Se houve acesso adequado ao sistema de alarme, a buzina deverá tocar e o "led" do "tablier" acender, o que permite, no período de dois minutos, efectuar a programação dos comandos remotos, premindo o respectivo botão até que o "led" do "tablier" pisque, devendo-se repetir a operação com o segundo comando.
Caso os dois comandos tenham sido correctamente programados, a luz do "tablier" irá apagar-se, devendo-se proceder a testes de ambos os comandos, confirmando a validade da sua programação, ou, caso tal não se verifique, repetir todo o processo, com o máximo de atenção à sequência e tempo gasto no processe.
É de notar que uma simples avaria de um sensor ou da sua ligação pode inviabilizar o processo de programação, por interromper a sequência desta, situação em que apenas após uma reparação é possível efectuar esta operação, e que este procedimento não resulta nos comandos de 2 botões, os 3TXB, ligados a uma unidade AS10, os quais têm que ser programados através de um equipamento apropriado.
OS LUCTXTJ1 operam na frequência dos 433.92 MHz e existem poucas opções para a respectiva substituição, mas continuam a poder encontrar-se no EBay ou em especialistas, como a Remotekey, que dispõe de modelos de substituição compatíveis destinados aos Discovery e Range Rover fabricados entre 1993 e 1995/6 e podem ser a solução para quem não encontre o original ou pretenda uma solução diferente.
terça-feira, abril 10, 2018
segunda-feira, abril 09, 2018
ANPC sela hangares de manutenção dos Kamov - 3ª parte
Assim, a possibilidade de retomar os trabalhos após os esclarecimentos por parte da Everjets, tendo em conta o período de suspensão e a demora no regresso a Portugal das equipas técnicas expulsas durante o processo, surge como pouco credível, sendo o mais provável que os Kamov não operem, situação particularmente grave após o fracasso do segundo concurso para contratação de helicópteros, o que deixa o dispositivo de combate aos fogos virtualmente privado deste tipo de aeronaves até que um novo concurso, ou um ajuste directo permita, caso ainda possível, ultrapassar esta situação.
Face ao fracasso do segundo concurso de contratação de meios aéreos, concretamente a nível de helicópteros, coincidente com este incidente, que se deve à intenção do Estado de pagar um valor inferior ao do mercado, a questão financeira surge naturalmente, mesmo que à custa dos Kamov com os quais, aparentemente, cada vez o Estado e a ANPC menos contam, preferindo outro tipo de opções, mais padronizadas nos teatros de operações da Europa Ocidental.
Inegável é o facto de que existe uma alteração da postura das autoridades face a um procedimento que se prolongou no tempo, com conhecimento da ANPC, pelo que imediatamente surge a ideia de que os Kamov deixaram de ser considerados como um investimento rentável e as irregularidades existentes passaram a ser um pretexto para resolver um problema que se arrasta, sem fim à vista, pondo fim, entre nós, à carreira de uma aeronave que sempre gerou polémicas.
Com a Everjet a por em causa a disponibilidade atempada dos Kamov, numa quase afirmação que mais parece uma certeza, e o Ministério da Administração Interna a garantir que a 15 de Maio todos os meios estarão disponíveis, fica a convicção que já ninguém conta com estes helicópteros, pelo que este episódio, que quase parece um epilogo, não deixará de merecer uma atenção especial por todos quantos seguem esta temática.
Face ao fracasso do segundo concurso de contratação de meios aéreos, concretamente a nível de helicópteros, coincidente com este incidente, que se deve à intenção do Estado de pagar um valor inferior ao do mercado, a questão financeira surge naturalmente, mesmo que à custa dos Kamov com os quais, aparentemente, cada vez o Estado e a ANPC menos contam, preferindo outro tipo de opções, mais padronizadas nos teatros de operações da Europa Ocidental.
Inegável é o facto de que existe uma alteração da postura das autoridades face a um procedimento que se prolongou no tempo, com conhecimento da ANPC, pelo que imediatamente surge a ideia de que os Kamov deixaram de ser considerados como um investimento rentável e as irregularidades existentes passaram a ser um pretexto para resolver um problema que se arrasta, sem fim à vista, pondo fim, entre nós, à carreira de uma aeronave que sempre gerou polémicas.
