sábado, dezembro 18, 2021

Digitalizar filmes antigos - 3ª parte

O passo final é, naturalmente, a gravação no formato e suporte magnético pretendidos, que devem ser compatíveis com os dispositivos onde serão apresentados os conteúdos, sendo de ter em conta que muitas televisões permitem visualizar directamente os conteúdos de uma "pen" USB, mas com limitação na capacidade máxima desta, tipicamente 32 Gb, e no formato dos ficheiros, que poderão ser MP4, sendo de confirmar para cada modelo exacto.

Neste caso concreto, recorremos a uma empresa especializada, "Os amigos do 8mm", cuja actividade é, desde 2015, a digitalização de filmes, sobretudo nos formatos 8 milímetros e Super 8mm, mas que processa igualmente as cassetes VHS, VHS-C, Hi8, Video 8, Betamax e Betacam, ou seja os formatos mais comuns para utilizadores domésticos, bem como formatos mais profissionais, como Pathé 9.5, os 16 milímetros, mudo e sonoro e 35 milímetros, usados nos cinemas.

Os ficheiros são fornecidos nos formatos AVI com a resolução de 1920x1400 ou MP4 com a resolução de 1920x1080, e tem um preço que fica pelos 30 Euros mais IVA por DVD de digitalização de bobines de até 30 minutos e 10 Euros por hora para cassetes, acrescendo, caso necessário, o preço do suporte magnético, quando este não é fornecido pelo cliente.

Obviamente, existem outras alternativas, em distintos locais do território nacional, com distintas formas de trabalhar e preços e tempos de entrega variáveis, que dependem muito da época do ano, mas esta será uma forma de perpetuar filmes antigos que, de outra forma, se podem perder ou, simplesmente, tornar-se inúteis face à impossibilidade de os visulizar, sendo esta conversão uma proposta que fazemos para o Natal que se avizinha.

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