Um caso óbvio é o dos blusões com forro em grafeno, que foram adquiridos na altura do lançamento, há menos de um ano, por perto de 25 Euros cada, incluindo IVA e portes, e, actualmente, são vendidos por perto de 45 Euros, um valor francamente mais elevado, mesmo tendo em conta o pagamento extra de 3 Euros, assumindo-se que o resto do aumento corresponde, essencialmente, ao produto e não aos portes.
Por esta razão, quanto um produto inovador, ou com materiais novos, surge por um preço baixo, o mais provável é que venha a subir de preço num futuro não muito distante, o que pode justificar correr o risco de uma aquisição numa altura em que ainda existe pouca experiência de utilização e mesmo fora da época onde será utilizado, sendo bastante provável que o preço suba substancialmente passados poucos meses.
Em contrapartida, os produtos mais antigos, em produção há alguns anos, tendem a ver o valor estabilizado, com o preço a ser quase constante, afectado, sobretudo, por variações cambiais, custos de contexto, carga fiscal e, naturalmente, inflação, pelo que as flutuações serão pequenas e dependentes de campanhas ou da época do ano, mais ou menos favorável à sua aquisição.
Não existm regras ou práticas que permitam estabelecer um padrão único, mas, pela experiência recolhida, as compras fora de época tendem a ser economicamente favoráveis, sendo sempre de analizar os vários factores circunstanciais, alguns dos quais enumeramos, o que vai permitir, no fim do ano e dependendo do volume de aquisições, efectuar uma poupança razoável.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)










Sem comentários:
Enviar um comentário