terça-feira, Novembro 25, 2014

DJI "Inspire 1" traz 4K para o universo dos "drones" - 3ª parte

A aplicação é mais sofisticada em termos de telemetria, sendo possível recorrer a um mapa digital e écran táctil para estabelecer uma rota, fornece todo um conjunto de dados em tempo real que permitem não apenas visualizar em tempo real o voo, obter informações e dados sobre o mesmo, e receber alertas e avisos, facilitando em muito todo o controle e o desempenho da missão.

É possível configurar o sistema de retorno de forma automática, quando o nível da bateria o requerer, sendo o nível desta, que é composta por seis células, constantemente monitorado pela aplicação, estimando-se que, com a bateria de origem, o "Inspire 1" possa voar durante 18 minutos, mas é possível que novas baterias, como mais carga, sejam brevemente disponibilizadas, corrigindo assim uma desvantagem face a modelos anteriores, que apresentavam quase o dobro do tempo de voo.

Para uma utilização profissional, sem dúvida aquela a que este "drone" se destina, 18 minutos de voo parece muito pouco, e menos ainda face a toda a sofisticação que ostenta e que permite um voo autónomo a algumas centenas de metros, distância a que pode transmitir informação vídeo em tempo real, bem como informação de telemetria, adequada a trabalhos na área cartográfica.

O preço deste modelo da DJI é, naturalmente, elevado, sendo estimado em 2.500 Euros, mais do que o dobro do "Phantom 2 Vision", o modelo mais popular deste fabricante, embora inferior ao dos "Spreading Wings S1000", mas o facto é que o "Inspire 1" incorpora tecnlogias inéditas que o colocam num segmento à parte e o adequam a uma utilização profissional onde o seu preço se justifica plenamente.

segunda-feira, Novembro 24, 2014

As protecções de veículos na lei de 2007 - 2ª parte

MINISTÉRIO DA ADMINISTRAÇÃO INTERNA

Decreto-Lei n.º 32/2007 de 15 de Fevereiro

O presente decreto-lei transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2005/66/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Outubro, e aprova o Regulamento Relativo à Utilização de Sistemas de Protecção Frontal em Automóveis, procedendo igualmente à alteração do Regulamento da Homologação CE de Modelo de Automóveis e Reboques, Seus Sistemas, Componentes e Unidades Técnicas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2000, de 6 de Maio, com a última redacção conferida pelo Decreto-Lei n.º 178/2005, de 28 de Outubro.

A directiva ora transposta é uma das directivas específicas do procedimento de homologação CE que foi instituído pela Directiva n.º 70/156/CEE, transposta para o direito interno pelo Decreto-Lei n.º 72/2000, de 6 de Maio, com a última redacção conferida pelo Decreto-Lei n.º 178/2005, de 28 de Outubro.

Os sistemas que fornecem uma protecção frontal adicional aos automóveis tornaramse cada vez mais populares nos últimos anos, constituindo alguns desses sistemas um risco para a segurança dos peões e de outros utentes da estrada em caso de colisão, sendo por isso necessário adoptar medidas para proteger o público destes riscos.

Os sistemas de protecção frontal podem ser fornecidos como equipamento de origem montado num veículo ou ser comercializados como unidades técnicas autónomas.

Os requisitos técnicos para a homologação de automóveis no que se refere aos sistemas de protecção frontal eventualmente montados devem ser harmonizados, a fim de se evitar a adopção de requisitos diferentes nos vários Estados membros e de garantir o correcto funcionamento do mercado interno.

Pelas mesmas razões, os requisitos técnicos para a homologação de sistemas de protecção frontal como unidades técnicas autónomas, na acepção do Regulamento da Homologação CE de Modelo de Automóveis e Reboques, Seus Sistemas, Componentes e Unidades Técnicas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2000, de 6 de Maio, com a última redacção conferida pelo Decreto-Lei n.º 178/2005, de 28 de Outubro, devem ser harmonizados.

