sábado, janeiro 18, 2014

Suporte de farol para porta de Serie 3 ou Defender

Image Hosted by Google Suporte de farol para porta de Serie 3 ou Defender

Uma solução simples para adicionar um farol orientável, que fique ao alcance da mão, é recorrer a um dos suportes que a "Protection & Performance Ltd", um fabricante de "roll bars" e acessórios, desenvolveu para serem adicionadas nas dobradiças superiores das portas dianteiras dos Serie 3 e dos Defender.

Disponíveis em variantes para o lado esquerdo e direito, com ou sem "roll bar", estes suportes são construidos em aço galvanizado e possuem uma ranhura de 8 mm, onde pode ser aparafusado o farol, custando, conforme o modelo, entre 12 e 15 Euros, mais portes, cada unidade.

A montagem dos suportes é simples, bastando remover alguns parafusos, libertar o retrovisor, colocar o suporte no local e voltar a aparafusar, com o cuidado de verificar se os alinhamentos estão correctos, tal como o é a instalação física do farol, caso este seja alimentado por uma bateria interna e não através do circuito do veículo.

Queremos, no entanto, realçar que montar farois nesta posição levanta problemas legais, seja pela sua colocação fora dos contornos do veículo, seja pela posição do foco de luz, pelo que a opção deve ser por modelos de uso temporário, que dispensem ligações e possam ser colocados e removidos apenas quando forem ser utilizados, mas os suportes podem ter outras utilizações, como a montagem de uma câmara fotogrática ou de vídeo.

sexta-feira, janeiro 17, 2014

Porta luvas com fecho para Defender

Image Hosted by Google O porta luvas com fecho para Defender

A Raptor Engineering, conhecida pelas suas consolas para Land Rover, apresentou um modelo de porta luvas com fecho que pode ser utilizado nos Defender e nos Serie 3, de modo a disponibilizar um compartimento fechado e seguro na zona do tablier destes veículos.

Composta de uma estrutura em aço, pintada de negro, e com uma porta em alumínio, que pode ser pintada igualmente em negro ou deixada na sua cor natural, esta inclui uma fechadura de segurança para a qual são disponibilizadas duas chaves, complementando a oferta do fabricante em termos de consolas.

Esta caixa fechada e resistente fica frente às conhecidas entradas de ar dos modelos a que se destina, tendo uma saida de ar, de modo a que o ar circule de forma semelhante aquela que se obtem originalmente, mantendo-se pequenos espaços de ambos os lados, onde podem ser colocados objectos de pequenas dimensões.

Apesar de a Raptor Engineering sugerir o uso conjunto com a consola que produz e com os paineis de finalização da mesma, esta caixa segura pode ser usada separadamente sem grandes inconvenientes estéticos, sendo uma solução a ter em conta para quem tenha um Defender ou um Serie 3, que, por 60 Euros, aproximadamente, obtem um local de armazenamento que confere alguma segurança.

quinta-feira, janeiro 16, 2014

Land Rover Owners de Fevereiro de 2014 chegou às bancas

Image Hosted by Google A capa da Land Rover Owners de Fevereiro de 2014

Com um substancial atraso relativamente à sua publicação no Reino Unido, que ocorreu no dia de Natal, chegou às bancas a edição de Fevereiro de 2014 da Land Rover Owners International, com o destaque a ir para o Range Rover Classic, um modelo que revolucionou o conceito de veículo todo o terreno, aliando luxo ao desempenho fora de estrada.

São interessantes os artigos sobre um Defender 110 com sistema de lagartas, capaz de circular sobre terrenos particularmente difíceis, bem como o que descreve um Discovery 3 6X6, um modelo transformado pela Supacat, numa viatura de 6 rodados com transmissão integral.

Mais curioso que interessante é a instalação de um motor de 500 Cv num Serie 1, tal como a corrida entre uma unidade naval da Armada inglesa e um conjunto de Defenders, bem como a preparação de um outro Defender muito ao estilo dos antigos Porsche RS, mas o uso de um Forward Control como uma ambulância moderna já tem outro nível de interesse, demonstrando a versatilidade e utilidade deste tipo de veículo.

São igualmente interessantes os artigos que descrevem expedições, bem como os que abordam a quase permanente vertente da manutenção e modificações de veículos, bem como a publicidade temática, que inclui a apresentação de novos produtos, condensados num número com numerosos motivos de interesse, que justificam a nossa preferência por esta revista.

quarta-feira, janeiro 15, 2014

Núcleo da LandMania de Almada promove passeio solidário

Recebemos através da LandMania a informação de que o Núcleo de Almada do Clube está a organizar um passeio destinado a pessoas com necessidades especiais, proporcionado-lhes um dia de actividade diferente, num passeio fora de estrada nos Land Rover dos seus membros.

Esta actividade irá desenrolar-se no dia 18 de Janeiro, concretamente no próximo Sábado, sendo necessários voluntários que disponham de Land Rovers com alguma capacidade de transporte de pessoas e que possam dispender o dia nesta acção de solidariedade.

