quinta-feira, julho 18, 2019

Formandos da GNR interrompem curso para reforçar efectivos - 2ª parte

Devemo-nos interrogar sobre qual a reacção pública se, por exemplo, a formação de um bombeiro fosse interrompida para que este fosse combater incêndios, ou se um técnico de emergência do INEM, antes de terminar o curso, estivesse presente e a actuar, mesmo que de forma limitada, em missões de socorro, em ambos os casos com perto de um terço da formação concluída e mesmo que sob a supervisão de pessoal experiente.

Presumivelmente, muitos destes profissionais em formação não aceitariam tal incumbência e as organizações representativas das classes profissionais teriam uma acção imediata, mas, tratando-se de militares, a desobediência, mesmo que legitimada pelos regulamentos, têm efeitos que comprometem uma carreira futura, pelo que esta opção, apesar de prevista, efectivamente e do ponto de vista prático, é inexistente.

Com falta de preparação, uma simples intervenção que não corra da melhor forma pode resultar num processo contra o militar, que, sem culpa, pode ser responsabilizado por uma actuação menos feliz, para a qual não foi devidamente preparado, mas cujas consequências recaem sobre o próprio, por ter aceite uma situação contra a qual, efectivamente, pouca ou nenhuma oposição podia interpor, mas que, em termos legais, o responsabiliza.

Igualmente grave, é a possibilidade de um acidente, num combate aos fogos, para usar um exemplo comum, e de que resultem consequências para os formandos, do que podem resultar problemas para outros militares envolvidos, seja quem os comanda, seja quem com eles opera e que pode ficar em risco em resultado da falta de preparação de quem está a seu lado numa situação complexa e de elevado perigo, como acontece face a um incêndio florestal.

quarta-feira, julho 17, 2019

Portugal adquire 5 aviões KC-390 - 2ª parte

Mesmo sem entrar em detalhes, existe uma diferença geracional entre os aviões agora adquiridos e os C-130, mesmo nas suas versões mais modernizadas, as quais se continuam a basear num projecto dos anos cinquenta, que deu origem a um modelo que voou, pela primeira vez, em 1954, numa altura em que a aviação se encontrava num estado de desenvolvimento completamente diferente, não apenas em termos tecnológicos, mas também em muitos dos conceitos que orientavam os projectos.

Trata-se, portanto, de um enorme salto tecnológico, correspondente a largas décadas de evolução a nível aeronáutica, e durante a qual algumas vertentes, como a electrónica, veio permitir soluções inimagináveis na altura do desenvolvimento dos C-130, pelo que os KC-390 permitem o desempenho de missões muito mais complexas ou, simplesmente, de maior duração, trazendo novas possibilidades e capacidades para a Força Aérea Portuguesa.

Apesar da chegada dos KC-390, está prevista a permanência em serviço dos C-130, pelo menos durante esta década, podendo vir a desempenhar missões complementares ou a serem utilizados no combate aos incêndios florestais, reavivando um projecto antigo, para o qual foram adquiridos os "kits" necessários, mas que foi entretanto abandonado.

Apesar desta possibilidade, o investimento necessário para que os C-130 possam combater os fogos parece-nos exagerado, assumindo que os "kits" existentes necessitam de ser substituídos, e tendo em conta a longevidade esperado destes aparelhos, bem como a sua adequação, no presente estágio da sua existência, a missões tão complexas e exigentes como o combate aos incêndios, podendo estas representar um risco acima do aceitável para as respectivas tripulações.

terça-feira, julho 16, 2019

Formandos da GNR interrompem curso para reforçar efectivos - 1ª parte

Associações de classe contestaram o facto de o curso de formação de novos militares da Guarda Nacional Republicana, cuja duração é de 11 meses, ter sido interrompido ao fim de quatro meses para que 400 formandos prestem serviço operacional, não armado, classificado como um estágio ou formação prática pela tutela.

Estes formandos, cujas limitações são óbvias, face ao escasso período de formação e à impossibilidade de dispor de armamento, foram enviados para diversos pontos do País como forma de reforçar os efectivos desta força, demasiadamente depauperados para o cumprimento das missões que lhe são atribuídas, situação que tem vindo a agravar-se desde que esta força militar passou a participar no combate aos incêndios.

Tipicamente, os estágios decorrem após o período de formação, nunca a meio do que resulta a interrupção do treino, e menos ainda colocando os formandos numa situação operacional para o qual não estão preparados, facto que é óbvio dado que com apenas quatro meses de formação, pouco mais de um terço do total, em caso algum se pode considerar que estes militares estão preparados para desempenhar funções que, em termos práticos e devido à imprevisibilidade do tipo de missões da Guarda, podem ter demasiados imprevistos.

Assim, para além do óbvio prejuizo a nível do processo de formação, aqui desvirtuado, existem óbvios factores de risco, seja para os próprios, seja para com quem interaja com formandos cujo processo de treino está incompleto, podendo surgir desde acidentes a situações de conflitualidade decorrentes desta situação.

segunda-feira, julho 15, 2019

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Portugal adquire 5 aviões KC-390 - 1ª parte

O Ministério da Defesa anunciou na passada quinta-feira a compra de cinco aeronaves KC-390, destinadas a substituir os Hercules C-130, ao fabricante brasileiro Embraer pelo valor de 827.000.000 de Euros, confirmando assim uma decisão já prevista na Lei de Programação Militar (LPM), recentemente aprovada.

Este contrato inclui a aquisição de um simulador de voo, bem como a manutenção das aeronaves durante os primeiros 12 anos de vida, com esta duração a ser condicionada pela vigência da actual LPM, sendo de prever que exista uma contratualização posterior durante toda a vida operacional destes aviões.

Portugal é o primeiro país europeu, e o primeiro no Mundo a seguir ao Brasil, a receber os KC-390, que irão operar a partir da Base Aérea 6, no Montijo, a mesmo onde actualmente estão os C-130, com a entrega da primeira aeronave a estar prevista para Fevereiro de 2023, seguindo-se uma entrega anual até 2027, altura em que o quinto e último destes aviões deve ser entregue.

O desenvolvimento do projeto da brasileira Embraer, que visava desenvolver um avião de transporte capaz de desempenhar múltiplas missões, foi efectuado através de parcerias com Portugal, com componentes a serem construídos nas instalações do fabricante em Alverca, com a Argentina e com a República Checa, sendo um dos objectivos a substituição do C-130, um dos aviões de transporte mais difundidos a nível mundial.

domingo, julho 14, 2019

Pernoita em auto-caravanas

Ao aproximar-se a época de férias, as viagens em veículos autónomos, nos quais a pernoita é possível, justifica a partilha de um documento, proveniente da Guarda Nacional Republicana, e que nos foi enviado via LandLousã, no qual o aspecto legal é abordado pela autoridade a quem compete a fiscalização.

Basicamente, o estacionamento de uma auto-caravana é equiparado ao de outro veículo, aplicando-se a mesma legislação ou regras, e tendo as mesmas obrigações, não havendo qualquer obrigatoriedade de as estacionar nos parques reservados a este tipo de veículo, sendo que os regulamentos locais devem estar de acordo com a lei geral.

No respeitante a veículos com tendas de tejadilho, que acabam por ter um tipo de funcionalidade idêntica, dado que não existe ocupação do solo, sendo omisso, parece-nos que podem ter o mesmo tipo de enquadramento, podendo a mesma ser mais favorável dado que, do menor equipamento, tende a haver menos resíduos, sendo certo, em qualquer caso, que dormir dentro de um veículo não é proíbido por lei.

