terça-feira, junho 27, 2006

Um veículo para toda a família


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Anúncio de Série 2 da Land Rover canadiana

Os primeiros modelos de Land Rover eram normalmente associados a trabalhos duros, normalmente na agricultura ou na indústria, mas a necessidade de conquistar novos clientes levou a marcar a reorientar o seu esforço publicitário.

Sem renegar a dureza da sua actividade, foi acrescentada às tradicionais actividades algo que, para muitos, era ainda mais duro, como ir buscar as crianças à escola ou transportar a família e até como usar um atalho para chegar mais cedo a casa!

Por outro lado, também é mencionada a possibilidade de utilizar o Série como veículo de lazer para toda a família, transformando-o num decapotável, de modo a facilitar a aceitação por parte de quem considera este um modelo meramente utilitário.

A mensagem final é, essencialmente, que com um Land Rover, uma família numerosa não precisa de outro veículo excepto de outro Land Rover.

Desempregados na vigilância da floresta


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Anúncios de emprego num jornal

Os desempregados e os beneficiários do Rendimento Social de Inserção (RSI) poderão ser chamados a integrar, a partir de Julho, equipas de apoio à prevenção e vigilância de incendios florestais e da Floresta.

Um projecto de âmbito nacional, que envolve cerca de 2.500 pessoas, deu, em Braga, o primeiro passo, através de uma reunião de trabalho entre o Governo Civil e o Instituto de Emprego e Formação Profissional.

O Governador Civil de Braga, Fernando Moniz, falou num projecto "dinâmico" que pretende envolver os mais desfavorecidos em "acções úteis" em prol da Floresta, numa acção concertada com as autarquias, bombeiros, produtores florestais e comissões de baldios.

Serão, de resto, estas entidades a apresentar, candidaturas que visem a criação de grupos direccionadas a acções no domínio da prevenção e detecção de incêndios florestais, cujas tarefas passam, entre outras, por vigilância, limpezas, reparação de caminhos e criação de novos acessos florestais.

Segundo Fernando Moniz, as pessoas seleccionadas que recusem integrar as "equipas" poderão ver o seu subsídio suspenso.

Mesmo podendo parecer algo injusto a possibilidade de perder as prestações sociais, existe um óbvio dever de compensar o País pelo que este oferece em termos de subsídios aos mais necessitados, pelo que a participação em actividades de relevante interesse, como a prevenção de incêndios, deve ser considerada como irrecusável para quem tenha condições de participar neste tipo de acções.

O recurso a desempregados, bem como a quem estiver envolvido do programas de reinserção social ou a reclusos em regime aberto, deve ser explorado, sempre na perspectiva do interesse geral, mas dando aos participantes o acompanhamento e a formação necessária, de forma a que estes sejam efectivamente integrados em acções estruturadas e não usados como simples mão de obra barata facilmente dispensável após terem cumprido as respectivas missões.

Da forma como quem vier a ser selecionado for integrado, depende não só o sucesso da sua participação nesta acção, como os reflexos que tal terá para a sua vida futura e para reassumir o seu papel na sociedade, pelo que esperamos que esta experiência seja conduzida com o maior cuidado e respeito por todos, sem o que poderá, no fim, produzir resultados particularmente negativos.

segunda-feira, junho 26, 2006

Multímetro e transformador universal


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Multímetro e transformador universal

Um pequeno diagnóstico pode evitar reparações dispensiosas numa oficina a que corresponde normalmente a imobilização do veículo.

Para obviar a tal situação, é sempre útil numa caixa de ferramentas ter um equipamento que permita, pelo menos, verificar a existência de continuidade de condutores eléctricos ou quando estes estão em curto circuito.

Um pequeno multímetro, de baixo custo, serve perfeitamente aos mais curiosos e que tenham alguma vocação para a mecânica, como instrumento de detecção e falhas, permitindo, em caso de necessidade, transmitir uma descrição mais precisa a quem venha a efectuar a reparação.

Igualmente útil, será um transformador universal, regulável, que, ligado a uma fonte de alimentação de 220V, permita ligar vários tipos de equipamentos eléctricos.

