quinta-feira, novembro 11, 2010

Sinais de ligação do conector OBD-2 - 1ª parte

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Ligações de um conversor OBD-2 - Série

Já apresentamos diversos produtos ou equipamentos que usam ligações OBD-2, pelo que se justifica detalhar um pouco o conector, com informação sobre os pinos utilizados.

Nem todos os pinos, concretamente o 1, 3, 8, 9, 11, 12 e 13, estão ligados, e a utilização dos restantes depende do protocolo utilizado, podendo ou não estar em uso conforme o equipamento e as respectivas funcionalidades ou configurações.

Em contrapartida, outros sinais são absolutamente decisivos para que a ligação funcione e uma variação de voltagem acima ou abaixo do que o equipamento necessita inviabiliza imediatamente qualquer comunicação, não chegando a ser testado qualquer dos protocolos disponíveis.

Entre estes, os mais sensíveis são os sinais de terra, nos pinos 4 e 5, e o 16, correspondente à voltagem da bateria, onde um valor um de 2 volts a mais ou a menos dos 12 pode inviabilizar a comunicação, razão pela qual esta muitas vezes não funciona em veículos que apresentam problemas eléctricos ou tão somente uma bateria parcialmente descarregada.

Não há socorro para este Orçamento... - 4ª parte

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Um helicóptero do INEM

O aumento de populações desempregadas nas grandes cidades, para além de todos os problema sociais que daí advêm, para além de criar situações de tensão e de conflitualidade crescentes, tornam virtualmente impossível manter um apoio mínimo por parte das instituições que prestam ajuda, elas próprias enfrentando dificuldades acrescidas perante a diminuição de meios e aumento de encargos.

Decorre desta problemática, e do aumento generalizado da pobreza, uma maior vulnerabilidade das populações, fruto da diminuição da qualidade e quantidade de alimentação, do corte em medicamentos, de uma menor qualidade de vida ou do aumento do stress, uma maior necessidade de intervenção mesmo a nível de um suporte que pode ser social, mas também se estende, no limite, à área do socorro.

Sabendo-se que em época de crise, para além da assistência social, os cuidados médicos e o esforço na área do socorro aumentam, situação potenciada por um conjunto de decisões que afasta parte da população dos locais onde o apoio é prestado, prevê-se um aumento em diversos tipos de missão, sobretudo em termos de transporte de doentes

A falta de confiança nacional tem tradução externa, patente na subida dos juros da dívida pública e na lamentável classificação do actual ministro das Finanças como o pior da Comunidade Europeia, bem como na continua falta de liquidez dos bancos portugueses e da crescente dificuldade em financiar-se no exterior, não apenas antecipa uma recessão, mas faz prever novos cortes comprometedores para a segurança dos cidadãos.

quarta-feira, novembro 10, 2010

Zapp quer implementar rede 4G/WiMax em 2011

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Um adaptador 4G/WiMax Samsung B3710

A Zapp.pt, uma das operadoras de Internet sem fios nacionais, acordou uma parceria com a empresa chinesa ZTE, que fabrica adaptadores de rede, no sentido de implementar aquela que será a primeira rede nacional de 4G/WiMAX.

A Zapp.pt pretende fazer migrar a sua actual rede CDMA 450 Mhz para CDMA2000, EVDO Revisão B, num projecto estimado em 30.000.000 de euros, que permitirá que os serviços 4G estejam disponíveis em Lisboa, Porto e noutras grandes cidades até Julho de 2011.

Em áreas de importância estratégica para a empresa, as velocidades chegarão aos 40 Mbps, sendo provavel que o equipamento de acesso a fornecer seja o adaptador USB ZTE TU25 WiMax, já disponível no mercado, onde concorre com modelos de diversos fabricantes asiáticos, com o da Samsung.

Com estas velocidades e o advento de "routers" que usam ligações sem fios com redundância ou "backup" no caso de falha da ligação principal, como o Asus RT N-13U, torna-se possível manter pequenas redes sempre activas e com um desempenho aceitável, de modo a que os utilizadores pouco se apercebam da queda do circuito de dados primário.

Criminalização da política? - 2ª parte

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Uma inauguração de uma estrada

No fundo, a menos que este ciclo vicioso, que ao invês de punir, premeia a incompetência e mesmo um conjunto de crimes, sejam eles devidamente tipificados, ou o sejam apenas de facto, como, por exemplo, o de quem promete o que sabe não poder cumprir ou para obter uma vantagem pessoal, sacrifica o interesse público, seja interrompido, dificilmente se pode inverter a degradação da imagem da política junto do cidadão comum.

