sábado, outubro 15, 2005

Cooperativa doa 50 mil euros a Pampilhosa da Serra


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Pampilhosa da Serra

A Cooperativa Agrícola de Reguengos de Monsaraz (CARMIM) anunciou esta quinta-feira a doação de 50.000 euros à Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra, destinados à recuperação dos danos causados pelos incêndios naquele que foi um dos concelhos mais afectados pelos fogos florestais durante este Verão.

A iniciativa da CARMIM consiste no donativo de 10 cêntimos por cada garrafa vendida de quatro das marcas de vinho tinto da CARMIM: Terras d'el Rei, Reguengos DOC, Reguengos Reserva e Monsaraz.

A Câmara Municipal da Pampilhosa da Serra «aceitou ser parceira institucional da campanha, para a constituição de um fundo de apoio para o combate aos incêndios», tornando-se no «primeiro parceiro» do projecto.

Para além desta doação, a CARMIM fez outra no mesmo valor a favor do Serviço Nacional de Bombeiros e da Associação Nacional de Reflorestação de Áreas Ardidas, parceiros nas restantes causas.

A campanha «Escolha uma Causa» decorre até 24 de Dezembro sendo possível votar numa de quatro causas, uma por marca de vinho, através do número azul 808208181 ou do respectivo site.

Este é um exemplo a seguir pelas muitas empresas que esquecem a sua responsabilidade social, mesmo quando dependem de produtos e actividades para as quais a existência de recursos florestais é essencial.

GPS alternativo


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Mutts, 10 de Outubro de 2005

Todos sabemos que quem não tem cão caça com gato, mas poucos sabem que quem não tem GPS caça com cão, desde que inclua o novo "Chip" SIRF com capacidade para receber e processar em simultâneo sinais de até 20 satélites e uma precisão inferior a 5 metros e que não deve ser confundido com o habitual chip de identificação.

Consola central em Série - 3ª parte


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Consola com tomada de isqueiro

Nesta 3ª parte de uma série de 4 artigos, segue-se a tomada de isqueiro, dada a facilidade com que é encaixado no local apropriado do lado esquerdo da consola.

Basta introduzir o rebordo em plástico, seguidamente encaixar o corpo metálico, e finalmente, caso pretendido, o isqueiro propriamente dito para o processo ficar concluido sem a necessidade de quaisquer ferramentas.

Nesta peça aconselhamos a utilizar uma resina sintética ou outra cola forte que ajude a manter esta peça inamovível, dado que será sujeita a vários esfoços, sobretudo se for utilizada por vários sistemas, obrigando a um ligar e desligar intenso.

Dado que o nosso objectivo é a tomada de corrente e não o uso do isqueiro, este ficou de reserva para alguma emergência. No nosso caso a tomada será utilizada com uma das fichas triplas que se podem adquirir em casas da especialidade ou, periodicamente, no Lidl.


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Consola completa, pronta a instalar

Finalmente, procedemos à instalação do corta-circuitos, dado ser a peça mais incómoda em termos de volume e portanto de manuseamento.

Bastam 2 parafusos de 5 mm, com cerca de 5 cm de comprimento e as respectivas porcas e anilhas para o fixar correctamente. Por uma questão de segurança, colocamos um primeiro conjunto de anilhas e porcas de forma a fixar os parafusos na consola e evitar qualquer desalinhamento resultante de um movimento lateral.

Optamos por colocar, seguro pelo parafuso inferior, uma pequena peça adquirida numa casa de ferragens onde prender a chave do corta-circuitos em caso de necessidade. Tal é opcional, mas evita que a chave se perca criando uma situação algo desagradável. Logicamente, esta ideia não é aplicável caso o corta-circuitos seja usado como dispositivo anti-roubo e havendo a necessidade de remover a chave.

Na última parte, que esperamos disponibilizar na próxima 2ª feira, será apresentada a consola já colocada no Série 3.

sexta-feira, outubro 14, 2005

Uma história da IPO


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Land Rover S3 devidamente aprovado

Admito que seja completamente "off-topic", mas depois de um pequeno desaire, o nosso fiel S3 foi aprovado na IPO.

