A Microsoft lançou uma versão gratuita do "Teams", uma plataforma colaborativa destinada a empresas, que agora passa a estar disponível para todos, sem limitações em termos de pesquisas e de mensagens, mas com um máximo de 300 utilizadores, o que será mais do que suficiente para a esmagadora maioria das situações.
Apesar de 300.000 empresas já utilizarem o "Teams", a falta de uma versão gratuita, que excluísse a necessidade de uma subscrição do Office 365, tem posto de parte muitas pequenas empresas e profissionais liberais, que optam por outras soluções, como o "Slack", cuja proposta equivalente agora se vê ultrapassada no respeitante à oferta de espaço, pesquisas e interacções.
Apesar de as aplicações "online" da Microsoft ainda não oferecerem as funcionalidades das versões instaladas localmente, e da concorrência de outras plataformas, como a "G-Suite" do Google, este passo vem alargar o uso do "Teams" a novos utilizadores, o que irão permitir a sua expansão numa área cada vez mais competitiva, sobretudo a nível empresarial, nomeadamente quando a empresa opere a partir de locais distintos.
O "Teams" está globalmente disponível, suportando um total de 40 linguas diferentes, atribui a cada equipa até 10 Gb de espaço, com cada utilizador a poder utilizar até 2 Gb deste, oferece um número ilimitado de mensagens, pesquisas e integração com apps e permite comunicação áudio e vídeo directo entre elementos do mesmo grupo.
sábado, julho 14, 2018
sexta-feira, julho 13, 2018
A Nanocom de 1ª geração - 4ª parte
Comparada com as Nanocom Evolution, o modelo inicial tem óbvias limitações, nomeadamente pelo facto de não poder ser utilizada como consola de informação suplementar, com apresentação de informação em tempo real, ou pela rapidez com que é efectuada a ligação a um computador, sendo patente que as duas centenas de Euros de diferença no preço correspondem a uma evolução real a nível do "hardware", enquanto as formas de licenciamento se revelam mais favoráveis no primeiro modelo.
Em contrapartida, este modelo é compacto e resistente, muito fácil de acondicionar e de transportar, sendo fácil colocar a Nanocom com os cabos dentro de uma pequena caixa estanque, que pode ser adquirida por um preço baixo, e que pode ficar acondicionada debaixo de um dos assentos do Defender ou atrás destes, embora neste último caso fique mais exposta em caso de assalto.
Convém registar o equipamento, para o que pode ser necessário contactar o fabricante, de modo a que o número de identificação volte a ficar disponível, o que facilita em muito o suporte, abrindo caminho para a participação nos foruns, onde muitas das questões relativas a este modelo são abordadas e respondidas, evitando-se assim a espera de uma resposta pessoal por parte da Blackbox.
Obviamente, qualquer opinião será discutível, mas o nosso conselho vai no sentido de, caso necessitem de um equipamento de diagnóstico para Land Rover que inclua os Td5 e seja possível encontrar uma Nanocom de 1ª geração por um preço que se aproxime das duas centenas de libras, que não percam a oportunidade de o adquirir.
Em contrapartida, este modelo é compacto e resistente, muito fácil de acondicionar e de transportar, sendo fácil colocar a Nanocom com os cabos dentro de uma pequena caixa estanque, que pode ser adquirida por um preço baixo, e que pode ficar acondicionada debaixo de um dos assentos do Defender ou atrás destes, embora neste último caso fique mais exposta em caso de assalto.
Convém registar o equipamento, para o que pode ser necessário contactar o fabricante, de modo a que o número de identificação volte a ficar disponível, o que facilita em muito o suporte, abrindo caminho para a participação nos foruns, onde muitas das questões relativas a este modelo são abordadas e respondidas, evitando-se assim a espera de uma resposta pessoal por parte da Blackbox.
Obviamente, qualquer opinião será discutível, mas o nosso conselho vai no sentido de, caso necessitem de um equipamento de diagnóstico para Land Rover que inclua os Td5 e seja possível encontrar uma Nanocom de 1ª geração por um preço que se aproxime das duas centenas de libras, que não percam a oportunidade de o adquirir.
quinta-feira, julho 12, 2018
Adicionar "bluetooth" a um rádio antigo
Já apresentamos alguns pequenos acessórios que permitem adicionar funcionalidades de "bluetooth" e leitura de suportes digitais a um auto rádio que possui apenas uma entrada normalizada de 3.5 milímetros, destinada a ligar à porta AUX, que serve igualmente de suporte físico do equipamento.