Como forma não apenas de melhorar a imagem, mas sobretudo para premiar o mérito e expulsar os incompetentes, responsáveis pelo actual estado do País, manifestamente não basta deixar de eleger quem comete erros grosseiros, mas antecipar que quem não está à altura de um cargo, deixa de a ele concorrer, evitando assim enfrentar sérias consequências, é imperativa a alteração do actual quadro legal, passando as sanções para outro patamar.

Quando sabemos que um gestor, independentemente do grau da sua responsabilidade, muitas vezes devido a factores externos que podem, inclusivé, resultar de decisões governamentais, pode responder pessoalmente pelos pelos resultados da empresa, torna-se óbvio que o mesmo nível de responsabilização deve ser extendido a quem gere o património de todos de forma incompetente, prejudicando não apenas os funcionários de uma empresa, mas todo um País.

Apenas uma legislação benévola e desresponsbilizadora, feita pelos próprios, tem evitado que todo um conjunto de crimes sejam virtualmente impossíveis de punir, como a corrupção, ou completamente impossíveis, como a gestão criminosa de bens públicos, algo que, manifestamente terá que mudar, tal como acontece, por exemplo, na Islândia, onde, peranta uma situação de ruina, se optou por esta via.

terça-feira, novembro 09, 2010

Óculos de protecção ESS ICE 2.4 anti-reflexo

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Óculos de protecção ESS ICE 2.4 anti-reflexo

Já apresentamos num texto anterior os óculos de protecção ESS ICE 2.4, com lentes de policarbonato desmontáveis que podem incluir modelos anti-claridade, anti-reflexo ou transparentes, apenas para protecção.

Normalmente, a aquisição deste modelo é dispendiosa, podendo andar pela meia centena de euros, mas para quem necessite apenas da lente anti-reflexo para uso autónomo, os excedentes militares podem ser uma opção interessante, dado o baixo preço pelo qual são comercializados.

O preço, já com portes a partir de Inglaterra ronda a vintena de euros e, se é superior ao de muitos óculos de aspecto semelhante à venda em Portugal, a sua resistência coloca-os num universo à parte em termos de segurança e durabilidade.

A protecção dos olhos e do sentido da vista mais que justifica uma atenção especial e, para quem necessite de lentes anti-reflexo, a protecção conferida por estas, capazes de deter estilhaços e mesmo alguns projéteis, esta será, sem dúvida, uma opção a ter em conta.

Criminalização da política? - 1ª parte

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Uma inauguração

Declarações recentes, protagonizadas por figuras de relevo da Oposição, vêm relançar a questão do nível de responsabilidades que se deve assacar a um detentor de um cargo público quando falha no desempenho da missão que voluntariamente assumiu, caso se verifiquem um determinado número de condições.

Esta possibilidade, de um governante responder a nível civil e criminal pelo fracasso do seu desempenho, e pelas consequências que daí possam advir, é actualmente impossível, algo óbvio sabendo-se que as leis foram feitas pelos próprios políticos à medida das suas necessidades, recorrendo estes ao argumento de que a sanção será política.

Naturalmente que existe uma suposta penalização correspondente à não eleição, mas no actual sistema, mais do que um castigo, tende a ser um prémio que será consubstanciado na nomeação para uma empresa pública onde será principescamente pago pelos contribuintes, obrigados a contratar como gestor quem demonstrou não apenas incompetência como, tantas vezes, falta de seriedade.

Desta forma, e como é do conhecimento geral, é manifesto que a suposta responsabilização ou penalização política não resulta como sanção, mas tão somente como uma breve e compensadora "travessia do deserto", enquanto aguarda pela próxima oportunidade de devastar o Pais.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Um suporte de "jerry can" pronto a instalar

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Um suporte de "jerry can" pronto a instalar

Recorremos ao conjunto de "sprays" da Tintauto, que apresentamos num texto anterior, para pintar um suporte de "jerry can" que adquirimos no EBay inglês e se destina a ser colocado na porta traseira do Defender.

Neste caso, como o suporte do sobressalente foi removido, a opção natural é a de colocar este suporte na porta, sendo necessário proceder aos furos para os parafusos e aconselhando-se a colocar no interior uma placa de ferro com furação semelhante, evitando assim danificar a porta.

