Dentro de 4 anos, certamente muito terá mudado, e em 2050 a tecnologia será completamente diferente, com a autonomização dos veículos, a implementação de novos sistemas de segurança e uma assistência via Inteligência Artificial muito mais substancial, pelo que as medidas hoje anunciadas, mais do que provavelmente, terão uma aplicabilidade muito limitada no médio prazo.
Por outro lado, é agora, numa altura em que os acidentes rodoviário aumentam e as consequências são mais gravosas que se impõe medidas, e estas não podem passar apenas pelo aumento do valor das coimas e penas acessórias ou por deixar de anunciar as operações de controle rodoviário, que passarão a ser de surpresa, sendo esta mais uma medida inútil dado que é o tipo de informação partilhada de forma eléctronica assim que este tipo de operação se inicia.
Estamos convictos de que existe um conjunto de factores, entre estes os que mencionamos nestes textos, que confluem para um tão substancial aumento da mortalidade rodoviária, parecendo que as entidades oficiais continuam a não investir adequadamente na análise que permite um melhor entendimento desta evolução negativa e, menos ainda, e como consequência, em medidas que possam, efectivamente, minorar estes números que a todos deviam envergonhar.
terça-feira, junho 16, 2026
segunda-feira, junho 15, 2026
Dependências das redes sociais - 1ª parte
Quando o Facebook e o Instagram ficaram fora de serviço, na passada sexta-feira, a dependência de um conjunto de plataformas electrónicas baseadas noutro país, mas que servem de base a diversos tipos de comunicação, desde as mais informais às mais institucionais, deve servir de alerta.
Durante um período relativamente curto, perto de uma hora, o conjunto de redes sociais mais utilizadas do Mundo ficaram indisponíveis, seja totalmente, seja parcialmente, com funcionalidades indisponíveis, um facto que foi imediatamente noticiado como se fosse o que de mais importante aconteceu durante o dia.
A recuperação nunca é imediata e, quase sempre, existem funcionalidades que demoram mais a recuperar, levando a alguma inconsistência, impedindo de recorrer a algumas funcionalidades ou a repetir operações até que estas se concretizem, e, durante estes minutos, que para alguns parecem uma eternidade, facilmente nos apercebemos da dependência que muitos têm deste tipo de rede social.
Imediatamente nos apercebemos de uma dependência psicológica da qual resultam atitudes ou comentários que revelam o pânico de quem concentra a vida numa rede social, nalguns casos existe quem pense que a conta pessoal foi afectada, suspensa ou cancelada, sem tentar efectuar uma averiguação básica, seja consultando as notícias, seja acedendo a "sites" especializados em informar se existem problemas com "sites" específicos.
Durante um período relativamente curto, perto de uma hora, o conjunto de redes sociais mais utilizadas do Mundo ficaram indisponíveis, seja totalmente, seja parcialmente, com funcionalidades indisponíveis, um facto que foi imediatamente noticiado como se fosse o que de mais importante aconteceu durante o dia.
A recuperação nunca é imediata e, quase sempre, existem funcionalidades que demoram mais a recuperar, levando a alguma inconsistência, impedindo de recorrer a algumas funcionalidades ou a repetir operações até que estas se concretizem, e, durante estes minutos, que para alguns parecem uma eternidade, facilmente nos apercebemos da dependência que muitos têm deste tipo de rede social.
Imediatamente nos apercebemos de uma dependência psicológica da qual resultam atitudes ou comentários que revelam o pânico de quem concentra a vida numa rede social, nalguns casos existe quem pense que a conta pessoal foi afectada, suspensa ou cancelada, sem tentar efectuar uma averiguação básica, seja consultando as notícias, seja acedendo a "sites" especializados em informar se existem problemas com "sites" específicos.
domingo, junho 14, 2026
"Hoodie" táctico - 1ª parte
Um dos blusões mais confortáveis e versáveis que encontramos na gama da vintena de Euros tem uma configuração que se aproxima da de um "hoodie", sendo, essencialmente, um "pullover" com fecho éclair e capuz, a que acrescem bolsos com fecho éclair.
A descrição com que é muitas vezes anunciado, como um "blusão táctico" parece-nos francamente deslocada, sendo bastante improvável que, apesar do aspecto, tenha como propósito algum tipo de utilização militar, não obstante alguns detalhes, como os bolsos nas mangas, perto dos ombros, cobertos por uma aba com uma estranha insígnia, que presumimos corresponder ao logotipo do fabricante, poderem apontar nesse sentido.