Com a Everjet a por em causa a disponibilidade atempada dos Kamov, numa quase afirmação que mais parece uma certeza, e o Ministério da Administração Interna a garantir que a 15 de Maio todos os meios estarão disponíveis, fica a convicção que já ninguém conta com estes helicópteros, pelo que este episódio, que quase parece um epilogo, não deixará de merecer uma atenção especial por todos quantos seguem esta temática.
domingo, abril 08, 2018
Fusíveis, um acessório essencial
Ter num veículo automóvel um conjunto de fusíveis do modelo adequado, que na maioria dos modelos recentes são do tipo "lâmina", em plástico e liga de zinco, pode fazer toda a diferença, inclusivé resolver pequenas avarias ou falhas que, no limite, podem levar à imobilização da viatura.
Naturalmente, devem-se possuir alguns conhecimentos básicos em termos gerais, bem como aqueles que são aplicáveis a cada viatura específica, como a localização e forma de aceder à caixa de fusíveis e um diagrama que permita determinar qual aquele que pode necessitar de substituição em caso de falha do componente ou acessório que dele depende.
Os códigos de cor para a respectiva amperagem são:
Laranja 5A
Vermelho 10A
Azul 15A
Amarelo 20A
Branco 25A
Verde 30A
Por perto de uma Libra, pouco mais de 1.15 Euros ao câmbio actual, pode-se obter um conjunto de 60 unidades, 10 de cada modelo, já com portes a partir da Ásia, sendo esta uma das ínumeras possibilidades existentes no EBay, onde conjuntos de fusíveis nas mais diversas quantidades, eventualmente incluindo uma caixa com separação e a pinça para remoção, podem ser encontrados.
Naturalmente, devem-se possuir alguns conhecimentos básicos em termos gerais, bem como aqueles que são aplicáveis a cada viatura específica, como a localização e forma de aceder à caixa de fusíveis e um diagrama que permita determinar qual aquele que pode necessitar de substituição em caso de falha do componente ou acessório que dele depende.
Os códigos de cor para a respectiva amperagem são:
Laranja 5A
Vermelho 10A
Azul 15A
Amarelo 20A
Branco 25A
Verde 30A
Por perto de uma Libra, pouco mais de 1.15 Euros ao câmbio actual, pode-se obter um conjunto de 60 unidades, 10 de cada modelo, já com portes a partir da Ásia, sendo esta uma das ínumeras possibilidades existentes no EBay, onde conjuntos de fusíveis nas mais diversas quantidades, eventualmente incluindo uma caixa com separação e a pinça para remoção, podem ser encontrados.
sábado, abril 07, 2018
Chapéus de abas largas a 10 Euros
Apresentamos em textos anteriores alguns modelos de chapéu de abas largas, de um modelo que alguns designam por "australiano" e popularizado nos "westerns", capaz de proporcionar uma boa protecção seja da chuva, seja do Sol, pelo que o seu uso pode percorrer as várias estações do ano, tendo como senão o preço, que varia entre os 25 e os 30 Euros para os modelos mais económicos.
Uma altenativa feita na China, em pele artificial e com alguns detalhes menos convidativos, custa bastante menos e, na maior parte dos casos, cumpre exactamente as mesmas funções, tendo formato e características muito semelhantes, com orifícios de ventilação, mas sem a banda anti-transpiração no interior e com uma corda entrançada sintética a subsituir a de cabedal dos modelos originais.
Feito num único tamanho, com a circunferência de 56.5 centímetros, é um tamanho considerado médio, com as abas a tem quase 10 centímetros e altura a ficar pelos 11, pesando pouco mais de 100 gramas, está disponível em tons de amarelo escuro, castanho e negro, pelo que, tendo uma aparência semelhante à de modelos mais dispendiosos, se revela mais leve, algo inerente à qualidade do material com que é fabricado.
O preço, incluindo portes a partir da Ásia, fica perto dos 8.50 Euros, num vendedor como a Banggood, podendo ser melhorado caso se substitua a corda por uma tira de couro, com sistema de ajuste metálico, e se adicione uma tira de cabedal fino que ajude a proteger do suor, o que, acrescendo um pouco ao preço, resulta num aspecto e conforto substancialmente superiores.
