A maioria dos modelos tem ainda a capacidade para suportar uma câmara, que pode ser uma simples "webcam" nalguns casos, ou um modelo específico noutros, podendo proceder à gravação de imagens ou a uma simples visualização para efeitos de facilitar algumas manobras.
Obviamente, estas unidades, destinadas a substituir os auto-rádios, incluem toda a electrónica necessária, bem como a ligação a uma antena exterior, podendo ainda aceder a unidades de armazenamento, como "pens" ou cartões de memória, onde para além de áudio, podem estar vídeos que serão exibidos no écran, sem as restrições inerentes a muitos sistemas instalados de origem onde, por razões de segurança, só é possível visualizar vídeos com o veículo parado.
Particularmente relevante, e condicionante, é a questão da instalação da unidade no veículo, estando disponíveis modelos específicos, destinados a um modelo concreto, e genéricos ou universais, que encaixam em gavetas padronizadas de 1 ou 2 DIN, com as primeiras a serem mais dispendiosas por necessitarem de um écran destacável ou rebatível, do que resulta, naturalmente, um aumento do preço.
A própria forma como o écran fica posicionado nas unidades de 1 DIN, que excede sempre em altura a gaveta, é relevante, pois do facto de a posição ser sobretudo na direcção superior ou inferior pode resultar na colisão com outros elementos do veículo, pelo que deve haver uma especial atenção a toda a configuração verificando cuidadosamente a sua compatibilidade.
terça-feira, setembro 05, 2017
segunda-feira, setembro 04, 2017
Falar antes de pensar - 1ª parte
É manifesta a falta de visão estratégica com que, desde há muito, se abordam os problemas inerentes aos incêndios florestais, com cada governante, seja o responsável por uma das vertentes, sejam aqueles que meramente se pronunciam, sem responsabilidade directa, a opinar de forma muitas vezes leviana e contraditória.
Existem alguns padrões que visam esconder que em Portugal se encontra a maior área ardida de Europa comunitária e é quatro vezes superior à de Espanha, onde as condições climatéricas são similares, propondo-se pseudo-soluções que apenas desviam atenções, aparentando que existe alguma reflexão, sem que efectivamente as propostas tenham conexão com a realidade nacional.
Propostas como colocar os bombeiros na prevenção, de forma semelhante ao que fazem sapadores florestais, esquecendo o seu estatuto de voluntário e a necessidade de desempenhar outra profissão, que efectivamente lhe dá o sustento, ou simplesmente trocar eucaliptos por outras espécies, ignorando que estes, quando devidamente ordenados, tal como acontece nas zonas geridas pelas grandes empresas madeireiras, ardem menos que outras espécies em pequenos terrenos particulares são exemplos conhecidos.
Cada uma destas propostas, e muitas outras que têm sido feitas, mais equivalem a meras intenções face à impossibilidade prática de concretização, revelam a impreparação de quem as faz, procurando um imediatismo que poderá ter algum impacto positivo nas eleições que se avizinham, mas que, face ao absurdo do conteúdo, rapidamente serão esquecidas.
Existem alguns padrões que visam esconder que em Portugal se encontra a maior área ardida de Europa comunitária e é quatro vezes superior à de Espanha, onde as condições climatéricas são similares, propondo-se pseudo-soluções que apenas desviam atenções, aparentando que existe alguma reflexão, sem que efectivamente as propostas tenham conexão com a realidade nacional.
Propostas como colocar os bombeiros na prevenção, de forma semelhante ao que fazem sapadores florestais, esquecendo o seu estatuto de voluntário e a necessidade de desempenhar outra profissão, que efectivamente lhe dá o sustento, ou simplesmente trocar eucaliptos por outras espécies, ignorando que estes, quando devidamente ordenados, tal como acontece nas zonas geridas pelas grandes empresas madeireiras, ardem menos que outras espécies em pequenos terrenos particulares são exemplos conhecidos.