É necessário controlar a utilização de sistemas de protecção frontal e estabelecer os requisitos relativos aos ensaios, à construção e à montagem, com os quais qualquer sistema de protecção frontal deve imperativamente estar em conformidade, quer seja fornecido como equipamento de origem montado num veículo quer introduzido no mercado como unidade técnica autónoma.

Os ensaios devem requerer que os sistemas de protecção frontal sejam concebidos de forma a aumentar a segurança dos peões e reduzir o número de lesões.

Estes requisitos devem também ser tidos em consideração no contexto da protecção dos peões e outros utentes vulneráveis da estrada antes e em caso de colisão com um automóvel.

A directiva ora transposta faz parte do programa de acção europeu de segurança rodoviária e pode ser complementada por medidas nacionais destinadas a proibir ou restringir a utilização de sistemas de protecção frontal já comercializados antes da sua entrada em vigor.

Pelo presente decreto-lei pretende-se, também, proceder à regulamentação do n.º 3 do artigo 114.º do Código da Estrada, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 114/94, de 3 de Maio, com a última redacção que lhe foi conferida pelo Decreto-Lei n.º 44/2005, de 23 de Fevereiro.

Assim: Nos termos da alínea a) do n.º 1 do artigo 198.º da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Artigo 1.º

Objecto

1—O presente decreto-lei transpõe parcialmente para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2005/66/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Outubro, e aprova o Regulamento Relativo à Utilização de Sistemas de Protecção Frontal em Automóveis, cujo texto se publica em anexo e dele faz parte integrante.

2—Os anexos I a VI do Regulamento fazem parte integrante do mesmo.

Artigo 2.º

Disposições transitórias relativas à homologação

1—No que se refere a novos modelos de veículos equipados com sistemas de protecção frontal conformes aos requisitos estabelecidos no Regulamento ora aprovado, por motivos relacionados com os sistemas de protecção frontal, não é possível:

a) Recusar a concessão de uma homologação CE ou de uma homologação de âmbito nacional;

b) Proibir a sua matrícula, venda ou entrada em serviço.

2—No que se refere a novos tipos de sistema de protecção frontal fornecido como unidade técnica autónoma conformes com os requisitos estabelecidos no Regulamento ora aprovado, não é possível:

a) Recusar a concessão de uma homologação CE ou de uma homologação de âmbito nacional;

b) Proibir a sua venda ou entrada em serviço.

3—Deve ser recusada concessão da homologação CE ou de uma homologação de âmbito nacional a novos modelos de veículos equipados com sistemas de protecção frontal ou a novos tipos de sistema de protecção frontal fornecido como unidade técnica autónoma que não estejam conformes com os requisitos estabelecidos no Regulamento ora aprovado.

4—A partir de 25 de Maio de 2007, no que se refere a veículos que não estejam conformes com os requisitos estabelecidos no Regulamento ora aprovado, por motivos relacionados com os sistemas de protecção frontal, deve-se:

a) Considerar que os certificados de conformidade que acompanham os veículos novos deixam de ser válidos para efeitos do disposto no artigo 21.º do Regulamento da Homologação CE de Modelo de Automóveis e Reboques, Seus Sistemas, Componentes e Unidades Técnicas, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2000, de 6 de Maio, com a última redacção conferida pelo Decreto-Lei n.º 178/2005, de 28 de Outubro;

b) Proibir a matrícula, a venda ou a entrada em serviço de veículos novos não acompanhados de um certificado de conformidade nos termos do disposto no Regulamento referido na alínea anterior.

5—A partir de 25 de Maio de 2007, os requisitos constantes do Regulamento ora aprovado relacionados com os sistemas de protecção frontal fornecidos como unidades técnicas autónomas são aplicáveis para os efeitos previstos no artigo 22.º do Regulamento da Homologação CE referido nas alíneas a) e b) do número anterior.

Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 6 de Dezembro de 2006.—José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa—Eduardo Arménio do Nascimento Cabrita—Luís Filipe Marques Amado.

Promulgado em 30 de Janeiro de 2007.

