Assim, um pneu com perto de 800 mm, como os 33x12.50 que temos, encontra-se dentro dos limites estipulados, podendo dispensar a alteração do sistema de velocimetro do Defender, o que pode implicar mexer nos carretos.
É de lembrar que ao mexer no conta-quilómetros para o aferir com novos pneumáticos, este deixa de contar correctamente a velocidade com as restantes medidas homologadas, mas aparentemente ninguém se preocupou muito com este efeito colateral.
O Laboratório de Tecnologia Automóvel (LTA), com instalações em Braga e Santarém, é uma das entidades que podem proceder às verificações e certificações que permitam introduzir nos documentos do veículo as novas medidas de pneus, emitindo uma declaração que será entregue no Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT).
Será com base na declaração que o IMTT procederá à emissão de novos documentos com a averbação da nova medida de pneus, de modo a que o veículo possa circular legalmente e ser aprovado nas Inspecções Periódicas Obrigatórias sem problemas.
sexta-feira, dezembro 18, 2009
quinta-feira, dezembro 17, 2009
Homologar pneus num Land Rover Defender - 1ª parte
A Land Rover é uma das marcas que oferece maior resistência na aceitação de medidas de pneus não homologados originalmente, obrigando os proprietários de veículos da marca que pretendam utilizar legalmente pneumáticos com medidas diferentes a um longo e dispendioso processo de resultado algo incerto.
São condições para homologar pneus que estes fiquem no interior da cava das rodas e que estas se encontrem em bom estado, que não toquem em nenhuma peça ou estrutura e que o conta-quilómetros continue a marcar correctamente a velocidade.
No caso dos Defender 90 encontram-se homologados, entre outros e dependendo do modelo exacto, pneus 265/75R16 e 235/85R16, com diametros nominais de 803,9 e 805.9 mm respectivamente, pelo que um pneu com uma altura de entre os 770 e os 840 mm estarão dentro do limite dos 5% relativamente a um erro de velocímetro.
Esta margem de erro de 5% é, na verdade, inferior ao de muitos automóveis, onde surgem diferenças que bem podem chegar aos 10%, mas é compreensível que no caso de modificações se imponham limites mais apertados.
São condições para homologar pneus que estes fiquem no interior da cava das rodas e que estas se encontrem em bom estado, que não toquem em nenhuma peça ou estrutura e que o conta-quilómetros continue a marcar correctamente a velocidade.
No caso dos Defender 90 encontram-se homologados, entre outros e dependendo do modelo exacto, pneus 265/75R16 e 235/85R16, com diametros nominais de 803,9 e 805.9 mm respectivamente, pelo que um pneu com uma altura de entre os 770 e os 840 mm estarão dentro do limite dos 5% relativamente a um erro de velocímetro.
Esta margem de erro de 5% é, na verdade, inferior ao de muitos automóveis, onde surgem diferenças que bem podem chegar aos 10%, mas é compreensível que no caso de modificações se imponham limites mais apertados.
Para-lamas extra-largos para Defender - 2ª parte
Os para-lamas extra-largos para Defender
O próprio material plástico é um GRP muito mais sólido e rígido que o original, algo essencial dadas as maiores dimensões e vulnerabilidade acrescida, sendo a substituição das peças originais algo fácil de ser efectuado, não obrigando a equipamentos específicos.
Os preços são extremamente variáveis, indo desde a centena de libras, mais portes que pagamos até perto de duzentos e cinquenta euros, pelo que se justifica uma pesquisa e mesmo alguma demora no sentido de conseguir o melhor preço, dado que as diferenças envolvidas são muito substanciais.
quarta-feira, dezembro 16, 2009
Adobe Reader é o programa mais vulnerável segundo a iDefense
O Adobe Reader, um programa destinado e ler documentos no popular formato PDF foi considerado pela iDefense como o "software" mais inseguro, ao apresentar um total de 45 vulnerabilidades diferentes, o triplo das descobertas o ano passado.
