sábado, janeiro 14, 2006

Site da Paddock Spares renovado


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Site da Paddock Spares

Por altura do 30º aniversário, o "site" da Paddock Spares, onde muitos dos proprietários de Land Rover fazem as suas compras, foi recentemente renovado, podendo-se encontrar um visual completamente novo e de mais fácil utilização.

Para quem acedeu à anterior versão do "site", este apresentava uma disposição por vezes confusa, com dificuldades de navegação e pesquisa, para além de uma sucessão de écrans de apresentação algo lenta.

Mesmo que seja apenas para uma visita, para recolher ideias, ou por simples curiosidade, aconselhamos a ver o que de novo nos traz um dos maiores fornecedores ingleses de peças para Land Rovers cujos preços continuam a ser francamente favoráveis.

Detalhes do "snorkel"


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Detalhe do topo metálico do "snorkel"

Para que melhor se possa avaliar o processo de instalação, disponibilizamos algumas imagens adicionais do "snorkel" que descrevemos sumariamente, sobretudo a nível de alguns detalhes relevantes.

O topo é do tipo "cogumelo" semelhante ao Coopers de 65 mm vendido, entre outros, pela Paddock, embora não saibamos se desta marca, e está fixo por dois parafusos, visíveis na fotografia, que atravessam de um lado ao outro o tubo cilíndrico em plástico.


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Detalhe do tubo em plástico e do topo do "snorkel"

As braçadeiras utilizadas incluem um perne roscado em angulo, visível nas fotos, de forma a que, através de um furo na estrutura do para-brisas ou na carroçaria, possam ser fixas através de um conjunto de anilha e porca.

Num próximo conjunto, que tentaremos disponibilizar durante o fim de semana, vamos mostrar o aspecto do "snorkel" montado, embora fora do nosso Série, para facilitar a visualização na posição de montagem e as dimensões reais em relação ao veículo.

Entretanto, estamos a limpar e remover alguma tinta em mau estado, utilizando escovas metálicas, lixa e decapante, de modo a que todo o conjunto seja pintado com "spray" preto antes de o instalarmos no Land Rover.

Com base nas imagens, mais uma vez agradecemos sugestões ou informações relativamente à melhor forma de o colocar e ao "wadding kit" e, infelizmente, de como furar a parte superior da asa direita de modo a fazer o encaminhamento para o interior do compartimento do motor.

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Ainda a formação dos Bombeiros


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Site da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários

A aposta na formação, eventualmente mais do que qualquer outra, é sinónimo não só de eficiência, mas também de segurança no exercício das difíceis missões dos Bombeiros.

A formação, na nossa perspectiva, não se deve confinar às matérias habitualmente tipificadas, mas ir mais longe e abarcar campos tão diversos como as novas tecnologias, incluindo o recurso a GPS e cartografia digital, sistemas de comunicações sobre IP ou técnicas de condução em todo o terreno, de forma a melhorar o desempenho e as próprias qualificações profissionais dos bombeiros voluntários.

Embora não conste da proposta da ABPV, já no passado salientamos que, como forma de compensação pelos serviços prestados e como forma de despertar o interesse de novos voluntários, os bombeiros voluntários deviam ter prioridade num conjunto de cursos de formação técnico-profissional, sobretudo quando este tivessem repercussões positivas no desempenho das suas funções.

A formação, sendo um investimento da sociedade no seu próprio futuro, é cada vez mais decisiva a nível individual e determinante para fazer face a um desemprego crescente que afecta sobretudo áreas mais empobrecidas do território nacional.

Assim, aqui fica o apelo a quem tiver qualificações ou experiência em matérias que possam ser importantes no desempenho das missões dos Soldados da Paz, para que contactem a APBV expondo os seus projectos na área da formação.