Com apenas 55 x 25 x 10 milímetros, suportanto "bluetooth" v4.0+EDR Classe 2 e um perfíl de áudia A2DP, operando na banda dos 2.4 GHz, este adaptador é carregado via porta micro USB, o que permite operar até 8 horas, sendo ligado à saída do rádio, após o que deverá ser emparelhado com um equipamento móvel.
Para além de servir de ligação, disponibilizando funcionalidades de "kit" de mãos livres entre um dispositivo móvel e o rádio, incorporando um microfone, permite ainda ouvir neste o conteúdo de um cartão SD, com capacidade de até 32 Gb, disponibilizando-o através da conexão AUX.
O preço deste dispositivo, incluindo cabo, conector e manual, bem como os portes, fica pouco acima dos 4 Euros, e permite dar uma nova vida a um rádio antigo, constituindo uma boa alternativa a outros "kits" de mãos livres, mas pode, igualmente, ser ligado a uns simples auscultadores ou sistema de som, adicionando novas funcionalidades e podendo facilmente transitar de um equipamento para outro, bastando encaixá-lo no conector AUX.
Com apenas 55 x 25 x 10 milímetros, suportanto "bluetooth" v4.0+EDR Classe 2 e um perfíl de áudia A2DP, operando na banda dos 2.4 GHz, este adaptador é carregado via porta micro USB, o que permite operar até 8 horas, sendo ligado à saída do rádio, após o que deverá ser emparelhado com um equipamento móvel.
Para além de servir de ligação, disponibilizando funcionalidades de "kit" de mãos livres entre um dispositivo móvel e o rádio, incorporando um microfone, permite ainda ouvir neste o conteúdo de um cartão SD, com capacidade de até 32 Gb, disponibilizando-o através da conexão AUX.
O preço deste dispositivo, incluindo cabo, conector e manual, bem como os portes, fica pouco acima dos 4 Euros, e permite dar uma nova vida a um rádio antigo, constituindo uma boa alternativa a outros "kits" de mãos livres, mas pode, igualmente, ser ligado a uns simples auscultadores ou sistema de som, adicionando novas funcionalidades e podendo facilmente transitar de um equipamento para outro, bastando encaixá-lo no conector AUX.
quarta-feira, julho 11, 2018
A Nanocom de 1ª geração - 3ª parte
O manual das Nanocom, tal como o "software" de suporte, está disponível e a sua leitura é essencial para quem pretenda utilizar um equipamento que, acedendo directamente a parâmetros de funcionamento de um veículo, pode causar danos sérios, pelo que se aconselha a uma aprendizagem com alguém com experiência, que possa elucidar quanto a algumas das opções e respectivas consequências, evitando erros com consequências graves.
Dependendo do veículo em que é utilizada, a Nanocom oferece um conjunto de funcionalidades diferentes, embora com um conjunto de traços comuns, como a gestão do motor, modificação de valores ou de configuração de diversos parâmetros de funcionamento, análise de dados, leitura e remoção de códigos de erro, emparelhamento do imobilizador ou ajustes diversos, como alguns modelos de suspensão.
Obviamente, será necessário ao utilizador saber interpretar a informação recebida e, caso necessário, adoptar os procedimentos para efectuar as alterações necessárias ou corrigir problemas existentes, seja pessoalmente, seja recorrendo a quem tenha a capacidade técnica para o fazer, sem o que os dados obtidos serão meramente informativos o que, em muitos casos, será, só por sí, uma vantagem a ter em conta.
A programação de unidades de gestão recorrendo ao envio de um ficheiro, é uma das funcionalidades mais conhecidas das Nanocom, podendo efectuar a salvaguarda da parametrização existente ou enviar um novo mapa, caso o veículo em causa assim o permita, o que acontece, nomeadamente, com os Td5 com as centralinas NNN, que pode ser programado via porta OBD2.