Este programa gratuito está instalado numa enorme percentagem de computadores, tornando-os vulneráveis a diversos tipos de ataque, ultrapassando assim outros produtos igualmente considerados como potencialmente perigosos em caso de ataque, como o Internet Explorer, Media Player ou o próprio Office da Microsoft.
Obviamente, para além das fragilidades do próprio programa, o facto de estes estarem muito disseminados e se destinarem a abrir ficheiros, muitas vezes de proveniencia desconhecida, aumenta em muito a sua vulnerabilidade e torna-os alvos preferenciais, sendo-lhes dedicado um tempo superior ao de outros produtos.
Apesar destas vulnerabilidades, o maior perigo resulta da falta de atenção dos utilizadores, que muitas vezes ignoram regras básicas de segurança, desleixam a instalação e actualização de programas como os anti-vírus ou "firewalls" e adoptam comportamentos de risco, visitando "sites" onde é previsível que se encontrem alojados vírus.
Este programa gratuito está instalado numa enorme percentagem de computadores, tornando-os vulneráveis a diversos tipos de ataque, ultrapassando assim outros produtos igualmente considerados como potencialmente perigosos em caso de ataque, como o Internet Explorer, Media Player ou o próprio Office da Microsoft.
Obviamente, para além das fragilidades do próprio programa, o facto de estes estarem muito disseminados e se destinarem a abrir ficheiros, muitas vezes de proveniencia desconhecida, aumenta em muito a sua vulnerabilidade e torna-os alvos preferenciais, sendo-lhes dedicado um tempo superior ao de outros produtos.
Apesar destas vulnerabilidades, o maior perigo resulta da falta de atenção dos utilizadores, que muitas vezes ignoram regras básicas de segurança, desleixam a instalação e actualização de programas como os anti-vírus ou "firewalls" e adoptam comportamentos de risco, visitando "sites" onde é previsível que se encontrem alojados vírus.
SIV podem ficar sem enfermeiros - 2ª parte
Todos este enfermeiros podem ser substituidos nos seus locais de origem, ficando assim sem o seu lugar no Serviço Nacional de Saúde e correndo o risco de não ficar no INEM, pelo que, face a esta instabilidade a opção tem sido a de regressar aos seus postos defenitivos, mesmo que daí resulte a imobilização das SIV.
No entanto, para além da falta de contratos, também os efectivos são insuficientes para assegurar os turnos completos, para o que cada ambulância SIV necessita de 5 enfermeiros, podendo apenas estar atribuidos actualmente entre quatro e dois.
Desta situação resultam turnos anormalmente longos, resultando num maior risco de acidente e menor eficácia no desempenho das missões, mas também a impossibilidade de manter a SIV operacional caso um dos elementos da equipa não esteja disponível, caso que pode acontecer por inúmeros motivos profissionais ou pessoais.
Após o encerramento de numerosos serviços de atendimento permanente, que consideramos um erro absurdo, nem mesmo a substituição por meios de socorro parece merecer o investimento e a atenção necessária por parte de entidades que continuam a misturar diversos conceitos e a ignorar as reais necessidades das populações, sobretudo as que estão mais isoladas e que, tendencialmente, são mais idosas e vulneráveis.
No entanto, para além da falta de contratos, também os efectivos são insuficientes para assegurar os turnos completos, para o que cada ambulância SIV necessita de 5 enfermeiros, podendo apenas estar atribuidos actualmente entre quatro e dois.
Desta situação resultam turnos anormalmente longos, resultando num maior risco de acidente e menor eficácia no desempenho das missões, mas também a impossibilidade de manter a SIV operacional caso um dos elementos da equipa não esteja disponível, caso que pode acontecer por inúmeros motivos profissionais ou pessoais.
Após o encerramento de numerosos serviços de atendimento permanente, que consideramos um erro absurdo, nem mesmo a substituição por meios de socorro parece merecer o investimento e a atenção necessária por parte de entidades que continuam a misturar diversos conceitos e a ignorar as reais necessidades das populações, sobretudo as que estão mais isoladas e que, tendencialmente, são mais idosas e vulneráveis.
terça-feira, dezembro 15, 2009
Telemóvel do Google previsto para 2010
Está previsto para 2010 o lançamento do telefone inteligente ou "smartphone" do Google, que correrá o sistema operativo "Android", desenvolvido pelo próprio Google e será construido pela HTC.
