Face às relações de dependência que se mantêm, as empresas que foram excluídas do SIRESP não têm hoje uma menor capacidade de intervenção, e mesmo de decisão, tendo o Estado prescindido de alguns milhões de Euros sem que daí decorra uma vantagem real, podendo, inclusivé, resultar num prejuizo, caso os antigos accionistas optem por um relacionamento comercial mais agressivo, fazendo valer as suas valências para obter maiores vantagens.
Acresce, ainda, o facto de o Estado ter investido, e aqui a quantia será o menos relevante, num sistema para o qual contribuiu de forma muito substancial ao longo de anos, cujo desempenho não tem sido o mais positivo, em termos de fiabilidade e disponibilidade, e que se baseia numa tecnlogia ultrapassada, que não permite a implementação de todas as funcionalidades que consideramos exigíveis nos dias de hoje, muitas das quais presentes nos nossos "smartphones".
Considerando que o Estado deve dispor de uma rede de comunicações de emergência, e controlá-la efectivamente, temos sérias dúvidas que o SIRESP seja a solução, sendo sempre de prever que a reconversão desta rede, que poderá ter que ser realizada num futuro próximo, implica um esforço financeiro enorme, o qual caberá ao actual accionista único, dado que passa pela substituição de equipamentos, que será mais crítica se a opção for por uma solução que não dependa de redes comerciais.
sexta-feira, junho 21, 2019
quinta-feira, junho 20, 2019
Manuais para Land Rover "on line"
Ao longo dos últimos anos, temos vindo a disponibilizar um conjunto de manuais para Land Rover, em formato PDF, que alojamos no Google Drive, de modo a ficarem permanentemente disponíveis, não dependendo de outrem que pode remover os ficheiros ou cancelar uma conta ou partilha.
Os manuais foram agregados num conjunto de "posts", alguns deles com alguns anos, pelo que podem ter escapado aos nossos leitores mais recentes, o que justifica relembrar a sua existência e a disponibilidade dos referidos conteúdos que, na sua maioria, são em língua inglesa, o que pode ser limitativo para alguns, mas permite uma muito maior variedade.
Conjunto 1
Conjunto 2
Conjunto 3
Conjunto 4
Conjunto 5
Conjunto 6
Manual do proprietário do Discovery 2
Os manuais foram agregados num conjunto de "posts", alguns deles com alguns anos, pelo que podem ter escapado aos nossos leitores mais recentes, o que justifica relembrar a sua existência e a disponibilidade dos referidos conteúdos que, na sua maioria, são em língua inglesa, o que pode ser limitativo para alguns, mas permite uma muito maior variedade.
Conjunto 1
Conjunto 2
Conjunto 3
Conjunto 4
Conjunto 5
Conjunto 6
Manual do proprietário do Discovery 2
quarta-feira, junho 19, 2019
Estado adquire a totalidade do SIRESP - 2ª parte
Havendo mais dúvidas do que certezas, e enquanto estas não são devidamente esclarecidas, num processo que demorou francamente mais do que o previsto e levanta questões por parte de todas as forças políticas, com excepção daquela que suporta o actual Governo, um conjunto de reflexões surge imediatamente, algumas no seguimento de questões que há muito vimos a levantar.
Não temos dúvidas de que o sistema de comunicações de emergência, sobretudo sendo único a nível nacional, deve ser controlado pelo Estado, com ou sem uma participação minoritária de privados, desde que tal se justifique, sobretudo se este dispuserem de um "know how" tecnológico e o desenvolvam no âmbito do melhoramento do sistema, implementando novas funcionalidades ou melhorando a qualidade geral e fiabilidade do serviço.
No caso do SIRESP, independentemente da respectiva propriedade, existem sempre alguns constrangimentos, sendo o mais grave o facto de o circuito primário ser sustentado pela rede de um operador de comunicações, e obviamente o redundante não tem a mesma capacidade, nem será uma alternativa real a uma substituição integral, podendo-se apontar como problemas secundários o conjunto de funcionalidades oferecidas, que nos parecem insuficientes para as exigências dos dias de hoje.
