Tal como em tudo, é preciso, para além do conhecimento do método de funcionamento destes dispositivos, sabendo quais as suas características e vulnerabilidades, ter o bom senso e a prudência adequadas, evitando situações de risco, algumas tão banais como o a colocação de um cartão exposto num local onde possa estar presente um leitor.
É de notar que este tipo de equipamento emissor não tem nenhuma forma de ser desligado, pelo que está permanentemente activo, seja como emissor activo, seja passivo, devendo-se ter uma especial atenção aqueles que possuem um maior alcance, o que permite uma intercepção a uma distância superior e, portanto, se tornam mais vulneráveis, sendo de adoptar medidas de segurança que contrariem esta possibilidade.
As carteiras que bloqueiam o sinal têm um custo baixo, que pode ficar entre os dois e três Euros, incluindo portes, revelam-se eficazes, evitando intercepções quando os dispositivos emissores se encontram no seu interior, pelo que são sempre um investimento a ter em conta e uma forma de armazenamento que aconselhamos, mas existem situações durante as quais, por questões inerentes ao uso dos dispositivos, deixam de ser eficazes.
Não garantindo 100% de segurança, mas elevando-a substancialmente, estas carteiras serão o primeiro passo, sendo francamente mais convenientes e fáceis de utilizar do que o recurso a soluções de improviso, as quais, mesmo que eficazes, por pouco intuitivas ou menos disponíveis, tendem a resultar em comportamentos mais negligentes, razão pela qual preferimos não sugerir esse tipo de improvisação.
terça-feira, dezembro 03, 2019
segunda-feira, dezembro 02, 2019
Actualização gratuita para o Windows 10 - 1ª parte
Recentemente, adquirimos uma estação de trabalho Dell que trazia instalado, devidamente licenciado e activado, um Windows 7 Pro, o qual foi actualizado para o Windows 10 Pro, recorrendo a uma "pen" criada a partir do "Windows Media Creation Tool", um "software" disponível no "site" da Microsoft e que permite criar cópias para instalação deste sistema operativo, destinado a um equipamento específico ou para instalações múltiplas.
A criação da "pen", que deve ter uma capacidade de 8 Gb ou superior e cujo conteúdo é completamente apagado, é automatizada, pedindo muito poucos dados ao utilizador, os quais consistem, essencialmente, se o destino é o equipamento onde decorre o processo, e nesse caso é selecionada a versão adequada do sistema operativo de modo automático, ou se o destino é outro, o que implica que seja o utilizador a fornecer as informações adequadas.
A actualização em sí, dispondo do meio de instalação, neste caso a "pen" gerada, é igualmente simples, mantendo-se os dados do equipamento, bem como configurações e parâmetros, devidamente migrados para o novo sistema operativo, cabendo ao utilizador uma intervenção muito limitada, mas que, neste processo, implica selecionar manter os dados existentes, pois serão estes a validar o Windows 10 instalado.
É de notar que o Windows 10 apenas fica activado, e portanto devidamente licenciado, quando se efectua a actualização a partir de um Windows 7 ou 8, na mesma versão, e que esteja igualmente licenciado, criando-se assim uma associação entre o computador, que tem um conjunto de identificadores únicos, gravados na fábrica, e o número de série do Windows instalado.
A criação da "pen", que deve ter uma capacidade de 8 Gb ou superior e cujo conteúdo é completamente apagado, é automatizada, pedindo muito poucos dados ao utilizador, os quais consistem, essencialmente, se o destino é o equipamento onde decorre o processo, e nesse caso é selecionada a versão adequada do sistema operativo de modo automático, ou se o destino é outro, o que implica que seja o utilizador a fornecer as informações adequadas.
A actualização em sí, dispondo do meio de instalação, neste caso a "pen" gerada, é igualmente simples, mantendo-se os dados do equipamento, bem como configurações e parâmetros, devidamente migrados para o novo sistema operativo, cabendo ao utilizador uma intervenção muito limitada, mas que, neste processo, implica selecionar manter os dados existentes, pois serão estes a validar o Windows 10 instalado.