O novo modelo, ainda em fase de testes, já terá sido distribuido a alguns funcionários da empresa espalhados por todo o Mundo, que assim colaboram no desenvolvimento de novas funcionalidades e eliminação de erros, contribuindo para uma maior adequação a cada mercado específico.
Ainda existem poucos detalhes, mas as pistas apontam para um equipamento visualmente parecido com o iPhone da Apple, écran táctil e será designado por "Nexus One", sendo intenção do Google vender o "smartphone" via Internet e não associado a operadoras.
Os rumores de que o Google iria lançar um telemóvel existem há muito e a escolha da HTC não surpreende, dado já ter lançado outros modelos baseados em "Android", esperando-se que o preço seja convidativo e que as operadoras não imponham entraves ou restrições no uso deste equipamento.
O novo modelo, ainda em fase de testes, já terá sido distribuido a alguns funcionários da empresa espalhados por todo o Mundo, que assim colaboram no desenvolvimento de novas funcionalidades e eliminação de erros, contribuindo para uma maior adequação a cada mercado específico.
Ainda existem poucos detalhes, mas as pistas apontam para um equipamento visualmente parecido com o iPhone da Apple, écran táctil e será designado por "Nexus One", sendo intenção do Google vender o "smartphone" via Internet e não associado a operadoras.
Os rumores de que o Google iria lançar um telemóvel existem há muito e a escolha da HTC não surpreende, dado já ter lançado outros modelos baseados em "Android", esperando-se que o preço seja convidativo e que as operadoras não imponham entraves ou restrições no uso deste equipamento.
SIV podem ficar sem enfermeiros - 1ª parte
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) já alertou para a possibilidade de as ambulâncias de suporte imediato de vida (SIV) do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) poderão ficar sem enfermeiros, caso não sejam rapidamente integrados nos quadros da instituição que servem em regime de requisição.
Sem um concurso que promova a sua passagem para o INEM, ou a conclusão rápida do processo iniciado em Março e que continua sem fim à vista, caso estes enfermeiros não regressem aos respectivos hospitais de origem poderão perder o emprego.
O concurso iniciado em Março visava regularizar a situação de 80 dos 130 enfermeiros requisitados para as SIV, essenciais para manter operacionais estes meios que em muitos casos visam compensar o encerramento de serviços de atendimento permanente no Interior do País, mas um parecer jurídico considerou o processo ilegal.
Caso o segundo parecer, que deverá estar pronto até ao final do ano aponte no mesmo sentido, o concurso será anulado e terá que ser iniciado um novo processo com a brevidade possível, sem o que a possibilidade de haver uma perturbação séria do serviço é mais do que evidente.
Sem um concurso que promova a sua passagem para o INEM, ou a conclusão rápida do processo iniciado em Março e que continua sem fim à vista, caso estes enfermeiros não regressem aos respectivos hospitais de origem poderão perder o emprego.
O concurso iniciado em Março visava regularizar a situação de 80 dos 130 enfermeiros requisitados para as SIV, essenciais para manter operacionais estes meios que em muitos casos visam compensar o encerramento de serviços de atendimento permanente no Interior do País, mas um parecer jurídico considerou o processo ilegal.
Caso o segundo parecer, que deverá estar pronto até ao final do ano aponte no mesmo sentido, o concurso será anulado e terá que ser iniciado um novo processo com a brevidade possível, sem o que a possibilidade de haver uma perturbação séria do serviço é mais do que evidente.
segunda-feira, dezembro 14, 2009
Para-lamas extra-largos para Defender - 1ª parte
Os para-lamas extra-largos para Defender
Uma das condições é a de o erro do conta quilómetros ser inferior a 5%, algo que, efectivamente, nem sempre se verifica nos veículos com pneus homologados, obrigando a efectuar ajustes nos carretos.