Cada uma destas propostas, e muitas outras que têm sido feitas, mais equivalem a meras intenções face à impossibilidade prática de concretização, revelam a impreparação de quem as faz, procurando um imediatismo que poderá ter algum impacto positivo nas eleições que se avizinham, mas que, face ao absurdo do conteúdo, rapidamente serão esquecidas.
domingo, setembro 03, 2017
Unidades Android para veículos - 1ª parte
Vários factores, que vão desde a abundância de aplicações gratuitas ao aumento da precisão do GPS, passando pela maior rapidez e cobertura das redes móveis levam a cada vez mais os vulgares auto-rádios serem substituidos por unidades baseadas em Android que integram um largo conjunto de funcionalidades.
Estas unidades, que são autênticos computadores de bordo, interagem com um dispositivo móvel, seja igualmente Android, seja iOS, fornecendo uma ligação, caso incorporem um "hotspot", ou usando uma fornecida externamente, estabelecendo ainda uma conexão "bluetooth" que permite a sua utilização como "kit" de mãos livres.
Com écrans tácteis que variam entre as 6 e as 10 polegadas, para os modelos mais comuns, a visualização de mapas, como os fornecidos pelo Google, e o auxílio à navegação é um dos objectivos essenciais, dispensando um sistema dedicado onde, na maior parte dos casos, a actualização dos mapas é efectuada manualmente e, por falta de ligação à Internet, não fornecem informações relevantes, como alertas ou intensidade do trânsito.
No caso destas unidades está presente nativa a aplicação Google Maps, suportando outras concebidas para a mesma plataforma, com a qual temos obtido resultados muito positivos graças a uma excelente qualidade dos mapas e ao manancial de informações incluídas, muitas das quais resultantes do processo colaborativo que permite aos utilizadores acrescentar ou corrigir dados, num processo de constante actualização.
Estas unidades, que são autênticos computadores de bordo, interagem com um dispositivo móvel, seja igualmente Android, seja iOS, fornecendo uma ligação, caso incorporem um "hotspot", ou usando uma fornecida externamente, estabelecendo ainda uma conexão "bluetooth" que permite a sua utilização como "kit" de mãos livres.
Com écrans tácteis que variam entre as 6 e as 10 polegadas, para os modelos mais comuns, a visualização de mapas, como os fornecidos pelo Google, e o auxílio à navegação é um dos objectivos essenciais, dispensando um sistema dedicado onde, na maior parte dos casos, a actualização dos mapas é efectuada manualmente e, por falta de ligação à Internet, não fornecem informações relevantes, como alertas ou intensidade do trânsito.
No caso destas unidades está presente nativa a aplicação Google Maps, suportando outras concebidas para a mesma plataforma, com a qual temos obtido resultados muito positivos graças a uma excelente qualidade dos mapas e ao manancial de informações incluídas, muitas das quais resultantes do processo colaborativo que permite aos utilizadores acrescentar ou corrigir dados, num processo de constante actualização.
sábado, setembro 02, 2017
Resumo de compra conjunta
Relembramos que estão em aberto as seguintes possibilidades de compra conjunta, com o objectivo de 2 interessados para o primeiro e segundo item, de 5 para o terceiro e de 4 para o quarto, sendo que neste caso o objectivo é que o peso total do conjunto se aproxime dos 30 quilos.
- Rádio digital Baofend DM-5R VHF/UHF
- Caixa em metal com 66 x 24.5 x 24.5 cm
- Conjunto de 8 protecções para piscas, mínimos e luzes de presença de Defender
- "Cubby box" para Defender ou Serie
Dado que as encomendas via Paddock Spares usam como critério relativamente ao custo dos portes o peso, salvo objectos particularmente volumosos, e uma "cubby box" pesa pouco menos de 7 quilos, qualquer combinação que resulte abaixo dos 30 quilos para o mesmo escalão de preço é aceitável.
Eventuais interessados podem deixar um comentário ou enviar uma mensagem, informando qual o item e a quantidade, incluindo o local do País onde residem, agradecendo-se partilhas e divulgações que contribuam para alcançar o volume de encomendas mencionado, bem como sugerir outras possibilidades que possam vir a ter adesão.
