sexta-feira, dezembro 11, 2009

Marcha contra as taxas nas áreas protegidas - 2ª parte


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Uma área protegida

Assim, cabe aos interessados, caso o ICNB, por critérios que a ele pertencem, considere necessário uma avaliação no local do impacto da actividade, podendo o montante atingir os 1.000 euros, quantia estabelecida como limite máximo.

Estas regras são aplicadas a todos os interessados, incluindo montanhistas, escaladores, praticantes de desportos motorizados, caçadores e até prevê o uso de actividades pirotécnicas, algo absurdo neste tipo de espaços.

Esta portaria absurda encontra-se suspensa desde a semana passada, mas exige-se a revogação da mesma, dado constituir um obstáculo ao usufruto de espaços naturais que a todos pertencem e a contribuir para o isolamento e abandono dos mesmos.

Convidam-se todos os amantes da Natureza a participar nesta iniciativa, ou noutras que visem os mesmos fins, de modo a que as áreas protegidas estejam, dentro de regras razoáveis, acessíveis a todos, algo que é essencial não apenas para a sua sustentabilidade, como para a sua protecção.

Fire Pro 2009 começa hoje em Águeda


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Um incêndio florestal em Portugal

Realiza-se a partir desta sexta-feira em Águeda, por iniciativa dos Bombeiros Voluntários locais, o encontro internacional Fire Pro 2009, contando com a presença de mais de uma centena de especialistas provenientes da Alemanha, Espanha, Estados Unidos da América, França, República Checa e Portugal.

Nas sessões que decorrerão de sexta a domingo no Cine-Teatro São Pedro, em Águeda, serão debatidos diversos temas relacionados com o combate aos fogos, de modo a que os participantes partilhem experiências e técnicas, enquanto no exterior haverá uma exposição de veículos e equipamentos.

Em simultâneo decorrerão cinco "workshops" que abordam temáticas nas áreas de organização inicial de teatros de operações, segurança no combate a incêndios florestais e comportamento do fogo, fogo de supressão, busca e salvamento, e condução fora de estrada.

Este evento conta com apoios institucionais, entre eles o da Autoridade Nacional de Protecção Civil, estando presente o comandante nacional de operações de socorro, da Liga dos Bombeiros Portugueses, da Escola Nacional de Bombeiros e da Câmara Municipal de Águeda.

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Marcha contra as taxas nas áreas protegidas - 1ª parte


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Uma área protegida

Vai-se realizar no próximo dia 12 de Dezembro uma marcha silenciosa que visa protestar contra as taxas a pagar para organizar actividades que impliquem aceder aos espaços naturais protegidos na dependência do Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade (ICNB).

A iniciativa decorre em Braga, com concentração pelas 09:00 junto do Arco da Porta Nova e precorrerá diversas artérias da cidade, terminando na Avenida Central, tendo a organização solicitado que os participantes enverguem roupas pretas ou usem uma fita negra no seu bastão.

O objectivo é revogar a Portaria 1245/2009, que estabelece taxas a apgar para aceder às áreas dependentes do ICNB, os quais limitam severamente os acessos e criam obstáculos quase instansponíveis à prática de diversas actividades.

A legislação constante da portaria visada estabelece um montante de 200 euros apenas para que o ICNB aprecie o pedido, que pode ser algo tão trivial e inócuo como um simples passeio a pé para observar a Natureza, organizado por um simples clube, mas que pode atingir valores ainda mais absurdos caso haja deslocações de técnicos ao local.

Correntes de neve - 2ª parte


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Um modelo de pneus de neve

Lembramos que as correntes de neve não são universais, destinando-se a dimensões de pneus específicas, sem o que são impossíveis de ajustar devidamente, convertendo-se elas próprias numa autêntico perigo para o veículo e respectivos ocupantes, bem como para os demais utentes da via.

Os preços dos conjuntos de correntes são bastante variáveis, dependendo das dimensões e da espessura dos elos, que podem ir desde os 9 até aos 16 mm, para usar medidas típicas, com os modelos de maior dimensão e complexidade a serem destinados a veículos de maior porte ou aos todo o terreno.

Como consequência, os preços variam substancialmente, podendo ir desde menos de cinquenta euros, com os modelos mais dispendiosos a ultrapassar facilmente os cem, nomeadamente quando destinados a veículos todo o terreno com pneus de maior dimensão.

O resultado é mais um problema orçamental, quando se trata de equipar uma pequena frota, sabendo-se que a disponibilidade financeira dos corpos de bombeiros é reduzida e o desgaste deste tipo de material, dependendo das situações e circunstâncias de uso, tende a ser elevado e obrigar a substituições periódicas.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Autostyle Head Up Display com GPS


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O Autostyle Head Up Display

O Autostyle Head Up Display com GPS é um equipamento multifunções que se destina a projectar sobre o parabrisas a velocidade de um veículo, podendo em simultâneo enviar comandos NMEA para um computador portátil ou PDA via "bluetooth".

Este equipamento recebe informação relativa à velocidade via GPS, podendo servir de avisador de excesso de velocidade e como substituto de um receptor de GPS convencional que envie dados por "bluetooth".

Como forma de alimentação, está incluido um cabo adaptador USB que permite ligar à tomada de isqueiro do automóvel, sendo também fornecido um tapete antiderrapante para facilitar a fixação do equipamento.

Por perto de 120 euros, incluindo portes, este modelo da Autostyle é francamente mais dispendioso que um GPS convencional, pelo que, a menos que haja interesse na função de projecção da velocidade, este será um modelo cuja aquisição dificilmente se justificará.

