Foi apresentado em 2002, em versão inglesa e sobretudo com notícias referente aos Estados Unidos, mas veio a expandir-se e actualmente o Google News já dispõe de uma versão portuguesa.
Mais importante ainda, a edição refere-se a Portugal e não, como tantas vezes acontece, a países de língua portuguesa onde a primazia é, normalmente, dada ao Brasil, onde o número de habitantes é superior ao nosso.
O Google News, que sai agora da versão Beta, tem capacidade de se aperceber da localização do computador que acede, com base na configuração escolhida pelo utilizador, selecionando as notícias referentes ao país em que este reside.
Este sistema, que lê as notícias a partir de diversos "sites" como o do O Correio da Manhã ou o do Portugal Diário, permite uma personalização por parte de cada leitor, bem como a configuração de alertas que informem da existência de novidades.
No entanto, a caraterística que nos surge como a mais importante, é o agrupar notícias relacionadas, de modo a que seja possível obter diversas perspectivas sobre um mesmo assunto, comparando o que dizem os vários jornais.
Trata-se de um produto interessante, capaz de centralizar num único "site" uma enorme quantidade de informação, tendo como base os sistemas de pesquisa do Google e particularmente útil para quem não tem tempo para pesquisar a Internet à procura de uma só notícia.
terça-feira, janeiro 24, 2006
Convites para o Google Mail ainda disponíveis
Logo do Google Mail ainda em versão Beta
Para além de numerosos "add-on", concebidos por empresas e particulares, existem ainda adicionais de carácter oficial, como o "Notifier", que avisa quando chega correio, ou o "Google Talk", que permite comunicações de voz e se integra com o "software" de mensagens, entre outros disponibilizados pelo próprio Google.
De entre os sistemas de correio electrónico, para além da inegável vantagem de ser grátis, o Gmail tem vindo a evoluir e a consolidar-se com outros produtos do Google, do que resulta uma integração de serviços ímpar.
Temos vindo a insistir nestes sistemas inovadores, como alternativa económica às comunicações tradicionais, de modo a que seja possível manter contactos regionais e internacionais ao mesmo preço e com a mesma facilidade com que os mantemos a nível local.
Quem necessitar de algum destes endereços gratuitos, deverá enviar uma mensagem ou manifestar o ser interesse num comentário, sempre indicando qual o email para onde deve ser enviado o convite, com a garantia de que servirá apenas para este efeito.
segunda-feira, janeiro 23, 2006
Auto-estradas com valas perigosas
Auto-estrada da Brisa em obras
"Foi verificado que a possibilidade de atravessamento do separador central em AE é uma realidade concebível, em que as suas consequências podem ser devastadoras", como o acidente ocorrido em Junho de 1998 na A2, ao quilómetro 103, entre Grândola e Setúbal onde sete pessoas morreram e três ficaram gravemente feridas quando um carro se despistou para a esquerda, transpondo a vala de terra, e colidindo num segundo veículo que seguia em sentido contrário na mesma auto-estrada.
A investigação do IST, indica que tanto em caso de despiste sem travagem como em caso de acidente em que se usa o travão, a transposição da vala para o sentido contrário da A6 é possível, mesmo a 60 km/h.
Para este estudo, feito com base na análise de simulações feitas em computador, os ângulos mínimos de entrada na vala que foram estudados vão de 15º a 55º.
Actualmente, na sequência de uma decisão tomada pela comissão executiva da Brisa a 16 de Fevereiro de 2005, foi iniciada em Dezembro passado a colocação dos separadores, com previsão da conclusão das obras para Março deste ano.
É inaceitável que a Brisa tenha optado por esta solução, que não garante um mínimo de segurança, sem efectuar os necessários testes, e, sobretudo, que não a tenha substituido imediatamente a seguir ao acidente de que resultaram vítimas mortais.
Se bem que a utilização de valas possa ser utilizada com sucesso, implica maiores distâncias e dispositivos de desaceleração, algo que tem custos elevados e que a Brisa, não obstante os lucros que tem vindo a registar, optou por não pagar.
