sábado, dezembro 02, 2006

Federação de Bombeiros da Guarda tem novo "site"


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"Site" da Federação de Bombeiros da Guarda

A Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda (FBDG) apresentou recentemente o seu novo espaço de encontro e reflexão, com o qual pretende reforçar a sua presença Internet, e que pode ser acedido através do endereço www.fbdguarda.com.

Este "site" vem juntar-se ao que foi criado por um grupo dos Bombeiros Voluntários de Gouveia em 2004, e que tem sido um importante papel no debate e de divulgação da temática do socorro, com perto de 90.000 visitas, e que pode ser acedido em www.bombeirosdistritoguarda.

O presidente da Federação, Madeira Grilo, espera que o "site" agora criado desempenhe uma função de "saudável colaboração com os media, as Associações Humanitárias e população em geral", e seja um espaço "interactivo, vertical, criativo e, essencialmente defensor dos interesses do voluntariado".

Este novo "site" será administrado por João Fonseca, vice-presidente da Federação, e disponibiliza informação sobre as 22 corporações existentes no distrito e as suas actividades, bem como sobre a própria Federação.

Também está disponível um Forum para troca de ideias, para além de ligações a diversas instituições e entidades que colaboram com os bombeiros.

Na mesma altura, a FBDG criou um Gabinete de Comunicação e Imagem, composto pelos jornalistas António Sá Rodrigues, Edite Sanches, Maia Caetano, que será completado por um elemento a eleger entre os vários órgãos de comunicação social da região.

Desejamos que esta iniciativa tenha o maior sucesso e contribua para uma maior divulgação das actividades dos bombeiros e do próprio distrito da Guarda, facilitando o contacto entre todos aqueles que se dedicam ou interessam por esta nobre causa.

"Hot Spot" privado


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Esquema de um "hot spot" privado

O recurso a "hot spots" em locais públicos já é prática comum a bom número de internautas, que assim podem aceder à Internet nos mais diversos locais.

No entanto, para quem possua uma instituição, um clube, uma associação ou qualquer outro lugar onde pretenda criar o seu próprio "hot spot", admitindo que possui uma ligação à Internet e que contratualmente a pode partilhar, será interessante estudar algumas das possibilidades existentes.

A criação de um "hot spot" privado pressupõe, obviamente, a existência de um canal de acesso à Internet de alta velocidade, já que este será partilhado por todos os utilizadores e, preferencialmente, sem limite de utilização, de modo a que os custos sejam fixos.

O conceito de "hot spot" vai mais longe do que a simples instalação de um "router" sem fios, dado que implementa todo um conjunto de serviços de gestão e de funcionalidades sofisticados, no que constituiu uma mais valia relativamente a uma solução meramente a nível de "hardware".

Também deverão ser acauteladas questões legais, pois pode haver prestadores de serviço que não permitam a partilha da ligação e outros que imponham condições nessa mesma partilha.

Seguidamente, será necessário possuir equipamentos, que incluem um computador pessoal, preferencialmente com duas placas de rede, ou uma placa de rede e uma ligação via USB ao modem de banda larga, e um "router" com capacidade de emissão sem fios ou "wireless".

Será também conveniente substituir a antena que o "router" inclui de origem por uma mais potente e devidamente posicionada, de modo a que a zona onde a conexão é possível seja tão vasta quanto possível.

Finalmente, é necessário o "software" que vai gerir o "hot spot" e permitir aos utilizadores registados seja comunicar entre sí, seja aceder à Internet através de uma ligação partilhada.

É exactamente para obter estas e outras funcionalidades, que podem ir até à taxação, passando pela criação de comunidades virtuais, que foi concebido o "2hotspot", um programa gratuito que corre em Windows e suporta configurações como a descrita e ilustrada na imagem anexa.

Existem variantes em relação à configuração proposta, mas esta será a mais fácil de implementar e permite a uma associação, por exemplo, fornecer um acesso à Internet gratuito aos seus membros quando estes se encontrem nas suas instalações.

