sexta-feira, dezembro 10, 2021
Portugal regressa ao "estado de calamidade" - 7ª parte
Os avanços e recuos, o discurso errático e tantas vezes imprudente, desmentido pela realidade, culminando naquilo que foi designado por "libertação", sem que nada, para além de umas eleições próximas, o justificasse, tendem a reduzir a confiança das populações e a estimular teorias da conspiração, pseudo-ciência, negacionismo ou, o que pode ser mais grave, indiferença, do que resultam comportamentos de risco, com as inevitáveis consequências.
A situação é agravada pela falta de transparência das entidades oficiais, que recusam apresentar dados considerados relevantes, como os próprios pareceres científicos nos quais se baseiam as decisões políticas, o que se traduz pelo aumento da desconfiança em decisores que já erraram demasiadas vezes e, não obstante, continuam em posições de poder.
Obviamente, face aos clamorosos, e criminosos, erros ocorridos em Dezembro passado, seria de prever que fossem adoptadas outras medidas, procurando obter um justo equilíbrio entre a defesa da saúde e o funcionamento da economia, particularmente difícil quando se permite que de uma conjuntura desfavorável, que era efectivamente previsível, decorra de uma sequência de decisões erradas, a que devemos acrescer os erros por omissão, talvez os que piores consequências tiveram.
A proximidade de eleições legislativas, e a própria dissolução do parlamento, são os dois factores que realmente determinaram quais as medidas adoptadas, tentando evitar um degradar da situação epidemiológica em Janeiro, sem que as restrições penalizassem a época festiva, situações que seriam particularmente penalizadoras na altura de decidir o voto, podendo comprometer uma vitória eleitoral por parte de quem sustenta o actual Governo, cada vez mais penalizado e desgastado por uma longa sequência de decisões e comportamentos no mínimo censuráveis.
quinta-feira, dezembro 09, 2021
Digitalizar filmes antigos - 1ª parte
Com o aproximar da época festiva, numa época de grande consumismo, pode ser difícil escolher presentes originais e que se revelem interessantes, pelo que a nossa sugestão vai para a conversão de filmes antigos, como aqueles que eram filmados em formatos 8 milímetros e Super 8 através de câmaras portáteis destinadas a uma utilização não profissional.
Estes filmes antigos, ainda em celuloide, requerem um projector compatível, dependendo do formato exacto, e podem necessitar de algum tipo de limpeza antes de poderem ser exibidos, sendo vulneráveis a uma manipulação menos cuidadosa ou mesmo a condições ambientais adversas.
A conversão para formato digital é uma das possibilidades a ter em conta, talvez a mais adequada no sentido de prolongar a sua longevidade, garantir a sua integridade e, sobretudo, conferir-lhes utilidade, permitindo serem exibidos recorrendo aos meios actuais, aqueles que estão disponíveis na maioria dos lares.
O trabalho de conversão implica dispor de equipamentos adequados, que procedam à exibição do filme original e capture cada fotograma de forma individual, gravando-os em sequência dando assim origem a um ficheiro digital que pode ser exibido com facilidade.
Estes filmes antigos, ainda em celuloide, requerem um projector compatível, dependendo do formato exacto, e podem necessitar de algum tipo de limpeza antes de poderem ser exibidos, sendo vulneráveis a uma manipulação menos cuidadosa ou mesmo a condições ambientais adversas.
A conversão para formato digital é uma das possibilidades a ter em conta, talvez a mais adequada no sentido de prolongar a sua longevidade, garantir a sua integridade e, sobretudo, conferir-lhes utilidade, permitindo serem exibidos recorrendo aos meios actuais, aqueles que estão disponíveis na maioria dos lares.