Espera-se que esta solução não venha a dar lugar a um sistema de "rails" não protegidos que tantas vítimas tem feito entre os motociclistas e se opte por uma solução que ofereça aos utentes das auto-estradas a segurança que todos merecem.
Site J.L.R.S.
Anúncio do site da J.L.R.S. na Land Portugal
Embora a possibilidade de encomendar "on-line" ainda não esteja disponível, é possível efectuar consultas de catálogos de peças e, sobretudo, de solicitar o apoio de pessoal especializado, com experiência no restauro de Land Rovers e que fala português.
Esta é a proposta que fazemos no início desta semana, convidando os nossos leitores, sobretudo os que vivem longe de Viseu e não podem deslocar-se pessoalmente às instalações desta empresa, a visitar um "site" que tem vindo a ser sucessivamente melhorado.
domingo, janeiro 22, 2006
Sugestões 3 - Ministério das Finanças - Simplificação do preenchimento do IRS
Direcção-Geral das Contribuições e Impostos
A complexidade do preenchimento do IRS pode e deve ser simplificada, sobretudo quando o Estado dispoe dos meios necessários para obter os dados pretendidos através de outras vias, nomeadamente utilizando informação fornecida por entidades que dispõe de colaboradores qualificados para o efeito.
Sabendo que em caso de erro no preenchimento, uma reclamação graciosa junto da Administração Fiscal pode demorar largos meses, sobretudo nas grandes metrópoles, deixando ao contribuinte a opção de adiantar quantias que não deve ou arriscar uma penhora, a simplificação do processo também aliviaria o Fisco de grande parte do trabalho não automatizado, libertando os funcionários para tarefas mais importantes.
Simplificação do preenchimento do IRS
A dispensa de preenchimento dos dados do IRS dependentes de terceiros, como vencimentos por conta de outrém, rendimentos de capitais ou outros, facilitaria aos contribuintes a entrega e evitaria erros derivados da complexidade do actual formulário.
Assim, seria a própria Administração Fiscal a colocar no formulário electrónico do contribuinte na Internet, com base nas informações prestadas por terceiros, e a enviar para a residência do próprio o impresso, devidamente preenchido com as declarações de terceiros, considerando-se estas aceites caso, e prazo pré-determinado, não fosse contestada.
Logicamente, caso o contribuinte pretendesse efectuar alterações ou aditamentos, terá um prazo para o fazer, simplificando a tarefa de todos e aumentando a coerência dos dados.
Quem não tivesse nada a alterar ou adicionar, pelo simples facto de não responder, teria o seu impresso de IRS entregue, seguindo-se depois os normais processos de validação, poupando à Administração Fiscal a tarefa de receber informações duplicadas e que, caso haja descrepâncias, levam a demoras muitas vezes inúteis.
Com a crescente obrigatoriedade de emitir facturas, das quais deveria constar obrigatoriamente o número de identificação fiscal da entidade a que são endereçadas, não só poderá chegar-se à situação em que a quase totalidade das despesas estará automaticamente disponível, como permitirá, em casos limite, averiguar de descrepâncias significativas entre os proveitos declarados e os gastos imputados aos contribuintes.
Embora esta última possibilidade ainda me pareça algo longínqua, é já tecnicamente exequível e não implica nem operações demasiadamente complexas, nem um custo de armazenamento excessivo, dado que a cada registo pode corresponder não mais do que 30 a 40 dígitos que identifiquem o emissor, receptor, data, número do documento e montante, que irão movimentar um par de contadores na ficha de cada contribuinte.
Declaração comum das ONGs de ambiente
Na sequencia de uma reunião, na qual participaram as organizações ambientais não governamentais WWF, Quercus, LPN, Geota, SPEA e FAPAS, foi apresentado um conjunto de propostas no sentido de prevenir os incêndios florestais em Portugal que aqui transcrevemos:
• Criação do “Conselho de Acompanhamento da Floresta” que deve ser envolvido na definição de uma política agrícola e florestal de longo prazo e adequada à realidade nacional. Esta “estratégia nacional para o desenvolvimento rural” deve ser definida pelo Governo em consenso com a oposição e com a sociedade civil. O Conselho terá como missão principal o acompanhamento da implementação da estratégia, das políticas e medidas concretas, respeitando prazos e financiamentos.