Dependendo do veículo em que é utilizada, a Nanocom oferece um conjunto de funcionalidades diferentes, embora com um conjunto de traços comuns, como a gestão do motor, modificação de valores ou de configuração de diversos parâmetros de funcionamento, análise de dados, leitura e remoção de códigos de erro, emparelhamento do imobilizador ou ajustes diversos, como alguns modelos de suspensão.
Obviamente, será necessário ao utilizador saber interpretar a informação recebida e, caso necessário, adoptar os procedimentos para efectuar as alterações necessárias ou corrigir problemas existentes, seja pessoalmente, seja recorrendo a quem tenha a capacidade técnica para o fazer, sem o que os dados obtidos serão meramente informativos o que, em muitos casos, será, só por sí, uma vantagem a ter em conta.
A programação de unidades de gestão recorrendo ao envio de um ficheiro, é uma das funcionalidades mais conhecidas das Nanocom, podendo efectuar a salvaguarda da parametrização existente ou enviar um novo mapa, caso o veículo em causa assim o permita, o que acontece, nomeadamente, com os Td5 com as centralinas NNN, que pode ser programado via porta OBD2.
terça-feira, julho 10, 2018
Google Maps implementa funcionalidades do Waze - 2ª parte
A existência de obstáculos ou constrangimentos numa via implica um recálculo de trajectos ou o aviso de demora, pelo que a implementação desta funcionalidade terá um impacto nalguns casos superior à habitual informação da densidade do trânsito, já presente no Google Maps, e que não traduz toda a realidade deste, conferindo um nível de actualização em tempo real muito superior.
Aqueles que são "beta testers" podem, desde já, descarregar a "Maps - Navigation & Transport (Beta)", a aplicação ainda em fase de teste, destinada a plataformas móveis Android", onde as novidades surgem em primeiro lugar, sendo patente a evolução a nível do próprio nome, agora modificado.
Naturalmente, o recurso a versões de teste implica alguns riscos, mas o facto é que, no respeitante aquelas que são disponibilizadas pelo Google, este tem sido insignificante, com as novas características e correcção de erros a justificar a inclusão no programa que permite avaliar cada versão antes de esta ser disponibilizada para o público em geral.
Admitimos que o facto de o Waze se basear num conceito diferente, que funciona mais como comunidade interactiva, lhe tem permitido manter a autonomia, mas, face à actual evolução, estamos crentes que haverá uma integração, mesmo que o Google mude algo nos seus Maps, incluindo o próprio nome, como forma de satisfazer os utilizadores do Waze e estimular a sua permanência e interactividade na nova plataforma que se avizinha.
Aqueles que são "beta testers" podem, desde já, descarregar a "Maps - Navigation & Transport (Beta)", a aplicação ainda em fase de teste, destinada a plataformas móveis Android", onde as novidades surgem em primeiro lugar, sendo patente a evolução a nível do próprio nome, agora modificado.
Naturalmente, o recurso a versões de teste implica alguns riscos, mas o facto é que, no respeitante aquelas que são disponibilizadas pelo Google, este tem sido insignificante, com as novas características e correcção de erros a justificar a inclusão no programa que permite avaliar cada versão antes de esta ser disponibilizada para o público em geral.
Admitimos que o facto de o Waze se basear num conceito diferente, que funciona mais como comunidade interactiva, lhe tem permitido manter a autonomia, mas, face à actual evolução, estamos crentes que haverá uma integração, mesmo que o Google mude algo nos seus Maps, incluindo o próprio nome, como forma de satisfazer os utilizadores do Waze e estimular a sua permanência e interactividade na nova plataforma que se avizinha.
segunda-feira, julho 09, 2018
A Nanocom de 1ª geração - 2ª parte
Tendo capacidade para ser utilizada de forma independente, sem ligação a um computador, estas Nanocom são muito pequenas, fáceis de transportar e, para além do cabo de ligação à porta OBD2, dispensam outros acessórios, tendo capacidade de armazenar na sua memória interna mapas e dados, o que garante a sua autonomia mesmo quando utilizadas para reprogramar uma centralina.
Embora fáceis de usar, o tipo de écran utilizado restringe muito os modos de navegação, tornando-a algo fastidiosa, muito passo a passo, subindo e descendo níveis e selecionando opções no termo de um acesso moroso e nem sempre intuitivo em termos de disposição dos vários menús hierárquicos, tornando este equipamento em algo tão distante do modelo actual como os actuais "smartphones" o são dos antigos telemóveis.