Assim, tendo o capital, e inerentemente, o controle do SIRESP, o Estado passa a ter na sua posse um conjunto de equipamentos que dependem, em primeira linha, dos recursos de um dos antigos accionista, agora excluídos, e são, em grande parte, produzidos pelo outro ex-acionista, pelo que, após o pagamenteo de 7 milhões de Euros, temos que nos interrogar se, efectivamente, a capacidade do Estado em termos de gestão do sistema ou a operacionalidade deste efectivamente melhorou.
Não temos dúvidas de que o sistema de comunicações de emergência, sobretudo sendo único a nível nacional, deve ser controlado pelo Estado, com ou sem uma participação minoritária de privados, desde que tal se justifique, sobretudo se este dispuserem de um "know how" tecnológico e o desenvolvam no âmbito do melhoramento do sistema, implementando novas funcionalidades ou melhorando a qualidade geral e fiabilidade do serviço.
No caso do SIRESP, independentemente da respectiva propriedade, existem sempre alguns constrangimentos, sendo o mais grave o facto de o circuito primário ser sustentado pela rede de um operador de comunicações, e obviamente o redundante não tem a mesma capacidade, nem será uma alternativa real a uma substituição integral, podendo-se apontar como problemas secundários o conjunto de funcionalidades oferecidas, que nos parecem insuficientes para as exigências dos dias de hoje.
Assim, tendo o capital, e inerentemente, o controle do SIRESP, o Estado passa a ter na sua posse um conjunto de equipamentos que dependem, em primeira linha, dos recursos de um dos antigos accionista, agora excluídos, e são, em grande parte, produzidos pelo outro ex-acionista, pelo que, após o pagamenteo de 7 milhões de Euros, temos que nos interrogar se, efectivamente, a capacidade do Estado em termos de gestão do sistema ou a operacionalidade deste efectivamente melhorou.
terça-feira, junho 18, 2019
O Alps UNIWA F40 - 3ª parte
O conjunto inclui, para além do telemóvel e da respectiva bateria de 4000 mAh, um cabo USB e transformador para carregamento, um "clip" para o cinto, uma chave de abertura e um manual de utilizador, tendo um preço que ronda a centena de Euros, incluindo portes a partir da China, pelo que será de prever o acréscimo de uma vintena de Euros de direitos alfandegários, fazendo o preço final ficar perto dos 120 Euros.
Obviamente, o equipamento está desbloqueado, sendo compatível com as frequências utilizadas mais frequentemente, incluindo as utilizadas pelos operadores nacionais, e pode ser escolhida a língua de utilização pretendida, algo óbvio num dispositivo "Android", cuja distribuição, apesar de um conjunto de adicionais, é bastante semelhante ao proposto pelo Google, sem uma excessiva personalização por parte do fabricante, para além do necessário para um modelo muito específico.
Desta forma, é possível tratar este modelo como um equipamento comum, instalando e actualizando as aplicações compatíveis com o "Android" 6.0 e com o modelo específico através da "Play Store", sendo certo de que algumas, que necessitam de recursos inexistentes, como sensores, não poderão ser instaladas, e que muitas, devido ao fraco desempenho, serão virtualmente inúteis, devendo-se optar pelas versões mais ligeiras, caso existentes.
Este é um modelo de telemóvel com um conjunto de especificidades e funcionalidades que o tornam apetecível para um tipo de clientela muito própria, sendo um complemento interessante para quem pretende um equipamento de reserva com grande autonomia e resistência, sendo certo de que não substitui eficazmente os dispositivos mais recentes, cujo desempenho é muito superior e essencial para as aplicações mais comuns.
Obviamente, o equipamento está desbloqueado, sendo compatível com as frequências utilizadas mais frequentemente, incluindo as utilizadas pelos operadores nacionais, e pode ser escolhida a língua de utilização pretendida, algo óbvio num dispositivo "Android", cuja distribuição, apesar de um conjunto de adicionais, é bastante semelhante ao proposto pelo Google, sem uma excessiva personalização por parte do fabricante, para além do necessário para um modelo muito específico.
Desta forma, é possível tratar este modelo como um equipamento comum, instalando e actualizando as aplicações compatíveis com o "Android" 6.0 e com o modelo específico através da "Play Store", sendo certo de que algumas, que necessitam de recursos inexistentes, como sensores, não poderão ser instaladas, e que muitas, devido ao fraco desempenho, serão virtualmente inúteis, devendo-se optar pelas versões mais ligeiras, caso existentes.
