sábado, outubro 11, 2008

Geode localiza em tempo real sobre o Google Maps - 1ª parte


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Localização via WiFi sobre o Google Maps

A próxima versão do Mozilla Firefox, a 3.1, vai incluir o Geode, um sistema de geolocalização semelhante ao Loki e que se baseia igualmente na tecnologia Skyhook, que permite localizar os utilizadores num mapa do Google em tempo real.

A tecnologia do Skyhook usa um sistema de triangulação com base nos sinais de WiFi, apresentando resultados em perto de um segundo e com uma precisão que vai até aos 20 metros, o que, comparando com o GPS, que pode precisar de 30 a 40 segundos para adquirir o sinal de satélite mas oferece uma margem de erro inferior, demonstra esta ser uma solução competitiva e adequada à maioria dos utilizadores.

As configurações do programa permitem ao utilizador selecionar o nível de privacidade do sinal a partilhar com outros cibernautas, escolhendo desde a posição exacta, dentro da margem de erro prevista, até uma área geográfica como um bairro ou uma cidade, ou desligar os sistema, não passando qualquer informação geográfica para o exterior.

Usando o Google Maps e o Geode, o utilizador tem um sistema de orientação interactivo que também permite descobrir os pontos de interesse referênciados nos mapas, sendo uma opção interessante para os centros urbanos, mas que não substitui o GPS em locais mais remotos onde não há triangulação possível ou mesmo sinal de WiFi.

É possível obter uma cópia de teste deste producto, que pode ser instalado numa versão actual do Firefox, sendo de prever que os resultados sejam muito semelhantes aos obtidos com o Loki, que se baseia nos mesmos princípios de funcionamento e apresentamos em textos que publicamos no passado.

sexta-feira, outubro 10, 2008

Alerta de perigo de captura de batimentos de teclas no Flash Player


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Logo do Adobe Flash Player

A Adobe lançou um alerta revelando que a plataforma Flash Player, uma das mais usadas para vídeos e presentes na maioria dos computadores, está vulnerável a tácticas de "click jacking", um método usado para aceder ao controle de "webcams" e microfones.

Segundo a Adobe, o problema reside nas falhas de segurança dos "browsers" e não na plataforma que desenvolveu, mas não especificou quais as circusntâncias ou as situações concretas em que esta ameaça pode surgir, apontando, no entanto, na direcção dos novos modelos da Apple que incluem "webcam" e microfones incorporados.

A base do "click jacking" é capturar batimentos de teclas através de um programa cuja existência o utilizador desconhece e que irão das início a uma sequência de acções clandestinas que, neste caso, será a possibilidade de aceder ao controle da câmara e do microfone.

Enquanto o problema não for corrigido, a solução apondada é a de negar o acesso às câmaras e microfones, selecionando a opção "Always deny" nas configurações do Flash.

Enforcamento é o método de suicídio mais usado na Europa - 3ª parte


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Uma corda com o nó típico de enforcamento

A maior descrição terá uma maior incidência em países onde a cultura e a tradição de origem judaico-cristã condena o suicídio, sendo lógico que se verifique uma tendência para evitar um estigma que, para muitos, ainda compromete a própria honorabilidade do suicida e da própria família, levando a situações dúbias em que pode surgir a simulação de um acidente.

Podemos concretizar lembrando que, ainda recentemente, houve sacerdotes que recusaram um funeral católico a um suicida, sendo que esta situação, numa comunidade pequena e profundamente religiosa, tem um impacto significativo em todos os habitantes.

Da simulação, que terá diversos pressupostos, inclusivé do ponto de vista prático, como questões relacionadas com seguros, resulta uma óbvia sub-avaliação do número de casos, sobretudo quando da actividade profissional do suicida resulte o fácil acesso a conhecimentos e meios, como fármacos, que permitam esconder a verdadeira natureza do acto praticado.

Somos, assim, tentados a concluir que existe uma "cifra negra", indetectada, associada a um conjunto de métodos que distorce os resultados do estudo e diminui o número de casos de suicidios constantes nas estatísticas quando comparados com os valores reais que, em diversas profissões, tenderão a ser francamente mais elevados do que aqueles que são oficialmente reconhecidos.

Queremos recordar que abordamos a questão do suicídio num conjunto de textos que abordam a questão da dissuação e a maior incidência em determinadas profissões, algumas das quais estão devidamente avaliadas em termos de risco e de estatísticas, como o caso das forças de segurança, enquanto outras, como aquelas que estão ligadas à assistência médica e ao socorro, permanecem algo ignoradas e os seus profissionais muitas vezes desacompanhados.

