Após o acréscimo de um valor de 3 Euros, a que acresce taxa de processamento, para cada objecto, ou grupos de objectos classificados de forma similar pela Autoridade Tributária, cujo valor total seja baixo, dispensando o pagamento de um imposto de importação, é objectivo que os preços praticados pelas plataformas de comércio electrónico baseadas na China subiram na origem, independentemente dos impostos cobrados.
Comparando vários objectos que adquirimos em anos anteriores, mesmo tendo em conta a inflação e evoluções cambiais, bem como o aumento do preço dos transportes, o preço na origem foi aumentado muito acima do que pode resultar de questões externas, tornando-se óbvio que tal resulta de ajustes por parte do vendedor, obviamente, tendo em conta toda a cadeia de produção e de logística.
É de notar que, nalguns casos concretos, e usamos comparativamente peças com valores acima dos 20 Euros e abaixo dos 50 Euros e com portes gratuitos, as subidas podem atingir percentagens muito elevadas, nalguns casos com aumentos que se aproximam dos 100%, sendo disso exemplo algumas peças de vestuário para Inverno, como blusões e outros agasalhos, que, nesta altura do ano, com a chegada do tempo frio, se encontram entre as mais procuradas.
Um exemplo é o blusão com forro de grafeno, dos quais adquirimos dois exemplares, com preços perto dos 26 Euros, e que actualmente custam entre os 45 e os 50 Euros, enquanto outro blusão passou dos 21 Euros para os 38 Euros, em ambos os casos, incluindo portes e direitos alfandegários, ou seja, estamos perante aumentos que se aproximam de uns absurdos 80% para o mesmo produto, excedendo em muito os 5 Euros por artigo de uma compra individual.
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