quarta-feira, outubro 19, 2005

Cintos de segurança em Séries - 4ª Parte


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Cintos de segurança centrais

Na sequência dos artigos anteriores, focamos dois conjuntos de pontos de fixação possíveis para instalar cintos de segurança nos Série.

Entre os 3 bancos dianteiros existem dois orifícios roscados que facilitam a instalação do cinto central e das partes mais curtas dos cintos laterais que incluem o fecho. Estes orifícios estão escondidos pela parte superior do assento, que deve ser inclinada para a frente para que estes sejam acessíveis.

Basta utilizar um único parafuso, no qual são enfiados sucessivamente a peça do cinto central, uma anilha, a peça do cinto lateral e outra anilha, após o que é aparafusado no local indicado. Assim, cada um dos dois parafusos utilizados segura duas peças, uma dirigida para o assento à sua esquerda e outra para o assento à sua direita.

Independentemente do modelo de cinto escolhido, este ponto de fixação será sempre de utilizar dado ser a forma mais fácil de prender os cintos nesta zona do veículo, sendo que no caso do S3 apresentado, o cinto central, de dois pontos, não é um modelo de inércia.


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Local de fixação de cintos na divisória

Dependendo do modelo do cinto, com ou sem tensor, pode ser possível utilizar um orifício roscado existente na divisória entre o habitáculo e o compartimento de carga.

Dado que este possível ponto de fixação fica a um nível inferior relativamente à parte superior dos bancos, implica que a sua utilização provoca o contacto entre o cinto, algo que deve ser evitado nos cintos com inércia ou de enrolamento automático.

Assim, caso sejam utilizados os modelos de cintos originais, sem enrolamento automático, este ponto poderá ser utilizado sem problemas, mas caso se opte por um moderno cinto de inércia, o contacto reduz a eficácia, pelo que tem que ser encontrada uma alternativa. Aliás, mesmo a nível de Inspecções Periódicas, a montagem de um cinto de inércia nestas condições poderá resultar no averbamento de uma deficiência e mesmo na reprovação do veículo.

No próximo texto focaremos os pontos de fixação em falta num modelo com tecto rígido, tal como este se encontra na configuração actual, deixando para um último artigo a adaptação para situações em que seja utilizada a capota de lona.

terça-feira, outubro 18, 2005

Consola central em Série - 3ª parte


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Consola colocada no Série

Apresentamos, finalmente, a consola já colocada no Série 3, com as ligações do isqueiro e corta-circuitos terminadas e o suporte para GPS ou telemóvel completo e já instalado.

Apesar de ser a única peça recente no interior do habitáculo, integra-se perfeitamento no mesmo, acrescentando algumas das funcionalidades necessárias nos dias de hoje.

Neste caso, como é possível de ver, a chave do corta-circuitos está presa na consola através de um fio para evitar perder-se. Quando houver uma chave suplente, será removido e usado como uma segurança adicional.


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Vista frontal da consola já colocada

Com esta série de imagens, termina a apresentação deste processo de construção e instalação.

Existem muitas outras configurações possíveis, dependendo do objectivo a que se destina a composição e o número de dispositivos ou equipamentos a incluir.

Para além de ser possível utilizar uma destas consolas, também se pode recorrer a uma usada, proveniente de um Defender, caso seja possível adquirí-la a um preço vantajoso.

Esperemos que o resultado inspire outros a fazer algo de semelhante e a apresentar os resultados que, caso o pretendam, publicaremos neste espaço.

Coimas aumentam 40% para quem não limpar a floresta


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Ministro Jaime Silva

O Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas prometeu reforçar a fiscalização e vigilância das florestas e afirma que os municípios vão ter de calendarizar a limpeza.

Assim, quem tenha floresta e não a cuide de forma a protegê-la dos incêndios terá que pagar coimas agravadas em cerca de 40 por cento e até um máximo de 60.000 euros.

Relativamente ao papel da Guarda Florestal, o ministro diz que o seu peso e preponderância aumentarão, desde que seja «integrada num corpo mais profissionalizado em termos de fiscalização».

Jaime Silva sublinha que o seu trabalho não é combater fogos mas que tudo fará, ao nível do ordenamento, para que se verifique uma diminuição dos incêndios florestais.

Falta, como é hábito, esclarecer o que acontecerá quanto às florestas do Estado, bem como às dependentes do ICN, concretamente as áreas protegidas, especialmente as integradas na rede Natura 2000, supondo-se que relativamente a estas pouco sentido fará aumentar coimas a pagar e serem recebidas pelo próprio Estado.