Este modelo, que tal como o multímetro custa 4.99 euros, possui múltiplas fichas, de modo a poder ligar vários tipos de aparelhos e estará à venda no Lidl dentro de uma semana, dia 03 de Julho.

Desgaste e fadiga nas jantes - 3ª parte


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Exemplo de gráfico de fadiga de aço e alumínio

Conforme mencionamos anteriormente da utilização de jantes antigas resultam vários factores que podem, em larga medida, contribuir para fragilizar as jantes, e quando combinados, podem levar a uma fractura.

O primeiro, talvez o mais intuitivo, é a corrosão, derivada da oxidação do metal e que pode, com o tempo, reduzir a espessura do mesmo, diminuindo a resistência estrutural da peça.

Por esta razão, perdas de tinta ou de revestimento que deixem o metal à vista, exposto ao ar e à humidade, devem ser rapidamente reparadas, mesmo que provisoriamente, utilizando para tal uma tinta capaz de combater a ferrugem e dar algum isolamento.

Outro factor deriva do uso e do esforço que recai sobre as jantes, sobretudo quando exisetm impactos capazes de provocar micro-fissuras, muitas vezes difíceis de detectar.


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Jante de Série 3 em processo de decapagem

Para prevenir esta situação, as jantes devem ser lavadas e examinadas cuidadosamente após uma utilização mais intensa, de modo a que o seu estado não permita surpresas.

A existência de micro-fissuras, que acabam por gerar linhas de descontinuidade onde se vão acumular tensões, são um primeiro caminho para um colapso, mas serão agravadas se, por falta de atenção, for permitido que as zonas danificadas fiquem expostas aos elementos.

Da combinação entre fissuras e ferrugem resulta um perigo acrescido, de que podem resultar acidentes, sobretudo se as jantes concebidas para um dado modelo forem utilizadas noutro, com peso e velocidade superiores, o que resulta em maiores esforços, tensões e desgaste.

domingo, junho 25, 2006

Calculator de distancias para mapas


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Calculator de distancias para mapas

Embora os receptores de GPS, independentes ou associados a um PDA ou computador portátil, sejam cada vez mais acessíveis e populares, as cartas topográficas não deixam de ser essenciais e, em muitos casos, o único recurso possível.

Este pequeno dispositivo electrónico permite ler distâncias, fazendo no mapa o mesmo percurso que irá ser feito, de modo a obter uma estimativa realista.

As características principais deste modelo de calculador de distâncias são:

Fácil de utilizar, medindo distâncias exactas em quilómetros ou milhas
Bússula, calculador de distância e 2 baterias 1.5V (LR44)
Écran LCD e lanterna de leitura de mapas no escuro

Mesmo para quem, como nós, recorra normalmente aos GPS, não podemos deixar de aconselhar a aquisição deste instrumento que, por vezes, se encontra à venda no Lidl a um preço inferior ao de um único mapa militar.

Voluntários portuenses indignados com críticas


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Rui Rio cumprimenta bombeiros sapadores

Os Bombeiros Voluntários do Porto já efectuaram, desde o início deste mês, 70 serviços transferidos dos Sapadores, no âmbito do protocolo que a corporação assinou com a Câmara do Porto, passando a receber trabalhos que se destinavam à corporação de profissionais.

Esta medida procura libertar os Sapadores de determinadas operações encaixa-se na estratégia de redução de horários imposta pela autarquia portuense.

A opção da autarquia foi criticada pelo presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP), Fernando Curto, que chegou a dizer que os voluntários não têm preparação técnica nem formação para substituir os sapadores.

Foram precisamente essas críticas que indignaram Carlos Bessa, comandante dos Voluntários do Porto, que recorda a extensa folha de serviços da corporação e lembra que, ao longo dos anos, sapadores e voluntários têm combatido, lado a lado, diversos sinistros.

"Não nos queremos intrometer nas questões entre os Sapadores e a Câmara, mas não podemos admitir que ofendam o trabalho de uma corporação que já tem 130 anos de vida", observou Carlos Bessa, que enviou uma missiva a Fernando Curto, dando conta do seu descontentamento.

