quarta-feira, agosto 04, 2010

Acidente na A1 mata bombeiro - 2ª parte

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Operações de socorro após o acidente

É sabido que o esforço exigido dos veículos e respectivas tripulações durante as vagas de fogos que assolam o País implica um acréscimo de riscos, mas para além daquilo que será dificilmente controlável existe um conjunto de factores que será de ter em conta e têm a ver com o planeamento e a manutenção das viaturas, os quais devem ser devidamente analizados.

O número de acidentes devido ao rebentamento de pneus merece uma especial atenção, sendo difícil de aceitar que se devam apenas a imponderáveis, pelo que a hipótese de um desgaste anormal, devido a condições de utilização particularmente agressivas deve ser tido em conta.

Os veículos de combate aos fogos são submetidos a tempertaturas particularmente elevadas, com destaque para os pneus, os quais estão permamentemente em contacto com o solo, o qual pode estar extremamente quente e acima dos valores de tolerância para a borracha com que são feitas as carcassas.

Acresce a esta exposição a temperaturas elevadas, o elevado peso das viaturas, bem como o facto de muitas vezes a deslocação ser efectuada sobre terrenos difíceis, fora de estradas e em vias florestais onde se podem encontrar numerosos detritos, alguns deles capazes de ferir as camadas externas e enfraquecer o pneumático.

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