Hoje, dia 09 de Setembro de 2015, pelas 17:30, a Rainha Isabel II ultrapassou a rainha Vitória como a monarca que durante mais tempo reinou no trono de Inglaterra, permanecendo no trono mais de 63 anos.
Ao longo deste reinado, iniciado pouco tempo após a 2ª Guerra Mundial, o Mundo alterou-se substancialmente, viveu crises e fases de prosperidade, sofrendo enormes alterações a todos os níveis e nos mais variados campos, cabendo à actual Rainha um papel influente na política britânica e mundial, adaptando-se sucessivamente aos novos tempos.
Adepta dos Land Rover e dos Defender, não queremos deixar de assinalar este facto, prestando uma justa homenagem a que, independentemente de polémicas, tem contribuído para a unidade do Reino Unido e para a estabilidade dos países integrados na Commonwealth, uma das comunidades de nações mais relevantes do Mundo actual.
quarta-feira, setembro 09, 2015
RoadRecorder actualizado
A maioria das aplicações para a plataforma "Android" são actualizadas com alguma periodicidade, muitas vezes corrigindo alguns erros muito específicos e que apenas muito raramente e num dado conjunto de situações podem ocorrer, mas algumas actualizações, que implementam funcionalidades novas, são de ter em conta.
o "RoadRecorder", um programa que pode ser instalado em dispositivos móveis e em computadores pessoais, onde os percursos são visualizados num écran de maiores dimensões, foi substancialmente melhorado nos dois últimos meses, pelo que é conveniente proceder à sua actualização, sendo de equacionar, por uma questão de espaço de armazenamento, desinstalar completamente a versão antiga e instalar a nova.
Entre as novidades temos a possibilidade de continuar uma gravação após uma chamada, ser possível optar por um modo "landscape", o mais normal, com a maior dimensão da imagem na horizontal, ou em modo "portrait", com a imagem ao alto, um novo botão que tira fotos durante a gravação, ou um modo noturno, com um equilíbrio de cores adaptado a condições de baixa visibilidade e que está igualmente disponível quando a aplicação corre em "background", ou seja, permanece activa mesmo que fora do écran principal.
Adicionalmente, foram corrigidos alguns erros, é possível exportar os dados como sub-títulos para filmes, o que facilita em muito a composição de imagens, bem como uma maior flexibilidade na selecção do local de gravação, particularmente útil para evitar consumir a memória interna do telemóvel, melhoramentos que justificam plenamente a actualização desta aplicação.
o "RoadRecorder", um programa que pode ser instalado em dispositivos móveis e em computadores pessoais, onde os percursos são visualizados num écran de maiores dimensões, foi substancialmente melhorado nos dois últimos meses, pelo que é conveniente proceder à sua actualização, sendo de equacionar, por uma questão de espaço de armazenamento, desinstalar completamente a versão antiga e instalar a nova.
Entre as novidades temos a possibilidade de continuar uma gravação após uma chamada, ser possível optar por um modo "landscape", o mais normal, com a maior dimensão da imagem na horizontal, ou em modo "portrait", com a imagem ao alto, um novo botão que tira fotos durante a gravação, ou um modo noturno, com um equilíbrio de cores adaptado a condições de baixa visibilidade e que está igualmente disponível quando a aplicação corre em "background", ou seja, permanece activa mesmo que fora do écran principal.
Adicionalmente, foram corrigidos alguns erros, é possível exportar os dados como sub-títulos para filmes, o que facilita em muito a composição de imagens, bem como uma maior flexibilidade na selecção do local de gravação, particularmente útil para evitar consumir a memória interna do telemóvel, melhoramentos que justificam plenamente a actualização desta aplicação.
terça-feira, setembro 08, 2015
Aumento de acidentes de viação chega à comunicação social - 3ª parte
Inevitavelmente, a prazo, os veículos substituidos entrarão no mercado, por sua vez substituindo outros, mais antigos, mas para que toda a cadeia funcione, são precisos anos, até que, na altura em que vão ocupar o lugar daqueles que circulam em piores condições, eles próprios já se degradaram tão substancialmente que poucos melhoramentos trazem em termos de segurança, pelo que o impacto deste aumento de vendas na redução de acidentes será mínima.
