segunda-feira, julho 24, 2006

Bombeiros recolhem óleo usado para biodiesel


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Esquema de um equipamento de produção

Os bombeiros de Guimarães vão passar a usar nas suas viaturas biodiesel produzido a partir de óleos alimentares reciclados, pelo que estão a apelar ao contributo dos vimaranenses, para que não deitem fora óleos usados, mas sim num "oleoponto" instalado no seu quartel.

A partir de hoje, a corporação vimaranense desenvolve uma campanha de recolha de óleos alimentares, em parceria com o Centro para a Valorização de Resíduos, sedeado no "campus" de Azurém da Universidade do Minho, com o objectivo de transformar o óleo recolhido para a produção de biodiesel, que poderá ser utilizado como combustível nos carros de combate a incêndios da corporação.

"É simples colaborar", garantem os responsáveis dos bombeiros, salientando que para tal basta que qualquer pessoa resolva colocar o óleo usado num recipiente de plástico, sem necessidade de efectuar qualquer processo de filtração, e depois depositá-lo no "oleoponto".

Desta forma, salienta o Centro para a Valorização de Resíduos, além do aproveitamento do óleo, estamos perante uma iniciativa ecológica de redução da poluição nas redes de saneamento.

A iniciativa decorre no âmbito de um projecto de investigação que o Centro para a Valorização de Resíduos tem em curso e que envolve a Universidade do Minho, escolas e autarquias.

O Centro para a Valorização de Resíduos é uma instituição privada sem fins lucrativos que presta serviços de investigação, análise científica e aplicação de soluções reais na área da valorização de resíduos.

Tripé de suporte no Lidl


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Tripé de suporte no Lidl

Vai estar à venda no Lidl, a partir desta 2ª feira, 24 de Julho, um conjunto de dois tripés de suporte para veículos, que são particularmente úteis para quem efectua reparações ou mudanças de pneus.

Este modelo é ajustável para 3 alturas, de 27.5, 31.5 e 36 cm e articuláveis, de modo a serem fáceis de arrumar e por 9.99 euros, pode-se aquirir um conjunto de 2 unidades.

Na mesma promoção, estarão disponíveis diversas outras ferramentas, sobretudo destinadas a bricolage doméstica, pelo que serão de interesse reduzido para quem sobretudo se dedique a questões de mecânica.

Incêndios este ano duram menos


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Um dos muitos incêndios florestais de 2005

Segundo as estatísticas oficiais, até meio deste mês, a Direcção-Geral de Recursos Florestais (DGRF) contou menos incêndios e menos hectares destruídos pelo fogo do que em anos anteriores, com uma diminuição substancial a nível dos grandes incêndios de vários dias, como os que ocorreram em 2003 e em 2005.

Apesar de terem ocorrido 17 grandes incêndios, classificação atribuída quando as chamas queimam 100 ou mais hectares, responsáveis por 58% da área ardida, poucos fogos duraram mais do que 24 horas, pelo que a área ardida, seja por comparação directa, seja comparada com a média dos últimos 5 anos, tem diminuido.

Na primeira quinzena de Julho, refere o documento, registaram-se 2.214 incêndios, que destruíram 1.706 hectares, e que são valores "significativamente inferiores aos valores médios para este período".

Os bombeiros reconhecem que a aposta na primeira intervenção, cuja medida mais visível foi a criação de uma unidade especial da Guarda Nacional Republicana, pode ter contribuído para este resultado, mas, como sucedeu há duas semanas com a morte de seis bombeiros na Guarda, a actividade das forças helitransportadas não está isenta de riscos.

Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), identifica três factores que contribuem para este resultado.

"É indiscutível que é acertada a aposta feita na primeira intervenção aos fogos. Essa é uma das razões. Não só uma aposta nas forças terrestres, mas também no dispositivo aéreo, por exemplo na vigilância armada, com aviões carregados de água. Embora aí a taxa de detecção de incêndios permaneça muito baixa", considera este dirigente.

A introdução do Grupo de Intervenção, Protecção e Socorro (GIPS) da GNR, cujos militares são largados nas zonas críticas nos primeiros minutos, foi a principal novidade na apresentação do dispositivo de combate a incêndios, apesar de já existirem brigadas helitransportadas do Serviço Nacional de Bombeiros e Protecção Civil que actuam de forma semelhante.

O segundo factor que pode ajudar a explicar os registos deste ano, sugere Duarte Caldeira, começa por ser meteorológico e acaba no campo táctico.

Segundo o dirigente da Liga, "houve dias de muito calor, mas seguidos de períodos de chuva ou granizo, o que provoca menos ocorrências".

