segunda-feira, junho 24, 2013

Lanterna recarregável em tomada de isqueiro

Image Hosted by Google Uma lanterna recarregável em tomada de isqueiro

Uma lanterna recarregável na tomada de isqueiro de um veículo, para além de prática, é uma solução interessante, que permite dispor de um foco de luz à mão, sem o incómodo de trocar de baterias, nem correr o risco de as encontrar descarregadas quando mais se necessita de luz.

Este modelo tem um corpo metálico colorido, de forma a ser facilmente localizado, mede apenas 56 mm de altura e não pesa mais de 44 gramas, podendo fornecer luz por perto de duas horas após seis a oito horas de carregamento numa tomada de isqueiro.

Disponível em negro, azul ou prateado, muito fácil de usar, bastando rodar a cabeça para activar a luz, inclui, em muitos casos, um suporte para carregador de parede para telemóveis ou outros equipamentos eléctricos, que constitui um valor acrescentado para quem optar por este equipamento.

O preço pode ficar pelos dois Euros e meio, mas chamamos a atenção para o facto de, dependendo do fornecedor e da própria cor, ser possível encontrar a mesma lanterna a preços absurdos, pelo que uma pesquisa atenta é mais que recomendável neste caso concreto.

Fluido não aquoso para radiadores da Evans - 4ª parte

Image Hosted by Google O produto "heavy duty" da Evans

Infelizmente, o preço é elevado, com perto de 50 Euros para 5 litros de produto de preparação e uns 75 para outros 5 de produto, podendo ser adquiridos em conjuntos, a um preço um pouco mais acessível, mas que andará acima da centena de Euros, a que podem acrescer portes.

No caso de circuitos com maior capacidade, algo muito comum nos nossos Land Rover, o valor final será ainda mais alto, mesmo considerando-se que este é um investimento a longo prazo, dado que, segundo o fabricante, não haverá necessidade de novas substituições até ao fim da vida do veículo.

Naturalmente que, se com esta substituição se poupar a reparação de uma bomba de água, por exemplo, ou alguma reposição de um líquido convencional, poderemos estar diante de um bom negócio, mas o contrário também pode suceder, caso, por exemplo, haja uma fuga furtuita e se perca parte do líquido da Evans, pelo que será no menos risco de funcionamento que nos devemos centrar.

É difícil pronunciar-nos sobre a adequação deste produto a cada situação específica, tendo em conta o investimento a realizar, pelo que consideramos que apenas se justifica em casos críticos, como no caso de veículos destinados a expedições em zonas quentes, onde uma falha no sistema de refrigeração pode ser fatal dada a dificuldade de efectuar uma reparação.

domingo, junho 23, 2013

Fluido não aquoso para radiadores da Evans - 3ª parte

Image Hosted by Google Um conjunto de produtos da Evans

Em termos práticos, todos os veículos refrigerados por um circuito fechado com líquido podem utilizar o produto da Evans mediante um processo simples de substituição, que não requer ferramentas, mas exige um local apropriado, sendo de estimar que esteja concluido em perto de uma hora.

Antes de aplicar o produto selecionado, o circuito de refrigerção deve ser limpo, tendo a Evans um produto próprio para o efeito, que absorve a água, para além de servir para remover partículas, de modo a que não exista contaminação, sendo indicado que mais do que 5% de água ou derivados pode comprometer a eficiência dos produtos da Evans.

O processo é simples, começando por remover o líquido existente no interior, após o que deve ser introduzido o líquido de limpeza da Evans, fazendo o motor funcionar até atingir a sua temperatura normal, após o que o nível deve ser reposto, antes de um novo período de funcionamento.

Finalmente, substitui-se o líquido de limpeza pelo defenitivo, seguindo os procedimentos habituais de reposição, de modo a que não reste mais de 5% seja do antigo líquido, seja de ar, o que diminuiria de forma crítica a eficiência do produto da Evans.

sábado, junho 22, 2013

Fluido não aquoso para radiadores da Evans - 2ª parte

Image Hosted by Google Sobreaquecimento de um sistema de refrigeração

Aliás, o número de bombas de água danificadas e rupturas nos circuitos de refrigeração demonstra que o uso de fluídos aquosos tem perigos, e as consequências de uma falha no sistema de refrigeração podem bem ser fatais para um motor, podendo mesmo determinar o seu fim.