Publique-se. O Presidente da República, ANÍBAL CAVACO SILVA.

Referendado em 31 de Janeiro de 2007. O Primeiro-Ministro, José Sócrates Carvalho Pinto de Sousa.

domingo, Novembro 23, 2014

Filtro de água portátil - 2ª parte

Este tipo de filtros permite ser usado para purificar água até aos 50º, não sendo aconselhável para água salgada e devendo, naturalmente, optar-se sempre pela água mais limpa, mesmo para efeitos de filtragem, sendo normal que se sinta inicialmente algum sabor, pelo que essa quantidade inicial de água aspirada não deve ser ingerida.

A manutenção é simples, bastanto soprar de vez em quando após beber, de modo a limpar o fitro, e usar água limpa para remover areias e detritos, limpando-se exteriormente com um simples pano e pode ser armazenado por um período de até 3 anos num local com temperaturas abaixo dos 30º.

O filtro permite filtrar até 700 litros de água, na versão camuflada e até 1000, no modelo azul, e o sistema tem dimensões de 250 x 27 milímetros, um peso de 90 gramas, a que acrescem 30 para acessórios, como a correia e as tampas para ambas as extremidades, e custa, incluindo portes a partir da Ásia, pouco menos de uma vintena de Euros.

No passado mencionamos outros sistemas ou processos de filtragem de água, alguns incluindo reservatório, parecidos com "jerry cans", outros, como este, que não passam de um filtro, e que podem ser complementares, dependendo das circunstâncias, sendo algo que sugerimos a todos quantos participem em expedições.

sábado, Novembro 22, 2014

DJI "Inspire 1" traz 4K para o universo dos "drones" - 2ª parte

Com capacidade de gravar vídeo em modo 4K a 30 imagens por segundo e a 1080P a 60 imagens por segundo, as quais podem ser enviadas em tempo real para um dispositivo "Android" ou IOS, a câmara pode fotografar com resoluções até aos 12 megapixels, sendo orientável a 360º e podendo ser ajustada em elevação em 125º.

As imagens a 4K não podem ser transmitidas, mas ficam gravadas e serão posteriormente descarregadas via USB ou HDMI, podendo ser trabalhadas em programas como o Photoshop, para o qual estão disponíveis filtros de correcção, que retira a curvatura típica deste tipo de lente com grande angular.

O controle remoto do "Inspire 1" inclui todo o controle de voo, com as várias funcionalidades típicas deste tipo de "drone", como rotas pré-programadas, zonas de exclusão ou retorno automático ao ponto de partida, bem como os da câmara que podem, caso se pretenda, serem atribuídos a um comando independente os quais, de forma semelhante aos seus antecedentes, possuem suporte para um dispositivo móvel onde corre a aplicação e fornece o écran para visualização de dados de voo.

O novo "drone" é mais fácil de pilotar que o seu antecessor, estando o seu controle ao alcance dos menos experientes, com o sistema de retorno automático a ser dinâmico, deixando de ser o local de origem e sim a posição presente do controle, acrescendo a funcionalidade de uma câmara e conjunto de sensores que permitem a orientação quando não é possível recorrer ao GPS, algo normal em interiores.

sexta-feira, Novembro 21, 2014

As protecções de veículos na lei de 2007 - 1ª parte

Alguns opcionais utilizados no todo o terreno, nomeadamente as protecções frontais, conhecidos como "bull bars" ou "mata vacas", na sua tradução portuguesa, tal como os menos volumosos "A-bar" centrais e diversos tipos de para-choques, sobretudo os de maior dimensão feitos em ferro, têm encontrado cada vez maiores restrições e a impossibilidade de ser utilizados em veículos recentes.

Esta situação, que deixa descontentes inúmeros proprietários e tem resultado em problemas como a reprovação nas Inspeções Periódicas Obrigatórias e na autuação por parte das autoridades policiais, deve-se à legislação aplicável desde 2008 e que resulta da transposição a nível nacional de disposições europeias que visam, essencialmente, aumentar a segurança em caso de colisão.