Mais grave ainda, a perspectiva continua a ser meramente economicista, assumindo erradamente que a uma coima de valor superior corresponde uma maior dissuação. Basta ver o que sucedeu com o aumento das coimas previstas no novo Código da Estrada para concluir que tal não acontece, neste caso com o agravante de ser muito mais difícil de exercer qualquer tipo de controle dados os escassos meios disponíveis.

Assim, e a menos que haja medidas complementares, nomeadamente o chamado "plano ideal" que por várias vezes referimos, podemos-nos preparar para o pior, se é que tal ainda pode haver após os Verões de 2003 e 2005.

Alguém já experimentou uma cinta chinesa?


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Cinta de reboque

Não, não estamos a falar da conhecida peça de vestuário.

Quem fez esta interpretação escusa de continuar a ler.

Recentemente têm surgido em diversas lojas chinesas cintas de reboque, terminadas de diversas formas, com a simples e discreta indicação model ou type 3 ton, o que leva a crer que permite rebocar até 3 toneladas.

Aparentemente serão idênticas a muitas das que se vendem em lojas de acessórios de automóveis, com a diferença de não custarem mais do que uma meia dúzia de euros o que permite a aquisição de diversas cintas pelo preço que uma só custa noutros estabelecimentos.

Falta, no entanto, a prova decisiva, a de efectuar um teste forçando até ao ponto de ruptura de forma a haver certezas quanto à sua real valia.

Portanto, perguntamos mais uma vez, alguém já experimentou uma cinta chinesa?

segunda-feira, outubro 17, 2005

Ainda as Inspecções Periódicas Obrigatórias


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Direcção Geral de Viação

A Polícia Judiciária anunciou esta segunda-feira a detenção de um inspector de um centro de Inspecção Periódica de Veículos da área de Lisboa e um mecânico, por alegada prática de crimes de corrupção, que permitia, em troco de uma quantia em dinheiro, aprovar veículos sem condições para circular em segurança.

Segundo a Polícia Judiciária, que contou com a colaboração da Direcção Geral de Viação «os detidos tinham um acordo para a aprovação de viaturas que, no momento da inspecção periódica, não obedeciam aos requisitos legais».

Ambos os detidos foram presentes a tribunal, ficando obrigados a apresentações periódicas às autoridades e Termo de Identidade e Residência.

Há muito que se comentam as estranhas relações entre mecânicos e inspectores, com suspeitas de corrupção, mas também existirão casos em que o acordo visa obrigar a supostas reparações que, na verdade, nunca são realizadas. Lamentavelmente, poucas são as queixas que dão entrada na Direcção Geral de Viação, mesmo por parte de proprietários que se sentem injustiçados durante a inspecção das suas viaturas.

Foi apresentado o Orçamento Geral de Estado


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Assembleia da República

Com as restrições que se previam, foi apresentado há poucos minutos o Orçamento Geral de Estado para 2006, com a entrega do documento em CD-ROM ao Presidente da Assembleia da República.

Sendo ainda muito cedo para uma análise em profundidade, corresponde às expectativas criadas, baseadas num crescimento económico insignificante, no desequilibrio entre receitas e despesas e na necessidade de efectuar cortes aonde seja possível.

No entanto, não se vê ir ao fundo das questões e os resultados das auditorias que seriam realizadas em todos os ministérios ao ritmo de uma por mês ainda não foram publicados, levando a crer que nem sequer se tenham realizado. Assim, em vez de reduzir as despesas, foi tomada a opção mais fácil, a de manter as receitas através de uma carga fiscal que estrangula o crescimento económico.

Será que alguém neste Governo ainda se lembra como acaba a história da galinha dos ovos de ouro?

Retrovisores exteriores de Defender num Série 3


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Espelho rectrovisor lateral de Defender

Nos últimos anos de fabrico, o modelo de espelhos rectrovisor lateral que veio a ser adoptado pelos Defender começou a ser utilizado nos Série 3, substituindo os primeiros modelos de espelhos colocados no mesmo local.

Relativamente aos modelos mais antigos, com espelhos colocados nas asas dianteiras e particularmente expostos, o reposicionamento dos espelhos melhorou a visibilidade para a rectaguarda e permite um ajustamento mais fácil.

