Estima-se que 3 biliões de utilizadores utilizem o Gmail, não apenas para gerir o correio electrónico, mas também para manipular um vasto conjunto de informação, o que implica extensas alterações desde que os primeiros convites foram enviados, em 2004, tendo a inclusão de ferramentas de inteligência artificial vindo a estar cada vez mais presentes entre as ferramentas disponibilizadas.
O Google pretende que o Gmail seja muito mais do que uma plataforma de gestão de correio, quer que seja um assistente pessoal, capaz de funcionar de forma pro-activa, antercipando as necessidades do utilizador e apoiando-o em diversas acções, que vão muito para além das actuais respostas inteligentes.
Com o recurso à inteligência artificial, a informação contida nas caixas de correio passam de apenas pesquisáveis a autênticos resumos de informação, sistematizada e consolidada, com os pontos fundamentais a serem destacados, poupando ao utilizador tempo de pesquisa e análise e preparando o processo que antecipa a utilização da informação.
Esta nova possibilidade passa a ser acedida através da linha de pesquisa, onde passa a ser possível colocar questões, em linguagem natural, com o Gmail a fazer a busca da informação relevante, organizando uma resposta que pode ser resultante do acesso a diversas mensagens e conversas, que são consolidadas numa única resposta.
sábado, janeiro 17, 2026
sexta-feira, janeiro 16, 2026
Alterações no IUC a partir de 2017
O pagamento do Imposto Único de Circulação (IUC), passará a ser pago num único mês, previsivelmente Fevereiro, e não no mês de matrícula, como acontece até agora, sendo que a alteração entrará em vigor em 2027, não no presente ano, como chegou a estar previsto, mas que, provavelmente, foi impossível operacionalizar.
Paralelamente, no primeiro ano de matrícula, irá ser feito um desconto correspondente à percentagem do ano em que o veículo é utilizado, o que significa que, por exemplo, um veículo matriculado a meio do ano apenas pagará metade do valor do IUC previsto para a sua classe e para o ano em vigor.
Tal como escrevemos quando esta alteração ao pagamento do IUC foi anunciada, estamos diante, essencialmente, de uma antecipação de receitas, que passam de uma distribuição anual para uma concentração num único mês, que, sendo no início do ano, representam uma entrada nos cofres do Estado de uma quantia importante numa altura em que se verificam despesas elevadas públicas.
Entendemos a antecipação de receitas, infelizmente à custa dos proprietários de veículos, já tão onerados, desde o momento da compra, em que são liquidados impostos absurdamente elevados, passando pela enorme incidência fiscal que agrava o preço dos combustíveis, e terminando nas inúmeras taxas e portagens, pelo que esta alteração não pode ser considerada como uma simplificação benéfica para quem paga, mas tão somente uma vantagem encapotada para o Estado.
Paralelamente, no primeiro ano de matrícula, irá ser feito um desconto correspondente à percentagem do ano em que o veículo é utilizado, o que significa que, por exemplo, um veículo matriculado a meio do ano apenas pagará metade do valor do IUC previsto para a sua classe e para o ano em vigor.
Tal como escrevemos quando esta alteração ao pagamento do IUC foi anunciada, estamos diante, essencialmente, de uma antecipação de receitas, que passam de uma distribuição anual para uma concentração num único mês, que, sendo no início do ano, representam uma entrada nos cofres do Estado de uma quantia importante numa altura em que se verificam despesas elevadas públicas.
Entendemos a antecipação de receitas, infelizmente à custa dos proprietários de veículos, já tão onerados, desde o momento da compra, em que são liquidados impostos absurdamente elevados, passando pela enorme incidência fiscal que agrava o preço dos combustíveis, e terminando nas inúmeras taxas e portagens, pelo que esta alteração não pode ser considerada como uma simplificação benéfica para quem paga, mas tão somente uma vantagem encapotada para o Estado.
quinta-feira, janeiro 15, 2026
Blusão com forro em grafeno em uso - 1ª parte
Após algumas semanas de utilização, em pleno Inverno e durante o tempo chuvoso, voltamos ao blusão com forro em grafeno que adquirimos em Dezembro, agora com fundamentos para uma análise mais fundamentada na experiência, sendo evidente que esta aquisição excedeu as nossas expectativas, ficando ao nível de modelos francamente mais dispendiosos.