É intuitivo que o efeito de uma colisão com um veículo com protecções frontais e para-choques em ferro contra outro que não as tenha resultará numa desproporção a nível de danos materiais e, possivelmente, nos próprios ocupantes, situação essa que se agrava em caso de atropelamento, com um óbvio aumento da probabilidade de danos corporiais de gravidade elevada.

Tomando como exemplo o Land Rover Defender e os opcionais incluídos ou vendidos pela marca, é fácil verificar quais as diferenças introduzidas para que as protecções frontais estejam de acordo com a legislação aplicável a partir de 2008, a qual transcrevemos para que os nossos leitores possam analizar o seu conteúdo:

quinta-feira, Novembro 20, 2014

DJI "Inspire 1" traz 4K para o universo dos "drones" - 1ª parte

Já tinham sido obtidas algumas informações e mesmo imagens do novo "drone" da DJI, o "Inspire 1 T600", o primeiro modelo a integrar uma câmara de vídeo 4K, montada num sistema de suspensão com triplo amortecimento e estabilização, o que, acrescendo à que é implementada na própria câmara, permite tirar partido desta resolução de imagem, mas a partir do lançamento, a 12 de Novembro, o fabricante revelou, finalmente, os detalhes.

O novo DJI é completamente diferente dos anteriores modelos da marca, sejam os conhecidos "Phantom", sejam os mais dispendiosos "Spreading Wings S1000", com uma estrutura em "H" ou num duplo "T",e não em "X", mantendo os motores nas 4 extremidades, onde também se encontra posicionado o sistema de aterragem, e um corpo central mais longo, sob o qual se encontra o suporte para a câmara.

Com as pernas do trem de aterragem a dobrar em voo e o posicionamento da câmara escolhido para este modelo, o campo de visão aumenta substancialmente, independentemente da sua orientação, a qual é controlada remotamente, sendo para isso essencial a característica de ajuste da própria estrutura, que aumenta face a modelos anteriores, passando agora a ser 60 centímetros entre rotores.

O suporte para a câmara é completamente novo, com um sistema de amortecimento de vibrações triplo, o que, aliado à estabilização da câmara, praticamente neutraliza a tremura, muitas vezes designada por "efeito geleia", que tende a surgir nas filmagens realizadas por "drone".

quarta-feira, Novembro 19, 2014

Filtro de água portátil - 1ª parte

Um sistema de filtragem de água portátil é um equipamento cada vez mais acessível e a ter em conta por todos quantos participam em expedições ou mesmo para quem habite em locais onde a qualidade da água seja suspeita e se queira precaver contra uma possível contaminação.

Este sistema tem a aparência de um pequeno cilindro, bebendo-se através dele o conteúdo de um recipiente de forma muito similar aquela quando se utiliza uma vulgar palhinha, bastando sorver a água para obter o efeito de filtragem ao atravessar o filtro contido no interior.

Naturalmente que, por não ter reservatório, este equipamento serve apenas como filtro, não tendo capacidade de armazenamento, excepto residual, sendo aconselhável utilizar água previamente vertida para um recipiente, preferencialmente transparente, de forma a que possa haver alguma verificação visual de qualidade.

No interior, um filtro de resina halogenada, em dois estágios, permite filtrar até 800 litros de água, tendo um período de validade de um ano, sendo eficaz contra a maioria das bactérias e germes existentes na água, filtrando partículas entre os 15 e os 125 microns.

terça-feira, Novembro 18, 2014

Modificação de bombas injectoras Bosch - 5ª parte

Por ser comum encontrar-se essa possibilidade, não podemos deixar de mencionar os pinos que são modificados de forma manual, recorrendo a uma rebarbadora, os quais tentam imitar configurações conhecidas e testadas, mas que, no termo do processo, podem resultar num desempenho imprevisível e mesmo perigoso, pelo que desaconselhamos esta solução onde o barato pode sair francamente caro, para além de comprometer o pino original, impedindo a sua reposição.