O trabalho de conversão implica dispor de equipamentos adequados, que procedam à exibição do filme original e capture cada fotograma de forma individual, gravando-os em sequência dando assim origem a um ficheiro digital que pode ser exibido com facilidade.
quarta-feira, dezembro 08, 2021
Portugal regressa ao "estado de calamidade" - 6ª parte
No entanto, em termos meramente teóricos, devemos afirmar que o surgimento de novas variantes é perfeitamente natural e expectável e que a evolução de um vírus, a que melhor lhe permite sobreviver e reproduzir-se, implica uma elevada taxa de contágio e uma baixa letalidade, sendo idealmente assimtomático para que não sejam adoptadas pelo hospedeiro as medidas que levem à sua destruição, pelo que a nova Omicron, nesta perspesctiva, pode ser menos perigosa que variantes anteriores.
Temos, ainda, que reconhecer que uma nova variante, proveniente da África so Sul, designada por Omicron, pode ter consequências ainda imprevisíveis, desconhecendo-se, nesta altura, se as actuais vacinas oferecem protecção, e em que níveis, introduzindo na equação uma nova variável, ainda indeterminada, que pode obrigar a recalcular não apenas os dados, mas a redefenir as próprias fórmulas.
Recordamos que, no ano passado, face a uma possibilidade que era francamente real, o Governo tomou uma decisão imprudente, e que, após confirmação de uma nova variante, optou por ignorar a nova realidade, com as consequências desastrosas, e mesmo criminosas, que todos conhecemos, culminando em mais de 300 mortes diárias no pico que, inevitavelmente, se seguiu.
Também a mensagem continua a ser confusa e frouxa, o que tem contribuido para um decrescente uso da máscara, mesmo em locais onde tal faria todo o sentido, apontando muito no sentido da responsabilidade individual numa altura em que o cansaço e saturação resultam em comportamentos de maior risco, actualmente socialmente muito mais aceites do que há uns meses atrás.
Temos, ainda, que reconhecer que uma nova variante, proveniente da África so Sul, designada por Omicron, pode ter consequências ainda imprevisíveis, desconhecendo-se, nesta altura, se as actuais vacinas oferecem protecção, e em que níveis, introduzindo na equação uma nova variável, ainda indeterminada, que pode obrigar a recalcular não apenas os dados, mas a redefenir as próprias fórmulas.
Recordamos que, no ano passado, face a uma possibilidade que era francamente real, o Governo tomou uma decisão imprudente, e que, após confirmação de uma nova variante, optou por ignorar a nova realidade, com as consequências desastrosas, e mesmo criminosas, que todos conhecemos, culminando em mais de 300 mortes diárias no pico que, inevitavelmente, se seguiu.
Também a mensagem continua a ser confusa e frouxa, o que tem contribuido para um decrescente uso da máscara, mesmo em locais onde tal faria todo o sentido, apontando muito no sentido da responsabilidade individual numa altura em que o cansaço e saturação resultam em comportamentos de maior risco, actualmente socialmente muito mais aceites do que há uns meses atrás.
terça-feira, dezembro 07, 2021
Armazenamento partilhado em redes domésticas - 3ª parte
Uma característica menos comum, e que encarece a doca, é a possibilidade de adicionar e remover os discos sem desligar a desligar, uma funcionalidade conhecida como "hot swap", e que tende a estar associada a formas distintas de protecção dos dados, como a possibilidade de um disco, em permanência, espelhar um outro disco, garantindo que a perda de dados é marginal caso um disco se avarie.
Relevante é, naturalmente, a qualidade, já que este é um equipamento que fica permanentemente ligado e no qual vão se colocados e retirados discos, o tipo de condições ambientais suportadas, os indicadores visuais que permitam avaliar o estado de funcionamento, bem como a existência ou não de "software" que facilite o seu controle e implemente funcionalidades adicionais, factores que devem sempre ter sido em conta na altura de uma aquisição.
Também será de ter em conta se o conector para alimentação eléctrica corresponde ao pretendido, se é compatível com o espaço e local de instalação e se existe algum tipo de particularidade ou restrição que tenha impacto no desempenho, pelo que uma rápida leitura do manual da doca, e do próprio "router", é mais do que aconselhado.
O preço deste tipo de unidade varia substancialmente, podendo começar na trintena de Euros para os modelos mais básicos, com capacidade para um par de discos e poucas funcionalidades adicionais, e atingindo centenas de Euros para modelos mais sofisticados e nos quais o investimento se justifica em situações específicas ou numa actividade profissional.
