Estão presentes bolsos junto da cintura e nos braços, junto dos ombros, estes com um painel para que possam ser adicionadas insígnias, todos fechados por fecho éclair, de qualidade aceitável, tal como o é o fecho éclair principal, que é de apenas uma via, ou seja, não permite a abertura a partir de baixo.
Estão disponíveis duas versões, uma com gola alta, outra com capuz, e para ambas existem os tamanhos habituais, desde o S ao XXL, em cores sólidas, que incluem o negro, cinzento amarelo escuro, verde e em padrões de camuflagem CP e FG, todos eles com preço que, nos vendedores que oferecem melhores condições de compra, começam perto dos 22 Euros, incluindo IVA e portes.
Este blusão de nível 3 ou L3, terá como base um desenho da Helikon-Tex, um fabricante conceituado, que disponibiliza excelentes produtos, os quais, naturalmente, são objecto de diversas cópias, mais ou menos fieis e de qualidade variável, sendo que, no caso do blusão que examinamos, estamos diante de uma peça de vestuário que, não sendo perfeita, oferece uma boa relação entre o preço e a qualidade.
Para quem necessitar de um blusão para temperaturas intermédias, adequado para a Primavera e para o Outono, este blusão será uma escolha a ter em conta, oferecendo uma boa relação entre o preço e a qualidade, sendo de pesquisar qual o vendedor que oferece um preço mais favorável, já que para este modelo verificamos uma variação de preços muito substancial.
quarta-feira, maio 06, 2026
terça-feira, maio 05, 2026
Melhoramentos na visualização de vídeos no Opera
A última versão do Opera, a 130.0.5847.92, introduz alguns melhoramentos interessantes a nível de multimédia, permitindo um melhor controle e autonomização dos vídeos, que passam agora a serem geridos de forma mais intependente e parametrizável, com maior autonomia e qualidade.
Talvez a novidade mais interessante seja o controle de som individual para cada "tab", com capacidade ampliar e corrigir o som até aos 500%, o que permite uma gestão independente dos níveis de som e, no limite, recuperar o som de vídeos antigos ou de pior qualidade.
Também o Twich se vem juntar ao Youtube na barra lateral, o que permite um acesso mais rápido, mas, sobretudo, o uso de uma janela independente, flutuante, posicionavel, que facilita em muito visualizar vídeos enquanto se utiliza o navegador, que já tem vários melhoramentos, como o "Lucid Mode" para outras funções.
O controle de vídeo passa permitir separar das janelas principais os vídeos de sistemas de mensagens, como o Zoom e o Google Meet, sendo de prever que esta forma de gerir e visualizar vídeos comece a alargar-se a todas as proveniência, constituindo-se como o padrão dentro do Opera e vindo estabelecer novos critérios na escolha de um navegador quando este tipo de funcionalidade seja relevante.
Talvez a novidade mais interessante seja o controle de som individual para cada "tab", com capacidade ampliar e corrigir o som até aos 500%, o que permite uma gestão independente dos níveis de som e, no limite, recuperar o som de vídeos antigos ou de pior qualidade.
Também o Twich se vem juntar ao Youtube na barra lateral, o que permite um acesso mais rápido, mas, sobretudo, o uso de uma janela independente, flutuante, posicionavel, que facilita em muito visualizar vídeos enquanto se utiliza o navegador, que já tem vários melhoramentos, como o "Lucid Mode" para outras funções.
O controle de vídeo passa permitir separar das janelas principais os vídeos de sistemas de mensagens, como o Zoom e o Google Meet, sendo de prever que esta forma de gerir e visualizar vídeos comece a alargar-se a todas as proveniência, constituindo-se como o padrão dentro do Opera e vindo estabelecer novos critérios na escolha de um navegador quando este tipo de funcionalidade seja relevante.
segunda-feira, maio 04, 2026
Ainda não há compensações um ano sobre o apagão de 2025 - 2ª parte
Se por um lado o relatório do grupo de trabalho da Assembleia da República afirma que as fontes de energia renovável intermitentes não podem ser, só por sí, identificadas como a causa do evento, por outro afirma que a operação de centrais de energia renovável sem mecanismos de controle de tensão, estará na origem do incidente, confirmando os vários relatórios produzidos em Espanha.
A recomendação do estabelecimento de um calendário vinculativo para a implementação deste tipo de mecanismo, constante do mesmo relatório, denuncia e confirma a origem do problema, enquanto tenta proteger o uso de energias renováveis, que falharam por falta de prudência e da não obrigatoriedade dos operadores implementarem mecanismos de controle de potência, bem como verificar melhor o balanço entre os vários tipos de energia usadas a cada momento.