Esta é uma sugestão para os que se sentem mais à vontade nos meandros da informática e pretendam, eventualmente, prestar ou disponibilizar um serviço de acesso à Internet nas suas colectividades.

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 16


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Na sequência do texto anterior, esta imagem completa a que ontem apresentamos, sendo de destacar os vários logotipos da Land Rover de diversos tamanhos. destinados a composição gráfica numa época em que não havia fotocopiadoras nem os actuais recursos informáticos.

Também estão incluidas quer as impressões artísticas das versões com capota rígida, quer alguns dos desenhos que ilustram as linhas mestre da publicidade da marca, com destaque para a tracção, a aderência ou a potência.

Estas imagens, com diversas composições, servem de base a um sem número de suportes publicitários, muitas vezes sendo adicionado o nome do revendedor, o preço ou dado um especial ênfase a uma determinada característica.

Controle informático dos efectivos


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Écran de base de dados

Após queixas de várias entidades que não sabem quantos bombeiros estão disponíveis, estes passarão a ser geridos por via informática, acabando assim com as dificuldades em saber quantos efectivos existem e aonde.

A gestão desta base de dados, que será designada por "Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses" caberá à futura Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), que terá a incumbência de manter actualizado este registo electrónico.com base nas informações das corporações que devem "permanentemente actualizada a informação sobre os seus quadros activos, de reserva e de honra".

Esta actualização será efectuada anualmente, cabendo ao comandante de cada corporação enviar à ANPC e à respectiva câmara municipal, "em modelo próprio, a relação do pessoal que se encontra na situação de actividade".

Também a avaliação de desempenho e fixação de novas regras de recrutamento de comandos, as progressões na carreira e sistemas de avaliação são contempladas no documento entregue à Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) e à Associação Nacional dos Municípios Portugueses.

No novo diploma os candidatos a cargos de comando, deverão ter entre 30 e 50 anos, sendo dado a preferencia a oficiais-bombeiros ou, na sua falta, elementos do quadro activo com pelo menos 10 anos de actividade para o cargo de comandantes ou de 5 anos quando se trate de segundos comandantes e adjuntos.

Abre-se uma excepção para "indivíduos de reconhecido mérito no desempenho de anteriores funções de liderança ou de comando", desde que "habilitados com o 12.º ano de escolaridade" e o actual limite de 65 anos de idade para funções de comando é mantido.

No entanto, a existência de uma base de dados não garante, só por sí, o conhecimento da disponibilidade de efectivos, algo que consideramos mais importante do que o total.

Numa estrutura com base no voluntariado, torna-se essencial um sistema que permita saber, com o rigor possível, qual a disponibilidade em cada momento e uma forma de ter uma projecção realista em termos de futuro, essencial para qualquer planeamento sério.

Não é de importância fundamental saber quantos bombeiros existem, mas com quantos de pode contar em cada momento, relacionando os efectivos humanos com os meios materiais de modo a obter a melhor distribuição e equilibrio possível.

Do nosso conhecimento, esta última vertente não foi contemplada, preferindo-se os números em bruto, sempre mais fáceis de obter e muito mais aliciantes tal o número de efectivos para que apontam, do que o conhecimento das disponibilidades e da real capacidade das várias corporações, com dados que permitam conhecer o que podemos chamar como "o País real".

Receamos, pois, que tenhamos novamente um número imaginário, semelhante ao que sucedeu em anos anteriores, com a única diferença de ser lido num écran de computador e não numa folha de papel, mas carecendo do mesmo rigor que tem sido criticado por todos quantos analisam este problema.

