Faz hoje 25 anos que ocorreu o maior ataque terrorista da História, quando uma organização terrorista desviou quatro aviões, com os quais atacou as Torres Gémeas, em Nova Iorque, e o edifício do Pentágono, tendo o quarto avião caído quando os passageiros, apercebendo-se da situação, tentaram recuperar o controle da aeronave.
Quase 3.000 pessoas, incluindo mais de 400 bombeiros e polícias, e os próprios terroristas, perderam a vida neste atentado que mudou o Mundo tal como o conhecemos, demonstrando até que ponto mesmo os países mais seguros, independentemente da sua localização, são vulneráveis a ataques, sobretudo quando os atacantes estiverem dispostos a perder a vida para alcançar os seus objectivos.
A este número, tem que se acrescentar todos aqueles cuja vida foi afectada de forma tão grave que a sua longevidade diminuiu de forma muito substancial, sendo muito numerosos aqueles que sofreram de problemas de saúde extremamente graves, resultantes da exposição a elementos químicos, para cuja presença as autoridades, não obstante o seu conhecimento, não alertaram potenciais vítimas.
Sabe-se hoje da existência de centenas de documentos alertando para as consequências para a saúde dessa exposição, sendo desconhecido o número de vítimas, mas havendo a certeza de que ultrapassa em muito o número de vítimas directas, ou seja aquelas que morreram nos ataques, pelo que a tragédia desse atentado vai muito para além dos quase 3.000 que constam dos registos oficiais.
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