Obviamente, a rede nacional tem o mesmo tipo de vulnerabilidade, mas não na extensão que se verifica na rede espanhola, sendo dúbio que uma situação idêntica pudesse ter origem em território português, onde a rede eléctrica tem uma gestão mais pragmática e com muito menor pendor político do que no país vizinho, o que permite uma maior segurança que, infelizmente, não a torna invulnerável a incidentes do outro lado da fronteira sem que disso resulte um substancial aumento do preço da energia consumida.
Pela seriedade do assunto, e porque pouco se sabe quanto a eventuais melhoramentos na rede, para além de algumas alterações no balanço da proveniência de energia e na preparação de novas centrais para um arranque a frio, é impossível esquecer o sucedido e alguma falta de empenho das entidades oficiais, talvez com receio de tocar em assuntos delicados ou diplomaticamente complexos, do que resulta a inércia que tende a ser típica entre nós.
A recomendação do estabelecimento de um calendário vinculativo para a implementação deste tipo de mecanismo, constante do mesmo relatório, denuncia e confirma a origem do problema, enquanto tenta proteger o uso de energias renováveis, que falharam por falta de prudência e da não obrigatoriedade dos operadores implementarem mecanismos de controle de potência, bem como verificar melhor o balanço entre os vários tipos de energia usadas a cada momento.
Obviamente, a rede nacional tem o mesmo tipo de vulnerabilidade, mas não na extensão que se verifica na rede espanhola, sendo dúbio que uma situação idêntica pudesse ter origem em território português, onde a rede eléctrica tem uma gestão mais pragmática e com muito menor pendor político do que no país vizinho, o que permite uma maior segurança que, infelizmente, não a torna invulnerável a incidentes do outro lado da fronteira sem que disso resulte um substancial aumento do preço da energia consumida.
Pela seriedade do assunto, e porque pouco se sabe quanto a eventuais melhoramentos na rede, para além de algumas alterações no balanço da proveniência de energia e na preparação de novas centrais para um arranque a frio, é impossível esquecer o sucedido e alguma falta de empenho das entidades oficiais, talvez com receio de tocar em assuntos delicados ou diplomaticamente complexos, do que resulta a inércia que tende a ser típica entre nós.
domingo, maio 03, 2026
Blusão L3 para temperaturas moderadas - 1ª parte
Um tipo de vestuário que consideramos essencial são os blusões para temperaturas intermédias, sobretudo as que se sentem na Primavera e Outono, sobretudo se tiverem um desenho prático e oferecerem o conforto e qualidade que se pode exigir nos dias de hoje, mesmo para os que se vendem por um valor considerado baixo.
O blusão L3 que hoje descrevemos é muito leve e confortável, com um tecido espesso, à base de poliéster reproduzindo lâ ou velo em grelha, com 370 gramas por metro quadrado, que, apesar da sua complexidade, é resistente, mantendo a sua estética, e que se revela transpirável e agradável ao toque.
EEstão presentes paineis reforçados, e impermeáveis, nos ombros e antebraços, com as costuras a serem de boa qualidade, inclusivé nestas áreas, e o interior é confortável, podendo-se escolher um tamamho maior caso se pretenda usar o blusão sobre outras camadas de vestuário ou ter uma almofada de ar com maior volume, o que aumenta o isolamento.
Apesar de leve, o blusão proporciona um bom nível de protecção contra o frio, sem se tornar incómodo, mantendo um volume de ar com a temperatura do corpo no interior, sendo este contido pelos elásticos nas extremidades, proporcionando, igualmente, uma boa protecção contra o vento, sobretudo na versão com capuz, mas não protege contra a chuva, o que é limitativo nesta vertente.
O blusão L3 que hoje descrevemos é muito leve e confortável, com um tecido espesso, à base de poliéster reproduzindo lâ ou velo em grelha, com 370 gramas por metro quadrado, que, apesar da sua complexidade, é resistente, mantendo a sua estética, e que se revela transpirável e agradável ao toque.
EEstão presentes paineis reforçados, e impermeáveis, nos ombros e antebraços, com as costuras a serem de boa qualidade, inclusivé nestas áreas, e o interior é confortável, podendo-se escolher um tamamho maior caso se pretenda usar o blusão sobre outras camadas de vestuário ou ter uma almofada de ar com maior volume, o que aumenta o isolamento.