• Adequada aplicação dos fundos comunitários e nacionais, em especial à Estratégia de Desenvolvimento Rural para a implementação dessa mesma politica agrícola e florestal;
• Incentivo aos sistemas agro-florestais mediterrânicos de uso múltiplo em detrimento de sistemas monoculturais, adequando o espaço rural às condições climatéricas mediterrânicas (Verões longos, quentes e secos) e seu planeamento à escala da paisagem;
• Profissionalização da gestão agrícola e florestal, apoiando as associações de agricultores, produtores florestais e as empresas agro-florestais, devidamente certificadas e licenciadas, através do apoio ao investimento responsável e da formação em gestão e ordenamento;
• Flexibilização dos modelos de uso do solo;
• Desenvolvimento de uma massa crítica nacional – formar e informar a sociedade na compreensão da ruralidade e dos nossos ecossistemas agrícolas e florestais.
Foi ainda apresentado um conjunto de "Medidas Imediatas" de forma a promover uma gestão urgente das áreas ardidas, que inclui referências à regulação do mercado, actividade cinegética, erosão dos solos e recuperação das espécies afectadas.
Estas propostas, embora apontando na direcção certa, necessitam de ser detalhadas de forma a permitir a sua implementação, evitando que se tornem em pouco mais de uma declaração de nobres intenções.
É nossa opinião que reduzindo as medidas propostas a um núcleo essencial e de mais fácil implementação, estas poderiam ser mais rapidamente levadas à prática e ter um impacto positivo a curto prazo, evitando assim que as inevitáveis demoras na implementação de programas complexos, que, por excelentes que sejam, acabam por atrasar irremediavelmente todo o conjunto que agora é proposto.
Também falta nesta proposta uma maior aposta na prevenção, no envolvimento da sociedade civíl e no papel dos bombeiros e forças de segurança, que a par com as Protecções Civís Municipais, têm um papel essencial para travar este flagelo, sobretudo no período que vai até à aplicação de medidas verdadeiramente estruturais.
• Criação do “Conselho de Acompanhamento da Floresta” que deve ser envolvido na definição de uma política agrícola e florestal de longo prazo e adequada à realidade nacional. Esta “estratégia nacional para o desenvolvimento rural” deve ser definida pelo Governo em consenso com a oposição e com a sociedade civil. O Conselho terá como missão principal o acompanhamento da implementação da estratégia, das políticas e medidas concretas, respeitando prazos e financiamentos.
• Adequada aplicação dos fundos comunitários e nacionais, em especial à Estratégia de Desenvolvimento Rural para a implementação dessa mesma politica agrícola e florestal;
• Incentivo aos sistemas agro-florestais mediterrânicos de uso múltiplo em detrimento de sistemas monoculturais, adequando o espaço rural às condições climatéricas mediterrânicas (Verões longos, quentes e secos) e seu planeamento à escala da paisagem;
• Profissionalização da gestão agrícola e florestal, apoiando as associações de agricultores, produtores florestais e as empresas agro-florestais, devidamente certificadas e licenciadas, através do apoio ao investimento responsável e da formação em gestão e ordenamento;
• Flexibilização dos modelos de uso do solo;
• Desenvolvimento de uma massa crítica nacional – formar e informar a sociedade na compreensão da ruralidade e dos nossos ecossistemas agrícolas e florestais.
Foi ainda apresentado um conjunto de "Medidas Imediatas" de forma a promover uma gestão urgente das áreas ardidas, que inclui referências à regulação do mercado, actividade cinegética, erosão dos solos e recuperação das espécies afectadas.
Estas propostas, embora apontando na direcção certa, necessitam de ser detalhadas de forma a permitir a sua implementação, evitando que se tornem em pouco mais de uma declaração de nobres intenções.