- Rádio digital Baofend DM-5R VHF/UHF
- Caixa em metal com 66 x 24.5 x 24.5 cm
- Conjunto de 8 protecções para piscas, mínimos e luzes de presença de Defender
- "Cubby box" para Defender ou Serie
Dado que as encomendas via Paddock Spares usam como critério relativamente ao custo dos portes o peso, salvo objectos particularmente volumosos, e uma "cubby box" pesa pouco menos de 7 quilos, qualquer combinação que resulte abaixo dos 30 quilos para o mesmo escalão de preço é aceitável.
Eventuais interessados podem deixar um comentário ou enviar uma mensagem, informando qual o item e a quantidade, incluindo o local do País onde residem, agradecendo-se partilhas e divulgações que contribuam para alcançar o volume de encomendas mencionado, bem como sugerir outras possibilidades que possam vir a ter adesão.
sexta-feira, setembro 01, 2017
O todo o terreno e a acessibilidade nas áreas florestais
Sempre nos oposemos a um conjunto de restrições à prática de um todo o terreno responsável pelas inegáveis consequências que a sua proibição tem na transitabilidade dos espaços rurais, a qual se faz sentir, de forma particularmente aguda, no combate aos incêndios florestais.
A actual legislação vê na prática do todo o terreno um risco de segurança e um crime ambiental, restringindo ou condicionando severamente a sua prática nos meses de Verão, tipicamente entre o início de Julho e o final de Setembro, altura em que existe uma maior disponibilidade por parte dos praticantes, os quais, tal como a maioria dos portugueses, tende a marcar a maior parte das férias neste período do ano.
O vídeo da North Offroaders vem demonstrar, e todos sabemos que tal corresponde à realidade, a importância desta actividade na transitabilidade das vias rurais, das quais depende, em grande parte, o combate terrestre aos incêndios florestais, muitas vezes impossibilidado pela falta de acessos adequados, resultando na utilização de dispendiosos e, por vezes pouco eficazes, meios aéreos.
Acrescem a estas restrições, as dificuldades e custos para homologar os já dispendiosos acessórios que permitem remover obstáculos ou as burocracias inerentes à utilização de equipamentos de comunicação compatíveis com os utilizados pelos bombeiros, para citar dois exemplos comuns e particularmente reveladores quanto à forma como o legislador, e as próprias autoridades no terreno, dificultam uma prática que, obviamente, seria vantajosa para todos, a começar pelas populações que sofrem anualmente o flagelo dos incêndios.
quinta-feira, agosto 31, 2017
Enterrar o problema... - 2ª parte
Será, portanto, de esperar que, por um lado, o número total de avarias diminua, mas, por outro, que estas demorem mais tempo a ser reparadas, sendo absolutamente necessários estudos e testes para apurar qual dos cenários, com a actual configuração, onde as redundâncias que permitam uma recuperação automática, não existem, será a menos penalizadora e a que oferece menos riscos em situações de maior complexidade.
Sabendo que em caso de avaria a opção tende a ser o envio de uma unidade móvel, uma maior demora a nível do tempo de reparações pode levar ao esgotamento do número de unidades disponíveis, caso se verifique uma situação de múltiplas falhas em simultâneo, deixando de haver possibilidades de manter um mínimo de funcionalidades, com os terminais a reverterem para modo local.
Temos, ainda, uma vertente essencial para um operador privado, concretamente os custos de enterrar a rede, onde possível, mas, sobretudo, o actualmente imprevisível acréscimo nos custos de reparação e, noutra vertente, o impacto que interrupções prolongadas têm a nível do serviço comercial, do qual depende a viabilidade da empresa.
Objectivamente, várias interrupções por períodos curtos são mais toleradas, e fáceis de gerir comercialmente, do que um menor número de falhas de serviço que se prolonguem vários dias, situação em que a possibilidade de um elevado número de clientes optar por mudar de operador cresce, tal como as críticas e o grau de insatisfação que, facilmente, terão impactos na imagem da empresa.