"Acha que para lavar um pavimento, retirar um gato ou abrir uma porta é necessário um curso de formação?", questiona Bessa, na missiva, lembrando que é esse tipo de serviços que estão a ser transferidos para os voluntários.

"Os serviços estão a ser feitos dentro das nossas possibilidades", acrescentou, ao Jornal de Notícias, Carlos Bessa, que também escreveu à Liga de Bombeiros Portugueses e à Federação do Distrito do Porto, dando conta, também, da indignação da corporação.

Esta opção da Câmara Municipal do Porto tem, obviamente, uma intenção meramente economicista, e pode ter como objectivo a redução do número de sapadores, substituindo-os por voluntários, do que resulta um muito menor encargo para a edilidade.

No entanto, e no total, o número de bombeiros acaba por diminuir, o que em situações de maior pressão, como o período de maior incidência de fogos florestais, pode levar a uma problemática falta de efectivos.

Numa altura em que a profissionalização seria o caminho a seguir, parece-nos que a Câmara do Porto optou exactamente pelo oposto, facto tanto mais lamentável quando a edilidade, para festejar o feriado do município, não se coibiu de dispender largas somas numa celebração que se esgota no próprio dia.

Estamos certos de que, se fosse colocada à população a questão relativa onde preferia que esta verba fosse gasta, se em festejos ou em segurança, concretamente nos sapadores, a resposta seria no sentido da solução mais duradora e aquela que realmente garante os seus interesses no médio e longo prazo.

sábado, junho 24, 2006

Conduzir um Freelander em areia na Land francesa


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Capa do nº 56 da Land francesa, já disponível

No número 56 da revista Land francesa, já disponível nas bancas, vem incluido, entre outros, um artigo sobre a condução dos Freelander em areia.

Apesar de menos conhecida do que as suas congéneres inglesas, a Land francesa tem incluido artigos bastante interessantes e mantido uma discussão sobre as sempre complexas questões de circulação fora de estrada que, sobretudo no Verão, também afectam os adeptos do todo o terreno em Portugal.

Sendo um assunto raramente abordado, provavelmente porque a preferência da maioria das revistas vai para outros modelos considerados mais carismáticos, deixamos aqui a dica aos proprietários dos Freelander para que não deixem escapar esta oportunidade de leitura.

Área ardida em 2006 acima da média dos últimos 5 anos


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Incêndio fora de controle no Verão de 2005

A área florestal consumida pelas chamas neste semestre já ultrapassou a média registada nos últimos cinco anos.

Apesar da aposta do Governo no reforço da vigilância e do combate aos incêndios, em apenas um mês foram devastados 6.799 hectares de floresta, enquanto a média dos últimos cinco anos foi de 3.846 hectares, transformando Maio num dos piores de sempre e fazendo antever um Verão negro.

O segundo relatório da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), que contém estatísticas até ao dia 15 de Junho, reporta um total de 8.918 hectares queimados, cerca de 200 hectares acima da média de 2000-2005.

Em contrapartida, se a comparação for feita com o ano passado os dados podem até parecer animadores, dado que em 2005, por esta altura, já tinham sido reduzidos a cinzas mais de 20.000 hectares de floresta.

Mas os primeiros meses de 2005 foram considerados excepcionais e fora da média, contando com mais de 8.000 ocorrências e até com a morte de quatro bombeiros.

Os dados mais preocupantes deste relatório reportam-se ao período entre 15 de Maio e 15 de Junho, exactamente um mês após o início da "Fase Bravo", de acordo com a directiva operacional, pois a área ardida apenas 30 dias representa 76% do total.

Contactado pelo Diário de Notícias, o Ministério da Administração Interna (MAI) ressalta, contudo, um aspecto positivo que contribui para a compreensão destes números.

Este ano houve muito mais ocorrências, 3.805, quase o dobro da média registada nos últimos cinco anos e que serve de base às comparações feitas pela DGRF, o que segundo o MAI, prova que a "eficácia da primeira intervenção no fogo está a ser de 98%".

"O grosso do risco ainda vem aí, porque, em rigor, o Verão começou hoje", diz o presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), Duarte Caldeira.

