segunda-feira, setembro 26, 2016

Algumas alternativas para veículos no centro de Lisboa - 1ª parte

Todos temos um conjunto de fornecedores ou prestadores de serviços favoritos, que ganharam esse estatuto ao longo de anos de experiências positivas, mas factores como a proximidade ou disponibilidade momentânea podem levar a complementá-los com novas alternativas, sendo nosso objectivo ir apreciando os resultados.

Sabendo que para pequenas intervenções a distância e o tempo dispendido podem revelar-se particularmente relevantes, constituindo-se como uma percentagem importante do custo total, recorrer a quem se encontra perto poderá fazer todo o sentido uma vez ponderados todos os factores entre os quais, naturalmente, o da confiança será sempre decisivo.

Conforme a resposta, de forma muito similar ao que em tempos idos fez a Deco-Proteste, iremos colocar uma bola branca, caso a experiência seja positiva, e uma negra, caso seja negativa, junto de cada empresa que aqui referirmos, sendo, naturalmente, uma opinião pessoal que resulta do contacto que efectuamos e da resposta da empresa em causa.

Aliás, sugerimos aos nossos leitores que adicionem as suas próprias experiências, por considerarmos que a partilha é absolutamente essencial como forma de expor as práticas das várias empresas, sejam elas positivas ou negativas, dando uma maior transparência a um mercado onde, aos olhos de muitos, reina a suspeição.

domingo, setembro 25, 2016

Funíl para abastecimento de combustível

Um funil com o formato adequado pode revelar-se essencial para colocar combustível, sobretudo gasolina, num veículo motorizado, sempre que esta operação se realize a partir de um reservatório sem um adaptador adequado.

Por pouco mais de um Euro, incluindo portes, é possível adquirir um funíl desmontável, com uma pequena rede, destinada a filtrar impurezas, com uma pega, construído em plástico e compatível com combustíveis e mesmo com água, com um formato que evita salpicos, tendo perto de 36 centímetros de comprimento.

Quem tem "jerry cans" dentro do veículo, quase certamente terá o respectivo adaptador, tal como quem adquire um reservatório num posto de abastecimento de combustíveis, mas vasilhames mais improvisados, que sabemos serem utilizados, mesmo contrariando a legislação em vigor, não incluem este tipo de acessório.

Para que tem no carro um reservatório sem o adaptador apropriado, esta é uma solução simples e de muito baixo custo, que se justifica ter, sabendo que ocupa muito pouco espaço e que, em caso de necessidade, pode revelar-se decisivo num abastecimento em circunstâncias mais difíceis.

sábado, setembro 24, 2016

Lisboa, cidade fechada - 11ª parte

Como fase final de um conjunto de obras mal executadas, que não só não respeitam as boas práticas, como violam normas de segurança, surgem sinais e marcações de trânsito mal implementados, que aqui exemplificamos recorrendo a uma foto obtida na avenida Magalhães Lima no início de Setembro, com uma seta a indicar virar à esquerda, dando entrada numa via com dois sentidos e separador central a tracejado.

Obviamente, a interpretação natural pode ser a de que se está a entrar numa via de sentido único e, portanto, será escolhida a faixa mais próxima, a da esquerda, onde o trânsito vem em sentido contrário, como indica a seta no pavimento, sendo previsível que ocorram colisões frontais que, mesmo sendo uma zona de velocidade reduzida, tendem a ter alguma gravidade.

É manifesto que, perto de um ano após o início das obras e quando se aproxima o início de um novo ano lectivo, volta a haver algumas movimentações, que contrastam com o arrastar dos últimos meses, onde o abandono de algumas frentes, manifestamente incompletas, tem sido comum, admitindo-se que tal resulte da prioridade dada a obras mais visíveis, como no eixo central ou na 2ª Circular.

Entretanto, como forma simples e rápida, mesmo que ineficiente, desconfortável e esteticamente inadequada neste tipo de envolvimento urbano, surgem autênticas florestas de pilaretes que alternam com inúmeros postes destinados aos sinais de trânsito e aos omnipresentes avisos de parqueamento pago, do que resulta a perda de funcionalidade dos largos passeios, que, para além de inúteis, reduzem drasticamente os lugares de estacionamento, condenando os moradores a estacionar em cima dos passeios onde, efectivamente, ninguém passa.

sexta-feira, setembro 23, 2016

Catálogo da Military 1st disponível "on line"

A Military 1st é uma empresa baseada em Inglaterra que se dedica à comercialização de artigos e equipamentos militares, que tanto podem ser utilizados para o seu objectivo original, como para aventuras, campismo e outras actividades ao ar livre, entre estas diversos desportos.

Ao longo de 92 páginas ilustradas, onde constam as imagens, referências, descrições e preços dos diversos artigos que podem ser adquiridos na loja virtual desta empresa, pode-se descobrir um numeroso conjunto de items que serão do maior interesse para muitos adeptos de actividades ou desportos mais radicais, mas também de que aprecie a Natureza e necessite de um equipamento adequado.