Sabendo que em caso de avaria a opção tende a ser o envio de uma unidade móvel, uma maior demora a nível do tempo de reparações pode levar ao esgotamento do número de unidades disponíveis, caso se verifique uma situação de múltiplas falhas em simultâneo, deixando de haver possibilidades de manter um mínimo de funcionalidades, com os terminais a reverterem para modo local.
Temos, ainda, uma vertente essencial para um operador privado, concretamente os custos de enterrar a rede, onde possível, mas, sobretudo, o actualmente imprevisível acréscimo nos custos de reparação e, noutra vertente, o impacto que interrupções prolongadas têm a nível do serviço comercial, do qual depende a viabilidade da empresa.
Objectivamente, várias interrupções por períodos curtos são mais toleradas, e fáceis de gerir comercialmente, do que um menor número de falhas de serviço que se prolonguem vários dias, situação em que a possibilidade de um elevado número de clientes optar por mudar de operador cresce, tal como as críticas e o grau de insatisfação que, facilmente, terão impactos na imagem da empresa.
quarta-feira, agosto 30, 2017
Calamidade declarada - 5ª parte
Assim, a opção pelo investimento em meios aéreos será apenas aceitável como uma opção de curto prazo, por não oferecer o mesmo tipo de vantagens estruturantes que a profissionalização, sem descurar a importância do voluntariado, tem na disponibilidade e operacionalidade dos bombeiros e no próprio socorro das populações.
Neste período de autêntica calamidade, que vai muito para além de qualquer declaração oficial, não serão expectáveis grandes opções de fundo, apenas medidas de contingência que ataquem directamente a situação do momento, mas muito se perderá caso, após a inevitável acalmia, não houver uma reflexão profunda acerca das causas primárias dos incêndios, evitando, como até agora, uma visão tão parcial que resulta, inevitavelmente, ineficaz e particularmente perigosa.
Os relatórios e pareceres que serão disponibilizados, para além das causas directas, necessitam de ir mais longe, procurando a origem dos problemas, que está muito para além da investigação de um conjunto de situações concretas, as quais, não obstante a sua enorme gravidade, revelam uma visão demasiadamente parcial, onde um conjunto de fenómenos raros, apesar de naturais, facilmente esconde o essencial, dirigindo os decisores políticos no sentido do facilitismo que tem imperado até hoje.
No passado, verificou-se uma franca incapacidade, ou falta de vontade, de aprender com os erros mas hoje existe um enquadramento diferente, não apenas como consequência da tragédia de Pedrogão Grande, mas também porque a Presidência da República está mais alerta e dificilmente aceitará as explicações e pseudo-soluções que foram utilizadas no passado para iludir quem pouco estuda uma problemática tão complexa como as causas primárias dos incêndios que devastam anualmente o País.
Neste período de autêntica calamidade, que vai muito para além de qualquer declaração oficial, não serão expectáveis grandes opções de fundo, apenas medidas de contingência que ataquem directamente a situação do momento, mas muito se perderá caso, após a inevitável acalmia, não houver uma reflexão profunda acerca das causas primárias dos incêndios, evitando, como até agora, uma visão tão parcial que resulta, inevitavelmente, ineficaz e particularmente perigosa.
Os relatórios e pareceres que serão disponibilizados, para além das causas directas, necessitam de ir mais longe, procurando a origem dos problemas, que está muito para além da investigação de um conjunto de situações concretas, as quais, não obstante a sua enorme gravidade, revelam uma visão demasiadamente parcial, onde um conjunto de fenómenos raros, apesar de naturais, facilmente esconde o essencial, dirigindo os decisores políticos no sentido do facilitismo que tem imperado até hoje.
