sábado, março 22, 2008

Bombeiros da Guarda não têm detectores de matérias perigosas


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Fato de protecção NBQ

Os bombeiros da Guarda alertaram para o facto de não disporem de equipamento necessários para intervir em ocorrências que envolvam substâncias perigosas, tendo já dado conta desta limitação à Autoridade Nacional de Protecção Civil.

Com diversas vias rápidas por onde passam numerosos veículos pesados e atravessado por linhas férreas, o distrito da Guarda apenas dispõe de um antigo explosímetro, cuja fiabilidade é diminuta.

O valor estimado de um equipamento novo é de 4.000 euros, acrescendo a este montante o de uma viatura adequada, adquirida ou adaptada e de fatos de protecção, já que a formação para operar estes meios existe.

Como alternativa, existe a possibilidade de pedir um equipamento às corporações de Coimbra ou de Santa Maria da Feira, mas tal corresponde a uma espera de várias horas, dependendo do local exacto do sinistro, algo que é incompatível com situações de urgência.

Já sugerimos que houvesse reservas de equipamentos mais específicos a nível distrital, sob a dependência dos Centros Distritais de Operações de Socorro, que os disponibilizariam às corporações em caso de necessidade, podendo, inclusivé, dispor do pessoal com a formação específica para os operar.

Atribuir este tipo de equipamentos, que tende a ser pouco utilizado, a corporações específicas não será, pois, o caminho a seguir, excepto em casos onde um parque industrial, um porto ou outra infraestrutura nas proximidades possa justificar uma opção no sentido contrário.

Também já mencionamos a possibilidade de adquirir alguns meios militares, considerados como exedentes, cujo preço e disponibilidade permitem ser considerados uma opção a ter em conta, certos de que este é um investimento que terá que ser realizado a curto prazo, sem o que o risco para o pessoal de socorro e as próprias populações tenderá a aumentar proporcionalmente ao fluxo de tráfego de matérias perigosas.

sexta-feira, março 21, 2008

Mogaduro previne incêndios florestais


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Incêndio em Portugal

O município de Mogadouro está a limpar e desmatar perto de 1.600 hectares de área florestal de modo a diminuir o risco de incêndio florestal no Verão ou facilitar o seu combate e controlo.

Para além desta intervenção, que corresponde a perto de um quarto dos 5.000 hectares de área florestal, estão a ser construidos reservatórios de água para abastecimento de meios de combate aos incêndios bem como uma rede de caminhos florestais com um total de 77 quilómetros.

Esta é uma zona de grande importância económica, que abranje as freguesias Bruçó, Castelo Branco, Meirinhos, Vale de Porco, Vilar do Rei e Vilarinho dos Galegos e está, na sua maioria, incluida no Parque Natural do Douro Internacional.

Também está prevista a construção de dois novos pontos de água, de modo a reforçar os existentes e a alcançar a capacidade de 600.000 litros por cada 1.000 hectares, considerado como valor de referência, para além de terem sido facilitados os acessos aos recursos hídricos existentes.

A calendarização aponta para a conclusão dos trabalhos para o próximo mês de Junho, estando envolvidos neste projecto os recursos humanos e materiais da autarquia, de modo a que antes dos meses mais quentes e com maior incidência de fogos estejam reunidas as condições para neutralizar o avanço das chamas.

Este exemplo, infelizmente ainda raro entre nós, aponta no sentido correcto, o da prevenção, algo que contrasta com o praticado pela maioria dos municípios e a nível do próprio Estado, que se limitam a protestar conta a má sorte enquanto apelam a compensações causadas pelos incêndios que não souberam prevenir.

quinta-feira, março 20, 2008

Adicionamos a funcionalidade do Snap


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Pop-up do Snap sobre o blog Verão Verde

A título experimental, adicionamos uma pequena aplicação ou "widget" do Snap, que permite a visualização do conteúdo das ligações quando se passa o rato sobre elas.

Apesar de, como todos os sistemas automáticos, apresentar alguns pequenos problemas ou imprecisões, permite a quem visita este "blog" ver conteúdos de páginas para as quais apontamos sem a necessidade de as visitar, abrindo-se uma pequena janela onde surge, de forma resumida, aquilo que irão encontar caso sigam a ligação.

Tal como mencionamos, esta é uma experiência no sentido de facilitar a navegação, algo que pensamos ser necessário dada a multiplicidade de ligações que utilizamos, mas estamos abertos a críticas ou sugestões caso os nossos leitores considerem que esta inovação não os satisfaz.

Especialista prevê um "Verão muito complicado"


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Floresta queimada

Um dos mais conhecidos especialistas em comportamento do fogo, o professor Domingos Xavier Viegas, antevê a possibilidade de este ser "um Verão muito complicado" em termos de incêndios florestais.