Para os mais curiosos posso adiantar que a apresentação da carta da Land Rover, com as medidas de pneus instaladas, mas sem estarem averbadas no livrete correspondeu a uma deficiência do tipo 2, ou seja a uma reprovação com base no pressuposto de dimensão ser superior em mais de 5% ao inscrito no livrete.

Confesso que não fiz as contas relativamente ao aumento de dimensão de pneus 205/80R16 relativamente aos originais, mas o livrete, por lapso da DGV tinha inscritas medidas do tipo 600 e 650 em jantes de 12".

Assim, mesmo admitindo a impossibilidade de montar pneus de 12" num Land Rover e reconhecendo que o lapso inscrito no livrete era da responsabilidade da DGV, o técnico do Centro de Inspecções do Aeroporto lá averbou a supracitada deficiência.

Palavras para quê? É uma artista português...

Consola central em Série - 2ª parte


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Consola sem acessórios

Nesta 2ª parte, iremos começar a montar os vários acessórios na peça principal, após termos procedido aos necessários furos para passagem dos parafusos. Este trabalho foi efectuado numa serralharia, dado que exige uma precisão que só com instrumentos próprios é possível obter.

A primeira fotografia é da placa vazia, já com os 4 furos de 5 mm nos locais marcados, pronta para começar a receber os vários acessórios que pretendemos colocar. Os 2 furos nas extremidades são de origem e destinam-se à fixação da própria consola.


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Consola com suporte de GPS

O primeiro acessório a ser instalado foi o suporte para o GPS ou para o telemóvel.

Basta aparafusar o suporte com dois parafusos e respectivas anilhas e porcas, tendo recorrido também ao autocolante que vinha incluido no verso desta peça. Embora o autocolante perca alguma utilidade dado o uso de parafusos, ajuda a posicionar correctamente e fixa a peça em toda a sua extensão.

Na fotografia vê-se a esfera que servirá de base ao sistema orientável deste suporte, sendo as restantes peças deste suporte adicionadas após a colocação no veículo.

No próximo texto serão colocados os restantes acessórios, ficando a consola pronta para ser colocada no Série.

quinta-feira, outubro 13, 2005

Amanhã devia ser apresentado o Orçamento Geral do Estado


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Assembleia da República

Mas foi adiado para a próxima 2ª feira ao abrigo de uma disposição legal, numa tentativa de evitar os erros que surgiram no Orçamento Rectifcativo já da responsabilidade do actual Governo.

Não é segredo para ninguém que o próximo Orçamento Geral de Estado imporá diversas restrições a nível salarial e de investimento público, inevitáveis devido à actual crise que o País enfrenta. No entanto há áreas onde quaisquer cortes, longe de constituirem uma poupança, podem ter efeitos devastadores.

Esquecida ao longo do ano, a prevenção de incêndios florestais, nomeadamente através do reequipamento das corporações de Bombeiros e do corpos de Guardas Florestais, é uma das áreas onde o investimento tem vindo a ser sucessivamente cortado, com os resultados que todos conhecemos e lamentamos.

Muitos ainda recordam quando há poucos meses se podia assistir a patrulhas da Guarda Florestal deslocando-se por onde podiam em Toyotas Yaris alugados, incapazes de ir até onde realmente era necessário apenas porque eram os veículos mais económico disponíveis no mercado. Mais caricato ainda, a empresa de aluguer, compreensivelmente, solicitou que os automóveis não saissem do asfalto de forma a evitar danos de maior.

Este é o tipo de corte de despesas de que não precisamos e, infelizmente, aquele por que muitas vezes se opta, numa política de facilitismo coroada pela incompetência de tantos supostos especialistas que se acotovelam nos gabinetes de acessoria.

O Orçamento Geral do Estado, sendo um instrumento absolutamente condicionante durante todo o ano, determina o que pode ou não ser realizado e, em última instância, perspectiva o que podemos esperar quando chegar a inevitável época de incêndios.