Mesmo alegando que, não obstante a degradação sofrida, modelos mais recentes serão mais seguros, estes carecem de muito maior cuidado a nível de manutenção, do que depende o correcto funcionamento de toda uma série de dispositivos, sem os quais o anunciado aumento de segurança será uma completa incógnita, podendo resultar numa muito desagradável e fatal surpresa, traduzida, por exemplo, numa falha de "airbags" ou no funcionamento defeciente do ABS.
Também a periodicidade da renovação da carta de condução tende a ter muito pouco efeito em termos de segurança, sobretudo se observarmos que um grande número de acidentes imputáveis a idosos não resultam de falhas sensoriais, mas de desorientação ou falhas de discernimento, as quais não são, de forma alguma, examinadas ou controladas, tal como não o são comportamentos de risco dos mais jovens, considerados aptos para conduzir apenas porque dominam um conjunto básico de técnicas.
Portanto, ao invés de se dizer que em Portugal se conduz mal, o que pode ou não ser subjectivamente verdade, pode-se afirmar que se conduz perigosa e irresponsavelmente, insistindo na condução mesmo quando existe a consciência de que, por questões físicas ou mentais, não se está apto para o fazer, correndo o risco de provocar um acidente ou de, na sua iminência por responsabilidade de terceiros, ser incapaz de o evitar.
Mesmo alegando que, não obstante a degradação sofrida, modelos mais recentes serão mais seguros, estes carecem de muito maior cuidado a nível de manutenção, do que depende o correcto funcionamento de toda uma série de dispositivos, sem os quais o anunciado aumento de segurança será uma completa incógnita, podendo resultar numa muito desagradável e fatal surpresa, traduzida, por exemplo, numa falha de "airbags" ou no funcionamento defeciente do ABS.
Também a periodicidade da renovação da carta de condução tende a ter muito pouco efeito em termos de segurança, sobretudo se observarmos que um grande número de acidentes imputáveis a idosos não resultam de falhas sensoriais, mas de desorientação ou falhas de discernimento, as quais não são, de forma alguma, examinadas ou controladas, tal como não o são comportamentos de risco dos mais jovens, considerados aptos para conduzir apenas porque dominam um conjunto básico de técnicas.
Portanto, ao invés de se dizer que em Portugal se conduz mal, o que pode ou não ser subjectivamente verdade, pode-se afirmar que se conduz perigosa e irresponsavelmente, insistindo na condução mesmo quando existe a consciência de que, por questões físicas ou mentais, não se está apto para o fazer, correndo o risco de provocar um acidente ou de, na sua iminência por responsabilidade de terceiros, ser incapaz de o evitar.
segunda-feira, setembro 07, 2015
"Troll Farm" - 2ª parte
Naturalmente que, não obstante o anonimato conferido pelo nome falso sob o qual se apresentam, o padrão é claro e revelador, não deixando qualquer margem de dúvidas quanto ao autor, mesmo quando este muda o identificador utilizado, tipicamente mantendo uma linha de continuidade com o anterior, pelo que raramente se coloca em causa os intuitos e a credibilidade deste tipo de personagem.
Com o comportamento que associamos, em linguagem cibernautica, a um "troll", alguém que procura não o debate, mas o conflito, substituindo argumentos racionais por um tipo de linguagem provocadora ou insultuosa, com o objectivo de constranger, limitando a liberdade de expressão dos restantes participantes, ocultando factos através do exacerbar de sentimentos onde toda a racionalidade se perde.
Quando estes se multiplicam, e curiosamente, ou nem tanto, mantêm algum tipo de padrão que permite deduzir que terão uma origem comum, é quase certo que são provenientes de uma mesma criação, formados e instruídos para perseguir determinados fins, sem receio das consequências, protegidos pelo anonimato e pela estrutura que os apoia, suporta e encoraja, estimulando um comportamento inaceitável face ao conteúdo das intervenções e à postura perante todos quantos se atrevem a discordar.
Esta legião, produzida numa "Troll Farm", terá um papel cada vez mais importante, na medida em que a luta partidária sai de meios mais convencionais, ou tradicionais, como a rua, onde cartazes, "outdoors" e mesmo manifestações perdem impacto, exceptuando um conjunto de partidos muito concreto, transferindo-se para o mundo virtual, com destaque para os ambientes mais interactivos, onde a presença implica persistência e número.