A Evans apresentou uma linha de produtos para automóveis, sem base aquosa, que podem ser utilizados com temperaturas que vão desde os -40º aos +180º, muito mais elevado do que os que são baseados em água, tendo vindo a distribuí-lo e aperfeiçoá-lo ao longo de anos, possuindo agora uma linha completa com numerosas opções.

Estão disponíveis diversos produtos, para fins específicos, que incluem uma linha convencional, adequada à maioria dos veículos actuais, incluindo clássicos e mesmo modelos mais antigos, outra para utilizações mais exigentes, como tractores, geradores ou máquinas agrícoloas ou industriais, uma para competição ou desempenho elevado, e, finalmente, outra para a aeronáutica, de modo a que seja possível selecionar o mais adequado ao motor.

As vantagens são óbvias, nomeadamente a nível da eliminação da corrosão, diminuição da pressão e da actividade electrostática, maior eficiência do motor, como resultado de uma temperatura mais baixa e constante, bem como uma muito maior protecção do motor a nível térmico, algo essencial sabendo-se que será esta vertente a responsável por 50% das avarias de maior gravidade.

sexta-feira, junho 21, 2013

Fluido não aquoso para radiadores da Evans - 1ª parte

Image Hosted by Google O esquema de funcionamento da solução não aquosa

A maioria dos veículos é refrigerada por um líquido que tem como base a água, do que resultam, para além das conhecidas funcionalidades, um conjunto de problemas que derivam do ponto de ebulição e da reação no contacto com metais ferrosos.

Dado que o ponto de ebulição da água é de 100º, e muitos motores funcionam perto desta temperatura, é comum haver gases no interior do circuito, resultando num aumento da pressão, e que pode dar origem a fugas ou rupturas de diversos componentes, como juntas, radiadores ou condutas.

A própria presença de vapor, resultando de temperaturas particularmente elevadas no interior do motor, reduz em muito a eficiência do circuito, levando facilmente a um maior aquecimento, que provoca por sua vez um efeito recíproco, onde perda de eficiência e aumento da temperatura interagem de forma perigosa.

Por outro lado, o facto de os líquidos refrigerantes convencionais terem uma base aquosa implica o perigo de corrosão em diversos componentes, bem como a possibilidade de acumular pequenas partículas daí resultantes, que podem provocar entupimentos ou variações de pressão.

quinta-feira, junho 20, 2013

Restrições à circulação fora de estrada começam a 01 de Julho - 2ª parte

Image Hosted by Google Bombeiros num incêndio florestal

Num Verão que se antecipa ser o mais frio e chuvoso dos últimos anos, condições que diminuem em muito o risco de fogos florestais, mas que também podem prejudicar a economia local, uma das poucas receitas que restam nestas áreas excluidas é o turismo, numa vertente mais ou menos formal.

A actual legislação vem afastar potenciais interessados interessados, podendo comprometer ainda mais a já fraca sustentabilidade destas áreas do Interior, sacrificando mesmo alguns dos investimentos nos sectores do turismo e hotelaria, para os quais o turismo no Verão é essencial.

Falta provar, e duvidamos que seja possível, que nas zonas onde a circulação fora de estrada é interdita haja menos incêndios, que a sua gravidade seja menor, ou que o impacto na economia local seja, senão favorável, pelo menos neutro, mas tal nunca foi devidamente analisado ou estudado por quem promove este tipo de legislação.

Na verdade, a proibição tende a ser o recurso dos fracos, tendo efeitos imediatos, revelando iniciativa, evitando acusações de indiferença, podendo dar uma imagem positiva ao legislador, mesmo que o resultado final seja completamente desastroso e incompatível com a realidade do País.

quarta-feira, junho 19, 2013

Lanternas Ring RIL 50 na Repsol

Image Hosted by Google Uma lanterna Ring RIL50

Considerada com a melhor compra de 2012 pela revista "Auto Express", a lanterna Ring RIL 50 pode ser encontrada em promoção nos postos da Repsol portuguesa, através da troca de 1.000 pontos, a que acrescem 95 cêntimos de comparticipação.

Com o formato de uma caneta, embora algo volumosa e com 16 cm de comprimento, esta lanterna de inspecção fornece um total de 40 lumens através de 8 "leds" protegidos, iluminando bem espaços como o interior ou parte inferior de um veículo, ou o compartimento do motor.