A informatização pode e deve ser um auxiliar importante, mas necessita de um planeamento sério e de dados objectivos, sob pena de vir apenas introduzir uma alteração cosmética que, em horas de aperto, se revela completamente inútil.

quinta-feira, novembro 30, 2006

Utilização de cintos de segurança deve ser obrigatória


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Teste de cintos e pontos de ancoragem

Uma ambulância dos Bombeiros de Braga, despistou-se no domingo ao quilómetro 16.5 da A3, provocando a morte do condutor, o bombeiro voluntário João Macedo Soares.

Este acidente ocorreu após ter levado uma doente do Hospital de S. Marcos, em Braga, ao Hospital de S. João, no Porto, quando, na viagem de regresso, em Covelas, Santo Tirso, após ultrapassar um veículo de assistência da Brisa, embateu no "rail" do lado esquerdo e capotou, ficando imobilizado na faixa da direita.

Segundo o motorista da Brisa, a ambulância ia a menos de 110 km/h e terá sido o vento lateral a provocar a alteração na trajectória, fazendo-a embater no separador central.

A ambulância sofreu poucos danos, dado que, segundo o comandante da corporação, "a viatura tem apenas uns riscos", mas o facto de o bombeiro não usar cinto de segurança veio, provavelmente, a revelar-se fatal.

Para além de relançar a polémica em volta dos Voluntários de Braga, onde muitos elementos se demitiram recentemente em rota de colisão com o comando, este acidente vem colocar na ordem do dia a dispensa de obrigatoriedade da utilização do cinto de segurança em veículos de emergência.

O Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC) admitiu equacionar a questão do uso do cinto de segurança, sublinhando que "é necessário apurar se o que se ganha em operacionalidade, com o não uso do cinto, compensa a perda de vidas humanas", mas não adiantou qualquer perspectiva de alteração nesta prática generalizado.

Já não é a primeira vez que a questão da obrigatoriedade da utilização dos cintos de segurança em viaturas de socorro é aqui abordada, e a nossa posição não se alterou desde então.

O simples facto de ser um veículo de socorro não pode, só por sí, justificar a dispensa da obrigatoriedade da utilização dos dispositivos de retenção previstos na lei, sobretudo quando este não se desloca devido a uma emergência.

Pode-se discutir se numa situação de emergência esta obrigatoriedade poderá ou não fazer sentido, mas extendê-la à classificação do veículo em vez de a adequar à situação é, no mínimo, de uma completa irresponsabilidade, pelo que a resposta evasiva do SNBPC é de lamentar.

Mas mesmo em emergências, só em circunstâncias verdadeiramente excepcionais se poderá equacionar a possibilidade da não utilização do cinto e apenas se tal for comprovadamente necessária para o desempenho de uma missão considerada relevante, como o atendimento a sinistrados no interior de uma ambulância ou a necessidade de preparar um equipamento específico pouco antes da chegada ao local de um acidente.

Infelizmente, já não é a primeira situação em que o uso de um cinto de segurança podia ter salvo a vida de um bombeiro, mas a falta de coragem das entidades que supervisionam o sector, a não divulgação completa de relatórios e conclusões e a ausência de medidas no sentido de, mesmo correndo o risco de ser impopulares, se virem a salvar vidas, faz-nos temer que situações semelhantes voltem a suceder.

Na ausência de uma regulamentação diferente, caberá, pois, aos comandos sensibilizar ou regular internamente esta matéria, no sentido de proteger a vida de quantos não hesitam em correr riscos para auxiliar as populações.

Sabemos que sempre existirão riscos e, infelizmente, continuarão a haver acidentes, mas é absolutamente imperioso tomar as medidas necessárias para reduzir o número de vítimas, independentemente da impopularidade ou da contestação que estas possam causar.

Quem, podendo, não toma as medidas ou iniciativas que se impoêm, refugiando-se na permanente necessidade de estudos e de uma contínua avaliação de uma situação que é por demais conhecida, é, pelo menos, moralmente responsável pela perda de vidas que venha a ocorrer em virtude da sua inacção.

Não são apenas os acidentes que matam, são sobretudo aqueles que criam as condições objectivas para que estes ocorram.