Relevante é, naturalmente, a qualidade, já que este é um equipamento que fica permanentemente ligado e no qual vão se colocados e retirados discos, o tipo de condições ambientais suportadas, os indicadores visuais que permitam avaliar o estado de funcionamento, bem como a existência ou não de "software" que facilite o seu controle e implemente funcionalidades adicionais, factores que devem sempre ter sido em conta na altura de uma aquisição.
Também será de ter em conta se o conector para alimentação eléctrica corresponde ao pretendido, se é compatível com o espaço e local de instalação e se existe algum tipo de particularidade ou restrição que tenha impacto no desempenho, pelo que uma rápida leitura do manual da doca, e do próprio "router", é mais do que aconselhado.
O preço deste tipo de unidade varia substancialmente, podendo começar na trintena de Euros para os modelos mais básicos, com capacidade para um par de discos e poucas funcionalidades adicionais, e atingindo centenas de Euros para modelos mais sofisticados e nos quais o investimento se justifica em situações específicas ou numa actividade profissional.
segunda-feira, dezembro 06, 2021
Portugal regressa ao "estado de calamidade" - 5ª parte
Podemos, facilmente, confrontar-nos com situações em que, estando em tele-trabalho, que pode ser realizado a partir de qualquer local com acesso a comunicações, e com filhos sem aulas, muitas famílias permaneçam em lugares de férias, fora da residência habitual, mantendo contactos fora do âmbito familiar mais restrito, tal como o Governo espera com esta imposição.
Daqui decorre que, em vez de uma semana de convívio entre o Natal e a passagem de Ano, a chamada "semana de contenção" proporcione uma semana extra em condições semelhantes, pelo que o risco de contágio pode duplicar, não obstante poder ser amortecido pelo facto de, pela extensão deste periodo, infecções na fase inicial se poderem revelar sintomáticos antes do regresso a actividades presenciais, algo que não sucede com contrágios mais tardios.
Acresce o facto de, nesta conjuntura, fora dos locais habituais, haver lugar a algum relaxamento, com maior exposição e, quase certamente, menor testagem, o que pode empurrar o número de casos conhecidos da primeira para a segunda semana de Janeiro, a apenas duas semanas das eleições legislativas, no início da campanha eleitoral para estas.
Temos, ainda, que reconhecer que uma nova variante, proveniente da África so Sul, designada por Omicron, pode ter consequências ainda imprevisíveis, desconhecendo-se, nesta altura, se as actuais vacinas oferecem protecção, e em que níveis, introduzindo na equação uma nova variável, ainda indeterminada, que pode obrigar a recalcular não apenas os dados, mas a redefenir as próprias fórmulas.
Daqui decorre que, em vez de uma semana de convívio entre o Natal e a passagem de Ano, a chamada "semana de contenção" proporcione uma semana extra em condições semelhantes, pelo que o risco de contágio pode duplicar, não obstante poder ser amortecido pelo facto de, pela extensão deste periodo, infecções na fase inicial se poderem revelar sintomáticos antes do regresso a actividades presenciais, algo que não sucede com contrágios mais tardios.
Acresce o facto de, nesta conjuntura, fora dos locais habituais, haver lugar a algum relaxamento, com maior exposição e, quase certamente, menor testagem, o que pode empurrar o número de casos conhecidos da primeira para a segunda semana de Janeiro, a apenas duas semanas das eleições legislativas, no início da campanha eleitoral para estas.
Temos, ainda, que reconhecer que uma nova variante, proveniente da África so Sul, designada por Omicron, pode ter consequências ainda imprevisíveis, desconhecendo-se, nesta altura, se as actuais vacinas oferecem protecção, e em que níveis, introduzindo na equação uma nova variável, ainda indeterminada, que pode obrigar a recalcular não apenas os dados, mas a redefenir as próprias fórmulas.
sábado, dezembro 04, 2021
Armazenamento partilhado em redes domésticas - 2ª parte
Muitas estações permitem, numa mesma ranhura, instalar quer discos de 3.5", que de 2.5", mas possuem apenas um conector, o que limita as opções, sendo sempre de optar por aquele que seja mais utilizado ou, no caso de estações com dois ou mais conectores, avaliar a possibilidade de ter presentes conectores diferentes.