Naturalmente, para outro tipo de funcionalidades, inclusivé para carregar dados, a ligação a um computador é essencial, para o que é necessário instalar o programa que o fabricante disponibiliza para o efeito e pode ser descarregado gratuitamente, sendo assim possível aceder de forma mais simples aos vários menús, agora em modo gráfico e com o auxílio de um teclado e de um rato.
Mais importante que a facilidade de utilização via computador, é a possibilidade de observar a informação em modo gráfico ou em tabelas, o que permite aceder e entender um vasto conjunto de informação que, no pequeno écran da Nanocom, resulta de difícil acesso ou cuja forma de apresentação condiciona a respectiva utilidade, dificultando a sua interpretação.
Embora fáceis de usar, o tipo de écran utilizado restringe muito os modos de navegação, tornando-a algo fastidiosa, muito passo a passo, subindo e descendo níveis e selecionando opções no termo de um acesso moroso e nem sempre intuitivo em termos de disposição dos vários menús hierárquicos, tornando este equipamento em algo tão distante do modelo actual como os actuais "smartphones" o são dos antigos telemóveis.
Naturalmente, para outro tipo de funcionalidades, inclusivé para carregar dados, a ligação a um computador é essencial, para o que é necessário instalar o programa que o fabricante disponibiliza para o efeito e pode ser descarregado gratuitamente, sendo assim possível aceder de forma mais simples aos vários menús, agora em modo gráfico e com o auxílio de um teclado e de um rato.
Mais importante que a facilidade de utilização via computador, é a possibilidade de observar a informação em modo gráfico ou em tabelas, o que permite aceder e entender um vasto conjunto de informação que, no pequeno écran da Nanocom, resulta de difícil acesso ou cuja forma de apresentação condiciona a respectiva utilidade, dificultando a sua interpretação.
domingo, julho 08, 2018
Pinos com bola de reboque - 2ª parte
A questão do comprimento é, portanto, relevante, seja pela necessidade de ter margem para aperto, seja porque um pino excessivamente comprido fica vulnerável, ou pode constituir um perigo em diversas situações, pelo que pode ser necessário cortar o excesso, deixando uma margem de segurança, e efectuar um novo furo para que o pino de segurança fique no lugar pretendido.
Quando fora de uso, este tipo de pino com bola de reboque não pode estar no veículo, devendo ser removido e guardado, o que, para além de respeitar a legalidade, também contribui para prevenir eventuais furtos, podendo-se, para o evitar, fazer passar um cadeado pelo furo do pino de segurança.
Deve-se, ainda, respeitar os limites do sistema de engate do veículo, verificar a sua correcta fixação, e ter em atenção que a condução com um reboque tem diversas implicações a nível de condução, sobretudo quando este não tem qualquer tipo de sistema de travagem, o que se traduz num comportamento muito dependente do tipo de condução e das manobras efectuadas.
É de esperar que um destes pinos custe perto de uma trintena de Euros, dependendo do modelo exacto, dado que existem modelos que têm um maior diâmetro, suportanto maior peso de reboque, a que acrescem, eventualmente, portes, pelo que se deve contar com 40 Euros para um pino com a configuração adequada, podendo ser um pouco mais caso se opte por algum tipo de modificação.
Quando fora de uso, este tipo de pino com bola de reboque não pode estar no veículo, devendo ser removido e guardado, o que, para além de respeitar a legalidade, também contribui para prevenir eventuais furtos, podendo-se, para o evitar, fazer passar um cadeado pelo furo do pino de segurança.
Deve-se, ainda, respeitar os limites do sistema de engate do veículo, verificar a sua correcta fixação, e ter em atenção que a condução com um reboque tem diversas implicações a nível de condução, sobretudo quando este não tem qualquer tipo de sistema de travagem, o que se traduz num comportamento muito dependente do tipo de condução e das manobras efectuadas.