Este é um modelo de telemóvel com um conjunto de especificidades e funcionalidades que o tornam apetecível para um tipo de clientela muito própria, sendo um complemento interessante para quem pretende um equipamento de reserva com grande autonomia e resistência, sendo certo de que não substitui eficazmente os dispositivos mais recentes, cujo desempenho é muito superior e essencial para as aplicações mais comuns.
segunda-feira, junho 17, 2019
Estado adquire a totalidade do SIRESP - 1ª parte
Sete milhões de Euros foi quanto custou ao Estado adquirir a totalidade do capital do SIRESP, passando dos 33% que detinha a partir da Parpública para os 100%, encerrando assim um longo processo negocial que, com a sua conclusão, não termina com as dúvidas sobre este negócio.
A primeira dúvida é, naturalmente, quanto ao valor pago, inferior em 4 milhões de Euros aos 11 milhões que constavam da conta apresentada pelos accionistas privados e cujo não pagamento levou à ameaça de cortar o sinal de satélite, que representa a redundância destinada a suprir eventuais falhas do circuito principal.
Para além de intrigante, dado que o valor da compra é inferior ao da dívida do Estado aos privados, a operação só será efectivada para o final do ano, com o pagamento integral do valor da compra, o que pode inviabilizar a vontade do Estado de colocar representantes seus na administração do SIRESP, como forma de melhor controlar as decisões que serão tomadas durante os próximos meses, entre os quais se incluem os de maior risco de incêndio.
Também fica em aberto o esclarecimento quanto aos investimentos a efectuar nos próximos meses, tendo sido adiantado o valor de 70 milhões de Euros, e que são essenciais para o melhor desempenho da rede, mas que dificilmente irão implementar novas funcionalidades ou resultar em melhoramentos significativos num sistema que tem óbvias limitações.
A primeira dúvida é, naturalmente, quanto ao valor pago, inferior em 4 milhões de Euros aos 11 milhões que constavam da conta apresentada pelos accionistas privados e cujo não pagamento levou à ameaça de cortar o sinal de satélite, que representa a redundância destinada a suprir eventuais falhas do circuito principal.
Para além de intrigante, dado que o valor da compra é inferior ao da dívida do Estado aos privados, a operação só será efectivada para o final do ano, com o pagamento integral do valor da compra, o que pode inviabilizar a vontade do Estado de colocar representantes seus na administração do SIRESP, como forma de melhor controlar as decisões que serão tomadas durante os próximos meses, entre os quais se incluem os de maior risco de incêndio.
Também fica em aberto o esclarecimento quanto aos investimentos a efectuar nos próximos meses, tendo sido adiantado o valor de 70 milhões de Euros, e que são essenciais para o melhor desempenho da rede, mas que dificilmente irão implementar novas funcionalidades ou resultar em melhoramentos significativos num sistema que tem óbvias limitações.
domingo, junho 16, 2019
O Alps UNIWA F40 - 2ª parte
Sendo um dispositivo "Android", as comunicações via "bluetooth" ou "wifi" nas normas IEEE802.11b/g/n estão presentes, bem como a recepção de sinal de GPS e Beidou, cada vez mais comum nos equipamentos fabricados na China, tendo ainda o conector de 3.5 milímetros para ligação de auriculares.
Factores de relevo são a bateria de polímero com capacidade de 4000 mAh, destacável, o que é cada vez mais raro, e, sobretudo, cumprir a norma IP65, o que garante uma boa resistência aos elementos e um nível de estanquicidade que permite a sua utilização em situações mais complexas em termos ambientais, sobrevivendo a chuva, pequenas submersões e impactos.
Ao contrário da maioria dos equipamentos, este telemóvel tem um botão "push to talk", que se destina a usar aplicações de "walkie talkie", como a Zello, que recorrem a redes existentes, seja móveis, seja "wifi", mas que não usam as habituais frequências dos rádios, sejam estas PMR ou CB, algo que acaba por ser limitativo, perdendo-se aqui a redundância de um sistema de comunicações alternativo.
Naturalmente, este tipo de formato tem como consequências dimensões algo exageradas, neste caso de 135 x 60 x 25 milímetros, um peso elevado, de 188 gramas, incluindo a bateria, que, segundo o fabricante, permite até 240 horas, ou 10 dias, de autonomia, dependendo do uso, algo que excede imensamente o que se espera dos equipamentos usados nos dias de hoje.