Uma altenativa feita na China, em pele artificial e com alguns detalhes menos convidativos, custa bastante menos e, na maior parte dos casos, cumpre exactamente as mesmas funções, tendo formato e características muito semelhantes, com orifícios de ventilação, mas sem a banda anti-transpiração no interior e com uma corda entrançada sintética a subsituir a de cabedal dos modelos originais.
Feito num único tamanho, com a circunferência de 56.5 centímetros, é um tamanho considerado médio, com as abas a tem quase 10 centímetros e altura a ficar pelos 11, pesando pouco mais de 100 gramas, está disponível em tons de amarelo escuro, castanho e negro, pelo que, tendo uma aparência semelhante à de modelos mais dispendiosos, se revela mais leve, algo inerente à qualidade do material com que é fabricado.
O preço, incluindo portes a partir da Ásia, fica perto dos 8.50 Euros, num vendedor como a Banggood, podendo ser melhorado caso se substitua a corda por uma tira de couro, com sistema de ajuste metálico, e se adicione uma tira de cabedal fino que ajude a proteger do suor, o que, acrescendo um pouco ao preço, resulta num aspecto e conforto substancialmente superiores.
sexta-feira, abril 06, 2018
Programação de comandos de 1 botão de Land Rover - 1 ª parte
É possível programar os comandos de um botão LUCTXTJ1, igualmente disponível com as referências AMR3723 e AMR2027, utilizado nalguns modelos de Land Rover, como os primeiros Discovery 300Tdi, recorrendo a um processo que envolve uma sequência de passos que deve ser efectuada de forma correcta e num espaço de tempo muito curto, sem que seja necessário recorrer a um equipamento de diagnóstico.
De início a ignição tem que estar desligada, as portas destrancadas e o botão do sensor de alarme do capot premido, sendo necessário concluir os passos seguintes em menos de 8 segundos, pelo que será aconselhável que o procedimento seja efectuado por duas pessoas.
1 - Ligar a ignição
2 - Desligar a ignição
3 - Trancar as portas premindo o botão da porta do condutor
4 - Destrancar as portas, puxando o botão da porta do condutor
5 - Soltar o botão do capot
6 - Ligar a ignição
7 - Desligar a ignição
De início a ignição tem que estar desligada, as portas destrancadas e o botão do sensor de alarme do capot premido, sendo necessário concluir os passos seguintes em menos de 8 segundos, pelo que será aconselhável que o procedimento seja efectuado por duas pessoas.
1 - Ligar a ignição
2 - Desligar a ignição
3 - Trancar as portas premindo o botão da porta do condutor
4 - Destrancar as portas, puxando o botão da porta do condutor
5 - Soltar o botão do capot
6 - Ligar a ignição
7 - Desligar a ignição
quinta-feira, abril 05, 2018
ANPC sela hangares de manutenção dos Kamov - 2ª parte
Independentemente das suspeitas, que não incidem sobre algo de novo, a suspensão dos trabalhos, caso estes ficassem concluídos a tempo de os Ka-32 serem utilizados este Verão, parece negativa, com uma eventual imposição de alguma legalidade a poder ter como contrapartida a perda de um importante recurso no combate aos fogos, no que consideramos, numa primeira análise, ser uma decisão que terá mais inconveniêntes do que benefícios.
A suspeita de uso indevido de peças, e da irregularidade do seu transporte para um laboratório a 300 metros e dentro da mesma base, portanto nas mesmas instalações e perímetro de segurança, podendo não ser formalmente adequada, parece ser comum neste tipo de reparação onde o trabalho em laboratório, em situações específicas, é necessário, não podendo ser efectuado num simples hangar onde os recursos e condições ambientais são diferentes.
Outra possibilidade é a de ou o Estado considerar que os helicópteros não estariam prontos a tempo ou não ter interesse na sua disponibilização, que, tendo vantagens operacionais, implica custos elevados, não apenas no processo de recuperação destas aeronaves, mas a nível da sua operação, particularmente dispendiosa, sendo possível que as verbas previstas para os Kamov pudessem ser melhor investidas noutro tipo de recurso.
Neste caso, surgiria a questão do incumprimento contratual, sendo de prever que fossem exigidos meios de substituição que, muito possivelmente, teriam um custo menor e um maior nível de operacionalidade, pelo que ocorre que, subjacente a esta decisão da ANPC, estaria a substituição de meios a expensas e sob a responsabilidade da Everjets ou, simplesmente, o pagamento de uma verba ao Estado que a poderia utilizar na contratação de outros meios aéreos.