O vestuário é de excelente qualidade, podendo atingir preços elevados, mas começando por valores acessíveis, o mesmo acontecendo com o calçado e a maioria dos acessórios, como óculos, mochilas ou gorros, com uma secção interessante de artigos para campismo, que incluem tendas, sacos de dormir ou isolamentos, disponibilizando ainda diversos equipamentos ópticos e de iluminação, numa linha bastante completa.

O catálogo pode ser consultado "on line" ou descarregado em formato PDF, sendo lido recorrendo a um dos inúmeros programas, a maioria gratuitos, disponíveis para o efeito, sendo esta opção a que aconselhamos dado que, após uma única transferência, fica disponível localmente, o que permite um acesso e consulta mais rápidos e fáceis, embora se perca alguma interactividade, dado que se perde acesso aos vídeos com ligações à versão "on line".

quinta-feira, setembro 22, 2016

Setembro quente na ANPC - 5ª parte

Estranhamente, não assistimos a uma reacção forte por parte daqueles que são mais directamente afectados, desde as corporações de bombeiros aos próprios responsáveis pelo dispositivo de socorro, nem por parte de quem representa quem será mais directamente atingido, concretamente os responsáveis autárquicos, como interlocutores das populações que ficarão em maior risco caso esta medida se efective.

Infelizmente, recordamos algumas expressões menos favoráveis face ao voluntariado, sem dúvida por parte de quem não o entende em toda a sua extensão e nobreza, admitindo que possa ter como base a ideia de, ao reduzir o número de horas de voluntariado, se criarão postos de trabalho, sendo certo que a condição financeira do País não o permite, com a agravante de distanciar populações locais de quem presta socorro.

Seria normal que, conjugado com a extensa área ardida, todo um conjunto de decisões manifestamente erradas, reforçadas com atitudes no mínimo discutíveis por parte da titular da Administração Interna, que ignorava que o período crítico de fogos não é o adequado para férias, por muito merecidas que sejam, resultassem numa maior contestação política, pondo em causa o desempenho da tutela.

Ao invés, uma manifesta tolerância face a sucessivos erros, talvez como resultado do deplorável estado da economia ou da anestesiante vitória no campeonato Europeu de futebol, leva a crer que pouco ou nada se fará, para além de um anunciado Conselho de Ministros temático, que decorrerá, provavelmente, em Outubro, e que, seguindo a tradição, nomeará uma comissão para corrigir alguns dos problemas existentes e submiterá um relatório que, na altura da sua conclusão, já pouco adiantará para o ano de 2017.

quarta-feira, setembro 21, 2016

Antecipar catástrofes - algumas reflexões - 6ª parte

Abandonar a habitação sem dispor de um veículo é particularmente restritivo, tal a escassa quantidade de bens que podem ser transportados, dependendo a sua selecção de um conjunto de factores externos, sendo de vital importância ter conhecimento de que haverá acesso, no curto prazo, a um conjunto básico de géneros alimentares, o que permite optar por, em vez destes, transportar roupa ou outros bens de primeira necessidade.

Por outro lado, resulta numa extrema dependência de terceiros, perdendo-se autonomia, capacidade de decisão e, caso surjam problemas, a possibilidade de os resolver, dada a virtual inexistência de meios, podendo este ser um risco a assumir apenas na completa ausência de outras alternativas, quando esteja em causa a própria sobrevivência.

Só mesmo face a uma situação desesperada e a instruções das entidades responsáveis pelo socorro abandonar a habitação e mesmo a área desta a pé, quase desprovido de recursos constitui uma opção, para a qual, em muitos casos, não há retorno, sendo extremamente difícil um regresso atempado que permita recolher alguns bens essenciais.

Mesmo nestas circunstâncias, tal como em todas, deve-se fazer todo o possível para cumprir planos de reagrupamento ou outros previamente estabelecidos, sobretudo se houver falha de comunicações e a impossibilidade de estabelecer outros planos, tentando ainda reunir um mínimo de bens de primeira necessidade que assegurem uma subsistência imediata.

terça-feira, setembro 20, 2016

Land Rover Owners de Outubro de 2016 já nas bancas

Já se encontra nos locais de venda habituais a edição de Outubro de 2016 da Land Rover Owners International, com o destaque de capa a ir para os modelos da marca que oferecem uma melhor relação qualidade preço, com a presença do Defender, Freelander e Discovery 2, numa opção que, certamente, traduz a realidade do mercado britânico no respeitante a preço e disponibilidade.

A preparação de um "Bowler", baseado nos últimos Defender, onde se inclui uma extensa lista de modificações e subsquente teste, a apresentação dos Range Rover de 2017, rivalizam com as preparações baseadas em modelos mais antigos, demonstrando a existência de uma linha de continuidade da marca, não obstante a recente ruptura que decorre do fim da produção do Defender.

As expedições, seja em Inglaterra, seja no interior de África, no antigo Congo, ou na América Latina, com a travessia do México num Range Rover Classic, a exemplo das aventuras dos anos setenta, e mesmo na Riviera francesa, para testar um Defender em estilo NAS, têm neste número uma especial atenção, podendo inspirar diversos viajantes.