Este é, essencialmente, um blusão ou "hoodie" construido num tecido de poliéster espesso e resistente, que se usa solto, como última camada de vestuário, destinado a oferecer protecção contra o frio e o vento, algo que cumpre adequadamente, sendo uma peça de vestuário quente e confortável, compatível com os períodos mais frios do Outono e da Primavera, podendo ser usado no Inverno com roupa interior mais espessa e, por exemplo, sobre uma camisola de gola alta.
O capuz é de boas dimensões, ajustável através de um cordão com sistema de travamento, protegendo bem do frio e do vento, com os pulsos a terem um tecido elástico, que evita passagem de ar, mas com a cintura solta, sem fecho ou ajuste, o que não contribui para um melhor isolamento do blusão, sendo óbvio que um sistema de aperto nesta zona seria benvindo.
A descrição com que é muitas vezes anunciado, como um "blusão táctico" parece-nos francamente deslocada, sendo bastante improvável que, apesar do aspecto, tenha como propósito algum tipo de utilização militar, não obstante alguns detalhes, como os bolsos nas mangas, perto dos ombros, cobertos por uma aba com uma estranha insígnia, que presumimos corresponder ao logotipo do fabricante, poderem apontar nesse sentido.
Este é, essencialmente, um blusão ou "hoodie" construido num tecido de poliéster espesso e resistente, que se usa solto, como última camada de vestuário, destinado a oferecer protecção contra o frio e o vento, algo que cumpre adequadamente, sendo uma peça de vestuário quente e confortável, compatível com os períodos mais frios do Outono e da Primavera, podendo ser usado no Inverno com roupa interior mais espessa e, por exemplo, sobre uma camisola de gola alta.
O capuz é de boas dimensões, ajustável através de um cordão com sistema de travamento, protegendo bem do frio e do vento, com os pulsos a terem um tecido elástico, que evita passagem de ar, mas com a cintura solta, sem fecho ou ajuste, o que não contribui para um melhor isolamento do blusão, sendo óbvio que um sistema de aperto nesta zona seria benvindo.
sábado, junho 13, 2026
Caneta multi-funcional - 2ª parte
É incluída uma lanterna "led" potente, que proporciona uma boa luminosidade direcional, com um alcance bastante razoável e um consumo baixo, o que substitui bem uma lanterna de pequenas dimensões, tendo como limitações alguma falta de flexibilidade a nível de ajustes.
A ponta em tungusténio é extremamente resistente e permite partir um vidro em situações de emergência, mas pode, igualmente, ser utilizada para efeitos de auto-defesa, sendo que, nesta vertente, se deve sempre verificar qual a legislação em vigor e as circunstâncias de utilização, que deve ser sempre ponderada e proporcional.
Estão incluídas diversas pontas, que podem alternar entre sí, incluindo várias destinadas a diversos tipos de parafusos, mas também uma ponta multi-funcional, que inclui abre latas, chaves de fenda e chave sextavada, o que permite alguma flexibiliade de uso sem que seja universal, pelo que nem todos os parafusos dos modelos contemplados são compatíveis, excluindo-se os de maiores dimensões ou que estejam particularmente bem apertados.
O preço varia substancialmente de acordo com o fornecedor, e mesmo com pequenas diferenças, mas parte dos 7 a 8 Euros, incluindo IVA e portes, sendo um item interessante e útil não apenas como parte de um "kit" de emergência, mas também no dia a dia, sobretudo quando em locais mais remotos ou menos seguros.
A ponta em tungusténio é extremamente resistente e permite partir um vidro em situações de emergência, mas pode, igualmente, ser utilizada para efeitos de auto-defesa, sendo que, nesta vertente, se deve sempre verificar qual a legislação em vigor e as circunstâncias de utilização, que deve ser sempre ponderada e proporcional.
Estão incluídas diversas pontas, que podem alternar entre sí, incluindo várias destinadas a diversos tipos de parafusos, mas também uma ponta multi-funcional, que inclui abre latas, chaves de fenda e chave sextavada, o que permite alguma flexibiliade de uso sem que seja universal, pelo que nem todos os parafusos dos modelos contemplados são compatíveis, excluindo-se os de maiores dimensões ou que estejam particularmente bem apertados.