Também o tipo de ligação ao "router" deve ser analizada, fazendo uma enorme diferença a nível da velocidade de transferência de dados esta ser USB 2.0 ou USB 3.0, pelo que, mesmo que o "router" tenha apenas uma ligação USB 2.0, já prevendo o futuro, se deve sempre optar por uma doca com ligação USB 3.0.
Também consideramos que se deve adquirir sempre uma estação com capacidade para um mínimo de dois discos e que permitam cópia directa de um para o outro, sem passar pelo computador, ou seja, a doca deve poder efectuar este tipo de operação de forma autónoma, evitando perdas de desempenho num computador e na própria rede por onde transitam os dados.
Outra funcionalidade a ter em conta, embora de menor importância, é a compatibilidade com outros tipos de volumes para armazenamento, como "pens" USB ou cartões de memória, em diversos formatos, que serão vistos como simples volumes, podendo igualmente ser partilhados na rede.
Também o tipo de ligação ao "router" deve ser analizada, fazendo uma enorme diferença a nível da velocidade de transferência de dados esta ser USB 2.0 ou USB 3.0, pelo que, mesmo que o "router" tenha apenas uma ligação USB 2.0, já prevendo o futuro, se deve sempre optar por uma doca com ligação USB 3.0.
Também consideramos que se deve adquirir sempre uma estação com capacidade para um mínimo de dois discos e que permitam cópia directa de um para o outro, sem passar pelo computador, ou seja, a doca deve poder efectuar este tipo de operação de forma autónoma, evitando perdas de desempenho num computador e na própria rede por onde transitam os dados.
Outra funcionalidade a ter em conta, embora de menor importância, é a compatibilidade com outros tipos de volumes para armazenamento, como "pens" USB ou cartões de memória, em diversos formatos, que serão vistos como simples volumes, podendo igualmente ser partilhados na rede.
sexta-feira, dezembro 03, 2021
Portugal regressa ao "estado de calamidade" - 4ª parte
Quem conhece o tecido empresarial tem noção de que é nos primeiros dias do ano, abarcados pela "semana de contenção", que decorre um conjunto de procedimentos inerentes à transição de um ano para o outro, como inventários, balanços, revisões de procedimentos, apenas para citar alguns dos mais óbvios, pelo que a perda desta semana, algo que não ocorre com concorrentes de outros países, pode revelar-se dramática.
Caso a descompressão tivesse sido menor, sem subordinação aos calendários eleitorais, neste caso ao das eleições autárquicas, a contenção agora não necessitaria de ser tão agravada, estando ainda disponíveis os recursos inerentes ao trabalho não presencial, evitando-se custos e o disseminar do vírus que se verificou nas últimas semanas.
Assim, tendo sido adoptadas as medidas epidemológicas que muitos especialistas consideram adequadas à situação actual, o facto objectivo é que chegamos a este ponto como consequência de uma gestão errada desta crise, incapaz de antever, de forma prudente e racional, que exige agora restrições muito mais penalizadoras para a economia do que seria necessário caso se adoptasse outra estratégia.
Há, no entanto, excepções, no respeitante a esta semana, por ser considerada por epidemologistas que este período pode revelar-se insuficiente para evitar a transmissão da infecção, sobretudo se tivermos em conta a forma como muitos portugueses prolongam estes dias, sendo certo que, sem aulas nem trabalho presencial, o retorno aos locais de origem pode demorar.
Caso a descompressão tivesse sido menor, sem subordinação aos calendários eleitorais, neste caso ao das eleições autárquicas, a contenção agora não necessitaria de ser tão agravada, estando ainda disponíveis os recursos inerentes ao trabalho não presencial, evitando-se custos e o disseminar do vírus que se verificou nas últimas semanas.