De uma sub orçamentação nas áreas de meios de prevenção e combate podemos sempre esperar o pior, que dependerá essencialmente de um conjunto de condições climáticas que se agravam anualmente e são impossíveis de controlar, deixando as populações à mercê de um destino que se afigura particularmente cruel.

Quase 300.000 hectares ardidos em 2005


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Direcção Geral dos Recursos Florestais

Desde o início do ano e até domingo arderam quase 300 mil hectares de floresta em Portugal, mais do dobro o que em 2004, segundo o último relatório da Direcção-Geral dos Recursos Florestais (DGRF), divulgado esta quinta-feira.

De acordo com o relatório provisório da DGRF, arderam 293.911 hectares entre Janeiro e Outubro, em consequência de 35.212 ocorrências registadas (7.843 incêndios florestais e 27.369 fogachos).

O distrito de Coimbra foi o mais afectado pelos incêndios, com 48.578 hectares de área ardida este ano, seguido de Vila Real e Santarém, com 28.989 e 28.214 hectares devastados, respectivamente.

No documento, a DGRF refere ainda a existência de 292 fogos que consumiram, cada um, uma área superior a 100 hectares, classificando-os de "grandes incêndios"», 94 dos quais foram responsáveis por uma destruição superior a 500 hectares de floresta.

"Analisando comparativamente os valores apurados em 2005 até ao dia 25 de Setembro com a média do último quinquénio em igual período, verifica-se quer um maior número de ocorrências em 2005, quer um maior valor de área ardida", refere o relatório.

Em 2004 arderam em Portugal cerca de 129.529 hectares de floresta e em 2003, o pior ano das últimas duas décadas, a área destruída pelo fogo rondou os 425.000 hectares.

Este ano morreram 18 pessoas em consequência dos incêndios florestais em Portugal, 11 das quais bombeiros.

Fonte: Portugal Diário

Consola central em Série - 1ª parte


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Consola na configuração de origem num Defender

Embora exista como opcional da marca, não conheço muitos Série com a consola central onde podem ser alojados instrumentos suplementares como o relógio ou um comando opcional.

Esta peça, semelhante às dos primeiros Defender, encontra-se em diversas lojas da especialidade ou em leilões, com multiplas configurações e acabamentos. Também oferecem a vantagem de dar alguma solidez a uma peça que nos Séries tem tendência a partir-se devido ao desgaste, podendo assim evitar uma reparação antecipada.

Tendo necessidade de instalar uma tomada de isqueiro onde ligar a alimentação de um GPS ou computador portátil, bem como um corta circuitos, foi escolhida uma entre as numerosas placas para Defender que se vendem em Inglaterra, um modelo com um orifício em cada extremidade e a parte central sem qualquer corte.

Um destes orifícios, feito especificamente para o isqueiro, não carece de qualquer adaptação, bastando instalar um dos isqueiros universais que se vendem nas lojas da especialidade.

Na zona central, sem orifícios, foram feitos dois furos de 5 mm onde será aparafusado o suporte para GPS ou para um telefone móvel, adquirido recentemente numa loja chinesa e já comentado num texto anterior.

Do outro lado, para instalar um corta-circuitos, havia duas opções possíveis, a de alargar o furo existente, permitindo ao corta-circuitos ficar cerca de 4 cm de fora, a que acrescem outros 3 da chave, ou manter a totalidade da peça no interior, segura por dois parafusos compridos, também eles de 5 mm.

Dado que não pareceu prático nem confortável ter o corta-circuitos a sair 7 cm da consola, optou-se pela segunda hipótese, de forma a que apenas a chave surja no exterior, reduzindo assim a possibilidade de acidentalmente cortar o sistema eléctrico. No entanto, pode-se alargr o orifíco e desbastar a parte superior do corta-circuitos, de forma a que possa ficar muito ligeiramente saliente e assim com um encaixe suplementar que ajude a fixá-lo e a evitar qualquer movimento de torção. No nosso caso, optamos por usar um sistema de dupla porca, fixando o parafuso primeiramente à placa e seguidamente o corta-circuitos, o que permite obter a solidez necessária.