O preço varia substancialmente de acordo com o fornecedor, e mesmo com pequenas diferenças, mas parte dos 7 a 8 Euros, incluindo IVA e portes, sendo um item interessante e útil não apenas como parte de um "kit" de emergência, mas também no dia a dia, sobretudo quando em locais mais remotos ou menos seguros.
sexta-feira, junho 12, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 4ª parte
Com mais de 64.000 acidentes, com todos os indicadores a aumentar desde o ano passado, exceptuando os feridos ligeiros, o que aponta para acidentes de maior gravidade, com todas as consequências que daí decorrem, é absolutamente necessário introduzir medidas rápidas, mesmo que não perfeitas, enquanto se prepara um plano mais elaborado e que, naturalmente, irá demorar mais a ser estabelecido e implementado.
Entrou em consulta pública, depois de aprovado pelo Governo, a nova Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, com o objectivo de reduzir substancialmente o número de vítimas, estabelecendo metas para 2030 e 2050, com redução para metade do número de mortes e feridos graves na estrada para dentro de 4 anos e chegar a zero em 2050, sendo que este ainda é um documendo passível de alterações e que pode demorar a ficar concluído, sendo de esperar que nenhum dos objectivos seja alcançado nas datas previstas.
Obviamente, por muito elaborado que seja esta nova Estratégia, o facto é que dificilmente terá um impacto na redução da sinistralidade nos próximos anos, duvidando-se que no ano da primeira meta, em 2030, já se sintam os efeitos das medidas preconizadas, sendo que, com a evolução negativa que hoje se verifica, uma eventual redução pode apenas aproximar os números daqueles que se verificam actualmente.
Sendo necessárias medidas estruturais, de médio e longo prazo, desconfiamos sempre quando as promessas se destinam a ser cumpridas numa altura em que os autores já não podem ser responsabilizados ou, por alterações conjunturais, que inevitavelmente ocorrem num período longo, a aplicabilidade do plano dificilmente terá o efeito anunciado, podendo, no limite, resultar inviável.
Entrou em consulta pública, depois de aprovado pelo Governo, a nova Estratégia Nacional de Segurança Rodoviária, com o objectivo de reduzir substancialmente o número de vítimas, estabelecendo metas para 2030 e 2050, com redução para metade do número de mortes e feridos graves na estrada para dentro de 4 anos e chegar a zero em 2050, sendo que este ainda é um documendo passível de alterações e que pode demorar a ficar concluído, sendo de esperar que nenhum dos objectivos seja alcançado nas datas previstas.
Obviamente, por muito elaborado que seja esta nova Estratégia, o facto é que dificilmente terá um impacto na redução da sinistralidade nos próximos anos, duvidando-se que no ano da primeira meta, em 2030, já se sintam os efeitos das medidas preconizadas, sendo que, com a evolução negativa que hoje se verifica, uma eventual redução pode apenas aproximar os números daqueles que se verificam actualmente.
Sendo necessárias medidas estruturais, de médio e longo prazo, desconfiamos sempre quando as promessas se destinam a ser cumpridas numa altura em que os autores já não podem ser responsabilizados ou, por alterações conjunturais, que inevitavelmente ocorrem num período longo, a aplicabilidade do plano dificilmente terá o efeito anunciado, podendo, no limite, resultar inviável.
quinta-feira, junho 11, 2026
Caneta multi-funcional - 1ª parte
As canetas multi-funcionais, que, para além da sua função normal de escrita, oferecem várias funções, mantendo dimensões e peso próximos dos de uma caneta normal, sendo discretas e fáceis de transportar, mas respondendo a diversas necessidades, estando disponíveis inúmeros modelos, com características e preços bastante variáveis.
Esta caneta que ilusta estes textos é feita em alumínio de qualidade aeronáutica, extremamente leve e resistente, tendo um comprimento de 160 milímetros e um diâmetro de 14 milímetros, com o peso a ficar perto dos 44 gramas, acrescendo o peso da bateria interna, que pode variar de acordo com o tipo.
Apesar de ligeiramente maior do que a maioria das canetas, este modelo não é exageradamente volumoso, cabendo bem na mão. tendo uma superfície agradável, que permite ser segurada com facilidade, e que cabe na maioria dos bolsos, pelo que pode ser transportada diariamente.
Sendo uma caneta, a funcionalidade de escrita está presente, sendo incluídas três cargas, que são padronizadas, pelo que podem ser adquiridas com facilidade, sendo cómoda de usar nesta função, com a ponta fina a deslizar bem e a tinta a ser sólida, com o negro bastante nítido.
Esta caneta que ilusta estes textos é feita em alumínio de qualidade aeronáutica, extremamente leve e resistente, tendo um comprimento de 160 milímetros e um diâmetro de 14 milímetros, com o peso a ficar perto dos 44 gramas, acrescendo o peso da bateria interna, que pode variar de acordo com o tipo.
