Para alguns modelos, pode ser necessário introduzir um "pin" ou código para programar novas chaves, cabendo ao utilizador obter a informação necessária, sendo ainda possível remover do sistema chaves perdidas ou avariadas, para que, no primeiro caso, não possam ser indevidamente utilizadas, evitando assim riscos desnecessários.
Também é de notar que este tipo de equipamento se destina unicamente a programar chaves, não serve para aceder a diagnósticos ou efectuar testes que vão para além do sistema de alarme e imobilização, sendo que, caso se pretenda alargar as possibilidades, terão que ser equacionadas outras possibilidades, sendo a mais adequada a de um equipamento complementar, já que este conjunto de funcionalidades integrado num único dispositivo pode ser francamente dispendioso.
O modelo que consta das fotos tem um preço, com portes, que ronda os 85 Euros, incluindo-se no conjunto, para além do equipamento, o cabo de ligação ao veículo, um transformador para programação ligado a um computador e o manual de operação em suporte digital, sendo quase certo que o preço final será superior dado a quase inevitabilidade do pagamento de direitos alfandegários.
No entanto, mesmo que se possa falar de perto de 110 Euros, caso seja compatível com o veículo pretendido, este será um investimento a ter em conta, sobretudo se poder ser rentabilizado prestando pequenos serviços, mas devemos alertar que, para muitos proprietários de Land Rover, a solução encontra-se nos equipamentos específicos para veículos da marca, como as Nanocom, facto que resulta de uma menor compatibilidade com protocolos universais.
quinta-feira, agosto 23, 2018
quarta-feira, agosto 22, 2018
O "estado de necessidade" ou a necessidade do Estado - 2ª parte
Surge aqui o facto de o incêndio ter decorrido numa zona referenciada como sendo de risco, onde o Governo, por ter conhecimento deste perigo, ter o dever de, conjuntamente com entidades locais, adoptar medidas preventivas numa extensão muito superior às que foram realizadas até ao início da ocorrência.
Tendo conhecimento do risco, da sua própria responsabilidade e da possibilidade de o combate ter pouco sucesso face ao conjunto de factores que se verificavam no início do incêndio, a opção foi pelo controle de danos políticos, mesmo que disso possa resultar uma maior extensão da área ardida, recorrendo ao valor supremo da vida humana como justificação para uma táctica no mínimo duvidosa.
Em termos gerais, se sempre que exista um fogo de maiores dimensões se evacuassem as populações da zona potencialmente afectada, dificilmente haveria vítimas, mas a devastação seria de tal ordem que a sustentabilidade dos residentes ficaria seriamente comprometida, com tudo o que tal implica na sua qualidade de vida e mesmo na sua longevidade, face ao tipo de consequências aos vários níveis que se podem esperar e, efectivamente, prever.
As evacuações em massa, por vezes de forma desordenada e abrangendo quem pode contribuir para a defesa de uma povoação e quem, pela idade ou estado de saúde, deve ser protegido, o envio de evacuados, sem escolta, por estradas que estes desconhecem, ou operações tardias, em que o risco de partir pode ser superior ao de ficar, são apenas alguns dos problemas relatados e que, esperamos, serão averiguados na altura certa, merecendo um estudo detalhado por ter sido a primeira vez que este tipo de opção foi concretizada de forma generalizada.
Tendo conhecimento do risco, da sua própria responsabilidade e da possibilidade de o combate ter pouco sucesso face ao conjunto de factores que se verificavam no início do incêndio, a opção foi pelo controle de danos políticos, mesmo que disso possa resultar uma maior extensão da área ardida, recorrendo ao valor supremo da vida humana como justificação para uma táctica no mínimo duvidosa.
Em termos gerais, se sempre que exista um fogo de maiores dimensões se evacuassem as populações da zona potencialmente afectada, dificilmente haveria vítimas, mas a devastação seria de tal ordem que a sustentabilidade dos residentes ficaria seriamente comprometida, com tudo o que tal implica na sua qualidade de vida e mesmo na sua longevidade, face ao tipo de consequências aos vários níveis que se podem esperar e, efectivamente, prever.
