Estão disponíveis na Paddock Spares as novas protecções para os farois traseiros e indicadores de direcção dos Defender construidos a partir do ano de 2004, podendo as mesmas ser adquiridas aos pares ou em conjuntos que podem incluir até seis unidades, sempre incluindo os parafusos de fixação.
Estas protecções são extremamente simples de instalar, bastando remover os parafusos, colocar a protecção sobre o farol ou indicador e aparafusar novamente, numa tarefa ao alcance de todos e que pode ser efectuada com extrema rapidez e sem o recurso a ferramentas especializadas ou a necessidade de um local específico.
Quando comparadas com outras protecções, como as RDX, estas KBX apresentam preços superiores, sendo este acréscimo justificado pela qualidade dos acabamentos e pelo desenho, mas tal, nume veículo algo rústico como o Defender, pode não representar um substancial valor acrescentado.
Recordando que os porte da Paddock são fixos para um peso de até 30 quilos, aconselhamos os interessados a associarem-se caso pretendam adquirir este material, cujo preço começa na quinzena de Euros para um par e na versão em negro e vai até quase trinta para os modelos prateados, sendo de ressalvar que um Defender necessita de um total de oito para que este tipo de faróis fique protegido.
terça-feira, julho 01, 2014
segunda-feira, junho 30, 2014
Visão noturna em "drones" - 1ª parte
Para além de câmaras convencionais, seja integradas, seja adicionadas, com transmissão de imagem em tempo real, mesmo os "drones" que se podem adquirir por um valor razoável suportam equipamentos de visão noturna, como os FLIR ou "Forward Looking Infra Red".
Os especialistas do "Roswell Flight Test" instalaram uma câmara FLIR num "drone" RQCX-3 Raven, um modelo de seis rotores, extremamente estável e fácil de controlar que se tornou um dos favoritos a nível de busca e salvamento, dadas as suas capacidades e a flexibilidade de uso que permite.
Estão igualmente disponíveis numerosos modelos de câmaras FLIR, capazes de serem instaladas no suporte com sistema de estabilização, tipo "Gimbal", do "drone", sendo sempre de escolher um modelo tão leve quanto possível e tendo sempre a consciência de que esta é uma solução dispendiosa, apenas adequada a um uso profissional.
O fluxo de vídeo proveniente do FLIR é transmitido de forma semelhante ao de uma câmara convencional, usando os mesmos canais, pelo que o tipo de comando original associado ao "drone" pode ser mantido, tal como os recursos que devem incluir todo o sistema de navegação e de retorno automático ao ponto de partida, ainda mais valorado de noite.
domingo, junho 29, 2014
Controle remoto de computadores via "Chrome Remote Desktop" - 2ª parte
Para instalar o cliente para "Android" é necessário um dispositivo com a versão 4.0 ou superior desta plataforma, não sendo exigível nem um processador potente ou muita memória, mas o écran deve ter boas dimensões, dada a dificuldade em observar todo o écran do equipamento controlado em virtude de questões de redimensionamento ou da inexistência de teclado e rato físico.
Críticas são igualmente a falta de som e suporte de múltiplos monitores, por vezes alguma dificuldade em estabelecer ou manter a conexão, o que pode ser imputado a problemas de rede, ou ausência de combinações de teclado, por vezes necessárias para activar funções em aplicações específicas.
No entanto, sendo intuitivo, fácil de utilizar mesmo para os menos experientes, bastante estável, seguro no uso, requerendo pouca largura de banda, tendo um elevado nível de compatibilidade com os mais diversos dispositivos que cumprem os requisitos de instalação, o "Chrome Remote Desktop" é, na nossa opinião, um excelente produto.
Para quem conhece produtos semelhantes, como o "Teamviewer", o "Chrome Remote Desktop" constitui uma alternativa interessante, dado que oferece possibilidade de controlo a partir de "smartphones" e controlar diversos sistemas operativos, sempre com a obrigatoriedade de ter o "Chrome" instalado.
Críticas são igualmente a falta de som e suporte de múltiplos monitores, por vezes alguma dificuldade em estabelecer ou manter a conexão, o que pode ser imputado a problemas de rede, ou ausência de combinações de teclado, por vezes necessárias para activar funções em aplicações específicas.
