Existem variantes destinadas aos mais diversos fins, usando os objectos mais comuns para o utilizador, o que pode incluir desde objectos arquitectónicos a animais, passando por veículos ou seres humanos, com algumas grelhas de avaliação de distância a incluir dados balísticos, como a trajectória de um projectil, sendo comum o 5.56x45 mm, comum em muitas armas ocidentais, ser usado como exemplo.
Também estão disponíveis modelos destinados a actividades mais específicas, como a navegação, aérea ou marítima, estes bastante mais complexos, dado incluirem desde dados de navegação a consumos de combustível, passando pela estimativa da hora de chegada ao destindo ou pelo efeito do vento durante o trajecto.
Este tipo de grelha deve ser complementada por um conjunto de outros meios, alguns dos quais mencionamos previamente, mas outros, com indícios observáveis, que vão desde marcos de estrada ou postes, colocados com intervalos fixos, aos que são fornecidos pela natureza, caso da orientação de tocas dos animais ou do musgo nas árvores, podendo, obviamente, incluir meios tecnológicos, se disponíveis.
Não obstante existirem cada vez mais ferramentas ou dispositivos tecnológicos, saber utilizar métodos manuais para fins de orientação e para avaliar distâncias parece-nos essencial, como forma de evitar dependências de sistemas que podem falhar, ou que dependem de recursos externos, mas também porque estes métodos clássicos ajudam a compreender os princípios da navegação, conferindo um entendimento mais profundo das tecnologias modernas.
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