É de esperar que um destes pinos custe perto de uma trintena de Euros, dependendo do modelo exacto, dado que existem modelos que têm um maior diâmetro, suportanto maior peso de reboque, a que acrescem, eventualmente, portes, pelo que se deve contar com 40 Euros para um pino com a configuração adequada, podendo ser um pouco mais caso se opte por algum tipo de modificação.
sábado, julho 07, 2018
Uma década após Gatochy partir
Hoje passam 10 anos, uma década, sobre a partida de Gatochy, o primeiro companheiro felino que habitou esta casa, e o que mais tempo nela permanenceu, aqui vivendo os 13 anos da sua algo tumultuosa e sempre movimentada e algo arriscada vida, enquanto percorria as ruas do bairro que constituiam o seu pequeno Mundo.
Ao longo desses anos de vida, por vezes complicada, seja por motivos de saúde, seja pelo permanente conflito que a opunha aos gatos do bairro, na altura particularmente numerosos, mas cuja quantidade não assustava Gatochy, a companhia desta pequena felina de carácter único, terna e por vezes algo mal humorada, nunca deixou ninguém indiferente, incluindo os seus numerosos inimigos de quatro patas, culpados de viver no mesmo bairro que ela.
Todos estes amiguitos, na sua individualidade e no seu carácter único, são sempre especiais, e, manifestamente, Gatochy possuia muitas características irrepetíveis, sendo exemplo do comportamente de um gato que, por se sentir protegido, ganha a confiança para enfrentar inimigos de dimensões muito superiores, incluindo cães de dimensões médias, sempre movido pelo ciúme e territorialidade de quem se considera o dono do bairro.
Gatochy partiu a 07 de Julho de 2008, pelas 01:15, e por essa razão, os "posts" que lembram a sua vida e são publicados nesta data, são os únicos deste "blog" que não são publicados às 00:00, mas na hora em que deixou este Mundo para o que, em vida, sempre foi chamado o "Paraíso dos gatos que odeiam outros gatos" e onde, presume-se, não haja mais exemplares da mesma espécie.
Ao longo desses anos de vida, por vezes complicada, seja por motivos de saúde, seja pelo permanente conflito que a opunha aos gatos do bairro, na altura particularmente numerosos, mas cuja quantidade não assustava Gatochy, a companhia desta pequena felina de carácter único, terna e por vezes algo mal humorada, nunca deixou ninguém indiferente, incluindo os seus numerosos inimigos de quatro patas, culpados de viver no mesmo bairro que ela.
Todos estes amiguitos, na sua individualidade e no seu carácter único, são sempre especiais, e, manifestamente, Gatochy possuia muitas características irrepetíveis, sendo exemplo do comportamente de um gato que, por se sentir protegido, ganha a confiança para enfrentar inimigos de dimensões muito superiores, incluindo cães de dimensões médias, sempre movido pelo ciúme e territorialidade de quem se considera o dono do bairro.
Gatochy partiu a 07 de Julho de 2008, pelas 01:15, e por essa razão, os "posts" que lembram a sua vida e são publicados nesta data, são os únicos deste "blog" que não são publicados às 00:00, mas na hora em que deixou este Mundo para o que, em vida, sempre foi chamado o "Paraíso dos gatos que odeiam outros gatos" e onde, presume-se, não haja mais exemplares da mesma espécie.
sexta-feira, julho 06, 2018
A Nanocom de 1ª geração - 1ª parte
Os proprietários dos Land Rover com motor Td5 deparam-se frequentemente com a incompatibilidade de muitos equipamentos de diagnóstico, que recorrem a protocolos padronizados, e se vêm impossibilitados de aceder à electrónica destes veículos, o que pode obrigar ao recurso à rede de concessionários do fabricante ou a um conjunto de especialistas, nem sempre disponíveis onde deles se necessita.
Já abordamos alguns dos diversos tipos de equipamentos electrónicos que podem ser utilizados nestes veículos, a maioria dos quais tem preços que variam entre os 300 e os 400 Euros e um licenciamento por modelo, o que pode encarecer algumas soluções, nomeadamente quando se pretende abranger diversos modelos, o que pode obrigar a adquirir uma licença individual para cada um, resultando num custo final francamente elevado.
A primeira geração de Nanocom, destinada aos modelos com motor Td5 e que, posteriormente, foi alargada aos Defender com motores 2.4 e alguns Range Rover, apesar da sua simplicidade e de um "interface" gráfico ultrapassado, pode constituir uma alternativa a ter em conta, com alguns exemplares a poderem ser adquiridos por perto de duas centenas de libras, perto de 230 Euros, já completamente desbloqueadas para todo o conjunto de modelos que suportam.