Factores de relevo são a bateria de polímero com capacidade de 4000 mAh, destacável, o que é cada vez mais raro, e, sobretudo, cumprir a norma IP65, o que garante uma boa resistência aos elementos e um nível de estanquicidade que permite a sua utilização em situações mais complexas em termos ambientais, sobrevivendo a chuva, pequenas submersões e impactos.
Ao contrário da maioria dos equipamentos, este telemóvel tem um botão "push to talk", que se destina a usar aplicações de "walkie talkie", como a Zello, que recorrem a redes existentes, seja móveis, seja "wifi", mas que não usam as habituais frequências dos rádios, sejam estas PMR ou CB, algo que acaba por ser limitativo, perdendo-se aqui a redundância de um sistema de comunicações alternativo.
Naturalmente, este tipo de formato tem como consequências dimensões algo exageradas, neste caso de 135 x 60 x 25 milímetros, um peso elevado, de 188 gramas, incluindo a bateria, que, segundo o fabricante, permite até 240 horas, ou 10 dias, de autonomia, dependendo do uso, algo que excede imensamente o que se espera dos equipamentos usados nos dias de hoje.
sábado, junho 15, 2019
O Defender 110 de rádio-controle - 2ª parte
Assim, pode ser controlado o movimento para a frente e rectaguarda, as curvas para a esquerda e direita, bem como os ajustes mais precisos, que permitem um maior controle sobre a viragem e aceleração, com o modelo a dispor de iluminação "led", bem como um conjunto de acessórios típicos do todo o terreno ou expedições, como "snorkel" ou grade de tejadilhos, estes para fins meramente estéticos.
O modelo tem dimensões de 474 x 202 x 235 milímetros, incluindo-se dentro de uma caixa com 545 x 224 x 285 milímetros, para além do modelo, com a respectica bateria, o comando, sem as pilhas AA de que necessita para operar, e um cabo de carregamento USB, tendo um preço que, actualmente, fica um pouco acima da centena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, acrescendo, naturalmente, direitos alfandegários.
Não tendo, espectavelmente, a qualidade de um modelo da Traxxas, esta é uma alternativa de baixo custo que pode revelar-se um ponto de partida para evoluções, recorrendo às inúmeras peças e acessórios disponíveis no mercado e que permitem, obviamente por um preço que, no final, pode ultrapassar o do veículo base, obter um desempenho muito mais interessante, com substituição de alguns componentes, como a suspensão ou o motor.
Deixamos esta sugestão aos nossos leitores que, para além de apreciarem os Land Rover, tenham interesse no rádio modelismo e se sintam vocacionados para fazer evoluir modelos, melhorando o seu desempenho, e pretendam partir de um investimento mais baixo, algo que recomendamos a quem tem menos experiência nesta área e quer experimentar antes de dispender quantias mais substanciais.
O modelo tem dimensões de 474 x 202 x 235 milímetros, incluindo-se dentro de uma caixa com 545 x 224 x 285 milímetros, para além do modelo, com a respectica bateria, o comando, sem as pilhas AA de que necessita para operar, e um cabo de carregamento USB, tendo um preço que, actualmente, fica um pouco acima da centena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, acrescendo, naturalmente, direitos alfandegários.
Não tendo, espectavelmente, a qualidade de um modelo da Traxxas, esta é uma alternativa de baixo custo que pode revelar-se um ponto de partida para evoluções, recorrendo às inúmeras peças e acessórios disponíveis no mercado e que permitem, obviamente por um preço que, no final, pode ultrapassar o do veículo base, obter um desempenho muito mais interessante, com substituição de alguns componentes, como a suspensão ou o motor.
Deixamos esta sugestão aos nossos leitores que, para além de apreciarem os Land Rover, tenham interesse no rádio modelismo e se sintam vocacionados para fazer evoluir modelos, melhorando o seu desempenho, e pretendam partir de um investimento mais baixo, algo que recomendamos a quem tem menos experiência nesta área e quer experimentar antes de dispender quantias mais substanciais.
sexta-feira, junho 14, 2019
O Alps UNIWA F40 - 1ª parte
O Alps UNIWA F40 é um telemóvel inteligente, com sistema operativo "Android" 6.0, que possui algumas particularidades interessantes, podendo ser visto como uma versão mais sofisticada de alguns telemóveis resistentes e funcionais, como os Sonim, nos quais foram implementadas as funcionalidades mais comuns nos dias de hoje e inerentes a um "smartphone".