A campanha presidencial na Sertã


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Incêndio no Verão de 2005

Dois dos principais candidatos presidenciais passaram pela Sertã, tendo a recepção sido relativamente fraca em relação ao esperado, facto que foi justificado pelo Presidente da Câmara por "os habitantes estarem a trabalhar a terra".

Tal pode ser, só por sí, irrelevante e justificável pelas mais diversas razões, mas o facto de nenhum deles se ter referido aos incêndios florestais que devastaram este Concelho no Verão passado leva-nos a crer que estavamos certos quando há alguns dias lançamos esta possibilidade.

Efectivamente, se uma das principais responsabilidades do Presidente da República é a de mobilizar e unir os portugueses em redor de objectivos de interesse nacional, o facto destes dois candidatos não terem mencionado o que de mais relevante aconteceu na Lousã em 2005, e que foi determinante para a vida de grande número dos seus habitantes, revela ou uma falta de perspectiva relativamente ao cargo a que se candidatam, ou um tacticismo que se sobrepõe ao interesse nacional.

Independentemente das razões que levaram a esquecer os trágicos eventos deste Verão, este conveniente esquecimento pouco abona em favor de quem, quase certamente, irá desempenhar o mais alto cargo da Nação e opta pelo silêncio perante a gravidade de uma situação que, com toda a probabilidade, vai repetir-se no futuro.

Esperamos que, na semana de campanha eleitoral que ainda falta, todos os candidatos se pronunciem sobre este tema que preocupa tanto os portugueses e, muito especialmente, aqueles que têm que enfrentar este flagelo, esquecendo as conveniências do momento, propondo soluções concretas e garantindo o seu empenho pessoal.

quinta-feira, janeiro 12, 2006

Aumento de visitas e problemas no Imageshack


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Site do Imageshack

Devido ao que pensamos ser uma alteração nos mecanismos de busca, nomeadamente no Google Português, que também serve de base a outros mecanismos de pesquisa, o número de visitas aumentou recentemente, tendo chegado a duplicar o valor habitual.

Verifica-se que, para além das visitas habituais de quem nos conhece, muitos resultados de pesquisas relativamente a temas que costumamos abordar e, muito especialmente ao Lisboa Dakar 3D, resultaram em novos visitantes, que esperamos tenham encontrado resposta para as suas questões.

Entretanto, e quase certamente sem ligação com este acréscimo, várias das imagens do "blog" ficaram indisponíveis, tendo sido ainda ontem repostas as referentes aos meses de Dezembro e Janeiro.

Caso haja imagens de que necessitem e tenham desaparecido, informem-nos e estas serão respostas assim que possível.

Lembramos também que é possível adicionar comentários em cada texto, funcionalidade que nos permite não só avaliar do interesse suscitado, como esclarecer quaisquer dúvidas que surjam.

O "snorkel" chegou!


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Topo e secção superior

Após os atrasos normais no periodo natalício, chegou na passada 2ª feira o "snorkel" adquirido no EBay alemão, de que falamos num texto publicado na altura da aquisição no passado mês de Dezembro.

Para além da demora no envio, o facto de ter sido pago via transferência bancária, algo que nunca nos agrada, e não por cartão de crédito, veio aumentar a demora na recepção deste equipamento, que acabou por demorar quase um mês a chegar.

O "snorkel" adquirido, em 2ª mão, é proveniente de um Série 3 modelo 109, cuja fotografia apresentamos, pelo que toda a zona do veículo onde vai ser instalado é idêntica à daquele de onde as peças são provenientes.

Por esta razão, esperamos que eventuais adaptações durante a instalação sejam relativamente pequenas e fáceis de realizar.

Na selecção deste modelo, tivemos em conta a necessidade de obter um sistema com um diametro mínimo de 65 mm, correspondente à admissão de ar dos Série, de modo a evitar qualquer estrangulamento que se refletisse no funcionamento do motor.

