segunda-feira, outubro 31, 2005

Cabos de bateria


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Cabos de bateria de 400 Amperes

Se há uma situação em que o ditado "o barato sai caro" tem uma verdadeira aplicação, é nos cabos de bateria a utilizar no arranque de motores a gasóleo.

Se bem que a maioria dos modelos comercializados são de 200 amperes, o que na verdade serve bem para um utilitário, ou de 300 amperes, aceitável para motores a gasolina, quando se chega aos motores diesel como os de 2286 cc que equipam os Série, o pico durante o arranque atinge facilmente entre 350 e 380 amperes.

Este máximo pode parecer exagerado, sobretudo se pensarmos que a bateria aconselhada para este modelo é de 95 amperes, mas este valor é para funcionamento contínuo, não para picos ocorridos durante o arranque.

Dado que a qualidade varia muito de um fabricante para outro, é sem dúvida possível que alguns dos cabos de 300 amperes existentes no mercado permitam arrancar sem problemas estes motores ou equivalentes, mas também podem criar uma sensação de segurança ilusória que normalmente é desfeita na pior altura, ou seja, quando existe uma emergência.

Sabemos, por experiência própria, que o valor mínimo que nos garante segurança, é o de 400 amperes, pelo que, mesmo sabendo que o custo é substancialmente superior ao dos restantes modelos mencionados, não encontramos outra opção que nos garanta alguma tranqulidade.

Liga de Bombeiros Portugueses reage às propostas do Governo


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Dr. Duarte Caldeira

Através do seu Presidente, Dr. Duarte Caldeira, a Liga dos Bombeiros Portugueses já reagiu às medidas propostas ontem pelo Governo.

Segundo este dirigente declarou ao Correio da Manhã, os Bombeiros “não estão para ser transformados” em pelo menos duas coisas: “mão-de-obra barata do novo sistema e, muito menos, em marionetas dos generais sem tropas”.

Estes “generais” serão “os muitos comandantes municipais, regionais ou distritais”, tal como está previsto no diploma ontem aprovado e onde os níveis de comando parecem multiplicar-se sem que a isso corresponda um aumento de efectivos operacionais.

Só faz sentido definir níveis de comando, quando se garante a existência digna e qualificada dos comandados – o que não é o caso”, afirmou Duarte Caldeira.

Olhando para o Orçamento de Estado, não vislumbramos sustentabilidade financeira para a estrutura anunciada”, mas como o Governo já garantiu que o dinheiro não será problema, Duarte Caldeira diz não perceber é “como será possível compatibilizar o actual quadro de missão legal atribuído aos bombeiros, com a missão a atribuir a este grupo especial de intervenção (da GNR)”.

Da primeira resposta da Associação dos Profissionais da Guarda ouvimos exprimir a mesma preocupação que partilhamos, a de que os efectivos envolvidos nesta operação sejam retirados de outras funções operacionais onde a sua falta rapidamente se fará sentir, sendo que a sua acção nesta nova missão só será eficaz dispondo de treino e equipamentos que terão ainda de ser orçamentados.

A proposta do Governo estará em discussão pública durante 30 dias, para que os interessados e envolvidos possam pronunciar-se, sendo que reiteramos a impressão com que ficamos ontem, no dia da apresentação, quando exprimimos as nossas reservas quanto à capacidade de implementar este dispositivo que, segundo cremos, não será a via mais adequada à solução de um problema cujas raizes estruturais permanecem ignoradas.

domingo, outubro 30, 2005

Corta-circuitos modelo Land Rover


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Corta-circuitos modelo Land Rover

A Land Rover possui em catálogo um modelo próprio de corta-circuitos de dois polos com cablagem destinada aos seus veículos.

Em teoria, trata-se de um modelo universal, com excelentes acabamentos e bom isolamento, mas o facto é que a suposta universalidade rapidamente se vê desmentida pela dimensão dos cabos incluidos, demasiado curtos para alguns modelos.

Assim, quem possuir um Land Rover com a bateria perto da grelha dianteira, terá inevitavelmente de acrescentar ou substituir os cabos, dado que estes, a partir do interior, não chegam à bateria.

Sugerimos, portanto, aos possuidores de Séries e de outros modelos onde a bateria esteja afastada do habitáculo, a aquisição de um vulgar modelo sem marca e muito mais barato, e a instalação de cabos com a dimensão e diâmetro suficientes para efectuar as ligações sem necessidade de emendas.