No próximo texto, que esperamos disponibilizar amanhã, falaremos da instalação dos vários componentes aqui mencionados.

quarta-feira, outubro 12, 2005

Precisamos de voluntários!


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Land Rover Série 3

Já por várias vezes tentamos alargar o âmbito dos textos incluidos neste bolg, abarcando áreas como a condução todo o terreno, manutenção de veículos e outros projectos que se enquadrem nos objectivos a que nos propomos.

Assim, solicitamos mais uma vez a quem tenha artigos que queira ver incluidos, o seu envio a fim de abarcarmos outros campos de interesse neste espaço de reflexão, complementando as áreas de discussão actualmente existentes.

Mesmo para quem estiver menos habituado, escrever um pequeno texto com um acontecimento, um truque na melhoria de um veículo ou um conjunto de dicas, ilustrado por uma ou duas fotografias, é algo de fácil, rápido e, no fim, gratificante pelo contributo que dá a toda a comunidade. É através desta troca de ideias e experiências que podemos contribuir para uma ajuda mútua que traga vantagens para todos.

A todos quantos colaborarem, e aos que lerem os textos a publicar, desde já os nosso agradecimentos.

Wadding kit


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Wadding kit

Como complemento do snorkel, para evitar a entrada de água em diversos orgãos mecânicos, nomeadamente a nível de diferenciais, os quais muitas vezes não podem ser selados dado necessitarem de respirar, existe a possibilidade de instalar um sistema de respiração que permita obter ar a uma altura mais elevada.

A técnica utilizada consiste em fazer subir um tubo de borracha desde a entrada de ar de um orgão mecânico situado num ponto baixo e fazê-lo subir até ao ponto mais alto do veículo, normalmente o snorkel, caso esteja instalado, selando a junção no seu ponto inferior e permitindo assim a entrada de ar a uma altura acima de qualquer eventual nível de água. Também pode ser necessário colocar um "wadding plug" ou uma pequena tampa roscada em qualquer orifício que permaneça aberto, sendo este incluido nos kits que se vendem no EBay.

É de notar que este kit se destina a proteger orgãos mecânicos que se encontram a pouca distância do solo, pelo que mesmo na ausência de um snorkel não deixam de ser essenciais para quem goste de atravessar cursos de água que cheguem aos diferenciais mas não ao motor.

Um destes conjuntos de peças, que varia conforme o modelo do veículo onde será aplicado, é normalmente barato, sendo basicamente constituido por algumas junções, uns metros de tubo flexível e, eventualmente, vedantes e braçadeiras de fixação.

Apenas as peças metálicas têm qualidade realmente variável, sobretudo na extremidade em que encaixa o tubo, onde as de melhor qualidade têm uma rosca que permite um sistema de aperto.

Relativamente ao tubo, e mesmo que razões estéticas indiquem o contrário, a opção por um material transparente é a mais adequada dado que permite visualizar o interior e localizar mais facilmente entupimentos ou furos.

Não se justifica adquirir os kits mais dispendiosos pois são todos funcionalmente equivalentes, sendo a opção mais económica a de adquirir as peças separadamente, dado que as tubagens e braçadeiras são tendencialmente mais económicas em supermercados ou lojas de bricolage do que nas de acessórios para automóveis.

Pode-se esperar que uma vintena de euros seja suficiente para adquirir este material, em peças separadas ou conjuntamente, e bastante menos para uma versão improvisada, mas é comum encontrar valores francamente superiores, pelo que é de ter cuidado com os exageros de alguns vendedores que pretendem ter algo de único.

terça-feira, outubro 11, 2005

Os resultados autárquicos na Internet


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Autárquicas-Ministério da Justiça

Para os mais interessados, aqui fica o endereço onde é possível conhecer os resultados actualizados das Eleições Autárquicas realizadas no Domingo passado e que neste momento já se encontra acessível a todos, após os estranhos e inéditos problemas ocorridos na noite eleitoral.

As análises serão muitas e terão efeitos a nível nacional, provavelmente durante o mês de Novembro para que a ligação entre eleições locais e o governo da Nação se esbata quer pelo esquecimento, quer pela argumentação dos políticos. No entanto, e numa primeira impressão, das várias campanhas fica uma desilusão resultante do vazio de ideias e de imaginação e a amarga certeza de que poucos serão os resultados obtidos no fim dos mandatos.