Assim, temos o aspecto visual misto de um telemóvel convencional e "walkie talkie", com teclado físico sob um écran de dimensões modestas, de apenas 2.4" e uma resolução de 320x240, táctil, de modelo capacitivo, mas com os menus e ícones do "Android", numa combinação pouco frequente e que visa um equilíbrio algo complexo entre resistência e funcionalidade.
Com 1 Gb de RAM e 8 de ROM, ampliável com um cartão TF com um máximo de 32 Gb, um processador MTK6737M A53 Córtex de quatro núcleos a 1.1 GHz, sistema gráfico Mali-T720, suporta redes até aos 4G e permite o uso de dois cartões SIM, este não é um equipamento com alto desempenho, sendo manifesto que o uso de diversas aplicações, considerando-se aqui as mais comunes, em simultâneo está fora de questão.
As câmaras frontal de apenas 2 megapixel e traseira de 5 estão longe das instaladas na maioria dos equipamentos actuais, não estando presentes sensores de biometria, de inclinação, proximidade, giroscópio, gravidade, rotação, entre outros, nem sendo suportados algumas funcionalidades relevantes nos dias de hoje, como carregamento rápido ou sem fios, pelo que um conjunto de funcionalidades comuns está automaticamente excluidas.
Assim, temos o aspecto visual misto de um telemóvel convencional e "walkie talkie", com teclado físico sob um écran de dimensões modestas, de apenas 2.4" e uma resolução de 320x240, táctil, de modelo capacitivo, mas com os menus e ícones do "Android", numa combinação pouco frequente e que visa um equilíbrio algo complexo entre resistência e funcionalidade.
Com 1 Gb de RAM e 8 de ROM, ampliável com um cartão TF com um máximo de 32 Gb, um processador MTK6737M A53 Córtex de quatro núcleos a 1.1 GHz, sistema gráfico Mali-T720, suporta redes até aos 4G e permite o uso de dois cartões SIM, este não é um equipamento com alto desempenho, sendo manifesto que o uso de diversas aplicações, considerando-se aqui as mais comunes, em simultâneo está fora de questão.
As câmaras frontal de apenas 2 megapixel e traseira de 5 estão longe das instaladas na maioria dos equipamentos actuais, não estando presentes sensores de biometria, de inclinação, proximidade, giroscópio, gravidade, rotação, entre outros, nem sendo suportados algumas funcionalidades relevantes nos dias de hoje, como carregamento rápido ou sem fios, pelo que um conjunto de funcionalidades comuns está automaticamente excluidas.
quinta-feira, junho 13, 2019
Botas "Magnum" no EBay - 2ª parte
Naturalmente, para além de encontrar um modelo que corresponda ao pretendido, é essencial que este seja no número adequado ao utilizador e que o preço, incluindo portes, quando aplicáveis, esteja dentro do orçamentado, pelo que estamos diante de uma combinação que pode ser pouco frequente, o que justifica, caso possível, efectuar as aquisições com alguma antecedência, na previsão de que encontrar o artigo pretendido nas condições estabelecidas pode demorar.
Pela experiência que temos, um par de botas "Magnum", completamente novas, em caixa, ou apenas experimentadas, como as que se encontram em demonstração, podem ser adquiridas por um preço que fica entre os 30 e os 40 Euros, a que acrescem entre 12 a 15 para portes, caso estes sejam efectuados a partir de um país comunitário, algo que, por questões relativas com a possibilidade de pagamento de direitos alfandegários e demoras processuais, aconselhamos.
Assim, os valores mais comuns ficam entre os 45 e 50 Euros para os modelos tácticos em cabedal, com o cano a proteger toda a zona do tornozelo, e que serão um pouco mais dispendiosas do que os modelos mais curtos ou em lona, sendo que neste último caso o mais frequente é serem provenientes de excedentes militares, não tendo sido entregues, conforme planeado, e revertendo para uso civil, normalmente a um preço inferior ao habitualmente praticado no mercado.