Independentemente da legislação, bem como da atitude ou compreensão das autoridades, impõe-se o bom senso e o respeito pelos demais, seja pelo seu conforto e bem estar, seja pela sua propriedade, evitando comportamentos abusivos que impliquem questões que vão para além da simples pernoita numa auto-caravana, e dos quais poderão resultar outro tipo de consequências.

sábado, julho 13, 2019

Sistemas de protecção solar para veículos - 2ª parte

Existe que forneça as películas devidamente cortadas para cada vidro e com diferentes graus de redução dos raios solares, que podem ser de 70%, 50%, 35%, 20%, e 5%, ficando os preços, já com portes, um pouco abaixo da vintena de Euros para um par de janelas, pelo que uma solução completa pode rondar os 50 Euros, incluindo aqui, por exemplo, toda a caixa de carga, com três vidros, e os vidros das janelas traseiras.

Uma solução completamente diferente, e que apenas resulta em janelas cujos vidros se possam abrir, ou colocadas em portas, é o sistema que consiste, essencialmente, numa espécie de bolsa elástica que envolve, por dentro e por fora, toda a zona da janela, podendo a fixação ser complementada por velcro ou outra técnica de retenção.

Neste caso, a instalação e remoção são extremamente simples, bastando abrir a porta ou janela e envolvendo-a com esta protecção, mas tem alguns inconvenientes, como o facto de ser uma camada dupla, interior e exterior, na qual será sentida a passagem do ar, sobretudo quando a velocidades mais elevadas, o que pode revelar-se desagradável e diminuir a visibilidade, dadas as oscilações e o menor ajuste que serão prejudiciais à visão para o exterior.

Os paineis semi-rígidos que se prendem no interior com uma simples ventosa, e que, tal como nos outros casos, tem um preço que fica abaixo dos 5 Euros, neste caso para um conjunto de cinco, quatro destinados aos vidros das portas e outro painel, de maiores dimensões, para o porta-bagagens, encontram-se entre as soluções mais comuns, sendo muito fáceis de instalar e remover, podendo ser facilmente acondicionados quando não se encontram em uso.

sexta-feira, julho 12, 2019

Informação sobre sinistralidade rodoviária continua por revelar - 3ª parte

Desta forma, caso os dados estejam disponíveis e não sejam revelados publicamente, fica a sensação de que algo de grave está a ser escondido, podendo levar a todo o tipo de especulação, que começa a aparecer nas redes sociais, e que ligam o aumento da sinistralidade a uma diminuição das acções por parte das autoridades, uma sensação de impunidade generalizada ou a uma desastrosa condução das políticas de prevenção e de sensibilização.

A falta de clareza tende a ser, num curto espaço de tempo, a pior opção possível, potenciando especulações de todo o tipo e comprometendo a confiança dos cidadãos nas entidades oficiais, tornando injustificáveis decisões e opções destas que, naturalmente, serão interpretadas da forma mais negativa possível sem que se possa efectuar qualquer tipo de desmentido ou contraditório.

Manifestamente, algo está de muito errado a nível da sinistralidade rodoviária em Portugal, e para o facto tem que haver explicações, as quais só podem existir quando se baseiam em dados concretos e escrutináveis, pelo que a informação ainda por disponibilizar é essencial para o entendimento e combate a este flagelo, cuja evolução recente indicia erros por parte de decisores políticos, já que os operacionais no terreno e os condutores são, quando tipificados, sensivelmente os mesmos.

É inaceitavel que, face à evolução tecnológica dos veículos, num país onde o investimento na rede viária é particularmente elevado, provavelmente excedendo o razoável, a sinistralidade rodoviária aumente e com esta suba o número de vítimas mortais, sem que sejam disponibilizadas as informações que permitam tirar as devidas elações e, naturalmente, as medidas que visam contrariar esta tendência, única forma de devolver às populações a confiança nas entidades que supervisionam o sector e que não podem deixar de responder pela actual situação.

quinta-feira, julho 11, 2019

Relatório "Arde o Mediterrâneo" - 2ª parte

Nesse mesmo ano, em Espanha arderam cerca de 180.000 hectares arderam, correspondente a um aumento de 70% face à média anual, tendo perdido a vida 4 pessoas, sendo sempre de recordar que entre os anos de 2000 e de 2016, quase 500 bombeiros e civis perderam a vida, do que resulta uma média de perto de 30 por ano, média essa que subiu substancialmente devido à mais de uma centena de mortos em Portugal no ano seguinte.

Conjuntamente, Portugal, Espanha, França, Itália, Grécia e Turquia, representam mais de 80% da área total ardida na Europa, verificando-se que, em média, ardem anualmente perto de 375.000 mil hectares de floresta na região do Mediterrâneo, como resultado de perto de 56.000 incêndios florestais.

Segundo o mesmo relatório, 96% dos incêndios na região do Mediterrâneo terão tido origem criminosa, dolosa ou negligente, com os incêndios a deixarem de ocorrer priordialmente no Verão, facto que se torna evidente pelo enorme aumento de ocorrência em Outubro, que aparece agora como o mês mais problemático, com 55% dos incêndios.

As alterações climáticas também são analizadas no relatório, que chama a atenção para alguns fenómenos e para as respectivas consequências, nomeadamente as condições excepcionais que se verificaram durante os incêndios de Junho de 2017, e que foram devastadoras na zona de Pedrogão Grande, bem como para a possibilidade de esta combinação se repetir, com resultados que podem revelar-se, mais uma vez, trágicos.

quarta-feira, julho 10, 2019

Versão final do Opera 62 já disponível

Já se encontra disponível a versão final do Opera 62, que incorpora algumas das características do "Reborn 3", datado de Abril passado, sendo visível que o tema ou modo escuro e o suporte para os modos correspondentes do Windows 10 evoluiram, com o aspecto geral a escurecer visivelmente face a versões anteriores, algo que é acompanhado pela própria tonalidade dos avisos em vermelho, este igualmente num tom mais escuro.

Nesta versão torna-se possível ligar o registo de actividades ao "speed dial", o que permite um regresso mais rápido a "sites" ou páginas visitadas, evitando assim perdas de tempo, sendo esta uma característica inicialmente implementada no "Neon", um dos projectos do Opera, estando igualmente presente um melhor suporte para écrans largos, cada vez mais populares e que permitem um desenho de páginas diferente.

Também é mais simples recuperar pesquisas ou outras actividades para completar tarefas, de forma contextual, recorrendo ao "Task Completer", que sai da fase experimental, e vem reforçar o aspecto prático do Opera, que visa uma maior simplicidade e o aumento da produtividade, mesmo nas versões onde as novidades parecem escassas sem, com isso, deixarem de estar presentes a nível de programação.

Notam-se mudanças e melhoramentos em diversos detalhes neste "browser" que temos vindo a utilizar e que, entre os círculos mais próximos, tem vindo a ganhar uma aceitação crescente, para o que contribuem as características, velocidade e estabilidade que lhe são características, bem como a compatibilidade com distintas plataformas e a interligação que permite entre todas elas, assumindo-se como uma solução muito abrangente.

terça-feira, julho 09, 2019

Bazar de Verão no Pingo Doce

Decorre desde dia 04 e até 24 de Julho um bazar de Verão nas lojas da cadeia Pingo Doce, onde está presente uma interessante variedade de artigos, que depende de cada loja, com preços bastante interessantes, havendo descontos que chegam aos 50% o que, caso possa ser acumulado com outras campanhas, como o desconto do IVA ou de 10 Euros, ambos em compras superiores a 50 Euros, se revela ainda mais favorável.