É de notar que o Windows 10 apenas fica activado, e portanto devidamente licenciado, quando se efectua a actualização a partir de um Windows 7 ou 8, na mesma versão, e que esteja igualmente licenciado, criando-se assim uma associação entre o computador, que tem um conjunto de identificadores únicos, gravados na fábrica, e o número de série do Windows instalado.
domingo, dezembro 01, 2019
Land Rover Owners de Janeiro de 2020 já nas bancas
Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Janeiro de 2020 da Land Rover Owners International, com o destaque a ir para uma curiosa comparação entre dois modelos que, em Inglaterra, podem ser adquiridos por valores semelhantes, um Discovery 2 e um Defender, sendo que o primeiro está em excelente estado, enquanto o segundo necessita de cuidados, incluindo a nível de mecânica, para ficar em condições adequadas.
A diferença de preços, face ao mercado português, é abissal, custando metade do que se paga entre nós, o que deve merecer uma reflexão, algo que se prolonga nos modelos novos, como o recente Discovery que mereceu uma análise no mesmo número desta revista, bem como expedições fora de estrada no conforto de um Range Rover recente, um luxo ao alcance de muito poucos residentes no nosso País.
Outros modelos, como o Serie curto com motor V6 ou um Defender 130 numa rara configuração de transporte de líquidos, mereceram igualmente atenção, tal como um guia para quem se inicía nos passeios fora de estrada e que, estando pensado sobretudo para a realidade britânica, não deixa de se revelar interessante, proporcionando um conjunto de ensinamentos a ter em conta.
A instalação de um bloqueio central num Discovery 2 ou a de um para-choques para guicho, algumas expedições, entre estas a que foi efectuada pelo Zimbabwe num Freelander 2, são igualmente interessantes, como o são as rúbricas habituais, bem como a própria publicidade, que muito contribui para a divulgação de novos produtos e pode servir de inspiração para modificações ou como base de novos projectos.
A diferença de preços, face ao mercado português, é abissal, custando metade do que se paga entre nós, o que deve merecer uma reflexão, algo que se prolonga nos modelos novos, como o recente Discovery que mereceu uma análise no mesmo número desta revista, bem como expedições fora de estrada no conforto de um Range Rover recente, um luxo ao alcance de muito poucos residentes no nosso País.
Outros modelos, como o Serie curto com motor V6 ou um Defender 130 numa rara configuração de transporte de líquidos, mereceram igualmente atenção, tal como um guia para quem se inicía nos passeios fora de estrada e que, estando pensado sobretudo para a realidade britânica, não deixa de se revelar interessante, proporcionando um conjunto de ensinamentos a ter em conta.
A instalação de um bloqueio central num Discovery 2 ou a de um para-choques para guicho, algumas expedições, entre estas a que foi efectuada pelo Zimbabwe num Freelander 2, são igualmente interessantes, como o são as rúbricas habituais, bem como a própria publicidade, que muito contribui para a divulgação de novos produtos e pode servir de inspiração para modificações ou como base de novos projectos.
sábado, novembro 30, 2019
Perigos do RFID - 1ª parte
O uso de sistemas que recorrem a rádio-frequências tem-se vindo a popularizar, sendo certo que este tipo de tecnologia apresenta diversas vantagens, e uma maior comodidade, mas o facto é que encerra um conjunto de perigos resultantes de vulnerabilidades inerentes à sua concepção e implementação.
São muitos e distintos os equipamentos que usam este tipo de comunicação, abreviada para RFID, ganhando destaque entre estes os que permitem efectuar um acesso, que podem ter a forma de um cartão ou um comando, mas também para efeitos de pagamentos sem contactos, como acontece com diversos cartões bancários.
A possibilidade de intercepção, dada a escassa distância de funcionamento, parece garantir alguma segurança, mas o facto é que tal pode não ser o suficiente, podendo haver um segundo receptor, com sistema de amplificação, nas proximidades, o que, acompanhado dos dispositivos físicos e lógicos adequados, pode resultar na cópia ou na retransmissão do sinal, sendo conhecidos casos de acessos indevidos recorrendo a este tipo de tecnologias.
O furto de viaturas que permitem entrada e accionamento do motor sem chave, recorrendo apenas a um cartão com RFID, ou a possibilidade de cópia durante pagamentos levantam fundados receios quanto a este tipo de tecnologia, devendo-se adoptar medidas no sentido de evitar este tipo de criminalidade que, infelizmente, parece ser cada vez mais frequente.