No entanto, sendo intuitivo, fácil de utilizar mesmo para os menos experientes, bastante estável, seguro no uso, requerendo pouca largura de banda, tendo um elevado nível de compatibilidade com os mais diversos dispositivos que cumprem os requisitos de instalação, o "Chrome Remote Desktop" é, na nossa opinião, um excelente produto.
Para quem conhece produtos semelhantes, como o "Teamviewer", o "Chrome Remote Desktop" constitui uma alternativa interessante, dado que oferece possibilidade de controlo a partir de "smartphones" e controlar diversos sistemas operativos, sempre com a obrigatoriedade de ter o "Chrome" instalado.
sábado, junho 28, 2014
Novos "chips" para navegação - 3ª parte
Um navegador baseado num dos novos "chips" SiRF
Decorre daqui que a sua implementação varia, com os "SiRFatLas IV" a servirem de base a navegadores pessoais, enquanto equipamentos que usam a plataforma "SiRFusion" a terem uma configuração mais modular ou serem integrados em soluções mais complexas, onde o sistema de navegação é apenas um dos componentes tecnlológicos em uso.
Surgiram já alguns equipamentos baseados nestes novos "chips", sobretudo navegadores pessoais que recorrem ao "SiRFatLas IV", mas os modelos mais acessíveis, dado continuarem baseados em Windows CE e com mapas de cuja actualização com a periodicidade adequada e num futuro previsível, duvidamos, pelo que dificilmente serão um investimento a ter em conta.
Os equipamentos de qualidade baseados nestes novos "chips" ainda são relativamente raros e mais dispendiosos do que os que usam, por exemplo, o muito popular "SiRFstarIII", mas para quem pense investir num modelo mais dispendioso, a pensar numa utilização que se vai estender ao longo do tempo, desenvolver "software" ou necessitar de uma precisão acrescida, a opção pelos novos "chips" pode fazer todo o sentido.
sexta-feira, junho 27, 2014
Controle remoto de computadores via "Chrome Remote Desktop" - 1ª parte
O "Chrome Remote Desktop" é um produto gratuito, disponibilizado pelo Google, que permite controlar remotamente um computador a correr Windows, versão XP ou superior, Mac OS X, a partir da versão 10.6, ou Linux, recorrendo a um navegador ou "browser" Chrome.
Após descarregar a aplicação, através da "Chrome Web Store", procede-se a uma instalação simples e rápida, que dispensa conhecimentos técnicos, mas que requer alguma atenção em termos de parametrização, instalando todo o "software" necessário e escolhendo as credenciais de acesso.
Usar este produto implica ter conta no Google, algo bastante comum nos dias de hoje, e aceitar que o computador possa ser controlado remotamente, autorização que implica permissão a nível de administrador, sendo o controle de acesso baseado num sistema de "pins", que substituem as vulgares "passwords".
O cliente para "Android", disponível na "Play Store" permite controlar o computador pessoal através de um "smartphone", "tablet" ou "Chromebook", funciona de forma similar, com as limitações inerentes ao tamanho e resolução do écran, mas mantendo o essencial das funcionalidades e a mesma segurança.
Após descarregar a aplicação, através da "Chrome Web Store", procede-se a uma instalação simples e rápida, que dispensa conhecimentos técnicos, mas que requer alguma atenção em termos de parametrização, instalando todo o "software" necessário e escolhendo as credenciais de acesso.
Usar este produto implica ter conta no Google, algo bastante comum nos dias de hoje, e aceitar que o computador possa ser controlado remotamente, autorização que implica permissão a nível de administrador, sendo o controle de acesso baseado num sistema de "pins", que substituem as vulgares "passwords".
O cliente para "Android", disponível na "Play Store" permite controlar o computador pessoal através de um "smartphone", "tablet" ou "Chromebook", funciona de forma similar, com as limitações inerentes ao tamanho e resolução do écran, mas mantendo o essencial das funcionalidades e a mesma segurança.
quinta-feira, junho 26, 2014
Novos "chips" para navegação - 2ª parte
Um "chip" "SiRFstarV" num circuito integrado
Destinado essencialmente a dispositivos de localização pessoais, o "SiRFatLas IV" permite receber informações tanto do GPS como do Galileo, suporta multi-funções, écrans tácteis, USB 2.0, entrada audio e vídeo, podendo ser utilizado num sem número de dispositivos.