Se nos últimos Série este modelo de espelhos retrovisores é um standard, nos primeiros é uma conversão fácil e mesmo aconselhável caso haja a necessidade de substituir os antigos espelhos sem perder a originalidade do veículo.


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Série 3 após substituição dos espelhos


A colocação de espelhos nas portas, quando não prevista de origem, é uma tarefa fácil, que apenas obriga ao desapertar da dobradiça superior, removendo os parafusos que a prendem à porta, e a furá-la de modo a passar a partir do interior os dois parafusos que vão prender o suporte do espelho. Logicamente, existe sempre a hipótese de trocar as dobradiças por umas de Defender, mas tal é um custo desnecessário caso as originais estejam em bom estado.

Os espelhos foram adquiridos via Internet, como tem sido prática corrente, por 5 libras o par, a que acresceu outro tanto de preço de transporte, e os dois suportes por um valor semelhante. Assim, com perto do equivalente a 30 euros, foi possível substituir os antigos espelhos, que no nosso caso se encontravam danificados e montados de forma incorrecta, por um preço módico, muito abaixo do que habitualmente se pratica em Portugal.

domingo, outubro 16, 2005

Ao preço a que está o combustível...


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Tranca no depósito de combustível

Aconselha-se a adquirir este opcional, que permite utilizar um vulgar cadeado para trancar a tampa do depósito.

Sabendo-se que os Série não oferecem de origem uma tampa com fecho, esta é a hipótese mais em conta e mantendo a originalidade do veículo capaz de evitar uma surpresa desagradável.

A instalação é extremamente fácil, dado que basta retirar os dois parafusos existentes, que no caso dos motores Diesel seguram uma pequena placa identificadora do combustível a utilizar, e recolocá-los de forma a prender o fecho. Como opção mais defenitiva, um par de rebites oferece uma segurança adicional a esta opção cujo custo completo anda pela meia dúzia de euros.

Chamamos a atenção para a existência de um sistema semelhante para trancar o capot, o qual obriga a uma pequena alteração na grelha, e sobre o qual daremos informações num próximo artigo.

A época de incêndios já acabou


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Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas

Hoje, 16 de Outubro, é o primeiro dia após o termo oficial da época de incêndios, pelo que podemos esperar para breve os valores finais e, dentro de algumas semanas, um relatório que explique como foi possível continuar a nada aprender com a experiência dos anos anteriores.

Mas mais importante ainda, aquilo que o Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas chamou "o plano ideal" e cuja divulgação foi adiada para o termo da época de incêndios, deverá agora ser apresentado.

Embora continuemos a não ver qual a ligação entre o fim da época de incêndios e a apresentação do plano de prevenção, não serão uns dias de atraso que comprometem a prevenção, mas caso não esteja disponível até ao final do ano, então grande parte da sua eficácia poderá ser perdida, sobretudo tendo em conta as demoras habituais entre a conclusão de um plano, a sua aprovação e o começo da sua implementação.

Cintos de segurança em Séries - 3ª Parte


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Detalhe do suporte lateral

Como continuação do artigo anterior, apresentamos hoje a localização dos suportes para a parte inferior do cinto, localizada na parte lateral da caixa onde estão colocados os assentos.

Este conjunto de peças é de origem Land Rover e foi aparafusada removendo os dois parafusos lá existentes e reaplicando-os de forma a prender o suporte.

É uma operação fácil, mas que pode implicar alguns pequenos ajustes, nomeadamente através do alargamento dos buracos dos suportes de forma a que os suportes fiquem perfeitamente alinhados.

Também se deve ter muita atenção ao desaparafusar, dado que os parafusos se encontram no local desde o fabrico e podem estar presos. Como medida de prudência, convem raspar a tinta e aplicar WD40 com alguma antecedência antes de proceder à sua remoção.


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Vista do suporte lateral

Os suportes têm ainda a possibilidade de ser presos com um terceiro parafuso ou rebite, sendo que nesse caso, torna-se necessário proceder a furos na placa separadora atás dos bancos e colocar uma rosca do lado oposto.

A rosca destes suportes têm a medida correcta para utilizar os parafusos standard que vêm com os cintos de segurança dos Land Rover actuais, pelo que não é necessária qualquer adaptação.

Não sendo peças muito comuns, podem ser algo difíceis de encontrar, mesmo em lojas da especialidade ou em leilões, havendo ainda a hipótese de procurar nalgum ferro-velho.

Nos próximos textos continuaremos a apresentar os pontos de fixação disponíveis e as peças a utilizar até colocarmos os cintos.