As evacuações em massa, por vezes de forma desordenada e abrangendo quem pode contribuir para a defesa de uma povoação e quem, pela idade ou estado de saúde, deve ser protegido, o envio de evacuados, sem escolta, por estradas que estes desconhecem, ou operações tardias, em que o risco de partir pode ser superior ao de ficar, são apenas alguns dos problemas relatados e que, esperamos, serão averiguados na altura certa, merecendo um estudo detalhado por ter sido a primeira vez que este tipo de opção foi concretizada de forma generalizada.
terça-feira, agosto 21, 2018
Land Rover Owners de Setembro de 2018 já nas bancas
Com algum atraso, eventualmente devido às férias, chegou aos locais de venda habituais a edição de Setembro de 2018 da Land Rover Owners International, com o destaque da capa a ir para um Defender "crew cab", habitualmente "double cab" para os britânicos, que foi inteiramente recuperada e equipada e debita actualmente 200 cavalos, transformando-a num dos mais interessantes exemplares deste modelo.
O raríssimo Minerva blindado, destinado a uso militar, a reconstrução de um Serie IIB "Forward Control", a recuperação do célebre Defender "Tomb Raider", são igualmente motivos de interesse, tal como o são as expedições em Inglaterra, merecendo destaque a de um Discovery em Omã, onde operaram as forças especiais britânicas, e cujos locais de combate são revisitados.
Um guia de aquisição dos Freelander Td4, de acordo com o mercado britânico, mas com conselhos aplicáveis em toda a parte, os melhoramentos no conhecido IRD deste modelo, o restauro e utilização de um Defender "pick up", são igualmente interessantes e contribuem para uma maior abrangência deste número.
Entre o conjunto de artigos técnicos encontra-se a reconstrução do motor de arranque dos Td5, uma operação que tende a ser necessária ao longo da vida destes modelos, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
O raríssimo Minerva blindado, destinado a uso militar, a reconstrução de um Serie IIB "Forward Control", a recuperação do célebre Defender "Tomb Raider", são igualmente motivos de interesse, tal como o são as expedições em Inglaterra, merecendo destaque a de um Discovery em Omã, onde operaram as forças especiais britânicas, e cujos locais de combate são revisitados.
Um guia de aquisição dos Freelander Td4, de acordo com o mercado britânico, mas com conselhos aplicáveis em toda a parte, os melhoramentos no conhecido IRD deste modelo, o restauro e utilização de um Defender "pick up", são igualmente interessantes e contribuem para uma maior abrangência deste número.
Entre o conjunto de artigos técnicos encontra-se a reconstrução do motor de arranque dos Td5, uma operação que tende a ser necessária ao longo da vida destes modelos, a divulgação de actividades de diversos clubes, a apresentação de novos productos, a que acresce uma extensa publicidade e o teste prolongado a produtos há mais tempo no mercado, complementam mais um número desta popular publicação.
segunda-feira, agosto 20, 2018
O "estado de necessidade" ou a necessidade do Estado - 1ª parte
Nos incêndios de Monchique a evacuação das populações consideradas em risco, foi efectuada, por vezes de forma compulsiva, sob a alegação da existência de um "estado de necessidade", que veio a justificar um conjunto de acções e formas de actuação que continuam a gerar polémica.
Sendo a vida um bem jurídico, caso esta esteja em perigo, as autoridades são obrigadas a agir, independentemente da vontade de quem esteja em risco e mesmo que tal não represente um perigo para outros, pelo que a opção por salvar vidas recorrendo a meios coercivos não representa uma ilegalidade, estando prevista na legislação em vigor.
Mesmo a entrada em habitações sem autorização, ou mesmo contra a vontade dos proprietários ou residentes, e a sua retirada conta vontade é, neste contexto, legal, pelo que, exceptuando possíveis exageros no uso da força que, numa situação deste tipo, terá forçosamente de se entender, ficando apenas em aberto a forma como foi determinado se tal era realmente necessário e inevitável, de modo a que fique ao abrigo do actual enquadramento legal.
Naturalmente, estão excluídas situações de previsibilidade ou que se sabia virem a suceder, contra as quais não foram adoptadas as medidas necessárias, e que, naturalmente merecem uma análise diferente, sendo exemplo invadir um terreno alheio com um poço para suprir a ausência de uma reserva de água em época de seca, quando tudo, mesmo o senso comum, seria o suficiente para tomar medidas adequadas como forma de prevenir algo razoavelmente previsível.
Sendo a vida um bem jurídico, caso esta esteja em perigo, as autoridades são obrigadas a agir, independentemente da vontade de quem esteja em risco e mesmo que tal não represente um perigo para outros, pelo que a opção por salvar vidas recorrendo a meios coercivos não representa uma ilegalidade, estando prevista na legislação em vigor.