Quem avisa, amigo é.

Aprovada a criação de uma Autoridade Nacional de Protecção Civíl


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Site da Guarda Nacional Republicana

O Governo aprovou hoje, num Conselho de Ministros extraordinário realizado na Tapada de Mafra, a criação de uma Autoridade Nacional de Protecção Civil, em substituição do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civíl, e de um Grupo de Intervenção de Protecção e Socorro no âmbito da GNR.

Em conferência de imprensa, os Ministros de Estado e da Administração Interna, António Costa, e da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, Jaime Silva, referiram que os diplomas agora aprovados sobre reordenamento florestal e prevenção, vigilância e combate a incêndios, ou outras calamidades, estarão em discussão pública por um prazo de 30 dias.

"O diploma organiza-se em torno do princípio da subsidiariedade, que aponta para uma determinação atempada da natureza e gravidade da ocorrência e consequente avaliação da suficiência dos recursos mais próximos para lhes fazer face", e baseia-se "nos princípios da coordenação numa perspectiva organizacional e da unidade de comando numa perspectiva operacional".

Entre as medidas a introduzir, está a criação de uma unidade especial de protecção e socorro da GNR composta inicialmente por cerca de 500 elementos profissionais, e que actuará em todo o tipo de catástrofes.

"Estes 500 homens e mulheres serão mobilizados dentro da GNR", disse o Ministro António Costa, referindo ainda que os actuais elementos da Guarda Florestal passam também para a esfera da GNR.

Ainda de acordo com o Ministro da Administração Interna, o Estado irá adquirir quatro aviões pesados e um total de dez helicópteros médios e ligeiros, estando ainda prevista a realização de contratos plurianuais de aluguer de meios aéreos adicionais para o combate aos incêndios.

Na vertente operacional de resposta a incêndios, "vamos fazer uma reforma do Serviço Nacional de Bombeiros de forma a tornar esta entidade uma verdadeira Autoridade Nacional de Protecção Civil", prometendo ainda "um reforço de meios humanos e técnicos".

Faltou esclarecer quais os custos destas medidas, a sua calendarização e os passos concretos que levarão à sua efectivação, esperando-se que durante os 30 dias de discussão pública seja possível proceder aos esclarecimentos necessários.

Também é de lembrar que o Serviço de Protecção da Natureza da GNR tem, segundo o site daquela instituição, um total de 416 elementos, pelo que os 500 efectivos de que se fala poderá ser uma renomeação do Serviço ou redistribuição de efectivos que farão falta nas actuais funções e não o necessário reforço.

Muito há ainda a esclarecer, pois a experiência diz-nos que mesmo as mais louváveis das ideias têm tendência a apresentar graves deficiências de execução ou ficarem, pura e simplesmente, paralisadas devido ao sub-financiamento crónico a que nos vamos habituando.

sábado, outubro 29, 2005

Indicador de combustível, temperatura e carga em Série 3


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Mostrador modelo Smiths

Bem mais barato do que uma unidade nova, cada vez mais difícil de encontrar ou de uma recondicionada, cujo qualidade do trbalho é sempre difícil de aferir e muitas vezes não passa de um simples teste de funcionamento, a aquisição de um mostrador em 2ª mão e em bom estado acaba por ser uma opção razoável.

Este indicador de níveis de combustível, adquirido num leilão em Inglaterra, temperatura e carga fabricado pela Smiths e utilizada durante anos pela Land Rover, é um modelo fiável, cuja longevidade faz justiça à dos Série em que era instalado.

A unidade que adquirimos, sendo usada, tem a face praticamente nova, pelo que apenas necessitou de uma pequena limpeza para ter o aspecto que se pode ver nas fotografias, notando-se apenas uma ou outra pequena imperfeição no aro exterior pintado em preto.


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Vista posterior de mostrador modelo Smiths

Se na primeira fotografia se pode ver a imagem mais conhecida deste mostrador, na 2ª podem-se ver as ligações para os vários indicadores de nível e a forma de fixação no interior do painel, através de 3 parafusos com grampos de fixação e porcas.