Conjunto de acessórios USB no Lidl


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Conjunto de acessórios USB

Para quem recorra a equipamentos informáticos, as ligações a dispositivos são de importância vital para aproveitar plenamente os recursos que estes oferecem.

Sendo a ligação via USB uma das mais utilizadas, embora em alguns casos comece a ser suplantada por sistemas sem fios, é da maior utilidade ter "kits" de acessórios que permitam a ligação de diversos tipos de periféricos.

A partir desta 5ª feira, dia 30, o Lidl vai vender num conjunto limitado de distritos, um "kit" de acessórios USB que poderá assegurar a ligação à maioria dos periféricos existentes, para além de oferecer a possibilidade de adicionar novas portas através de um "hub" ou concentrador.

O conteúdo deste "kit", vendido por 24.99 euros inclui:

Auricular com microfone
Teclado numerário, que muitas vezes é útil acrecentar a um portátil
HUB com 4 entradas USB 1.1 que permite aumentar o número de portas disponíveis
Rato óptico com 3 botões e scroll
Adaptador USB tipo A para USB tipo B
Adaptador USB para mini USB, usado por máquinas fotográficas entre outros dispositivos
Extensor USB tipo A para USB tipo A
Cabos de conexão RJ45 para ligação a rede Ethernet ou RDIS e RJ11 para linhas telefónicas analógicas
Estojo para um transporte seguro.

Sendo particularmente útil para quem se desloque em viagem com um computador portátil, aconselhamos a considerar a possibilidade de aquisição deste "kit", adicionando, para quem necessitar de se deslocar a outros países com corrente eléctrica de 220V, um conjunto de conversores universais para tomadas.

Para os nossos leitores dos distritos de Aveiro, com excepção dos concelhos de Anadia e Águeda, Beja, Braga, Bragança, Faro, Évora, Setúbal, Viana do Castelo, Vila Real e concelhos de Coruche e de São Pedro do Sul, ou para quem resida nas proximidades, deixamos aqui esta sugestão.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 15


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Esta imagem é a primeira de uma folha de maiores dimensões que inclui diversas impressões artísticas de Land Rover Série I e de logotipos da marca para composição de suportes publicitários,

É de notar que a mesma imagem surge em diferentes escalas e cada uma delas tem uma referência que permite ao departamento de publicidade da marca identificar facilmente cada pedido.

Estas imagens serviram de base a tantos suportes pubicitários que são, provavelmente, das mais divulgadas ao longo dos anos 50 e de todo o período de comercialização do Série I.

APBV comemora o 1º aniversário


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"Site" da APBV

A Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários (APBV) comemorou o seu primeiro aniversário numa gala "Capacetes de Ouro", realizada na Figueira da Foz, onde foram homenageadas 25 entidades ou personalidades que se distinguiram no apoio à campanha "Gota".

Ao longo do primeiro ano de existência, a APBV angariou 1.000 associados, tendo efectuado um esforço no sentido de alterar o Estatuto do Bombeiro Voluntário, que actualmente se encontra em discussão com base numa proposta do Governo.

Para Paulo Jesus, presidente da APBV, este "foi um período de muito trabalho, mas agora vamos dedicar-nos mais a um trabalho de captação de novos associados e de proximidade com os nossos bombeiros”.

Apesar de ainda não terem sido recebidos pelo ministro da Administração Interna nem por nenhum dos seus secretários de Estado, a direcção da APBV tem uma audiência com Jaime Gama, a quem será entregue uma proposta de alteração do Estatuto do Bombeiro Voluntário, facto que ganha uma maior oportunidade face as recentes propostas governativas.

Também foi efectuado o balanço da campanha "Gota", destinada a angariar 80.000 euros para a criação um fundo social de apoio e assistência para os bombeiros, mas que alcançou apenas 30.000, ficando muito aquém das expectativas dos organizadores.