Com o comportamento que associamos, em linguagem cibernautica, a um "troll", alguém que procura não o debate, mas o conflito, substituindo argumentos racionais por um tipo de linguagem provocadora ou insultuosa, com o objectivo de constranger, limitando a liberdade de expressão dos restantes participantes, ocultando factos através do exacerbar de sentimentos onde toda a racionalidade se perde.
Quando estes se multiplicam, e curiosamente, ou nem tanto, mantêm algum tipo de padrão que permite deduzir que terão uma origem comum, é quase certo que são provenientes de uma mesma criação, formados e instruídos para perseguir determinados fins, sem receio das consequências, protegidos pelo anonimato e pela estrutura que os apoia, suporta e encoraja, estimulando um comportamento inaceitável face ao conteúdo das intervenções e à postura perante todos quantos se atrevem a discordar.
Esta legião, produzida numa "Troll Farm", terá um papel cada vez mais importante, na medida em que a luta partidária sai de meios mais convencionais, ou tradicionais, como a rua, onde cartazes, "outdoors" e mesmo manifestações perdem impacto, exceptuando um conjunto de partidos muito concreto, transferindo-se para o mundo virtual, com destaque para os ambientes mais interactivos, onde a presença implica persistência e número.
domingo, setembro 06, 2015
Número especial da "Land Mag" na despedida do Defender
A revista francesa "Land Mag" publicou um número especial referente ao Defender, onde, ao longo de 116 páginas, complementadas por um poster de parede, descreve a história deste modelo, começando no Serie I e terminando no actual modelo, com o motor TDCi de 2.2 litros.
Acrescem descrições de versões especiais, entre elas a que assinalam o termo da produção do Defender, conselhos de aquisição e valores no mercado, neste caso o francês, bem como uma extensa lista de acessórios e equipamentos adequados a este modelo, sem dúvida um dos favoritos dos fabricantes de produtos para o todo o terreno.
Inclui-se ainda a publicidade temática, menos rica que a inglesa, com produtos vendidos a preços superiores, mas que tem a vantagem dos preços na nossa moeda e um conjunto de contactos úteis para quem se desloque em França e necessite de efectuar alguma aquisição ou proceder a reparações ou manutenção.
Podendo ser algo redundante face a toda a oferta prévia, com textos em francês, o que para a maioria será uma desvantagem, este número especial da "Land Mag" tem a vantagem para os leitores da "Land Rover Owners" de não recorrer parcialmente a artigos ou fotos conhecidas, pelo que, quase certamente todo o conteúdo, oferecido a um preço competitivo, resulta original.
Acrescem descrições de versões especiais, entre elas a que assinalam o termo da produção do Defender, conselhos de aquisição e valores no mercado, neste caso o francês, bem como uma extensa lista de acessórios e equipamentos adequados a este modelo, sem dúvida um dos favoritos dos fabricantes de produtos para o todo o terreno.
Inclui-se ainda a publicidade temática, menos rica que a inglesa, com produtos vendidos a preços superiores, mas que tem a vantagem dos preços na nossa moeda e um conjunto de contactos úteis para quem se desloque em França e necessite de efectuar alguma aquisição ou proceder a reparações ou manutenção.
Podendo ser algo redundante face a toda a oferta prévia, com textos em francês, o que para a maioria será uma desvantagem, este número especial da "Land Mag" tem a vantagem para os leitores da "Land Rover Owners" de não recorrer parcialmente a artigos ou fotos conhecidas, pelo que, quase certamente todo o conteúdo, oferecido a um preço competitivo, resulta original.
sábado, setembro 05, 2015
"Site" "Fogos em Portugal"
O "site" "Fogos em Portugal", desenvolvido por um estudante da universidade de Aveiro, João Pina, destina-se a fornecer uma informação quase em tempo real, actualizada a cada 10 minutos, sobre as ocorrências de incêndios florestais, recorrendo a um mapa virtual baseado no Google Maps.
A cada ocorrência corresponde um pequeno ícon, de cor diferente conforme o estado, informando de forma visual se esta está activa, se é significativa, tem meios no terreno ou a chegar, se é um alerta, ou estando em conclusão ou dado como encerrado, o que permite uma imagem muito aproximada da situação a nível nacional.