Mesmo a entrada em habitações sem autorização, ou mesmo contra a vontade dos proprietários ou residentes, e a sua retirada conta vontade é, neste contexto, legal, pelo que, exceptuando possíveis exageros no uso da força que, numa situação deste tipo, terá forçosamente de se entender, ficando apenas em aberto a forma como foi determinado se tal era realmente necessário e inevitável, de modo a que fique ao abrigo do actual enquadramento legal.
Naturalmente, estão excluídas situações de previsibilidade ou que se sabia virem a suceder, contra as quais não foram adoptadas as medidas necessárias, e que, naturalmente merecem uma análise diferente, sendo exemplo invadir um terreno alheio com um poço para suprir a ausência de uma reserva de água em época de seca, quando tudo, mesmo o senso comum, seria o suficiente para tomar medidas adequadas como forma de prevenir algo razoavelmente previsível.
domingo, agosto 19, 2018
Programadores de chaves para automóveis - 1ª parte
A esmagadora maioria dos veículos recentes possui sistemas de chaves codificadas, ligadas a um alarme ou imobilizador, e a sua substituição pode ser dispendiosa, sendo frequente atingir valores na ordem das centenas de Euros, do que resulta a tentação de adquirir um equipamento que permita a sua programação, cujo preço pode ficar perto dos 100 Euros, o que, acrescendo ao facto de poder ser utilizado em novas situações, surge como um investimento lógico.
Na verdade, o problema pode ser bastante mais complexo, dependendo do modelo de veículo e do equipamento selecionado para o efeito, a que acresce a necessidade de adquirir as chaves por codificar e possuir os conhecimentos para efectuar uma operação que, sendo simples, pode correr mal, sobretudo em função do equipamento utilizado, podendo, no limite, bloquear o sistema de alarme e imobilização do veículo, obrigando ao seu reboque para uma oficina especializada.
Não havendo soluções realmente universais a preço acessível, é obrigatório verificar cuidadosamente se o equipamento a utilizar é compatível com o veículo, o que implica não apenas ser o modelo exacto, mas do ano e da versão correcta, lembrando que um modelo com a mesma designação, e mesmo aparentemente igual, comercializado em países ou continentes diferentes pode ter sistemas completamente distintos a nível de electrónica.
Os sistemas de programação devem, igualmente, permitir uma actualização do "software" interno, sem o que deixarão de ser compatíveis com os novos veículos e eventuais erros presentes não poderão ser corrigidos, sendo ainda de equacionar a possibilidade de selecionar um modelo com diferentes tipos de conectores, já que a típica ficha OBD2 não é universal em termos físicos.
Na verdade, o problema pode ser bastante mais complexo, dependendo do modelo de veículo e do equipamento selecionado para o efeito, a que acresce a necessidade de adquirir as chaves por codificar e possuir os conhecimentos para efectuar uma operação que, sendo simples, pode correr mal, sobretudo em função do equipamento utilizado, podendo, no limite, bloquear o sistema de alarme e imobilização do veículo, obrigando ao seu reboque para uma oficina especializada.
Não havendo soluções realmente universais a preço acessível, é obrigatório verificar cuidadosamente se o equipamento a utilizar é compatível com o veículo, o que implica não apenas ser o modelo exacto, mas do ano e da versão correcta, lembrando que um modelo com a mesma designação, e mesmo aparentemente igual, comercializado em países ou continentes diferentes pode ter sistemas completamente distintos a nível de electrónica.
Os sistemas de programação devem, igualmente, permitir uma actualização do "software" interno, sem o que deixarão de ser compatíveis com os novos veículos e eventuais erros presentes não poderão ser corrigidos, sendo ainda de equacionar a possibilidade de selecionar um modelo com diferentes tipos de conectores, já que a típica ficha OBD2 não é universal em termos físicos.
sábado, agosto 18, 2018
Bolsas anti RFID - 2ª parte
Outra solução, que será a mais adequada em termos práticos, é recorrer a uma das inúmeras bolsas destinadas a evitar a propagação do sinal RFID, algumas das quais disponíveis por preços muito baixos, que rondam os 2 a 3 Euros, e podem ser facilmente transportadas num bolso ou guardadas em casa, sendo este um pequeno investimento a ter em conta.