Estão disponíveis desde utensílios, como ferramentas multi-usos ou facas, a sacos de dormir ou tendas, passando por lanternas e cadeiras, muito vocacionadas para o campismo, mas também outros artigos que, sendo menos específicos, são igualmente úteis nesta actividade, como caixas, copos ou outros recipientes ou sistemas térmicos, sobretudo destinados à refrigeração, adequados à vida no campo.

Também se podem encontrar os utensílios para os populares churrascos, que têm restrições em muitos locais durante a época dos fogos, tal como outros que estamos mais habituados a ver na praia, como os chapéus de Sol, toalhas, cadeiras ou equipamentos aquáticos, bem como um conjunto de brinquedos destinados a entreter os mais novos.

Este bazar permite efectuar algumas aquisições a preços bastante favoráveis e, embora a variedade seja muito inferior à de lojas da especialidade, o seu baixo custo e a proximidade das lojas pode justificar uma visita, sobretudo por parte de quem ainda tem compras por fazer para as férias que, para muitos, se avizinham.

segunda-feira, julho 08, 2019

Relatório "Arde o Mediterrâneo" - 1ª parte

Na passada quinta-feira, a organização não governamental "World Wide Fund for Nature" apresentou o relatório "Arde o Mediterrâneo", onde são analizados dados estatísticos dos incêndios registados desde o início deste século, concluindo-se que Portugal é o país onde uma maior área é destruída pelo fogo.

Portugal é, igualmente, o país onde se regista um maior número de incêndios, com uma média anual de 22.600 ocorrências, um número muito mais elevado do que o da Espanha, que aparece em segundo lugar, com 12.000 incêndios, seguindo-se a Grécia, com perto de 9.000 incêndios, o que significa que o número de incêndios a nível nacional excede o dos dois países que se seguem, situação tanto mais grave se entrarmos em conta com as áreas das várias nações.

Do relatório consta que "Portugal é, de longe, o país mediterrânico mais afetado pelos incêndios florestais: nos últimos 30 anos é o país que enfrentou o maior número de sinistros e teve mais hectares queimados" e que, "em média, um ano, mais de 3% da sua área florestal é queimada", deixando bem patente o quão este flagêlo afecta o País.

Nestes dados estão incluídos os anos trágicos, que incluem 2003, 2005 e 2017, este último o ano dos incêndios de Pedrógão Grande, de que resultaram 66 vítimas mortais, bem como os incêndios de Outubro, onde o número de vítimas voltou a subir, atingindo nesse ano as 119, num ano em que arderam 540.000 hectares, o que corresponde a 250% acima da área média ardida anual.

domingo, julho 07, 2019

Lembrando Gatochy

11 anos após ter partido, no dia 07 de Julho de 2008, pelas 01:15, tal como nos anos anteriores, relembramos a inesquecível Gatochy, o primeiro felino residente, e aquele que mais tempo permaneceu nesta casa, exigindo completa exclusividade durante os seus 13 anos de vida, pelo que sempre teve o estatuto de "gato único".

Todos estes pequenos amigos são únicos, e Gatochy seria dos que tinha a personalidade mais vincada e irascível, a que aliava uma inteligência fora do comum, que o fazia ligar o "scanner" apenas com o propósito de se aquecer, ou a capacidade para descobrir como se ligava um aquecedor, algo que, face à ausência de um polegar oponível, não conseguia efectivar, não obstante os esforços no sentido correcto.

Uma verdadeira terrorista, capaz de recorrer a todos os artifícios para afastar, leia-se, eliminar qualquer potencial concorrência, obviamente fruto do seu ciúme ilimitado, Gatochy sempre foi incapaz de estabelecer qualquer relação de amizade, ou mesmo de tolerância, com outros felinos, permanecendo num constante conflito, por vezes sangrento, com aqueles que designou como os seus inimigos.

Em homenagem, e inspirados pela sua complexa personalidade, foram escritos os diversos volumes do "Diário de Gatochy", onde a sua visão do Mundo, num misto de humor, espanto e sarcasmo, espelham uma existência incomum, onde os sentimentos se misturam dentro de um corpo pequeno, mas com enormes ambições.

sábado, julho 06, 2019

Sistemas de protecção solar para veículos - 1ª parte

Com a chegada do Verão, a maior intensidade dos raios solares pode ter um impacto bastante negativo sobre quem tem que permanecer no interior de uma viatura, mesmo que em movimento, pelo que, nesta altura do ano, a popularidade de paineis ou revestimentos de vários tipos para obscurecer as janelas tende a aumentar.

Dado que uma película fixa implica o respectivo averbamento, salvo algumas excepções, e que este terá necessariamente que estar homologada e ser instalada por um profissional, como forma de obter os resultados pretendidos, estamos diante de uma solução francamente dispendiosa, pelo que a tendência é optar por uma alternativa que dispense despesas adicionais com questões burocráticas, as quais podem ultrapassar em muito o valor do produto.

Entre as soluções existentes encontram-se as películas aderentes, que podem ser removidas e recolocadas sempre que assim se pretenda, num processo simples mas que, para que fique perfeito, implica algum trabalho a nível de ajustes e do recorte das mesmas, já que tendem a ser vendidas em formatos universais, cabendo ao utilizador a sua adaptação a cada caso concreto.

Um par de películas em PVC microperfurado, facilmente lavável, com 63 por 42 centímetros, o suficiente para a maioria das janelas, tem um preço que fica abaixo dos 5 Euros e adapta-se a qualquer janela, protegendo bem do Sol e dos raios ultra-violetas, permitindo baixar a temperatura interior de forma significativa, sem que diminuir a visibilidade para o exterior.

sexta-feira, julho 05, 2019

Informação sobre sinistralidade rodoviária continua por revelar - 2ª parte

Para utilizar dados disponíveis, sabe-se que em 2016, 1 de Janeiro a 15 de Junho, morreram 174 pessoas, número que aumentou para 211 em 2017 e que desceu para 196 no ano seguinte, tendo subido para 222 em 2019, o ano com maior número de mortes nas estradas, sendo que estão apenas incluídos os óbitos verificados no local ou até à entrada em estabelecimento hospitalar, mas não os que decorrem do acidente e se verificam no mês seguinte à ocorrência do mesmo.

Em termos de feridos graves, foram contabilizados 832 no período mencionado, no ano de 2016, 930 em 2017, baixou para 800 no ano passado e subiu para 907 este anos, ficando apenas abaixo do ano de 2017 onde este número aumentou substancialmente, sem que, efectivamente, haja dados que permitam entender esta evolução.

Com 58.092 acidentes já contabilizados até 15 de Junho, 222 vítimas mortais e 907 feridos graves, o que aponta para números que poderão mais que duplicar no final do ano, dado que falta incluir os períodos de férias e do Natal, onde a sinistralidade tende a aumentar, pelo que, a este ritmo, não nos espantaria que o número de mortes se aproximasse do meio milhar.