Os artigos técnicos, entre os quais os restauros de modelos antigos, como os Serie ou os "Forward Control", também merecem destaque, tal como são do maior interesse o teste de produtos, sejam eles novidades, sejam testes de longa duração, a que acresce a extensa publicidade temática, são interessantes e valorizam uma publicação particularmente popular entre os adeptos da marca.

segunda-feira, setembro 19, 2016

Setembro quente na ANPC - 4ª parte

Por outro lado, o termo da dispensa excepcional ao trabalho dos funcionários públicos que sejam bombeiros voluntários, numa decisão governamental que consideramos incompreensível e grave, sobretudo quando o País ainda enfrenta grandes dificuldades no combate aos fogos, envia uma mensagem francamente negativa, podendo gerar um comportamento equiparável por parte dos empregadores privados.

É óbvio que, face às dificuldades económicas que o País enfrenta, esta decisão, que visa limitar o tempo de ausência os bombeiros que são igualmente funcionários públicos dos respectivos postos de trabalho, pode trazer algum tipo de ganho imediato, mas as consequências, sobretudo face à possibilidade de ser seguida no sector privado, são imprevisíveis, enviando uma mensagem que pode ser negativa.

Se actualmente, em alturas específicas, se sente a falta de efectivos, compensados, quando possível pelo recurso aos meios aéreos, esta opção governamental, que de tal forma ilógica parece ter fundamento político-ideológico, não tem impacto apenas na actividade operacional, mas também na preparação ou nos treinos, dado que o limite de 36 dias inclui todas as ausências ao trabalho.

Após a adopção desta medida duvidamos da possibilidade de manter os efectivos que actualmente se podem mobilizar, sendo certo de que não existem recursos financeiros para proceder à substituição de voluntários por profissionais, algo que, sendo teoricamente vantajoso, tem um conjunto de implicações negativas a vários níveis, nomeadamente no envolvimento da sociedade civil no socorro.

domingo, setembro 18, 2016

Equipamentos pneumáticos no Lidl

Vão estar disponíveis a partir da próxima 2ª feira, dia 19, um conjunto de ferramentas pneumáticas que serão de grande utilidade em oficinas, mas que, mesmo para um particular que efectue trabalhos e reparações, não deixam de ser interessantes, não obstante constituirem um investimento substancial.

A base do conjunto, e o equipamento mais dispendioso, com um preço de 119.99 Euros, é, naturalmente, o compressor Parkside, equipado com um motor lubrificado, silencioso e sem vibrações, com uma potência de 1.8 kW ou 2.45 Hp, o que permite debitar até 260 litros por minuto e dispor de uma potência máxima regulável até aos 8 bar, incluindo ainda dois manómetros com escala em bar e PSI.

A este compressor, podem ser ligados diversos equipamentos, como uma pistola de impacto, roquete, pistola para decapar, esmeriladora ou agrafador, todos com um preço entre os 24.99 e os 29.99 Euros, bem como pistola de jacto de areia ou enchimento de pneus e diversos acessórios, todos a preços inferiores.

Incluindo mangueiras, adaptadores e um conjunto básico de acessórios, para garantir algumas funcionalidades, a melhor forma de rentabilizar um equipamento base dispendioso, podemos estar a falar de um investimento que se aproxima das duas centenas de Euros, pelo que deve ser equacionado com atenção e verificado se, num período razoável, será devidamente rentabilizado.

sábado, setembro 17, 2016

Setembro quente na ANPC - 3ª parte

Na vertente operacional, o quente mês de Setembro tem igualmente tido reflexos, com o prolongar do período mais crítico para além do mês de Agosto, e aqui falamos não de condições objectivas e do número de ignições e área ardida, e não do facto de ainda decorrer a "Fase Charlie", com 2016 a revelar-se como o mais complicado dos últimos anos se atentarmos aos dados oficiais.

As altas temperaturas do início de Setembro, o desgaste resultante de semanas de combate aos fogos e a diminuição das horas de luz, aquelas em que os meios aéreos podem operar, podem explicar parte do sucedido, mas o facto indesmentível é que todo o cenário estava criado em função de razões estruturais, que temos discutido, pelo que, não sendo previsível, esta situação era expectável.

Quando interrogados quanto a uma eventual falta de meios, a resposta mais comum tende a ser que estes existem, mas a falta de acessibilidade impede-os de agir, pelo que aguardam que o fogo se desloque para uma zona onde o combate seja possível ou, simplesmente, se extinga por falta de combustível.

Seja no Gerês, seja na serra Algarvia, o problema das acessibilidades surge como omnipresente num País onde foi aceite como boa prática tornar inacessíveis zonas protegidas, como forma de as preservar e proteger, acabando por comprometer a sua sustentabilidade económica e a própria segurança, sendo óbvio que a percentagem de áreas protegidas destruídas é incompatível com o seu valor patrimonial e ecológico.
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