta questão, e temos experiência que estes ajustes podem ser reparados com alguma facilidade, este blusão acaba por deixar uma impressão bastante positiva, sendo confortável, sem se revelar nem demasiadamente volumoso, nem pesado, permitindo uma boa liberdade de movimentos, e protegendo bem contra o frio, o vento e a chuva enquanto permite transportar nos vários bolsos um bom número de objectos, incluindo os mais essenciais.
Estão disponíveis os tamanhos mais habituais, desde o "S" ao "XXL", em cores sólidas, que incluem o verde, o cinzento, o azul escuro e o amarelo escuro, bem como em padrões de camuflagem, que, neste caso concreto, são dois padrões "CP", um deles recente, e outro designado como "Jungle", estando ausentes cores mais vivas, incluindo-se aqui aquelas que seriam mais adequadas a missões de socorro.
O preço, que tem variações substanciais de um vendedor para outro e mesmo conforme o tamanho e cor, pode começar perto dos 25 Euros, incluindo IVA e portes a partir da Àsia, um valor muito competitivo e que se aproxima bastante de modelos populares como o TAD V4.0, pelo que estamos diante de uma proposta bastante interessante.
quarta-feira, abril 08, 2026
Uma Páscoa trágica nas estradas - 1ª parte
O número de acidentes e de vítimas mortais resultantes durante o período da Páscoa, que excede em muito o de anos anteriores, para além de ser de lamentar, é francamente preocupante, sendo necessário apurar a que se deve esta situação, avaliando se estamos diante de um conjunto de factores confluentes e de coincidências ou se este é um problema mais estrutual.
Nesta altura, estamos a falar de uma vintena de mortos, e de mais de dois milhares e meio de acidentes, sendo que, se no primeiro caso bastaria a existência de um par de acidentes graves com múltiplas vítimas para uma alteração muito substancial, no total de acidentes, para números desta ordem, não podemos estar a falar de um conjunto de infelizes coincidências, mas de algo muito sério que é necessário analizar.
Podemos, naturalmente, intuir alguns factores confluentes, que serão, essencialmente conjunturais, mas que dificilmente podem ter um impacto tão substancial, pelo que será sempre de ir mais longe, seja analizando os factores conjunturais, como o clima ou danos em vias resultantes do mau tempo, seja estudando as causas mais profundas e que, consideramos, serem as únicas que podem implicar uma variação tão substancial no número de acidentes.
Tendo em conta o bom tempo, seguindo-se a um Inverno rigoroso, seria de prever que o volume de tráfego seria superior ao normal, mesmo tendo em conta as restrições resultantes do aumento do preço dos combustíveis, mas apenas um maior número de veículos nas vias de circulação, em condições atmosféricas muito favoráveis, não justifica, só por sí, o aumento do número de acidentes.
Nesta altura, estamos a falar de uma vintena de mortos, e de mais de dois milhares e meio de acidentes, sendo que, se no primeiro caso bastaria a existência de um par de acidentes graves com múltiplas vítimas para uma alteração muito substancial, no total de acidentes, para números desta ordem, não podemos estar a falar de um conjunto de infelizes coincidências, mas de algo muito sério que é necessário analizar.
Podemos, naturalmente, intuir alguns factores confluentes, que serão, essencialmente conjunturais, mas que dificilmente podem ter um impacto tão substancial, pelo que será sempre de ir mais longe, seja analizando os factores conjunturais, como o clima ou danos em vias resultantes do mau tempo, seja estudando as causas mais profundas e que, consideramos, serem as únicas que podem implicar uma variação tão substancial no número de acidentes.
Tendo em conta o bom tempo, seguindo-se a um Inverno rigoroso, seria de prever que o volume de tráfego seria superior ao normal, mesmo tendo em conta as restrições resultantes do aumento do preço dos combustíveis, mas apenas um maior número de veículos nas vias de circulação, em condições atmosféricas muito favoráveis, não justifica, só por sí, o aumento do número de acidentes.
terça-feira, abril 07, 2026
Blusão táctico de 4ª geração - 2ª parte
Os fecho éclair são da qualidade habitual, funcionais, mas longe dos YKK ou de outras marcas similares, sendo o fecho principal complementado por um conjunto de botões de pressão, que fecham uma aba, e melhoram a estanquicidade e o conforto, sendo complementados pelos ajustes por cordão na cintura e por velcro nos punhos.
Estão presentes bolsos com fecho éclair no peito, de ambos os lados, junto da cintura, nos ombros, sob um painel de velcro, que permite colocar facilmente emblemas e insígnias, bem como perto do pulso esquerdo, no interior e nas costas, junto da cintura, acrescendo um terceiro painel de velcro, no peito, do lado esquerdo, com o formato adequado para o nome ou, talvez, para o grupo sanguíneo, por ser algo curto.