A suspeita de uso indevido de peças, e da irregularidade do seu transporte para um laboratório a 300 metros e dentro da mesma base, portanto nas mesmas instalações e perímetro de segurança, podendo não ser formalmente adequada, parece ser comum neste tipo de reparação onde o trabalho em laboratório, em situações específicas, é necessário, não podendo ser efectuado num simples hangar onde os recursos e condições ambientais são diferentes.
Outra possibilidade é a de ou o Estado considerar que os helicópteros não estariam prontos a tempo ou não ter interesse na sua disponibilização, que, tendo vantagens operacionais, implica custos elevados, não apenas no processo de recuperação destas aeronaves, mas a nível da sua operação, particularmente dispendiosa, sendo possível que as verbas previstas para os Kamov pudessem ser melhor investidas noutro tipo de recurso.
Neste caso, surgiria a questão do incumprimento contratual, sendo de prever que fossem exigidos meios de substituição que, muito possivelmente, teriam um custo menor e um maior nível de operacionalidade, pelo que ocorre que, subjacente a esta decisão da ANPC, estaria a substituição de meios a expensas e sob a responsabilidade da Everjets ou, simplesmente, o pagamento de uma verba ao Estado que a poderia utilizar na contratação de outros meios aéreos.
quarta-feira, abril 04, 2018
Comissão independente apresenta relatório sobre incêndios de Outubro - 5ª parte
Por outro lado, na posse deste relatório, o Ministério Público acelerou as investigações, sendo de esperar que sejam constituidos arguidos responsáveis operacionais e, possivelmente, a própria tutela política, incluindo responsáveis a nível central e autárquico, algo que, apurando todas as responsabilidades, directas e indirectas, seria perfeitamente compreensível.
É absolutamente incompreensível que as responsabilidades caiam apenas sobre alguns comandantes operacionais, enquanto os responsáveis pelas decisões estruturais que, ao longo de anos, criaram o cenário para que esta tragédia decorresse no momento em que um conjunto de circunstâncias e factores convergissem, escapem incólumes, sem prestar contar por uma longa sequência de decisões que, nalguns casos, não são meros erros, mas autênticos crimes, para os quais existe uma moldura penal.
O relatório da comissão independente, para além de lançar alguma luz sobre o sucedido, expõe um conjunto de erros ou omissões, fundamento cada crítica com o conhecimento de quem tem os conhecimentos científicos e técnicos, para além da necessária experiência, constituindo uma importante base num assunto que não se esgota aqui, mas que agora é visto sob uma nova luz e uma perspectiva mais clara.
Novos relatórios, em diferentes âmbitos, apontarão, sem dúvida, para outras questões, abordando a factualidade sob outras perspectivas, complementando o conhecimento relativo a uma das maiores tragédias vividas no nosso País, fornecendo bases para a adopção de medidas que, mesmo perante um incêndio com uma violência semelhante, permitam minimizar as consequências protegendo, pelo menos, as populações, caso tal não seja possível fazer o mesmo relativamente aos bens materiais.
É absolutamente incompreensível que as responsabilidades caiam apenas sobre alguns comandantes operacionais, enquanto os responsáveis pelas decisões estruturais que, ao longo de anos, criaram o cenário para que esta tragédia decorresse no momento em que um conjunto de circunstâncias e factores convergissem, escapem incólumes, sem prestar contar por uma longa sequência de decisões que, nalguns casos, não são meros erros, mas autênticos crimes, para os quais existe uma moldura penal.
O relatório da comissão independente, para além de lançar alguma luz sobre o sucedido, expõe um conjunto de erros ou omissões, fundamento cada crítica com o conhecimento de quem tem os conhecimentos científicos e técnicos, para além da necessária experiência, constituindo uma importante base num assunto que não se esgota aqui, mas que agora é visto sob uma nova luz e uma perspectiva mais clara.