Outra condição é a de os pneus não excederem os limites do veículo, sendo ilegal que saiam para o exterior do mesmo, o que pode implicar a substituição dos guarda-lamas em plástico dos Defender por uma versão mais larga.
Existem diversos fabricantes destes guarda-lamas, produzindo-os em diversos modelos e com qualidades completamente díspares, existindo versões em plástico GRP de uma solidez muito superior à do modelo de origem.
Descrepância entre mortos na estrada do Governo e da Medicina Legal é 55% - 2ª parte
Basicamente, será impossível que os números do IML estejam errados, ou, no limite, que o sejam por uma margem significativa, pelo que temos que considerar que a falha estará do lado do MAI, no que aparenta um interesse em anunciar menos vítimas do que as realmente existentes.
Naturalmente que a redução de vítimas de acidentes rodoviários, apesar da sua redução. não corresponde aos números do MAI, nem será de imputar ao Governo toda a responsabilidade pelo facto, algo que é evidente perante as constantes atitudes de risco que todos podemos testemunhar, mas a distorsão deve ser condenada.
A alteração da forma de contabilização há muito que deveria ter sido alterada, incluindo todos quantos, num período razoável, como o de um mês, falecem em consequência de um acidente, mas seria mais correcto haver um seguimento efectivo com um horizonte temporal mais alargado.
A realidade portuguesa, para além de todas as estatísticas, continua a ser verdadeiramente trágica, com números que, apesar da evolução dos últimos anos, são muito superiores à da maioria dos países da Europa Ocidental e merecem muito pouca reflexão por parte de todos quantos não são directamente atingidos.
Naturalmente que a redução de vítimas de acidentes rodoviários, apesar da sua redução. não corresponde aos números do MAI, nem será de imputar ao Governo toda a responsabilidade pelo facto, algo que é evidente perante as constantes atitudes de risco que todos podemos testemunhar, mas a distorsão deve ser condenada.
A alteração da forma de contabilização há muito que deveria ter sido alterada, incluindo todos quantos, num período razoável, como o de um mês, falecem em consequência de um acidente, mas seria mais correcto haver um seguimento efectivo com um horizonte temporal mais alargado.
A realidade portuguesa, para além de todas as estatísticas, continua a ser verdadeiramente trágica, com números que, apesar da evolução dos últimos anos, são muito superiores à da maioria dos países da Europa Ocidental e merecem muito pouca reflexão por parte de todos quantos não são directamente atingidos.
domingo, dezembro 13, 2009
Gmail já pode ser acedido offline
Disponibilizada há um ano pelo Google Labs, a aplicação que permite utilizar as funcionalidades do Gmail em modo "offline" passou a fazer parte integrante desta plataforma de correio electrónico.
A nova ferramente permite aos utilizadores do Gmail acederem a um conjunto limitado de funções de correio electrónico, como escrever, ler, pesquisar ou organizar mensagens sem estar ligado à Internet.
Durante o ano de disponibilidade como ferramenta experimental, esta aplicação foi das mais apreciadas pelos utilizadores, pelo que passou a fazer parte integrante da plataforma do Google e extendida a todas as caixas de correio.
Apesar de o conjunto das aplicações Google serem destinadas a operar "on-line", a possibilidade de funcionarem sem ligação activa à Internet é relevante, podendo ser mais uma vantagem sobre os seus rivais.
A nova ferramente permite aos utilizadores do Gmail acederem a um conjunto limitado de funções de correio electrónico, como escrever, ler, pesquisar ou organizar mensagens sem estar ligado à Internet.
Durante o ano de disponibilidade como ferramenta experimental, esta aplicação foi das mais apreciadas pelos utilizadores, pelo que passou a fazer parte integrante da plataforma do Google e extendida a todas as caixas de correio.
Apesar de o conjunto das aplicações Google serem destinadas a operar "on-line", a possibilidade de funcionarem sem ligação activa à Internet é relevante, podendo ser mais uma vantagem sobre os seus rivais.
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