Não nos vamos debruçar sobre a estética, que é, essencialmente, uma questão de gosto, mas temos que realçar a praticabilidade, com o blusão a corresponder às necessidades, sobretudo a nível do isolamento térmico, mantendo o corpo devidamente aquecido, sem que o volume se revele excessivo, para o que contribui o facto de ser bastante compressível.
Imediatamente depois de vestido, sobretudo depois de o fecho ser corrido, sente-se o isolamento proporcionado, com o forro interior, em grafeno, a ser confortável ao toque, sendo suave e neutro, não causando irritações, com os ajustes elásticos nas extremidades a contribuirem bem para o isolamento proporcionado, dispensado intervenção manual na altura de vestir
Acresce o excelente conforto, com os punhos e cintura bem ajustados, e com um número de bolsos que permitem transportar os objectos mais comuns, incluindo um telemóvel no bolso interior, sendo que aqui devia estar presente um velcro ou outra forma de retenção, que permitisse fechar o bolso e evitar que, em situações mais extremas, um objecto pudesse sair.
Não nos vamos debruçar sobre a estética, que é, essencialmente, uma questão de gosto, mas temos que realçar a praticabilidade, com o blusão a corresponder às necessidades, sobretudo a nível do isolamento térmico, mantendo o corpo devidamente aquecido, sem que o volume se revele excessivo, para o que contribui o facto de ser bastante compressível.
Imediatamente depois de vestido, sobretudo depois de o fecho ser corrido, sente-se o isolamento proporcionado, com o forro interior, em grafeno, a ser confortável ao toque, sendo suave e neutro, não causando irritações, com os ajustes elásticos nas extremidades a contribuirem bem para o isolamento proporcionado, dispensado intervenção manual na altura de vestir
Acresce o excelente conforto, com os punhos e cintura bem ajustados, e com um número de bolsos que permitem transportar os objectos mais comuns, incluindo um telemóvel no bolso interior, sendo que aqui devia estar presente um velcro ou outra forma de retenção, que permitisse fechar o bolso e evitar que, em situações mais extremas, um objecto pudesse sair.
quarta-feira, janeiro 14, 2026
Mortalidade acima do normal nas últimas semanas de 2025 - 4ª parte
Em Portugal continua-se a minimizar o efeito do frio e forma como impacta negativamente os mais vulneráveis, sobretudo os mais idosos, com incidência especial nos que vivem sós, sendo óbvio que a pobreza energética, que impossibilita grande parte da população de aquecer as respectivas residências, é minimizada, como se tal não fosse um problema que coloca em causa a própria vida, sendo colocada ao nível de um conforto supérfulo.
Enquanto o mito de que vivemos num clima temperado, que o frio, sobretudo no Litoral, não é um problema grave, e que o aquecimento das residências pode ser equiparado a um luxo, o número de vítimas resultantes do frio e de doenças que podem ser resultantes das temperaturas baixas, ou potenciadas por estas, dificilmente será abordado de forma incisiva e, menos ainda, será encontrada uma solução.
Lamenta-se que esta falta de visão, que é tão irracional do ponto de vista económico, tendo em custa os custos hospitalares resultantes, como cruel, porque tortura os mais vulneráveis, por vezes resultando numa morte dolorosa, que podia ser evitada, e que resulta de uma manifesta indiferença das entidades oficiais, que se alheiam de um problema da maior gravidade, que afecta, sobretudo os mais idosos, como se estes, quando se aproximam do fim da vida, fossem dispensáveis.
Temos consciência que este excesso de mortalidade resulta de um conjunto de factores e que a solução deste problema, na situação concreta verificada nas últimas semanas, é complexa e morosa, mas podem ser adoptadas medidas de contingência de implementação rápida e com custos controlados, pelo que a inação não é apenas inaceitável, é de criminosa e deve ser avaliada enquanto tal.
Enquanto o mito de que vivemos num clima temperado, que o frio, sobretudo no Litoral, não é um problema grave, e que o aquecimento das residências pode ser equiparado a um luxo, o número de vítimas resultantes do frio e de doenças que podem ser resultantes das temperaturas baixas, ou potenciadas por estas, dificilmente será abordado de forma incisiva e, menos ainda, será encontrada uma solução.