Apesar de leve, o blusão proporciona um bom nível de protecção contra o frio, sem se tornar incómodo, mantendo um volume de ar com a temperatura do corpo no interior, sendo este contido pelos elásticos nas extremidades, proporcionando, igualmente, uma boa protecção contra o vento, sobretudo na versão com capuz, mas não protege contra a chuva, o que é limitativo nesta vertente.
sábado, maio 02, 2026
Freelander 8 em breve na Europa
Foi apresentado no Salão Automóvel de Pequim, no passado fim de semana, o Model 8, que deverá ser o maior modelo da nova marca Freelander, resultante de uma joint-venture entre a Chery e a Jaguar Land Rover, esperando-se que o novo modelo esteja brevemente disponível na Europa.
O novo Model 8 tem um sistema de propulsão híbrido plug-in, capaz de desenvolver 553 cavalos (412 kW, 561 PS) um comprimento de 5.1 metros e terá sete lugares e terá numerosas tecnologias de auxílio à condução, incluindo um sensor LiDAR à frente e outro LiDAR de estado sólido na traseira.
Este SUV, com tracção integral, é o primeiro veículo vendido sob a marca Freelander, anteriormente a designação de um modelo dentro da Land Rover e agora autonomizada, com fabrico na China, sendo baseado na plataforma Chery E0X, tal como acontece com outros modelos da Cherry, como o Fulwin T11, pelo que este novo Freelander, tem a incorporação de elementos conhecidos.
Ainda não estão disponíveis todas as informações relativas ao Freelander 8, mas admitimos que se aproximem das versões de topo do Fulwin T11, desconhecendo-se ainda os valores de comercialização, mas que, com base comparativa em modelos equivalentes da mesma marca, será de perto de 30.000 Euros na China, do que decorre um preço substancialmente mais elevado na Europa e, mais ainda, em Portugal.
O novo Model 8 tem um sistema de propulsão híbrido plug-in, capaz de desenvolver 553 cavalos (412 kW, 561 PS) um comprimento de 5.1 metros e terá sete lugares e terá numerosas tecnologias de auxílio à condução, incluindo um sensor LiDAR à frente e outro LiDAR de estado sólido na traseira.
Este SUV, com tracção integral, é o primeiro veículo vendido sob a marca Freelander, anteriormente a designação de um modelo dentro da Land Rover e agora autonomizada, com fabrico na China, sendo baseado na plataforma Chery E0X, tal como acontece com outros modelos da Cherry, como o Fulwin T11, pelo que este novo Freelander, tem a incorporação de elementos conhecidos.
Ainda não estão disponíveis todas as informações relativas ao Freelander 8, mas admitimos que se aproximem das versões de topo do Fulwin T11, desconhecendo-se ainda os valores de comercialização, mas que, com base comparativa em modelos equivalentes da mesma marca, será de perto de 30.000 Euros na China, do que decorre um preço substancialmente mais elevado na Europa e, mais ainda, em Portugal.
sexta-feira, maio 01, 2026
O blusão táctico G3 - 2ª parte
Estão presentes bolsos no peito, perto da cintura, e nos braços, junto aos ombros, estes fechados com velcro e com divisões internas, o que permite acomodar diversos objectos de forma separada, e sobre os quais se encontra fitas de velcro, destinadas a suportar insígnias, replicando uma configuração antiga, hoje substituida por paineis únicos de maiores dimensões.
A gola pode ser ajustada com velcro de modo a proteger o pescoço, mas não está presente um capuz, com ajustes igualmente em velcro nos punhos, cosidos em tecido, uma solução que é mais eficaz e durável do que o sistema em borracha usado nos TAD V4.0, e que vem confirmar a resistência deste blusão.
O fecho éclair está protegido por uma aba, que tem um botão de ajuste no topo, perto do pescoço, e a zona dos cotovelos, sempre uma das mais expostas, tem uma protecção adicional bastante espessa, uma característica importante em vestuário com especificações militares.
Este é um modelo que foi concebido há vários anos para uso militar, faltando a sofisticação dos modelos mais recentes, e mesmo algumas carateristicas hoje comuns, como um ajuste no bordo inferior ou na cintura, sendo ligeiramente mais comprido do que o habitual, numa tendência que, nos dias de hoje, é menos seguida, mas que continua a agradar a muitos, razão pela qual este G3 continua em fabrico anos após a sua concepção.