No passado, verificou-se uma franca incapacidade, ou falta de vontade, de aprender com os erros mas hoje existe um enquadramento diferente, não apenas como consequência da tragédia de Pedrogão Grande, mas também porque a Presidência da República está mais alerta e dificilmente aceitará as explicações e pseudo-soluções que foram utilizadas no passado para iludir quem pouco estuda uma problemática tão complexa como as causas primárias dos incêndios que devastam anualmente o País.
terça-feira, agosto 29, 2017
Enterrar o problema... - 1ª parte
Muito se tem discutido se os cabos que servem de base à infra-estrutura do SIRESP, a rede de cobre e fibra óptica da MEO, deve ou não ser enterrada quando esta possibilidade exista, nomeadamente quando existam condutas subterrâneas ao longo das vias rodoviárias próximas dos actuais cabos aéreos.
Naturalmente que na discussão existe um conjunto de argumentos de índole política ou ideológica, que visam atribuir responsabilidades ou fugir-lhes, pelo que o debate está inquinado, sendo de evitar esta vertente que, inevitavelmente, irá comprometer a objectividade do raciocínio.
Enterrar os cabos torna-os, em muitos casos, mas nem sempre, menos vulneráveis, pelo que será de esperar que o número de interrupções do serviço, seja o SIRESP, seja o serviço comercial do operador, seja reduzido, muito embora não haja estudos que validem esta opção e, menos ainda, a que percentagem e em que situações se verificariam estes melhoramentos.
Em contrapartida, uma vez colocados em condutas subterrâneas, a detecção do local de uma avaria, que actualmente, numa rede aérea, pode ser visual, obrigaria a um trabalho muito mais complexo, efectuado através de caixas de inspecção e procedendo a medições, numa processo moroso e que, provavelmente, teria um impacto negativo no tempo necessário para a reparação, ela mesmo dificultada pela necessidade de passar novos cabos nas condutas.
Naturalmente que na discussão existe um conjunto de argumentos de índole política ou ideológica, que visam atribuir responsabilidades ou fugir-lhes, pelo que o debate está inquinado, sendo de evitar esta vertente que, inevitavelmente, irá comprometer a objectividade do raciocínio.
Enterrar os cabos torna-os, em muitos casos, mas nem sempre, menos vulneráveis, pelo que será de esperar que o número de interrupções do serviço, seja o SIRESP, seja o serviço comercial do operador, seja reduzido, muito embora não haja estudos que validem esta opção e, menos ainda, a que percentagem e em que situações se verificariam estes melhoramentos.
Em contrapartida, uma vez colocados em condutas subterrâneas, a detecção do local de uma avaria, que actualmente, numa rede aérea, pode ser visual, obrigaria a um trabalho muito mais complexo, efectuado através de caixas de inspecção e procedendo a medições, numa processo moroso e que, provavelmente, teria um impacto negativo no tempo necessário para a reparação, ela mesmo dificultada pela necessidade de passar novos cabos nas condutas.
segunda-feira, agosto 28, 2017
Calamidade declarada - 4ª parte
Resta, portanto, encarar a necessidade de profissionalizar um maior número de efectivos, do que decorre um substancial aumento dos gastos, mas que, por outro lado, pode representar uma poupança face aos enormes custos dos meios aéreos, que poucos dias atrás cresceram novamente com a contratualização de mais horas de voo.
No entanto, entre a certeza dos custos fixos resultantes do pagamento a bombeiros profissionais e os custos variáveis, dependendo da situação operacional, imputados aos meios aéreos, parece-nos que a opção principal será por esta última vertente, muito embora possa haver algum tipo de investimento na primeira, que tem óbvias e inegáveis vantagens.
Uma maior disponibilidade de bombeiros profissionais facilita a prevenção, vertente onde existem maiores fragilidades, e cria novos empregos, diminuindo os encargos do Estado com subsídios, e redirecionando jovens para zonas do País mais envelhecidas, onde a chegada de novos habitantes terá um impacto positivo a vários níveis, contribuindo para uma restruturação social que oferece a possibilidade de impulsionar de forma favorável a economia local.