Lamenta-se que esta falta de visão, que é tão irracional do ponto de vista económico, tendo em custa os custos hospitalares resultantes, como cruel, porque tortura os mais vulneráveis, por vezes resultando numa morte dolorosa, que podia ser evitada, e que resulta de uma manifesta indiferença das entidades oficiais, que se alheiam de um problema da maior gravidade, que afecta, sobretudo os mais idosos, como se estes, quando se aproximam do fim da vida, fossem dispensáveis.
Temos consciência que este excesso de mortalidade resulta de um conjunto de factores e que a solução deste problema, na situação concreta verificada nas últimas semanas, é complexa e morosa, mas podem ser adoptadas medidas de contingência de implementação rápida e com custos controlados, pelo que a inação não é apenas inaceitável, é de criminosa e deve ser avaliada enquanto tal.
terça-feira, janeiro 13, 2026
Opera 126 final já disponível
A versão 126 final do Opera, o navegador que temos utilizado durante os últimos anos, já pode ser descarregada, reportando a compilação 126.0.5750.18, baseada no Chromium 142.0.7444.243 ou posterior, sendo especialmente focada na maior integração da linguagem de inteligência artificial Aria.
As capacidades do Aria já tinham sido anunciadas em versões anteriores, incluindo o recurso a voz, para entrada de pedidos e saída de resultados, análise do conteúdo de ficheiros, integração com o Youtube, geração de transcrição de vídeos e de textos contidos em imagens, gerador de imagens e capacidade para resolver equações matemáticas.
Com uma facilidade de acesso cada vez maior, agora a partir da barra de tarefas, o Aria é, sem dúvida, a grande aposta do Opera, pelo que as restantes funcionalidades, que continuam presentes, e, nalguns casos, melhoradas, não são objecto de anúncio, continuando-se a insistir na complementaridade das versões para dispositivos móveis e na forma como as várias plataformas se integram.
No "changelog" pode-se ver a longa lista de correcções, sendo que para a maioria dos utilizadores os problemas descritos podem nunca se ter verificado, mas o mais certo é que tenham passado desapercebidos, interpretando a situação como uma falha temporária, atribuída a múltiplos factores, e não ao próprio Opera, que, em situações agora corrigidas, podia mesmo ter uma falha crítica.
As capacidades do Aria já tinham sido anunciadas em versões anteriores, incluindo o recurso a voz, para entrada de pedidos e saída de resultados, análise do conteúdo de ficheiros, integração com o Youtube, geração de transcrição de vídeos e de textos contidos em imagens, gerador de imagens e capacidade para resolver equações matemáticas.
Com uma facilidade de acesso cada vez maior, agora a partir da barra de tarefas, o Aria é, sem dúvida, a grande aposta do Opera, pelo que as restantes funcionalidades, que continuam presentes, e, nalguns casos, melhoradas, não são objecto de anúncio, continuando-se a insistir na complementaridade das versões para dispositivos móveis e na forma como as várias plataformas se integram.
No "changelog" pode-se ver a longa lista de correcções, sendo que para a maioria dos utilizadores os problemas descritos podem nunca se ter verificado, mas o mais certo é que tenham passado desapercebidos, interpretando a situação como uma falha temporária, atribuída a múltiplos factores, e não ao próprio Opera, que, em situações agora corrigidas, podia mesmo ter uma falha crítica.
segunda-feira, janeiro 12, 2026
Mortalidade acima do normal nas últimas semanas de 2025 - 3ª parte
Complementa este quadro negro a falta de qualidade de grande parte das edificações, muitas delas bastante degradadas, resultado de uma idade elevada e de falta de manutenção, e que foram construídas sem contemplar adequadamente a necessidade de serem aquecidas de modo a proporcionar aos residentes não apenas o conforto, mas também a saúde, mantendo uma temperatura compatível com as necessidades térmicas de um ser humano.
Em textos anteriores fizemos algumas sugestões no sentido de evitar que os mais vulneráveis passem frio, recorrendo a coletes aquecidos ou a uma melhor protecção térmica das janelas, sendo ambos os investimentos módicos e perfeitamente suportáveis por parte de autarquias ou associações que desenvolvam a sua actividade no sector da assistência social ou da solidariedade, pelo que consideramos que devem ser estudados.