Muito mais sofisticados, os "SiRFstarV" recebem sinal dos sistemas NAVSTAR, GLONASS, Galileo, Compass, SBAS, e, no futuro, do GNSS, ou "Global Navigation Satellite System", resultante da utilização cooordenada dos vários sistemas, que dará origem a uma precisão e disponibilidade superiores.
A plataforma "SiRFusion" integra desde o posicionamento FNSS aos sinais terrestres, como os provenientes de equipamentos móveis ou redes WiFi, e de sensores, como acelerómetros, giroscópios e bússolas, combinando com o sinal de estações bases terrestres, de modo a obter um posicionamento extremamente preciso.
quarta-feira, junho 25, 2014
Lei inadequada no aumento de acidentes com ciclistas - 3ª parte
Foi igualmente pouco ponderada a interacção entre bicicletas e motorizadas, sendo que neste caso, apesar das diferenças, será expectável que ambos os condutores caiam, podendo a maior velocidade do veículo motorizado implicar maiores danos no mesmo e no respectivo condutor.
Mais uma vez, não havendo seguro por parte do ciclista, será este, caso seja responsável, a suportar os custos, pelo que será expectável que muitos lesados, nomeadamente aqueles que sofrerem incapacidade permanente ou necessitarem de tratamentos prolongados, não sejam devidamente ressarcidos, caindo-se no risco de sucederem situações de falta inultrapassáveis.
Lembramos, paralelamente à situação dos motociclos que mencionamos anteriormente, que o tipo de ferimentos resultantes de um acidente com ciclistas é diferente daqueles que são consequentes de um acidente entre veículos motorizados, sendo que, como é hábito, não foi previsto um socorro diferenciado ou avaliado o impacto dos traumatismos resultantes destes acidentes no actual sistema de socorro.
Obviamente, quando factores como uma lei inadequada, um controle defeciente ou socorro não diferenciado concorrem, o número e a gravidade dos acidentes aumenta de forma desproporcionada relativamente ao número de indivíduos, resultando em prejuizos graves não apenas para o grupo específico, mas também para a sociedade em geral, chamada a suportar os encargos resultantes de um manifesto erro legislativo.
Mais uma vez, não havendo seguro por parte do ciclista, será este, caso seja responsável, a suportar os custos, pelo que será expectável que muitos lesados, nomeadamente aqueles que sofrerem incapacidade permanente ou necessitarem de tratamentos prolongados, não sejam devidamente ressarcidos, caindo-se no risco de sucederem situações de falta inultrapassáveis.
Lembramos, paralelamente à situação dos motociclos que mencionamos anteriormente, que o tipo de ferimentos resultantes de um acidente com ciclistas é diferente daqueles que são consequentes de um acidente entre veículos motorizados, sendo que, como é hábito, não foi previsto um socorro diferenciado ou avaliado o impacto dos traumatismos resultantes destes acidentes no actual sistema de socorro.
Obviamente, quando factores como uma lei inadequada, um controle defeciente ou socorro não diferenciado concorrem, o número e a gravidade dos acidentes aumenta de forma desproporcionada relativamente ao número de indivíduos, resultando em prejuizos graves não apenas para o grupo específico, mas também para a sociedade em geral, chamada a suportar os encargos resultantes de um manifesto erro legislativo.
terça-feira, junho 24, 2014
Novos "chips" para navegação - 1ª parte
Um dos novos "chips" SiRF, o SiRFstarV
Para além do sistema GPS, desenvolvido pelos Estados Unidos, que ganhou uma imensa popularidade por, durante anos, ter sido o único aberto ao público, novas constelações de satélites de origem russa, chinesa e europeia começam a formar-se a abrir-se a uma utilização comercial.
Assim, faz todo o sentido que os novos "chips", para além de receber o sinal do GPS, recebam igualmente aquele que é proveniente de sistemas similares e os possam interpretar, do que resulta um aumento da precisão da informação que fornecem e, o que também é relevante, o fim da dependência de um único sistema, gerido pela força aérea de um país e que dele depende funcionalmente.
Portanto, a necessidade de complementar o GPS é mais que evidente, sendo muitos os exemplos de falta de precisão ou mesmo de falha na cobertura, algo que pode ser evitado caso exista recepção de sinais de outros sistemas de satélites, o que implica um novo "chip" no equipamento de navegação, dado que os actuais possuem limitações físicas, inultrapassáveis por "software" ou configuração.
segunda-feira, junho 23, 2014
Manual de reabilitação de vítimas de "stress" pós-traumático
O manual lançado pela "Rehabilitation and Research Center for Torture Victims", composto por um total de 459 páginas, escritas em língua inglesa, aborda diversas problemáticas, entre as quais as inerentes ao "stress" pós-traumático.