É nossa opinião que reduzindo as medidas propostas a um núcleo essencial e de mais fácil implementação, estas poderiam ser mais rapidamente levadas à prática e ter um impacto positivo a curto prazo, evitando assim que as inevitáveis demoras na implementação de programas complexos, que, por excelentes que sejam, acabam por atrasar irremediavelmente todo o conjunto que agora é proposto.
Também falta nesta proposta uma maior aposta na prevenção, no envolvimento da sociedade civíl e no papel dos bombeiros e forças de segurança, que a par com as Protecções Civís Municipais, têm um papel essencial para travar este flagelo, sobretudo no período que vai até à aplicação de medidas verdadeiramente estruturais.
sábado, janeiro 21, 2006
LandWind: Verdade ou Mito?
A previsível chegada de veículos todo o terreno oriundos da China veio fomentar várias polémicas, quer a nível de preço, quer da qualidade dos mesmos, sobretudo quando avaliados segundo as normas europeias.
O LandWind é o primeiro destes veículos a chegar e a ser testado na Europa, encontrando-se à venda em diversos países europeus e dispondo, para todos os efeitos legais, das necessárias homologações para circular nas estradas europeias.
No entanto, ao preço favorável, que anda pelos 17.000 euros em vários países, contrapoem-se uma avaliação extremamente negativa em termos de segurança, publicitada em vários meios de comunicação social, onde os piores resultados da classe nos testes segundo os critérios EuroNCAP, realizados pelo ADAC na Alemanha, permitem fazer temer o pior em caso de acidente.
Assim, receamos que, mesmo sem novos testes que desmintam os resultados actualmente conhecidos, o LandWind possa ser a escolha de forças de segurança, bombeiros e outras entidades que, por força de limitações orçamentais, optem por uma solução financeiramente atractiva, mas cujo risco para quem desempenha missões de interesse público pode ser demasiado elevado para ser aceitável.
Sem condenar o LandWind, aqui fica um alerta para que critérios meramente economicistas não ponham em causa a segurança de quem, pelas missões que desempenha, já arrisca demasiado.
O LandWind é o primeiro destes veículos a chegar e a ser testado na Europa, encontrando-se à venda em diversos países europeus e dispondo, para todos os efeitos legais, das necessárias homologações para circular nas estradas europeias.
No entanto, ao preço favorável, que anda pelos 17.000 euros em vários países, contrapoem-se uma avaliação extremamente negativa em termos de segurança, publicitada em vários meios de comunicação social, onde os piores resultados da classe nos testes segundo os critérios EuroNCAP, realizados pelo ADAC na Alemanha, permitem fazer temer o pior em caso de acidente.
Apresentação do Landwind numa feira
Assim, receamos que, mesmo sem novos testes que desmintam os resultados actualmente conhecidos, o LandWind possa ser a escolha de forças de segurança, bombeiros e outras entidades que, por força de limitações orçamentais, optem por uma solução financeiramente atractiva, mas cujo risco para quem desempenha missões de interesse público pode ser demasiado elevado para ser aceitável.
Sem condenar o LandWind, aqui fica um alerta para que critérios meramente economicistas não ponham em causa a segurança de quem, pelas missões que desempenha, já arrisca demasiado.
Sugestões 2 - Ministério das Finanças - Conta-corrente fiscal
Exemplo de registos informáticos
O próprio Estado, reconhecendo este problema, legislou no sentido não cobrar algumas dívidas abaixo dos 400 euros, facto que evidencia a necessidade de rentabilizar os recursos existentes dando prioridade aos valores mais elevados.
Assim, em vez da profusão de processos de execução, muitos dos quais não surtem efeito devido à falta de recursos disponíveis para cobrança de quantias ínfimas, haveria apenas um único processo simultâneo por cada contribuinte em falta, de que resultaria uma maior eficiência e um muito menor custo.
Conta-corrente fiscal
Também os processos por dívidas abaixo de uma determinada quantia deviam ser evitados, sem, no entanto, deixar de notificar o contribuinte de que a dívida existe e informá-lo que o montante ficará numa conta-corrente.