Uma informação mais detalhada, que inclui os meios destacados, está disponível clicando no ícon referente a cada ocorrência, dando conta dos vários tipos de meios presentes e da localização, mas a falta de todas as funcionalidades presentes de forma nativa no Google Maps impede uma visão mais detalhada, como passar de uma vista de mapa para uma de satélite.
Este é um "site" funcional, de muito fácil utilização e com acesso rápido, oferecendo um resumo de informações úteis, as quais poderão ser aprofundadas acedendo aos "sites" oficiais, como o da Autoridade Nacional de Protecção Civil, mas que, para a maioria dos utilizadores, presta a informação suficiente para ter um panorama global da situação dos fogos num dado momento.
A cada ocorrência corresponde um pequeno ícon, de cor diferente conforme o estado, informando de forma visual se esta está activa, se é significativa, tem meios no terreno ou a chegar, se é um alerta, ou estando em conclusão ou dado como encerrado, o que permite uma imagem muito aproximada da situação a nível nacional.
Uma informação mais detalhada, que inclui os meios destacados, está disponível clicando no ícon referente a cada ocorrência, dando conta dos vários tipos de meios presentes e da localização, mas a falta de todas as funcionalidades presentes de forma nativa no Google Maps impede uma visão mais detalhada, como passar de uma vista de mapa para uma de satélite.
Este é um "site" funcional, de muito fácil utilização e com acesso rápido, oferecendo um resumo de informações úteis, as quais poderão ser aprofundadas acedendo aos "sites" oficiais, como o da Autoridade Nacional de Protecção Civil, mas que, para a maioria dos utilizadores, presta a informação suficiente para ter um panorama global da situação dos fogos num dado momento.
sexta-feira, setembro 04, 2015
"Troll Farm" - 1ª parte
A crescente importância que o mundo digital, sobretudo na sua vertente inter activa, como fóruns ou redes sociais, tem vindo a adquirir na vida política, tem como resultado a transposição de grande parte do debate para os espaços virtuais, onde as discussões e a participação terão impacto a nível eleitoral.
Sem apontar para espaços concretos, os quais são conhecidos, encontrando-se entre estes orgãos de comunicação social que implementam um sistema de fórum ou permitem comentários nos artigos, passando pelas mais conhecidas redes sociais, o crescente número de participantes tem vindo a justificar uma maior atenção por parte dos intervenientes políticos, que cada vez se concentram mais nestes meios, mesmo que tal implique esquecer um pouco meios mais convencionais.
Mas não basta estar presente, através de uma presença activa e permanente, ou acompanhar, de forma passiva, as publicações e intervenções dos adversários, tem-se vindo a tornar cada vez mais imperativo fazer oposição, contestando posições antagónicas e defendendo as próprias, algo que, por questões de estatuto ou pela postura exigível, se pode revelar complexo e mesmo contraproducente.
A solução é, obviamente, deixar esta tarefa para terceiros, que o são de forma apenas nominal, mas que, na verdade, estão ao serviço, por vezes remunerado, de quem necessita deste tipo de apoio, que arregimenta, sob várias formas, recorrendo a diversos pseudónimos, o que não passa de um tipo de funcionário, que pode aliar esta função a outras, mais convencionais, numa qualquer máquina partidárias.
Sem apontar para espaços concretos, os quais são conhecidos, encontrando-se entre estes orgãos de comunicação social que implementam um sistema de fórum ou permitem comentários nos artigos, passando pelas mais conhecidas redes sociais, o crescente número de participantes tem vindo a justificar uma maior atenção por parte dos intervenientes políticos, que cada vez se concentram mais nestes meios, mesmo que tal implique esquecer um pouco meios mais convencionais.
Mas não basta estar presente, através de uma presença activa e permanente, ou acompanhar, de forma passiva, as publicações e intervenções dos adversários, tem-se vindo a tornar cada vez mais imperativo fazer oposição, contestando posições antagónicas e defendendo as próprias, algo que, por questões de estatuto ou pela postura exigível, se pode revelar complexo e mesmo contraproducente.