Apesar de ligeiramente maior do que a maioria das canetas, este modelo não é exageradamente volumoso, cabendo bem na mão. tendo uma superfície agradável, que permite ser segurada com facilidade, e que cabe na maioria dos bolsos, pelo que pode ser transportada diariamente.
Sendo uma caneta, a funcionalidade de escrita está presente, sendo incluídas três cargas, que são padronizadas, pelo que podem ser adquiridas com facilidade, sendo cómoda de usar nesta função, com a ponta fina a deslizar bem e a tinta a ser sólida, com o negro bastante nítido.
quarta-feira, junho 10, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 3ª parte
O socorro também deve ser devidamente analizado, como forma de apurar se os tempos de resposta após a comunicação de um acidente aumentaram, analizando também quais os meios enviados para o local e a sua adequação ao estado das vítimas, bem como o impacto das alterações no mapa hospitalar, concretamente a nível de serviços de urgência possa ter no aumento da mortalidade.
Obviamente, o número de quilómetros percorridos pode ter impacto, não sendo impossível que, havendo uma diminuição do trânsito, como resultante do aumento do preço dos combustíveis, com vias mais desimpedidas, o que permite velocidades mais elevadas, resulte num maior número de mortes, sendo de esperar, ao invés, que se registem menos acidentes com poucas consequências.
Está, igualmente, em revisão o Código da Estrada, duvidando-se que surjam alterações substanciais, sendo quase certo que é a nivel das penalizações que iremos encontrar novidades, sendo de lembrar que algumas alterações recentes, como o ensino da condução por tutores nos parece especialmente perigoso, quando o passo a seguir seria melhorar o ensino, o que requer profissionais preparados.
O aumento do valor das coimas, e mesmo de sanções acessórias, dificilmente pode contribuir para reduzir o número de acidentes, seguindo o exemplo de aumentos anteriores, mas parece ser este o único argumento do Governo para reduzir a sinistralidade, algo que, manifestamente, não resulta, mas onde se insiste, esperando obter resultados diferentes com uma mesma receita.
Obviamente, o número de quilómetros percorridos pode ter impacto, não sendo impossível que, havendo uma diminuição do trânsito, como resultante do aumento do preço dos combustíveis, com vias mais desimpedidas, o que permite velocidades mais elevadas, resulte num maior número de mortes, sendo de esperar, ao invés, que se registem menos acidentes com poucas consequências.
Está, igualmente, em revisão o Código da Estrada, duvidando-se que surjam alterações substanciais, sendo quase certo que é a nivel das penalizações que iremos encontrar novidades, sendo de lembrar que algumas alterações recentes, como o ensino da condução por tutores nos parece especialmente perigoso, quando o passo a seguir seria melhorar o ensino, o que requer profissionais preparados.
O aumento do valor das coimas, e mesmo de sanções acessórias, dificilmente pode contribuir para reduzir o número de acidentes, seguindo o exemplo de aumentos anteriores, mas parece ser este o único argumento do Governo para reduzir a sinistralidade, algo que, manifestamente, não resulta, mas onde se insiste, esperando obter resultados diferentes com uma mesma receita.
terça-feira, junho 09, 2026
T- shirt para actividades ao ar livre em uso - 3ª parte
Temos verificado que este tipo de vestuário se presta a modificações por parte de quem o usa, com a remoção ou reposicionamento de presilhas, colocação de novos paineis de velcro, adicionar de insígnias e todo um conjunto de pequenas transformações e adaptações que as tornem mais compatíveis com o fim a que se destinam e com o gosto de cada um.
O velcro tem dimensões relativamente pequenas, mas permite adicionar a maioria das insígnias mais comuns, merecendo mais críticas os bolsos, sobretudo no modelo mais antigo, e que tem dimensões quase insignificantes, condicionando a sua utilização, que, no modelo de 2025, é francamente ampliada, o que justificaria, só por sí, a opção por este modelo, mesmo suportando a diferença de preço, que andará pelos 2 Euros.
Não verificamos novas variantes dentro dos mesmos modelos, pelo que a gama de tamanhos, bastante abrangente, e de cores, que são sempre discretas e mais adequadas a um uso militar, se mantêm, podendo a opção mais discreta ser o cinzento, que tem um tom um pouco azulado e passa mais facilmente por um modelo civil.