Sendo mais complexo e apenas com efeitos no futuro, também não representaria um encargo excessivo se os prédios a construir tivessem uma pré-instalação para uma salamandra ou outro equipamento que pudesse queimar lenha, em segurança, com extracção adequada dos fumos, sabendo-se que esta forma de aquecimento continua a ser a mais acessível.
Esta possibilidade podia ser contemplada na regulamentação para edificações, tornado obrigatório que as construções novas, destinadas a habitação, incluissem este tipo de pré-instalação, o que permitia aquecer as residências sem o risco de usar o fogo em locais menos apropriados, que não ofereçam a segurança necessária, evitando-se, assim, as várias vítimas que se registam anualmente por inalação de monóxido de carbono.
Em textos anteriores fizemos algumas sugestões no sentido de evitar que os mais vulneráveis passem frio, recorrendo a coletes aquecidos ou a uma melhor protecção térmica das janelas, sendo ambos os investimentos módicos e perfeitamente suportáveis por parte de autarquias ou associações que desenvolvam a sua actividade no sector da assistência social ou da solidariedade, pelo que consideramos que devem ser estudados.
Sendo mais complexo e apenas com efeitos no futuro, também não representaria um encargo excessivo se os prédios a construir tivessem uma pré-instalação para uma salamandra ou outro equipamento que pudesse queimar lenha, em segurança, com extracção adequada dos fumos, sabendo-se que esta forma de aquecimento continua a ser a mais acessível.
Esta possibilidade podia ser contemplada na regulamentação para edificações, tornado obrigatório que as construções novas, destinadas a habitação, incluissem este tipo de pré-instalação, o que permitia aquecer as residências sem o risco de usar o fogo em locais menos apropriados, que não ofereçam a segurança necessária, evitando-se, assim, as várias vítimas que se registam anualmente por inalação de monóxido de carbono.
domingo, janeiro 11, 2026
A luz de aviso Vulpo - 2ª parte
Todos os modelos têm quatro modos de operação, incluindo luz constante, flash deslizante, flash rápido e flash lento, operados por um botão, que permite, igualmente, ligar e desligar e que, pelo seu aspecto, parece o componente mais frágil do conjunto, sendo de crer que uma falha parta deste pequeno botão.
Todo o processo de utilização, incluindo-se a colocação, carregamento e operação está ao alcance de todos, com os vários modelos a proporcionar uma fonte de luz visível a longas distâncias, pelo que a opção deve recair no modelo que mais se enquadre não apenas nas necessidades do utilizador, como dentro da legislação em vigor, sendo dúbio que um modelo onde as luzes azuis, tipicamente associadas à polícia, estejam presentes, sejam legais.
O preço, incluindo IVA e portes a partir da Ásia, fica entre os quatro e os cinco Euros, com o avisador a vir acompanhado de um cabo de carregamento e de uma base em velcro, destinada a facilitar o seu uso num capacete ou mesmo numa bicicleta ou numa peça de vestuário.
Os Vulpo oferecem uma excelente relação entre o preço e a qualidade, correspondendo às necessidades de quem necessita de se manter visível, sendo exemplo do que hoje se produz e podendo servir, igualmente, como base de comparação para as numerosas opções existentes no mercado, a maioria das quais numa gama de preços bastante acessível, o que significa que o preço a pagar pelo acréscimo de segurança é francamente baixo.
Todo o processo de utilização, incluindo-se a colocação, carregamento e operação está ao alcance de todos, com os vários modelos a proporcionar uma fonte de luz visível a longas distâncias, pelo que a opção deve recair no modelo que mais se enquadre não apenas nas necessidades do utilizador, como dentro da legislação em vigor, sendo dúbio que um modelo onde as luzes azuis, tipicamente associadas à polícia, estejam presentes, sejam legais.
O preço, incluindo IVA e portes a partir da Ásia, fica entre os quatro e os cinco Euros, com o avisador a vir acompanhado de um cabo de carregamento e de uma base em velcro, destinada a facilitar o seu uso num capacete ou mesmo numa bicicleta ou numa peça de vestuário.
Os Vulpo oferecem uma excelente relação entre o preço e a qualidade, correspondendo às necessidades de quem necessita de se manter visível, sendo exemplo do que hoje se produz e podendo servir, igualmente, como base de comparação para as numerosas opções existentes no mercado, a maioria das quais numa gama de preços bastante acessível, o que significa que o preço a pagar pelo acréscimo de segurança é francamente baixo.
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