Para Paulo Jesus, os fracos resultados devem-se a quem "se diz amigo dos bombeiros mas tudo faz para os destruir, promovendo contra-campanhas e dizendo falsidades", lembrando as críticas do presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses em relação a esta campanha.

Resta-nos saudar a APBV pelo seu primeiro aniversário e fazer votos de que o próximo ano seja de consolidação e expansão e encontre uma maior receptividade por parte das entidades que supervisionam o socorro em Portugal, de modo a dar um contributo ainda maior na resolução dos problemas e da grave crise que este sector atravessa.

terça-feira, novembro 28, 2006

Reservas de equipamentos e veículos


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Interior de veículo de comunicações

Já sugerimos, de passagem, a criação de uma "pool" de veículos ou equipamentos que sejam incluidos numa reserva centralizada a nível nacional e que possam ser atribuidos temporariamente a unidades operacionais em caso de necessidade.

A constituição de uma reserva, dependente do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, que inclua um conjunto de meios de reforço, ou que pela sua especificidade não se justifiquem ter existência local, pode constituir uma alternativa ao actual planeamento, onde cada corporação detém um conjunto de recursos que poderão ser reforçados, normalmente, com base em factores de proximidade.

Verifica-se que esta forma de reforço não é, normalmente, a mais adequada em caso de situações mais complexas, onde todos os meios existentes numa dada área já estão empenhados nas operações, dificultando o reforço a nível local.

Por outro lado, existem situações de socorro sazonais, como as inundações no Inverno ou os incêndios florestais no Verão, sendo que as áreas afectadas, em grande parte, não são coincidentes.

Mesmo tendo em conta que os meios utilizados, em grande parte, não coincidem, outros há que são polivalentes e poderão intervir nas mais diversas operações de socorro, inlcuindo aqui os dispendiosos veículos de comando e comunicações e toda uma estrutura logística que falta nos teatros de operações.

A afectação de meios temporários aos comandos distritais ou a corporações, com base em factores objectivos que envolvam o nível de risco e o grau de operacionalidade, permitem uma maior rentabilização de meios, redirecionando os sempre escassos recursos no sentido de uma maior disponibilidade.

Workshop: acessórios S3


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Comando da entrada de ar

Na sequência de um pedido, que está a ser discutido no Forum Land Rover, estive a ver que peças é que tenho disponíveis, de modo a podermos fazer uma "workshop".

Após verificar as existências,de modo a não ser necessário fazer qualquer aquisição para além de pequenas peças destinadas a permitir a instalação dos acessórios disponíveis, elaborou-se esta lista.

Mais fáceis:

a) Snorkel (é preciso furar a chapa)
b) Luz de trabalho
c) Wading Kit (só após o snorkel)
d) Ciclocomputador (modelo Lidl)
e) Manete de abertura das entradas de ar (a do lado direito está partida)

Com maior grau de dificuldade:

f) Cubos de roda livre
g) Direcção assistida
h) Guincho Superwinch 4500 (tem que ser reparado antes)
i) Esguichos

Acessórios que nunca pensei instalar no Série 3, mas que estou disposto a fazê-lo em homenagem ao Jorge Rondão que gosta de "engenhocas":

j) Temporizador de pré-aquecimento

Para o "soft-top" falta o arco de trás e as barras que ligam os dois arcos, além de que no Inverno e com a falta de segurança que daí deriva, será uma opção pouco aconselhável, pelo que fica para mais tarde, quando o tempo estiver melhor e nessa altura monta-se a barra dos cintos de segurança.

No Forum, podem ser dadas sugestões de instação ou prioridades, sempre sabendo que existe a limitação aos acessórios que constam da lista.

segunda-feira, novembro 27, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 14


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No link: imagem com 900 pixels de largura

Este conjunto de quatro desenhos, são praticamente variantes acerca do mesmo tema, com uma imagem comum em três deles.