Image Hosted by Google Uma conjunto de lanternas Ring RIL50

A RIL50 é alimentada por 3 baterias AAA, possui um "clip" de fixação, semelhante ao de uma caneta, que também é magnético, aderindo facilmente a superfícies ferrosas, sendo igualmente muito fácil de acomodar ou transportar.

A RIL50 também pode ser adquirida numa loja de artigos para automóveis, ou via Internet, por um preço que varia entre 6 e os 10 Euros, incluindo as baterias, mas a que acrescem portes, caso não seja adquirida presencialmente, pelo que, para quem tenha pontos da Repsol disponíveis, esta pode ser uma aquisição a ter em conta.

terça-feira, junho 18, 2013

Restrições à circulação fora de estrada começam a 01 de Julho - 1ª parte

Image Hosted by Google Bombeiros num incêndio florestal

A Portaria n.º 202/2013 do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território determinou que o período crítico, no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, vigorará, no presente ano, de 01 de Julho a 30 de Setembro.

As implicações para quem pratique todo o terreno e circule fora de estrada são conhecidas, sendo proibida a circulação em muitos dos estradões que muitos de nós habitualmente percorremos, estando previstas sanções para quem infrinja o determinado.

Exceptuam-se veículos de proprietários ou que possam justificar a sua presença mediante uma actividade económica, bem como aqueles que possuam meios de extinção, como extintores e estejam equipados com tapa-chamas no escape, um dispositivo usado, sobretudo, em refinarias, mas de eficácia duvidosa e penalizador para o motor.

Já no passado lamentamos esta opção governamental, que ao impedir a circulação fora de estrada em áreas florestais, em nada contribui para a sua protecção ou preservação, e menos ainda para a sua sustentabilidade, votando-as cada vez mais ao abandono.

segunda-feira, junho 17, 2013

Lomo oficial para montar - 2ª parte

Image Hosted by Google O conteúdo do modelo para montar

Em contrapartida, a "Konstruktor" tem apenas uma lente, o sistema de avanço, embora manual, surge como mais simples e eficaz, com contador, estando disponível em diversos conjuntos, cada um deles incluindo um determinado número de opções que podem incluir rolos ou um "scanner".

Por ter menos peças, e pela qualidade da mesma, a "Konstruktor" é mais simples e rápida de montar, mas acaba por ser menos original, ficando semelhante a outras "lomo" para montar que se podem encontrar, por exemplo, no EBay, a preços bem mais convidativos.

Há, no entanto, um aspecto onde a "Recesky" bate a "Konstruktor" de forma inapelável, e este é o preço, onde a diferença de uma dezena de Euros, incluindo portes, para um valor de 35 Euros, sem portes, apenas com a oferta de um porta-chaves, pode ser determinante.

Sendo interessante, a "Konstruktor" parece ser demasiado dispendiosa, mesmo tendo em conta a sua qualidade, pelo que aconselhamos os interessados a começar por um dos modelos mais baratos, evoluindo depois nesta direcção caso pretendam um modelo de um nível superior.

domingo, junho 16, 2013

Lomo oficial para montar - 1ª parte

Image Hosted by Google Uma "lomo" para montar

Anteriormente apresentamos a "Recesky", uma réplica da "Gakkenflex", uma câmara do tipo "lomo", sem lentes, para montar e que se destina, essencialmente, a demonstrar o funcionamento de uma máquina fotográfica, surgindo agora um modelo oficial para montar, a "Konstruktor".

A "Konstruktor" é, manifestamente, mais avançada do que a "Recesky", com capacidade para múltiplas exposições, possibilidade de troca de lentes, e incluindo autocolantes para personalização e umas boas instruções, tudo devidamente acomodado numa excelente caixa de transporte.

Também é manifesto que a técnica de injecção das peças supera a da "Recesky", sendo muito mais fácil de montar e bem mais robusta, dado que os principais componentes do corpo da máquina são moldados numa única peça, o que aumenta em muito a rigidez do conjunto.

O próprio aspecto é o de uma câmara convencional, completamente distinta da configuração algo arcaica de lentes duplas da "Recesky", que, no entanto, e esta é uma opinião discutível, encarna melhor o espírito "retro" inerente às "lomo".