São muitos e distintos os equipamentos que usam este tipo de comunicação, abreviada para RFID, ganhando destaque entre estes os que permitem efectuar um acesso, que podem ter a forma de um cartão ou um comando, mas também para efeitos de pagamentos sem contactos, como acontece com diversos cartões bancários.
A possibilidade de intercepção, dada a escassa distância de funcionamento, parece garantir alguma segurança, mas o facto é que tal pode não ser o suficiente, podendo haver um segundo receptor, com sistema de amplificação, nas proximidades, o que, acompanhado dos dispositivos físicos e lógicos adequados, pode resultar na cópia ou na retransmissão do sinal, sendo conhecidos casos de acessos indevidos recorrendo a este tipo de tecnologias.
O furto de viaturas que permitem entrada e accionamento do motor sem chave, recorrendo apenas a um cartão com RFID, ou a possibilidade de cópia durante pagamentos levantam fundados receios quanto a este tipo de tecnologia, devendo-se adoptar medidas no sentido de evitar este tipo de criminalidade que, infelizmente, parece ser cada vez mais frequente.
sexta-feira, novembro 29, 2019
Placas de rede de 1.200 Mbps por 10 Euros - 3ª parte
A potência de transmissão vai dos 18+/-1dBm para as comunicações a 11 Mbps do protocolo 802.11b, passa pelos 15+/-1dBm para comunicações a 54 Mbps, nos protocolos 802.11g e 802.11n e vai até aos 12+/-2dBm no caso do 802.11ac, com EVM entre inferior a -15db para 11 Mbps, a -27 para 54 Mbps e -30 para o protocolo 11ac.
Também é necessário, por vezes obrigatório, implementar diversos protocolos de autenticação e segurança, sendo que, no caso concreto, o WPA, WPA2, WEP, /802.1X e WMM estão contemplados, sendo de notar que o Windows 10 deixou de suportar o WEP/TKIP, pelo que placas que não implementem outros protocolos deixam de ser utilizáveis, isto sem nos referirmos às questões de segurança inerentes a protocolos mais fracos.
Obviamente, outros modelos poderão ter características ligeiramente diferentes, sem se afastarem do essencial, caso se opte por seguir estes critérios, com os preços a ter pequenas variações, que consideramos pouco significativas, pelo que será sempre de escolher a que apresente melhores características, sendo os protocolos implementados, incluindo na ligação ao computador e o tipo de antena os mais relevantes, já que a comparação entre os modelos de "chip" se revela mais complexa e pouco intuitiva.
A troca de placas de rede por outras que ofereçam melhor desempenho e segurança, será um dos melhores investimentos na actualização de um sistema informático, sobretudo porque poderão passar de um computador para outros, caso necessário, tendo um retorno operacional e funcional num espaço de tempo muito curto e, caso o aumento de segurança tenha impacto, podem revelar-se como uma opção essencial, para a qual o preço não pode justificar a sua exclusão.
Também é necessário, por vezes obrigatório, implementar diversos protocolos de autenticação e segurança, sendo que, no caso concreto, o WPA, WPA2, WEP, /802.1X e WMM estão contemplados, sendo de notar que o Windows 10 deixou de suportar o WEP/TKIP, pelo que placas que não implementem outros protocolos deixam de ser utilizáveis, isto sem nos referirmos às questões de segurança inerentes a protocolos mais fracos.
Obviamente, outros modelos poderão ter características ligeiramente diferentes, sem se afastarem do essencial, caso se opte por seguir estes critérios, com os preços a ter pequenas variações, que consideramos pouco significativas, pelo que será sempre de escolher a que apresente melhores características, sendo os protocolos implementados, incluindo na ligação ao computador e o tipo de antena os mais relevantes, já que a comparação entre os modelos de "chip" se revela mais complexa e pouco intuitiva.
A troca de placas de rede por outras que ofereçam melhor desempenho e segurança, será um dos melhores investimentos na actualização de um sistema informático, sobretudo porque poderão passar de um computador para outros, caso necessário, tendo um retorno operacional e funcional num espaço de tempo muito curto e, caso o aumento de segurança tenha impacto, podem revelar-se como uma opção essencial, para a qual o preço não pode justificar a sua exclusão.
quinta-feira, novembro 28, 2019
As caixas militares Edak
As caixas militares de origem suiça da Edak foram concebidas para fins militares, destinando-se, sobretudo a serem utilizadas em aviões, razão da escolha do alumínio, um material mais leve do que o ferro e que oferece uma excelente resistência contra impactos e conta a corrosão.
