sábado, agosto 06, 2016

Instalar o "update" de aniversário do Windows 10 - 1ª parte

O "update" de aniversário do Windows 10 já se encontra disponível, com os melhoramentos e novas funcionalidades que mencionamos num texto anterior, mas nem todos já o terão instalado, nem mesmo no caso de computadores que verificam diariamente a existência de actualizações.

Para quem quiser "forçar" a instalação do "update", para além de verificar manualmente se este está disponível, correndo as actualizações, pode ainda fazer um "click" sobre a opção "Saber mais" ou "Learn more", dependendo da linguagem instalada no Windows, o que fará abrir uma janela de navegação onde surge a possibilidade de instalar o "update" de aniversário.

Escolhendo esta opção, será descarregado um programa que irá verificar se o computador em causa é compatível com esta actualização e, em caso afirmativo, permite proceder à descarga do "update", um processo algo lento tal o volume de dados a que pode acrescer alguma lentidão resultante da ligação e da própria sobrecarga dos servidores da Microsoft que disponibilizam este "software".

Após descarregar todo o "update", algo que não implica interromper nenhum trabalho em curso, mas penaliza a velocidade de acesso à Internet, inicia-se o processo de verificação do "download" e de instalação, passo em que o desempenho é fortemente afectado, sobretudo no respeitante ao acesso ao disco, pelo que sugerimos reduzir ao mínimo a utilização do computador, se possível encerrando todas as aplicações e esperando pela conclusão do processo.

sexta-feira, agosto 05, 2016

Sem solução para a falta de acessos - 2ª parte

A responsabilidade pela falta de acessos nem sempre é fácil de atribuir, mas em primeiro lugar cabe às autarquias velar pela manutenção das acessibilidades, dado serem de serventia pública, razão pela qual, pela utilidade que possuem para todos e não apenas para o proprietário, que delas pode nem tirar partido, estas devem velar pela transitabilidade e segurança destas vias absolutamente essenciais em zonas rurais.

No entanto, a falta de verbas e, sobretudo, a escolha das prioridades, tem resultado num muito escasso investimento por parte da maioria das autarquias na manutenção de vias florestais, bem como na maioria dos trabalhos de prevenção dos fogos, sendo raro aquelas que optaram por investir nesta área, facto que a falta de ordenamento do território vem agravar.

Tal como temos vindo a afirmar, o impedimento de circular nas vias florestais, como forma de prevenir os fogos, pode ter alguma vantagem marginal, embora disso duvidemos, mas contribui de forma substancial para que os caminhos se mantenham abertos, com a vegetação a invadir estas vias, tornando-as intransitáveis ou, quando tal não acontece, representar um perigo acrescido para a sua utilização.

Ao invés de potenciar turisticamente as zonas florestais, um manifesto fundamentalismo e incapacidade de analisar de forma adequada os vários cenários e as consequências de cada, resultam num cada vez maior abandono de largas áreas do Interior do País, perdendo-se não apenas um importante património, como a oportunidade de o explorar e rentabilizar.

quinta-feira, agosto 04, 2016

A subjectividade de uma boa vista - 1ª parte

Embora algo fora do âmbito deste "blog", pelas implicações que as alterações no Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI), tem em muitas zonas do País, nomeadamente no Interior, onde a falta de receitas tem levado a sucessivos aumentos, completamente desproporcionados face ao valor patrimonial do imóvel e, o que é mais grave, à riqueza, ou falta dela, dos proprietários, sentimo-nos no dever de tecer alguns comentários.

Se alguns dos parâmetros nos parecem inquestionáveis e objectivos, como idade ou área, outros, como a vista, que pode ter diversas vertentes, como uma praia de um lado e um cemitério de outro, ou a luz solar, que pode ser directa ou em determinadas alturas do dia, indirecta devido a uma sombra, pela sua subjectividade, surgem como intoleravelmente descricionárias, passíveis de abusos e como factor de incerteza, que terá como consequência directa destruição de valor, fazendo diminuir o preço das habitações.

Sendo previsível que, na maioria dos casos, o IMI irá aumentar, o factor determinante é o aumento da incerteza agora introduzida, com factores subjectivos a passarem de 5% para 20%, e a possibilidade de em, posteriores avaliações, se verificarem novos aumentos, e terá como resultado a diminuição do valor de venda dos imóveis, com o comprador a tentar fazer refletir o acréscimo no preço das prestações, o que tem implicação directa no custo total.

A título de exemplo, havendo a estimativa ou previsão um aumento anual do IMI em 180 Euros, e este valor é apenas exemplificativo, a tentação será a de reduzir cada prestação mensal em 15, de forma a equilibrar as contas, sendo imediato que, tendo em conta os habituais prazos de pagamento dos empréstimos, muitos a prolongar-se por 25 anos, o valor que se tentará abater será de 4.500 Euros, sendo natural que se tente obter uma redução de preço desta ordem na altura de uma aquisição.

quarta-feira, agosto 03, 2016

Were WeGo sucede ao Here Maps da Nokia

O Here Maps foi, ao longo dos anos, um excelente sistema de mapas digitais, mas a venda da Nokia implicou, igualmente, a sua venda, ressurgindo agora sob o nome de Were WeGo e com aplicações para "Android" e iOS, podendo ainda ser acedido através de um simples navegador a partir de wego.here.com.