Chamamos a atenção para o facto de ser mais difícil encontrar velocímetros, dado que em Inglaterra a esmagadora maioria dos exemplares têm a escala principal em milhas e apenas uma secundária, de difícil leitura, em quilómetros por hora.

Neste caso concreto, por um preço de 6.50 £, a que acrescem algumas libras de transporte, foi possível obter esta unidade em perfeito estado de funcionamento e pronta a substituir, caso seja necessário, a que se encontra no nosso Série 3.

sexta-feira, outubro 28, 2005

In Amen we don't trust


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Site da Amen portuguesa

Hoje o site do Verão Verde surgiu substituido por uma versão antiga, sem que houvesse qualquer informação por parte do prestador de serviços, a Amen portuguesa.

Apesar de termos feito o upload integral do site, este permanece inalterado, levando sendo óbvio que há um erro a nível do prestador deste serviço ou foram efectuadas alterações sem comunicar ao cliente, sobretudo porque efectuamos testes junto de um servidor de backup na Netcabo e o site foi actualizado conforme era de esperar.

Independentemente do sucedido, é uma situação de extrema gravidade e juridicamente delicada, pois a substituição de um conteúdo, mesmo que por uma cópia antiga, pode ter implicações legais sérias que, para já nos abstemos de comentar.

Dado que este é o mesmo prestador de serviços que há meses permitiu a perda de mensagens de correio electrónico devido a "um problema num bastidor", não tendo prestado as devidas informações aos clientes, consideramos estar diante de um grave caso de reincidencia.

Acabamos de receber uma resposta da Amen, segundo a qual tal se deve a uma alteração de servidores que ficará regularizada dentro de horas.

No entanto, o facto de não haver um aviso prévio para algo que, segundo informação recebida, foi planeado, e o facto de esta situação ser classificada como uma mero inconveniente, continua a revelar um comportamento a todos os títulos inaceitável que muito reprovamos, pelo que informaremos a DECO do sucedido de forma a que os consumidores em geral sejam alertados para uma empresa que não cumpre os requisitos mínimos de qualidade.

Incêndios Florestais, Sociedade Anónima


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Conselho de Ministros

No próximo Sábado realiza-se um Conselho de Ministros extraordinário para analisar o relatório da APIF e estudar medidas de prevenção e combate aos fogos florestais.

Numa primeira análise do conjunto de propostas elaborado pela APIF, ficou-nos a ideia de que serão de execução difícil, sendo pouco consentaneas com o actual estado das finanças públicas, pelo que a implementação parece pouco crível.

Por outro lado, tratando-se de um plano complexo e a médio e longo prazo, fica em aberto o nível de vulnerabilidade durante o período que medeia até à sua entrada em vigor efectiva, sendo duvidoso que posteriores Governos não alterem ou esqueçam o que agora é proposto.

Mas um dos aspectos que mais reservas nos causam é o facto de se prever a constituição de uma sociedade anónima cujo papel se pode substituir ao do próprio Estado.

Embora a eficácia e a eficiência normalmente associadas a uma gestão empresarial possam e devam ser aplicadas na estratégia de prevenção e combate aos incêndios florestais, a sobreposição destas ao superior interesse público pode trazer consequências absolutamente contraditórias em relação aos fins a que se propõe, dando lugar a uma perspectiva economicista incapaz de defender as populações e os seus haveres.

Dado que a segurança e protecção dos cidadãos compete constitucionalmente ao Estado, a cedência deste dever exclusivo a uma empresa, mesmo que de capitais públicos ou municipais, parece-nos um precedente perigoso, sobretudo se imaginarmos o que poderá suceder extrapolando este novo conceito para outras áreas como a segurança interna ou a defesa nacional.

Aguardamos com interesse e alguma apreensão os resultados da reunião que decorrerá amanhã, esperando sinceramente que não assistamos mais uma vez a uma inversão de valores e a uma demissão por parte do Estado de uma missão que só a ele compete.

quinta-feira, outubro 27, 2005

Amortecedor de direcção com retorno (continuação)


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Site do distribuidor na Austrália

Seguem-se os esclarecimentos da empresa vendedora relativamente a esta peça que está à venda no EBay por 69.00 £ a que acrescem 28.00 de envio a partir da Austrália e eventuais direitos alfandegários.

Hi Nuno. Thanks for your email.

Our weblinks do not show the same degree of detail as provided in the ebay listing.