Sem os dados que permitem estabelecer as causas e circunstâncias que envolvem cada acidente, e pouco mais se sabe do que 24% das autópsias reveleram uma taxa de álcool no sangue superior a 1.2 gramas por litro, considerada como crime, dificilmente se poderá entender o porquê destas flutuações e de algumas subidas que contrariam uma tendência de há muitos anos, ficando por fazer uma análise que é da maior importância.

quinta-feira, julho 04, 2019

Colete de salvação multifunções - 2ª parte

Este tipo de colete não é insuflável, nem recorre a ar, dispensando enchimento, pelo que está sempre pronto para ser usado, não existindo o perigo de ruptura, com a espuma a proteger, igualmente, de alguns impactos, mas não tem a mesma capacidade de flutuabilidade de outros modelos, que garantem que o utilizador, mesmo que inanimado, flutua sem problemas.

Disponível em verde, azul, laranja, vermelho e cinzento, com três tamanhos, que obedecem às tabelas chinesas, pelo que começam no L, ou Large, com dimensões de 55 por 62 centímetros e destinadas a utilizadores com 60 a 70 quilos, seguindo-se um XL, com 57 por 64cm e para quem tenha entre 175 e 180 centímetros de altura e entre 70 e 80 quilos de peso, e terminando num 2XL, com 60 por 66 centimetros para quem tenha entre 180 e 185 centímetros de altura e entre os 80 e os 90 quilos de peso.

Para quem pretenda outras dimensões, ou capacidade de flutuação diferente, estão disponíveis outros modelos, sendo de realçar que se deve sempre usar um colete devidamente ajustado, sem o que existe o risco de este se soltar ou deslizar do corpo do utilizador, colocando a sua vida em perigo.

Este tipo de solução revela-se interessante, simultaneamente prática e segura, desde que se observe um conjunto de princípios de segurança, podendo substituir equipamentos independentes, e, dependendo de cada caso concreto, pode ser facilmente complementado por algumas peças de vestuário adequados às circunstâncias do momento, pelo que é algo que pode ser equacionado pelos praticantes de desportos e actividades onde um colete de salvação seja necessário.

quarta-feira, julho 03, 2019

Informação sobre sinistralidade rodoviária continua por revelar - 1ª parte

Apesar do aumento da mortalidade resultante da sinistralidade rodoviária, com os números de 2018 a representar um aumento de 9% face ao ano anterior, os dados continuam por revelar, pelo que, para além dos números, falta a informação que permita analizar o porquê desta inflexão de uma tendência que se sentia até 2016.

Estes dados, ainda por disponibilizar, permitiriam, por exemplo, tipificar acidentes, estabelecer locais de maior perigo ou determinar perfis de condutores mais propensos a comportamentos de risco, fornecendo informações essenciais para combater um aumento que contraria uma tendência que se manteve muitos anos e que a melhoria das vias de circulação e da segurança dos veículos devia reforçar.

Naturalmente, este é um assunto delicado, com implicações políticas, pelo que a ausência de informação corresponde a uma tentativa de abafar uma evolução muito negativa em termos de números mas que, dependendo da realidade que estes traduzam, e aí toda a informação é necessária e relevante, pode apontar para alguns responsáveis como estando na origem desta situação.

Em abstracto, apenas os números, mesmo que negativos, não implicam necessariamente erros de decisão ou insuficiência de meios, podendo a responsabilidade ser mais facilmente diluída, inclusivé pelas vítimas, mas sobretudo por uma realidade imprecisa e difusa onde as sensações e a tristeza se sobrepoem à racionalidade, a qual, sem dados concretos, fica sem grandes possibilidades de desenvolver um pensamento consistente.

terça-feira, julho 02, 2019

Colete de salvação multifunções - 1ª parte

Não é fácil encontrar uma designação imediata para este tipo de colete que, para além de ser um auxiliar à flutuação, permite transportar variados objectos nos diversos bolsos, protege o corpo contra elementos e facilita a detecção de quem o enverga, dado ser um modelo de alta visibilidade.

O modelo que hoje descrevemos é apenas um de muitos dos que estão disponíveis, com preços que podem ficar, em termos médios, entre os 20 e 30 Euros, e de destinam, originariamente, a pescadores, que, par além de um colete de salvação, permita transportar os acessórios necessários para esta actividade.

Este modelo concreto possui um capuz e gola, destacáveis, e protege razoavelmente contra os elementos, adicionando uma protecção extra contra vento e chuva, podendo ser envergado sobre um impermeável leve, que ajude a proteger melhor o corpo, sem implicar riscos acrescidos de afogamento.

Construido em polyester e EPE, com um conjunto de emblemas e faixas reflectoras, tem um peso que varia entre as 720 e 800 gramas, tem uma flutuabilidade de 9.5 quilos e suporta até 110 quilos, incluindo aqui o utilizador e a carga constante dos bolsos, este colete deve ser considerado como um sistema auxiliar, não como uma bóia, pelo que a sua utilização deve ser equacionada com precauções.

segunda-feira, julho 01, 2019

Reportagem da TVI sobre o SIRESP - 3ª parte

A reportagem não aborda esta última questão, concretamente a opção por uma dada solução tecnológica em detrimento de outra, mais moderna e que oferecia melhor desempenho futuro e maiores perspectivas de evolução, tendo sido escolhida uma empresa como a Portugal Telecom, que sabemos hoje como e em função de quê era gerida, em vez da Vodafone, provavelmente menos permeável a interesses e, sem dúvida, menos pressionavel, sobretudo se pensarmos em muitas das situações menos claras que se verificaram nesses anos.

Aliás, um relatório recente, de um grupo designado pelo próprio Estado, aponta para um conjunto de problemas extensos em termos de operacionalidade, da sua insuficiência e da manifesta obsolescência de um sistema que, para ser actualizado, e nunca ficará ao nível de um sistema novo, carece de um substancial investimento, sendo patente que as correcções propostas por muito nunca foram implementadas.

De resto, todo o processo de adjudicação, realizado pelo actual primeiro-ministro, foi considerado por muitos pouco claro, tendo sido exposto pela TVI, que venceu todos os processos intrepostos por António Costa contra esta estação, tal como o foi a gestão do sistema, a sua operacionalidade e, agora, a venda das participações dos particulares, que por serem donos da rede de dados e da tecnologia continuarão a ter o seu lucro, ao Estado, agora accionista único.

Sem realmente adiantar nada de novo, eventualmente confirmando o que já se sabe, esta reportagem tem, pelo menos, a valia de voltar a lembrar uma realidade que parece só ser recordada quando tem um impacto devastador nas populações, tal como sucedeu há dois anos, e que, entretanto, parece ser esquecida, não obstante os problemas estarem sempre presentes e com consequência gravosas, como as dos incêndios do ano passado no Algarve.

domingo, junho 30, 2019

A impressora de resina ONO 3D - 5ª parte

A T3d, na imagem anexa, que igualmente recorre ao telemóvel como complemento, tem sido comercializada e o respectivo "software" e programação interna tem vindo a evoluir, permitindo impressões de boa qualidade, mas o preço superior a 400 Euros, mesmo incluindo aqui meio litro de resina, parece-nos absurdamente elevado, colocando-a no mesmo nível de preços de uma Anycubic Photon, que, comparativamente, oferece muitas vantagens.

Aliás, este conceito, que implica o recurso a equipamentos do próprio utilizador, apenas faz sentido caso o preço seja francamente mais baixo do que o de uma impressora de resina convencional, autónoma e independente de recursos externos, sem o que parece fazer pouco sentido, já que a facilidade de transporte e a possibilidade de operar com base num telemóvel fica muito longe de justificar pagar mais do que uma centena de Euros.