Este extenso manual, que pode ser descarregado da Internet de forma gratuita, inclui capítulos sobre as várias vertentes deste problema, que versam desde a sua detecção através de comportamentos ou alterações físicas e psicológicas a acções de tratamento, bem como as consequências para quem com estes lida ou interage.
Apesar de incluir capítulos que abordam realidades pouco comuns entre nós, típicas de áreas de conflito ou de outras culturas, existe sempre a possibilidade de extrapolação para uma realidade mais próxima, apontando sempre possíveis soluções.
Sendo uma leitura densa, algo pesada, este livro é interessante para quem, pelo "stress" que vive, pode ter alguns síntomas, sem disso nunca se ter apercebido, facilitando uma auto análise e ajudando a compreender alguns comportamentos que podem implicar apoio externo ou mesmo um tratamento especializado.
Este extenso manual, que pode ser descarregado da Internet de forma gratuita, inclui capítulos sobre as várias vertentes deste problema, que versam desde a sua detecção através de comportamentos ou alterações físicas e psicológicas a acções de tratamento, bem como as consequências para quem com estes lida ou interage.
Apesar de incluir capítulos que abordam realidades pouco comuns entre nós, típicas de áreas de conflito ou de outras culturas, existe sempre a possibilidade de extrapolação para uma realidade mais próxima, apontando sempre possíveis soluções.
Sendo uma leitura densa, algo pesada, este livro é interessante para quem, pelo "stress" que vive, pode ter alguns síntomas, sem disso nunca se ter apercebido, facilitando uma auto análise e ajudando a compreender alguns comportamentos que podem implicar apoio externo ou mesmo um tratamento especializado.
domingo, junho 22, 2014
Novos pneus no Discovery - 1ª parte
Após uma longa espera por pneus idênticos aos actuais, perante o sério degradar destes, dado que o preço unitário ronda os 80 Euros, colocando o par, o mínimo necessário, nos 160 Euros, optamos por adquirir a medida pretendida por um valor apenas um pouco superior pelo conjunto de quatro, em estado quase novo.
Aliás, um dos objectivos da mudança da suspensão era o de poder trocar os actuais pneus, os Insa Turbo Dakar 205/80R16 por outros, de piso misto, e na medida 235/85R16, para o que era necessário criar espaço através de um conjunto mola/amortecedor de maiores dimensões, tendo a escolha recaido nos General Grabber, dos mais leves nesta medida e tipo de piso.
Relativamente aos Insa, os General Grabber apresentam a vantagem de não serem reconstruidos, do que resulta uma maior garantia de segurança, eliminando-se uma possível vulnerabilidade, sendo que o menor peso, mesmo comparado com pneus de menores dimensões, resulta num menor esforço dos elementos da suspensão e maior facilidade de controle na condução.
Mais leves, com um maior perímetro, estes General Grabber permitem diminuir os consumos em estrada em mais de um litro por cada centena de quilómetros, para além de, em conjunto com a nova suspensão, elevarem o Discovery em perto de 8 centímetros, tornando-o mais apto a deslocar-se em terrenos acidentados.
Aliás, um dos objectivos da mudança da suspensão era o de poder trocar os actuais pneus, os Insa Turbo Dakar 205/80R16 por outros, de piso misto, e na medida 235/85R16, para o que era necessário criar espaço através de um conjunto mola/amortecedor de maiores dimensões, tendo a escolha recaido nos General Grabber, dos mais leves nesta medida e tipo de piso.
Relativamente aos Insa, os General Grabber apresentam a vantagem de não serem reconstruidos, do que resulta uma maior garantia de segurança, eliminando-se uma possível vulnerabilidade, sendo que o menor peso, mesmo comparado com pneus de menores dimensões, resulta num menor esforço dos elementos da suspensão e maior facilidade de controle na condução.
Mais leves, com um maior perímetro, estes General Grabber permitem diminuir os consumos em estrada em mais de um litro por cada centena de quilómetros, para além de, em conjunto com a nova suspensão, elevarem o Discovery em perto de 8 centímetros, tornando-o mais apto a deslocar-se em terrenos acidentados.
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