De acordo com contas da LBP, no ano passado houve nove dias com mais de 500 ocorrências, enquanto este ano, ate 15 de Julho, o valor máximo está nas 277 ocorrências, registado a 14 deste mês.

"Se há menos ocorrências, há menor dispersão de meios, ou seja, é possível geri-los melhor", diz Duarte Caldeira que encontra assim a explicação para a diminuição de área ardida.

Fernando Curto, presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, não é adepto da "teoria" da primeira intervenção, mas concorda com Duarte Caldeira quanto ao terceiro factor.

"Há uma melhor organização nos níveis de comando e apostou-se na profissionalização", considera Fernado Curto, enquanto Duarte Caldeira, por seu lado, aplica a expressão "salto qualitativo" para classificar as mudanças introduzidas aos níveis local, municipal e distrital de combate aos incêndios florestais.

Com o número de militares do GIPS a impedir que estes possam ter um impacto decisivo nas estatísticas, resta efectivamente a questão organizacional e, sobretudo meteorológica, de que tem resultado uma menor pressão sobre o dispositivo do que em aos anteriores.

Até agora, tendo em conta o número e a frequência de incêndios, uma comparação com o sucedido o ano passado ou em 2003 é completamente impossível, sabendo-se que as dificuldades aumentam não de forma directa mas exponencial em relação aos fogos activos, com uma agravante em termos de perda de rendimento quando a situação tende a prolongar-se.

Falta ainda ter em conta que as áreas ardidas não têm sido integralmente repostas, pelo que a diminuição da área total a proteger permite concentrar meios e aumentar a eficácia do combate, mas com a agravante de cada hectare ardido hoje ser uma percentagem mais importante do que há alguns anos, pelo que o impacto ambiental para a mesma área ardida é actualmente significativamente maior.

domingo, julho 23, 2006

Os culpados do costume...


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As prisões nunca são para os verdadeiros culpados

É sempre considerado como "fogo posto" quando um incêndio resulta de alguma forma da acção humana, dando a crer que houve um certo grau de intencionalidade no começo das chamas.

Na verdade, nem sempre é assim e na maioria dos casos foi apenas uma falta de atenção ou de conhecimentos, aliada ao tradicional facilitismo dos portugueses que originou a maior parte das ocorrências.

No caso concreto do incêndio que vitimou seis bombeiros, trata-se de um evidente caso em que não há intencionalidade por parte de quem operava uma máquina agrícola, concretamente uma motoroçadora, de onde sairam algumas fagulhas que originaram o trágico fogo.

Mesmo estando proibido o uso tipo de equipamento durante esta época sem dispositivo de contenção de faíscas ou chamas, tudo aponta para negligência, que nada tem a ver com os títulos dos jornais onde o sensacionalismo aponta para o agricultor de 19 anos, que estava a limpar um terreno, como um assassino convicto.

Com isto não se quer dizer que não haja culpa nem culpados, mas tão somente que a visão redutora e facilitista a que nos habituamos aponta para o elo mais fraco e mais vulnerável, esquecendo todas as circunstâncias que rodearam este trágico acidente e que só serão apuradas após a conclusão do inquérito.

No entanto, podemos, desde já, sem mencionar casos concretos, apontar para razões estruturais que levam ao abandono dos campos, falta de limpeza, incumprimento da lei, falhas a nível de coordenação, inexistência de formação adequada, e tantas outras que deverão ser tidas em conta e apontar para os verdadeiros responsáveis pelos inúmeros incêndios que se verificam em Portugal.

Os próprios relatórios acabam por cair em generalidades, sem tocar nas razões estruturais, responsabilizando quem tem menos possibilidades de se defender ou já nem sequer o pode fazer.

Quando se reduz o um problema tão vasto a algumas fagulhas que saem de uma máquina agrícola, estamos a esquecer o essencial, a tapar o Sol com a peneira e a permitir aos verdadeiros responsáveis continuar a praticar impunemente os crimes que destroem este País há décadas.

Há efectivamente culpados, mas não são os que aparecem nas páginas dos jornais!

"Roll-Bar" - 6ª parte


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Desenho da sapata, uma peça fácil de fazer

Em textos anteriores descrevemos quer o sistema que imaginamos, quer a peça que servirá nos angulos ou nos cruzamentos das barras, ficando a faltar a peça que permite prender o "roll-bar" ao veículo.

O desenho desta peça é extremamente simples e semelhante às bases utilizadas para prender os cintos de segurança nos veículos de competição, com a diferença de ter um cilindro no topo em vez de uma porca de fixação para um parafuso.

A sapata, que será soldada ou aparafusada numa zona da estrutura do veículo, é composta por uma base, com 150 x 60 mm e uma espessura de 5 mm, na qual está colocado um cilindro de 50 mm de diametro por 60 de altura.