Obviamente, e porque consideramos que esta ideia é interessante, muito embora preferissemos usar o telemóvel para efeitos de processamento e uma luz no próprio equipamento, algo que faz pouca diferença em termos de preço, mas muita na estabilidade e qualidade do equipamento, vamos continuar a acompanhar este tipo de produto, na perspectiva de que se devem aproveitar os recursos existentes e, se possível, proceder à sua integração, dando origem a uma solução racional e económica.

Concretamente, relativamente à ONO 3D, vamos esperar que esta esteja disponível para encomenda no "site" do fabricante, ultrapassando a fase de reservas, e surjam análises por parte de entidades ou organizações credíveis, após o que voltaremos a pronunciar-nos sobre um equipamento cujo conceito é interessante, suportado por um preço muito favorável, mas a que falta credibilidade depois de sucessivos desaires no processo de angariação de fundos e de lançamento.

sábado, junho 29, 2019

A impressora de resina ONO 3D - 4ª parte



Ao câmbio actual, e porque na Europa pagamentos podem ser feitos directamente em Euros, impressora ONO 3D custa 88.16 Euros, com envio a partir de um centro de distribuição na Itália, enquanto 100 milílitros de resina e uma película de impressão ou um conjunto de 10 películas de impressão têm o preço de 13.36 Euros, pelo que uma solução completa, que permita algumas impressões, vai ficar perto dos 130 Euros, para incluir pelo menos duas garrafas de resina e películas de impressão.

Naturalmente, o preço surge como convidativo, sobretudo tendo em conta o preço elevado as impressoras de resina, que facilmente ficam pelos 400 Euros, mas esta ONO tem um volume de impressão diminuto, de apenas 72 x 124 x 52 milímetros, e é lenta a imprimir, ficando dependente de um equipamento a fornecer pelo utilizador, cujo desempenho e características têm influência nos resultados finais.

Por outro lado, para além dos problemas de financiamento já descritos, a resina é proprietária, não podendo ser utilizada outra que se encontre disponível no mercado, do que resulta uma dependencia perigosa, já que, caso esta deixe de estar disponível, e salvo seja possível obter uma alternativa, a impressora deixa de ser utilizável.

Sabemos que está em desenvolvimento outro modelo de impressora, completamente distinto, que também recorre aos mesmos princípios, usando igualmente um telemóvel como dispositivo de gestão e controle e como fonte de luz, pelo que este é um conceito que pode ter futuro, tal como se tem verificado noutros campos onde se recorre às funcionalidades de um telemóvel, complementando-o com os dispositivos físicos que lhe faltam, como sensores de diversos tipos, evitando assim custos duplicados ao recorrer a algo de que o utilizador já dispõe.

sexta-feira, junho 28, 2019

Land Rover Owners de Julho de 2019 já nas bancas

Já chegou aos locais de venda habituais a edição de Julho de 2019 da Land Rover Owners International, com o protagonismo a ir não para um veículo ou modelo, mas os vários percursos que se podem efectuar em Inglaterra, com numerosas opções, variandas entre sí, e com mapas de suporte.

Merece igualmente destaque o Defender que surge na capa, um modelo 90 equipado com um motor Chevvy V8 com 430 cavalos de potência, mas um P38 transformado para expedições, numa transformação efectuada pelo proprietário, e as expedições em Omã, recorrendo a um Discovery 1 Camel, merecem igualmente uma leitura atenta.

Um Serie 1 109" construído na Austrália, um Discovery 2 híbrido, o restauro de Range Rover Classic são igualmente interessantes, tal como é o recurso aos "kits" da Mud UK para ampliar o espaço disponível nos Defender, conhecidos pela falta de locais para arrumação, sobretudo no caso dos modelos produzidos antes do "facelift" intermédio dos Td5.

Está presente uma interessante secção técnica, com instruções sobre a instalação de um sistema de bateria dupla e a manutenção dos Range Rover L322, bem como as rúbricas e secções habituais, destacando-se a apresentações de novos produtos, bem como diversos testes prolongados, sempre complementadas pela extensa publicidade temática onde tendem a surgir novidades interessantes ou as cartas dos leitores, que permitem esclarecer muitas dúvidas, algumas delas bastante comuns.

quinta-feira, junho 27, 2019

Reportagem da TVI sobre o SIRESP - 2ª parte

Manifestamente, as anunciadas comunicações redundantes via satélite não estão presentes e os cabos continuam por enterrar, passando junto a árvores que, caindo ou ardento, interrompem o circuito, impedindo as comunicações de o utilizar a rede primária, num local onde a secundária não funciona.

Estamos diante de áreas com alguns quilómetros de extensão onde o SIRESP não funciona, sendo que as redes móveis, muitas vezes, estão igualmente indisponíveis, e em vários locais apenas está presente a rede da MEO, a mesma que suporta o SIRESP, o que impossibilita qualquer tipo de comunicações, do que decorre uma situação da maior gravidade, podendo resultar na perda de vidas humanas, o que, infelizmente, sucedeu em 2017.

Sugerimos aos nossos leitores que vejam esta reportagem, que espelha o estado em que uma rede que custou muito ao Estado e que, quase certamente, irá custar muito mais no futuro, após a aquisição de acções que fez transitar a responsabilidade por inteito para o Estado, a qual, efectivamente, continua a não oferecer a fiabilidade e cobertura adequadas aos seus propósitos.

Os 485.000.000 de Euros da adjudicação entre triplicaram e quadruplicaram a estimativa inicial do investimento, destinado a implementar uma solução tecnológica ultrapassada, cuja escolha foi justificada com o argumento de que a solução proposta pela Vodafone não contemplava um dos requisitos pretendidos por se encontrar ainda em testes.

quarta-feira, junho 26, 2019

A impressora de resina ONO 3D - 3ª parte

Este tipo de resina, desenvolvido para esta impressora, não precisa de ser submetida a nenhum processo de cura, bastando a exposição à luz para que endureça, após o que pode ser pintada, lixada ou colada, recorrendo às tintas e colas mais comuns, entre estas aquelas que são habitualmente utilizadas pelos modelistas, podendo dar origem a um modelo de muito boa qualidade.

Este é um modelo pequeno e resistente, com o corpo construído em polímeros, de fácil transporte, muito silencioso, que usa uma conexão USB ou simples pilhas como forma de alimentação, fácil de operar, com actuadores de lubrificação automática, que requer muito pouca manutenção e cujo "software" é bastante intuitivo, sobretudo para quem está habituado a recorrer a "smartphones".



Segundo o CEO da empresa, Filippo Moroni, a ideia foi desenvolver um dispositivo barato, de fácil utilização, que permita um primeiro contacto com o universo da impressão 3D, destinada essencialmente ao mercado doméstico e ao lazer, estando em projecto uma versão de maiores dimensões, com 24 polegadas, que será compatível com "tablets" e permite impressões de muito maiores dimensões.

A impressora vem acompanhada de um filme de impressão com protecção de ambos os lados, chave para ajuste da base, uma espátula para remoção de impressões, um funil para reutilizar resina, um par de luvas de trabalho, podendo, num pacote mais completo, incluir um saco de transporte, mas contando sempre com uma fonte de alimentação do utilizador.

terça-feira, junho 25, 2019

Reportagem da TVI sobre o SIRESP - 1ª parte

Pela pertinência do tema, independentemente de alguma polémica na abordagem, justifica-se ver a reportagem da TVI, do programa "Ana Leal" acerca do funcionamento do SIRESP nas zonas afectadas pelos incêndios de 2017 na zona de Pedrogão Grande, onde são patentes as falhas destes sistema ao qual foi imputada grande parte da responsabilidade pelo então sucedido.