Manifestamente, são reproduzidos os bolsos dos TAD V4.0, acrescendo os bolsos no peito, tendo, igualmente, um painel de velcro suplementar, pelo que este blusão tem uma maior capacidade para transportar objectos, para o que contribuirá a maior resistência geral que resulta do recurso a tecidos mais espessos e com um maior número de camadas.
O capuz, que fica recolhido numa bolsa no colarinho, fechada por um fecho éclair, é de boas dimensões, com uma pala maior do que o habitual, sendo fácil de ajustar, estando, ainda, presentes, umas platinas ou presilhas nos ombros, tal como eram usadas, há vários anos, para insígnias de posto, mas que, recententemente têm caído em desuso.
Estão presentes bolsos com fecho éclair no peito, de ambos os lados, junto da cintura, nos ombros, sob um painel de velcro, que permite colocar facilmente emblemas e insígnias, bem como perto do pulso esquerdo, no interior e nas costas, junto da cintura, acrescendo um terceiro painel de velcro, no peito, do lado esquerdo, com o formato adequado para o nome ou, talvez, para o grupo sanguíneo, por ser algo curto.
Manifestamente, são reproduzidos os bolsos dos TAD V4.0, acrescendo os bolsos no peito, tendo, igualmente, um painel de velcro suplementar, pelo que este blusão tem uma maior capacidade para transportar objectos, para o que contribuirá a maior resistência geral que resulta do recurso a tecidos mais espessos e com um maior número de camadas.
O capuz, que fica recolhido numa bolsa no colarinho, fechada por um fecho éclair, é de boas dimensões, com uma pala maior do que o habitual, sendo fácil de ajustar, estando, ainda, presentes, umas platinas ou presilhas nos ombros, tal como eram usadas, há vários anos, para insígnias de posto, mas que, recententemente têm caído em desuso.
segunda-feira, abril 06, 2026
Silicone para pequenos moldes - 2ª parte
Para usar o molde, pode-se utilizar uma resina de dois componentes, o que implica misturar, ou uma resina UV, que seca quando submetida à luz solar, o que a torna muito fácil de utilizar, mas que tem limitações, sendo apenas possível usar em camadas finas, não superior a 5 milímetros de espessura, e que, na sua configuração base, é transparente.
Este tipo de molde tem ainda outra limitação, é difícil fazer moldes complexos, de duas partes, recorrendo a este tipo de silicone, pelo que o objecto a reproduzir deve ter, pelo menos, uma face plana, que ficará virada para cima, sendo nivelada por acção da própria gravidade e da fluidez da resina utilizada.
No entanto, para reproduzir, por exemplo, um emblema em relevo com forma de placa ou um objecto semelhante, por exemplo, como os emblemas em relevo presentes nos antigos Land Rover Serie, este método é eficaz, desde que se aceite que o resultado é em resina, que pode ser colorida, e não em metal, como o original, mas o substituto, uma vez finalizado, tem uma aperência credível e uma resistência física aceitável.
Não sendo um método profissional, nem o que proporciona melhores resultados, esta forma de reproduzir pequenos objectos é extremamente simples, com as porções mais pequenas deste tipo de silicone, correspondento a dois recipientes de 25 gramas cada, a ficar perto dos 5 Euros, acrescento, naturalmente, o preço da resina, que, para pequenas quantidades, pode ser semelhante.
Este tipo de molde tem ainda outra limitação, é difícil fazer moldes complexos, de duas partes, recorrendo a este tipo de silicone, pelo que o objecto a reproduzir deve ter, pelo menos, uma face plana, que ficará virada para cima, sendo nivelada por acção da própria gravidade e da fluidez da resina utilizada.
No entanto, para reproduzir, por exemplo, um emblema em relevo com forma de placa ou um objecto semelhante, por exemplo, como os emblemas em relevo presentes nos antigos Land Rover Serie, este método é eficaz, desde que se aceite que o resultado é em resina, que pode ser colorida, e não em metal, como o original, mas o substituto, uma vez finalizado, tem uma aperência credível e uma resistência física aceitável.
Não sendo um método profissional, nem o que proporciona melhores resultados, esta forma de reproduzir pequenos objectos é extremamente simples, com as porções mais pequenas deste tipo de silicone, correspondento a dois recipientes de 25 gramas cada, a ficar perto dos 5 Euros, acrescento, naturalmente, o preço da resina, que, para pequenas quantidades, pode ser semelhante.
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