Não encontramos, em pesquisas recentes, nenhuma nova versão, do ano de 2026, pelo que o modelo apresentado o ano passado continua a ser o mais recente e aquele que preferimos, pelas funcionalidades e mesmo pela estética, sendo possível, passado um ano, adquirir este tipo de camisola por preços similares aos praticados em 2025, considerando-se que esta camisola continua a ser uma opção a ter em conta para actividades ao ar livre.
O velcro tem dimensões relativamente pequenas, mas permite adicionar a maioria das insígnias mais comuns, merecendo mais críticas os bolsos, sobretudo no modelo mais antigo, e que tem dimensões quase insignificantes, condicionando a sua utilização, que, no modelo de 2025, é francamente ampliada, o que justificaria, só por sí, a opção por este modelo, mesmo suportando a diferença de preço, que andará pelos 2 Euros.
Não verificamos novas variantes dentro dos mesmos modelos, pelo que a gama de tamanhos, bastante abrangente, e de cores, que são sempre discretas e mais adequadas a um uso militar, se mantêm, podendo a opção mais discreta ser o cinzento, que tem um tom um pouco azulado e passa mais facilmente por um modelo civil.
Não encontramos, em pesquisas recentes, nenhuma nova versão, do ano de 2026, pelo que o modelo apresentado o ano passado continua a ser o mais recente e aquele que preferimos, pelas funcionalidades e mesmo pela estética, sendo possível, passado um ano, adquirir este tipo de camisola por preços similares aos praticados em 2025, considerando-se que esta camisola continua a ser uma opção a ter em conta para actividades ao ar livre.
segunda-feira, junho 08, 2026
Mortes na estrada aumentam mais de 30% - 2ª parte
Aliás, a questão financeira, que, sem dúvida afecta a manutenção dos veículos, também está patente no numero de viaturas sem inspecção obrigatória, sendo óbvio que tal não se deve ao preço da inspecção, baixo face ao da coima pela sua ausência, mas como resultado da impossibilidade de proceder às reparações necessárias para a sua aprovação, continuando a circular com falta de segurança, o que, num País com uma má rede de transportes públicos pode ser quase inevitável, não obstante os riscos envolvidos.
Sabemos que este ano ocorreram tempestades com efeitos devastadores, que impactaram a rede viária, mas nas estatísticas não consta, tanto quanto podemos ver, se existe uma correlação directa com a sinistralidade, o que implicaria sobrepor mapas das vias afectadas com os pontos que assinalam os acidentes, sendo típico não ver atribuido ao estado da rede viária responsabilidade, mesmo que parcial, nos acidentes.
Também nos temos que interrogar quanto ao desempenho e comportamento de muitos condutores de veículos de aluguer, com cartas de condução provenientes de outros países, onde a realidade viária é completamente diferente, bem como a adaptação destes ao trânsito em território nacional, com todas as suas particularidades, nem sempre positivas, mas às quais quem conduz em Portugal há mais tempo se teve que adaptar.
Quem conduz, não tem dúvidas quanto às alterações no comportamento na estrada que se verificaram nos últimos anos, pelo que temos que nos interrogar se não devia haver a obrigatoriedade de um exame de condução para todos quantos querem conduzir profissionalmente, independentemente do País onde tiverem obtido a carta de condução, não sendo de excluir que tal abrangesse quem tivesse carta portuguesa.
Sabemos que este ano ocorreram tempestades com efeitos devastadores, que impactaram a rede viária, mas nas estatísticas não consta, tanto quanto podemos ver, se existe uma correlação directa com a sinistralidade, o que implicaria sobrepor mapas das vias afectadas com os pontos que assinalam os acidentes, sendo típico não ver atribuido ao estado da rede viária responsabilidade, mesmo que parcial, nos acidentes.
Também nos temos que interrogar quanto ao desempenho e comportamento de muitos condutores de veículos de aluguer, com cartas de condução provenientes de outros países, onde a realidade viária é completamente diferente, bem como a adaptação destes ao trânsito em território nacional, com todas as suas particularidades, nem sempre positivas, mas às quais quem conduz em Portugal há mais tempo se teve que adaptar.
Quem conduz, não tem dúvidas quanto às alterações no comportamento na estrada que se verificaram nos últimos anos, pelo que temos que nos interrogar se não devia haver a obrigatoriedade de um exame de condução para todos quantos querem conduzir profissionalmente, independentemente do País onde tiverem obtido a carta de condução, não sendo de excluir que tal abrangesse quem tivesse carta portuguesa.
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