sábado, abril 09, 2016

Número 39 da revista Land Portugal chegou às bancas

O número 39 da revista Land Portugal chegou finalmente às bancas, perto de 4 meses após o número anterior, com o destaque a ir para o termo da produção do Defender, modelo ao qual dedica as 40 primeiras páginas, impressas a preto e branco.

Com mais de uma centena de páginas, o verdadeiro destaque acaba, efectivamente, para ir para o panorama das actividades relacionadas com a Land Rover que decorrem no nosso País, as quais encontram o principal eco escrito na Land Portugal, facto que a torna única entre as publicações dedicadas à marca, isto sem esquecer um conjunto de eventos a nível internacional.

Não obstante este conjunto de prioridades, o conteúdo também inclui um conjunto de artigos técnicos, apresentação de alguns modelos e acessórios, alguma publicidade temática, com contactos a nível nacional, oferecendo um conjunto de informações úteis para aquisição de peças e equipamentos e manutenção dos Land Rover em Portugal.

A Land Portugal segue uma filosofia diferente das suas congéneres britânicas, com um maior ênfase nas actividades nacionais, enquanto veículos específicos ou novos produtos acabam por ser secundarizados, num posicionamento que faz sentido face aos recursos disponíveis e aos distintos mercados onde as várias publicações operam.

sexta-feira, abril 08, 2016

Relógios de modelo militar na Visão

A partir desta quinta feira e por mais duas semanas, juntamente com a revista Visão é possível adquirir, pagando um adicional de 6.95 Euros, um relógio que reproduz um dos modelos utilizados por militares desde o período da Grande Guerra e acabando na actualidade, estando disponíveis dois modelos diferentes em cada semana.

Estas reproduções são simples, partilham o mesmo mecanismo de movimento com quartzo operado por bateria produzido pela Seiko/Epson, indicando a hora, minutos e segundos num mostrador analógico, que varia conforme o modelo, tal como a caixa exterior e o tipo de correia ou sistema de fixação utilizado, vindo acompanhados de instruções de uso e de uma garantia de dois anos, que, obviamente, não inclui a bateria.

Uma colecção muito mais completa, embora com modelos que podem parecer repetir-se, foi lançada pela Eaglemoss, uma empresa inglesa especializada em colecções, onde cada relógio é acompanhada por um fascículo que inclui uma descrição da força ou unidade que o utilizaria, com estas réplicas a receber críticas francamente favoráveis no respeitante ao desempenho e fiabilidade.

Para os apreciadores da História militar, ou simplesmente para que pretenda obter um relógio com mostrador analógico a um preço acessível e com um aspecto aceitável, esta pode ser uma opção a ter em conta, sobretudo caso tenha interesse na Visão, que nos tem proporcionado alguns colecionáveis interessantes, sobretudo a nível de livros e que, no caso deste número concreto, inclui uma reprodução de um exemplar da antiga revista juvenil "Cuto".

quinta-feira, abril 07, 2016

A guerra dos "snorkels" - 1ª parte

As multas, e apreensões de documentos, de veículos todo o terreno equipados com acessórios que não constam do Documento Único Automóvel, ou DUA, lançou, mais uma vez, a discussão sobre a legalidade de um conjunto de items absolutamente banais entre os proprietários deste tipo de viatura, bem como sobre a postura das autoridades, que surgem como mais intolerantes do que era habitual.

Sobre este último aspecto, mais que discutível, não emitiremos opinião salvo a que, acima de tudo, deve prevalecer o bom sendo, distinguindo o essencial do acessório, o que implica ser rigoroso com tudo o que pode colocar em risco os utentes da via e tolerar o que, mesmo que no limiar da legalidade, ou um pouco para além desta, não comprometa valores essenciais.

Naturalmente, com a subida de tom, a tolerância face a acessórios que, carecendo de constar no DUA, são neutros em termos de segurança, tende a diminuir, surgindo situações de conflitualidade que se potenciam mutuamente, dando origem a uma espiral de confrontos que pode ter resultados francamente negativos.

Existe uma óbvia diferença entre a possibilidade de um acessório poder constar da DUA de um veículo específico e a necessidade de o ser, dependendo de cada caso concreto e da natureza do mesmo, em termos de classificação legal, tendo reflexos no processo a seguir.

quarta-feira, abril 06, 2016

Repostas isenções de taxas moderadoras para bombeiros e dadores de sangue - 2ª parte

Aliás, muitas das medidas impostas pelos sucessivos governos primam pela falta de estudo a nível do impacto directo, e menos ainda dos efeitos indirectos ou colaterais, esquecendo que podem ter resultados quase imprevisíveis, sobretudo quando, mesmo que involuntariamente, se revestem de um significado ou simbolismo capaz de se replicar em sucessivas ondas de choque.

Sendo difícil de estabelecer uma relação directa, dada a multiplicidade de factores e circunstâncias com implicação mais ou menos evidente, a diminuição nas dádivas de sangue podem ser, pelo menos parcialmente, um resultado da suspensão das isenções, tal como poderá ter afectado o número de bombeiros voluntários, algo que, sendo impossível de provar, é imediato de intuir.