Caso se pretenda uma solução mais completa, ou não se disponha do necessário "know how", a nossa sugestão vai no sentido de procurar um dos especialistas nesta área, sempre tendo a consciência de que, embora não haja nem linearidade, nem uma fórmula mágica que traduza uma na outra, a qualidade tem um preço, tal como o tem o conjunto de conhecimentos e experiência nesta área.

Uma solução completa, como mencionamos previamente, pode implicar ajustar ou substituir o turbo, um novo "intercooler", eliminação da EGR, modificação do sistema de admissão e da linha de escape, entre outros, sendo a maior complexidade coordenar as modficações de modo a que se potenciem mutuamente, sendo que, sem o necessário "know how", será perfeitamente possível um comportamento errático e mesmo com alguns perigos para a mecânica e, no limite, para os próprios ocupantes e demais utentes da via.

Obviamente, não existem soluções mágicas nem produtos milagrosos, e nada, nem a facilidade de instruções ou a simplicidade de instalação de um destes pinos ou "kits" compensa um menor "know how" e experiência por parte de quem procede a esta operação, pelo que, qualquer que seja o material adquirido, e que deve ser escolhido em função de um fim específico, sugerimos que esta modificação seja efectuada por um especialista, o qual pode, igualmente, recomendar a peça mais adequada.

segunda-feira, Novembro 17, 2014

Um novo modelo Land Rover?


Este modelo da Land Rover foi filmado em Inglaterra a 3 de Novembro, como se pode ver no vídeo, na estrada M40 perto do centro de design JLR Gaydon, tendo parecenças com o mais recentes modelo apresentados pela marca, o "Discovery Sport", mas com o tipo de camuflagem utilizado nos protótipos, indiciando que pode ser ou ter algo novo.

O autor do vídeo diz que este veículo, que considerou parecido com o "Evoque", tinha "Defender" escrito na traseira, algo que não conseguimos perceber pelo vídeo, pelo que admitimos que possa ser outra a palavra escrita, podendo ser apenas uma forma de despistar observadores ou, pura e simplesmente, ter escrito "Discovery" e o observador não ter lido correctamente.

Obviamente, não vamos especular sobre este modelo, filmado neste curto vídeo através de uma câmara Nextbase 402G, com GPS e resolução 1080P a 30fps, montada no interior de uma viatura, deixando aos nossos leitores levantar possibilidades sobre qual será este Land Rover com similitudes com os mais recentes modelos da marca.

domingo, Novembro 16, 2014

Modificação de bombas injectoras Bosch - 4ª parte

Na página da "Timber Trail 4x4" deste fornecedor, para além de diversos produtos, encontram-se alguns "feedbacks" de clientes referentes a esta modificação, seja relativamente à primeira, seja à segunda versão deste pino, cuja alteração tem a ver, essencialmente, com a facilidade de instalação, mantendo-se as mesmas características em termos de desempenho.

Noutra vertente, sabendo que as bombas de injecção utilizadas no Land Rover Discovery 1, as Bosch VE, são utilizadas, numa das suas numerosas versões, em muitos outros veículos, sempre obedecendo ao mesmo princípio de funcionamento e, consequentemente, com características similares em termos não apenas de desempenho, mas também de modificações e afinações.

Decorre daqui que algumas peças concebidas para bombas semelhantes e aplicadas em veículos de outras marcas, como a Volkswagen e todo o grupo VAG, a Opel ou a Peugeot, poderão ser idênticas às utilizadas no melhoramento do desempenho dos Land Rover, algo que, pela diferença de preço, pode justificar uma investigação e testes subsquentes, de forma a obter uma solução que alie a qualidade ao baixo custo.

Já efectuamos alguns contactos com fabricantes deste tipo de peças, que não se limitam a comercializar, mas que as concebem e produzem em equipamentos CNC, no sentido de explorar essa possibilidade, sendo que, caso surjam novidades de relevo, as mesmas serão anunciadas, conjuntamente com os resultados de testes, em textos a publicar futuramente.
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