Exemplos destas bolsas, sejam rígidas, em alumínio, com perto de 11 por 7 centímetros, o suficiente para cartões de crédito, normalmente com divisões internas, ou flexíveis, podendo alojar chaves ou mesmo um telemóvel, com modelos mais sofisticados a disponibilizarem espaços para diversos tipos de objectos, protegendo-os a todos.
No caso dos telemóveis, são bloqueados os vários tipos de sinal, cortando as comunicações via rede móvel, mas também o "wifi", "bluetooth", NFC, recepção de GPS, pelo que o portador fica virtualmente incontactável, devendo esta opção ser equacionada com cuidado, tais as implicações que acarreta.
Muitos dos modelos são essencialmente idênticos aos de bolsas convencionais, com o exterior nos mais diversos materias e com formatos distintos, pelo que visivelmente impossíveis de distinguir, e os respectivos preços em pouco excedem os praticador pelas que não oferecem o mesmo tipo de protecção, sendo uma opção a ter em conta para todos os que usam equipamentos RFID e pretendem evitar clonagens.
Exemplos destas bolsas, sejam rígidas, em alumínio, com perto de 11 por 7 centímetros, o suficiente para cartões de crédito, normalmente com divisões internas, ou flexíveis, podendo alojar chaves ou mesmo um telemóvel, com modelos mais sofisticados a disponibilizarem espaços para diversos tipos de objectos, protegendo-os a todos.
No caso dos telemóveis, são bloqueados os vários tipos de sinal, cortando as comunicações via rede móvel, mas também o "wifi", "bluetooth", NFC, recepção de GPS, pelo que o portador fica virtualmente incontactável, devendo esta opção ser equacionada com cuidado, tais as implicações que acarreta.
Muitos dos modelos são essencialmente idênticos aos de bolsas convencionais, com o exterior nos mais diversos materias e com formatos distintos, pelo que visivelmente impossíveis de distinguir, e os respectivos preços em pouco excedem os praticador pelas que não oferecem o mesmo tipo de protecção, sendo uma opção a ter em conta para todos os que usam equipamentos RFID e pretendem evitar clonagens.
sexta-feira, agosto 17, 2018
Monchique 2003-2018 - 5ª parte
Sem alterações estruturais, o incêndio de 2018 não passa de um segundo "round" do incêndio de 2013, com alguns combates de menor relevo pelo meio, e outros "rounds" se seguirão caso após esta tragédia se permita que tudo continue na mesma, repetindo erros sucessivos que, inevitavelmente, em condições semelhantes, terão as mesmas consequências.
Repetir erros esperando que o resultado seja diferente é algo que nem vale a pena qualificar, sob pena de nos vermos forçados a utilizar expressões pouco adequadas a um uso em público, mas a impunidade que se vive entre nós, a falta de responsabilização política e mesmo civil ou criminal, quando aplicável, permite que este tipo de situações se mantenha em toda a extensão do território nacional.
Repetir erros esperando que o resultado seja diferente é algo que nem vale a pena qualificar, sob pena de nos vermos forçados a utilizar expressões pouco adequadas a um uso em público, mas a impunidade que se vive entre nós, a falta de responsabilização política e mesmo civil ou criminal, quando aplicável, permite que este tipo de situações se mantenha em toda a extensão do território nacional.
Até à data, este foi o maior incêndio que ocorreu este ano na Europa e não será pela ausência de perda de vidas humanas que alguém tem o direito de se orgulhar por uma vitória que não existiu, podendo apenas manifestar alguma resignação face ao controle de danos que, quando é a única opção, aliás inerente ao combate, é sempre consubstaciada numa derrota com maior ou menor extensão.
Repetir erros esperando que o resultado seja diferente é algo que nem vale a pena qualificar, sob pena de nos vermos forçados a utilizar expressões pouco adequadas a um uso em público, mas a impunidade que se vive entre nós, a falta de responsabilização política e mesmo civil ou criminal, quando aplicável, permite que este tipo de situações se mantenha em toda a extensão do território nacional.
Repetir erros esperando que o resultado seja diferente é algo que nem vale a pena qualificar, sob pena de nos vermos forçados a utilizar expressões pouco adequadas a um uso em público, mas a impunidade que se vive entre nós, a falta de responsabilização política e mesmo civil ou criminal, quando aplicável, permite que este tipo de situações se mantenha em toda a extensão do território nacional.