Novos relatórios, em diferentes âmbitos, apontarão, sem dúvida, para outras questões, abordando a factualidade sob outras perspectivas, complementando o conhecimento relativo a uma das maiores tragédias vividas no nosso País, fornecendo bases para a adopção de medidas que, mesmo perante um incêndio com uma violência semelhante, permitam minimizar as consequências protegendo, pelo menos, as populações, caso tal não seja possível fazer o mesmo relativamente aos bens materiais.
terça-feira, abril 03, 2018
Land Rover Owners da Primavera de 2018 já nas bancas
Já se encontra nos locais de venda habituais a edição da Primavera de 2018 da Land Rover Owners International, com o destaque da capa a pertencer a um comparativo entre um Defender Td4 110 e um Discovery 3, analizando o seu desempenho fora de estrada e qual destes modelos, completamente distintos, será a melhor opção, obviamente tendo em conta o gosto e utilização do proprietário.
É interessante o artigo que alerta para um conjunto de problemas na aquisição de Series 1, onde se têm verificado várias tentativas de burla agora que o modelo inicial da Land Rover surge como particularmente apetecível, bem como o que analisa um P38 considerado único, concretamente um escritório móvel, e que vem lançar alguma luz quanto a um veículo que continua a ser considerado polémico entre os adeptos da marca.
É curioso o Serie 2A propulsionado por um motor a vapor, o processo de reconstrução de um "Ninety", o antecendente do Defender, o guia de compra do Range Rover Sport L320, mais adaptado ao mercado britânico, mas com indicações importantes para outras realidades, dando relevo a um modelo cujo preço em Inglaterra tem vindo a baixar, tornando-o cada vez mais apetecível para quem pretende um veículo de luxo com excelente desempenho dentro e fora de estrada.
Entre os artigos técnicos merece destaque a remoção da carroçaria de um Discovery 3 e a reconstrução de um Range Rover Classic, sendo ainda de interesse a descrição de expedições, sobretudo na neve, que caiu em grande parte da Europa, bem como a apresentação e testes de diversos produtos, a que acresce a habitual publicidade temática, compondo uma edição interessante e variada que irá certamente agradar aos adeptos da marca.
É interessante o artigo que alerta para um conjunto de problemas na aquisição de Series 1, onde se têm verificado várias tentativas de burla agora que o modelo inicial da Land Rover surge como particularmente apetecível, bem como o que analisa um P38 considerado único, concretamente um escritório móvel, e que vem lançar alguma luz quanto a um veículo que continua a ser considerado polémico entre os adeptos da marca.
É curioso o Serie 2A propulsionado por um motor a vapor, o processo de reconstrução de um "Ninety", o antecendente do Defender, o guia de compra do Range Rover Sport L320, mais adaptado ao mercado britânico, mas com indicações importantes para outras realidades, dando relevo a um modelo cujo preço em Inglaterra tem vindo a baixar, tornando-o cada vez mais apetecível para quem pretende um veículo de luxo com excelente desempenho dentro e fora de estrada.
Entre os artigos técnicos merece destaque a remoção da carroçaria de um Discovery 3 e a reconstrução de um Range Rover Classic, sendo ainda de interesse a descrição de expedições, sobretudo na neve, que caiu em grande parte da Europa, bem como a apresentação e testes de diversos produtos, a que acresce a habitual publicidade temática, compondo uma edição interessante e variada que irá certamente agradar aos adeptos da marca.
segunda-feira, abril 02, 2018
Comissão independente apresenta relatório sobre incêndios de Outubro - 4ª parte
Sem reforço, seja pela contratação de meios, seja pela sua mobilização, e sem o respectivo pré posicionamento, na ausência de um alerta adequado e de um plano preparado para a eventualidade de, tal como efectivamente sucedeu, a situação evoluir rapidamente no sentido de um alastrar rápido e descontrolado das chamas, estava criado o cenário que deu origem à tragédia que conhecemos.
Considerado por alguns como uma forma de resignação, ao sugerir que o combate estaria votado ao insucesso, é um facto que em muitas situações, mesmo uma opção defensiva dificilmente resultaria, mas tal não implica que tivesse sido feito tudo o que era possível e menos ainda que o sucedido tenha sido completamente inevitável em toda a extensão das suas consequências, nem o relatório visa a desresponsabilização dos principais intervenientes.
Aliás, é bem vincado que as populações foram, em grande parte, abandonadas à sua sorte, sendo certo de que a observação de um calendário administrativo rígido e a manifesta vontade de evitar gastos teve consequências devastadoras, sendo óbvio que foi a opção de reduzir custos que resultou na falta de cuidados no Pinhal de Leiria, quase inteiramente devastado pelo fogo, tal como sucedeu com outras áreas pertencentes ao Estado e que, igualmente, não se encontravam adequadamente cuidadas, não cumprindo o que a legislação impõe.