Numa zona que volta a ser invadida pelo mato, onde reconstruções polémicas continuam a dividir as populações, muitas são as zonas onde a cobertura do SIRESP é inexistente, sendo patente que não há melhorias na cobertura, resultando em entre 30 a 40% da zona onde as comunicações via rede de emergência são impossíveis ou impraticáveis.

Estes testes foram efectuados nos concelhos de Pedrógão Grande, Figueiró do Vinhos e Monchique e no Pinhal de Leiria, portanto, em zonas fortemente afectadas pelos incêndios, sendo certo de que o mesmo se passa em muitas outras que, por esta falhas terem tido um impacto muito menor, surgem como menos visíveis.

É de notar que os testes são apenas de cobertura, mas não incluem problemas de saturação, existentes durante operações onde estão presentes um elevado número de efectivos e que, devido ao súbito aumento do tráfego, resulta em indisponibilidades temporárias, impedindo as comunicações nas alturas em que tal se verifica, o que, em situações críticas pode ter um impacto devastador na condução das operações.

segunda-feira, junho 24, 2019

A impressora de resina ONO 3D - 2ª parte

A impressora mede apenas 180 x 128 x 185 milímetros, pesa só 720 gramas e permite imprimir objectos com até 72 x 124 x 52 milímetros, sendo compatível com telemóveis com écran até 5.8 polegadas, sendo constituída, essencialmente, pelos seguintes componentes:

1 LED "interface"
2 Alojamento do motor
3 Actuador do eixo Z
4 Cama de impressão
5 Reservatório de resina
6 Filme de impressão
7 Base ajustável
8 Suporte almofadado para telemóvel
9 Telemóvel do utilizador

Está presente um sistema de auto-nivelamento, que faz o "reset" do eixo Z antes de cada impressão, o tanque de resina e placa de impressão são fáceis de remover, o que facilita a limpeza, e o filme de impressão pode ser utilizado até 10 vezes na mesma posição, algo que se adequa, sobretudo, a múltiplas impressões do mesmo objecto.

Estão disponíveis diversos tipos de resina, todas proprietárias, em várias cores e transparente, tendo características distintas, podendo ser completamente rígidas ou ter algum grau de flexibilidade, estando previsto, no futuro, resinas que se possam misturar entre sí, de modo a obter novas cores e propriedades físicas.


domingo, junho 23, 2019

Novo modelo de Documento Único Automóvel

O Documento Único Automóvel (DUA), sucessor do livrete dos veículos, vai mudar, passando a ter um formato semelhante ao de um cartão do cidadão ou cartão bancário, tornando este documento mais durável, com um conjunto de informações mais facilmente acessível e mais fácil de transportar.

Esta alteração entra em vigor a 1 de Agosto, abrangendo, numa fase inicial, os veículos agora matriculados, sendo de prever que a partir de 2020 abranja todos os veículos, não estando ainda estabelecido o processo de transição e, naturalmente, quais os custos que daí resultem para os proprietários.

No novo documento estão presentes informações codificadas, destinadas a serem lidas por dispositivos electrónicos, como um código QR, e toda a leitura é francamente mais fácil, sobretudo face à degradação de muitos documentos impressos em cartolina que, com alguma facilidade, se tornavam ilegíveis.

Naturalmente que, podendo haver vantagens nesta mudança, caso esta seja obrigatória, mesmo sem alteração do conteúdo, estaremos diante de um procedimento abusivo, essencialmente uma fonte de financiamento do Estado, numa espécie de imposto encapotado que, efectivamente, não oferece vantagens comparáveis com os custos da renovação de um documento cuja validade é ilimitada, salvo alterações que impliquem a respectiva substituição.

sábado, junho 22, 2019

A impressora de resina ONO 3D - 1ª parte

A ONO 3D é uma impressora 3D que suporta resina proprietário do fabricante, e recorre a um "smartphone", onde é instalada uma aplicação como dispositivo de controle e forma de activação da resina, resultando numa solução de muito baixo custo mas que possui algumas limitações.

Devemos dizer, em primeiro lugar, que este projecto, que recorreu ao "crowdfunding" como forma de agariação de fundos e investimentos, está envolto em diversas polémicas, com os prazos de entrega a serem ultrapassados e muitas reclamações e acusações de fraude, num processo que pode ser consultado nas páginas relacionadas com a empresa e mesmo na página desta no Facebook.

Assim, levantam-se mais que fundadas dúvidas quanto à segurança no investimento deste tipo de equipamento, sendo aconselhável, sempre que possível, usar um meio de pagamento que permite, em caso de o produto não ser entregue, reverter o pagamento e obter um reembolso do valor pago com um mínimo de encargos.



Esta impressora 3D é compatível com qualquer iPhone ou Android, desde que permita instalar a aplicação e tenha écran plano, ou seja, écrans curvos não são suportados, tendo uma resolução de 42 micrômetros nos eixos X e Y e de 20 a 100 micrômetros no eixo Z, com um tempo de impressão estimado de perto de duas horas e meia para obter um objecto com 52 milímetros de altura, tempo que diminui para equipamentos de maior luminosidade, como alguns modelos de iPhone.

sexta-feira, junho 21, 2019

Estado adquire a totalidade do SIRESP - 3ª parte

Face às relações de dependência que se mantêm, as empresas que foram excluídas do SIRESP não têm hoje uma menor capacidade de intervenção, e mesmo de decisão, tendo o Estado prescindido de alguns milhões de Euros sem que daí decorra uma vantagem real, podendo, inclusivé, resultar num prejuizo, caso os antigos accionistas optem por um relacionamento comercial mais agressivo, fazendo valer as suas valências para obter maiores vantagens.

Acresce, ainda, o facto de o Estado ter investido, e aqui a quantia será o menos relevante, num sistema para o qual contribuiu de forma muito substancial ao longo de anos, cujo desempenho não tem sido o mais positivo, em termos de fiabilidade e disponibilidade, e que se baseia numa tecnlogia ultrapassada, que não permite a implementação de todas as funcionalidades que consideramos exigíveis nos dias de hoje, muitas das quais presentes nos nossos "smartphones".

Considerando que o Estado deve dispor de uma rede de comunicações de emergência, e controlá-la efectivamente, temos sérias dúvidas que o SIRESP seja a solução, sendo sempre de prever que a reconversão desta rede, que poderá ter que ser realizada num futuro próximo, implica um esforço financeiro enorme, o qual caberá ao actual accionista único, dado que passa pela substituição de equipamentos, que será mais crítica se a opção for por uma solução que não dependa de redes comerciais.

quinta-feira, junho 20, 2019

Manuais para Land Rover "on line"

Ao longo dos últimos anos, temos vindo a disponibilizar um conjunto de manuais para Land Rover, em formato PDF, que alojamos no Google Drive, de modo a ficarem permanentemente disponíveis, não dependendo de outrem que pode remover os ficheiros ou cancelar uma conta ou partilha.

Os manuais foram agregados num conjunto de "posts", alguns deles com alguns anos, pelo que podem ter escapado aos nossos leitores mais recentes, o que justifica relembrar a sua existência e a disponibilidade dos referidos conteúdos que, na sua maioria, são em língua inglesa, o que pode ser limitativo para alguns, mas permite uma muito maior variedade.