Assim, tendo sido adoptadas as medidas epidemológicas que muitos especialistas consideram adequadas à situação actual, o facto objectivo é que chegamos a este ponto como consequência de uma gestão errada desta crise, incapaz de antever, de forma prudente e racional, que exige agora restrições muito mais penalizadoras para a economia do que seria necessário caso se adoptasse outra estratégia.
Há, no entanto, excepções, no respeitante a esta semana, por ser considerada por epidemologistas que este período pode revelar-se insuficiente para evitar a transmissão da infecção, sobretudo se tivermos em conta a forma como muitos portugueses prolongam estes dias, sendo certo que, sem aulas nem trabalho presencial, o retorno aos locais de origem pode demorar.
quinta-feira, dezembro 02, 2021
Armazenamento partilhado em redes domésticas - 1ª parte
Numa altura em que a maioria dos "router" que suportam as redes residenciais, bem como o acesso dos equipamentos nestas integrados à Internet incluem um conector USB que permite adicionar armazenamento de massa partilhado, recorrer a esta solução faz todo o sentido, facilitando a partilha de dados e a integridade destes.
A forma mais simples de concretizar esta possibilidade é adquirir uma estação na qual possam ser colocados discos partilhados e ligá-la, via USB, ao "router", após o que este deve ser configurado de forma a que a nova unidade fique partilhada aos utilizadores da rede interna, o que pode passar por um pedido ao operador, no sentido de activar esta funcionalidade.
A selecção da estação, na qual serão colocados os discos deve, no entanto, ser equacionada com particular atenção, tendo em conta o tipo de discos ou outros volumes de armazenamento que se pretende utilizar e quais as funcionalidades que deve disponibilizar, para além, naturalmente, do tipo de conexão e dos sistemas operativos suportados.
A maioria dos discos actualmente em uso usam um conector do tipo SATA, pelo que, a menos que existam discos com outro tipo de conector disponíveis e que se pretenda utilizar, deve-se optar por estações com este tipo de conector e commpatíveis com o formato dos discos disponíveis, que serão de 3.5" caso provenientes ou destinados a um computador convencional e 2.5" se forem para portáteis.
A forma mais simples de concretizar esta possibilidade é adquirir uma estação na qual possam ser colocados discos partilhados e ligá-la, via USB, ao "router", após o que este deve ser configurado de forma a que a nova unidade fique partilhada aos utilizadores da rede interna, o que pode passar por um pedido ao operador, no sentido de activar esta funcionalidade.
A selecção da estação, na qual serão colocados os discos deve, no entanto, ser equacionada com particular atenção, tendo em conta o tipo de discos ou outros volumes de armazenamento que se pretende utilizar e quais as funcionalidades que deve disponibilizar, para além, naturalmente, do tipo de conexão e dos sistemas operativos suportados.
A maioria dos discos actualmente em uso usam um conector do tipo SATA, pelo que, a menos que existam discos com outro tipo de conector disponíveis e que se pretenda utilizar, deve-se optar por estações com este tipo de conector e commpatíveis com o formato dos discos disponíveis, que serão de 3.5" caso provenientes ou destinados a um computador convencional e 2.5" se forem para portáteis.
quarta-feira, dezembro 01, 2021
Portugal regressa ao "estado de calamidade" - 3ª parte
Mas talvez o mais grave deste conjunto de medidas seja a imposição de uma "semana de contenção" no início de Janeiro, com diversos estabelecimentos fechados, adiamento do início do segundo período de aulas por uma semana, e o tele trabalho obrigatório, esquecendo completamente o impacto deste tipo de medidas no início de um novo ano civil.
O regresso ao trabalho não presencial tem implicações na estrutura de uma empresa, não é algo que, na maioria dos casos, esteja permanentemente disponível, por implicar um conjunto de recursos e estruturas adequadas, bem como sistemas de comunicações reforçados, algo que pode ser contratualizado com os operadores, mas depende da disponibilidade destes e dificilmente pode ser contratado por pequenos periodos.
Só mesmo quem não tem conhecimento da realidade empresarial, e já nem vamos abordar a questão técnica, pode, com tal leviandade, estabelecer a obrigatoriedade de trabalho não presencial obrigatório por uma única semana, ignorando completamente as alterações e recursos necessários para a sua concretização.