O processo de instalação é, portanto, extremamente simples, bastando para o efeito desmontar o forro interior da porta, furá-la nos locais adequados e aparafusar o suporte, após o que esta está pronto a receber um "jerry can" que terá de ser do modelo americano, ou seja, com o rebordo inferior, de modo a ficar devidamente preso.

Como opção, é possível construir uma pequena peça em metal, encaixada no rebordo, que sirva de base a outros modelos de "jerry can" e soldá-la, podendo assim usar o modelo alemão ou inglês, o qual tende a ter uma base mais arredondada e sem rebordos.

Não há socorro para este Orçamento... - 3ª parte

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Uma floresta queimada

Com a redução orçamental, na ordem dos 9%, que se verifica no Ministério da Saúde, de onde provêm verbas para o socorro, sendo o exemplo mais óbvio o do Instituto Nacional de Emergência Médica, é expectável que esta instituição seja abrangida pelos cortes, algo que terá impacto a nível operacional e na própria estrutura organizacional, bem como nas perspectivas de quantos lá trabalham.

Os primeiros alertas já surgiram, por parte de elementos das forças policiais, área onde o impacto dos valores constantes do actual orçamento são facilmente verificáveis, esperando-se que em breve representantes de outros sectores, entre os quais os que estão ligados à protecção civil e ao socorro, revelem as suas preocupações.

Com a atribuição de verbas, resultantes da aprovação na especialidade do Orçamento, mesmo as classes profissionais onde existe uma maior descentralização, incluindo voluntários, prevê-se que surja idêntica contestação, com o agravante de, em função do tipo de vínculo, do qual resulta uma menor dependência, facilmente se traduz numa desmotivação e mesmo afastamento.

Esta perspectiva, aliada a um inevitável empobrecimento generalizado, que irá sobretudo afectar as zonas deprimidas do Interior, violando princípios básicos de solidariedade nacional, e mesmo o espírito da própria Constituição, irá aumentar o contraste entre as regiões e, quase certamente, resultará no aumento de migrações, sobretudo entre os jovens desempregados, que dificilmente encontrarão trabalho nas grandes cidades dos Litoral.

domingo, novembro 07, 2010

O rádio CB Cobra 29 - 2ª parte

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O rádio CB Cobra 29 WX NW BT

A interacção com o sistema de telefone móvel é ainda reduzida, estando presente um botão de marcação automática, que repete o último número marcado, e outro para atendimento e termo automático da conversação, ficando outras funcionalidades a cargo do telemóvel, pelo que se aconselha um modelo com marcação por voz.

O rádio CB Cobra 29 WX NW B tem um preço que ronda a centena e meia de euros, com portes a partir dos Estados Unidos, acrescendo, obviamente, direitos alfandegários, quase inevitáveis para um equipamento deste tipo, o que elevará o preço final para algo que se vai aproximar dos duzentos euros.

Um pouco mais caro, com uma vintena de euros de diferença, está igualmente disponível o Cobra 29LTD-BT, que permite comunicações via bandas laterais, e que, pela diferença de preço, provavelmente será a melhor opção dentro desta família que agora surge, mas presume-se que em breve existam na Europa modelos com as mesmas funcionalidades e mais adaptados aos nossos hábitos.

sábado, novembro 06, 2010

Não há socorro para este Orçamento... - 2ª parte

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Uma floresta queimada

É nesta conjuntura que se deve analisar o impacto deste Orçamento, quase fictício, desligado da realidade e onde falta a componente económica, que se deve abordar o conjunto de temas sobre os quais habitualmente costumamos reflectir, projectando para o futuro algumas das consequências possíveis.

Os cortes algo indescriminados, que atingem inúmeros sectores públicos e privados, entre os quais se constam numerosas instituições, terão, sem dúvida, um impacto francamente negativos no investimento a nível do ordenamento do território, do socorro, da segurança e de tantos outros, onde se teme uma diminuição de capacidade interventiva.

Entre os cortes mais temidos estão todos aqueles que abrangem o socorro, sobretudo os que afectam entidades que, para além de verbas estatais, são igualmente suportados por donativos privados, cuja diminuição, sendo certa, é imprevisível na sua extensão, podendo resultar numa substancial perda de receitas.

Uma diminuição de receitas significativas tem sempre um duplo efeito, sendo o mais intuitivo a nível externo, ou seja, na redução da capacidade operacional, mas os efeitos internos também não podem ser desprezados, dado refletir-se no número de efectivos, que diminuem face à degradação das condições de trabalho e desmotivação, e ao facto de operar num patamar de segurança mais baixo.