Placas de identificação de chassis para Séries - 5ª parte


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Placa de identificação de Série 2A

Quase pode ser um "off-topic" na série de artigos relativamente às placas de identificação, mas como por vezes durante a IPO surge a questão da existência ou não de uma placa de fabricante, para além da gravação do número no chassis, optamos por mandar gravar numa das placas que adquirimos no Ebay a identificação do veículo.

Obviamente, para efeitos de controle este processo tem uma validade nula, dado que basta adquirir a placa, gravá-la e colocá-la para obter o efeito desejado, mas como complemento numa reconstrução que se pretenda impecável, é um pormenor que não pode ser deixado de lado.

E caso alguém durante a IPO mencione a falta desta placa para efeitos de identificação não se esqueçam de mencionar este texto.

segunda-feira, outubro 10, 2005

Problemas no Imageshack e aumento da dimensão dos caractéres


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Site do Imagesheck


Recentemente várias fotografias alojadas no Imageshack, correspondentes a textos nos arquivos, deixaram de estar disponíveis.

Trata-se de um erro aleatório que temos vindo a corrigir à medida que vai acontecendo, mas como se tem repetido, torna-se difícil tê-lo permanentemente corrigido.

Caso haja alguma fotografia que não esteja disponível e da qual necessitem agradecemos que nos informem para a recolocarmos.

Entretanto, a pedido de alguns leitores, aumentamos a dimensão dos caractéres de forma a facilitar a leitura.

Mais uma vez, o prometido é devido


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Direcção Geral dos Recursos Florestais

Recebemos hoje uma carta do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Regional e das Pescas, através do Gabinete do Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas com o seguinte teor:

Relativamente à carta de V.Exª de 2005/09/25, dirigida ao Senhor Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Regional e das Pescas e posteriormente remetido a este Gabinete, encarrega-me o Senhor Secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas, de comunicar a V.Exª que muito agradecemos pelos contributos prestados que mereceram a melhor atenção por parte deste Gabinete.

Mais se informa que a mesma foi enviada à Direcção Geral dos Recursos Florestais, organismo que responderá directamente a V.Exª relativamente às sugestões apresentadas.

Com os melhores cumprimentos


Esperamos, portanto, que a Direcção Geral em causa analise e responda ao conjunto de sugestões enviadas e, acima de tudo, adopte atempadamente as medidas mais adequadas para a prevenção dos fogos florestais. Mais uma vez, quando e se houver uma resposta, a mesma será aqui apresentada.

GPS2SMS e SMS2OZI


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Écran de GPS2SMS

A transmissão de informações de GPS para um posto de coordenação remoto, permitindo seguir o movimento de veículos de forma automática, é um factor de segurança adicional em situações delicadas, nomeadamente em áreas de incêndios florestais.

Com o objectivo de formatar a informação em formato NMEA recolhida do GPS e proceder ao envio via SMS para uma estação de recolha e de coordenação, selecionamos este programa de reduzidas dimensões e com suporte para alguns dos telemóveis de baixo custo mais difundidos no mercado.

Infelizmente, e pelos testes feitos, as versões actuais do programa não têm suporte para os modelos mais recentes que utilizam GPRS, pelo que os antigos modelos, como os Siemens S25, têm aqui a hipótese de uma segunda vida.

A periodicidade do envio pode ser selecionada e na estação de recepção a posição de cada viatura, bem como a velocidade e direcção, vai sendo actualizada sobre uma carta topográfica, podendo-se ver em cada linha da imagem do écran o tipo de informação em formato NMEA enviado em cada SMS.

Como complemento deste programa, na recepção de dados, deve ser instalado o seu congénere SMS2OZI, que assinala sobre uma carta topográfica aberta através do OziExplorer a posição do emissor, utilizando igualmente um telemóvel ligado a um computador para receber os SMS com a informação posicional. Este computador pode servir de ponto de coordenação e recebendo localização via SMS de diversos veículos e afixando-as no mapa carregado através do OziExplorer.