A gola pode ser ajustada com velcro de modo a proteger o pescoço, mas não está presente um capuz, com ajustes igualmente em velcro nos punhos, cosidos em tecido, uma solução que é mais eficaz e durável do que o sistema em borracha usado nos TAD V4.0, e que vem confirmar a resistência deste blusão.
O fecho éclair está protegido por uma aba, que tem um botão de ajuste no topo, perto do pescoço, e a zona dos cotovelos, sempre uma das mais expostas, tem uma protecção adicional bastante espessa, uma característica importante em vestuário com especificações militares.
Este é um modelo que foi concebido há vários anos para uso militar, faltando a sofisticação dos modelos mais recentes, e mesmo algumas carateristicas hoje comuns, como um ajuste no bordo inferior ou na cintura, sendo ligeiramente mais comprido do que o habitual, numa tendência que, nos dias de hoje, é menos seguida, mas que continua a agradar a muitos, razão pela qual este G3 continua em fabrico anos após a sua concepção.
quinta-feira, abril 30, 2026
Ainda não há compensações um ano sobre o apagão de 2025 - 1ª parte
Um ano após o apagão de Abril de 2025, não obstante existirem dados consistentes que permitiram determinar a sequência de eventos na origem desta falha que afectou a Península Ibérica e parte de França, faltam detalhes e, sobretudo, a responsabilização dos causadores deste enorme prejuízo, que afectou empresas e particupares.
A Entidade Reguladora do Sector Eléctrico ainda não se pronunciou sobre o apagão, estabelecendo se esta foi uma situação excepcional, o que permitiria a quem esteve na origem do incidente escapar a responsabilidades, evitando o pagamento de compensações, colocando, também, sérios entraves aos pedidos de indemnizações que, de acordo com a legislação em vigor, terão de ser através da via judicial.
Sabendo-se as origens do apagão, que, segundo todos os dados, resultam de uma má gestão da rede e não de um fenómeno ou situação excepcional, apenas razões políticas podem estar a travar este processo que, facilmente, pode representar entre mil e dois mil milhões de Euros, entre compensações e indemnizações que, em última instância, teria de vir de Espanha, onde esteve a origem do incidente.
Sabendo-se que a rede eléctrica espanhola é gerida de forma política, subalternizando o componente técnico, e o que diria o próprio bom senso, um pedido de compensações e indemnizações desta monta a entidades do País vizinho é diplomaticamente complexo, podendo resultar numa série de incidentes que todos querem evitar, mesmo que sacrificando quem foi prejudicado pelo sucedido.
A Entidade Reguladora do Sector Eléctrico ainda não se pronunciou sobre o apagão, estabelecendo se esta foi uma situação excepcional, o que permitiria a quem esteve na origem do incidente escapar a responsabilidades, evitando o pagamento de compensações, colocando, também, sérios entraves aos pedidos de indemnizações que, de acordo com a legislação em vigor, terão de ser através da via judicial.
Sabendo-se as origens do apagão, que, segundo todos os dados, resultam de uma má gestão da rede e não de um fenómeno ou situação excepcional, apenas razões políticas podem estar a travar este processo que, facilmente, pode representar entre mil e dois mil milhões de Euros, entre compensações e indemnizações que, em última instância, teria de vir de Espanha, onde esteve a origem do incidente.
Sabendo-se que a rede eléctrica espanhola é gerida de forma política, subalternizando o componente técnico, e o que diria o próprio bom senso, um pedido de compensações e indemnizações desta monta a entidades do País vizinho é diplomaticamente complexo, podendo resultar numa série de incidentes que todos querem evitar, mesmo que sacrificando quem foi prejudicado pelo sucedido.
quarta-feira, abril 29, 2026
O blusão táctico G3 - 1ª parte
Temos acompanhado a evolução de alguns modelos de blusão, com múltiplos bolsos e ajustes, destinados a utilizações distintas, que podem ser civis ou militares, sendo óbvio que têm sido introduzidas diversas melhorias, sobretudo a nível dos tecidos utilizados e da subtituição de componentes, como, por exemplo, a troca de botões por velcro.
No entanto, modelos mais antigos continuam a ser vendidos, respondendo ao gosto de alguns interessados, mas também porque tendem a ser mais baratos e, muitas vezes, serem fabricados com tecidos mais simples, testados ao longo de décadas, e que, em muitos caso, são particularmente resistentes, com o blusão a ter uma longevidade conhecida e que pode superar modelos mais recentes.