Apesar de originalmente destinadas ao transporte de equipamentos e ferramentas, estas caixas de elevada resistência e qualidade podem ser usadas para fins civis, sendo particularmente úteis em expedições, permitindo acomodar e proteger objectos com dimensões elevadas sem que disso resulte um peso exagerado, que fica perto dos 13 quilos, abaixo de uma caixa comparável em ferro, material usado na maioria das caixas deste tipo e que as torna vulneráveis à corrosão.
Esta caixa tem dimensões externas de 710 x 470 x 195 milímetros e inclui uma gaveta interior, de uso opcional, com 645 x 395 x 103 milímetros, que assenta em suportes ou divisórias de 50 milímetros colocadas na superfície inferior, resultando assim na divisão do espaço e numa maior facilidade de remover objectos acomodados no interior.
O preço ronda a centena e meia de Libras, a que acrescem portes, elevando o valor final para perto de duas centenas de Euros, um valor elevado, sobretudo sabendo que são unidades usadas, mas que se justifica, caso corresponda às necessidades específicas do comprador, pela sua excelente qualidade e durabilidades, sendo certo de que irá ter uma vida muito longa.
Apesar de originalmente destinadas ao transporte de equipamentos e ferramentas, estas caixas de elevada resistência e qualidade podem ser usadas para fins civis, sendo particularmente úteis em expedições, permitindo acomodar e proteger objectos com dimensões elevadas sem que disso resulte um peso exagerado, que fica perto dos 13 quilos, abaixo de uma caixa comparável em ferro, material usado na maioria das caixas deste tipo e que as torna vulneráveis à corrosão.
Esta caixa tem dimensões externas de 710 x 470 x 195 milímetros e inclui uma gaveta interior, de uso opcional, com 645 x 395 x 103 milímetros, que assenta em suportes ou divisórias de 50 milímetros colocadas na superfície inferior, resultando assim na divisão do espaço e numa maior facilidade de remover objectos acomodados no interior.
O preço ronda a centena e meia de Libras, a que acrescem portes, elevando o valor final para perto de duas centenas de Euros, um valor elevado, sobretudo sabendo que são unidades usadas, mas que se justifica, caso corresponda às necessidades específicas do comprador, pela sua excelente qualidade e durabilidades, sendo certo de que irá ter uma vida muito longa.
quarta-feira, novembro 27, 2019
Placas de rede de 1.200 Mbps por 10 Euros - 2ª parte
Os modelos mais baratos não possuem marca, pelo menos conhecida e identificável, mas são construídos em redor de um "chip" conhecido e utilizado pelos fabricantes mais conceituados, o que facilita em muito o seu suporte em termos de "software", bem como a respectiva compatibilidade com os sistemas operativos mais populares.
Desta relativa padronização, em redor de um conjunto de "chips" relativamente reduzidos, resulta uma maior facilidade de instalação, configuração e despistagem de erros, com o "software" de suporte a poder estar incluído no próprio sistema operativo, o que dispensa a adição de novos controladores obtidos externamente, do que podem resultar não apenas erros ou incompatibilidades, mas também um menor desempenho, sobretudo se os protocolos mais recentes estiverem incorrectamente implementados.
Construída com base no "chip" MT7612UN, opera nos protocolos IEEE802.11ac, a, n, g e b, conecta-se a um computador com sistema operativo Windows, Linux ou MacOS através de um conector USB 3.0, podendo ser ligado, com perda de desempenho, numa porta USB 2.0 e possui uma antena external ominidireccional, orientável, de 5dBi.
As velocidades de transmissão são as habituais, começando no máximo de 11 Mbps para o 802.11b, 54 Mbps para o 802.11g, 150 Mbps para o 802.11n e um máximo de 433 Mbps para o 802.11ac, podendo, com agregação de canais, atingir os 1.200 Mbps, com um alcance máximo, em condições ideais, de perto de uma centena de metros.
Desta relativa padronização, em redor de um conjunto de "chips" relativamente reduzidos, resulta uma maior facilidade de instalação, configuração e despistagem de erros, com o "software" de suporte a poder estar incluído no próprio sistema operativo, o que dispensa a adição de novos controladores obtidos externamente, do que podem resultar não apenas erros ou incompatibilidades, mas também um menor desempenho, sobretudo se os protocolos mais recentes estiverem incorrectamente implementados.