Conjunto 1
Conjunto 2
Conjunto 3
Conjunto 4
Conjunto 5
Conjunto 6
Manual do proprietário do Discovery 2

quarta-feira, junho 19, 2019

Estado adquire a totalidade do SIRESP - 2ª parte

Havendo mais dúvidas do que certezas, e enquanto estas não são devidamente esclarecidas, num processo que demorou francamente mais do que o previsto e levanta questões por parte de todas as forças políticas, com excepção daquela que suporta o actual Governo, um conjunto de reflexões surge imediatamente, algumas no seguimento de questões que há muito vimos a levantar.

Não temos dúvidas de que o sistema de comunicações de emergência, sobretudo sendo único a nível nacional, deve ser controlado pelo Estado, com ou sem uma participação minoritária de privados, desde que tal se justifique, sobretudo se este dispuserem de um "know how" tecnológico e o desenvolvam no âmbito do melhoramento do sistema, implementando novas funcionalidades ou melhorando a qualidade geral e fiabilidade do serviço.

No caso do SIRESP, independentemente da respectiva propriedade, existem sempre alguns constrangimentos, sendo o mais grave o facto de o circuito primário ser sustentado pela rede de um operador de comunicações, e obviamente o redundante não tem a mesma capacidade, nem será uma alternativa real a uma substituição integral, podendo-se apontar como problemas secundários o conjunto de funcionalidades oferecidas, que nos parecem insuficientes para as exigências dos dias de hoje.

Assim, tendo o capital, e inerentemente, o controle do SIRESP, o Estado passa a ter na sua posse um conjunto de equipamentos que dependem, em primeira linha, dos recursos de um dos antigos accionista, agora excluídos, e são, em grande parte, produzidos pelo outro ex-acionista, pelo que, após o pagamenteo de 7 milhões de Euros, temos que nos interrogar se, efectivamente, a capacidade do Estado em termos de gestão do sistema ou a operacionalidade deste efectivamente melhorou.

terça-feira, junho 18, 2019

O Alps UNIWA F40 - 3ª parte

O conjunto inclui, para além do telemóvel e da respectiva bateria de 4000 mAh, um cabo USB e transformador para carregamento, um "clip" para o cinto, uma chave de abertura e um manual de utilizador, tendo um preço que ronda a centena de Euros, incluindo portes a partir da China, pelo que será de prever o acréscimo de uma vintena de Euros de direitos alfandegários, fazendo o preço final ficar perto dos 120 Euros.

Obviamente, o equipamento está desbloqueado, sendo compatível com as frequências utilizadas mais frequentemente, incluindo as utilizadas pelos operadores nacionais, e pode ser escolhida a língua de utilização pretendida, algo óbvio num dispositivo "Android", cuja distribuição, apesar de um conjunto de adicionais, é bastante semelhante ao proposto pelo Google, sem uma excessiva personalização por parte do fabricante, para além do necessário para um modelo muito específico.

Desta forma, é possível tratar este modelo como um equipamento comum, instalando e actualizando as aplicações compatíveis com o "Android" 6.0 e com o modelo específico através da "Play Store", sendo certo de que algumas, que necessitam de recursos inexistentes, como sensores, não poderão ser instaladas, e que muitas, devido ao fraco desempenho, serão virtualmente inúteis, devendo-se optar pelas versões mais ligeiras, caso existentes.

Este é um modelo de telemóvel com um conjunto de especificidades e funcionalidades que o tornam apetecível para um tipo de clientela muito própria, sendo um complemento interessante para quem pretende um equipamento de reserva com grande autonomia e resistência, sendo certo de que não substitui eficazmente os dispositivos mais recentes, cujo desempenho é muito superior e essencial para as aplicações mais comuns.

segunda-feira, junho 17, 2019

Estado adquire a totalidade do SIRESP - 1ª parte

Sete milhões de Euros foi quanto custou ao Estado adquirir a totalidade do capital do SIRESP, passando dos 33% que detinha a partir da Parpública para os 100%, encerrando assim um longo processo negocial que, com a sua conclusão, não termina com as dúvidas sobre este negócio.

A primeira dúvida é, naturalmente, quanto ao valor pago, inferior em 4 milhões de Euros aos 11 milhões que constavam da conta apresentada pelos accionistas privados e cujo não pagamento levou à ameaça de cortar o sinal de satélite, que representa a redundância destinada a suprir eventuais falhas do circuito principal.

Para além de intrigante, dado que o valor da compra é inferior ao da dívida do Estado aos privados, a operação só será efectivada para o final do ano, com o pagamento integral do valor da compra, o que pode inviabilizar a vontade do Estado de colocar representantes seus na administração do SIRESP, como forma de melhor controlar as decisões que serão tomadas durante os próximos meses, entre os quais se incluem os de maior risco de incêndio.

Também fica em aberto o esclarecimento quanto aos investimentos a efectuar nos próximos meses, tendo sido adiantado o valor de 70 milhões de Euros, e que são essenciais para o melhor desempenho da rede, mas que dificilmente irão implementar novas funcionalidades ou resultar em melhoramentos significativos num sistema que tem óbvias limitações.

domingo, junho 16, 2019

O Alps UNIWA F40 - 2ª parte

Sendo um dispositivo "Android", as comunicações via "bluetooth" ou "wifi" nas normas IEEE802.11b/g/n estão presentes, bem como a recepção de sinal de GPS e Beidou, cada vez mais comum nos equipamentos fabricados na China, tendo ainda o conector de 3.5 milímetros para ligação de auriculares.

Factores de relevo são a bateria de polímero com capacidade de 4000 mAh, destacável, o que é cada vez mais raro, e, sobretudo, cumprir a norma IP65, o que garante uma boa resistência aos elementos e um nível de estanquicidade que permite a sua utilização em situações mais complexas em termos ambientais, sobrevivendo a chuva, pequenas submersões e impactos.

Ao contrário da maioria dos equipamentos, este telemóvel tem um botão "push to talk", que se destina a usar aplicações de "walkie talkie", como a Zello, que recorrem a redes existentes, seja móveis, seja "wifi", mas que não usam as habituais frequências dos rádios, sejam estas PMR ou CB, algo que acaba por ser limitativo, perdendo-se aqui a redundância de um sistema de comunicações alternativo.

Naturalmente, este tipo de formato tem como consequências dimensões algo exageradas, neste caso de 135 x 60 x 25 milímetros, um peso elevado, de 188 gramas, incluindo a bateria, que, segundo o fabricante, permite até 240 horas, ou 10 dias, de autonomia, dependendo do uso, algo que excede imensamente o que se espera dos equipamentos usados nos dias de hoje.

sábado, junho 15, 2019

O Defender 110 de rádio-controle - 2ª parte

Assim, pode ser controlado o movimento para a frente e rectaguarda, as curvas para a esquerda e direita, bem como os ajustes mais precisos, que permitem um maior controle sobre a viragem e aceleração, com o modelo a dispor de iluminação "led", bem como um conjunto de acessórios típicos do todo o terreno ou expedições, como "snorkel" ou grade de tejadilhos, estes para fins meramente estéticos.

O modelo tem dimensões de 474 x 202 x 235 milímetros, incluindo-se dentro de uma caixa com 545 x 224 x 285 milímetros, para além do modelo, com a respectica bateria, o comando, sem as pilhas AA de que necessita para operar, e um cabo de carregamento USB, tendo um preço que, actualmente, fica um pouco acima da centena de Euros, incluindo portes a partir da Ásia, acrescendo, naturalmente, direitos alfandegários.