Conjuntamente com uma manifesta insatisfação generalizada, este tipo de medidas tem um efeito muito mais negativo do que o previsto, interagindo e potenciando opções similares e dando origem a um conjunto muito superior à soma das partes, situação para a qual a suspensão destas isenções contribuiu de forma substancial.

Para além de repor uma isenção, justa e plenamente justificável, o reconhecimento do esforço destes cidadãos para o bem comum e a justa distinção com que são tratados, envia uma mensagem positiva e mobilizadora, convidando a sociedade a participar de forma mais activa em missões ou acções onde a solidariedade está sempre presente e cujos objectivos e resultados são vitais para a comunidade em que nos inserimos.

terça-feira, abril 05, 2016

Nós - 3ª parte

Alertamos igualmente para o facto de ser necessária uma atenção especial quando se recorrem a cabos ou cordas com características diferentes, sobretudo quando estas são unidas entre sí através de um nó, o qual deve ser escolhido de acordo com as especificações destas, sendo que o habitual nó direito se destina essencialmente a diâmetros iguais enquanto o de escota é mais adequado a diâmetros diferentes.

A ligação entre cordas, cintas e os próprios cabos dos guinchos instalados nos veículos necessita, obrigatoriamente, de ser estudada e, sempre que possível testada, antes de uma utilização em situações reais, sobretudo se existirem diferenças profundas, como a presença de cabos de plasma que, pela sua elasticidade e algum efeito de chicote, se podem revelar difíceis de compatibilizar.

Ao contrário do que muitos creem, e fazem, enrolar cordas umas nas outras, sobrepondo as pontas, num emaranhado improvisado, não obstante diversas repetições, resulta apenas num caos que, mesmo aparentando alguma segurança, é tudo menos seguro, podendo ceder de forma imprevista a qualquer momento e podendo-se revelar francamente difícil de desfazer, tal a confusão gerada.

A todos quantos pretendem utilizar cabos ou cordas, aconselhamos a aprender e treinar o conjunto de nós que, em princípio, irão utilizar, única forma de realizar em segurança, sempre certos de que a um nó mal dado corresponde um risco e um perigo de acidente, que pode acontecer de forma completamente imprevista e com consequências da maior gravidade.

segunda-feira, abril 04, 2016

Repostas isenções de taxas moderadoras para bombeiros e dadores de sangue - 1ª parte

A reposição da isenção de taxas moderadoras a bombeiros e dadores de sangue tem um valor simbólico que excede em muito o seu impacto na vida da maioria dos beneficiados e nas contas do Estado, representando um tributo a um conjunto de cidadãos que vão muito para além do mero dever cívico.

A suspensão desta isenção, que nem se pode considerar como um benefício, nem como um previlégio, nem sequer como uma compensação, tal a desproporção face ao serviço prestado por este conjunto de voluntários, foi considerada ofensiva e, do ponto de vista prático, profundamente negativa, desmobilizando quem merece sentir-se incentivado e acarinhado pelo Estado.

Nenhuma opção financeira pode justificar a injustiça e o envio de uma mensagem francamente errada, a qual, pelo seu valor simbólico, anula todos os elogios e homenagens com as quais, de alguma forma, se possa tentar mitigar um erro flagrante, que nem a mais absurda noção de redução de custos pode justificar, dado ser intuitivo que as consequências financeiras serão negativas.

Não temos dúvidas de que ninguém conhece o impacto financeiro da suspensão destas isenções, nem das consequências destas, directas ou indirectas, na mobilização de bombeiros ou no volume de dádivas de sangue, essas insubstituíveis e impossíveis de contabilizar nas suas diversas perspectivas e implicações.

domingo, abril 03, 2016

Blusões em cabedal - 4ª parte

Os blusões em cabedal, sobretudo os de camurça, obrigam a alguns cuidados, recorrendo a produtos próprios, e a limpeza deve ser cuidadosa e periódica, como forma de os manter em bom estado, com a flexibilidade e estanquicidade adequadas, dependendo do tipo de material concreto, como o tratamento dado ao próprio couro ou ao pelo do forro interior.

Face aos blusões em materiais sintéticos, mesmo que esteticamente semelhantes em termos de desenho e mesmo no aspecto, o que só sucede com modelos mais dispendiosos, os modelos em cabedal tendem a possuir melhores acabamentos, embora se verifiquem excepções, mas sobretudo revelam-se de uma resistência normalmente superior, mesmo no caso da camurça, e com um forro interior muito mais quente e confortável ao tacto, protegendo muito melhor quem o vista.

Naturalmente que os antigos blusões em cabedal possuem algumas vantagens, nomeadamente uma excelente resistência, protegendo de pequenos impactos, uma longevidade que pode ultrapassar a do respectivo proprietário, e um estilo muito próprio, que se pode considerar algo intemporal, sendo frequente passarem de uma geração para outra, enquanto mantêm uma aparência de quase novos.

Se um modelo novo, de um dos fabricantes mais conhecidos, tem um valor bastante alto, que pode ultrapassar os 500 Euros, em segunda mão, mesmo que em muito bom estado, e de uma marca menos conhecida, eventualmente de um modelo mais simples, pode custar apenas um décimo desse preço, ou seja, o equivalente a um blusão novo de um outro material, que durará francamente menos e poderá cumprir muito menos eficazmente a sua função.
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