Sabendo-se que o problema dos incêndios nasce na estrutura social, económica e demográfica, qualquer medida com impacto positivo numa destas vertentes, só por sí, tenderá a minorar a problemática dos fogos nas zonas mais desertificadas do Interior, numa vertente mais estruturante e, portanto, mas definitiva do que se pode obter a nível do combate, por mais eficaz que este seja.
No entanto, entre a certeza dos custos fixos resultantes do pagamento a bombeiros profissionais e os custos variáveis, dependendo da situação operacional, imputados aos meios aéreos, parece-nos que a opção principal será por esta última vertente, muito embora possa haver algum tipo de investimento na primeira, que tem óbvias e inegáveis vantagens.
Uma maior disponibilidade de bombeiros profissionais facilita a prevenção, vertente onde existem maiores fragilidades, e cria novos empregos, diminuindo os encargos do Estado com subsídios, e redirecionando jovens para zonas do País mais envelhecidas, onde a chegada de novos habitantes terá um impacto positivo a vários níveis, contribuindo para uma restruturação social que oferece a possibilidade de impulsionar de forma favorável a economia local.
Sabendo-se que o problema dos incêndios nasce na estrutura social, económica e demográfica, qualquer medida com impacto positivo numa destas vertentes, só por sí, tenderá a minorar a problemática dos fogos nas zonas mais desertificadas do Interior, numa vertente mais estruturante e, portanto, mas definitiva do que se pode obter a nível do combate, por mais eficaz que este seja.
domingo, agosto 27, 2017
Colete de alta visibilidade com bolsos
Posicionado entre os coletes de alta visibilidade mais acessíveis, semelhantes aos que são obrgatórios em viaturas, e os modelos de gama alta, utilizados, por exemplo, pelas forças policiais, uma gama intermédia, que pode ser adquirida por menos de uma dezena de Euros, representa um bom compromisso entre o preço e a qualidade.
Este tipo de colete, leve e resistente, tem um fecho eclair em vez de simples velcro e possui diversos bolsos, entre este um transparente, para identificação, distribuidos frontal e lateralmente, onde é possível acondicionar um conjunto de objectos de forma segura, sem receio de os perder, mantendo a possibilidade de os aceder rapidamente sempre que necessário.
Com faixas refletoras, remates adequados, fechos nos bolsos, de velcro ou pressão, uma argola para prender correias, como as de um rádio, para o qual existe um bolso adequado, este tipo de colete tem características interessantes, mas, em contrapartida, não proporciona nenhum tipo de aquecimento, faltam ajustes, sobretudo na cintura, não inclui encaminhamento para auriculares, para mencionar apenas alguns dos defeitos mais evidentes.
Disponíveis individualmente ou em conjuntos, com tamanhos que variam entre o pequeno e o grande, têm um preço individual que fica abaixo da dezena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, substituindo com vantagem, apesar de um pequeno acréscimo de preço, aqueles que são obrigatórios nas viaturas, pelo que, em caso de compra futura, esta será uma opção a ter em conta.
Este tipo de colete, leve e resistente, tem um fecho eclair em vez de simples velcro e possui diversos bolsos, entre este um transparente, para identificação, distribuidos frontal e lateralmente, onde é possível acondicionar um conjunto de objectos de forma segura, sem receio de os perder, mantendo a possibilidade de os aceder rapidamente sempre que necessário.
Com faixas refletoras, remates adequados, fechos nos bolsos, de velcro ou pressão, uma argola para prender correias, como as de um rádio, para o qual existe um bolso adequado, este tipo de colete tem características interessantes, mas, em contrapartida, não proporciona nenhum tipo de aquecimento, faltam ajustes, sobretudo na cintura, não inclui encaminhamento para auriculares, para mencionar apenas alguns dos defeitos mais evidentes.
Disponíveis individualmente ou em conjuntos, com tamanhos que variam entre o pequeno e o grande, têm um preço individual que fica abaixo da dezena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, substituindo com vantagem, apesar de um pequeno acréscimo de preço, aqueles que são obrigatórios nas viaturas, pelo que, em caso de compra futura, esta será uma opção a ter em conta.
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