A prevenção do suicídio faz-se, obviamente, trabalhando a nível das causas e das motivações, não dos meios ou das circunstâncias, as quais, salvo em caso de internamento, dificilmente se podem controlar com a eficácia necessária para evitar a concretização deste acto.

quinta-feira, outubro 09, 2008

Inflação e deflação dos números - 3ª parte


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Uma floresta queimada

No entanto, recorrendo a conjuntos de dados que serão verdadeiros, mesmo que parciais, mas desenquadrados, gera-se uma auto-satisfação que tende a considerar como um sucesso a diminuição do número de ocorrências ou da área ardida, sem ter em conta nem a sustentabilidade da floresta, nem a sua valia como factor de desenvolvimento regional, mantendo-se uma perspectiva semelhante à de quem tem um bem que não sabe utilizar, que se degrada e desvaloriza, mas que se obstina em guardar, independentemente do custo, e por muito inútil que este seja.

Mais do que traduzir uma realidade, as estatísticas, nas quais são introduzidas variações no sentido de aumentar ou diminuir as várias parcelas, acabam por ser argumentos que podem ser usados, entre outros, no pedido de apoios comunitários, na desresponsabilização política ou na elaboração de planos de urbanização, podendo, no curto prazo e excluindo considerações morais, satisfazer alguns interesses, inclusivé nacionais, mas constituindo uma base de trabalho não apenas inútil mas perigosa para quem pretender usar os dados para efeitos de planeamento.

Assim, os dados que ficam armazenados como defenitivos e servirão de base para estudos, projectos ou como base de planeamento acabam por não traduzir correctamente a realidade, dando origem a conclusões erradas ou, quando tentem compensar as distorsões introduzidas, especulativas e pouco fiáveis, dando facilmente origem a novos erros.

Manipular dados não é apenas indefensável do ponto de vista político, é um perigo que se projecta no futuro, impossibilitando a reflexão histórica e a fiabilidade das estatísticas, promovendo assim conclusões erradas que poderão ser a base de erros que, usando uma base de rigor, seriam intuitivos e facilmente evitáveis.

Gmail: Se beber não envie mensagens


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Écran de configuração do Gmail

Uma nova ferramenta em implementação no sistema de correio electrónico do Google, o Gmail, tem como objectivo evitar que utilizadores, sob o efeito do álcool, enviem mensagens das quais se venham a arrepender.

O método usado por esta ferramente é o de obrigar o utilizador a efectuar algumas operações matemáticas, com diferentes graus de dificuldade, num dado espaço de tempo, antes de o sistema enviar a mensagem.

É possível parametrizar os dias e as horas em que este filtro estará activo, de modo a que coincida com os períodos de maior risco, estando o processo de implementação em curso, pelo que existem utilizadores que só dentro de alguns dias poderão aceder a esta ferramenta.

Falta, naturalmente, saber qual o efeito desta ferramenta num País onde as capacidades para o cálculo matemático de grande parte da sua população, mesmo quando sóbria, facilmente podem bloquear o envio de correio electrónico sempre que a filtragem esteja activa, razão pela qual considerariamos como mais adequada um teste aos reflexos, perseguindo um ponto no écran, ou efectuando um conjunto de traços unindo diversos pontos do que a solução agora escolhida.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Microsoft prolonga em mais seis meses a vida ao XP


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Embalagem do Windows XP em versão educacional

A Microsoft adiou, mais uma vez, o fim do Windows XP, dando a possibilidade aos fabricantes de vender computadores com este sistema operativo durante mais seis meses do que o previsto.

O fim oficial do XP estava previsto para o próximo dia 31 de Janeiro, mas a Microsoft adiou para 31 de Julho de 2009, indo assim ao encontro da vontade de fabricantes e utilizadores, muitos dos quais não pretendem migrar para o Vista, seja devido a requesitos em termos de "hardware", seja porque possuem aplicações não compatíveis com a nova plataforma.

Desta forma, os equipamentos podem continuar a ser vendidos com o XP pré-instalado ou em CD e com o devido licenciamento, mesmo que em opção relativamente ao Vista, de modo a que seja o cliente ou utilizador a escolher o sistema operativo a utilizar.

Apesar de até à data já terem sido vendidas 180.000.000 de cópias do Vista desde o seu lançamento, o facto é que estas incluem sobretudo equipamentos novos e não migrações ou "upgrades", sendo que a nível de muitas instituições a transição continua a ser adiada, eventualmente na perspectiva de saltar por cima do Vista e instalar directamente o futuro Windows 7.

Ao manter o XP, a Microsoft toma uma opção inevitável face à pressão de fabricantes e clientes institucionais, evitando um potencial conflito e assumindo que o exito do Vista não corresponde às expectativas iniciais, sobretudo a nível do complexo mercado profissional onde o custo de migração das plataformas aplicacionais tem implicações no próprio desempenho das empresas.