Este aspecto é fundamental, pois já vimos montados "snorkels" de diametro inferior, inclusivé em veículos com motores de maior cilindrada e que necessitam de um débito de ar superior, com consequências que suspeitamos serem pouco felizes.


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Secção em tubo flexível

Basicamente, o "snorkel" que adquirimos é composto de 3 partes, sendo uma o topo e respectivo segmento cilindrico, uma outra secção de tubo que vai até ao topo da asa dianteira e uma secção em tubo flexível que encaminhará o ar para o compartimento do motor.

Estas secções são apertadas entre sí através de simples braçadeiras, após o que devem ser aparafusadas na estrutura do para-brisas entrando pela parte superior da asa dianteira do veículo.


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Secção central

Este 1º conjunto de fotografias destina-se por um lado a apresentar as peças, algumas das quais deverão ser lixadas e repintadas, e, por outro, recolher algumas informações sobre a forma de instalação e peças que seja necessário adquirir.

Numa 2ª série de fotos, iremos mostrar alguns detalhes adicionais, sobretudo no referente ao topo e a algumas braçadeiras com pernes de fixação que vêm incluidas de modo a que todos possam ter uma ideia tão concreta quanto possível de como poderão ser instaladas.

Na altura da instalação, é preciso ter em conta que se pretende colocar o kit de atravessamento de cursos de água ou "wadding kit", que mencionamos algum tempo atrás, pelo que eventuais adaptações devem ser feitas nesta altura, o que justifica um planeamento atento.

Assim, agradecemos dicas, sugestões e qualquer ajuda, inclusivé a nível da instalação, que nos possam dispensar.

quarta-feira, janeiro 11, 2006

Aumento de verbas da Misericórdia para voluntários


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Brazão da Misericórdia de Lisboa

A fatia que cabe aos bombeiros na divisão das receitas dos jogos da Santa Casa da Misericórdia vai duplicar e poderá ultrapassar este ano os sete milhões de euros.

A revelação foi feita pelo secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, na cerimónia de tomada de posse dos corpos executivos da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que decorreu em Torres Vedras, para quem a verba passará de 3.500.000 para uma estimativa de 7.000.000.

A reivindicação de medidas governativas que permitam o desenvolvimento sustentado dos bombeiros é, de resto, um dos objectivos traçados por Duarte Caldeira, reconduzido em Novembro para o terceiro mandato à frente dos destinos da LBP, sendo que o segundo passa por promover a reorganização de todos os corpos e associações de bombeiros.

Na análise que fez do sector, o presidente da LBP identificou cinco grandes problemas: o modelo esgotado do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil, a instabilidade em que vive, a falta de financiamento da actividade dos bombeiros, "a desresponsabilização do Ministério da Saúde quanto aos compromissos assumidos", os entraves ao voluntariado e as falhas operacionais.

Sentado na mesa de honra, Ascenso Simões ouviu ainda Duarte Caldeira repetir que se trata de um "erro" a criação do Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro da GNR, aprovada em Dezembro pelo Governo mas mostrou-se inflexível, afirmando que "a prevenção cabe aos serviços florestais, a vigilância à GNR e o combate aos bombeiros".

A criação do GIPS já foi comentado por nós, mas é sempre de salientar a fraca disponibilidade que vai resultar da criação desta unidade, derivado dos escassos efectivos reais, agravado pelo sistema de escalas, de que resulta que possa operar apenas em 5 distritos.

Assim, estarão permanentemente disponíveis uma dúzia de elementos do GIPS em cada um destes 5 distritos, o que é completamente insuficiente e, mais grave, uma má utilização do dinheiro público, já que estes militares são subtraidos às normais funções de policiamento, para as quais estão treinados, a um custo que seria muito mais eficaz se atribuido aos bombeiros ou às autarquias.

Apesar da intransigência que se verifica actualmente por parte do Governo, ainda se espera que uma perspectiva mais realista venha a pervalecer sobre uma ideia que continuamos a não compreender, sobretudo se tivermos em conta a actual crise financeira e a urgência em encontrar soluções para o problema dos incêndios florestais.