Para o catedrático da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, este Verão poderá ser problemático caso a seca que se verificou até ao fim de Fevereiro, com a menor precipitação da última década, se mantenha até ao Verão.

Quando comparando a precipitação acumulada desde Setembro de 2007, com a do trágico ano de 2005, durante o qual arderam 338.000 hectares, esta é ainda menor, pelo que neste aspecto as condições de propagação de incêndios seriam mais favoráveis.

Apesar deste aviso, a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) considera estar preparada para qualquer eventualidade, mesmo para os piores cenários, mas recusa-se a antecipar qualquer situação anormal para o próximo Verão.

Existe, no entanto, um factor decisivo que é necessário introduzir, concretamente as descontinuidades e barreiras naturais resultantes dos numerosos incêndios da última década e da fraca reflorestação verificada, pelo que existem hoje muito mais barreiras de contenção, diminuindo a probabilidade de ocorrência de fogos de grandes dimensões.

Mesmo com condições climáticas semelhantes às de anos complicados, o cenário global é muito diferente, para além de existirem mais meios e uma melhoria a nível de coordenação por parte da ANPC, pelo que, considerando toda a área ardida e nunca reflorestada, dificilmente se repetirão os números de 2003 ou 2005.

quarta-feira, março 19, 2008

Lisboa no Virtual Earth


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Imagem do Bairro do Arco do Cego

Recentemente, foi apresentada uma versão melhorada dos mapas da Microsoft, incluindo visualizações tridimensionais e "bird view", onde algumas das principais cidades portuguesas estão representadas em grande detalhe.

Tal como sugerimos na altura, optamos por examinar uma zona conhecida de modo a averiguar da actualidade das fotografias aéreas, a examinar quais os detalhes que podem ser observados ou reconhecidos e, inclusivé, que particularidades deconhecidas podem ser apreciadas.

Nas fotos apresentadas, onde é possível observar parcialmente o Liceu Felipa de Lencastre, perto da Praça de Londres, em Lisboa, encontra-se parte do Bairro Social do Arco do Cego, sendo a mesma área fotografada a partir de dois angulos diferentes.


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O Land Rover Série 3 é visível na imagem

Para verificar o detalhe e a actualidade das imagens, selecionamos um angulo a partir do qual o nosso Land Rover Série 3 é observável e reconhecivel por parte de quem o conheça e se lembre de algumas particularidades, como o "hard-top" dos Santana, com uma configuração que inclui quatro pequenas janelas no topo.

Aconselhamos os residentes nas cidades de maior dimensão, que estão mais detalhadas no Virtual Earth, a fazer uma experiência semelhante à nossa e descobrir alguns detalhes que só uma vista aérea podem revelar.

Tribunal de Contas recusa ajuste directo de helicópteros


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Um Eurocopter AS 350B3 francês em acção

O Tribunal de Contas recusou os vistos para que o Governo possa alugar dez helicópteros de combate a incêndios através de ajuste directo.

O ministro da Administração Interna (MAI) já anunciou que esta situação "está a ser avaliada", de forma a ser "tomada a necessária diligência ao nível judicial".

O titular da pasta, Rui Pereira, recusou no entanto revelar qual vai ser a resposta do MAI para uma situação que tende a repetir-se em substituição dos concursos públicos que devem ser efectuados quando estão em causa montantes elevados.

Este método de adjudicação, pouco transparente e que devia ser a excepção, tende a ser cada vez mais utilizado, sendo, normalmente, associado à figura de "relevante interesse público", com a qual se tentam ultrapassar as limitações legais, permitindo quase governar por decreto à revelia dos procedimentos legalmente estabelecidos.

Espera-se, pois, a resposta do MAI, mas a altura tardia em que nos encontramos, da responsabilidade de quem conduziu o processo, pode, mais uma vez, levar a que processos de adjudicação contra os quais nos insurgimos no passado, voltem a ocorrer no futuro, não obstante todas as dúvidas legais que tal envolvem.

terça-feira, março 18, 2008

Preços das IPO actualizados para 2008


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Um centro de inspecções de veículos

As inspecções periódicas obrigatórias para veículos aumentaram de preço com a entrada em vigor da portaria que actualiza a tabela para os vários tipos de veículo.

Assim, as inspecções a automóveis ligeiros e reboques sofreram um aumento de 47 cêntimos, com o preço a passar para 22.64 euros, enquanto no caso dos veículos pesados o aumento é de 70 cêntimos, sendo o preço actual de 33.88 euros.