Trata-se de uma solução de baixo custo, embora dependente da existência de rede GSM, montada a partir de componentes geralmente disponíveis e que apenas necessita de um pequeno software adicional para implementar, permitindo uma visão centralizada de diversos veículos e o seu seguimento em tempo quase real.

É possível obter as versões destes programas destinadas aos vários modelos de telemóvel suportados através do site do autor, em versão shareware, que deverá ser registada para uma utilização prolongada.

domingo, outubro 09, 2005

Adopt a trail


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Defender 110 durante uma pausa

Uma das iniciativas mais interessantes na defesa da Natureza e na prevenção de fogos florestais é o conceito de adoptar um trilho, derivado do inglês "adopt a trail". Este conceito tem-se popularizado em diversos países, nomeadamente nos Estados Unidos, com resultados positivos quer a nível de prevenção de incêndios, quer no despertar da consciência ecológica dos participantes.

Em termos genéricos, parques naturais ou autarquias tomariam a iniciativa de catalogar os caminhos florestais, criando uma base de dados, e estes seriam adoptados por particulares, clubes ou associações que assumiriam a responsabilidade de os manter transitáveis e de reportar qualquer situação anormal.

Esta actividade pode ser complementada com diversos tipos de percursos, provas, visitas ou qualquer tipo de iniciativas capazes de a tornar mais interessante e variada, mantendo o interesse dos participantes e atraindo novos voluntários.

O regulamento, em inglês, inclui os detalhes necessários ao melhor entendimento de uma actividade especialmente vocacionada para associações de juventude, grupos ecológicos, praticantes de todo o terreno, e tantos outros que para além do contacto com a Natureza pretendam prestar um serviço à comunidade.

É nossa perspectiva que actividades variadas e motivadoras, concebidas com imaginação mas sem perder de vista os objectivos a que se propõe, são a forma mais adequada de estimular a participação de todos na defesa de um património natural que se perde anualmente.

Infelizmente faltam neste País a vontade política e as estruturas capazes de promover o enquadramento de tantos que poderiam aderir a acções de voluntariado caso soubessem como fazê-lo, sendo esta situação sobretudo devido à inércia das autoridades, incapazes de estabelecer parcerias com os cidadãos, normalmente reduzidos à condição de simples contribuintes. Enquanto esta perspectiva não for alterada, dificilmente será possível obter a participação popular não só em iniciativas de interesse público, mas também no cumprimento dos mais elementares deveres cívicos.

2ª bateria e carga dividida


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Kit de split charge

A instalação correcta de uma 2ª bateria obriga a colocar um kit composto de um sistema adicional de relays e cablagem normalmente designado por "carga dividida" ou, para usar a expressão inglesa mais comum, por "split charge".

O modelo proposto pela Land Rover para veículos com bateria de 12V, independentemente do tipo de terra ser positivo ou negativo, tem a referência RTC 8977 e pode ser adquirido através de concessionários e lojas da especialidade ou recorrendo a leilões, onde o custo é normalmente mais baixo.


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Esquema do kit de split charge

Este sistema de relay só opera quando o veículo está em movimento, no caso de possuir dínamo, ou com o motor a trabalhar, caso possua alternador, assegurando que a bateria principal não descarrega para a auxiliar ou para equipamentos eléctricos ligados ao circuito.

Peça fundamental, dado que as restantes podem facilmente ser aquiridas em lojas de produtos eléctricos, é o relay, de marca "Tyco" e referência V23134-B1052-C642, a que acrescem as informações 12V e ++0423.

No esquema pode-se ver quais as ligações que são necessárias para uma bateria instalada no próprio veículo ou num reboque, sendo que neste caso existem fichas que permitam proceder à sua desconexão.

A instalação de uma 2ª bateria é especialmente aconselhada para quem utilize diversos equipamentos eléctricos num veículo que necessitem de alimentação permanente, como frigoríficos, sendo aconselhável a instalação deste kit para evitar esgotar a bateria principal, a qual fica reservada para o seu propósito inicial.
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