O modelo G3 tem alguns anos, mantendo algumas características menos vistas em desenhos mais recentes, mas continua a ser o favorito de muitos utilizadores, sendo prático, muito resistente ao uso, confortável e podendo ser obtido por perto de uma trintena de Euros, incluindo IVA e portes, estando disponível nos tamanhos mais habituais, desde o S ao XXXL europeus, e em padrões camuflados e lisos.
Fabricado num tecido com 65% poliéster e 35% de algodão, bastante espesso, com boas costuras e um acabamento de qualidade bastante razoável, a primeira impressão que fica deste blusão é que foi feito para durar, resistindo a actividades mais exigentes e facilitando a respiração e transpiração, pelo que se torna razoavelmente confortável de vestir.
No entanto, modelos mais antigos continuam a ser vendidos, respondendo ao gosto de alguns interessados, mas também porque tendem a ser mais baratos e, muitas vezes, serem fabricados com tecidos mais simples, testados ao longo de décadas, e que, em muitos caso, são particularmente resistentes, com o blusão a ter uma longevidade conhecida e que pode superar modelos mais recentes.
O modelo G3 tem alguns anos, mantendo algumas características menos vistas em desenhos mais recentes, mas continua a ser o favorito de muitos utilizadores, sendo prático, muito resistente ao uso, confortável e podendo ser obtido por perto de uma trintena de Euros, incluindo IVA e portes, estando disponível nos tamanhos mais habituais, desde o S ao XXXL europeus, e em padrões camuflados e lisos.
Fabricado num tecido com 65% poliéster e 35% de algodão, bastante espesso, com boas costuras e um acabamento de qualidade bastante razoável, a primeira impressão que fica deste blusão é que foi feito para durar, resistindo a actividades mais exigentes e facilitando a respiração e transpiração, pelo que se torna razoavelmente confortável de vestir.
terça-feira, abril 28, 2026
Um "Verão terrível" - 3ª parte
Também temos conhecimento de comunicações fixas que apenas foram restauradas há poucos dias, concretamente na zona de Vila Nova de Foz Côa, havendo ainda diversas infraestruturas por reparar, o que significa que muitas vulnerabilidades subsistem, desconhecendo-se se as reparações efectuadas foram efectuadas de modo a prevenir, tanto quanto possível, falhas semelhantes às ocorridas em Março ou se, pela pressa, existem riscos acrescidos de falha.
Enquanto se fala de novas medidas regulatórias, seja em termos gerais, seja específicas para áreas atingidas por catástrofes, o facto é que muito continua por fazer e, não obstante as dificuldades perante as dimensões da tarefa de reconstrução, foi feito menos do que era possível e, sobretudo, foram descuradas vertentes essenciais, algumas das quais podem potenciar novas tragédias ou comprometer o socorro.
Será de esperar que nem tudo fique reparado até aos meses com maior calor, incluindo-se aqui vias rodoviárias e sistemas de comunicação, entre estes o SIRESP, que continua a apresentar falhas e condicionamentos, sendo certo que uma solução só será eficaz com aposta séria na prevenção, não havendo meios de combate que possam suprir as falhas estruturais que se verificam.
Nesta conjuntura, será de fazer um esforço antes que o tempo quente, que tipicamente surge em Junho e com maior incidência nos meses seguintes, incidindo na transitabilidade e em faixas de contenção, eventualmente promovendo a queima de algum combustível, de modo a antecipar o que sabemos poder ser um Verão realmente terrível e que pode acrescentar uma nova tragédia a todas as que já se registaram no presente ano.
Enquanto se fala de novas medidas regulatórias, seja em termos gerais, seja específicas para áreas atingidas por catástrofes, o facto é que muito continua por fazer e, não obstante as dificuldades perante as dimensões da tarefa de reconstrução, foi feito menos do que era possível e, sobretudo, foram descuradas vertentes essenciais, algumas das quais podem potenciar novas tragédias ou comprometer o socorro.
Será de esperar que nem tudo fique reparado até aos meses com maior calor, incluindo-se aqui vias rodoviárias e sistemas de comunicação, entre estes o SIRESP, que continua a apresentar falhas e condicionamentos, sendo certo que uma solução só será eficaz com aposta séria na prevenção, não havendo meios de combate que possam suprir as falhas estruturais que se verificam.
Nesta conjuntura, será de fazer um esforço antes que o tempo quente, que tipicamente surge em Junho e com maior incidência nos meses seguintes, incidindo na transitabilidade e em faixas de contenção, eventualmente promovendo a queima de algum combustível, de modo a antecipar o que sabemos poder ser um Verão realmente terrível e que pode acrescentar uma nova tragédia a todas as que já se registaram no presente ano.
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