Água do mar para o combate a incêndios


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Imagem da costa portuguesa

A água do mar poderá vir a ser usada no combate aos incêndios sem causar problemas ambientais graves, segundo um parecer do Laboratório Nacional de Engenharia Civil.

O estudo do LNEC procurou identificar os efeitos das descargas de água salgada sobre os solos, lençois subterrâneas, vegetação e habitats, concluindo que o impacte a nível ambiental não é preocupante.

Actualmente, a água salgada é usada no combate a incêndios em diversos países, como a Grécia, onde este método é utilizado há mais de 30 anos.

Em Portugal, no entanto, a opção tem sido rara e deve-se mais a condições de seca do que a uma opção táctica, pelo que apenas em 2005 este valioso contributo na luta contra os fogos veio auxiliar o esforço dos bombeiros.

Caso se venha a optar pelos aviões pesados Beriev B-200 de origem russa, como pretende o Governo, a opção pela água do mar será quase inevitável, pois as dimensões, velocidades de aproximação e sustentação e a extensão necessária ao seu reabastecimento de água, limita as possibilidades de operar a partir de muitas albufeiras a que aparelhos mais pequenos conseguem recorrer.

Pensamos que será precisamente a necessidade de estimar as performances operacionais dos Beriev, bem como as consequências ambientais resultantes, que levaram à elaboração de um estudo que necessita de ser extremamente completo de forma a evitar surpresas desagradáveis.

Ao contrário do que muitos podem pensar, substituir um Canadair por um B-200 é muito mais do que aumentar o volume das descargas, pois implica a revisão de uma série de técnicas e tácticas que não podem ser equacionadas de ânimo leve e obrigam a novas formas de coordenação e comunicação com os elementos em terra.

Esperemos que todos estes procedimentos sejam devidamente revistos, testados e treinados, de modo a evitar situações complexas que venham a transformar-se em acidentes graves.

terça-feira, janeiro 10, 2006

E porque não uma webcam nos carros patrulha?


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Imagens de GPS Camera com baixa visibilidade

Muito se falou dos novos sistemas de comunicações instalados em diversos veículos de forças policiais, baseadas num computador portátil com acesso remoto a diversas bases de dados, mas, por qualquer razão, não foi adicionado o que podia ser uma mais valia no desempenho das missões de vigilância, uma "webcam" que gravasse toda a missão.

O preço deste acessório é insignificante quando comparado com o custo do sistema e permite, para além de gravar fases decisivas ou delicadas da missão, garantir uma certa segurança a quem a desempenha e servir de dissuação a quem pretenda interferir, certo de que as imagens estarão a ser gravadas.

Se para além da "webcam" adicionarmos um GPS, mesmo que de baixo custo, e o software apropriado, as imagens poderão incluir a localização geográfica, a data, hora e velocidade, sendo esta informação proveniente de satélites e, portanto, acima de qualquer suspeita, sem necessitar de ser calibrada periodicamente como outros equipamentos de medição.

Em termos globais, falamos de uma centena de euros, incluindo software, que podem constituir uma espécie de caixa negra onde os dados da missão são registados, de modo a ser utilizada para fins tão diversos como a identificação de suspeitos ou o esclarecimento de dúvidas na actuação da patrulha.

A imagem que anexamos, com fotos tiradas com um segundo de intervalo e agrupadas através de um programa próprio, é exemplificativa dos resultados que se podem obter e que, logicamente, derivam em muito da qualidade da camera utilizada.

Neste caso, uma câmara com algumas capacidades de operar com baixa visibilidade, mesmo que com um custo um pouco mais elevado, justificar-se-ia plenamente dado permitir operar mesmo durante a noite.