Para além da mudança do nome, a nova plataforma é mais intuitiva e fácil de usar e o objectivo é, primariamente, a de ajudar o utilizador a deslocar-se entre diversos pontos, sem o sobrecarregar com informações inúteis, de modo a que a aplicação seja rápida e eficaz no seu objectivo primário.

Estão disponíveis informações sobre o tráfego, tempo médio de viagem, locais de estacionamento, o recurso a táxis ou a altimetria, essencial para os ciclistas planearem o trajecto mais plano, que surgem de forma fluída, com ícones claros e identificadores do fim a que se destinam.

Não estando completamente concluída, sendo previstas novas funcionalidades para breve, o Were WeGo é, desde já, uma plataforma interessante e que vale a pena explorar, com indicações de trânsito e tráfego, incluindo transportes públicos, e diversas formas de visualização, que pode ser selecionada de acordo com o fim a que se destina.

terça-feira, agosto 02, 2016

Sem solução para a falta de acessos - 1ª parte

A falta de condições de acesso, sobretudo em zonas montanhosas, tem-se revelado, desde há muito, como um dos maiores condicionalismos no combate aos incêndios e o motivo principal pelo qual os fogos se prolongam, muitas vezes após períodos durante os quais não são efectuadas quaisquer operações.

Embora os meios aéreos minimizem os efeitos, um combate efectuado primordialmente a partir do ar implica custos elevados, o comprometimento de meios que deviam ser complementares ao esforço realizado em terra noutros locais, e, naturalmente, a possibilidade de uma eficácia reduzida, dependendo das condições concretas, e interrupções para reabastecimento ou no período noturno.

A melhor coordenação, o treino mais eficaz e os meios mais modernos, do que resulta uma maior capacidade de combate, tem, assim, esbarrado com uma dificuldade que compromete todo o esforço realizado e que resulta, muitas vezes, de uma incúria generalizada e de uma legislação desadaptada à realidade, que visa evitar a circulação dos poucos veículos que podiam manter abertas vias de acesso essenciais durante as operações de combate aos fogos.

Nos parques naturais, ou outras zonas protegidas, onde as restrições à circulação e permanência são maiores, os problemas resultantes da falta de acessibilidades é ainda mais crítico, com o risco de perda de um importante património natural e de danos para o ecosistema, sendo exemplos desta lamentável situação os fogos que atingiram o Gerês e a Serra da Estrela e que, face à impossibilidade de acesso aos locais mais adequados por parte de veículos, foram perdidas extensas áreas arborizadas.

segunda-feira, agosto 01, 2016

Chega o "update" de aniversário do Windows 10

Poucos dias após o termo do período estabelecido para o "upgrade" gratuito para Windows 10, para o conjunto de equipamentos com sistema operativo elegível, surge o "update" do aniversário, a primeira grande actualização para esta plataforma e que, para além de correcções, inclui novas funcionalidades.

Entre estas, o "Windows Ink", um sistema de pequenas notas, que se podem associar conceptualmente a "post it", com entrada que pode ser via caneta óptica, e que podem ser convertidos para o assistente "Cortana", cada vez mais presente, merece destaque, tal como as novas extensões para o Edge.

Para quem utiliza o "Chrome", as extensões são um complemento útil, permitindo selecionar um conjunto de funcionalidades, como bloquear publicidade ou aceder a um dado conjunto de informações de forma imediata e formatada, sem que tal implique que todas as opções não utilizadas estejam presentes e penalizem o desempenho do navegador.

Também o assistente virtual "Cortana" foi melhorado, com respostas mais precisas e abrangentes, tal como foi actualizado todo o sistema de apresentação ou "interface" com o utilizador, agora mais flexível e intuitivo, oferecendo um maior número de opções de configuração, que pretendem tornar a experiência com o Windows 10 ainda mais favorável.

domingo, julho 31, 2016

Coleiras refletoras para animais errantes

Colocar coleiras refletoras em animais errantes é uma iniciativa que surgiu no Brasil e, para além de contribuir para evitar o atropelamento, alerta quem lê a mensagem para a necessidade de todos estes animais terem uma família e um lar.

As coleiras são adquiridas no mercado, onde atingem valores bastante baixos, que pode rondar um Euro, sendo adicionada uma simples etiqueta com a mensagem pretendida, neste caso fazendo apelo à adopção, mas que pode lembrar a necessidade de, caso tal não seja possível, ajudar a alimentar ou a divulgar a presença de um animal que necessita de ser adoptado, para além de um número de referência, que permita facilitar a identificação do animal ou, se a coleira for encontrada, saber que animal já não está identificado.

É de notar que a presença de uma coleira, que tem que ser bem escolhida, do modelo adequado, de forma a não constituir ela própria um perigo, mesmo que fazendo um apelo à adopção, também protege o animal de alguns actos criminosos, sendo uma forma de dissuadir eventuais agressões, menos frequentes quando um agressor tem a noção de que alguém se importa com aquele animal específico.

Numa altura em que, infelizmente, o abandono de animais tende a aumentar, como lamentável consequência das férias de quem não entende a responsabilidade, nem tem a capacidade afectiva, para ter um familiar algo diferente, tudo o que possa contribuir para a adopção de animais deve ser tido em conta no sentido de reduzir este crime que, quase sempre, fica sem castigo.
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