Na linha de costa, ondas de 5 a 6 metros, mas que podem chegar aos 9 metros, representam um perigo para quem circule nas proximidades, podendo causar danos em embarcações e estruturas próximas, estando proibidos ou desaconselhadas actividades que impliquem a proximidade com a zona costeira, incluindo-se a pesca desportiva ou a simples proximidade, muitas vezes para tirar fotografias.
Naturalmente, esperando-se uma elevada precipitação, existe um conjunto de meios colocados em alerta, na eventualidade da necessidade de intervirem, em acções de controle de danos, já que entre as primeiras chuvas deste Outono e as de hoje pouco foi feito para além dos habituais trabalhos de limpeza, sendo óbvio que soluções mais estruturais são demoradas.
Os efeitos do mau tempo nas grandes cidades são conhecidos e reconhecidos por todos, desde o cidadão comum às autoridades responsáveis pelo socorro, passando pelos autarcas, que os aceitam com uma resignação bíblica, tal como se Deus estivess, mais uma vez, a por à prova todos quantos residem nas áreas mais afectadas ou fosse a expiação de um pecado desconhecido.
Aliás, o mau tempo, com as inevitáveis inundações, parecem ser o contraponto de Inverno aos incêndios de Verão, sendo comentados, seja de forma crítica, seja de forma jocosa, por grande parte da população, que sente que pouco se faz no sentido de solucionar problemas que, de tão habituais, parecem já parte do imaginário nacional e nalgum do humor que gira em torno deste.
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