Construída com base no "chip" MT7612UN, opera nos protocolos IEEE802.11ac, a, n, g e b, conecta-se a um computador com sistema operativo Windows, Linux ou MacOS através de um conector USB 3.0, podendo ser ligado, com perda de desempenho, numa porta USB 2.0 e possui uma antena external ominidireccional, orientável, de 5dBi.
As velocidades de transmissão são as habituais, começando no máximo de 11 Mbps para o 802.11b, 54 Mbps para o 802.11g, 150 Mbps para o 802.11n e um máximo de 433 Mbps para o 802.11ac, podendo, com agregação de canais, atingir os 1.200 Mbps, com um alcance máximo, em condições ideais, de perto de uma centena de metros.
terça-feira, novembro 26, 2019
CNPD considera ilegais câmaras em viaturas - 4ª parte
A detecção e recolha de imagens surge como indissociável das novas tecnologias aplicadas à navegação e segurança dos veículos, mas também como espelho de uma nova realidade social e cultural, na qual a imagem ganha um novo protagonismo, algo que sucede desde que os actuais dispositivos móveis passaram a poder efectuar a gravação estática ou dinâmica de imagens, do que resulta um paradigma completamente novo e que escapa à análise da CNPD.
Ao misturar duas realidades completamente distintas, sugerindo que uma câmara instalada numa viatura, mas que pode ser extensível a uma transportada por um ciclista, motociclista ou um simples peão, a CNPD comete um grave erro de avaliação, comprometendo novas tecnologias, omnipresentes nos dias de hoje, e pondo em causa a legitimidade de equipamentos e dispositivos destinados a salvaguardar a segurança de quem os utiliza e dos demais utentes da via onde circulam.
Não temos dúvidas de que, caso contestada em tribunal, a legalidade de possuir câmaras em veículos será validada, mantendo-se, naturalmente, as limitações decorrentes da legislação em vigor quanto ao seu armazenamento, tratamento e utilização, mas sem cair no absurdo que, no limite, impede toda e qualquer filmagem num local mais concorrido, onde a impossibilidade de obter um enquadramento que exclua outros frequentadores do mesmo ou elementos identificadores seja funcionalmente permanente.
Ao misturar duas realidades completamente distintas, sugerindo que uma câmara instalada numa viatura, mas que pode ser extensível a uma transportada por um ciclista, motociclista ou um simples peão, a CNPD comete um grave erro de avaliação, comprometendo novas tecnologias, omnipresentes nos dias de hoje, e pondo em causa a legitimidade de equipamentos e dispositivos destinados a salvaguardar a segurança de quem os utiliza e dos demais utentes da via onde circulam.
Não temos dúvidas de que, caso contestada em tribunal, a legalidade de possuir câmaras em veículos será validada, mantendo-se, naturalmente, as limitações decorrentes da legislação em vigor quanto ao seu armazenamento, tratamento e utilização, mas sem cair no absurdo que, no limite, impede toda e qualquer filmagem num local mais concorrido, onde a impossibilidade de obter um enquadramento que exclua outros frequentadores do mesmo ou elementos identificadores seja funcionalmente permanente.
segunda-feira, novembro 25, 2019
Placas de rede de 1.200 Mbps por 10 Euros - 1ª parte
Um dos investimentos que efectuamos, ao longo dos últimos anos, foi a progressiva substituição das placas de rede sem fios, selecionando sempre modelos que suportam duas frequências, os tradicionais 2.4 GHZ e os 5.8 GHz, com agregação de canais e antenas externas orientáveis.
Naturalmente, tal só faz sentido caso o "router" ou outro tipo de ponto de acesso, suporte os novos protocolos, algo que é cada vez mais comum, com os equipamentos mais recentes disponibilizados pelos principais operadores a implementar o IEEE 802.11ac, podendo, no entanto, apresentar uma implementação e desempenho bastante variado, com a velocidade e qualidade a variar de um modelo para outro.
Tal revelou-se absolutamente essencial, dada a profusão de dispositivos a operar nos 2.4 GHz, entre estes, e cada vez são mais, aqueles que estabelecem ligações via "bluetooth", mas também muitos dos equipamentos mais antigos, e que permanecem em uso, ou aqueles que se ligam a pontos de acesso que operam nesta frequência, actualmente particularmente sobrecarregada.