A área ardida no último mês foi quase o dobro da média dos últimos cinco anos em igual período porque "na primeira quinzena de Junho tivemos um grave incêndio em Fragoso, Barcelos, que durou quase quatro dias", garante o dirigente da LBP.

Este incêndio lançou novamente a polémica em torno da utilização dos meios aéreos, pelo que, no rescaldo deste fogo e depois de um mês de Maio particularmente preocupante, o Governo apressou-se a reforçar os meios aéreos, antecipando a chegada de dois aparelhos previstos apenas para a "Fase Charlie", que começará no dia 1 de Julho.

Para Duarte Caldeira, "temos pela frente os meses de mais elevado risco, Julho e Agosto, e qualquer consideração sobre os resultados é prematura", que considera que "há pouco tempo para que as medidas tomadas possam alterar o perfil de risco da floresta portuguesa".

Também o ministro da Administração Interna considerou que ainda é cedo para tirar elações, facto que parece ser consensual quando estamos a uma semana do início da "Fase Charlie", altura em que o dispositivo estará completo e se preveem as condições atmosféricas mais adversas.

Verifica-se, no entanto, que com o aumento de temperatura dos últimos dias, o número de ignições voltou a aumentar sendo de prever que esta tendência continue até aos pico do Verão, altura em que se poderá aferir da correcção ou não das opções tomadas.

sexta-feira, junho 23, 2006

112 em caso de risco ou incêndio florestal


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112-Número nacional de emergência

A vigilância à nossa floresta é essencial para uma diminuição do número de incêndios, bem como da área ardida.

Por isso não se esqueça de cumprir com o seu dever cívico e ande De Olhos na Floresta, sem que para isso tenha de alterar o seu dia-a-dia.

Esteja apenas atento e perante uma situação de risco ou incêndio alerte as autoridades através do 112.

O número de protecção à floresta 117 vai deixar de existir, de modo a cumprir com as directivas comunitárias e a legislação vigente em Portugal, que define como único número de emergência o 112.

Bombeiros da Covilhã dão formação gratuita de socorrismo


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Land Rover Série 3 109 de Comando (Histórico)

Os Bombeiros Voluntários da Covilhã vão oferecer este sábado acções de formação gratuitas a toda a população em técnicas de suporte básico de vida, no âmbito da comemoração do 131º aniversário da corporação.

As acções de formação vão decorrer a partir das 15:00 no quartel dos bombeiros e estão abertas a todos os interessados, substituindo o simulacro de incêndio ou acidente tradicionalmente realizado pela corporação em cada aniversário.

Os participantes vão integrar simulações de situações de emergência, em que serão explicados os procedimentos de socorro a terceiros no caso de paragem cardíaca ou respiratória.

Nas instalações dos Bombeiros Voluntários da Covilhã haverá ainda rastreios de tensão arterial e de glicémia.

As cerimónias oficiais do aniversário dos bombeiros locais estão agendadas para domingo, dia em que será anunciado um apoio financeiro de 175.000 euros por parte da Câmara Municipal da Covilhã para comparticipar a compra de uma auto-escada.

Vão ainda ser apresentadas três viaturas, avaliadas em mais de 155.000 euros e que incluem um veículo pesado para combate a fogos urbanos, uma viatura para transporte de utentes de fisioterapia e um auto-tanque para combate a fogos florestais.

Para além da importância do reforço de material, é da máxima importância e um excelente exemplo a acção de formação proposta.

Num texto anterior, sugerimos que estas acções de formação fossem alargadas às escolas, como parte integrante das actividades que estas promovem para os alunos e como complemento dos actuais programas.

Sabendo-se que existe uma manifesta dificuldade em preencher de forma produtiva as horas que os alunos actualmente passam nas escolas, muitas vezes ocupadas por conteúdos de reduzida importância e utilidade duvidosa, a colaboração entre o sistema de ensino e as corporações de bombeiros poderiam colmatar algumas das falhas existentes e, eventualmente, contribuir para o equilibrio financeiro das várias entidades envolvidas.

Resta-nos desejar aos voluntários da Covilhã um feliz aniversário e os maiores sucessos no desempenho das suas missões e sugerir aos nossos leitores que habitem na área a participação nestes eventos.