A duplicação de comandos é efectuada, tipicamente, num estabelecimento especializado, dispensando a presença do veículo, já que o comando é duplicado a partir do original e será reconhecido como a mesma unidade pelo imobilizador, permitindo recorrer a unidades que não sejam exactamente iguais às dos comandos originais, desde que compatíveis em termos de códigos e frequências de operação.
No caso de alguns comandos, não originais, a opção de codificação será mesmo esta última, já que não sendo identificados pelo imobilizador, não será possível acrescentá-los à lista de comandos reconhecidos, pelo que será de ter particular atenção aos códigos gravados na placa do comando, e que devem corresponder integralmente aos do comando original, incluindo a nível de versão.
É de notar que muitos dos comandos ditos universais que se vendem em muitas lojas e que, alegadamente, permitem duplicar qualquer comando original, entrando no seu modo de programação, têm bastantes limitações, revelando-se adequados para copiar comandos de portas, mas não de veículos, cujos comandos recorrerm a processos de encriptação, com o código a rolar entre utilizações.
Tipicamente, quando este código corresponda ao do comando original, estão abertos os dois processos que permitem a respectiva programação, seja via equipamento de diagnóstico, seja recorrendo a um duplicador de comandos, com as diferenças funcionais a serem poucas, mas podendo o valor da programação diferir substancialmente, tendo em conta que a disponibilidade dos equipamentos a usar é distinta, com o recurso a equipamentos mais comuns a ser, quase sempre, menos dispendiosa.
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