Inflação e deflação dos números - 2ª parte


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Bombeiro durante um simulacro

Existe, seguidamente, uma vertente política, que podemos associar essencialmente a propaganda partidária, a qual visa fazer passar uma mensagem que, dependendo de uma envolvência e de circustâncias específicas, pode ver vantagem em diminuir ou aumentar seja a área ardida, seja a distribuição das causas dos fogos, conforme seja mais favorável atribuí-los a actos criminosos, mera negligência ou a causas indeterminadas.

Neste aspecto, o caso do fogo posto, considerado como negligente ou doloso, mas sempre por acção humana, ganha um especial destaque, dado que este é um tipo de situação para o qual a prevenção, pensada essencialmente para incêndios derivados de causas naturais, ou mesmo a eficácia no combate enfrentará maiores dificuldades, ficando na opinião pública uma sensação de imprevisibilidade e de impotência que iliba as entidades responsáveis.

Aliada a dados imprecisos, cujas confirmações via satélite demoram o suficiente para que as notícias tenham perdido actualidade e escapem ao escrutínio da opinião pública e do próprio debate político, onde a falta de objectividade e a responsabilidade repartida comprometem uma análise que resulte na correcta descrição de toda esta problemática e no perspectivar de soluções realistas, devidamente adaptadas à realidade nacional.

Também questões relacionadas com seguros, que não contemplarão, por exemplo, intencionalidade, bem como verbas comunitárias, que poderão variar conforme as causas, as quais tenderão a ir ao encontro dos interesses governamentais, em primeiro lugar, e dos proprietários, quando estes não entrem em conflito com os primeiros, vão ditar a forma como as parcelas serão distribuidas em função de um total que será mais difícil de alterar por ser verificável, mesmo que com alguma margem de erro, através de imagens de satélite.

terça-feira, outubro 07, 2008

Enforcamento é o método de suicídio mais usado na Europa - 2ª parte


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Um suicído por enforcamento

Do estudo pode-se verificar que os homens usam métodos mais violentos e eficazes, como o caso das armas de fogo, as quais representam a última opção para as mulheres é precisamente as armas de fogo, algo que também associamos à disponibilidade de meios e aos conhecimentos para os usar de forma eficaz e com um mínimo de sofrimento.

O enforcamente também é o método mais utilizado pelos jovens da faixa etária dos 15 aos 24 anos, segundo dados revelados por um outro estudo que tinha como objectivo limitar o acesso aos recursos usados para o suicídio, como armas de fogo, venenos, ou outros, mas cujo resultado, consideramos ser apenas o de demonstrar que, querendo, o suicida encontrará sempre os meios para levar a cabo os seus intentos.

Conjugando os dois estudos, pode-se concluir que não será a restrição de meios que irá dissuadir o suicídio, dado que na impossibilidade de recorrer, por exemplo, a uma arma de fogo, o suicida, caso efectivamente disposto a por termo à vida, encontrará uma alternativa viável e que não implique um sofrimento físico prolongado.

A maior violência dos meios usados por homens relativamente às mulheres, mais do que uma questão de eficácia, terá uma origem educacional e cultural, bem como uma maior facilidade de utilização e de acesso a meios como as armas de fogo por parte dos suicidas masculinos, facto que pode ser confirmado pela muito maior percentagem de homens detentores de licença de porte de arma ou registados como caçadores.

Também a exposição pública terá uma influência na escolha de meios, já que o recurso a uma arma de fogo, atropelamento voluntário ou queda em altura resultará numa situação de visibilidade, enquanto o uso de medicamentos, veneno ou mesmo a opção pelo enforcamento pode ser discreta e manter uma privacidade que é associada a um padrão de comportamento socialmente aceite e que parece mais típico do sexo femenino.

Incêndios aumentam em Outubro


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Um incêndio florestal

Sábado passado registaram-se em Portugal perto de 200 incêndios florestais, um valor superior à média diária de 81 ocorrências que se verificou desde o dia 16 de Setembro e que tem vindo a subir nos últimos dias, passando para 111 fogos na quinta-feira e 113 na sexta.

Segundo dados da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), durante o sábado participaram nas operações de combate aos fogos 1.872 bombeiros e 477 viaturas.

Neste período, designado por "Fase Delta", que se prolonga até 15 de Outubro, considera-se que o risco de incêndio é fraco a moderado, estando integrados no dispositivo um total de de 3.952 elementos, 917 veículos e 26 meios aéreos.

Este foi, de certa forma como aconteceu em 2007, um ano em que o número de ocorrências de de área ardida foi muito inferior à média ds últimos anos, facto que já analisamos mesmo perante números provisórios, mas nota-se que a distribuição dos meses ao longo do ano, mais uma vez, voltou a ser atípica, com maior incidência nos meses que se seguem ao Verão.