Sob o ponto de vista de custos, mesmo tendo em conta uma maior dificuldade de utilização, a abrangência destas Nanocom de 1ª geração será, portanto, a mais razoável, por incluir, caso completamente desbloqueada, o acesso aos Defender e Discovery Td5, aos Defender Td4 e aos Range Rover P38, o que, noutra solução, implica gastar perto de um milhar de Euros, portanto, entre quatro e cinco vezes mais do que optando por este modelo.
Já abordamos alguns dos diversos tipos de equipamentos electrónicos que podem ser utilizados nestes veículos, a maioria dos quais tem preços que variam entre os 300 e os 400 Euros e um licenciamento por modelo, o que pode encarecer algumas soluções, nomeadamente quando se pretende abranger diversos modelos, o que pode obrigar a adquirir uma licença individual para cada um, resultando num custo final francamente elevado.
A primeira geração de Nanocom, destinada aos modelos com motor Td5 e que, posteriormente, foi alargada aos Defender com motores 2.4 e alguns Range Rover, apesar da sua simplicidade e de um "interface" gráfico ultrapassado, pode constituir uma alternativa a ter em conta, com alguns exemplares a poderem ser adquiridos por perto de duas centenas de libras, perto de 230 Euros, já completamente desbloqueadas para todo o conjunto de modelos que suportam.
Sob o ponto de vista de custos, mesmo tendo em conta uma maior dificuldade de utilização, a abrangência destas Nanocom de 1ª geração será, portanto, a mais razoável, por incluir, caso completamente desbloqueada, o acesso aos Defender e Discovery Td5, aos Defender Td4 e aos Range Rover P38, o que, noutra solução, implica gastar perto de um milhar de Euros, portanto, entre quatro e cinco vezes mais do que optando por este modelo.
quinta-feira, julho 05, 2018
Google Maps implementa funcionalidades do Waze - 1ª parte
Quando o Google adquiriu a empresa proprietária do Waze, conhecido pela interactividade dos seus utilizadores, que, através desta plataforma enviam alertas ou avisos relativos a constrangimentos rodoviários, esperava-se que esta viesse a integrar ou fundir-se com o Google Maps.
No entanto, o Waze tem mantido a sua autonomia, baseando-se agora nos excelentes mapas do Google, sem que este último tenha tido benefícios aparentes, para além do acesso a tecnologia e base de utilizadores, algo que parece estar a mudar, com a integração de funcionalidades do Waze no Google Maps.
Embora apenas ao alcance de alguns, o facto é que já existem utilizadores que podem assinalar incidentes de trânsito recorrendo ao Google Maps e partilhando estes dados com outros utilizadores da plataforma, reproduzindo o que sucede desde há muito com o Waze, o que pode indiciar uma fusão das duas plataformas, que partilharão a mesma tecnologia.
Para além da possibilidade de informar quanto a alterações a nível de trânsito, a aplicação passa a perguntar se esta se confirma, ou se mantém, ou se já não se verifica, o que irá resultar na sua remoção e no novo cálculo de itinerários, deixando de considerar a via como tendo um constrangimento ou um impedimento.
No entanto, o Waze tem mantido a sua autonomia, baseando-se agora nos excelentes mapas do Google, sem que este último tenha tido benefícios aparentes, para além do acesso a tecnologia e base de utilizadores, algo que parece estar a mudar, com a integração de funcionalidades do Waze no Google Maps.
Embora apenas ao alcance de alguns, o facto é que já existem utilizadores que podem assinalar incidentes de trânsito recorrendo ao Google Maps e partilhando estes dados com outros utilizadores da plataforma, reproduzindo o que sucede desde há muito com o Waze, o que pode indiciar uma fusão das duas plataformas, que partilharão a mesma tecnologia.
Para além da possibilidade de informar quanto a alterações a nível de trânsito, a aplicação passa a perguntar se esta se confirma, ou se mantém, ou se já não se verifica, o que irá resultar na sua remoção e no novo cálculo de itinerários, deixando de considerar a via como tendo um constrangimento ou um impedimento.
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