A solução é, obviamente, deixar esta tarefa para terceiros, que o são de forma apenas nominal, mas que, na verdade, estão ao serviço, por vezes remunerado, de quem necessita deste tipo de apoio, que arregimenta, sob várias formas, recorrendo a diversos pseudónimos, o que não passa de um tipo de funcionário, que pode aliar esta função a outras, mais convencionais, numa qualquer máquina partidárias.
quinta-feira, setembro 03, 2015
Quase 80% do país em seca extrema - 2ª parte
Mesmo alguns apoios prometidos, sobretudo a nível de subsídios, que compensam pela falta de pastagens e algumas perdas de rendimentos, não resolve, apenas atenua a gravidade do problema no sector primário, que, cumulativamente, se tem deparado com a perda de rendimento resultante das grandes extensões florestais devastadas pelos fogos, sendo que a combinação dos vários factores, quando combinados, potenciam-se mutuamente, tendo efeitos complementares particularmente graves.
É óbvio que uma seca é algo que escapa ao controle dos decisores, mas cabe-lhes adoptar as medidas preventivas que minorem os inevitáveis impactos negativos, as quais não passam, como assistimos, ao simples controlo dos consumos de água, ou mesmo ao seu racionamento ou proibição de uso num conjunto de actividades, mas pela implementação de redes de armazenamento e na rigorosa verificação dos caudais, nomeadamente aqueles que são provenientes de cursos de água transfronteiriços.
Consideramos que esta última vertente tem sido descurada, sendo manifesto que os caudais nem sempre correspondem ao acordado, com a água de rios com nascente em Espanha a ser desviada através de transvases ou retida em barragens, com evidente prejuizo para a economia nacional e para a segurança e conforto das populações que mais dependem destes cursos de água.
Face às inegáveis alterações climáticas, a gestão da água, com especial atenção para os recursos hídricos, ganha uma excepcional importância, sendo um bem cada vez mais precioso, não apenas na medida em que é insubstituível e cada vez mais escasso, como pela sua influência decisiva na sustentabilidade de regiões cada vez mais extensas, o que deveria levar a antecipar cenários futuros, mesmo no muito longo prazo.
É óbvio que uma seca é algo que escapa ao controle dos decisores, mas cabe-lhes adoptar as medidas preventivas que minorem os inevitáveis impactos negativos, as quais não passam, como assistimos, ao simples controlo dos consumos de água, ou mesmo ao seu racionamento ou proibição de uso num conjunto de actividades, mas pela implementação de redes de armazenamento e na rigorosa verificação dos caudais, nomeadamente aqueles que são provenientes de cursos de água transfronteiriços.
Consideramos que esta última vertente tem sido descurada, sendo manifesto que os caudais nem sempre correspondem ao acordado, com a água de rios com nascente em Espanha a ser desviada através de transvases ou retida em barragens, com evidente prejuizo para a economia nacional e para a segurança e conforto das populações que mais dependem destes cursos de água.
Face às inegáveis alterações climáticas, a gestão da água, com especial atenção para os recursos hídricos, ganha uma excepcional importância, sendo um bem cada vez mais precioso, não apenas na medida em que é insubstituível e cada vez mais escasso, como pela sua influência decisiva na sustentabilidade de regiões cada vez mais extensas, o que deveria levar a antecipar cenários futuros, mesmo no muito longo prazo.
quarta-feira, setembro 02, 2015
"Shemagh" para diferentes situações - 4ª parte
Tradicionalmente, os "shemagh" são entrançados, num padrão conhecido, com brando e negro ou vermelho, mas, com a sua adopção por militares e aventureiros, surgiram novas combinações, na sua maioria com cores mais discretas, onde o amarelo escuro, verde e negro predominam, sendo comum o entrançado, seguindo o mesmo padrão, ter apenas uma cor, notando-se, no entanto, a forma de como foram feitos através da textura e de pequenas variações nos fios.
Como alternativa aos "shemagh", temos as redes de camuflagem em tecido perfurado, que podem substituir as versões mais leves, e as echarpes, como as utilizadas pela Legião Estrangeira, que acabam por ter uma utilização muito semelhante ao dos modelos mais pesados, com a diferença a ir, sobretudo, para o formato, que permite a utilização como turbante, enrolado em redor da cabeça, numa configuração e arranjo completamente diferentes.
O preço, consequentemente, varia de forma substancial, começando no par de Euros para o modelo mais leve, quase certamente fabricado na Ásia, passando pela meia dúzia de Euros para um "shemagh" semelhante mas proveniente do Médio Oriente ou por um modelo mais pesado proveniente da Ásia, e atingindo valores substancialmente mais altos para os modelos militares feitos no Ocidente, que podem alcançar a quinzena de Euros.