Estas imagens eram incluidas num conjunto de representações gráficas que a Land Rover disponibilizava junto dos seus concessionários de modo a permitir a elaboração fácil de prospectos, os quais podiam ser encomendados à marca com espaço para o carimbo do revendedor.

Nos anos 50, as linhas de força da publicidade da Land Rover eram particularmente bem definidas, sempre no sentido de uma utilização profissional preferencialmente no sentido da agricultura, mas que pouco tempo depois se alargava à indústria.

Só nos anos 60, com a introdução dos Série 2, o lazer e a família viriam a ser também um dos mercados alvo da marca, como uma publicidade mais sofisticada, ao nível da praticada com os clientes de outro tipo de veículos.

Limitações à gestão das associações de bombeiros


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Incêndio em Portugal no Verão de 2006

A capacidade de gestão autónoma das associações de bombeiros poderá passar a ser controlada pela futura Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), que sucederá ao actual Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil (SNBPC), sempre que estas recebam verbas atribuidas pelo Estado ou outra instituição pública.

Desta forma, o que hoje são normais actos de gestão, como a contracção de empréstimos, transação de imóveis necessitarão de aprovação por parte da ANPC, limitando em muito a autonomia financeira das associações.

A proposta do Ministério da Administração Interna (MAI) contempla também um novo sistema de financiamento, baseado em três vertentes:

1-Cooperação permanente, de apoio a missões de socorro
2-Apoio a nível de infraestruturas
3-Apoio a aquisição de equipamentos

Todas estas áreas ficam sujeitos a regulamentação a fixar por portaria do MAI, contendo mecanismos de controle muito mais apertados do que os existentes actualmente e obrigando as associações a enviar os documentos relativos a orçamento e execução ao Tribunal de Contas.

As associações que beneficiem de apoios públicos numa ou várias das áreas mencionadas, ficam também sujeitas a fiscalização por parte da ANPC e demais entidades competentes, "para verificação dos pressupostos dos benefícios respectivos e do cumprimento das obrigações daí decorrentes".

A ANPC pode ainda determinar "a realização de inquéritos, sindicâncias e inspecções à gestão das associações" e, se forem detectadas "irregularidades na aplicação ou justificação dos apoios financeiros recebidos", a associação infractora verá o programa de apoio suspenso, para além de ter que de devolver a totalidade das verbas recebidas.

Também está prevista a destituição dos órgãos sociais, por solicitação do ANPC ao Ministério Público, após o termo de um inquérito, "quando se verifique a prática reiterada pelos titulares de actos de gestão prejudiciais aos interesses da associação".

Neste caso e até que se realizem novas eleições, a proposta prevê que "pode ser nomeada pelo Tribunal uma comissão provisória de gestão", de forma semelhante ao que sucede aquando da nomeação de gestores judiciários.

É também imposto o recurso a concursos públicos a realização de obras de valor elevado ou construções, como excepções de situações de "urgência fundamentada", figura que parece ser semelhante à "resolução fundamentada" com que muitas normas legais ou decisões judiciais têm sido contornadas ou ultrapassadas.

O concurso público deve, efectivamente, ser prática corrente acima de um determinado valor, evitando assim suspeitas que por vezes surgem e aumentando a transparência de todos os processos de aquisição de bens e serviços, mas convém lembrar que, com o recurso a excepções, o exemplo que vem do próprio poder central é fraco, com uma percentagem de ajustes directos que já foi criticada pelo próprio Tribunal de Contas.

O projecto de decreto-lei prevê ainda que possam ser requisitados os bens afectos às associações e corporações através de despacho do MAI de modo a "serem utilizados por outras entidades ou por serviços oficiais, quando necessários para o cumprimento do preceituado na Lei de Bases de Protecção Civil".

Esta última possibilidade também parece gravosa, pois poderá haver meios comparticipados mas não pagos em exclusivo pelo Estado, podendo ficar assim abrangidos por esta norma.