Caso o contribuinte não conteste a dívida, assume a sua existência e o facto de esta vir a ser deduzida em futuros reembolsos ou benefícios fiscais, sem prejuizo de, por acumulação e ultrapassado o limite estabelecido, haver lugar a uma única acção consolidada para recuperação dos montantes em falta, aos quais seriam acrescidos os juros em dívida.
De igual modo, os reembolsos seriam apenas efectuados caso o contribuinte depositasse em prazo a estabelecer o valor a receber, sem o que seriam incluidos na mesma conta-corrente, a qual seria remunerada e tratada do ponto de vista fiscal de forma a tornar compensador esta forma de empréstimo ao Estado, a qual poderia ser equiparada a títulos de dívida pública.
sexta-feira, janeiro 20, 2006
Google Earth disponível para Mac
Desde o dia 10 do corrente mês, os utilizadores de Macintosh podem instalar a versão do Google Earth desenvolvida especificamente para esta plataforma.
Para utilizar este programa, é necessário dispor do Mac OS X 10.4 ou superior, standard nos equipamentos mais recentes e um equipamento com as seguintes características:
Processador de 1.5 GHz ou superior
512 Mb de memória RAM
2 Gb de espaço livre em disco
Velocidade de transmissão de 768 Kbits/sec ou superior (DSL/Cabo)
Placa gráfica com capacidade 3D e 32 Mb ou mais de VRAM
Écran de 1280x1024, "32-bit True Color"
Para os utilizadores de Mac, muitos dos quais solicitaram esta versão de "software", é uma excelente notícia, dado que o Google Earth constitui actualmente um dos melhores, se não o melhor, programa na sua classe.
Para utilizar este programa, é necessário dispor do Mac OS X 10.4 ou superior, standard nos equipamentos mais recentes e um equipamento com as seguintes características:
Processador de 1.5 GHz ou superior
512 Mb de memória RAM
2 Gb de espaço livre em disco
Velocidade de transmissão de 768 Kbits/sec ou superior (DSL/Cabo)
Placa gráfica com capacidade 3D e 32 Mb ou mais de VRAM
Écran de 1280x1024, "32-bit True Color"
Para os utilizadores de Mac, muitos dos quais solicitaram esta versão de "software", é uma excelente notícia, dado que o Google Earth constitui actualmente um dos melhores, se não o melhor, programa na sua classe.
SCRIF - Cartografia de Risco de Incêndio Florestal
Imagem de satélite durante os fogos de Verão
As imagens de satélite desempenham uma função cada vez mais importante a nível de detecção, identificação e avaliação dos efeitos dos incêndios florestais, devendo ser utilizada com maior frequência não apenas por técnicos especializados, mas também por quem está no terreno directamente envolvido nesta problemática.
Conforme temos vindo a insistir, a formação na área das novas tecnologias é cada vez mais determinante no desempenho em situações de risco, permitindo a utilização de novas ferramentas, cada vez mais eficazes e sofisticadas, mas cuja maior complexidade exige uma aprendizagem adequada, complementada por um treino prático.
A ideia de que as situações de emergência podem ser resolvidas apenas com base na boa vontade, improvisação e no empenho pessoal, característica dos portugueses, está cada vez mais ultrapassada, com as consequências nefastas a que todos assitimos nos últimos anos, facilmente avaliadas, por exemplo, pela extensão das áreas ardidas.
O recurso a novas tecnologias, muitas das quais aqui foram expostas, obriga a uma maior formação e, possivelmente, à profissionalização de alguns quadros de chefia ou comando, de modo a garantir não apenas um enquadramento dos voluntários, mas também como forma de estimular a aprendizagem de técnicas que podem tornar-se decisivas num futuro próximo.
O investimento na formação, mesmo que os resultados possam surjir apenas a médio ou longo prazo, é o mais reprodutivo e estruturante que se pode efectuar, com efeitos garantidos não apenas no desempenho de funções específicas, mas na própria actividade profissional dos formandos e no reflexo que esta terá na modernização do País.
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