Em todos os casos, os valores fixados pela portaria conjunta dos ministérios da Economia e das Obras Públicas serão ainda acrescidos da taxa de IVA de 21%.

Portanto, será de contar com 27.39 euros no caso dos ligeiros e com 40.99 para os pesados, valores que parecem francamente exagerados face a uma imposição legal que pode ser executada em escassos minutos e que acaba por resultar num pesado encargo para quem tem frotas, como acontece no caso das corporações de bombeiros.

Ministério da Saúde investiga incidentes com o INEM


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Socorro do INEM durante um acidente

O Ministério da Saúde está a investigar, através da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS), um conjunto de casos em que uma aparente falta de coordenação ou na rapidez de atendimento do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), ou dificuldades de coordenação entre este e os bombeiros resultaram num serviço deficiente, tendo nalgumas situações, aparentemente, contribuido para a perda de vidas humanas.

Para além de questões funcionais e organizacionais, os processos irão, ainda, averiguar se houve alguma responsabilidade a nível disciplinar ou criminal por parte dos funcionários envolvidos, podendo culminar numa participação junto do Ministério Público, seguindo então os trâmites judiciais.

Também o INEM está a investigar, internamente, estas situações, incluindo algumas que não foram relatadas pela comunicação social, no que será acompanhado pela IGAS, pretendendo-se ainda, se necessário, detectar falhas e propor recomendações no sentido de as corrigir.

A recente sequência de incidentes não se deve, segundo a ministra da Saúde, Ana Jorge, a uma falta de efectivos, mas a uma descoordenação que poderá ter resultado da mudança no sistema de activação recentemente implementado.

Lembramos que, dependente das conclusões das investigações, os funcionários envolvidos podem ser submetidos a um processo disciplinar, caso se conclua pela sua responsabilidade, sendo que, se houver indícios de crime, haverá lugar a um processo judicial a ser instruido pelo Ministério Público, podendo o caso chegar a julgamento.

Sendo favoráveis a responsabilização individual dos funcionários, evitando que a culpa morra solteira, este tipo de investigação tende a ilibar os responsáveis pela implementação de sistemas inviáveis, propensos a erros, sem redundância nem capacidade de auto-detecção de falhas, colocados em exploração sem o periodo de testes adequado, bem como a tutela política que permitiu um conjunto de erros que tendem a ser facilmente detectáveis.

Também é normal não levar em conta a falta de formação, o excessivo número de horas de trabalho, a constante pressão a que são submetidos os operadores, bem como todo um conjunto de factores que podem contribuir para que estes falhem em momentos decisivos.

Lamentavelmente, o mais habitual é o de sancionar funcionários, ilibando quem criou as condições operacionais e um cenário propício a que as falhas se sucedam, os quais tiveram tempo, recursos, acessorias e todas as condições materiais para implementar um sistema que aparenta sofrer de um conjunto de vicissitudes que se têm traduzido em sucessivos incidentes.

segunda-feira, março 17, 2008

Considerações no uso de imobilizadores remotos - 3ª parte


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Software de seguimento do EarthBridge

Temos, finalmente, o problema da recepção do sinal de satélite, essencial para o GPS e da cobertura de rede GSM, sem a qual é impossível estabelecer contacto, inviabilizando a recepção de comandos bem como o envio de informação posicional por parte do sistema instalado no veículo.

Mais uma vez, deve-se ter alguma prudência, pois se a rede GSM tem uma cobertura quase universal, túneis, prédios altos, ruas estreitas ou outros obstáculos podem dificultar ou impossibilitar o funcionamento do GPS, o que deve fazer equacionar a possibilidade de um localizador que funcione por triangulação de antenas de GSM em vez de um receptor de GPS convencional.

Existem, efectivamente, localizadores mais económicos dos que incluem GPS, que recorrem a um sistema de triangulação, avaliando a degradação do sinal de GSM emitido por cada antena para calcular a distância que se encontram de cada uma, mas tal tem um preço a pagar, concretamente em termos de precisão, facto evidente fora das zonas urbanas onde o sinal pode ser muito fraco.

Como complemento, existe a questão do "software", que deverá permitir uma visualização da posição sobre um mapa digital, sendo que a maioria dos fabricantes selecionam a versão gratuita do Google Earth, considerada como um dos mais precisos e fiáveis sistemas geográficos actualmente disponiveis.

Será também uma importantes característica opcional a existência de conectores ou "interfaces" que permitam receber sinais externos, como, por exemplo, da activação de um "airbag", e enviar uma mensagem para um número pré-determinado, bem como a possibilidade de estes conectores serem activados remotamente via SMS.