Aqui fica a sugestão, numa área que não é aquela a que nos dedicamos habitualmente, mas que resulta da experiência adquirida através dos testes que temos realizado e que, certamente, preocupa todos os portugueses.

segunda-feira, janeiro 09, 2006

Liga dos Bombeiros Portugueses vai criar um observatório


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Dr. Duarte Caldeira

A Liga dos Bombeiros Portugueses vai criar um Observatório para acompanhar em permanência a situação operacional do país e formular recomendações, anunciou hoje o presidente da confederação, que reúne 472 instituições de voluntários, sapadores, municipais e privativos.

Duarte Caldeira falava na tomada de posse dos órgãos sociais da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) para o triénio 2006-2008, em Torres Vedras.

O Observatório será composto por elementos a eleger em Conselho Nacional, propostos pelo Conselho Executivo.

"Com esta estrutura de monitorização do sistema, queremos assegurar uma intervenção efectiva e operacionalmente sustentada da Liga em todas as matérias que digam directamente respeito aos bombeiros portugueses, enquanto principais agentes de Protecção Civil, nomeadamente no que concerne aos incêndios florestais", disse.

Das linhas gerais de orientação para os próximos três anos, a Liga destaca dois grandes objectivos: reivindicar do Governo iniciativas legislativas e de acção política para o desenvolvimento sustentado dos corpos de bombeiros e promover uma ampla reorganização das associações para as dotas das adequadas condições à prestação de um serviço de maior qualidade junto da população.

Duarte Caldeira afirmou que, na sequência de uma proposta do Secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, a LBP vai apresentar este ano um conjunto de "dossiers" sobre vários temas referentes à actividade do sector.

De acordo com o calendário hoje divulgado pelo presidente da LBP, no primeiro semestre serão concluídos "dossiers" sobre Regulamento Geral dos Corpos de Bombeiros, Serviços Municipais de Protecção Civil, Formação, incluindo a reestruturação da Escola Nacional de Bombeiros, Regime de Seguros e Estatuto Social do Bombeiro.

Para o segundo semestre, Duarte Caldeira indicou a concretização de outras "importantes medidas", como o Financiamento dos Corpos de Bombeiros, Regime Contabilístico e Jurídico dos Funcionários das Associações de Bombeiros Voluntários, Planos de Reequipamento dos Bombeiros e Regime de Apoio à Construção de Edifícios.

Voltaremos a este assunto brevemente, sobretudo para analisar as posições da Liga em resposta às medidas recentemente anunciadas pelo Governo e contribuir com a nossa própria perspectiva relativamente um assunto sobre o qual já nos debruçamos por diversas vezes.

Grelha para leitura de mapas


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Grelha para leitura de mapas

Embora se venda em casas da especialidade, basta imprimir esta pequena grelha em acetato transparente e plastificá-la, para obter uma ajuda na medição de distâncias sobre mapas militares.

Sabendo que a cada quilómetro correspondem 4 centímetros num mapa à escala 1/25.000, e a 2 se feitos na escala 1/50.000, esta pequena régua e quadrícula permite facilmente traçar linhas rectas e ler distâncias em qualquer sentido.

Assim, imprimindo este desenho na escala correcta e usando o branco como transparência, é suficiente para obter este pequeno auxiliar na leitura de mapas.

Como forma de facilitar a impressão, para além de servir de régua, a escala lateral deve ser cuidadosamente aferida de forma a coincidir com uma régua em centímetros.

Para finalizar, deve ser plastificado utilizando plástico laminado de forma a que fique tão rígido quanto possível, protegendo a impressão e evitando deformações, algo que pode ser feito em muitas lojas de fotocópias.

Desta forma, é possível utilizar canetas de acetato para escrever ou tirar notas sobre a quadrícula, apagando-as facilmente e sem deixar marcas quando deixarem de ser necessárias.