Até à data, este foi o maior incêndio que ocorreu este ano na Europa e não será pela ausência de perda de vidas humanas que alguém tem o direito de se orgulhar por uma vitória que não existiu, podendo apenas manifestar alguma resignação face ao controle de danos que, quando é a única opção, aliás inerente ao combate, é sempre consubstaciada numa derrota com maior ou menor extensão.
quinta-feira, agosto 16, 2018
Bolsas anti RFID - 1ª parte
Um cada vez maior número de veículos possui um sistema de acesso por rádio-frequência, dispensando a chave física, do que, para além de um maior conforto e simplicidade de utilização, decorre o perigo de o sinal ser interceptado, permitindo a sua clonagem e a reprodução das suas funções, nomeadamente abrir e por em funcionamento a viatura.
As chaves deste tipo de veículo emitem continuamente um sinal que pode ser interceptado por quem disponha de um equipamento apropriado e se encontre nas proximidades, para o que um amplificador e receptor de sinal e um computador serão necessários, pelo que alguém nas proximidades da residência de quem use este tipo de chaves e possua o material necessário pode, posteriormente, tentar furtar a viatura.
É de notar que dispositivos emissores não são apenas destinados a veículos, havendo versões destinadas a outros fins, como a abertura de portas ou outros acessos, estes normalmente com o formato de um cartão de crédito, e que muitas empresas distribuem aos seus funcionários, por vezes sem os advertir dos perigos decorrentes do seu uso ou simples transporte.
Existem diversas formas de abafar o sinal emitido, alguns dos quais bastante simples, como a colocação do emissor no congelador, o que terá consequências para a bateria, no micro-ondas, sendo de ter o cuidado de não o ligar sem retirar as chaves do interior, ou de o envolver em papel de alumínio, do tipo usado para embrulhar alimentos, o que virtualmente evita a emissão, impedindo a duplicação.
As chaves deste tipo de veículo emitem continuamente um sinal que pode ser interceptado por quem disponha de um equipamento apropriado e se encontre nas proximidades, para o que um amplificador e receptor de sinal e um computador serão necessários, pelo que alguém nas proximidades da residência de quem use este tipo de chaves e possua o material necessário pode, posteriormente, tentar furtar a viatura.
É de notar que dispositivos emissores não são apenas destinados a veículos, havendo versões destinadas a outros fins, como a abertura de portas ou outros acessos, estes normalmente com o formato de um cartão de crédito, e que muitas empresas distribuem aos seus funcionários, por vezes sem os advertir dos perigos decorrentes do seu uso ou simples transporte.
Existem diversas formas de abafar o sinal emitido, alguns dos quais bastante simples, como a colocação do emissor no congelador, o que terá consequências para a bateria, no micro-ondas, sendo de ter o cuidado de não o ligar sem retirar as chaves do interior, ou de o envolver em papel de alumínio, do tipo usado para embrulhar alimentos, o que virtualmente evita a emissão, impedindo a duplicação.
quarta-feira, agosto 15, 2018
Monchique 2003-2018 - 4ª parte
Também a forma como as entidades oficiais se dirigem às populações, não raramente anunciando sucessos, ou induzindo as populações a acreditar nestes quando ainda podem estar longe de se concretizar, e durante o processo acarretar situações particularmente graves, a ausência do primeiro-ministro, que opta por se manter afastado, não interrompendo as férias ou o remeter para responsáveis políticos de segunda linha o anúncio de más notícias, são tudo menos benéficos, contribuindo para a desconfiança na tutela política.
Sendo cedo para analizar o comando e coordenação das operações no terreno, onde a presença do comandante Vaz Pinto, anteriormente substituído como consequência do seu desempenho nos fogos de 2013, na serra do Caldeirão, teve papel essencial, temos que reconhecer que existem muitas dúvidas quanto à forma como foi orientado o combate, sendo absolutamente essencial que estas sejam prontamente esclarecidas.
A forma como os meios de socorro actuaram em Monchique, em consequência das orientações recebidas, e portanto excluindo a responsabilidade dos operacionais, tem sido criticada e o facto de o comando transitar do nível distrital para o nacional, independentemente das justificações, indicia que haveria falhas reconhecidas pela hierarquia o que, no fundo, seria a confirmação das declarações de diversos operacionais e da sensação geral.