Também a suspensão das aulas por uma semana, aplicável a todos os níveis de ensino, incluindo creches, tem graves implicações, sendo certo que muitos pais não têm onde deixar os filhos, podendo ser obrigados a faltar ao trabalho, o que tem um enorme impacto nas empresas, cujo período de início do ano é particularmente trabalhoso.
O regresso ao trabalho não presencial tem implicações na estrutura de uma empresa, não é algo que, na maioria dos casos, esteja permanentemente disponível, por implicar um conjunto de recursos e estruturas adequadas, bem como sistemas de comunicações reforçados, algo que pode ser contratualizado com os operadores, mas depende da disponibilidade destes e dificilmente pode ser contratado por pequenos periodos.
Só mesmo quem não tem conhecimento da realidade empresarial, e já nem vamos abordar a questão técnica, pode, com tal leviandade, estabelecer a obrigatoriedade de trabalho não presencial obrigatório por uma única semana, ignorando completamente as alterações e recursos necessários para a sua concretização.
Também a suspensão das aulas por uma semana, aplicável a todos os níveis de ensino, incluindo creches, tem graves implicações, sendo certo que muitos pais não têm onde deixar os filhos, podendo ser obrigados a faltar ao trabalho, o que tem um enorme impacto nas empresas, cujo período de início do ano é particularmente trabalhoso.
terça-feira, novembro 30, 2021
Gerador portátil - 2ª parte
Como contra temos a falta de um sistema de estabilização de corrente, circuitos de protecção que evitem carregar dispositivos USB a mais de 5V, engrenagens que, sendo resistentes, não deixam de ser em plástico, e a ausência de uma pequena bateria interna ou de um sistema que permita acoplar, de forma mais ou menos defenitiva, uma bateria externa.
Seriamos favoráveis a que a corrente nos conectores USB fosse sempre de 5V, padronizado para os equipamentos que carregam através deste tipo de ligação, de e que o sistema de regulação apenas afectasse as restantes ligações, o que pode evitar erros e problemas de sobrecarga, mas o fabricante optou pelo mais simples e mais barato, pondo de parte a solução mais prudente.
Não estamos diante de um sistema sofisticado, mas este pequeno gerador ligado a uma bateria, a partir da qual serão carregados os vários dispositivos, e não directamente, pode ser uma solução prática e de baixo custo para todos aqueles que necessitarem de uma forma de gerar energia eléctrica e não tenham orçamento para um equipamento mais sofisticado, ou que considerem não se justificar esse tipo de despesa.
Por perto de meia centena de Euros, este pequeno gerador permite carregar com facilidade, embora com algum esforço, uma multiplicidade de dispositivos, entre estes baterias, ou "power banks", que possibilitam utilizar a energia gerada ao longo do tempo, mantendo em funcionamento, por exemplo, lâmpadas ou carregar telemóveis, o que, em caso de emergência, pode ser útil.
Seriamos favoráveis a que a corrente nos conectores USB fosse sempre de 5V, padronizado para os equipamentos que carregam através deste tipo de ligação, de e que o sistema de regulação apenas afectasse as restantes ligações, o que pode evitar erros e problemas de sobrecarga, mas o fabricante optou pelo mais simples e mais barato, pondo de parte a solução mais prudente.
Não estamos diante de um sistema sofisticado, mas este pequeno gerador ligado a uma bateria, a partir da qual serão carregados os vários dispositivos, e não directamente, pode ser uma solução prática e de baixo custo para todos aqueles que necessitarem de uma forma de gerar energia eléctrica e não tenham orçamento para um equipamento mais sofisticado, ou que considerem não se justificar esse tipo de despesa.
Por perto de meia centena de Euros, este pequeno gerador permite carregar com facilidade, embora com algum esforço, uma multiplicidade de dispositivos, entre estes baterias, ou "power banks", que possibilitam utilizar a energia gerada ao longo do tempo, mantendo em funcionamento, por exemplo, lâmpadas ou carregar telemóveis, o que, em caso de emergência, pode ser útil.
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