Depois do logotipo do Dakar, esta é uma pequena prenda de Ano Novo para os nossos leitores.

domingo, janeiro 08, 2006

"Poder político e judicial é cúmplice dos incendiários"


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Incêndio em Portugal no Verão de 2005

A Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários (APBV) acusou hoje os responsáveis políticos e judiciais de serem cúmplices dos incendiários na destruição das florestas portuguesas.

Durante a cerimónia de hoje em Fátima para homenagear os 13 bombeiros que morreram durante a época de combate aos fogos, Paulo Jesus, um dos fundadores da APBV, apontou a falta de empenho dos políticos e dos responsáveis judiciais como factores que facilitam o aumento de fogos.

"Se criminosos são os que incendeiam, cúmplices são os que criaram ou mantêm condições para que isso suceda", ou seja todos os que "tiveram responsabilidades governamentais, judiciais e em diversos organismos", afirmou Paulo Jesus, numa intervenção aplaudida pelos sócios que compareceram na cerimónia.

O desinvestimento nas Direcções de Florestas, o desordenamento na floresta, mesmo a que já ardeu recentemente, a falta de limpeza das matas ou os meios reduzidos foram alguns dos exemplos de más políticas seguidas em Portugal na opinião da APBV.

Por outro lado, "os que não aceitaram a pena máxima para os incendiários" e os que permitem a libertação dos suspeitos são também responsabilizados por este estado de coisas.

"A sua incompetência e negligência são tais, que a conivência com o crime é por demais evidente", acusou, lamentando que esses elementos não se sentem no "banco dos réus, respondendo quer pela destruição de bens e morte de pessoas quer pelo ataque ao património do Estado".

Logicamente, as acusações são não só uma consequência da inércia política, ou da condução da luta contra os incêndios no Verão passado, a qual pode ser classificada como desastrosa, mas foram particularmente inflamadas pela lembrança dos 13 bombeiros que morreram durante esses trágicos meses.

Espera-se que esta nova Associação, que já mencionamos diversas vezes, como na altura em que foi criada, venha a apresentar tão brevemente quanto possível e em complementaridade com outras já existentes, um conjunto de propostas que evitem que este Verão se repitam as situações de anos anteriores.

Land Rover no último lugar em fiabilidade


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Tabela de classificação de marcas em 2005

Muito se tem discutido a polémica classificação da Land Rover em termos de fiabilidade e a classificação publicada em diversos sites, entre os quais o do Galp FastAccess, devia fazer reflectir os representantes da marca.

Para além de classificar os veículos, que sabemos serem sujeitos a um tratamento que destruiria a esmagadora maioria dos concorrentes, os resultados certamente também refletem uma assistência que deixa muito a desejar, aliada a um alheamento em relação aos proprietários de veículos desta marca.

Muitos dos proprietários já se depararam com a impossibilidade de homologar um acessório ou uma medida de pneus, com visitas vezes sem conta a uma oficina para reparar a mesma avaria, ou perante prazos de reparação absurdos devidos à ausência de um stock de peças aceitável, fazendo reflectir o descontentamento relativamente ao serviço na opinião que transmitem dos seus próprios veículos.

Frequentemente, o resultado destes estudos não é o de classificar uma determinada marca ou modelo, mas muito simplesmente de exprimir uma revolta perante atitudes lamentáveis, sempre na esperança de que algo venha mudar.

A Land Rover Portugal, muito particularmente, tem optado por um relacionamento de uma indiferença quase hostíl em relação aos proprietários, com um deficiente apoio pós-venda e sem exercer uma verdadeira actividade inspectiva em relação aos concessionários que podem, livremente, prestar um mau serviço aos seus clientes sem que daí advenha qualquer consequência.

Se, ao menos, esta classificação e os comentários dos proprietários chegassem a Inglaterra, seria possível que houvesse uma intervenção no sentido de repor uma certa normalidade numa marca que durante anos foi símbolo de fiabilidade.

Mas pelo menos os Série, esses, são eternos!
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