Certo é que, segundo este relatório, só a chuva, que começou a cair no dia 17, evitou que a tragédia continuasse, com uma simulação a apontar para a possibilidade de, caso se tivessem mantidas as condições climatéricas adversas, a área ardida nestes incêndios tivesse sido o dobro daquela que se verificou.
Considerado por alguns como uma forma de resignação, ao sugerir que o combate estaria votado ao insucesso, é um facto que em muitas situações, mesmo uma opção defensiva dificilmente resultaria, mas tal não implica que tivesse sido feito tudo o que era possível e menos ainda que o sucedido tenha sido completamente inevitável em toda a extensão das suas consequências, nem o relatório visa a desresponsabilização dos principais intervenientes.
Aliás, é bem vincado que as populações foram, em grande parte, abandonadas à sua sorte, sendo certo de que a observação de um calendário administrativo rígido e a manifesta vontade de evitar gastos teve consequências devastadoras, sendo óbvio que foi a opção de reduzir custos que resultou na falta de cuidados no Pinhal de Leiria, quase inteiramente devastado pelo fogo, tal como sucedeu com outras áreas pertencentes ao Estado e que, igualmente, não se encontravam adequadamente cuidadas, não cumprindo o que a legislação impõe.
Certo é que, segundo este relatório, só a chuva, que começou a cair no dia 17, evitou que a tragédia continuasse, com uma simulação a apontar para a possibilidade de, caso se tivessem mantidas as condições climatéricas adversas, a área ardida nestes incêndios tivesse sido o dobro daquela que se verificou.
domingo, abril 01, 2018
Suporte para braço para porta de Defender da MUD
A MUD apresentou recentemente um suporte para braço, destinado a ser encaixado na porta de um Land Rover Defender, permitindo um melhor apoio e maior conforto durante as viagens, com ou sem o vidro aberto, o que vem ao encontro de queixas de muitos proprietários deste modelo.
Disponível para a porta esquerda ou direita, este suporte é encaixado entre o forro da porta e a calha do vidro, podendo ser colocado e removido sem esforço e sem o recurso a ferramentas e acomodado dentro de uma "cubby box" ou no próprio saco que é fornecido com este acessório.
Sabendo que um Defender nunca terá o conforto de outros modelos, condicionado pelo formato do habitáculo e posição de condução resultante, um conjunto de acessórios, alguns relativamente pouco dispendiosos, pode melhorar a vida a bordo, e este apoio para o braço, eventualmente uma "cubby box", ou mesmo outros bancos, mais confortáveis, este um melhoramento mais dispendioso e que implica legalização, são algumas de muitas opções existentes no mercado, onde acessórios para este modelo não faltam.
Este apoio para braço custa 24 Libras, a que acrescem portes, caso aplicável, o que, não obstante o excelente acabamento, a inclusão de um saco de transporte, a qualidade do material e a originalidade do desenho, parece algo exagerado face a uma peça de pequenas dimensões em plástico que, no entanto, aumenta substancialmente o conforto num Defender, sobretudo durante viagens mais longos.
Disponível para a porta esquerda ou direita, este suporte é encaixado entre o forro da porta e a calha do vidro, podendo ser colocado e removido sem esforço e sem o recurso a ferramentas e acomodado dentro de uma "cubby box" ou no próprio saco que é fornecido com este acessório.
Sabendo que um Defender nunca terá o conforto de outros modelos, condicionado pelo formato do habitáculo e posição de condução resultante, um conjunto de acessórios, alguns relativamente pouco dispendiosos, pode melhorar a vida a bordo, e este apoio para o braço, eventualmente uma "cubby box", ou mesmo outros bancos, mais confortáveis, este um melhoramento mais dispendioso e que implica legalização, são algumas de muitas opções existentes no mercado, onde acessórios para este modelo não faltam.
Este apoio para braço custa 24 Libras, a que acrescem portes, caso aplicável, o que, não obstante o excelente acabamento, a inclusão de um saco de transporte, a qualidade do material e a originalidade do desenho, parece algo exagerado face a uma peça de pequenas dimensões em plástico que, no entanto, aumenta substancialmente o conforto num Defender, sobretudo durante viagens mais longos.
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