No cilindro desta peça encaixa o tubo que serve para a estrutura principal do "roll-bar", que, por sua vez, será encaixado na outra extremidade nas peças que descrevemos anteriormente.

Tal como mencionamos, também do cilindro que serve de encaixe a esta peça podem ser feitos um par de orifícios de 10 mm de modo a que sejam atravessados por parafusos e desta forma haja uma forma alternativa de prender o tubo.

Esta peça é o segundo componente cujo fabrico é necessário para a construção do "roll-bar", já que para além das duas peças mencionadas, este apenas inclui, nesta versão inicial, tubos que podem ser adquiridos no mercado e cortados na medida pretendida.

sábado, julho 22, 2006

APBV cria fundo social de apoio aos bombeiros


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Site da Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários

A Associação Portuguesa de Bombeiros Voluntários (APBV) vai criar um Fundo Social de Apoio e Assistência ao Bombeiro, anunciou hoje, no Porto, o seu presidente, Paulo Jesus.

A angariação de fundos arrancou ontem, com a Campanha "Gota - Todos Juntos Contra os Incêndios", através da venda de um boneco anti-stress com a forma de uma gota sorridente, cujas receitas reverterão a favor da criação do fundo.

"Este fundo será apenas mais um complemento na protecção social do Bombeiro, e nunca pretenderá substituir qualquer outro fundo similar ou com campanhas de angariação de fundos levadas a cabo por outras associações de bombeiros", salientou Paulo Jesus.

A campanha "A Gota" decorrerá a nível nacional até a 30 de Setembro, contando com o apoio de várias figuras públicas e empresas.

Paulo Jesus anunciou ainda que a APBV já comunicou a todas as associações detentoras de corpos de bombeiros a sua disponibilidade para calendarizar a campanha "A Gota" nas respectivas áreas de actuação.

Para mais detalhes referentes a esta campanha, como a lista de apoiantes e locais de aquisição, aconselhamos uma visita ao "site" da APBV onde poderão ser encontradas todas as informações.

"Roll-Bar" - 5ª parte


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Desenho do sistema de encaixe (imagem 582x442 no link)

Este esboço, feito na versão livre do Sketchup, programa da Google destinado sobretudo ao desenho de edifícios que podem ser incluidos no Google Earth, permite uma visualização 3D mais nítida, embora sem rigor na escala.

O Sketchup é essencialmente um programa destinado a modelagem de edifícios 3D e não de CAD, pelo que se torna difícil obter o mesmo rigor e precisão de um programa destinado a este fim.

Assim, pode-se ver o sistema de encaixe, com um furo onde passam as barras ou peças de ligação, sobre as quais a peça pode rodar livremente, até atingir o angulo pretendido, bem como a forma específica que permite encaixar duas peças juntas no mesmo eixo.

Também se pode ver, no outro extremo em forma de cilindro, a terminação que permite encaixar os tubos que darão origem à forma do "roll bar", podendo, na versão defenitiva, incluir dois furos de 10 mm para recorrer a parafusos.

Este cilindro será dimensionado de forma idêntica ao orifício da peça, de modo a que encaixem, dando assim origem a novas combinações.

Enquanto esperamos por uma reprodução mais rigorosa em AutoCAD, com as medidas defenitivas, serão feitas as necessárias alterações e melhoramentos, de modo a ter uma ideia tão concreta quanto possível que permita fazer um protótipo.

sexta-feira, julho 21, 2006

Relatório preliminar às mortes em Famalicão da Serra


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Homenagem funebre aos bombeiros chilenos

Problemas de coordenação no combate ao fogo e uma erupção violenta das chamas estiveram na origem da morte de seis bombeiros no dia 09 de Julho, em Famalicão da Serra, segundo o relatório preliminar divulgado esta quinta-feira.

A morte dos seis bombeiros, segundo o ministro da Administração Interna, citado pela rádio TSF, deveu-se a "problemas de coordenação da acção no terreno e a dois fenómenos relacionados com o comportamento do fogo".

Registou-se, segundo o ministro, que falava no Parlamento, na Comissão Eventual para os Fogos Florestais, "uma situação particularmente complicada de fogo de copas e uma erupção violenta que apanhou os seis homens no percurso da evacuação".

"Outros bombeiros conseguiram fugir, mas houve seis cujo percurso foi impossibilitado pelo comportamento do fogo", adiantou António Costa, ao reconhecer a existência de erros de planeamento, facto raro que salientamos com o devido apreço.

No entanto, a parte do relatório perliminar que se conhece é um conjunto de generalidades que podia ser aplicado à maioria das situações, sem apontar factos concretos e, menos ainda, soluções possíveis.

