Como equipamento terminais, telemóveis convencionais, obviamente de alta resistência, obedecendo a normas como a IP65, e com segurança acrescida, que pode ir desde o recurso a modelos com encriptação a simples opcionais, como um "dongle" na porta USB, suportado via OTG e que permite um tipo de autenticação mais seguro na rede, podendo-se recorrer a redes virtuais internas para aumentar a segurança e isolar redes.
Tal como escrevemos em textos anteriores, a ideia de fazer evoluir uma plataforma obsoleta é um investimento absurdo, tal como o é ir trocando peças num veículo antigo que, com quase tudo substituído, à custa de um montante elevado, continua condicionado por uma estrutura antiga, que impede os novos componentes, por muito bons e dispendiosos que sejam, de serem plenamente aproveitados.
Acresce a esta ideia absurda de tentar remodelar um sistema obsoleto o prazo para a sua substituição, sendo que dez anos para dispor de uma rede nova não faz qualquer sentido face ao mau desempenho do SIRESP e às suas limitações e fragilidades, sobretudo quando existem soluções comerciais provadas que podem ser utilizadas, sendo mais fáceis de implementar, gerir e, no limite, de adquirir, ficando francamente menos dispendiosas do que proposta do Governo.
Esperamos que esta opção governamental seja revista, dando lugar a uma solução mais simples e rápida de implementar, com mais garantias e com um orçamento inferior e com um menor risco de derrapagem, assumindo-se que o actual SIRESP chegou ao fim e qualquer nova solução deve partir do zero, sem experimentalismos, mas com um prazo para operacionalização defenido e muito inferior aos 10 anos propostos pelo Governo.
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