Não tendo, espectavelmente, a qualidade de um modelo da Traxxas, esta é uma alternativa de baixo custo que pode revelar-se um ponto de partida para evoluções, recorrendo às inúmeras peças e acessórios disponíveis no mercado e que permitem, obviamente por um preço que, no final, pode ultrapassar o do veículo base, obter um desempenho muito mais interessante, com substituição de alguns componentes, como a suspensão ou o motor.

Deixamos esta sugestão aos nossos leitores que, para além de apreciarem os Land Rover, tenham interesse no rádio modelismo e se sintam vocacionados para fazer evoluir modelos, melhorando o seu desempenho, e pretendam partir de um investimento mais baixo, algo que recomendamos a quem tem menos experiência nesta área e quer experimentar antes de dispender quantias mais substanciais.

sexta-feira, junho 14, 2019

O Alps UNIWA F40 - 1ª parte

O Alps UNIWA F40 é um telemóvel inteligente, com sistema operativo "Android" 6.0, que possui algumas particularidades interessantes, podendo ser visto como uma versão mais sofisticada de alguns telemóveis resistentes e funcionais, como os Sonim, nos quais foram implementadas as funcionalidades mais comuns nos dias de hoje e inerentes a um "smartphone".

Assim, temos o aspecto visual misto de um telemóvel convencional e "walkie talkie", com teclado físico sob um écran de dimensões modestas, de apenas 2.4" e uma resolução de 320x240, táctil, de modelo capacitivo, mas com os menus e ícones do "Android", numa combinação pouco frequente e que visa um equilíbrio algo complexo entre resistência e funcionalidade.

Com 1 Gb de RAM e 8 de ROM, ampliável com um cartão TF com um máximo de 32 Gb, um processador MTK6737M A53 Córtex de quatro núcleos a 1.1 GHz, sistema gráfico Mali-T720, suporta redes até aos 4G e permite o uso de dois cartões SIM, este não é um equipamento com alto desempenho, sendo manifesto que o uso de diversas aplicações, considerando-se aqui as mais comunes, em simultâneo está fora de questão.

As câmaras frontal de apenas 2 megapixel e traseira de 5 estão longe das instaladas na maioria dos equipamentos actuais, não estando presentes sensores de biometria, de inclinação, proximidade, giroscópio, gravidade, rotação, entre outros, nem sendo suportados algumas funcionalidades relevantes nos dias de hoje, como carregamento rápido ou sem fios, pelo que um conjunto de funcionalidades comuns está automaticamente excluidas.

quinta-feira, junho 13, 2019

Botas "Magnum" no EBay - 2ª parte

Naturalmente, para além de encontrar um modelo que corresponda ao pretendido, é essencial que este seja no número adequado ao utilizador e que o preço, incluindo portes, quando aplicáveis, esteja dentro do orçamentado, pelo que estamos diante de uma combinação que pode ser pouco frequente, o que justifica, caso possível, efectuar as aquisições com alguma antecedência, na previsão de que encontrar o artigo pretendido nas condições estabelecidas pode demorar.

Pela experiência que temos, um par de botas "Magnum", completamente novas, em caixa, ou apenas experimentadas, como as que se encontram em demonstração, podem ser adquiridas por um preço que fica entre os 30 e os 40 Euros, a que acrescem entre 12 a 15 para portes, caso estes sejam efectuados a partir de um país comunitário, algo que, por questões relativas com a possibilidade de pagamento de direitos alfandegários e demoras processuais, aconselhamos.

Assim, os valores mais comuns ficam entre os 45 e 50 Euros para os modelos tácticos em cabedal, com o cano a proteger toda a zona do tornozelo, e que serão um pouco mais dispendiosas do que os modelos mais curtos ou em lona, sendo que neste último caso o mais frequente é serem provenientes de excedentes militares, não tendo sido entregues, conforme planeado, e revertendo para uso civil, normalmente a um preço inferior ao habitualmente praticado no mercado.

Adquiridas por valores desta ordem, as "Magnum" revelam uma excelente relação entre o preço e a qualidade, sobretudo face à respectiva duração, que corresponde a alguns anos de uso contínuo, resultando num investimento muito mais favorável do que o que pode ser efectuado em produtos de menor qualidade, eventualmente menos confortáveis, e que terão uma muito menor durabilidade, obrigando a uma substituição antecipada.

quarta-feira, junho 12, 2019

O Defender 110 de rádio-controle - 1ª parte

Muitos adeptos do todo o terreno apreciam os pequenos modelos radio-controlados que reproduzem os veículos reais, e cujas capacidades fora de estrada, na escala em que são construídos, são particularmente interessantes, podendo ultrapassar obstáculos diversos ou circular sobre terrenos particularmente acidentados.

Os modelos da Traxxas encontram-se entre os melhores, sendo os preferidos de muitos, mas o seu preço torna-os proibitivos para um grande número de interessados, pelo que o recurso a uma reprodução de um dos modelos deste fabricante, que pode ser adquirido por um valor muito inferior, acaba por ser uma tentação, sobretudo se os acessórios forem compatíveis.

A HB Toys, um fabricante baseado na China, produz uma reprodução do Defender 110 na escala 1/10, atribuindo-lhe a referência ZP1001, que está disponível nas cores cinzento e verde, podendo atingir uma velocidade de 15 km/hora, graças a um motor tipo 540 e a um sistema de transmissão com peças em metal.

Com um comando remoto de 4 canais, usando a popular frequência dos 2.4 GHz, alimentado por 4 baterias AA de 1.5V, capaz de comunicar com o modelo a distâncias que, dependendo das circunstâncias, ficam entre os 20 e os 60 metros, este Defender pode operar por entre 12 e 20 minutos, graças a uma bateria de iões de lítio de 7.4V com 1500mAh, carregável em 3 a 4 horas.

terça-feira, junho 11, 2019

Botas "Magnum" no EBay - 1ª parte

Já, por diversas vezes, manifestamos a nossa preferência pelas botas produzidas pela "Magnum", por considerarmos que oferecem uma relação favorável entre o preço e a qualidade, sendo simultaneamente resistentes, duráveis e confortáveis, mesmo em utilização prolongada e circunstâncias adversas, podendo-se aqui incluir, por exemplo, temperaturas extremas ou pisos mais agrestes.

Em primeiro lugar, será sempre de escolher o modelo, ou os modelos, que melhor se adequam às necessidades, e ao gosto, do utilizador, de entre as várias propostas que o fabricante oferece, estabelecendo as prioridades que vão permitir efectuar as necessárias pesquisas que, no nosso caso, tendem a ser no EBay.

Neste caso concreto, pelas características e disponibilidade, a opção foi no sentido de umas "Stealth Force 8.0", um modelo em cabedal, de elevada resistência e que oferece um bom nível de protecção, inclusivé nos tornozelos, tornando-as adequadas à maioria das situações e confortáveis no dia a dia.

Estas botas em cabedal, com placas de protecção não metálicas, em materiais compósitos, que permite caminhar em segurança sobre superfícies com objectos perfurantes e protegem o pé contra queda de objectos, têm uma sola que facilita a aderência, um forro bastante confortável e uma sola interior em esponja com memória, que mantém o contorno do pé, favorecendo o conforto