Os detalhes e todas as informações necessárias à participação encontram-se na página do Facebook dedicada ao evento, podendo ainda o Núcleo de Almada ser contactado através do seu endereço de correio electrónico, com a brevidade possível, dado que a data do evento está próxima.

Fica o convite para os nossos leitores que tenham os meios e a disponibilidade necessária e queiram ajudar a proporcionar uma recordação inesquecível a estes penduras muito especiais.

terça-feira, janeiro 14, 2014

Relatório dos fogos de 2013 deve ser revelado na totalidade? - 4ª parte

Image Hosted by Google Homenagem aos bombeiros mortos no combate aos fogos

Acresce o facto de o relatório poder ser constituido como uma peça processual caso, como esperamos, seja enviado pelo MAI ao Ministério Público a quem cabe, por força da lei, dirigir a investigação em matéria criminal, caso considera que existem indícios que justifiquem essa iniciativa.

Parece-nos que apenas a informação considerada realmente útil, de acordo com as linhas que mencionamos previamente, deve ser, desde já, disponibilizada, mantendo-se a restante reservada, em respeito pelas vítimas e respectivos entes queridos, salvo se, no âmbito de um processo judicial, houver a necessidade de a revelar.

Ainda assim, informações que possam de alguma forma reavivar a dor das famílias da vítimas, caso não sejam decisivas, mesmo que possuam algum relevo, deverão mesmo assim ser omitidas, sempre que do facto não resultem obstáculos processuais ou um resultado que não corresponde à verdade dos factos.

Obviamente, esta opinião é polémica e contestável, sendo certo que, havendo restrições na divulgação do relatório, ficará a pairar a dúvida quanto ao seu real conteúdo, mas cremos que tem que haver um conjunto de limitações relativas à disponibilização de detalhes concretos que, sem impacto no todo, podem penalizar substancialmente que já muito sofreu.

segunda-feira, janeiro 13, 2014

Relatório dos fogos de 2013 deve ser revelado na totalidade? - 3ª parte

Image Hosted by Google Bombeiros no combate a um incêndio florestal

Assim se podem entender as limitações que devem ser auto impostas pelos próprios autores da investigação e do subsquente relatório, que se devem cingir à sua área de competência específica, bem como as restrições, caso seja entendido como adequadas, na sua divulgação integral junto do público em geral e mesmo de entidades a ele ligadas, observando sempre princípios de equilíbrio e de necessidade.

Naturalmente que tudo quanto constar do relatório e possa servir de ensinamento, corrigindo erros, melhorando as tácticas, complementando a formação, ou que, de alguma forma, venha a contribuir para que exista uma maior segurança e eficácia no combate aos fogos, deve, necessariamente ser divulgado, sob pena de situações passadas se repetirem no futuro, algo que consideramos uma falta de respeito pela memória dos que este ano perderam a vida.

No entanto, nem todos os detalhes devem ser tornado públicos, dada a sua inutilidade prática, que contrasta com a dor que pode provocar na família e amigos das vítimas, que devem merecer o respeito e apoio de todos, enquanto se preserva a memória dos seus entes queridos que perderam a vida nos incêndios deste Verão.

Após criadas as condições e o cenário no qual decorrem determinados eventos, mesmo que existam ainda indícios de uma acção ou decisão individual, caso esta seja irrelevante para o desfecho final, a mesma perde toda a importância, dado não alterar o rumo inevitável dos acontecimentos pelo que, caso resulte em prejuizos sem nenhuma contrapartida positiva, consideramos adequado omití-la de qualquer documento público.

domingo, janeiro 12, 2014

Relatório dos fogos de 2013 deve ser revelado na totalidade? - 2ª parte

Image Hosted by Google Bombeiros no combate a um incêndio florestal

A forma cuidadosa como o titular da pasta, o ministro Miguel Macedo tem abordado o assunto, a falta de confiança nas instituições, a reconhecida impunidade que se verifica a muitos níveis ou a tendência para o esquecimento, situações conhecidas do passado, são inquietantes e podem levar a crer que o mesmo se repetirá nesta caso, com os responsáveis a serem ilibados através de uma teia de cumplicidades.

Apesar de uma demora, que não deixa de ser inquietante, estamos em crer que existem razões para a demora na divulgação do relatório na sua totalidade, em função da diversidade dos seus conteúdos e das diversas implicações, não apenas no campo operacional, disciplinar, ou mesmo criminal, mas também em termos pessoais, dado referir situações complexas, entre as quais aquelas nas quais houve perda de vidas humanas.

Devemos realçar o facto de a investigação ter sido da responsabilidade de uma entidade independente, composta por especialistas numa matéria extremamente complexa, que dificilmente se poderiam encontrar entre as entidades oficiais ligadas à investigação, de forma a que pudessem avaliar com o mesmo nível de rigor as várias vertentes e implicações decorrentes dos incêndios florestais do Verão de 2013.

É, no entanto, de notar que um relatório realizado neste âmbito por especialistas, não por juristas, deve ser essencialmente técnico, tão objectivo quanto possível, evitando-se considerações ou opiniões subjectivas, que, por dependerem de uma visão pessoal e de uma interpretação dos factos, pode ser contestada e envolta em polémica.
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