Neste caso concreto, somos da opinião que devia haver uma "pool" de meios e equipamentos a nível nacional, propriedade da futura ANPC, que seriam atribuidos aos corpos de bombeiros via comandos distritais, sendo que os recursos seriam alocados de forma dinâmica conforme as situações.

Esta solução, para além de evitar disputas relativas à propriedade dos meios, permite reforçar corporações que deles mais necessitem, como as que neste momento enfrentam situações de cheias e que, por exemplo, poderão estar menos pressionadas na altura dos fogos florestais.

Sendo necessária a introdução de alterações, alguns dos aspectos da proposta do Governo parecem-nos perigosas e as limitações na autonomia da gestão das associações, com a possível intromissão da ANPC, podem levar ao afastamento e sócios a à perda de apoios locais, que poderão ter dificuldades em aceitar uma cada vez maior subordinação a um poder centralizado.

Uma das mais valias das associações é, para além do voluntariado dos seus elementos, o facto de as populações considerarem como "os seus bombeiros", criando assim laços de solidariedade de onde provém parte das verbas disponíveis.

A perda de autonomia pode, portanto, levar a um afastamento de que resultarão, eventualmente, maiores deificuldades de financiamento a nível local, sendo ainda incerto se eventuais reforços orçamentais por parte da ANPC compensarão uma menor contribuição por parte de quem se poderá rever menos na corporação de bombeiros das suas localidades.

Sendo impossível prever o futuro, não queremos deixar de alertar para os perigos que podem resultar destas alterações, que mesmo sendo bem intencionadas, terão consequências que devem ser desde já equacionadas.

domingo, novembro 26, 2006

Publicidade Land Rover Séries I e II - 13


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No link: imagem com 900 pixels de largura

As versões "truck cab" destinavam-se a dar uma maior protecção, mantendo a capacidade de carga de forma integral e um peso reduzido.

O Série I ficava assim transformado numa "pick up", mantendo o baixo centro de gravidade que permitia uma condução em segurança, reforçada pela tracção integral.

A segunda imagem aponta para o aspecto prático de um veículo destinado ao trabalho, mantendo o foque naquilo que a Land Rover apregoa como o "mais versátil veículo do Mundo", frase que virá a ser incluida num grande número de suportes publicitários.

Tal como em casos anteriores, existem espaços adequados para a colocação do logotipo ou da identificação do concessionário e uma referência que facilita a identificação da imagem junto do departamento de publicidade da marca.

"Hi-Lift" no socorro


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Hi-Lift com suporte adicional

O "Hi-Lift", de que já falamos, é usado sobretudo como uma alternativa ao habitual macaco de elevação, com um conjunto de vantagens acrescidas devido a uma maior capacidade de elevação e aos diversos acessórios que lhe conferem uma maior versatilidade.

No entanto, com o acessório adequado, é possível usar o "Hi-Lift" em funções relacionadas com o socorro, nomeadamente facilitando o afastamento de estruturas ou peças deformadas, algo que sucede com frequência nos acidentes de automóveis, ou ajudando no seu aperto ou compactação.

O suporte adicional, que se pode colocar no ponto pretendido, permite encaixá-lo, bem como à peça elevatória num espaço apertado, como, por exemplo, na zona de uma janela semi-esmagada, facilitando o afastamento de ambas as partes do veículo.

Se nos lembrarmor que um "Hi-Lift" tem capacidade de elevar pesos na ordem dos 3.000 Kg, podemos ter uma ideia da força que este sistema aplica, sendo capaz de afastar duas peças, mesmo que estas ofereçam uma resistência impossível de vencer através da acção humana.

Com preços que partem dos 60 euros, a que acresce o valor do suporte adicional, este poderá ser um complemento aos tradicionais e dispendiosos sistemas de desencarceramento, que pelo seu baixo custo deve merecer uma avaliação cuidada.
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