Podem-se encontrar no mercado, por preços cada vez mais acessíveis, este tipo de placa, sendo possível efectuar aquisições por valores que rondam a dezena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, um valor que dispensa o pagamento de direitos alfandegários, pelo que o valor final fica muito abaixo dos praticados entre nós e que, facilmente, se aproximam do dobro deste preço.
Naturalmente, tal só faz sentido caso o "router" ou outro tipo de ponto de acesso, suporte os novos protocolos, algo que é cada vez mais comum, com os equipamentos mais recentes disponibilizados pelos principais operadores a implementar o IEEE 802.11ac, podendo, no entanto, apresentar uma implementação e desempenho bastante variado, com a velocidade e qualidade a variar de um modelo para outro.
Tal revelou-se absolutamente essencial, dada a profusão de dispositivos a operar nos 2.4 GHz, entre estes, e cada vez são mais, aqueles que estabelecem ligações via "bluetooth", mas também muitos dos equipamentos mais antigos, e que permanecem em uso, ou aqueles que se ligam a pontos de acesso que operam nesta frequência, actualmente particularmente sobrecarregada.
Podem-se encontrar no mercado, por preços cada vez mais acessíveis, este tipo de placa, sendo possível efectuar aquisições por valores que rondam a dezena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, um valor que dispensa o pagamento de direitos alfandegários, pelo que o valor final fica muito abaixo dos praticados entre nós e que, facilmente, se aproximam do dobro deste preço.
domingo, novembro 24, 2019
Efeitos em fotos digitais - 2ª parte
Temos recorrido, sobretudo ao "Funny Photo", por ser de muito fácil utilização, ter um bom número de filtros e de combinações para montagens fotográficas e ser gratuito, apresentando como principal falha o facto de não ser possível regular os filtros, o que retira alguma flexibilidade de utilização.
Por outro lado, no caso concreto deste "site" e de outros similares, as dimensões das fotos são reduzidas, neste caso a 800 pixels de largura, o que pode ser insuficiente para alguns fins, mas que, tendo em conta o facto de o serviço ser gratuito, terá que ser tolerado, podendo-se, naturalmente procurar uma plataforma com menos limitações ou um tipo de efeitos que se adeque mais aos objectivos específicos de cada um.
No exemplo ilustrado, recorremos ao filtro de "pintura a óleo", um dos muitos incluídos nas pinturas ou efeitos antigos, mas temos feito experiências diversas com outros filtros, como o "efeito noturno", que aplicamos noutros modelos, como o de alguns aviões, ou o "desenho a carvão", tal como testamos com uma foto do Defender, sempre com resultados interessantes e que, pelo escasso investimento de tempo, permitem muitas experiências sem grande trabalho.
Sugerimos aos nossos leitores que se interessem pela fotografia e pretendam algum tipo de efeitos que as diferencie, sem custos ou dispêndio de tempo, que recorrem ao "Funny Photo" ou a "sites" semelhantes e façam as suas próprias experiências que, mesmo não tendo os resultados pretendidos, podem proporcionar alguma diversão.
Por outro lado, no caso concreto deste "site" e de outros similares, as dimensões das fotos são reduzidas, neste caso a 800 pixels de largura, o que pode ser insuficiente para alguns fins, mas que, tendo em conta o facto de o serviço ser gratuito, terá que ser tolerado, podendo-se, naturalmente procurar uma plataforma com menos limitações ou um tipo de efeitos que se adeque mais aos objectivos específicos de cada um.
No exemplo ilustrado, recorremos ao filtro de "pintura a óleo", um dos muitos incluídos nas pinturas ou efeitos antigos, mas temos feito experiências diversas com outros filtros, como o "efeito noturno", que aplicamos noutros modelos, como o de alguns aviões, ou o "desenho a carvão", tal como testamos com uma foto do Defender, sempre com resultados interessantes e que, pelo escasso investimento de tempo, permitem muitas experiências sem grande trabalho.
Sugerimos aos nossos leitores que se interessem pela fotografia e pretendam algum tipo de efeitos que as diferencie, sem custos ou dispêndio de tempo, que recorrem ao "Funny Photo" ou a "sites" semelhantes e façam as suas próprias experiências que, mesmo não tendo os resultados pretendidos, podem proporcionar alguma diversão.
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