Assim, para lá de um "erro de coordenação" que não é descrito e ninguém sabe a quem pode ser imputado, e de "uma situação particularmente complicada", que lamentavelmente tende a ser a norma nos fogos florestais, felizmente sem as mesmas consequencias, nada há a adiantar ou corrigir.

Logicamente, não são apontadas ou reconhecidas causas estruturais, resultantes de anos sucessivos de políticas desastrosas por parte de sucessivos governos, nem questões organizacionais ou a nível de meios, optando-se por conclusões tão vagas que evitam consequencias a nível de quem tem poder decisório.

Portanto, se houver um novo acidente, o relatório já estará pronto e apontará para a tradicional mistura de fatalismo, azar e imprevisibilidade que caracterizam a vida neste pobre País.

"Roll-Bar" - 4ª parte


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Esboço do sistema de encaixe (imagem 740x567 no link)

Uma das razões pelas quais a ideia do sistema de encaixe pode parecer complexa ou exigir mais peças do que o necessário, é o facto de tentar manter a variedade de componentes no menor número possível, diminuindo custos de produção e de armazenamento.

Assim, a opção foi a de usar o esquema que consta do desenho, onde se podem encontrar os vários componentes necessários a um cruzamento e que incluem as peças que servem de charneira, a preto, as de ligação e que também servem de eixo de rotação, a vermelho, e a estrutura tubular principal, a azul.

Neste esquema, pode-se ver a peça de ligação, passar pelo interior de duas peças de rotação, tendo em cada extremidade um tubo que será o componente principal do "roll-bar".

Também nas peças de rotação, na extremidade que termina em forma de cilindro com 50 mm de diametro e 60 mm de comprimento, estão encaixados dois tubos, a azul, que tal como os restantes componentes serão soldados.

Assim, as peças que servem de charneira estão à volta do suporte, encostadas lateralmente a dois tubos e com um tubo em na extremidade, dando origem a uma junção quádrupla.

No caso de uma junção tripla, o tubo interior estaria à face e não surgiria de um dos lados, pelo que apenas do lado oposto haveria uma forma de encaixe.

Finalmente, caso não houvesse um prolongamento lateral, seria usado uma secção cilindrica de apenas 60 mm de comprimento, ficando à face nas duas peças de charneira, sem que saisse para qualquer dos lados.

Este método permite, ainda, furar na extremidade dos tubos, fazendo-os atravessar por parafusos, de modo a aumentar a segurança ou mesmo como alternativa ao sistema de soldagem que será o mais resistente.

quinta-feira, julho 20, 2006

Equipamentos de protecção para 5.000 bombeiros


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O mesmo capacete de bombeiro de Fevereiro

O secretário de Estado da Administração Interna, Ascenso Simões, fez terça-feira passada a entrega simbólica de equipamentos de protecção individual para bombeiros, numa cerimónia em Castelo Branco que abrangeu as corporações do distrito.

Segundo a Agência Lusa, a nível nacional, o investimento deverá beneficiar cerca de 5.000 bombeiros e ronda os 7.000.000 de euros, distribuídos pelos governos civis, uma verba que antes destinavam à atribuição de subsídios na área da protecção civil.

"Este ano fizemos um grande esforço para dotar todos os corpos de bombeiros e todos os homens incluídos no dispositivo com equipamento de protecção individual", garantiu o governante que acrescentou "os bombeiros não podem proteger os outros se não estivermos protegidos".

Ascenso Simões adiantou ainda que "nos últimos anos temos tido muitos bombeiros acidentados. Com este investimento estamos a aumentar a segurança dos bombeiros e por essa via a segurança das populações".

Entre outros equipamentos, cada conjunto inclui calças, coletes, botas, luvas e protecções para a cabeça, sendo todas as peças feitas em tecido especial para resistir ao fogo e altas temperaturas, bem como um capacete e uma tela de abrigo contra o fogo.

Estes são, aparentemente, os mesmo equipamentos anunciados há alguns meses e que corporações que conhecemos e estão empenhadas no combate directo aos incêndios nunca receberam, sendo que, meses após o anúncio e quando o processo há muito devia estar concluido, assistimos a cerimónia de entrega simbólica.

Deve-se acrescentar que a mensagem recebida, sem os equipamentos que a consubstanciam disponíveis nas corporações, é exactamente a contrária da que o secretário de estado pretende transmitir, pelo que esta cerimónia bem podia ter sido adiada até à distribuição integral dos equipamentos.

E como estamos a falar de actos simbólicos, aqui fica a dúvida se o Governo português estará representado nos funerais dos bombeiros chilenos que morreram entre nós, acto em que o simbolismo de uma presença oficial é indispensável.