Adquiridas por valores desta ordem, as "Magnum" revelam uma excelente relação entre o preço e a qualidade, sobretudo face à respectiva duração, que corresponde a alguns anos de uso contínuo, resultando num investimento muito mais favorável do que o que pode ser efectuado em produtos de menor qualidade, eventualmente menos confortáveis, e que terão uma muito menor durabilidade, obrigando a uma substituição antecipada.
Pela experiência que temos, um par de botas "Magnum", completamente novas, em caixa, ou apenas experimentadas, como as que se encontram em demonstração, podem ser adquiridas por um preço que fica entre os 30 e os 40 Euros, a que acrescem entre 12 a 15 para portes, caso estes sejam efectuados a partir de um país comunitário, algo que, por questões relativas com a possibilidade de pagamento de direitos alfandegários e demoras processuais, aconselhamos.
Assim, os valores mais comuns ficam entre os 45 e 50 Euros para os modelos tácticos em cabedal, com o cano a proteger toda a zona do tornozelo, e que serão um pouco mais dispendiosas do que os modelos mais curtos ou em lona, sendo que neste último caso o mais frequente é serem provenientes de excedentes militares, não tendo sido entregues, conforme planeado, e revertendo para uso civil, normalmente a um preço inferior ao habitualmente praticado no mercado.
Adquiridas por valores desta ordem, as "Magnum" revelam uma excelente relação entre o preço e a qualidade, sobretudo face à respectiva duração, que corresponde a alguns anos de uso contínuo, resultando num investimento muito mais favorável do que o que pode ser efectuado em produtos de menor qualidade, eventualmente menos confortáveis, e que terão uma muito menor durabilidade, obrigando a uma substituição antecipada.
quarta-feira, junho 12, 2019
O Defender 110 de rádio-controle - 1ª parte
Muitos adeptos do todo o terreno apreciam os pequenos modelos radio-controlados que reproduzem os veículos reais, e cujas capacidades fora de estrada, na escala em que são construídos, são particularmente interessantes, podendo ultrapassar obstáculos diversos ou circular sobre terrenos particularmente acidentados.
Os modelos da Traxxas encontram-se entre os melhores, sendo os preferidos de muitos, mas o seu preço torna-os proibitivos para um grande número de interessados, pelo que o recurso a uma reprodução de um dos modelos deste fabricante, que pode ser adquirido por um valor muito inferior, acaba por ser uma tentação, sobretudo se os acessórios forem compatíveis.
A HB Toys, um fabricante baseado na China, produz uma reprodução do Defender 110 na escala 1/10, atribuindo-lhe a referência ZP1001, que está disponível nas cores cinzento e verde, podendo atingir uma velocidade de 15 km/hora, graças a um motor tipo 540 e a um sistema de transmissão com peças em metal.
Com um comando remoto de 4 canais, usando a popular frequência dos 2.4 GHz, alimentado por 4 baterias AA de 1.5V, capaz de comunicar com o modelo a distâncias que, dependendo das circunstâncias, ficam entre os 20 e os 60 metros, este Defender pode operar por entre 12 e 20 minutos, graças a uma bateria de iões de lítio de 7.4V com 1500mAh, carregável em 3 a 4 horas.
Os modelos da Traxxas encontram-se entre os melhores, sendo os preferidos de muitos, mas o seu preço torna-os proibitivos para um grande número de interessados, pelo que o recurso a uma reprodução de um dos modelos deste fabricante, que pode ser adquirido por um valor muito inferior, acaba por ser uma tentação, sobretudo se os acessórios forem compatíveis.
A HB Toys, um fabricante baseado na China, produz uma reprodução do Defender 110 na escala 1/10, atribuindo-lhe a referência ZP1001, que está disponível nas cores cinzento e verde, podendo atingir uma velocidade de 15 km/hora, graças a um motor tipo 540 e a um sistema de transmissão com peças em metal.
Com um comando remoto de 4 canais, usando a popular frequência dos 2.4 GHz, alimentado por 4 baterias AA de 1.5V, capaz de comunicar com o modelo a distâncias que, dependendo das circunstâncias, ficam entre os 20 e os 60 metros, este Defender pode operar por entre 12 e 20 minutos, graças a uma bateria de iões de lítio de 7.4V com 1500mAh, carregável em 3 a 4 horas.
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