Quando um comando com códigos rolantes é duplicado para um comando que não oferece esta funcionalidade, ou programado por um dispositivo que não contempla a mudança de códigos, o resultado pode ser um comando inútil ou que, no limite, apenas funciona uma vez, dado que quando voltar a ser accionado enviará o mesmo código, enquanto o receptor espera outro.
Não havendo comandos funcionais, é por vezes possível reparar ou recuperar funcionalmente um comando avariado, o que permite, nalguns casos, extrair os códigos que permitam condificar um novo comando que, para o imobilizador, será reconhecido como o que se avariou, sendo esta uma operação complexa, que requer conhecimentos de electrónica e, tipicamente um equipamento duplicador compatível com o modelo de comando a utilizar.
Tipicamente, quando o código do novo comando corresponde ao do comando original, estão abertos os dois processos que permitem a respectiva programação, seja via equipamento de diagnóstico, seja recorrendo a um duplicador de comandos, com as diferenças funcionais a serem poucas, mas podendo o valor da programação diferir substancialmente, tendo em conta que a disponibilidade dos equipamentos a usar é distinta, com o recurso a equipamentos mais comuns a ser, quase sempre, menos dispendiosa.
Independentemente da opção escolhida, salvo para quem disponha do "know how" e do equipamento adequado, será sempre de recorrer aos serviços de um especialista e efectuar os testes de imediato, assegurando o correcto funcionamento dos comandos, sendo este requisito particularmente relevante caso o processo de programação envolva a totalidade dos comandos, evitando assim surpresas desagradáveis que, no limite, podem levar à imobilização do veículo.
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