Instalar um sistema de alarme deste tipo requer ponderação, estudo e um enquadramento legal adequado, bem como o respeito por um conjunto de procedimentos padronizados e devidamente regulamentados, única forma de evitar que venham a aumentar o nível de violência associado ao "car jacking" e coloquem em grave perigo os passageiros das viaturas assaltadas.

Intercomunicadores com e sem fios no Lidl


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Intercomunicador com fios no Lidl

A comunicação entre o condutor e os acompanhantes nem sempre é fácil em veículos com um isolamento sonoro deficiênte, tal como os Land Rover Série, ou que possuam diversas secções isoladas umas das outras, pelo que pode ser recomendável um sistema de intercomunicação.

O modelo que estará disponível no Lidl a partir de hoje, dia 17, inclui uma unidade central, que permite ligar dois aparelhos com microfone e auricular e saida externa para um leitor de CD, MP3 ou rádio.

A regulação da intensidade de som é individual, funciona com duas pilhas AAA, não incluídas, tem uma garantia de 3 anos e um preço de 14.99.


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Intercomunicador sem fios no Lidl

Mais sofisticado é o Twintalker Motorpack, com capacidade de comunicação sem fios e que permite manter a ligação com um ou vários interlocutores.

Basicamente, trata-se de um "walkie-talkie" com um alcance de até 5 quilómetros, funções VOX, comando de voz e cronómetro e possibilidade de seleccionar 8 canais e 38 sub-canais.

Este modelo funciona com 2 pilhas AAA, incluidas, tal como o "headset" e carregadores, tem, de modo análogo ao da versão com fios, uma garantia de 3 anos e um preço unitário de 39.00 euros.

Estes dois modelos podem ser utilizados em diversos cenários, em que uma equipa necessite de manter contacto mesmo com ruido ambiente, sendo que à maior flexibilidade do modelo sem fios corresponde, naturalmente, um valor francamente mais elevado.

domingo, março 16, 2008

Aumento de pedidos provoca atrasos do INEM


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Meios de socorro do INEM

Os atrasos sofridos nos últimos dias no accionamento de meios de socorro através do número 112 devem-se, segundo o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), a um número anormalmente alto de pedidos de socorro, que na passada quinta-feira passou dos habituais 1.500 para os 1.900.

Nos últimos dias têm-se multiplicado na comunicação social relatos de atrasos, tendo há apenas três dias um novo caso, ocorrido na Escola Secundária Jorge Peixinho, no Montijo, uma nova situação em que a demora na activação de meios de socorro pode ter contribuido para a morte de um aluno de 14 anos.

Esta vítima de uma paragem cardio-respiratória aguardou cerca de meia hora por uma ambulância após uma colega contactado o 112, pelas 17:52.

Após cerca de 20 minutos depois, sem resposta do INEM e com a corporação de bombeiros e o hospital localizados a cinco minutos, uma auxiliar de educação contactou directamente os bombeiros de modo a que se deslocassem ao estabelecimento de ensino.

Infelizmente os bombeiros já nada puderam fazer pela vítima, apesar de tentarem a reanimação, e a chamada do CODU a accionar meios da mesma corporação só ocorreu após o aluno dar entrada no hospital, pelas 18:24.

Os contactos através do 112 para o INEM são processados pelo Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU), que os trata de acordo com a ordem de chegada dado que, numa fase inicial, é impossível conhecer a gravidade de cada um.

Para o INEM, a activação de meios realizou-se na altura correcta, tendo sido atrasada devido ao elevado número de chamadas e à necessidade de as processar por ordem de chegada, mas destes atrasos resultam problemas graves, dado que os casos mais urgentes não têm meios de socorro activados com a rapidez necessária.

Mais uma vez, será efectuado um inquérito sobre mais este incidente, que parece estar a repetir-se nos últimos dias e não apenas naquele em que, segundo o INEM, houve um substancial aumento de chamadas, razão pela qual se deve equacionar a possibilidade de o problema não ser pontual.

Lembramos que o maior afastamento entre os locais para onde são enviados meios de socorro e as unidades hospitalares onde estes são atendidos tem vindo a aumentar devido à remodelação da rede de urgências, do que resulta o aumento médio do tempo gasto em cada missão e a necessidade de um aumento de meios.

Por outro lado, pode haver um efeito resultante da substituição do sistema de activação de meios do CODU de Lisboa, que virá potenciar o problema anterior, com os resultados que hoje são visíveis.

Não é possível equacionar separadamente o socorro pré-hospitalar e os cuidados prestados em unidades de urgência, mas também não podemos misturá-las, supondo, erradamente, que uma pode substituir a outra, quando ambas são complementares e têm que ser preparadas para trabalhar em conjunto, com o excesso de capacidade para suprir fraquezas da outra em caso de necessidade.
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