Com o tempo serão feitas as contas aos prejuízos, que incluem numerosas casas e edificações, veículos, uma extensa mancha florestal e de produção agrícola, sendo sempre difícil de calcular a sua projecção no futuro, pela perda de rendimentos directos e indirectos numa zona onde o turismo é relevante e que, nos próximos anos, pode ser bastante afectado pela destruição resultante destes fogos.
Sendo cedo para analizar o comando e coordenação das operações no terreno, onde a presença do comandante Vaz Pinto, anteriormente substituído como consequência do seu desempenho nos fogos de 2013, na serra do Caldeirão, teve papel essencial, temos que reconhecer que existem muitas dúvidas quanto à forma como foi orientado o combate, sendo absolutamente essencial que estas sejam prontamente esclarecidas.
A forma como os meios de socorro actuaram em Monchique, em consequência das orientações recebidas, e portanto excluindo a responsabilidade dos operacionais, tem sido criticada e o facto de o comando transitar do nível distrital para o nacional, independentemente das justificações, indicia que haveria falhas reconhecidas pela hierarquia o que, no fundo, seria a confirmação das declarações de diversos operacionais e da sensação geral.
Com o tempo serão feitas as contas aos prejuízos, que incluem numerosas casas e edificações, veículos, uma extensa mancha florestal e de produção agrícola, sendo sempre difícil de calcular a sua projecção no futuro, pela perda de rendimentos directos e indirectos numa zona onde o turismo é relevante e que, nos próximos anos, pode ser bastante afectado pela destruição resultante destes fogos.
terça-feira, agosto 14, 2018
Multímetros no EBay
Se há um equipamento que todos quantos efectuam pequenas reparações que envolvam electricidade, ou que pretendam alguma recolher informações antes de solicitarem um serviço nessa área, é um multímetro digital, que pode ser utilizado em múltiplas situações, seja em casa, seja num veículo, podendo prevenir problemas sérios ou custos injustificáveis.
O modelo que propomos, a título de exemplo, tem capacidade para medir voltagens AC e DC, corrent DC, resistência, continuidade, díodos e transistores, possui protecção para sobre cargas, sendo suficientemente resistente para a maioria das situações, em parte devido à protecção em borracha amovível, podendo ficar apoiado na base rebatível, o que facilita o uso e ajuste de funções, realizado através de um "switch" rotativo de 20 posições.
Este modelo concreto pode medir voltagens DC 200mV, 2V, 20V, 200V e 600V, com margem de erro de 0.5%, corrente DC 200microA, 2mA, 20mA, 200mA e 10A, com margem de erro de 1.0%, resistencia, em Ohms de 200, 2k, 20k, 200k e 2M, com erro máximo de 1%, medição de tríodos e díodos, ou verificação de continuídade, pelo que abranger a maioria das situações para as quais um equipamento deste tipo é necessário.
Construído em plástico preto, o écran LCD iluminado tem 45 x 20 milímetros e suporta numeração até 1999, as dimensões totais são 135 x 65 x 30 milímetros, necessitando de uma bateria 6F22 de 9V para operação, tem um preço abaixo dos 5 Euros, incluindo o manual de operação, o que corresponde a perto de um terço do valor de um modelo equivalente adquirido entre nós.
O modelo que propomos, a título de exemplo, tem capacidade para medir voltagens AC e DC, corrent DC, resistência, continuidade, díodos e transistores, possui protecção para sobre cargas, sendo suficientemente resistente para a maioria das situações, em parte devido à protecção em borracha amovível, podendo ficar apoiado na base rebatível, o que facilita o uso e ajuste de funções, realizado através de um "switch" rotativo de 20 posições.
Este modelo concreto pode medir voltagens DC 200mV, 2V, 20V, 200V e 600V, com margem de erro de 0.5%, corrente DC 200microA, 2mA, 20mA, 200mA e 10A, com margem de erro de 1.0%, resistencia, em Ohms de 200, 2k, 20k, 200k e 2M, com erro máximo de 1%, medição de tríodos e díodos, ou verificação de continuídade, pelo que abranger a maioria das situações para as quais um equipamento deste tipo é necessário.
Construído em plástico preto, o écran LCD iluminado tem 45 x 20 milímetros e suporta numeração até 1999, as dimensões totais são 135 x 65 x 30 milímetros, necessitando de uma bateria 6F22 de 9V para operação, tem um preço abaixo dos 5 Euros, incluindo o manual de operação, o que corresponde a perto de um terço do valor de um modelo equivalente adquirido entre nós.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


