Face a estes preços, que no seu limite nunca serão muito elevados, mas que surgem como algo desproporcionados, a nossa opção tende a ir para os modelos feitos em tecido mais espesso, que, para além da maior protecção e flexibilidade de uso, são francamente mais resistentes, apresentando uma durabilidade muito superior, resultando num muito melhor investimento.
Como alternativa aos "shemagh", temos as redes de camuflagem em tecido perfurado, que podem substituir as versões mais leves, e as echarpes, como as utilizadas pela Legião Estrangeira, que acabam por ter uma utilização muito semelhante ao dos modelos mais pesados, com a diferença a ir, sobretudo, para o formato, que permite a utilização como turbante, enrolado em redor da cabeça, numa configuração e arranjo completamente diferentes.
O preço, consequentemente, varia de forma substancial, começando no par de Euros para o modelo mais leve, quase certamente fabricado na Ásia, passando pela meia dúzia de Euros para um "shemagh" semelhante mas proveniente do Médio Oriente ou por um modelo mais pesado proveniente da Ásia, e atingindo valores substancialmente mais altos para os modelos militares feitos no Ocidente, que podem alcançar a quinzena de Euros.
Face a estes preços, que no seu limite nunca serão muito elevados, mas que surgem como algo desproporcionados, a nossa opção tende a ir para os modelos feitos em tecido mais espesso, que, para além da maior protecção e flexibilidade de uso, são francamente mais resistentes, apresentando uma durabilidade muito superior, resultando num muito melhor investimento.
terça-feira, setembro 01, 2015
O manual "Map Reading and Land Navigation"
Apesar de terem caído algo em desuso, fruto da tecnologia actual, e cada vez mais acessível, o recurso a mapas e técnicas de orientação recorrendo a métodos mais tradicionais continua a ser essencial, sobretudo em zonas remotas, onde os sistemas mais sofisticados, dependentes de infraestruturas, podem falhar.
Proveniente do Exército dos Estados Unidos, destinado essencialmente à formação, tal como todos os outros inúmeros "Field Manual", cujos conteúdos se destinam essencialmente a acompanhar exercícios no terreno, o "FM 3-25-26 Map Reading and Land Navigation", este manual aborda a leitura de mapas, em múltiplas vertentes, que incluem a sua tradução tridimensional, como forma de reconhecer o terreno, e as formas de navegação mais adequadas, evitando esforços desnecessários e desorientação.
Não obstante a descompressão para múltiplos ficheiros, em formato PDF, o que pode ser inconveniente para uma leitura contínua, mas tem algumas vantagens para consultas, exercícios específicos ou aulas, no seu conjunto podem-se encontrar todo um conjunto de conteúdos de interesse.
Este manual pode ter interesse para um vasto conjunto de leitores, desde aqueles que se iniciam na orientação até aos mais avançados, detalhando, com exemplos e ilustrações um conjunto largo e abrangente de situações com que quem pratica actividades que envolvem orientação facilmente se podem deparar, o que justifica a sua leitura e mesmo o estudo de alguns capítulos.
Proveniente do Exército dos Estados Unidos, destinado essencialmente à formação, tal como todos os outros inúmeros "Field Manual", cujos conteúdos se destinam essencialmente a acompanhar exercícios no terreno, o "FM 3-25-26 Map Reading and Land Navigation", este manual aborda a leitura de mapas, em múltiplas vertentes, que incluem a sua tradução tridimensional, como forma de reconhecer o terreno, e as formas de navegação mais adequadas, evitando esforços desnecessários e desorientação.
Não obstante a descompressão para múltiplos ficheiros, em formato PDF, o que pode ser inconveniente para uma leitura contínua, mas tem algumas vantagens para consultas, exercícios específicos ou aulas, no seu conjunto podem-se encontrar todo um conjunto de conteúdos de interesse.
Este manual pode ter interesse para um vasto conjunto de leitores, desde aqueles que se iniciam na orientação até aos mais avançados, detalhando, com exemplos e ilustrações um conjunto largo e abrangente de situações com que quem pratica actividades que envolvem orientação facilmente se podem deparar, o que justifica a sua leitura e mesmo o estudo de alguns capítulos.
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