Acidente com chuva fere 3 bombeiros - 2ª parte


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Uma ambulância acidentada

As ambulâncias, eventualmente com raras excepções, são veículos de estrada, destinadas a efectuar percursos em asfalto, com condições climáticas moderadas, tendo as características de condução inerentes aos veículos de médio porte, cujo centro de gravidade é elevado e são vulneráveis a ventos laterais.

Por outro lado, a própria intervenção no local assume contornos de maior risco, com a possibilidade de o pessoal de socorro poder ser atingido por veículos em despiste, tal como sucedeu recentemente perto de Aveiro, onde diversas viaturas dos bombeiros foram danificadas quando um condutor perdeu o controle do automóvel que conduzia.

Desta forma, o risco é mais do que duplicado, acrescendo a possibilidade real de a missão ser interrompida, mesmo que sem danos para os intervenientes, obrigando à mobilização de novos meios, que poderão estar mais distantes, serem menos adequados e, o que é mais grave, não chegaram atempadamente ao local onde a sua presença é solicitada.

Este é um assunto que, infelizmente, estamos convencidos que irá ser repetidamente abordado nos próximos meses, levando a reequacionar políticas, em termos gerais, mas também casos concretos onde a introdução de alguns equipamentos ou dispositivos poderá ser decisivo para reduzir os riscos inerentes a este tipo de missão.

terça-feira, dezembro 08, 2009

Correntes de neve - 1ª parte


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Um exemplo de correntes de neve

Circular na neve obriga a pneus adequados, algo que tende a ser dispendioso se incluirmos as jantes, ou ao uso de correntes de neve, situação mais acessível, mas nem sempre a mais prática e que implica aquisições algo volumosas.

A falta de disponibilidade de correntes de neve para uso generalizado, mesmo em zonas ou locais de queda de neve, continua a fazer-se sentir, afectando tanto os meios de socorro como os veículos particulares, que assim terão maior probabilidade de acidente ou, simplesmente, de ficarem retidos, obrigando a uma evacuação.

Mesmo havendo disponibilidade, o recurso a correntes de neve implica instalação prévia, caso se queira evitar a situação de as colocar após um pedido ou o surgimento de uma situação, do que decorrem demoras por vezes inaceitáveis, obrigando, eventualmente ao esforço suplementar de as colocar e remover conforme o estado das estradas na região.

Em zonas mistas, onde apenas parte das vias requerem o uso de correntes, a situação pode ser ainda mais complexa, obrigando a escolher quais os meios que as devem ter instaladas e quais os que não devem, limitando posteriormente a escolha daqueles que poderão desempenhar missões numa e noutra área.

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Almoço de Natal da Land Lousã


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Um Land Rover na Lousã

Realiza-se no próximo Domingo, dia 13 de Dezembro, o almoço de Natal da LandLousã, com o objectivo de auxiliar a comunidade juvenil de S. Francisco de Assis de Olho Marinho, em Vila Nova de Poiares.

O almoço terá Restaurante Encosta da Seara, na Vila de Goís, que tem uma capacidade de 60 lugares, pelo que a inscrição deve ser feita com a brevidade possível para o endereço de correio da LandLousã.

Solicita-se aos participantes que levem brinquedos, roupas e calçado que já não utilizem ou material escolar como cadernos, lapís ou canetas que possam tornar mais feliz o Natal dos jovens da comunidade de S. Francisco de Assis.

Acidente com chuva fere 3 bombeiros - 1ª parte


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Uma ambulância acidentada

Apesar de ter resultado apenas em feridos sem gravidade, embora com elevados prejuizos materiais, o acidente com uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) com tripulação de bombeiros de Vila Pouca de Aguiar obriga a recordar os riscos inerentes às missões de socorro.

A ambulância do INEM despistou-se em Vila Meã, quando seguia para Barbadães de Baixo, tendo colidido com duas viaturas estacionadas na berma da Estrada Nacional 2, após ter entrado em despiste numa estrada com piso molhado.

A chegada do Inverno, com chuva, gelo e neve, aliadas a condições de visibilidade menos favoráveis e a um maior desgaste do pessoal e das próprias viaturas propicía este tipo de acidentes e o aumento das distâncias a percorrer incrementa a probabilidade de haver problemas a vários níveis.

Surgem duas situações evidentes, sendo uma o treino para conduzir com a velocidade possível e a segurança aceitável nestas situações de transitabilidade, mas também a dos equipamentos necessários, que implicam dispor de veículos equipados de forma adequada.

domingo, dezembro 06, 2009

Bing Maps com Streetside rivaliza com o Google Street View


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Um écran do Bing Maps

Associado ao Bing, o motor de pesquisa da Microsoft, surge o rival do Google Maps, que foi designado, com alguma naturalidade, por Bing Maps, incluindo o serviço Streetside, que é o equivalente do seu competidor Street View.

Uma ligação ao Twitter permite visualizar no mapa o local de onde é enviado cada mensagem afixada neste serviço, sendo esta uma inovação face ao Google Maps, mas falta ainda a enorme extensão de aplicações que permitam ao producto da Microsoft uma expansão rápida.

A popularidade de um sistema de mapas depende por um lado dos dados disponibilizados e da sua actualidade, mas também da adesão de quem desenvolve aplicações que tirem partido da informação disponível e do suporte para dispositivos, como os receptores de GPS.

Com o Google Maps e Earth cada vez mais populares e servindo de base a numerosas aplicações e sistemas, será enorme o esforço que a Microsoft terá que fazer para competir num mercado crescente onde existe uma enorme predominância de um produto gratuito e de qualidade inegável.