The damper is available to suit power steering models as well as non-power steering models.

We have asked ebay buyers to tell us whether or not they have power steering, because we supply a different strength of spring depending on the situation.

In your case, we will supply you the power-steering version of this damper. For your friends that don’t plan to fit power steering in the near future, we will provide them with the non-power steer version.

For your friends, I would choose the manual steer version of this damper and retain it even if they decide to go to power-steer.

If they go to power steering, they will still have the benefits they would have previously enjoyed, it’s just that they could get even better performance if they bought another power-steer version damper.

Best regards,

Kirk.


Assim, concluo que é possível usar a versão para direcção assistida mesmo em veículos que não a tenham, embora com uma menor força de retorno, sendo esta a opção para quem pretenda vir a instalá-la.

Quem não previr a instalação de uma direcção assistida, deverá escolher o modelo feito especificamente para o efeito, com a qual se obtém uma melhor força de retorno.

Tal como mencionamos, pode ser um auxiliar interessante a um preço razoável e muito abaixo dos praticados para as direcções assistidas, mesmo se entrarmos em conta com o custo das unidades vendidas em 2ª mão, que infelizmente são cada vez mais raras.

Barra para cintos de segurança para Série 3


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Barra para cintos de segurança

Este modelo de barra para cintos de segurança, adquirido em Inglaterra através do EBay, é, segundo nos foi dito, proveniente de um Série 2A ou 3 em versão militar com soft-top, notando-se várias diferenças em relação ao modelo actualmente instalado nos Defender.

Como particularidade, é totalmente construida em tubo com um diâmetro de 2.5 cm, com excepção dos suportes, sendo aparafusada em 4 pontos no topo da paredes laterais da caixa de carga logo atrás do habitáculo.

Possui dois orifícios roscados para o cinto na sua parte superior numa peça em angulo recto que permite uma fácil adaptação para outros fins

Apesar da sua rigidez e baixo custo, esta barra tem o óbvio inconveniente de ser completamente incompatível com o hard-top excepto se pensarmos em alterações que se podem revelar algo complexas e, provavelmente, injustificáveis.


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Detalhe da barra para cintos de segurança

Esta barra terá ainda uma segunda função, a de suportar o "hi-lift", bastando para tal colocar dois parafusos longos no local apropriado, de forma a poder segurá-lo com um par de porcas de orelha, evitando assim o sempre dispendioso suporte que é habitual adquirir.

A nossa opção será, em princípio, a de furar na peça vertical em cuja superfície horizontal é aparafusado o cinto, de modo a que o "hi-lift" fique numa posição paralela e a nível inferior relativamente à barra.

Esta disposição, com a inclusão do suporte do "hi-lift", obriga, naturalmente, a prescindir do suporte de colocação interior do pneu sobressalente, com a necessidade de o deslocar ou para o capot ou para a porta traseira, aumentando assim o espaço interior disponível, que nunca é muito num Série curto como o nosso.

Estas modificações serão efectuadas após a instalação da barra o que, conforme mencionado anteriormente, será efectuado quando o tempo justificar a remoção do hard-top e obrigar à recolocação dos cintos de segurança.

quarta-feira, outubro 26, 2005

Amortecedor de direcção com retorno ao centro


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Amortecedor RTC 4Way

Este modelo de amortecedor de direcção com retorno à posição central (Return to Center) surgiu recentemente no Ebay, anunciado pelo vendedor como um auxiliar de direcção aplicável nos Land Rover Série desde o S1 ao S3 e incluindo as versões curtas e longas.

Não sendo uma direcção assistida, o retorno automático da direcção à posicão central, ou uma ajuda mecânica nesse sentido, será sempre um contributo agradável nos Série, onde certas manobras, como o estacionamento em lugares apertados, exige algum esforço muscular.

Como as informações disponibilizadas são escassas, solicitamos por correio electrónico mais alguns detalhes no sentido de apurar se o mesmo amortecedor pode ser ajustável se for instalada uma direcção assistida ou se terá de ser substituido caso esta seja instalada.

Dado que na primeira resposta a esta questão, que pode ser determinante no caso de quem planeie no futuro instalar uma direcção assistida e não queira adquirir um novo amortecedor, aguardamos mais esclarecimentos que apresentaremos quando tivermos esta informação.