Recordamos que o ano passado, o mês com maior número de ocorrências e em que se verifiou uma maior área ardida foi o de Novembro, algo que contraria o que se passou nos anos anteriores e que decorrerá de alterações climáticas, com o prolongar do tempo quente, e da diminuição de efectivos disponíveis, criando assim situações de maior pressão derivada da escassez e dispersão de meios.

Após um primeiro ano, o de 2007, em que se verificou uma distribuição diferente dos fogos ao longo do ano, a calendarização devia ser revista ou flexibilizada, de modo a que os meios estejam distribuidos de forma mais uniforme até Outubro ou mesmo até Novembro, e diminuindo a excessiva concentração numa "Fase Charlie" que parece hoje ter menos impacto do que no passado.

A distribuição mais uniforme dos fogos e, consequentemente, das necessidades de efectivos, eliminando parcialmente os picos do Verão e a época de Inverno, onde o número de ocorrências tem aumentado, permite equacionar uma diminuição da sazonalidade, a qual obrigava a contratações temporárias, as quais devem ser preteridas a favor de laços laborais mais permanentes.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Incêndios continuam em Bragança e Vila Real


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Heli no combate a um fogo florestal


Neste domingo os fogos voltaram ao distrito de Bragança, com um incêndio a consumir uma área na localidade de Aveleda, no interior do Parque Natural de Montesinho, que chegou a ter três frentes activas.

Este incêndio, já circunscrito, foi combatido por 22 bombeiros, apoiados por cinco veículos, dois helicópteros espanhóis e um Kamov Ka-32.

Em Torres de Moncorvo, tambem no distrito de Bragança, outro fogo, que deflagrou pelas 12:00 era combatido por 46 bombeiros apoiados por 10 viaturas e por dois aviões bombardeiros pesados Canadair.

Finalmente, um incêndio que deflagrou cerca das 14:00 na localidade de Chão, concelho de Caminha, no distrito de Vila Real, era combatido por 19 bombeiros, apoiados por cinco veículos e outro helicóptero Kamov.

O recente número de ocorrências, que se verificou desde o início de Outubro, merece uma análise posterior, sobretudo se nos lembrarmos que durante o ano de 2007 foi após o termo da "Fase Charlie" que se verificaram os meses mais complicados, numa altura em que tal não seria de prever.

Este ano, aparentemente, podemos estar diante de uma situação semelhante à do ano passado, pelo que se deve estudar o modelo climático e a sua evolução, no sentido de equacionar alterações de calendarização que adaptem o dispositivo a uma nova realidade que hoje começa a ser evidente.

domingo, outubro 05, 2008

Enforcamento é o método de suicídio mais usado na Europa - 1ª parte


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O enforcamento é o método de suicídio mais usado

Um estudo recente, realizado durante este ano em 16 países europeus, revela que o enforcamento é o método de suicídio mais utilizado, sendo a escolha de quase metade dos suicidas, verificando-se uma maior incidência junto dos homens do que das mulheres.

Esta tendência europeia, que aponta para um total de 54.3% de suicídios por enforcamente entre os homens e de 35.6% entre as mulheres é seguido de perto pela realidade nacional, com 52.3% e 32.5% respectivamente, segundo dados do estudo "Métodos de Suicídio na Europa", que decorreu nos países que compõem a Aliança Europeia contra a Depressão.

Apenas na Suíça o método de suicídio principal é o recurso a armas de fogo, facto compreensível dada a existência destas em grande parte dos lares, como consequência da estrutura militar helvética que implica que cada cidadão, como militar na reserva, tenha à sua guarda o respectivo armamento e uma reserva de munições.

O caso suiço encontra paralelo dentro das forças de segurança, onde só este ano, durante o qual se tem verificado um número particularmente alto de suicídios, com um total de onze até agora, dos quais quatro recebiam acompanhamento psicológico, verificando-se que o método escolhido foi, preferencialmente, o recurso a arma de fogo, dada a eficácia, rapidez, ausência de sofrimento e, por razões profissionais, disponibilidade imediata e facilidade no uso.

Nos outros países europeus o recurso a armas de fogo surge em segundo lugar entre os homens para o suicídio, enquanto as mulheres escolhem, após o enforcamento, a ingestão de medicamentos, sendo excepção Portugal, onde este método é substituido pelo afogamento.

Mais uma vez, a existência de meios, como, no caso nacional, de uma grande orla marítima, acaba por ser determinante na escolha do método de suicídio, que incluem também o envenenamento, o salto a partir de pontos altos ou o atropelamento intencional.
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